segunda-feira, 23 de março de 2026

PI T 5 E 10 37:00 MIN.

 Momento em que o Finche finalmente entende que o sistema não é feito pra nos ajudar, o sistema a engrenagem. É feita para acabar com a humanidade. Quem não convêm deve ser eliminado.

Como no caso do homem encontrado morando numa caverna. É auto suficiente. Então não presta para o capitalismo. = Elimina.

 

Perfeita a teoria do Karl Marx. E dos Protocolos dos Sábios do Sião.

 

LAMENTO TE INFORMAR. MAS VOCÊ NÃO ME CONVÉM. eNTÃO VOCÊ FOI "ELIMINADO".

DO MEU SISTEMA. 

 

PERFEITO. !!!

 

as regras de um sistema fudido.!

desculpa te dizer mas você é somente a "repimboca da parafuseta" da merda. 

 

A partir de todo este entendimento eu fiquei totalmente curada. 

 

Cuidado sombra não se aproxime que você é culpada.  

 

 

Restoring My New Room in a House Built in 1832 in Germany🇩🇪

 https://www.youtube.com/watch?v=a42okcMBDZE

Peninha : as letras quando se juntam formam palavras. Se você ler. Você aprende.

 depois eu descobri que dava pra ganhar dinheiro com isso. kkkkkkkkkkkkkkk

huáhuáhuá. 

 

https://www.facebook.com/reel/858767923700385

domingo, 22 de março de 2026

k?

 https://www.facebook.com/watch/?v=960557613141622

O tsunami de 2004 liberou uma energia equivalente a 23 mil bombas atômicas e cruzou o oceano a 800 km/h. William Shatner

 

O tsunami de 2004 liberou uma energia equivalente a 23 mil bombas atômicas e cruzou o oceano a 800 km/h. William Shatner 

https://www.facebook.com/watch/?v=1662236601609331

 

eu vi o aviso. Que foi imenso quem teve olhos para ver viu na natureza o aviso aqui em SC.

Só que me adianta ver e entender que está vindo o que não é possível fazer absolutamente nada.

E não foi só eu que vi.

O outro também viu mas não soube interpretar . Quando chegou o tsunami 4 dias depois eu entendi o que vi na natureza aqui. Estava no céu. O que ia acontecer.

Esses avisos que precinto me deixam totalmente louca!. Porque o que me adianta ser avisada de fatos que vão se passar. Pois somos o que? nada! 

 

olha o que ela fala aqui

sobre a unidade, e o véu do esquecimento.

um dia eu tive uma epifania e entendi o que dizem.

Quem faz ao outro faz a si mesmo. 

Pois somos um com o pai.

 

https://www.youtube.com/watch?v=MQ4Fj4pxtMg 

 

https://www.youtube.com/watch?v=QO3UJLmdmVc

 

este eu meio que tinha entendido.

 

Passado, presente, futuro estão relacionados.

Então a pessoa não compreende que continua teimando numa compreensão. Teima erra, infinitamente. E não vê que reflete nela mesma as consequências da sua consciência. De como ela acredita nestas meias verdades, que convém somente a ela mesma.

Vendo sempre um mundo contrário fora. E não vê em si mesma.

Aqui foi o caso que presenciei. De alguém me acusar de que havia feito "macumba" pra ela.

Quando esta pessoa nunca se questionou. Que a verdade dela, que jogava aos outros, retornava pra ela mesma.

E vai continuar retornando até aprender. Que o que ela projeta fora, retorna.

A unidade. 

 

E no caso foi feio. Até eu achei nessa época, será que sou mãe de Santo e nem sei? rs! claro que não.

Nossa! Na época tive pena. Hoje . Eu chuto mesmo porque é "macumba".

Porque cada um teve e fez por merecer. Infelizmente.

Porque fez ao outro sem entender que retornava a ele pela lei do carma.

E muitos a coisa não foi feia. Foi terrível.

Eu já ficava horrorizada lá quando vi algumas pessoas fazendo o que fizeram e só imaginando quando a onda viesse ao contrário . Ou a lei viesse cobrando. 

 

E outros expliquei a uma pessoa que foi o que entendi . Existem uns que parece que a vida é mansa, fazem o que fazem de ruim e nada vem. Estes entendi que até a parte divina já se foi. = Caso perdido.

Pois quem está pagando o carma é porque a consciência está ali em luta para entender.

E quem chuta incansavelmente o  "pau da barraca" e tudo bem. Esse pelo meu entendimento já vai pras infra dimensões.

 

Bem eu quis ver e acabei vendo. Obrigada porque entendi , não tudo. Por que nem dá pra entender tudo que dá nó na cabeça. Ou como ela está dizendo acaba pulando querendo para a outra dimensão.

Por isso várias vezes escrevi. Que se você entendesse mesmo as merdas que fez!. Não vou continuar a frase. (numa conferência ali delas M.M., foi falado)

Nossa e tem alguns que além de não quererem entender, ainda repetem continuamente, se justificando, justificando através do ego. Mas eu errei porque aquele lá errou. Tá certo!.

