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================================================== https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10277083?page=,1 Ressource Aa, Pieter van der: Les Délices de Leide
Titel Les Délices de Leide : une des célébres villes de l'Europe ; le tout enrichi de tailles douces Von Pieter van der Aa Urheber Aa, Pieter van der, 1659-1733 -- (GND: 116000058) Erschienen Leide : Aa Zeit 1712 Umfang 10 Bl., 224 S., 33 teilw. gef. Taf.
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A imagem que você enviou mostra um mapa histórico intitulado "P. Carders Zee en Land Reyse na Brasil, Rio de la Plata en de Zuyd Zee", criado pelo renomado geógrafo, cartógrafo e editor holandêsPieter van der Aa.
Publicada em 1706 em Leiden (Países Baixos), esta gravura em metal (água-forte e buril sobre papel) ilustra a costa da América do Sul. O mapa compreende desde o litoral do Brasil e a região do Rio da Prata até o Estreito de Magalhães, baseando-se nos relatos de viagem do explorador inglês Pieter Carder.
O trabalho é característico do estilo de Van der Aa, incluindo uma vinheta decorativa detalhada no canto inferior direito, que retrata elementos da fauna local, povos indígenas e uma cartela com o título da obra.
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Pieter van der Aa ( Leiden , 1659 – Leiden, agosto de 1733) foi um editor holandês mais conhecido por preparar mapas e atlas , embora também tenha impresso edições piratas de best-sellers estrangeiros e volumes ilustrados. Ele também imprimiu muitos mapas que frequentemente estavam esgotados, os quais ele republicou. [ 1 ] Alguns de seus mapas mais populares eram do continente africano , detalhando locais como Marrocos e Madagascar . Muitas de suas obras posteriores foram impressas para o público em geral em francês e holandês . Conteúdo
Início da vida e família
Pieter van der Aa (1659–1733) nasceu em Leiden , um dos principais centros de impressão e publicação da República Holandesa . [ 2 ] Ele veio de uma família ligada ao comércio de livros e impressos. Seu pai era um pedreiro de Holstein ; seu irmão Boudewyn era impressor e seu outro irmão Hildebrand, gravador em cobre . [ 3 ]
Ele entrou no ramo livreiro ainda jovem e se formou em impressão e publicação. [ 4 ] No início dos seus vinte anos, ele estabeleceu seu próprio negócio em Leiden como impressor, editor e livreiro, lançando as bases para seu trabalho posterior como editor de mapas e livros ilustrados. [ 4 ]
Pieter van der, 1659-1733 Brasiliaanze Scheepvaard door Johan Lerius Gedaan uit Vrankryk in't Iaar 1556 / door Pieter Vander Aa. - Escala [ca. 1:18 000 000], 120 Milliaria Germanica Communia 15 in uno Gradu = [4,90 cm]. - 1 mapa : água-forte, p&b ; 15,2x22,9 cm em folha de 16,9x23,5 cm. Contém ainda escala gráfica de 160 "Milliaria Gallica Communia quorum 20 in uno Gradu". - No canto inferior esquerdo apresenta o seguinte menção: "Vytgevoerd te Leyden door Pieter Vander Aa met privilegie"e no canto inferior direito: "Iohannes Lerius". In: De seer aanmerklijke en vermaarde Reys van Johannes Lerius na Brazil in America. Gedaan Anno 1556. - Te Leyden : By Pieter Vander Aa, 1706. - [Entre p. de rosto e p. 1]. Mapa geral, 1706 / Brasil, 1706 CDU: 918.1(084.3) . 912"17"(084.3)
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Brasil - História - Período Colonial, 1500-1822 - Mapas Rio de la Plata Mapas Maps, Pieter van der Aa was a Dutch publisher specialising in atlases, maps
Brasil - História - Período Colonial, 1500-1822 - Mapas Rio de la Plata Mapas Maps, Pieter van der Aa was a Dutch publisher specialising in atlases, maps
https://bdlb.bn.gov.br/acervo/handle/20.500.12156.3/14042 P. Carders zee en Land Reyse na Brasil, Rio de La Plata en de zuyd zee Autor/Colaborador: Aa, Pieter Van der, 1659-1733 Data: [17--?] Descrição: 22,8 x29cm em f. 35,2 x45,5 Assuntos: Indians of South America - Maps - Early works to 1800 Brazil - History - To 1822 - Maps Rio de la Plata (Argentina and Uruguay) - Maps - Early works to 1800 Índios da América do Sul - Mapas - Obras anteriores a 1800 Brasil - História - Período Colonial, 1500-1822 - Mapas Plata, Rio de la (Argentina e Uruguai) - Mapas - Obras anteriores a 1800 Tipo: Mapa Idioma: dut IconAcessar o documento na Instituição de origem
Pieter van der Aa was a Dutch publisher specialising in atlases, maps and luxuriously illustrated volumes aimed at the general public. This work, part of his monumental 66-volume Galerie Agréable du Monde, is a collection of plates showing panoramic views of cities, maps, scenes of everyday life and depictions of religious customs, illustrating Japan as it was known to Europeans in the early eighteenth century.
