segunda-feira, 15 de junho de 2026

Manuscript Cgm 312 contains a collection of ten different divination book texts, written between 1450 and 1473.

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Resource

Losbücher - BSB Cgm 312

Description

Manuscript Cgm 312 contains a collection of ten different divination book texts, written between 1450 and 1473. Divination books were used to predict the future from the weather to political events. Its writer, previous owner and partly also author is the former Oettingen chancery scribe Konrad Bollstatter (ca. 1420-1482), who had been living in Augsburg since 1466 and copied a large number of German manuscripts, including important early humanistic works such as the "Ackermann aus Böhmen". Bollstatter was very well educated, he had acquired his knowledge of older German literature in the library of his master, the Count of Oettingen. This divination book is a collection of oracle sayings for entertainment or instruction. The first part consists of 16 questions, 12 discs with the animal, plant and place names and the answers of 16 kings. Starting from a certain section, Bollstatter has four related figures each appear as proclaimers of the fate predictions: biblical figures, church teachers, ancient philosophers, the elements and the four winds. He introduced new figures to the divination book genre including bishops, lay princes and counts, the Knights of the Grail, the Knights of the Round Table, the Dietrich heroes and four Minnesang singers (leaf 139v-142v). The divination book texts are preceded by instructions for use. // Peter Czoik, 2016

bispo cõde de Arganil Affonso de Castello Branco 1522 - 1615

 Affonso de Castello Branco

Castelo Branco, Afonso de, 1522-1615 

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COIMBRA ANTIGA E MODERNA

https://archive.org/details/coimbra-antiga-e-moderna/page/158/mode/2up?q=%22Miguel+Salom%C3%A3o%22 

================================= 

https://catalogo.bnportugal.gov.pt/ipac20/ipac.jsp?session=177G1W2693D54.654601&profile=bn&uri=link=3100018~!44112~!3100024~!3100022&aspect=basic_search&menu=search&ri=2&source=~!bnp&term=Castelo+Branco%2C+Afonso+de%2C+1522-1615&index=AUTHOR

 

  https://archive.org/details/coimbra-antiga-e-moderna/page/160/mode/2up?q=%22Miguel+Salom%C3%A3o%22

 ================================= 

https://catalogo.bnportugal.gov.pt/ipac20/ipac.jsp?session=O7815387X8797.206875&profile=bn&source=~!bnp&view=subscriptionsummary&uri=full=3100024~!323675~!4&ri=1&aspect=basic_search&menu=search&ipp=20&spp=20&staffonly=&term=Castelo+Branco,+Afonso+de,+1522-1615&index=AUTHOR&uindex=&aspect=basic_search&menu=search&ri=1 

 

https://catalogo.bnportugal.gov.pt/ipac20/ipac.jsp?session=177G1W2693D54.654601&profile=bn&uri=link=3100018~!44112~!3100024~!3100022&aspect=basic_search&menu=search&ri=2&source=~!bnp&term=Castelo+Branco%2C+Afonso+de%2C+1522-1615&index=AUTHOR

https://catalogo.bnportugal.gov.pt/ipac20/ipac.jsp?session=O7815387X8797.206875&profile=bn&source=~!bnp&view=subscriptionsummary&uri=full=3100024~!323675~!4&ri=1&aspect=basic_search&menu=search&ipp=20&spp=20&staffonly=&term=Castelo+Branco,+Afonso+de,+1522-1615&index=AUTHOR&uindex=&aspect=basic_search&menu=search&ri=1


Regimento dos officiaes do Auditorio Ecclesiastico do Bispado de Coimbra feyto e ordenado em synodo pelo sõr Dom Affonso de Castel Branco, bispo cõde de Arganil... e por seu mandado impresso...
 
AUTOR(ES):     
Coimbra. Diocese. Auditório Eclesiástico; Castelo Branco, Afonso de, 1522-1615, autor associado; Mariz, António de, fl. 1556-1599, impr.
ANT.POSSUIDOR(ES):     
Ordem de Cister. Mosteiro de Santa Maria (Alcobaça), ant. possuidor
PUBLICAÇÃO:     
Coimbra : per Antonio de Mariz, 1592
DESCR.FÍSICA:     
[2], 28 f. ; 2o (28 cm)
REF.EXT.:     
Anselmo 900
D. Manuel 222
Iberian Books 64362 [15306]
NOTAS:     
Assin: //A2//2,A-G//4
END. WWW:     
https://purl.pt/14276 

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Livro Preto da Sé de Coimbra/ D. Miguel Salomão, bispo de Coimbra entre 1162 e 1176./n ? 1100 5 de Agosto de 1180.

 

 preenche ali grafik

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https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10329104?q=%28%22Miguel+Salomon%22%29&page=390,391 

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Códice mandado fazer por D. Miguel Salomão, bispo de Coimbra entre 1162 e 1176.
O título formal é "Liber inventarius cartarum sive testamentorum", mas é conhecido por "Livro Preto" devido à cor da encadernação setecentista e à cor do corte das folhas. 
Contém 663 diplomas com informações relativas à história política e militar, eclesiástica, linguística, direito, e história das mentalidades, datados desde o séc. XI.
Constituiu-se em duas partes: a primeira de 255 f. em pergaminho, e a segunda de 33 f. de papel com o índice do códice, e feito posteriormente.

D. Miguel Salomão, C.R.S.A. foi um clérigo português do século XII e sétimo bispo de Coimbra.[1]
Biografia
Miguel Paes Salomão era de origem moçárabe e homem de notável cultura. Estudou na Sé, foi diácono, escriba e depois cônego.[2] Foi Deão da Sé de Coimbra e um dos fundadores do mosteiro de Santa Cruz.[3] Após um longo período de sé vacante, foi apontado bispo de Coimbra em 1158 e ordenado em 1162, na Igreja de São João em Coimbra, por João Peculiar, Arcebispo de Braga.[1][2]
Durante o seu pontificado as obras da Sé Velha de Coimbra receberam grande incremento. Concedeu aos religiosos de Santa Cruz grandes privilégios, isentando da jurisdição episcopal todos os habitantes do mosteiro e suas terras, originando assim o "Isento de S. Cruz". Em 18 de fevereiro de 1163 celebrou-se em Santa Cruz um concílio provincial, presidido pelo Arcebispo D. João Peculiar, onde foi canonizado S. Teotónio de Coimbra.[3]
D. Miguel arranjou muitos inimigos. Em 1176 renunciou à Mitra de Coimbra e recolheu-se ao mosteiro de Santa Cruz, onde faleceu a 5 de agosto de 1180 e foi sepultado.[2