 

Aqui um exemplo simples de como as vezes vi coisas que nem sei porque ou pra que.

 

Eu estava por aquele tempo pensando muito num nome de uma pessoa Antonio Luiz. (nome de uma rua aqui não muito distante.

 

Então entro em um onibus lotado indo para as praias, e saem algumas pessoas e vagam dois lugares me apresso eu e outro rapaz pra sentar.

Então o que aconteceu. Comecei a falar com ele. E ele me disse que não sabia se ia continuar aqui pois estava com problemas.

Eu me virei pra ele e disse bem Antonio Luiz, não sei se tem importância mas teu nome está lá em cima escrito nas nuvens.

E mostrei as nuvens pra ele.,

O tal rapaz ficou branco, pois não tinha me dito o nome.

E me perguntou como você sabia meu nome?

Expliquei novamente está lá nas nuvens. teu nome.

E até eu fiquei espantada pois ele tirou a carteira e me mostrou Antonio Luiz.

Pois é 172 sempre você. Olha a confusão que você me meteu. rs!

Você acha que não sempre. Não sei o que tem lá em cima (é só uma referência a Deus pois em real ele está em tudo, é como a máquina do "Person of interest"?. Pois olha o que este aí de cima me faz, inclusive essas pegadinhas.

Não sei o que se passou com o Antonio Luiz pois nunca mais encontrei, era fim de ano onibus atolados indo pras praias.

 

 

Deixa eu anotar outra aqui que é de lascar também o parafuso. E tudo você 172   é o culpado.

Estou no onibus pras praias, para vem uma mocinha loira muito bonita, cheia de malas. Eu levantei imediatamente e corri para pegar as malas pois o motorista já estava começando a rosnar na direção do ónibus. A moça sentou ao meu lado cheia das malas. E olha a conversa. (de louco).

 

Meu nome é Suzana.

Eu ahh, que interessante . Meu nome também é Suzana.

E está indo de viagem ou voltando? Estou voltando de viagem e moro aqui , ahh que interessante eu também moro aqui.

Eu também cheguei de viagem ontem . (nem sei porque disse isso, devia ter engolido a língua).

Estou voltando de Laguna.

Aí nesse ponto eu já comecei a ficar apreensiva. = Resumo , lá vem bomba. rs

Sabe que cheguei ontem também de Laguna.

É mesmo? é.... ( aqui fui ficando cada vez mais com os cabelos em pé).

Fui visitar uns parentes. rs!

A outra Suzana. Também voltei da casa do meu tio.

Ahhj eu também voltei da casa do tio (não meu mas por parentesco e chamava de tio).

Perguntei a cidade é pequena né pode dizer que tio? 

Sim : Vim da casa do tio Antonio e da tia Marinete.

( tá vendo 172, a culpa é tua, kkk)

Ahhh, não acredito. Pois acabei de voltar da casa do tio Antonio e da Tia Marinete. como é que não nos vimos lá. rs.!

 

No caso dela a Tia era a Marinete, no meu o tio é o Antonio. Tá certo. (aqui eu mudei o nome das pessoas)

Olha quando eu chegar lá em cima eu vou reclamar. Fico imaginando o guichê de reclamações deve ser imenso. Aí ficamos fofocando. até chegar em casa. 

 

 

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bem  já que comecei as abobrinhas vou passar outra que nem eu entendi o que aconteceu.

E fico me perguntando pra eternidade do porque , pra que?

 

Estou na festa junina das crianças no colégio. E vejo um homem a minha frente, um pai de aluno com outros pais falando e tomando quentão , e acho ele igual ao irmão de um namorado que tive. E então fiz o impensado. (pensei errado!) Fui até ele ( a tá nessa vez eu escutei perfeitamente, vai e fala com ele, eu pensei deve ser o mesmo),

 

Então cheguei lá e larguei, Ernesto tudo bem? O homem se virou e ficou espantado, você me conhece? Sim você não é o Ernesto? ( bem era a cara do Ernesto).

 

Ele sim sou o Ernesto, mas não lembro de você.! Não lembra que namorei teu irmão o Vicente?

A pessoa: Mas eu não tenho irmão Vicente.!

Nossa! eu que não entendi mais nada.

E o homem insistiu!. Mas como você sabia meu nome?

Aí eu não resisti, nunca fiz isso , mas disse claramente pra ele. É que eu tenho um amigo aqui que fica no meu ombro ele disse pra eu falar com você. Ele se chama Humberto. (mentira tem nada disso, eu só falei brincando, mas que escutei um dizendo vai até o Ernesto escutei, e larguei esta).

 

E expliquei também que eu conhecia um Ernesto cópia deste outro. 

E aí ficou por essa mesma o Homem espantado.

Creio que isso é para a outra pessoa pensar. Como no caso do Antonio Luiz.

Todos os dois deveriam estar questionando algo. Foi o que presumi e eu servi de meio para eles, ou buscarem . Ou foi a resposta deles. 

