Filho do Armador António José Patricio
Portugal Antigo e Moderno (Completo)
https://archive.org/details/portugal_antigo_e_moderno_completo/page/643/mode/2up?q=%22Antonio+Jos%C3%A9+Patricio%22
percebi obrigada.
https://archive.org/details/almanach-das-artes-eletras-a-3-1876/page/41/mode/1up
aqui toda a coleção
https://archive.org/details/arteseletras187274ranguoft/page/142/mode/2up?q=%22Antonio+Jos%C3%A9+Patricio%22
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Jos%C3%A9_Patr%C3%ADcio
https://archive.li/f0MFx
António José Patrício
António José Patrício (Lisboa, 28 de Agosto de 1827 - 1858), foi um
pintor português da época romântica.
Algumas das suas obras fazem parte do acervo do Museu do Chiado.
A despedida (1855)
A avó (1856)
A tempestade (1858)
A arte em Portugal no século XIX - José Augusto França
Arte Portuguesa do Século XIX - (Instituto Português do Património Cultural - Palácio da
Ajuda (Antiga galeria de pintura do rei D. Luís) (1988
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https://archive.org/details/artes-e-letras-no-1-3a-serie-1874-1/mode/2up?q=%22Antonio+Jos%C3%A9+Patricio%22
Patricio tambem pintou os tectos das igrejas de S. Joào da Praga e das Merces, Lisboa
.
https://rgpsousa.blogspot.com/2014/11/igreja-de-sao-joao-da-praca-lisboa.html
Antonio José: Patricio nasceu em Lisboa aos 28 de 'osto de 1827, sendo baptisado na freguezia de No Senhora do Soccorro. Era filho de pessoas modestas, mas
honradas. Seu pae
arte do pessoal operario empre-
gado n:
nà sua juventude, ganhou por algum tempo o sustento quotidiano, trabalhando na mesma fabrica.
Quiz a provideneia, porém, que um homem singular pelos seus talentos e virtudes, descobrindo em Patricio voeacio para a arte do desenho, transformasse, pelos seus esforeos, o rude operario em laborioso artista.
Patricio empregava os poucos momentos que lhe sobravam do seu consecutivo trabalho na fabrica, em fazer recados ás freiras do convento do Salvador, e tinha por costume andar sempre munido de um lapis ou de um pedaco de carvio, para encher de bonecos as paredes caiadas da velha portaria do convento.
Ao capellio das freiras nào passaram despercebidos os contornos menos correctos, mas nio completamento informes, dos taes bonecos.
Era o eapellào frei José do Coracio de Jesus, presbytero egresso do extineto convento de Santo Antonio dos Capuchos, ancilo respeitavel, sympathico e de bondade inexcedivel. O venerando sacerdote habitava uma pequena casa ou hospicio, & entrada da portaria. Por uma vetusta janella rodeada de espessa folhagem, nio era raro vél-o a trabalhar, assentado a uma banea cheia do livros e de papeis espalhados eom a maior desordem. Era muito lido em classicos, de intelligeneia esclarecida e sobretudo
de fina. prespieacia para conhecer a indole e vocacáo das üs com quem tratava.
leparando, pois, com attencáo nas figuras que Patri cio tracava pelas paredes, indagou quem era o auctor d'ellas, e, travando conhecimento com o humilde rapaz, logo lhe descortinou intelligencia e habilidade. Data d'ahi à proteccào que sempre Ihe dispensou até Patricio sor homem, e homem prestadio.
'Tratou frei José de lhe ensinar instru unico preparatorio que ainda hoje se exige para a entrada na Academia de bellas artes. Em compens: prejuizos peeuniarios que Patricio soffria pelas horas que furtava aos trabalhos da fabrica, para as empregar nos do estudo, dava-Ihe o bom do pàdre algum dinheiro, com 0 qual o que mais tarde havia de ser habil pintor, se suppriu até estar habilitado para se matricular na Academia. Foi ainda o seu patrono quem se entendeu com o professor Joaquim Rafael para a sua admissio n'aquelle estabelecimento de educ ) artistiea, comecando Patricio de o frequentar no anno lectivo de 1844—1845 !.
Aproximadamente por este tempo era tambem frei José desvelado protector de Agostinho Ribeiro de Carva-
)e88
) primaria,
) dos
lho, irmào de José Rodrigues—o estimado pintor tio co-
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freguesia extinta de São João da Praça na Sé, em Lisboa.
Graças aos registos de propriedade anteriores ao Terramoto de
1755 sabemos que a Igreja possuía três passadiços que a
ligavam a três palácios em seu redor, permitindo que os
residentes se deslocassem à igreja sem haver necessidade de
sair à rua.[1]
Esta igreja foi reedificada em 1789 durante o reinado de D.