 
 https://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_Salom%C3%A3o

 

 https://archive.li/uiPAI

 https://acercadecoimbra.blogs.sapo.pt/tag/seminário+de+coimbra 

 https://archive.li/d0gTg

 https://archive.org/details/livro-preto-se-de-coimbra-773/page/n65/mode/1up

https://archive.org/details/portugal-dicionario-historico-completo/page/n1271/mode/2up?q=%22Miguel+Salom%C3%A3o%22 

https://en.wikipedia.org/wiki/Miguel_Pais_Salom%C3%A3o 

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https://digitarq.arquivos.pt/documentDetails/d414bd41841e4de88ab5d33ebcab45d0
https://archive.org/details/livro-preto-se-de-coimbra-773

Livro Preto da Sé de Coimbra
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Ver 587 ficheiros

Identificação
Entidade detentora

Ator

Arquivo Nacional Torre do Tombo
Nível de descrição

Documento Composto
Identificadores

Código de referência

PT/TT/CSC/L06

Cota atual

Cabido da Sé de Coimbra, liv. 6

Cota antiga

Colecção Costa Basto, n.º 36

José Manuel da Costa Basto 

Contexto
História Custodial e Arquivística

Em data ainda indeterminada, entre 1860 e 1864, José Manuel da Costa Basto trouxe vários códices do cartório do Governo Civil do Porto (pertencentes ao Mosteiro de Leça, ao Mosteiro de Paço de Sousa, ao Mosteiro de Grijó, ao Convento de São Francisco do Porto, ao Mosteiro de São Simão da Junqueira), do cartório do Governo Civil de Coimbra (pertencentes ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra), do cartório do Governo Civil de Viana (pertencentes ao Mosteiro de Santa Maria de Refóios de Lima), da Biblioteca Pública do Porto (pertencentes ao Mosteiro de Paço de Sousa, ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra), dos arquivos das Sés de Coimbra, e Viseu, dos Mosteiros de Lorvão e de Arouca, e do arquivo da Colegiada de Guimarães. Entre os códices trazidos encontrava-se o Livro Preto da Sé de Coimbra que recebeu o n.º 36 quando foi integrado na Colecção Costa Basto.
Posteriormente, foi integrado no respectivo fundo, sendo-lhe atribuída a cota Cabido da Sé de Coimbra, liv. 6.

Conteúdo e estrutura > Âmbito e conteúdo
Âmbito e conteúdo

Códice mandado fazer por D. Miguel Salomão, bispo de Coimbra entre 1162 e 1176.
O título formal é "Liber inventarius cartarum sive testamentorum", mas é conhecido por "Livro Preto" devido à cor da encadernação setecentista e à cor do corte das folhas. 
Contém 663 diplomas com informações relativas à história política e militar, eclesiástica, linguística, direito, e história das mentalidades, datados desde o séc. XI.
Constituiu-se em duas partes: a primeira de 255 f. em pergaminho, e a segunda de 33 f. de papel com o índice do códice, e feito posteriormente.

Miguel Paes Salomão

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Códice mandado fazer por D. Miguel Salomão, bispo de Coimbra entre 1162 e 1176.
O título formal é "Liber inventarius cartarum sive testamentorum", mas é conhecido por "Livro Preto" devido à cor da encadernação setecentista e à cor do corte das folhas. 
Contém 663 diplomas com informações relativas à história política e militar, eclesiástica, linguística, direito, e história das mentalidades, datados desde o séc. XI.
Constituiu-se em duas partes: a primeira de 255 f. em pergaminho, e a segunda de 33 f. de papel com o índice do códice, e feito posteriormente.

D. Miguel Salomão, C.R.S.A. foi um clérigo português do século XII e sétimo bispo de Coimbra.[1]
Biografia
Miguel Paes Salomão era de origem moçárabe e homem de notável cultura. Estudou na Sé, foi diácono, escriba e depois cônego.[2] Foi Deão da Sé de Coimbra e um dos fundadores do mosteiro de Santa Cruz.[3] Após um longo período de sé vacante, foi apontado bispo de Coimbra em 1158 e ordenado em 1162, na Igreja de São João em Coimbra, por João Peculiar, Arcebispo de Braga.[1][2]
Durante o seu pontificado as obras da Sé Velha de Coimbra receberam grande incremento. Concedeu aos religiosos de Santa Cruz grandes privilégios, isentando da jurisdição episcopal todos os habitantes do mosteiro e suas terras, originando assim o "Isento de S. Cruz". Em 18 de fevereiro de 1163 celebrou-se em Santa Cruz um concílio provincial, presidido pelo Arcebispo D. João Peculiar, onde foi canonizado S. Teotónio de Coimbra.[3]
D. Miguel arranjou muitos inimigos. Em 1176 renunciou à Mitra de Coimbra e recolheu-se ao mosteiro de Santa Cruz, onde faleceu a 5 de agosto de 1180 e foi sepultado.[2

 

 https://acercadecoimbra.blogs.sapo.pt/tag/semin%C3%A1rio+de+coimbra

https://archive.li/d0gTg 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_Salom%C3%A3o 

https://archive.li/uiPAI 

https://archive.li/uiPAI#selection-1553.0-1733.1 

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 Livro Preto da Sé de Coimbra/ 

D. Miguel Salomão, bispo de Coimbra entre 1162 e 1176

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https://archive.org/details/livro-preto-se-de-coimbra-773

Livro Preto da Sé de Coimbra
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Identificação
Entidade detentora

Ator

Arquivo Nacional Torre do Tombo
Nível de descrição

Documento Composto
Identificadores

Código de referência

PT/TT/CSC/L06

Cota atual

Cabido da Sé de Coimbra, liv. 6

Cota antiga

Colecção Costa Basto, n.º 36

José Manuel da Costa Basto 

Contexto
História Custodial e Arquivística

Em data ainda indeterminada, entre 1860 e 1864, José Manuel da Costa Basto trouxe vários códices do cartório do Governo Civil do Porto (pertencentes ao Mosteiro de Leça, ao Mosteiro de Paço de Sousa, ao Mosteiro de Grijó, ao Convento de São Francisco do Porto, ao Mosteiro de São Simão da Junqueira), do cartório do Governo Civil de Coimbra (pertencentes ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra), do cartório do Governo Civil de Viana (pertencentes ao Mosteiro de Santa Maria de Refóios de Lima), da Biblioteca Pública do Porto (pertencentes ao Mosteiro de Paço de Sousa, ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra), dos arquivos das Sés de Coimbra, e Viseu, dos Mosteiros de Lorvão e de Arouca, e do arquivo da Colegiada de Guimarães. Entre os códices trazidos encontrava-se o Livro Preto da Sé de Coimbra que recebeu o n.º 36 quando foi integrado na Colecção Costa Basto.
Posteriormente, foi integrado no respectivo fundo, sendo-lhe atribuída a cota Cabido da Sé de Coimbra, liv. 6.