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Você é louco se não fosse louco você estaria na dimensão devida.

https://www.facebook.com/watch/?v=584945048504949 

pERFEITO.
NÃO FIQUE TRISTE EU ME CUREI DE TUDO QUE É PORCARIA QUE TINHA. QUANDO ENFIM TARDE ENTENDI, QUE A GENTE CONVIVE SÓ COM GENTE FILHAS DAS PUTAS.!
QUE NUNCA MESMO SE PÕE NO LUGAR DE OUTRA PESSOA E ALÉM DISSO TEM PSICOSE (FAZEM VIAGEM MENTAL TE JULGANDO CONFORME A MERDA QUE VAI NA CABEÇA DELE). OU AS PROJEÇÕES, TE JULGANDO NA CARTILHA QUE VAI NA ALMA DELE (DE MERDA).
AQUI
 
 
 
"Amas-me? Perguntou Alice.
Não, não te amo! Respondeu o Coelho Branco.
Alice franziu a testa e juntou as mãos como fazia sempre que se sentia ferida.
Vês? Retorquiu o Coelho Branco.
Agora vais começar a perguntar-te o que te torna tão imperfeita e o que fizeste de mal para que eu não consiga amar-te pelo menos um pouco.
Sabes, é por esta razão que não te posso amar. Nem sempre serás amada Alice, haverá dias em que os outros estarão cansados e aborrecidos com a vida, terão a cabeça nas nuvens e irão magoar-te.
Porque as pessoas são assim, de algum modo sempre acabam por ferir os sentimentos uns dos outros, seja por descuido, incompreensão ou conflitos consigo mesmos.
Se tu não te amares, ao menos um pouco, se não crias uma couraça de amor próprio e de felicidade ao redor do teu Coração, os débeis dissabores causados pelos outros tornar-se-ão letais e destruir-te-ão.
A primeira vez que te vi fiz um pacto comigo mesmo: "Evitarei amar-te até aprenderes a amar-te a ti mesma!"
Lewis Carrol in "Alice no país das maravilhas"

Professor José Hermano Saraiva JHS

 https://www.facebook.com/watch/?v=26258134140475916

eNIGMA

 https://www.facebook.com/watch/?v=1539810954817007

lengua aráuiga, = língua Árabe, buscando Arauia achou isto. Arauigo! vide livro

 https://archive.org/details/ARes193061/page/n43/mode/1up?q=Arau%C3%ADa


https://www.cervantesvirtual.com/obra/arte-para-ligeramente-saber-la-lengua-arauiga/#:~:text=Arte%20para%20ligeramente%20saber%20la%20lengua%20arauiga&text=Biblioteca%20Virtual%20Miguel%20de%20Cervantes.


https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/d3/Arte_para_ligeramente_saber_la_lengua_arauiga_-_IA_ARes42508.pdf

"Arte para ligeramente saber la lengua aráuiga" é uma
obra histórica fundamental, escrita por Fray Pedro de Alcalá e publicada pela primeira vez em Granada em 1505. 
Aqui estão os pontos principais sobre esta obra:

    Objetivo: Foi criada com o propósito de facilitar a aprendizagem da língua árabe (especificamente o dialeto granadino) para os castelhanos após a Reconquista, servindo como uma ferramenta prática de comunicação.
    Conteúdo: A obra é composta por uma gramática ("Arte") e um vocabulário ("Vocabulista"), focando na conversação e na compreensão prática.
    Edições: A primeira edição é de 1505, impressa por Juan Varela de Salamanca, e houve uma segunda edição "emendada e adicionada".
    Importância Histórica: É considerada uma das primeiras gramáticas do árabe falado publicadas na Europa.
    Disponibilidade: Hoje em dia, a obra é considerada uma relíquia, mas está disponível em formatos digitais, como na Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes e no Wikisource. 


ítulo: Arte para ligeramente saber la lengua arauiga...
Autor: Pedro de Alcalá, aproximadamente 1455-¿?
Publicación original: [Granada : impressa y acabada por Juan Varela de Salamanca ... en la dicha ciudad de Granada..., 1506?]
Descripción física: 4º. il. ;
Notas generales:

    Nombre de autor y pie de imp. tomados del colofón de la obra con la que está encuadernado y de Norton.
    En port. grab. xil. esc. episcopal.
    En v. de port. grab. xil. del autor entregando su obra a Hernando de Talavera.
    Ej. mútilo de la h. final con grab. xil. de David.
    Texto a dos tintas.
    Anot. ms. en h. que precede a la port.: "A mi amigo Dn. Antonio García Blanco. Carlos Soler. Madrid, Junio 1850". Y otra: "La compré en doscientos reales en la testamentaría de Dn. Enrique Alix. Granada 1853. Juan F. Riaño"

Notas de reproducción original: Reproducción digital del original conservado en la Biblioteca de la Universidad de Granada 
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Descripción de los reinos, costas, puertos e islas que hay desde el cabo de Buena Esparanza hasta los Leyquios

