Em conferencia são muitos homonimos. Inclusive um padre de mesmo nome. Um tio?
Filho do Armador António José Patricio? 1789? Porto, Portugal , morreu em 19 de maio de 1857, Porto, Portugal. Fez a Coluna de Flores em Homenagem aos mártires de 1828. (não encontrei esta coluna não existe mais, mas uma foto, uma gravura?)
não sei se o Pintor é filho deste, só que o outro António Patrício Diplomata (https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Patr%C3%ADcio)é referido filho de um armador o que não poderia pois aqui a data de falecimento do primeiro António José Patrício ; 19 de maio de 1857, Porto, Portugal
https://dn790007.ca.archive.org/0/items/praanova00pime/praanova00pime.pdf
Portugal Antigo e Moderno (Completo)
https://archive.org/details/portugal_antigo_e_moderno_completo/page/643/mode/2up?q=%22Antonio+Jos%C3%A9+Patricio%22
https://archive.org/details/artes-e-letras-no-1-3a-serie-1874-1/page/n155/mode/2up?q=%22Antonio+Jos%C3%A9+Patricio%22
https://archive.org/details/arteseletras187274ranguoft/page/142/mode/2up?q=%22Antonio+Jos%C3%A9+Patricio%22
percebi obrigada.
https://archive.org/details/almanach-das-artes-eletras-a-3-1876/page/41/mode/1up
aqui toda a coleção
https://archive.org/details/arteseletras187274ranguoft/page/142/mode/2up?q=%22Antonio+Jos%C3%A9+Patricio%22
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Jos%C3%A9_Patr%C3%ADcio
https://archive.li/f0MFx
António José Patrício
António José Patrício (Lisboa, 28 de Agosto de 1827 - 1858), foi um
pintor português da época romântica.
Algumas das suas obras fazem parte do acervo do Museu do Chiado.
A despedida (1855)
A avó (1856)
A tempestade (1858)
A arte em Portugal no século XIX - José Augusto França
Arte Portuguesa do Século XIX - (Instituto Português do Património Cultural - Palácio da
Ajuda (Antiga galeria de pintura do rei D. Luís) (1988
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https://archive.org/details/artes-e-letras-no-1-3a-serie-1874-1/mode/2up?q=%22Antonio+Jos%C3%A9+Patricio%22
Patricio tambem pintou os tectos das igrejas de S. Joào da Praga e das Merces, Lisboa
.
https://rgpsousa.blogspot.com/2014/11/igreja-de-sao-joao-da-praca-lisboa.html
Antonio José: Patricio nasceu em Lisboa aos 28 de 'osto de 1827, sendo baptisado na freguezia de No Senhora do Soccorro. Era filho de pessoas modestas, mas
honradas. Seu pae
arte do pessoal operario empre-
gado n:
nà sua juventude, ganhou por algum tempo o sustento quotidiano, trabalhando na mesma fabrica.
Quiz a provideneia, porém, que um homem singular pelos seus talentos e virtudes, descobrindo em Patricio voeacio para a arte do desenho, transformasse, pelos seus esforeos, o rude operario em laborioso artista.
Patricio empregava os poucos momentos que lhe sobravam do seu consecutivo trabalho na fabrica, em fazer recados ás freiras do convento do Salvador, e tinha por costume andar sempre munido de um lapis ou de um pedaco de carvio, para encher de bonecos as paredes caiadas da velha portaria do convento.
Ao capellio das freiras nào passaram despercebidos os contornos menos correctos, mas nio completamento informes, dos taes bonecos.
Era o eapellào frei José do Coracio de Jesus, presbytero egresso do extineto convento de Santo Antonio dos Capuchos, ancilo respeitavel, sympathico e de bondade inexcedivel. O venerando sacerdote habitava uma pequena casa ou hospicio, & entrada da portaria. Por uma vetusta janella rodeada de espessa folhagem, nio era raro vél-o a trabalhar, assentado a uma banea cheia do livros e de papeis espalhados eom a maior desordem. Era muito lido em classicos, de intelligeneia esclarecida e sobretudo
de fina. prespieacia para conhecer a indole e vocacáo das üs com quem tratava.
leparando, pois, com attencáo nas figuras que Patri cio tracava pelas paredes, indagou quem era o auctor d'ellas, e, travando conhecimento com o humilde rapaz, logo lhe descortinou intelligencia e habilidade. Data d'ahi à proteccào que sempre Ihe dispensou até Patricio sor homem, e homem prestadio.