Conteúdo e estrutura > Âmbito e conteúdo
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Códice mandado fazer por D. Miguel Salomão, bispo de Coimbra entre 1162 e 1176.
O título formal é "Liber inventarius cartarum sive testamentorum", mas é conhecido por "Livro Preto" devido à cor da encadernação setecentista e à cor do corte das folhas. 
Contém 663 diplomas com informações relativas à história política e militar, eclesiástica, linguística, direito, e história das mentalidades, datados desde o séc. XI.
Constituiu-se em duas partes: a primeira de 255 f. em pergaminho, e a segunda de 33 f. de papel com o índice do códice, e feito posteriormente.

 


 

O Archivo Rural, todos os volumes ,

 O Archivo Rural foi um importante periódico português publicado em Lisboa entre 1858 e 1877. Focado em agricultura, artes e ciências correlativas, a publicação foi fundada pelo agrónomo Rodrigo de Moraes Soares com o objetivo de promover o fomento agrário e o desenvolvimento das forças produtivas da terra em Portugal.Os principais detalhes sobre o jornal incluem:Tema e Filosofia: A revista defendia a ideia de que a primeira necessidade pública era o desenvolvimento da terra, influenciando o pensamento dos chamados "agrocratas" da época.Acervo e Digitalização: O conteúdo histórico está disponível em bibliotecas digitais. Você pode acessar os exemplares preservados na plataforma Arquivo.org ou visualizar as cópias digitalizadas no catálogo da Biblioteca Nacional de Portugal.Abrangência: A publicação circulou em volumes bimensais, cobrindo desde técnicas agrícolas até ensaios sobre a sociedade e a economia da época.



https://catalogo.bnportugal.gov.pt/ipac20/ipac.jsp?profile=bn&source=~!bnp&view=subscriptionsummary&uri=full=3100024~!213916~!2&ri=1&aspect=subtab13&menu=search&ipp=20&spp=20&staffonly=&term=lus%C3%83%C2%ADadas&index=.TW&uindex=

&aspect=subtab13&menu=search&ri=1

O Archivo Rural : jornal de agricultura, artes e sciencias correlativas / red. princ. Rodrigo de Moraes Soares
 
AUTOR(ES):     
Soares, Rodrigo de Morais, 1811-1881, ed. lit.
NUMERAÇÃO:     
A. 1, no 1 (5 maio 1858) - v. 16, no 32 [(1877)]
PUBLICAÇÃO:     
Lisboa : Imprensa União Typographica, 1858-[1877]
DESCR.FÍSICA:     
26 cm
PERIODICIDADE:     
Bimensal
CDU:     
631/636(054)
NOTAS LIGAÇÃO:     
Continuado por :Jornal Official de Agricultura Artes e Sciencias Correlativas
END. WWW:     
http://purl.pt/26275
Cópia digital disponível em linha em Internet Archive


aqui todos os volumes

https://archive.org/search?tab=texts&query=Archivo+Rural+ 

https://archive.org/details/o-archivo-rural-vol-6-1863/mode/2up?q=%22Ant%C3%B3nio+Bernardino+de+Gusm%C3%A3o%22

https://purl.pt/26275

O Archivo Rural : jornal de agricultura, artes e sciencias correlativas / red. princ. Rodrigo de Moraes Soares

O Archivo Rural : jornal de agricultura, artes e sciencias correlativas / red. princ. Rodrigo de Moraes Soares. - A. 1, nº 1 (5 maio 1858) - v. 16, nº 32 [(1877)]. - Lisboa : Imprensa União Typographica, 1858-[1877]. - 26 cm
    
Soares, Rodrigo de Morais, 1811-1881, ed. lit.
NUMERAÇÃO:     
A. 1, no 1 (5 maio 1858) - v. 16, no 32 [(1877)]
PUBLICAÇÃO:     
Lisboa : Imprensa União Typographica, 1858-[1877]
DESCR.FÍSICA:     
26 cm
PERIODICIDADE:     
Bimensal
CDU:     
631/636(054)
NOTAS LIGAÇÃO:     
Continuado por :Jornal Official de Agricultura Artes e Sciencias Correlativas
END. WWW:     
http://purl.pt/26275
Cópia digital disponível em linha em Internet Archive
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https://archive.org/details/o-archivo-rural-vol-16-1876
https://archive.org/details/o-archivo-rural-vol-15-1874
https://archive.org/details/o-archivo-rural-vol-14-1872
https://archive.org/details/o-archivo-rural-vol-13-1870
https://archive.org/details/o-archivo-rural-vol-12-1869/mode/2up?q=O+Archivo+Rural+Vol+10
https://archive.org/details/o-archivo-rural-vol-11-1868/page/n1/mode/2up
https://archive.org/details/o-archivo-rural-vol-10-1867
https://archive.org/details/o-archivo-rural-vol-9-1866 

Jerônimo de Ornelas

 0

 

www.geni.com/people/Jer%C3%B4nimo-de-Ornelas-Menezes-e-Vasconcelos/6000000000985935924?through=6000000015411561759 

"A Aos vinte sete dias do mês de Setembro de mil sete centos setenta e hum annos, nesta freguesia do Senhor Bom Jesus do Triunfo, faleceo da vida presente, com oitenta annos, JERONYMO DE ORNELLES MENEZES, natural da ilha da Madeira, marido de Lucrecia Leme Barbosa, natural de Guaratinguitá. Levou os sacramentos da Pentitencia, Eucaristia e Extrema Unção. Foi encomendado na forma do Ritual Romano acompanhado com a Cruz da . . . e sepultado Capella Mor da Matriz. E por tudo constar na verdade, eu Thomas Clarque Vigario encomiado nesta parroquia assima declarada por este termo de assento que assigno"

Em seu inventário, constam:

Escravos: Inácia, crioula da idade de 12 anos; avaliado em 76$800.