 Descripción de los reinos, costas, puertos e islas que hay desde el cabo de Buena Esparanza hasta los Leyquios


    https://archive.org/details/AX072/page/n29/mode/2up?q=Arau%C3%ADa

https://idus.us.es/items/66628f17-c056-48d5-ad7f-dc3c168d0b3d

Esta obra, atribuida a
Fernando de Magallanes (c. 1518-1519), es un derrotero detallado realizado durante su etapa portuguesa. Describe la ruta marítima desde el Cabo de Buena Esperanza (África), bordeando el Índico, la India, el Sudeste Asiático hasta las islas Leyquios (actuales islas Ryukyu en Japón). 
Aspectos destacados de la descripción:

    Geografía y Navegación: Identifica puertos clave, reinos, la profundidad de las aguas, islas y costas peligrosas para la navegación portuguesa en el Índico y el Pacífico occidental.
    Contexto: Fue escrita antes de su famoso viaje de circunnavegación para España, reflejando su conocimiento profundo como piloto portugués en Asia.
    Alcance: Abarca el comercio de especias, las rutas hacia Malaca y las zonas más allá de la China, incluyendo menciones a las islas Ryukyu (Leyquios). 

El documento es una fuente geográfica fundamental para entender el conocimiento europeo del Sudeste Asiático y la ruta de la seda marítima a principios del siglo XVI.
Catalog Record: Descripción de los reinos, costas, puertos e...
Descripción de los reinos, costas, puertos e islas que hay desde el cabo de Buena Esperanza hasta los Leyquios, por Fernando de Ma...


Autoría
Magallanes, Fernando, (1470?-1521)
Editorial
Madrid : Establecimiento Tipográfico de Torrent, 1920
Descripción física
219 p.

Noticia de la gran Casa de los Marqueses de Villafranca

 http://www.bibliotecanapoletana.it/assets/archivio/libri/regno_napoli03/176.pdf

https://liburutegibiltegi.bizkaia.eus/handle/20.500.11938/71085


"Noticia de la gran Casa de los Marqueses de Villafranca" é uma
obra genealógica clássica de 1676, escrita por Jerónimo de Sosa, que detalha a linhagem e o parentesco com as principais casas nobres da Europa. Foca no 7º Marquês, D. Fadrique de Toledo Osorio, destacando a ascendência de 8 graus por ambas as linhas. 
Pontos Chave da Obra:

    Autor e Data: Frei Jerónimo de Sosa (O.F.M.), publicado em Nápoles, 1676.
    Foco Genealógico: A obra traça a árvore genealógica de D. Fadrique de Toledo Osorio, 7º Marquês de Villafranca.
    Conteúdo: Inclui descrições detalhadas da ascensão da família, escudos de armas e alianças familiares na Europa.
    Importância: É um documento histórico fundamental para o estudo da nobreza espanhola e italiana do século XVII, muitas vezes consultado em microfilme ou formatos digitais. 

O contexto histórico da obra reflete o imenso poder da linhagem Toledo Osorio, que ocupava cargos de alta importância na coroa espanhola e no Reino de Nápoles. O palácio dos marqueses, localizado em Madrid, é citado como um emblemático edifício do século XV, sobrevivente à passagem do tempo, associado a figuras ilustres como a casa de Alba. 


Author
Sosa, Jerónimo de (O.F.M.)
Title
Noticia de la gran Casa de los Marqueses de Villafranca, y su parentesco con las mayores de Europa, en el arbol genealogico de ... D. Fadrique de Toledo Osorio, septimo Marques ... / por Fray Geronimo de Sosa, de la Orden de San Francisco ...
Another authors
Porzio, grab.
Bonis, Novello de, imp.
Date
1676
Print place
Italia, Nápoles
Imprint
En Napoles : Por Nouelo de Bonis ..., 1676
Physical description
[12], 491, [8] p., [1] h. de grab. ; 4º
Notes
Sign.: a⁴, b², A-Z⁴, 2A-2Z⁴, 3A-3Q⁴, 3R²
Hoja de grabado calcográfico, retrato de D. Fadrique de Toledo Osorio: "Portius sculp"
Subject
Toledo Osorio, Fadrique de, Marqués de Villafranca -- Genealogía
Toledo Osorio, Fadrique de, Marques de Villafranca -- Genealogia


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ainda cultive uma raiva que mata Somente a tua vontade de um mundo diferente A única esperança que, no final, permanece...

 

Italo Z Direitos Autorais.
Universidade Sapienza Italia,
Professor aposentado da Sorbonne Paris.

O dever que já se dispersa
O conto de fadas linda que ainda nos ilude
- meu amor-que no tempo se esvazia
E vira a roda em um círculo perfeito
Que nunca nos inclui e na verdade nos exclui
E então que fica nessa sombra de sol
Se não o teu imperfeito silêncio, a tua
Solidão amarga, o sentido impotente
Do nada que avança, o pálido rosto
De um amor perdido, um pequeno quarto
Onde ainda cultive uma raiva que mata
Somente a tua vontade de um mundo diferente
A única esperança que, no final, permanece...
(pelo menos esse último rumo... a me dizer que eu vivo...)
de Italo Z Direitos Autorais.
Universidade Sapienza Italia,
Professor aposentado da Sorbonne Paris.

