O termo "Pelagius gutierrez" (ou Pelayo Gutiérrez) e o número 1100 referem-se a figuras da nobreza medieval hispano-portuguesa. O ano 1100 é historicamente citado em genealogias antigas como o período de nascimento ou casamento de membros importantes da família Silva, conforme registrado no ]
Aqui está o contexto das personalidades com esse nome associadas a essa época:
- Pelayo Gutiérrez de Silva: Foi um fidalgo histórico documentado que exerceu o cargo de Adelantado Mayor de Portugal sob o reinado de Afonso VI. Embora seu período de maior atuação política e a doação de terras famosas tenham ocorrido no final do século XI, ele é o ancestral a quem se atribui o primeiro uso do nome "de Silva" na Península Ibérica. []
- Registros de Nascimento: Em algumas cronologias nobiliárquicas compiladas no banco de dados do , o ano 1100 é utilizado como estimativa para o nascimento de Pelayo Gutiérrez de Silva (filho de Gutierre e Maria Perez de Silva). []
Se você busca informações sobre a linhagem da Casa de Silva, detalhes sobre os documentos e chancelarias do século XI e XII, ou a confirmação de uma árvore genealógica específica, por favor me informe o que gostaria de aprofundar.
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https://mdc.ulpgc.es/files/original/01195b0d80dfc10555d85da243d762006bc3cdae.pdf
https://archive.org/details/herrera-y-saavedra página 128 no livro e 130 digital
D. Martin Gómez de Silva, señor de la torre y quinta de silva, hijo del conde don Gómez
Paez de Silva señor de la torre y quinta de .silva y de doña Urruca Núñez Vello; nieto de
don Pelayo Gutiérrez de Silva, señor de la torre y quinta de silva, adelantado mayor de
Portugal fallecido en 1140 y de su esposa dona Sancha Annez de Montor; segundo nieto de
don Gutiérrez Pelaez, señor de Alderete y de Yusam, Suam y de la torre y quinta de silva y
de doña María Pérez de '^mbla; tercer nieto de don Pelayo González, infante de Carrión,
señor de Páramo da la Focella y de doña Mayor González; cuarto nieto de don Pelayo
Fruela el diácono, infante de Carrión y de la infanta doña Aldoiiza Alonso hija del infante
don Ord iño el ciejJo y de la infa:ita doña Cristina, ya citados; tuvieron
Paez de Silva señor de la torre y quinta de .silva y de doña Urruca Núñez Vello; nieto de
don Pelayo Gutiérrez de Silva, señor de la torre y quinta de silva, adelantado mayor de
Portugal fallecido en 1140 y de su esposa dona Sancha Annez de Montor; segundo nieto de
don Gutiérrez Pelaez, señor de Alderete y de Yusam, Suam y de la torre y quinta de silva y
de doña María Pérez de '^mbla; tercer nieto de don Pelayo González, infante de Carrión,
señor de Páramo da la Focella y de doña Mayor González; cuarto nieto de don Pelayo
Fruela el diácono, infante de Carrión y de la infanta doña Aldoiiza Alonso hija del infante
don Ord iño el ciejJo y de la infa:ita doña Cristina, ya citados; tuvieron
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https://www.academia.edu/18168713/Diferentes_aspectos_del_r%C3%A9gimen_se%C3%B1orial_municipal_en_la_Castilla_bajomedieval_y_altomoderna_el_caso_de_los_condes_de_Buend%C3%ADa_1439_1592_
Error que admiten y copian los genealogistas sucesivos hasta la corrección
realizada por Salazar y Castro. Don Gutierre fue sepultado en el monasterio cisterciense
de Oya en Pontevedra (Galicia) y casó con María Pérez, perteneciente a la casa de
Ambía, cuyo solar estaba en la tierra de Limia y era una de las más antiguas e ilustres de
Galicia. De este matrimonio sólo se les conoce un hijo: Pelayo (o Payo) Gutiérrez.
Pelayo Gutiérrez sucedió a su padre como señor de la Casa, Quinta y Torre de
Silva, siendo el primero al que se llamó “de Silva”
6
. Ejerció de Vicario y Adelantado
Mayor de Portugal de Alfonso VI, dignidad que ostentaba el año 1082 antes de que el
;
.
.
Pelayo Gutiérrez habría contraído matrimonio en tres ocasiones: la primera con
doña Sancha Anaez de Montor, la segunda con Usenda Hermíguez Alboazar y la última
con Urraca Rabálaez. De todos estos matrimonios tuvo diez hijos: el sexto, don
Fernando Peláez o Páez (1140 - ?), el primero de su segundo matrimonio, se convertirá
en el progenitor de la casa de Acuña. Fernando Peláez, en palabras de Bethencourt, “es
el tronco indubitable y comprobado de la grande familia de Cunha o Acuña, habiendo
sido, por merced del primer Rey portugués Don Alfonso Enríquez
https://geneall.net/fr/forum/3675/de-quem-era-filho-albozar-ramires/
https://archive.li/xqgjV
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onde?