Margarida, crioula da idade de 4 anos; avaliado em 30$000.

Ignácio, crioulo da idade de 20 anos; avaliado em 76$800.

Gregorio, crioulo da idade de 30 anos; avaliado em 89$600.

Domingos Angola, crioulo da idade de 60 anos; avaliado em 12$800.

Cristóvão, crioulo da idade de 15 anos; avaliado em 51$200.

Gado: 166 vacas de rodeio, avaliadas em 106$240.

149 reses entre machos e fêmeas, avaliados em 149$000.

131 terneiros e terneiras, avaliados em 88$200.

128 bestas, burros e mulas, avaliados em 335$600.

98 potros e potrancas, avaliados em mais de 71$000.

77 éguas de crias de burros, avaliadas em 110$880.

3 cavalos mancos, avaliados em 7$680.

Imóveis: Umas casas nesta freguesia, cobertas de capim, avaliadas em 38$400.

Uma chácara sita no subúrbio desta freguesia, avaliada em 38$400.

Ferramentas: Um lixó de martelo, duas barrumas, uma serra pequena, ima plaina, três machados já usados, seis enxadas usadas, duas foices velhas, uma lança velha, uma fisga, uma foice e um machado [novos], três foicinhas de segar trigo tudo avaliado em 6$800.

Mobília: Uma caixa de pau e uma caixa, dita menor, avaliados em 4$480.

Uma mesa com sua gaveta, e uma dita sem gaveta, avaliadas em 4$160.

Um oratório com várias imagens, avaliado em 4$000.

Dois catres de pau, avaliados em 3$200.

Um baú velho, avaliado em 1$280.

Quatro bancos de pau, avaliados em 1$280.

Vestuário: Uma vestia de calção de Drugente pardo, uma casaca de pano escuro, uma borjaca de pano azul, umas meias pretas com bom uso, tudo avaliado em 7$360.

Utensílios domésticos: Seis colheres de prata, com o peso de setenta e quatro oitavas, avaliadas em 6$600.

Sete pratos de estanho uniões, seis pratos pequenos, quatro platas, tudo avaliado em 5$600.

Seis pratos de estanho com guardanapos, oito pratos de meia cozinha, tudo avaliado em 5$760.

Quatro pratos de louça de Veneza e seis xícaras com seis pires, avaliados em 3$200.

Dúzia e meia de facas de mesa com cabo de osso branco e com seis garfos de ferro, avaliados em 3$200.

Uma toalha de Guimarães nova com seus guardanapos, avaliados em 3$200.

Dois lençóis com bom uso, avaliados em 3$200.

Uma rede já usada, avaliada em 1$280.

Um almofariz de latão, avaliado em três patacas ou $960.

Um coco de cobre, avaliado em $800.

Duas bacias de arame de urinar, avaliadas em $640.

Uns ferros de tirar dentes, avaliados em $640.

Uma balança velha de quarta, avaliada em $400.

Um vidro de tirar fogo, avaliado em $320.

Um livro intitulado Eva e Ave, avaliado em $320.

Espolio
Um compasso de ferro, avaliado em $320.

Uma seringa da via dianteira, avaliada em $160.

Outros: Uma espingarda, uns lombilhos velhos com estribo, etc... [outras linha incompletas ou inutilizadas].

Normose e Ego esclerose,

 

Normose e Ego-esclerose são conceitos filosóficos e psicológicos que descrevem os adoecimentos da sociedade atual: a normose é a "doença de ser normal" seguindo padrões destrutivos, e a ego-esclerose é o endurecimento e a hipertrofia do ego. 
Normose (A patologia da normalidade)
Criado pelos pensadores Roberto Crema, Pierre Weil e Jean-Yves Leloup, o termo define comportamentos, hábitos e valores aprovados pelo consenso social que, na verdade, são destrutivos e adoecedores. 
  • O problema: Consiste em viver de forma mecânica e alienada, enquadrando-se em um sistema que gera infelicidade, desconexão com a essência humana e destruição ambiental.
  • Saiba mais lendo o artigo da Academia Brasileira de Letras sobre o termo. 
Ego-esclerose (A doença do ego)
Popularizado pelo professor de yoga Hermógenes, refere-se ao estado de hipertrofia do ego.
  • O problema: É o enrijecimento do "eu" em um egoísmo destrutivo, onde a pessoa passa a operar sob a lógica do "primeiro eu, depois eu, e os outros que se danem". A pessoa torna-se indiferente, perversa e presa a interesses materiais e de poder.
Como se relacionam?
As duas condições andam juntas. As pessoas com ego-esclerose tomam decisões baseadas no poder e na ambição, enquanto a massa, acometida pela normose, aceita passivamente esse estado de coisas por estar anestesiada pela ideia de "normalidade". 
  • Assista à palestra sobre Normose - TEDxLaçador para entender a gravidade dessa questão. [1]
Se você quiser, posso aprofundar em estratégias práticas da filosofia do Yoga e da Psicologia Transpessoal que ajudam a "descondicionar" a mente da normose e a dissolver a rigidez do ego. O que acha?

domingo, 14 de junho de 2026

Diccionario Historico, Chorographico, Heraldico, Biographico, Bibliographico, Numismatico e Artistico (Completo) 7593 páginas

 

Diccionario Historico, Chorographico, Heraldico, Biographico, Bibliographico, Numismatico e Artistico (Completo)

https://archive.org/details/portugal-dicionario-historico-completo/page/n3129/mode/2up?q=%22Simoa+Godinho+da+Rosa%22 

Augusto Ribas com rua XV de novembro. Ponta Grossa - Paraná - Brasil

 