Filme "Perdido para sempre"

 pi  t5 ep 2 21;49 eu prefiro bater com a bola de boliche na minha cabeça, kkkkkkk, kkk.

Estou com o John Reeze e não abro, kkk!

está atual apesar de ter se encerrado em 2016. Previu tudo o que é possível de merda. O mundo controlado pelos "porra loucas" que acreditam que controlam as pessoas. 

E sempre disse: vai faltar merda. 

 

 Filme feito pelos neuróticos(psicóticos)  dos Norte Americanos.

Que se a pessoa quer viver sua vida de forma sustentável. Eles não querem. 

Você tem que fazer parte da merda do "Capitalismo Selvagem".

E se acreditar normal. Matando crianças do outro lado do mundo.

(Genio Indomável).

 

 

 

O filme merecia receber o nome "Achado para sempre".

E o fim do filme = MERDA!

 

Aqui John dias de hoje:

Acharam um homem morando sua vidinha numa caverna. Pescando, caçando e vivendo, sua vida sentindo a brisa e feliz, sozinho.

E o que estão fazendo? Vão arrastar o homem pra selva de pedra. 

Tudo normal. 

Para ele conviver normal, com pessoas neuróticas, psicóticas, e todo o demais resto de maluquices.

Isso = Maravilhoso!

Leiam novamente insisto : Os Protocolos dos Sábios do Sião.

E vão entender.

Não custa ler está on line de grátis e é mais que um livreto, 50 páginas.

É Hilário pois brigam a obra é anonima. Uns jogam dizendo que foi Judeu que fez outro que foi nazista que fez, outro que foi fascista, rs!

Porque ninguém quer ser responsável por esta obra.

Magnífica por sinal. Ensinando como é que toda esta porra se processa, de forma sucinta.

Já que você fala mal de Marx, mas não leu. rs! "Otário"!!!. 

vai lá Ler "O Capital" delícia com  1.493 páginas.

pra você "Otário" que só consegue ler X. ou seja 2 linhas, rs, kkk.

 


sábado, 21 de março de 2026

bater com a bola de boliche na minha cabeça

pi  t5 ep 2 21;49 eu prefiro bater com a bola de boliche na minha cabeça, kkkkkkk, kkk

PI ALT CONTROL DEL. PRA VOCÊ ! T 04 EP 12! 

https://www.facebook.com/watch/?v=25560789873543361 

Sítio da Praça do Piro na pagina 52 do livro Systema Marcial Dedicado Dom Ioze Pedro da Camara

 

 PAGINA 51

https://bndigital.bnportugal.gov.pt/viewer/295365/download?file=cod-553_0000.pdf&type=pdf&navigator=1 

 https://archive.org/details/cod-553_0000

 https://bndigital.bnportugal.gov.pt/records?navigation=default&perpage=10&search=Theatro+Geneal%C3%B3gico&fulltext=1&child=1&bookmarks=1&sort=_score&page=11#page

https://bndigital.bnportugal.gov.pt/records/item/295365-systema-marcial-dedicado-d-om-ioze-pedro-da-camara?offset=109

Systema Marcial Dedicado D[om] Ioze Pedro da Camara / [por D. A. N.] [ Manuscrito]
 
AUTOR(ES):     
Noronha, António José de, 1720-1776
PRODUÇÃO:     
[1772?]
DESCR.FÍSICA:     
[XIII] f., 478 p., enc. : 1 mapa color. ; 19 cm
REF.EXT.:     
Descrição em: Inventario XIII - Manuscriptos/[José António Moniz]. - Lisboa : BN, 1896
NOTAS:     
Cópia
Trata-se do 1o tomo desta obra, do qual existe também uma outra cópia na BN (COD. 308); existe cópia dos 1.o e 2.o tomos na Biblioteca Pública Municipal de Évora (Colecção Manizola), e cópia do 2.a na Academia das Ciências de Lisboa (COD. 528, Série Vermelha)
Dedicatória assinada "D. A. N." (abreviatura de de D. António de Noronha), a D. José Pedro da Câmara (?-1789), marechal de campo, governador e capitão-general da Índia (1774-1779)
O autor foi religioso franciscano (tendo tomado o nome de Fr. António da Purificação), bispo de Halicarnasso, que exerceu actividade diplomática e militar na Índia
Publ. com edição e introdução de Carmen Radulet na colecção das obras completas de D. António José de Noronha: Sistema marcial asiático... Lisboa : Fundação Oriente, 1994
O original foi escrito na Prisão do Limoeiro, em Lisboa, onde o autor esteve preso entre 1770 e 1772; terá sido composto entre Março de 1771 e Abril de 1772
Mapa aguarelado desdobr. entre as p. 18 e 19: "Plano e Perspectiva do sitio da Praça do Piro pelas Armas de Portugal no Abril de 1768" e "Mapa d'Arthelharia Piro e do exercito Terrestre destinado a expugnar a mesma Praça em 5 de Abril de 1768" entre a p. 160 e 161
Códice aparado
Encadernado com pastas de cartão revestidas a pele castanha; título na lombada: "Systema/Marcial"
CONTEM:     
Plano e perpectiva das ilhas e províncias de Goa e praças dos visinhos. S. d. (fim do séc. XVIII) (f. 18)
TÍT. UNIF.:     
Sistema marcial asiático, político, histórico, genealógico, analítico e miscelânico
END. WWW:     
https://purl.pt/47848