'Tratou frei José de lhe ensinar instru unico preparatorio que ainda hoje se exige para a entrada na Academia de bellas artes. Em compens: prejuizos peeuniarios que Patricio soffria pelas horas que furtava aos trabalhos da fabrica, para as empregar nos do estudo, dava-Ihe o bom do pàdre algum dinheiro, com 0 qual o que mais tarde havia de ser habil pintor, se suppriu até estar habilitado para se matricular na Academia. Foi ainda o seu patrono quem se entendeu com o professor Joaquim Rafael para a sua admissio n'aquelle estabelecimento de educ ) artistiea, comecando Patricio de o frequentar no anno lectivo de 1844—1845 !.
Aproximadamente por este tempo era tambem frei José desvelado protector de Agostinho Ribeiro de Carva-
)e88
) primaria,
) dos
lho, irmào de José Rodrigues—o estimado pintor tio co-
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freguesia extinta de São João da Praça na Sé, em Lisboa.
Graças aos registos de propriedade anteriores ao Terramoto de
1755 sabemos que a Igreja possuía três passadiços que a
ligavam a três palácios em seu redor, permitindo que os
residentes se deslocassem à igreja sem haver necessidade de
sair à rua.[1]
Esta igreja foi reedificada em 1789 durante o reinado de D.
O
Largo da Porta do Olival é um local histórico na cidade do Porto, situado na zona da Cordoaria/Clérigos, próximo ao edifício da Reitoria da Universidade do Porto.
Aqui estão os principais destaques históricos e turísticos:
Porta Medieval: O nome deriva de uma das portas da Muralha Fernandina (construída no século XIV), que funcionava como uma das entradas da cidade e foi demolida em 1827.
Chafariz da Porta do Olival: No largo, encontra-se esta fonte histórica do século XVIII, também conhecida como Fonte de Neptuno.
Judiaria Nova: A área do Olival foi, por ordem de D. João I em 1386, um local de concentração da comunidade judaica, com uma nova judiaria que se estendia próximo à Porta do Olival e às escadas da Esnoga.
Localização: Fica junto ao Largo Amor de Perdição (onde está a Cadeia da Relação) e nas proximidades da Torre dos Clérigos.
Acessibilidade: É uma zona pedonal de fácil acesso na área central histórica, frequentemente visitada a caminho da Livraria Lello ou da Igreja do Carmo.
Embora a porta física tenha sido demolida, o nome e a fonte persistem como um marco importante da história medieval e da judiaria do Porto.
O
Campo da Cordoaria, hoje conhecido como Jardim da Cordoaria ou Jardim João Chagas, é um histórico jardim público no centro do Porto, Portugal, famoso pelo lago, plátanos centenários e estátuas, que surgiu onde existia a antiga Cordoaria Nova, local de fabricação de cordas, e é um marco paisagístico e cultural junto a edifícios importantes como o Hospital de Santo António e a Torre dos Clérigos.
O que é:
Jardim Público: Um espaço verde com desenho romântico e, após renovação, com um toque mais geométrico.
Localização: Fica no Campo dos Mártires da Pátria, perto da Torre dos Clérigos e do Hospital de Santo António.
Origem do Nome: Vem da "Cordoaria Nova", onde se faziam cordas a partir de 1661, e que ocupava o terreno do antigo Campo do Olival.
Características e Atrações:
Lago Central: Um lago rodeado por elementos que simulam uma gruta.
Alamedas: Duas longas alamedas de plátanos centenários, árvores classificadas como de interesse público.
Esculturas: Abriga obras como a escultura "Flora" de Teixeira Lopes e estátuas de Ramalho Ortigão e busto de António Nobre.
Coreto: Um coreto de ferro fundido na alameda norte.
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Campo da Cordoaria porto
Contexto Histórico:
Existiu no local a Alameda do Olival (1611) e o Campo da Cordoaria (1789) para fabricar cordas.
Havia uma lenda sobre a "Árvore da Forca", um ulmeiro associado a enforcamentos, embora os atos ocorressem em estruturas próprias na Cordoaria.
É um dos pulmões verdes do Porto, combinando história, arte e natureza no coração da cidade.
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largo uma grande coluna
a porta do Olival se fizeram em tempo umas solemnidades commemorando a execução dos decapitados em 1828. Erguia-se no meio do largo uma grande columna com tantas corôas quantos foram os martyres da liberdade.