By the time this work was published, Dutch traders had been, for around a century, the only Europeans permitted to trade with Japan, following the expulsion of Spanish and Portuguese missionaries and traders. Merchants at the factory at Deshima were constantly supervised by Japanese officials and not permitted to leave the island, except during the annual procession of the factor (chief agent) to pay homage to the shōgun. Reports of these processions, received from accounts such as Kaempfer’s History of Japan, caused bemusement in Europe, and illustrations published by Van der Aa likely helped people to visualise these events, albeit in an exaggerated, exoticised form.
Text adapted from Japan: Courts and Culture (2020) Provenance
: Zee en Land Reyse na Brasil, Rio de la Plata en de Zuyd Zee Zee en Land Reyse na Brasil, Rio de la Plata en de Zuyd Zee Cartobibliografia [Cartobibliografia] Visualização Zoomify [Frente] Arquivo JPEG [Frente] Arquivo JPEG 2000 [Frente] Arquivo SID [Frente] Arquivo PDF [Frente] Outros acervos [Outros acervos]
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Autoria : Aa, Pieter van der
Carder, Peter Ano de execução : 1706 Título da edição : De Wijd-Beroemde Voyagien na Oost-en West Indiën, Mitsgaders andere Gedeeltens des Werelds, Gedaan door de Engelson Editora : Atelier de Pieter van der Aa Local de edição : Leiden Data de edição : 1706 Idioma : Espanhol Assunto : Iconografia (batalhas), Iconografia (canibalismo), Iconografia (construções urbanas), Iconografia (vegetação), Pieter Carder (rota 1578-1586) Escola : Holandesa Notas : Mapa da costa este da América do sul, de Pernambuco ao estreito de Magalhães, que mostra a rota de Pieter Carder; a localização de colônias, a rede hidrográfica – rios e lagos-, graus de latitude e longitude, detalhes topográficos, relevo desenhado, rosa dos ventos e escalas. O cartucho decorativo inclui uma cena de canibalismo e de guerra (uma igreja é visível, assim como uma grelha com membros humanos e várias armas – arcos e flechas e também de fogo).
Esse mapa era a capa para a sessão dedicada a viagem de Carder na serie de livrosimpressos por Pieter van der Aa dedicada a viagens modernas, em 28 volumes dividida em 127 partes com capas e títulos separados, que cobrem o período de 1246 à 1696, impressa entre 1706 e 1708. Inscrições : Vytgevoerd te Leyden door PIETER VANDER AA met privilegie, Pieter Carder.