Visão geral criada por IA
O documento referido é intitulado
"Plano e prespectiva da praça do Piro atacada pelas armas portuguezas no anno de 1768". Trata-se de um manuscrito cartográfico datado de 1768, que descreve um ataque militar português contra a Praça do Piro, na região de Goa, Índia. 
Detalhes sobre o manuscrito e o ataque:

    Título: "Plano e prespectiva da praça do Piro atacada pelas armas portuguezas no anno de 1768 que a não conquistarão a Aydarebikan a q.m pertence".
    Contexto: O plano mostra o local atacado pelas forças portuguesas, mas destaca que os portugueses não conquistaram a praça em 1768, pertencente a "Aydarebikan" (Hyder Ali, governante de Mysore).
    Localização do Documento: O manuscrito faz parte da coleção de mapas da Biblioteca Pública de Évora, Portugal (ou referenciado no acervo do arquivo histórico).
    Conteúdo: A representação inclui o desenho da praça (forte/fortificação) e a perspectiva das tropas/armações portuguesas utilizadas no ataque. 

Nota: Um documento similar, relatando a planta da Praça do Piro tomada em 30 de janeiro de 1791, é citado em documentos de Francisco da Cunha Menezes, indicando possivelmente múltiplas campanhas na mesma região

https://www.scielo.br/j/rh/a/MS3p7ZVCK6cS6TJhNMxV8fn/?lang=pt

https://archive.li/wip/1ZnsQ 

Diogo Lopes de Souza Alvim 1520 - 1575 casado com Isabel de Souza sua prima.

 

 https://bndigital.bnportugal.gov.pt/records/item/88464-familia-de-alvim-sua-origem-antiguidade-do-seu-apelido-suas-armas-e-solar-com-sua-genealogia-con?offset=108


https://bndigital.bnportugal.gov.pt/viewer/88464/download?file=pba-266_0000.pdf&type=pdf&navigator=1

PÁGINA 40 DO LIVRO

Família de Alvim, Sua origem, antiguidade do seu apelido, suas armas e solar, com sua genealogia continuada por varios ramos até o presente / Recopilada dos escriptos de varios autores assim impressos como manuscritos, e comprovada com muytos documentos e memorias fidedignas Por Jozeph Freyre de Monterr[oi]o Mascarenhas [ Manuscrito]
 
AUTOR(ES):     
Mascarenhas, José Freire de Monterroio, 1670-1760, compil.
ANT.POSSUIDOR(ES):     
Pombal, Marquês de, 1699-1782, ant. possuidor
PRODUÇÃO:     
1731
DESCR.FÍSICA:     
[VII] f., [161] p., [10] p. inum. : il. ; 25 cm
REF.EXT.:     
Catalogado em: José António Moniz - Inventario. Secção XIII - Manuscriptos Collecção Pombalina. Lisboa : BN, 1889
Referido em: Barbosa Machado 2, 787
PROVENIÊNCIA:     
Livraria de Sebastião José de Carvalho e Melo, 1.o Marquês de Pombal (Adquirida pela BN em 1887)
NOTAS:     
Cópia
Existe outra cópia na coleção de manuscritos da BNP (cfr. COD. 11436)
Gravura impressa colada com as armas dos Sousas Chichorros ou do Prado (f. [VI])
Paginação coeva até à p. 153
P. em branco: [58e-58j], 100, 110, 113-114, 132, 134, 153-[154]
Folhas soltas: p. 53-62, 10 p. inum.
Representação de esquemas genealógicos
Folha de título a vermelho e preto; título à cabeça e destaques a vermelho
Vestígios de restauro antigo
Encadernação meia francesa com lombada e cantos em pele e pastas de cartão revestidas a papel marmoreado; lombada com ferros gravados a ouro; códice encadernado na Biblioteca Nacional
CONTEM:     
"Tractado da Familia de Alvim" ( p. 1-112) . - Apendix. Breve Noticia da Familia de Sousa (p. 115-131) . - Breve noticia da família do apelido Homem (p. 133-152) . - "Index alphabetico, genealogico e supletorio desta obra" (p. [155-161])
TÍT. UNIF.:     
Breve notícia da família de Sousa
Breve notícia da família do apelido Homem
Tratado da família de Alvim
END. WWW:     
https://purl.pt/38473

Governador de Porto, Portugal, Diogo Lopes de Souza , n. 1585 , 27 de dezembro de 1640, filho de Henrique Lopes de Souza, Mécia de Vilhena Silva e Souza.

 https://archive.org/details/cod-909_0000_capa-capa_t24-C-R0150/page/n46/mode/1up

 

Visão geral criada por IA
D. Mécia de Vilhena Silva e Souza (c. 1550–1632) foi uma
nobre portuguesa, condessa de Miranda, casada com D. Henrique de Sousa, 1.º Conde de Miranda. Figura da alta nobreza, está sepultada no Mosteiro de São Vicente de Fora, em Lisboa, e é citada em genealogias da Casa Real Portuguesa. 