Livro Preto/D. Miguel Salomão, bispo de Coimbra entre 1162 e 1176.
https://archive.org/details/livro-preto-se-de-coimbra-773/page/n21/mode/1uphttps://digitarq.arquivos.pt/documentDetails/d414bd41841e4de88ab5d33ebcab45d0
https://archive.org/details/livro-preto-se-de-coimbra-773
Livro Preto da Sé de Coimbra
Imagem do documento
Ver 587 ficheiros
Identificação
Entidade detentora
Ator
Arquivo Nacional Torre do Tombo
Nível de descrição
Documento Composto
Identificadores
Código de referência
PT/TT/CSC/L06
Cota atual
Cabido da Sé de Coimbra, liv. 6
Cota antiga
Colecção Costa Basto, n.º 36
José Manuel da Costa Basto
Contexto
História Custodial e Arquivística
Em data ainda indeterminada, entre 1860 e 1864, José Manuel da Costa Basto trouxe vários códices do cartório do Governo Civil do Porto (pertencentes ao Mosteiro de Leça, ao Mosteiro de Paço de Sousa, ao Mosteiro de Grijó, ao Convento de São Francisco do Porto, ao Mosteiro de São Simão da Junqueira), do cartório do Governo Civil de Coimbra (pertencentes ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra), do cartório do Governo Civil de Viana (pertencentes ao Mosteiro de Santa Maria de Refóios de Lima), da Biblioteca Pública do Porto (pertencentes ao Mosteiro de Paço de Sousa, ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra), dos arquivos das Sés de Coimbra, e Viseu, dos Mosteiros de Lorvão e de Arouca, e do arquivo da Colegiada de Guimarães. Entre os códices trazidos encontrava-se o Livro Preto da Sé de Coimbra que recebeu o n.º 36 quando foi integrado na Colecção Costa Basto.
Posteriormente, foi integrado no respectivo fundo, sendo-lhe atribuída a cota Cabido da Sé de Coimbra, liv. 6.
Conteúdo e estrutura > Âmbito e conteúdo
Âmbito e conteúdo
Códice mandado fazer por D. Miguel Salomão, bispo de Coimbra entre 1162 e 1176.
O título formal é "Liber inventarius cartarum sive testamentorum", mas é conhecido por "Livro Preto" devido à cor da encadernação setecentista e à cor do corte das folhas.
Contém 663 diplomas com informações relativas à história política e militar, eclesiástica, linguística, direito, e história das mentalidades, datados desde o séc. XI.
Constituiu-se em duas partes: a primeira de 255 f. em pergaminho, e a segunda de 33 f. de papel com o índice do códice, e feito posteriormente.
https://archive.org/details/livro-preto-se-de-coimbra-773
Livro Preto da Sé de Coimbra
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Identificação
Entidade detentora
Ator
Arquivo Nacional Torre do Tombo
Nível de descrição
Documento Composto
Identificadores
Código de referência
PT/TT/CSC/L06
Cota atual
Cabido da Sé de Coimbra, liv. 6
Cota antiga
Colecção Costa Basto, n.º 36
José Manuel da Costa Basto
Contexto
História Custodial e Arquivística
Em data ainda indeterminada, entre 1860 e 1864, José Manuel da Costa Basto trouxe vários códices do cartório do Governo Civil do Porto (pertencentes ao Mosteiro de Leça, ao Mosteiro de Paço de Sousa, ao Mosteiro de Grijó, ao Convento de São Francisco do Porto, ao Mosteiro de São Simão da Junqueira), do cartório do Governo Civil de Coimbra (pertencentes ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra), do cartório do Governo Civil de Viana (pertencentes ao Mosteiro de Santa Maria de Refóios de Lima), da Biblioteca Pública do Porto (pertencentes ao Mosteiro de Paço de Sousa, ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra), dos arquivos das Sés de Coimbra, e Viseu, dos Mosteiros de Lorvão e de Arouca, e do arquivo da Colegiada de Guimarães. Entre os códices trazidos encontrava-se o Livro Preto da Sé de Coimbra que recebeu o n.º 36 quando foi integrado na Colecção Costa Basto.
Posteriormente, foi integrado no respectivo fundo, sendo-lhe atribuída a cota Cabido da Sé de Coimbra, liv. 6.
Conteúdo e estrutura > Âmbito e conteúdo
Âmbito e conteúdo
Códice mandado fazer por D. Miguel Salomão, bispo de Coimbra entre 1162 e 1176.
O título formal é "Liber inventarius cartarum sive testamentorum", mas é conhecido por "Livro Preto" devido à cor da encadernação setecentista e à cor do corte das folhas.
Contém 663 diplomas com informações relativas à história política e militar, eclesiástica, linguística, direito, e história das mentalidades, datados desde o séc. XI.
Constituiu-se em duas partes: a primeira de 255 f. em pergaminho, e a segunda de 33 f. de papel com o índice do códice, e feito posteriormente.
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