Augusto Ribas com rua XV de novembro. Aqui já está de volta para o FUTURO. kkk Onde o carro está. 1976.
PASSAT 1975 (KKK) EM OUTRO DIZ GOL EU NÃO LEMBRO MAIS ESTOU VELHA, KKK, pra mim só existiu fusca e opala.
OLHAR AQUI FOI O LANÇAMENTO DO CARRO AQUI ELE EM SÃO LEOPOLDO rgs SHOW COM ACROBACIAS. VAI NO GOOGLE IMAGENS
A IMAGEM ESTÁ NESTE SITE.
As fotos em São Leopoldo são de 1976 e não 74, pois em 74 o piloto Steves ainda era piloto da Chrysler do Brasil. de , quem se importa. Já morreu igual. kkk 
https://www.pontagrossahistorica.com.br/publicacoes?per_page=23 

Luciano Guimarães de Gracia nasceu em 16 de fevereiro de 1871, 20 de junho de 1960, com 89 anos

 

Uma breve história de vida de Luciano

Quando Luciano Guimarães de Gracia nasceu em 16 de fevereiro de 1871, em Paraná, Brasil, seu pai, Luciano José de Gracia, tinha 22 anos e sua mãe, Catharina Maria Ribeiro Guimarães, tinha 18 anos. Ele casou-se com Escolástica de França Dias em 26 de fevereiro de 1895, em Almirante Tamandaré, Paraná, Brasil. Eles tiveram pelo menos 7 filhos e 6 filhas. Ele faleceu em 20 de junho de 1960, com 89 anos

Súmula

'Denomina de LUCIANO GUIMARÃES DE GRACIA, a uma das vias públicas desta Capital.'

Texto da Lei Ordinária
A Câmara Municipal de Curitiba, Capital do Estado do Paraná, decretou e eu, Prefeito Muncipal, sanciono a seguinte lei:

Artigo 1º - Fica o Chefe do Poder Executivo autorizado a dar a denominação de 'LUCIANO GUIMARÃES DE GRACIA', a uma das via públicas da Capital, ainda não denominada, no bairro do Taboão.

Artigo 2º - Esta Lei entrar em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
PAÇO DA LIBERDADE, em 29 de agosto de 1968.
OMAR SABBAG

Estudo

 https://archive.org/details/historiagenealog10sous/page/110/mode/2up?q=%22Bernardino+de+Gusm%C3%A3o%22

 

https://archive.org/details/bibliografiagera01sant/page/n3/mode/2up?q=Gusm%C3%A3o+e+CastelloBranco 

https://archive.org/details/diccionarioaris00nacgoog/page/8/mode/2up?q=%22Hasse+de+Bel%C3%A9m%22 

https://bndigital.bnportugal.gov.pt/records?navigation=default&perpage=10&page=1&search=%22+Fernandes+Bandeira%22&fulltext=1&child=1&bookmarks=1&sort=_score#page 

 

https://archive.org/details/A1101051/page/n263/mode/thumb?q=T%C3%A9llez+Gir%C3%B3n 

 

https://catalogo.bnportugal.gov.pt/ipac20/ipac.jsp?session=177G1W2693D54.654601&profile=bn&uri=link=3100018~!44112~!3100024~!3100022&aspect=basic_search&menu=search&ri=2&source=~!bnp&term=Castelo+Branco%2C+Afonso+de%2C+1522-1615&index=AUTHOR 

Manoel Isidoro Dias de Grácia filho de Luciano Guimarães de Grácia e Escolástica de França Dias. 1895 -1942

 Que pena uma outra prima que mora nos EUA fez uma IA melhor. O vô, que faleceu muito jovem era muito lindo. Aí não ficou muito fiel a imagem pois o avô tinha olhos azuis. Ele era muito lindo. Inclusive aí está com cara de cansado, doente.

Esta imagem eu roubei de alguém que o parente está do lado.

Nossa não entendo isto de fazerem uma confusão com as fotografias.

Pois quem vai saber? Ninguém. Eu tenho aqui o link do Sr. de Ponta Grossa que deixou disponível on line fotos desde o ínicio do século até quando ele faleceu (família), o acerto creio foi comprado pelo Paulo da C. Ramos o de Curitiba, não o daqui de Florianópolis (este já falecido, jornalista).

Quem se importou em dizer quem eram as pessoas? Ninguém sabia nada.

O Paulo comprou na esperança de que alguém recompre, ele tem a livraria que é um museu fabuloso. 

 

Aqui A sua esposa Elfrida de Grácia (anterior ao casamento como solteira - Schneckemberg) com as filhas Walkyria e Zilah, genro Moacir Mourão de Araújo e seus filhos Vania, Manoel, Marcelo, Luciana, Deborah.

 Aqui a Fridinha nos idos de 80 na nossa casa na Rui Barbosa, nro 102 (nada mais existe).

Todos mortos enterrados. Demolidos etc.

Passado não existe. Só na cabeça de quem pensa. 

 

 

 

 

dENUNCIA dos sistemas de GENEALOGIA. HAJA SACO AÍ POSTEI MINHAS FOTOS ON LINE, NÃO AS TENHO MAIS E ME É NEGADO O ACESSO. PERFEITO.

POSTEI MINHAS FOTOS ON LINE, NÃO AS TENHO MAIS E ME É NEGADO O ACESSO. PERFEITO. 

 

e menos ainda o familysearch que fui bloqueada fiz 300 mil pessoas, e portando devo ser bloqueada. Entemdam estou velha não volto nunca mais nem para conferir. Já tenho outra senha de acesso com nome chulo = Karin da porra (e pior faz parte da tal igreja, como conferente malcriada, cavala e perversa, vide a malcriação que fez com o Anibal . Tomara que o que fiz tenha ficado como anonimo). Porque se excluido meu nome fica como anonimo.

A entrada do Palácio de Montserrat 1906 Illustração Portuguesa

 

A entrada do Palácio de Montserrat

 

vai no maps

Parque e Palácio de Monserrate 

 

https://www.youtube.com/watch?v=4KKEWjZ39qY 

 photo has been ultra sized 4x!

https://archive.org/details/illustracao-portugueza-1906-n-2/Illustracao%20portugueza%201906%20N37/page/427/mode/1up?q=%22Fernandes+Bandeira%22 

Inacreditável : não copia, site proibido copia e cola, site captcha a cada imagem ou troca de página. HAJA paciência. = Proibido ler proibido estudar. Nem tente.

  (nossa que eme. e o sistema não quer não deixa somente você copiar o nome do infeliz, que continua infeliz. Como você é inteligente acreditando que faz com que não copiem, tá certo = 360 toques por minuto em datilografia 1978. Diproma.)

