Normose e Ego-esclerose são conceitos filosóficos e psicológicos que descrevem os adoecimentos da sociedade atual: a normose é a "doença de ser normal" seguindo padrões destrutivos, e a ego-esclerose é o endurecimento e a hipertrofia do ego.
Normose (A patologia da normalidade)
Criado pelos pensadores Roberto Crema, Pierre Weil e Jean-Yves Leloup, o termo define comportamentos, hábitos e valores aprovados pelo consenso social que, na verdade, são destrutivos e adoecedores.
- O problema: Consiste em viver de forma mecânica e alienada, enquadrando-se em um sistema que gera infelicidade, desconexão com a essência humana e destruição ambiental.
- Saiba mais lendo o artigo da Academia Brasileira de Letras sobre o termo.
Ego-esclerose (A doença do ego)
Popularizado pelo professor de yoga Hermógenes, refere-se ao estado de hipertrofia do ego.
- O problema: É o enrijecimento do "eu" em um egoísmo destrutivo, onde a pessoa passa a operar sob a lógica do "primeiro eu, depois eu, e os outros que se danem". A pessoa torna-se indiferente, perversa e presa a interesses materiais e de poder.
Como se relacionam?
As duas condições andam juntas. As pessoas com ego-esclerose tomam decisões baseadas no poder e na ambição, enquanto a massa, acometida pela normose, aceita passivamente esse estado de coisas por estar anestesiada pela ideia de "normalidade".
- Assista à palestra sobre Normose - TEDxLaçador para entender a gravidade dessa questão. [1]
Se você quiser, posso aprofundar em estratégias práticas da filosofia do Yoga e da Psicologia Transpessoal que ajudam a "descondicionar" a mente da normose e a dissolver a rigidez do ego. O que acha?