onde encontrei no google
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Criador: Biblioteca Digital de Cartografia Histórica da USP | Crédito: Universidade de São Paulo Direitos autorais: Esta imagem é somente para uso privado de atividades de pesquisa e ensino. Não é autorizada sua reprodução para quaisquer fins lucrativos. Na utilização ou citação de partes do documento é obrigatório mencionar a Biblioteca Digital de Cartografia Histórica da USP Quer entender de onde vieram essas informações? Saiba mais
Avulsos - Ceará (1618-1832) - Portal Gov.br www.gov.br https://www.gov.br › pt-br › avulsos-ceara-1618-1800 27 de nov. de 2023 — DESPACHO do Conselho Ultramarino a nomear Alexandre de Barros Rego, ajudante supra do Terço dos Auxiliares da capitania do Ceará, para o
Nascido na localidade de Rupelmonde, município belga de Kruibeke, em Flandres, Mercator estudou nos Países Baixos e depois em Lovaina, onde se fixou, dedicando-se à construção de globos e mapas. Nunca viajou muito, no entanto desenvolveu durante a juventude o interesse pela geografia como um meio de ganhar a vida. Em 1569, desenvolveu matematicamente a famosa projeção cilíndrica do globo terrestre, sobre uma carta plana, revolucionando a cartografia da época, embora apresentasse distorções. De fato as cartas tradicionais inspiradas nos trabalhos de Mercator e destinadas à navegação dão uma ideia errada das áreas ocupadas pelas diferentes regiões do mundo.[2]
A América do Sul, por exemplo, parece menor que a Groenlândia mas na verdade é nove vezes maior (17,8 milhões de km² contra 2,1 milhões). A Índia (3,3 milhões de km²) parece menor que a Escandinávia (1,1 milhões de km²). A Europa (9,7 milhões de km²) parece maior que a América do Sul, embora esta seja quase duas vezes maior. A projeção de Mercator permite introduzir outro tipo de projeção muito utilizada em cartografia; a UTM (Universal Transversa de Mercator), uma projeção cilíndrica transversa secante.
Fabricou em 1541 o seu famoso globo terrestre laxodrómico, com as laxodromias dos oito rumos, de cada quadrante, traçadas a partir de vários pontos situados em diferentes latitudes. A sua obra é considerada como um marco importante no processo de representação da Terra, a seguir aos Descobrimentos. O seu filho Rumold Mercator, concluiu a sua obra, publicando mais mapas em 1595, pouco depois da morte de Gerardo. Um exemplar desse precioso globo foi descoberto em Gante no ano de 1868. O Museu Mercator em Sint-Niklaas, na Bélgica, tem uma exposição permanente com trabalhos sobre a vida e legado de Mercator.
Miguel António Ciera era um engenheiro italiano, natural do Piemonte, que veio para Portugal em meados do século XVIII para integrar a comissão de homens de ciência encarregada da demarcação topográfica dos limites das possessões portuguesas na América meridional.
Depois de concluídos os seus trabalhos no Brasil, Ciera regressou a Lisboa, onde foi contratado para integrar o corpo docente do Colégio dos Nobres, fundado em 1761. Esta escola destinava-se aos filhos dos nobres que pretendiam seguir a carreira das armas e necessitavam, para isso, de formação científica. Ciera foi prefeito dos estudos do Colégio dos Nobres, tendo proferido o discurso inaugural, em 19 de Março de 1766. A par de Ciera, foram escolhidos outros dois professores italianos, Miguel Franzini (?-1810) e João Brunelli para a Matemática e Dalla Bela (1730-c.1823) para a Física Experimental.
Apesar de inaugurado o Colégio em 1766, o ensino das ciências apenas seria iniciado em 1768 e logo em seguida extinto em 1772, aí permanecendo apenas as disciplinas literárias até ser fechado, em 1837, sendo as suas instalações destinadas à instalação da Escola Politécnica de Lisboa.
Ciera foi entretanto convidado pelo Marquês de Pombal a trabalhar na comissão de reforma dos estudos da Universidade de Coimbra, tendo colaborado com José Monteiro da Rocha (1734-1819), Miguel Franzini, e Daly na elaboração dos estatutos da Faculdade de Matemática. Em 1772 foi integrado no corpo docente da Faculdade de Filosofia da Universidade de Coimbra, onde ficou a reger a cadeira de Astronomia, para o que recebeu o grau de Doutor.