Ana Rita Josepha Nepomucena Almeida Pimentel de Sequeira e Abreu 1762-1831 (1762-05-23 - 1831-04-29) mãe de José Maria de Castro e Almeida Pimentel Siqueira e Abreu 1779-08-26 - 1851-03-23, Matrimonio 1° ottobre 1839 Ribandar, Goa, India.

  https://run.unl.pt/entities/publication/d4ea5f8e-9856-4b6a-bf8d-73a2907dba11

Ana Rita Josepha Nepomucena Almeida Pimentel de Sequeira e Abreu

 (nossa que eme. e o sistema não quer não deixa somente você copiar o nome do infeliz, que continua infeliz. Como você é inteligente acreditando que faz com que não copiem, tá certo = 360 toques por minuto em datilografia 1978. Diproma.)

 https://castronovagoa.fcsh.unl.pt/relacao-dos-artigos-que-deixou-d-ana-rita-maria-josefa-de-almeida-jose-severino-de-almeida;isad?sf_culture=pt

Almeida, D. Ana Rita Maria Josefa Nepomucena de. 1762-1831 (1762-05-23 - 1831-04-29)

História biográfica

D. Ana Rita Maria Josefa é filha de D. Lopo José de Almeida Pimentel de Sequeira e Abreu e de D. Francisca Xavier Maria de Castro Melo e Castro. Nasceu em 1762, em Pangim, e faleceu em 1831. Por morte do seu tio-avô herdou a grande casa dos Silveira e Menezes, bem como os restantes vínculos de seus antecessores maternos e paternos.
D. Francisco Xavier de Castro casou, em segundas núpcias com D. Ana Rita Maria Josefa, a 10 de fevereiro de 1778. Foi através deste casamento que entraram na família Castro grande parte dos vínculos e propriedades pertencentes aos antepassados de D. Ana Rita: Silveira e Menezes, Almeida Pimentel e Melo e Castro (Monserrate).
Tiveram dois filhos: D. António de Castro (n. Pangim, 1779-08-07) e D. José Maria de Castro e Almeida Pimentel de Sequeira e Abreu.
 
D. Francisco Xavier de Castro, b. Pangim, 26.7.1751, f. aí, 23.12.1818, moço fidalgo da Casa Real, por alvará de 28.3.1767,
acrescentado a fidalgo cavaleiro, por alvará de 3.5.1767, sr. do morgado da Bezelga, em Tomar, chefe de divisão da Armada Real
da Índia, por carta patente de 16.3.1799, governador e capitão-general de Macau (1781-1783), presidente do Senado de Goa, em
1798, 1801, 1803, 1805, 1806 e 1807, e cavaleiro da Ordem de Cristo, por carta de profissão de 16.8.1804, c. 1.ª vez c. sua prima
D. Inácia Rosa de Melo, c. 2.ª vez no oratório das casas de seu sogro, 10.2.1778, c. sua prima D. Ana Rita Maria Josefa
Nepomucena de Almeida, b. Pangim, 23.51762 (8 d.), f. 29.4.1831, herdeira da grande casa de seu pai e da casa dos Silveira
e Menezes, por morte de seu tio-avô João Vicente da Silveira e Menezes, f.ª de D. Lopo José de Almeida Pimentel de Sequeira e
Abreu , b. Pangim, 10.5.1728 (36 d.), f. aí, 29.6.1782, capitão-de-mar-e-guerra, capitão-mor da cidade de Goa, por carta de
10.2.1765, intendente-geral do Arsenal de Goa, fidalgo escudeiro e moço fidalgo da Casa Real, provedor da santa Casa da
Misericórdia, presidente do Senado de Goa em 1768, 1775, 1776 e 1777, e de D. Francisca Xavier Mariana de Castro e Faro, f.
Pangim, 8.2.1820, e neta paterna de D. Ana Francisca de Toledo,e Castro, acima mencionada 

 https://run.unl.pt/entities/publication/d4ea5f8e-9856-4b6a-bf8d-73a2907dba11

José Maria de Castro e Almeida Pimentel Siqueira e Abreu 1779-08-26 - 1851-03-23, Matrimonio 1° ottobre 1839 Ribandar, Goa, India

  

 https://archive.org/details/illustracao-portugueza-1906-n-2/Illustracao%20portugueza%201906%20N37/page/430/mode/1up?q=%22Fernandes+Bandeira%22

 https://www.arqnet.pt/dicionario/novagoa1c.html

https://archive.li/mouIK 

 

filho de Francisco Xavier de Castro 1751 -1818 cc Ana Rita Josepha Nepomucena 

Almeida Pimentel de Sequeira e Abreu

1762-1831 

de Almeida

Matrimonio 1° ottobre 1839 Ribandar, Goa, India

 filhos:

  1. Luís Caetano de Castro e Almeida Pimentel de Sequeira e Abreu
    Mees
    1840–1914
  2. Ana Rita de Castro e Almeida
    Naine
    1841–1934
  3. Francisco Xavier de Castro e Almeida Pimentel de Sequeira e Abreu
    Mees
    1842–1921
  4. José Maria de Castro e Almeida
    Mees
    1845–1902

 

 https://archive.org/details/illustracao-portugueza-1906-n-2/Illustracao%20portugueza%201906%20N37/page/431/mode/1up?q=%22Fernandes+Bandeira%22

 https://castronovagoa.fcsh.unl.pt/d-jose-maria-de-castro-e-almeida-pimentel-de-sequeira-e-abreu;isad

https://archive.li/OZUrj 

https://castronovagoa.fcsh.unl.pt/relacao-dos-artigos-que-deixou-d-ana-rita-maria-josefa-de-almeida-jose-severino-de-almeida;isad?sf_culture=pt 

https://archive.li/rKC7H 

PT PT ACNG PT ACNG ACNG-SC 04-SSC 04.03

Title

D. José Maria de Castro e Almeida Pimentel de Sequeira e Abreu

Date(s)

  • 1779-10-14 - 1849-12-18 (Creation)
Abreu, D. José Maria de Castro e Almeida Pimentel de Sequeira e. 1779-1851 (1779-08-26 - 1851-03-23)