    Nome: D. Mécia de Vilhena Silva e Souza, Condessa de Miranda.
    Vida: Nascida por volta de 1550, faleceu em 1632.
    Família: Casada com Henrique de Sousa Tavares, 1.º Conde de Miranda.
    Heráldica: Mécia e seu marido foram sepultados em caixão coberto com "pano de veludo" no mosteiro, indicando alto estatuto social.
    Genealogia: Filha de D. Isabel de Vilhena. 

O nome está associado à nobreza portuguesa do século XVI-XVII. Note que o termo "Vilhena" também refere-se a uma cidade em Rondônia, Brasil, batizada em homenagem a Álvaro Coutinho de Melo Vilhena, mas o contexto histórico aponta para a nobreza de Portugal.


 MANUSCRITO Documentos com informação biobibliográfica de autores portugueses Manuscrito

by
    AUTOR(ES): Vasconcelos, José Leite de, 1858-1941, ass. manuscrita; Almeida, Francisco de, 1701-1745, 

https://rnod.bnportugal.gov.pt/rnod/winlibsrch.aspx?skey=1D0BB147ACA24B0A8236BB8C1C8F7C52&cap=&pesq=5&thes1=10004&dtype=lista&pag=1&tpp=10&sort=4&prn=true


SÃO 05 LIVROS 

https://purl.pt/22671

https://catalogo.bnportugal.gov.pt/ipac20/ipac.jsp?profile=bn&source=~!bnp&view=subscriptionsummary&uri=full=3100024~!455636~!2&ri=1&aspect=subtab13&menu=search&ipp=20&spp=20&staffonly=&term=lus%C3%83%C2%ADadas&index=.TW&uindex=&aspect=subtab13&menu=search&ri=1

https://purl.pt/22671/4/


https://catalogo.bnportugal.gov.pt/ipac20/ipac.jsp?profile=bn&source=~!bnp&view=subscriptionsummary&uri=full=3100024~!455636~!2&ri=1&aspect=subtab13&menu=search&ipp=20&spp=20&staffonly=&term=lus%C3%83%C2%ADadas&index=.TW&uindex=&aspect=subtab13&menu=search&ri=1

NRO 01
https://purl.pt/22671/4/cod-909/cod-909_item4/cod-909_PDF/cod-909_PDF_24-C-R0150/cod-909_0000_capa-capa_t24-C-R0150.pdf

Documentos com informação biobibliográfica de autores portugueses] [ Manuscrito]
 
AUTOR(ES):     
Vasconcelos, José Leite de, 1858-1941, ass. manuscrita; Almeida, Francisco de, 1701-1745, compil.
PRODUÇÃO:     
1721-1738
DESCR.FÍSICA:     
5 vol. (1o, 171 f.; 2o, 297 f.; 3o, 190 f.; 4o, 212 f.; 5o, 322 f.), enc. ; 34 cm
REF.EXT.:     
Razões que persuadem... - Ref. em: B. Machado III 697; Índice dos manuscritos que se acham... - Ref. em: Bibliografia etiopica / Silvio Zanutto. - Rome : Ministere delle colonie; Sindacato italiano arti grafiche, 1932-1936. - p. 118
Referido em: Vasconcelos, Joaquim Leite de - Da numismática em Portugal. Lisboa : Arquivo da Universidade de Lisboa, 1923. P. 178
NOTAS:     
Originais na sua maior parte
Carta del Padre Fray Luis de Granada. - Publ. em: Meditações e Homilias do Cardeal D. Henrique. Lisboa : Antonio Ribeiro, 1574
Textos em português, latim e castelhano
Tít. da lombada: Bibliotheca Lusitana
Meia encadenação em pergaminho, rótulos em pele vermelha com filetes e título em dourado
CONTEM:     
Contém cartas e apontamentos biobibliográficos de autores portugueses enviados a D. Francisco de Almeida entre 1735 e 1737 (cf. com indicação autógrafa parecendo de José Leite de Vasconcelos - COD. 909, f. de guarda). Destacam-se as cartas e apontamentos enviados por António Cerqueira Pinto, Francisco Xavier da Serra Craesbeck de Carvalho e Frei Eustáquio da Virgem Maria. Inclui: Resoens que persuadem não ser portugues o grande patriarcha S. João da Mata / composto por Fr. Simão de Brito, da mesma ordem (COD. 913, f. 22-26); Dissertação historica em que se examina qual foi a patria de Idacio e de onde era bispo / Fr. Manoel da Rocha. - Autógrafo (COD. 913, f. 35-42); Carta del Padre Fray Luis de Granada al christiano lector (COD. 913, f. 112-113); [Relações de obras em catalão e castelhano relativas à Restauração e de obras em português relativas à Guerra da Sucessão de Espanha] (COD. 913, f. 244-248); [Relação da livraria de Francisco Luís Ameno] (COD. 913, f. 163-166); [Relação da livraria de Belchior de Andrade Leitão] (COD. 913, f. 167-168); [Relações de manuscritos da livraria do Marquês Mordomo-Mór e do Marquês de Gouveia] / [feitas por D. António Caetano de Sousa] (COD. 913, f. 250-284); Indice dos manuscritos ÊAq[ue] se achão no Cartorio de Collegio de Coimbra da Comp.a de Jesus (COD. 913, f. 312-322 (v. tb. f. 195). Por vezes contém a descrição das obras, a transcrição do sumário, extractos, documentos relacionados com as mesmas, tais como censuras, etc., poesias, súplica de autor solicitando benefício, e relações de livros proibidos e de sermões de autos de fé
TÍT. UNIF.:     
Razões que persuadem não ser português o grande patriarca S. João da Mata
Dissertação histórica em que se examina qual foi a pátria de Idácio e de onde era bispo
Índice dos manuscritos que se acham no Cartório do Colégio de Coimbra da Companhia de Jesus
Carta del Padre Fray Luis de Granada al christiano lector
Relação da livraria de Francisco Luís Ameno
Relação da livraria de Belchior de Andrade Leitão
Índice dos livros manuscritos que há no Real Mosteiro de Alcobaça
Relação de manuscritos da livraria do Marquês Mordomo-Mór e do Marquês de Gouveia
Relações de obras em catalão e castelhano relativas à Restauração e de obras em português relativas à Guerra da Sucessão de Espanha
CDU:     
013(=1.469)".../17"(0.032)
027.6(469)(083.81)(0.032)
271(469)(083.81)(0.032)
651.7"1735/1737"(0.032)
END. WWW:     
https://purl.pt/22671  