Actividade Científica
A actividade científica de Ciera está muito pouco documentada. Para além dos trabalhos que desenvolveu enquanto esteve integrado na comissão encarregada da delimitação dos territórios portugueses na América do Sul, sabe-se que fez diversas observações astronómicas enquanto esteve no Brasil, de que não se conhecem registos. Fez também observações astronómicas nas instalações do Colégio dos Nobres em Lisboa, conforme vem relatado num texto de Custódio Vilas Boas, “Memoria acerca da Latitude, e Longitude de Lisboa, e exposição das Observações Astronómicas por onde ellas se determinarão”, inserido no tomo I das Memórias da Academia das Sciencias de Lisboa, 1797, pp. 305-325.
Neste texto relatam-se diversas observações astronómicas, entre as quais o trânsito de Vénus de 5 de Junho de 1761 e os eclipses do Sol de 31 de Março de 1764 e de 27 de Outubro de 1780, observações realizadas para determinação rigorosa da longitude de Lisboa. Além destas observações de Miguel Ciera, Vilas Boas alude também a outras observações feitas em colaboração com o seu filho Francisco António Ciera (?-1814), lente de astronomia e navegação na Academia Real de Marinha, com o mesmo objectivo.
Através da correspondência de Joseph-Nicolas Delisle (1688-1768), estudada por Rómulo Carvalho (Carvalho, 1985), sabe-se que Miguel Ciera se correspondeu com este astrónomo francês. Em 1760 Ciera enviou a Delisle uma lista de observações de eclipses do primeiro satélite de Júpiter efectuadas na América do Sul. Após a observação do trânsito de Vénus, em Junho de 1761, Ciera enviou a Delisle os registos das suas observações feitas no Colégio dos Nobres.
Relativamente à sua actividade no Colégio dos Nobres, grande parte da bibliografia existente afirma que Ciera foi contratado para leccionar matemática. No entanto, Rómulo de Carvalho, a partir dos documentos que analisou, concluiu que Ciera nunca leccionou matemática no Colégio dos Nobres, tendo aí exercido o cargo de prefeito dos estudos. Quando da extinção do ensino científico neste colégio, Ciera e Dalla Bella foram encarregados de tratar da transferência de todos os instrumentos científicos que tinham sido comprados e mandados fazer para o ensino da física experimental, para o Gabinete de Física da Universidade de Coimbra.
Por decreto de 11 de Setembro de 1772 foi nomeado para reger a cadeira de Astronomia na Faculdade de Matemática da Universidade de Coimbra, em simultâneo com a nomeação de Miguel Franzini para a de Álgebra e de Monteiro da Rocha para a de Ciências Físico-Matemáticas. Nos dois primeiros anos de funcionamento da nova Faculdade de Matemática Ciera regeu a cadeira de Geometria, alternando com Franzini, passando em seguida a reger a cadeira que lhe estava destinada.
Em 1779 os únicos lentes da Faculdade de Matemática eram Ciera e Monteiro da Rocha, uma vez que entretanto José Anastácio da Cunha tinha sido afastado em 1778 das suas funções de lente de Geometria que ocupava desde 1774 e Franzini tinha sido nomeado para mestre dos príncipes. Não se conhecem publicações científicas de Ciera, nem se sabe até que ano ocupou a cadeira de Astronomia.
Publicações
Os tres livros de Cicero sobre as obrigações civis, traduzidos em lingua portugueza, para uso do real collegio de Nobres, Lisboa, Offic. de Miguel Manescal da Costa, 1766.
Oratio habita XIV. Cal. April. Coram Josepho I – Lusitanorum rege idelíssimo cum primum nobilis adolescentes studiorum rationem ingrederentur anno MDCCLXVI, Lisboa, Ofic. de Miguel Manescal da Costa, 1766.
Michaelis Antonii Cierae in regali olisiponensi collegio studiorum praefecti : oratio habita XIV cal. April..., Lisboa, Ofic. Miguel manescal da Costa, 1766.