Biographical history

D. José Maria de Castro e Almeida Pimentel de Sequeira e Abreu nasceu em Pangim, em 1779-08-26, e aí faleceu, em 1851-03-23, aos 71 anos. Moço fidalgo da Casa Real (1799) e comendador da Ordem de Cristo, destacou-se pelo seu papel como vereador do Senado de Goa (1805), governador de Damão (1811-12-18 a 1815-03-19; 1817-01-30 a 1820-03-06) e presidente da Comissão Municipal de Nova Goa (1846-10-03 a 1847-09-18).
Desempenhou também outras funções: alferes do 2º Regimento de Infantaria (1794), guarda marinha da Armada Real (1795), tenente do mar da Marinha Real de Goa (1797), capitão-tenente da Armada Real (1802), tenente coronel de Infantaria e ajudante (1810), chefe comandante das tropas (1810), comandante de Infantaria n.º 1 (1821-11-23), comandante da 1ª Brigada do Exército (1821-12-04), ajudante-general interino (1822), coronel do Regimento de Infantaria da linha do 1º e 5º Batalhão e membro do Conselho da Perfeitura (1835).
Emigrou para Bombaim, com sua mulher e filhos, na sequência das alterações políticas de 1835, só regressando a Goa em 1737. Está sepultado defronte do batistério da Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Pangim, para onde fora trasladado em 23 de março de 1852.
Casou com D. Rita Rosa Teles da Silva e, em segundas núpcias, com D. Veridiana Constança Leite de Sousa e Lemos. «
 
 
 

obrigado ao genealogista Eduardo Ribas que fez este trabalho

e Carlos Roza 

e ao outro Eduardo

	Eduardo Cardoso Mascarenhas 
 
Alcibiades Cabral (her father) → Francisca Leopoldina Xavier de Azambuja (his mother) → Sebastião Xavier de Azambuja (her father) → Antônio Xavier de Azambuja (his father) → Francisco Xavier de Azambuja (his father) → Francisca de Oliveira Leite Azambuja (his mother) → Maria de Oliveira Leitão (her mother) → Domingos de Oliveira Leitão (her father) → Genebra Leitão de Vasconcelos (his mother) → Isabel Leitão de Vasconcelos (her mother) → Helena de Carvalhal (her mother) → João Gonçalves de Carvalhal (her father) → Martim Gonçalves do Carvalhal (his father) → Diogo Pereira de Carvalhal, o Bochim, senhor do Reguengo de Tavira (his brother) → F. de Melo Carvalhal (his son) → Francisco Paim de Melo (his son) → Gaspar Paim de Melo, senhor de Danum (his son) → Joana de Melo Paim (his daughter) → D.Rodrigo 'o Velho' de Castro, almirante (her son) → D. Francisco de Castro, sr. da aldeia de Dandá (his son) → D. Antonio de Castro (his son) → D. Rodrigo de Castro (his son) → D. Francisco Xavier de Castro (his son)
→ José Maria de Castro e Almeida Pimentel Pimentel de Sequeira e Abreu (his son) → D. Luis Caetano de Castro e Almeida Pimentel de Sequeira e Abreu 1.º conde de Nova Goa 

Theatro de São Carlos Centenário O OCCIDENTE JULHO DE 1893, os personagens mulheres era feito por Homens (rs). 1'ª Bailarina era Sr. José Bola.

 https://archive.org/details/n-548/N523/page/n2/mode/1up

 

AS NOSSAS GRAVURAS O CENTENARIO DO THEATRO.

DE S. CARLOS Fer no dia 3o de junho findo cem annos que ja. primeira vez se abriram ao publico de Li oa ab portas do theatro de S, Carlos.

Foi uma noite de festa, uma noite de enthusiasma à da inauguração d'eise formosa theatro, que ainda hoje, passado um seculo, é o mais bello de Portugal, não sofirendo comparação com todos Os Outros que depois Welle se tem construido no pais.

Representoa-se nessa noite de insuguração, Jo de junho de 1798 a opera de Camaroia La Balierina amante, executada «6 por ho-eos — porque. um decreto de D. Maria que «ó no fim do seculo foi revogado, prohibia expressamente que no

álco se. apresentassem mulhéres Ox interpretes

La Ballerin? amante foram 05 celebres castras dos Capolarini, e Cavanna é os cantores Marchesi,

é Guarigia. À companhia diese primeiro anno do. Theatro de 5. Caros de que cram exprezerios Francisco António Lodi, & André Lenzi, tra com posta da seguinte tema” Ê Prima-doa ba = castrao, Domingos Ca Outra. prima dong buffa— 0) castrado, Natalé

“Prima dona seria — 0 castrado, Michele CaSegunda dona bulfa=o castrado, Carlos Onesti, Dura segunda dona buffa— o castrado, Pas.

quale Rossetti.

Segundas conas seri Boscali, é Lorena Olivi

Francisco Marchest.

Pietro Guarigli

«caractere — A

Francisco Franchi, e Pietro Jobit. O corpo de baile era tambem exclusivamente

composto d homens, de modo que as bailarinas

eram homens vestidos de mulheres. À primeira bailarina seria, era 0 sr. José Bola.

O maestro Compositor e director, era Antonio Leal Moreira. O pintor scenographo, Antonio BaiJa. O machinista, Joaquim Pereira. O alfayate, Domingos d'Almeida.

Foi em 179%, que se começaram as obras do “Theatro de, Carlos, Em Lisboa havia apenas. tres theatros publicos, o do Salitre, o do Bairro Alo, e o da Ria dos Condes

os castrados, Paulo

g

 

 

Era este último ordinariamente

 

 

 por causa dos seus amores com o conde d'Oeiras, filho do celebre miniatro de D. Jos

Em Naga, Seis negociantes « capitalistas conhe. cido, Joaquim Pedro Quintela, Anselmo José da Cruz! Sobral, Jacintho Fernandes Bandeira, Am. tonio Praneico Machado, Yodo Pereira Caldas é Antônio josé Fere Sol socar se ara ui

car um grande Meatro para à exnloraçdo d'operas. O primeiro, Jonquim Pedro Quintal, depois: Barão de Quintela, Sedeu o terreno, com à con dição de ter ir perpetao para si e seua descondontes um grande Contirore na orem abre que am: o e Ehamavas o negando eine dns obçuria, Toro wo preseênio com enteada indepenemtoca” Iaaote que em o fol vendido a Ebrei D Fer. mando, Por 2110708000 réis 8 que nos ultimos. Annok' devido do auguto prince, era todas as noites occupado por ele, pela ars condes Ea, E pelo ar infante D. Aujusto O risço do (heat fobão architecto Joré da Conta 2 Siva, colado do Theatro dE. Carlos de Napoles + As bras de age fi men onquim Peri comêguram ei à