Era obra do armador Antonio José Patricio armador
https://archive.org/details/portugal_antigo_e_moderno_completo/page/643/mode/2up?q=%22Antonio+Jos%C3%A9+Patricio%22
Na rua do Almada houve durante muitos annos vistosas illuminações ao S. João 2» que tambem foi por muitas vezes festejado na praça do Anjo, na rua da Assumpção € nos (aldeireiros.
A rua dos Clerigos tem feito vistosas illuminações por occasião das solemnidades nacionaes e entrada de pessoas reaes no Porto.
Tambem se conta que no largo da porta do Olival se fizeram em tempo umas solemnidades commemorando a execução dos decapitados em 1828. Erguia-se no meio do largo uma grande columna com tantas corôas quantos foram os martyres da liberdade.
Era obra do armador Antonio José Patricio
io, liberal muito enthusiasta, que já em 1820 ornára a propria habitação na rua de Traz guarnecendo as janellas com vistosailluminação e adornando o frontispicio do predio
VIC
com o n.º 429) — 4 na rua dos Caldeireiros, com O numero 225, — 2 na praça de Carlos Alberto (uma que foi dos viscondes de Balsemão e é hoje do conde da Trinda-
com um frontão encimado por uma aguia | de, — outra no angulo que olha para esta
que movia cadenciadamente as azas.
Esta e outras manifestações liberaes trouxeram-lhe a perseguição que o levou ao exílio; voltando depois à patria fez parte de varios batalhões, foi porta bandeira da Guarda Nacional e morreu em 19 de maio de 1857, sendo bibliothecario da Academia PoIytechnica. Deixou dois filhos que são: o bem conhecido orador sagrado Francisco José Patricio e Antonio José Patrício, que tem sido por vezes presidente da commissão do recenseamento e é actualmente juiz ordinario d'esta freguezia.
A frase citada descreve as comemorações das execuções ocorridas no Porto, Portugal, em 1828, conhecidas como as
"Mártires da Pátria" ou "Decepados da Porta do Olival".
Contexto Histórico: Em 1828, após o golpe de D. Miguel, liberais que se opuseram ao seu regime absolutista foram presos, julgados e executados no Porto. Muitos foram decapitados e os seus corpos ou cabeças ficaram expostos perto da Porta do Olival.
As Solenidades: A coluna erguida no largo (atualmente Largo da Porta do Olival, perto da Torre dos Clérigos) foi um monumento comemorativo da coragem desses liberais e da brutalidade do regime miguelista.
Significado: Esse evento é um marco na luta entre o absolutismo e o liberalismo em Portugal, que antecede a Guerra Civil Portuguesa (1832-1834) e a Revolução Liberal do Porto.
A frase destaca o culto à memória desses liberais que se tornaram símbolos da resistência contra D. Miguel.
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O
Campo dos Mártires da Pátria, situado no Porto (frequentemente referido como Jardim da Cordoaria), é um local histórico marcado pela tragédia da luta liberal em Portugal. O nome oficial homenageia cidadãos que sacrificaram a vida em defesa do liberalismo, popularmente conhecidos por terem sofrido execuções brutais.
Aqui estão os pontos principais sobre essa história:
Quem foram: Os "Mártires da Pátria" foram doze liberais (incluindo figuras como João Henriques Ferreira Júnior e Clemente de Morais Sarmento) que se opuseram ao regime absolutista de D. Miguel.
O Acontecimento: Após a tentativa de revolta liberal de 16 de maio de 1828, as tropas miguelistas retomaram o Porto e instituíram uma "alçada" (tribunal de exceção) para julgar os implicados. Os doze homens foram supliciados e enforcados na Praça Nova (atual Praça da Liberdade) entre maio e outubro de 1829.
Decepados da Porta do Olival: O termo "decepados" ou a referência ao local (porta do Olival, atual Campo dos Mártires da Pátria/Cordoaria) advém do facto de, após o enforcamento, os corpos terem sido, em alguns casos, mutilados (decepados), sendo as cabeças e membros expostos como aviso aos oposicionistas.
Toponímia: O antigo Campo do Olival, próximo à Porta do Olival, passou a chamar-se Campo dos Mártires da Pátria em honra a estes liberais.
Monumento: À entrada do local, existiu um monumento (uma coluna com uma figura representando a cidade) financiado por populares para homenagear os mártires, representando o triunfo da virtude sobre a tirania.
Hoje, o local é um jardim público, também conhecido como Jardim João Chagas, próximo à Reitoria da Universidade do Porto e à Igreja dos Clérigos.
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