Michaelis Antonii Cierae in regali nobilium adolescentum collegio studiorum praefecti : oratio ad instauranda litterarum atque artium studia..., Tipografia Régia, 1769.
Fernando Reis
Bibliografia
CARVALHO, Rómulo de, História da Fundação do Colégio Real dos Nobres de Lisboa (1761-1772), Coimbra, Atlântida, 1959. CARVALHO, Rómulo de, “Ciera, Miguel António”, Dicionário de História de Portugal, Porto, Figueirinhas, 1981, 2.º volume. CARVALHO, Rómulo de, A Física Experimental em Portugal no Século XVIII, Lisboa, ICLP, 1982. CARVALHO, Rómulo de, A Astronomia em Portugal no Século XVIII, Lisboa, ICLP, 1985. CARVALHO, Rómulo de, História do Ensino em Portugal, 3.ª ed., Lisboa, Gulbenkian, 2001. FREIRE, Francisco de Castro, Memoria Histórica da Faculdade de Mathematica, Coimbra, Imprensa da Universidade, 1872. RIBEIRO, José Silvestre, História dos Estabelecimentos Scientificos, Literários e Artísticos, de Portugal nos Successivos Reinados da Monarquia, Lisboa, Academia Real das Ciências, 1871-1914, Tomos I, II, III, V, VI. STOCKLER, Francisco de Borja Garção, Ensaio historico sobre a origem e progressos das mathematicas em Portugal, Paris, Officina de P.N. Rougeron, 1819.
Mapa em Que os Rios da Argentina, Paraná e Paraguai são Descritos com Maior Exatidão pela Primeira Vez, Quando uma Iniciativa foi Realizada pelo Nova Colônia até a Foz do Rio Jauru
Descrição
Este atlas da América do Sul colonial é de Miguel Antonio Ciera. Notável matemático e professor de astronomia da Universidade de Coimbra, em Portugal, Ciera fez parte de uma expedição enviada para demarcar a fronteira entre os territórios espanhois e portugueses na América do Sul, após a assinatura do Tratado de Madri, em 1750, e da Guerra dos Guaranis, em 1756. O atlas concentra-se na parte sul do continente, na bacia hidrográfica do rio Paraná, onde as fronteiras eram mais disputadas. O território, no atlas,a atual Argentina e o Paraguai, bem como parte do sudoeste do Brasil. Além dos mapas, o atlas contém ilustrações coloridas de aves locais e cenas da natureza.
Mappa geographicum quo flumen Argenteum, Paraná et Paraguay exactissime nunc primum describuntur, facto initio a nova Colonia ad ostium usque fluminis Iauru
Miguel António Ciera era um engenheiro italiano, natural do Piemonte, que veio para Portugal em meados do século XVIII para integrar a comissão de homens de ...
de MF Costa · 2009 · Citado por 24 — Miguel Antonio Ciera, natural de Pádua, chegou a Lisboa em 1751. Era um dos estrangeiros empregados pela Corte lusa para viajar à América Meridional, ...
PDF | Estudam´se os trabalhos produzidos por Miguel Ciera tendo como pano de fundo a viagem realizada pela Terceira Partida de Limites, que, por ordem.
O MAPA MURAL DE MIGUEL ANTÔNIO CIERA The mural map of Miguel Antonio Ciera Cristina Soares Mathias Ivo Fernandes Lattuca Junior Maria Dulce de Faria Vanda ...
Este atlas da América do Sul colonial é de Miguel Antonio Ciera. Notável matemático e professor de astronomia da Universidade de Coimbra, em Portugal, ...
Era filho de Miguel António Ciera, um engenheiro piemontês que trabalhou na delimitação de fronteiras na América do Sul ao serviço do governo português. Doutor ...
Navegação por autor "Ciera, Miguel Antônio, m.1782". 0-9 · A · B · C · D · E · F · G · H · I · J · K · L · M · N · O · P · Q · R · S · T · U · V · W · X · Y ...