E! dercembro de vrga, e foram dirigidas por Sex bastião Aaronio da Crua Sobal,

'Duraram apenas 6 mézes cias obras, graças aum boa direação, e no auxilio enorme qui edi Eeação do mova ihestro, prestou o ealebre intene dente Pina. Manique, dê quem danos hoje o re: « trato, e importarar ao todo incluindo, o traba: Mor ida aero do pendeiro e parediio da run do Oii para arg de S so apenas mé 165 JS 196. Ao nova thenro foi dado 6 tome de S.'Cârios, por proposta da Pina Manique; em honea da princera Carlota Jonquina, esposa do principe. DL João, depois EL rei D. João Vi, por Decantio da nascimento da prinecaa da Rei, em 29º abril de pub, a em que se devia abit o dlego mas ql do te abr, porão atarem Cometas as obras

Eimitvamente O theatro de S, Carlos continha inco ordenã de camarotes, a 12 por Orden As rias do ÃO a5O a prieritivas foro corra das em Y850, no local Sé emtãoossupadio, pelos

Policia, A ordens eram desiinadas

por nm 2% 3h 42 é St pamindo de baixo para Eva. O nome” de forgurto, desaprareceu mais tarde, ficando transforinda” em furos, para os camarotes do 1º pavimento, que depois fastaram a chemação Gregos O prio, pano de bacea di olkmar Machado, O

nas, por Casta, que abel consipueção do palsas 4) interior dá tribuna real foi pintado por Glevani Maria Appiani. a e o a epeni Por Gaspar José Repor aa das danças or Aptonio Bala. “iciteo era laminado à ebo é a avec, e só ec nojo É qua passou Set Miminado é asfque Es pocos anaceainda fo substituido pola dor Cos sua primeira iluminação <a feita por Seia de candelabros, lustres, e placas dispoita 

 

 Mello fademalsou os Iiquidstáios dos antigos propristarios do thentra, passando S. Carlos a ser propriedade do Estado. E

Desde a ua insoguração o theatro foi explorado por emprezas que o arrendavam.

Até hoje essas empresas teem sido as seguintes:

Francisco, Antonio Lodi de sociedade com André Lenzi, desde 1703 até ao entrudo de 17)

Crescentini e Caporalimi, paschoa de 17994 enarudo de v80o.

Conde da Ribeira Grande, e por elle José Dureli, paschoa de 1807 9 emtrido de 1801 e

Di, Joaquim José de Sousa Bahiana, 6 d'abril de 1801, 6 de Julho de 1801.

Cresctntini (de sociedade com os de 1801 à emtrudo de 18oa

Francisco Antônio Lodi, paschoa de 1803 a enveado de 180º

Jacintho Fernandes Bandeira e 3. Pereira Caldas, poschon de 1805 a emtrudo de 1808,

Etâncisco Antonio Lodi obrigado pelo general ffanges Junon) 4 de maio de 1808 a 15 de serem.

Francisco. Antonio Lodi (obrigado pelo intendemo de polícia Lucas de Seabra é Sihva) novembro de 1309 1 fevereiro de 1to,

Sociedade dos artistas, 1811 à entrudo de 184:

Manuel Bapuista de Paula & G. (ds sociedade, com os actores) Biz a ÍSIS.

Luiz Chiari (de sociedade com Mari) dezembro de 1818 à dezembro de 180.

Antonio Simho Mayer, 1821 a maio de 1822.

Joio Baptista Hilberarh e Margarida Bruni, maio de 1843, janciro de 1853

'Commissão administrativa nomeada pelo governo, presidida pelo barão de Quintela, janeiro.

à junho de 1853,

as) julho

junho de 1825. junho de 1935 a 1828. 8;

Por 18do Conde de Farroho, 

José Bernardino da Costa Lobo Bandeira 1820?- 1900 Portugal ,Provedor da Santa Casa de Misericórdia de Arcos de Valdevez,"Jacinto Fernandes Bandeira"

 

seria primo de José Bernardino da Costa Lobo Bandeira ?

https://archive.org/details/portugal-dicionario-historico-completo/page/n3129/mode/2up?q=%22Simoa+Godinho+da+Rosa

https://archive.org/details/dicionarioencicl0000unse/page/121/mode/1up?q=%22da+Costa+Lobo+Bandeira%22 

outra pergunta Bernardino não é nome é sobrenome? 

O Comércio Do Porto (1854-2005)

https://archive.org/details/ocomerciodoporto/1873%20-%20O%20Com%C3%A9rcio%20do%20Porto%20-%20Ano%20XX%20-%20n%C2%BA112%20-%2014%20de%20Maio%20de%201873/page/n1/mode/1up?q=%22Ant%C3%B3nio+Bernardino+de+Gusm%C3%A3o%22 

 

Joaquim da Costa Bandeira, 1º conde de Porto Covo da Bandeira
2 Félix Bernardino da Costa Lobo Bandeira, 2º conde de Porto Covo da Bandeira
3 Alberto Júlio da Costa Lobo Bandeira, 3º conde de Porto Covo da Bandeira
4 António da Costa Lobo da Bandeira, 4º conde de Porto Covo da Bandeira
5 António Alberto Herédia da Bandeira, 5º conde de Porto Covo da Bandeira
https://geneall.net/pt/titulo/1012/condes-de-porto-covo-da-bandeira/ 

 

 

 

passado por Anonimo (bem que fez - é cada uma)

https://archive.org/details/portugal_202604/page/n5673/mode/1up?q=%22Felix+Bernardino%22

https://acasasenhorial.org/acs/index.php/pt/casas-senhoriais/pesquisa-lista/145-palacio-de-porto-covo 

https://archive.li/1drjj 

 

 Provedor da Santa Casa de Misericórdia de Arcos de Valdevez

https://www.scmav.pt/2015-05-29-13-51-36/2015-06-08-11-49-8.html?showall=&start=1 

 

Manuscript Cgm 312 contains a collection of ten different divination book texts, written between 1450 and 1473.

  https://bildsuche.digitale-sammlungen.de/index.html?c=suche_kategorien&kategoriennummer=9&bandnummer=&pimage=&zeitinterval...