https://ia802904.us.archive.org/BookReader/BookReaderImages.php?zip=/16/items/cod-909_0000_capa-capa_t24-C-R0150/cod-909_0000_capa-capa_t24-C-R0150_jp2.zip&file=cod-909_0000_capa-capa_t24-C-R0150_jp2/cod-909_0000_capa-capa_t24-C-R0150_0046.jp2&id=cod-909_0000_capa-capa_t24-C-R0150&scale=1&rotate=0

?tá certo minha casa na Irlanda. thermal bricks , dia dos tijolos, Você é o tijolinho que faltava na minha ...construção!

 https://www.youtube.com/watch?v=qDEzL5hizYE

 amei estes tijolos, 1.22  tijolos antigos, agora que ele limpou e descobriu os tijolos vão roubar tudo, rs!

https://www.youtube.com/watch?v=cmAdyWoWeB8 

thermal bricks 2, 12 2,14

Optimizing Building Thermal Insulation: The Impact of Brick Geometry and  Thermal Coefficient on Energy Efficiency and Comfort 

Figura 2. tijolo perfurado verticalmente no mercado grego.  

https://www.mdpi.com/2571-6131/6/3/89 

 

é parecido não é o mesmo tijolo não encontrei. 

 

Austria 

 

Should be titled "Tear down 80% of an old house". It may have e been just better to tear down the entire house. 

huáhuáhuá, kkkk 

30,05 41,01

perfeito o antes e o depois da reforma e pasmem não tem o depois , kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk,

kkkkkkkkkkkkk, kkkkkkkkkkkk, huáhuáhuá, só aqui 30 segundos, rs. 

https://www.youtube.com/watch?v=gU2TijeorzI 

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 aqui reformas rs

começa meu amigo é  o pior motorista da Grã Bretanha, tá certo. 

Tem um tio Poul também, rs!

outro plunker? 

 

tem tijolos também é o dia dos tijolos, 

eu amo essa música o Erik usa também. 

https://www.youtube.com/watch?v=PCEgFB9cGOQ 

 ?

https://www.facebook.com/YoutubersDaDepressao/videos/2062723607076857 

https://www.facebook.com/reel/2013571326224557

 

reforma

https://www.youtube.com/watch?v=hnHtvVaj1Sk 

https://www.youtube.com/watch?v=hnHtvVaj1Sk 

Beaver

 

 9;11;2001(kkk)

 https://www.youtube.com/watch?v=vCjvCQHX7mQ

nobiliario Genalogico Critico e Historico das mais Illustres familias deste Reyno, Familia de Galvam Frei Galvão - quem fez a canonização do Frei Galvão

 Obrigada professora Célia.

Célia Sebastiana Cadorin --a "advogada" no processo junto ao Vaticano de santificação de Antônio de Sant'Anna Galvão, o Frei Galvão-- foi homenageada hoje durante missa de agradecimento à canonização celebrada pelo papa Bento 16 na sexta-feira (11).

A cerimônia ocorreu no Mosteiro da Luz, no centro de São Paulo, construído por Frei Galvão. Célia recebeu um quadro dado por Bento 16, com a foto dele, trazendo referências às atividades de Célia como postulante e uma benção do papa.

Ela foi a postulante de Frei Galvão --nome técnico para uma espécie de defensor de uma pessoa no processo de canonização.

Sobre a sua participação numa das primeiras missas realizadas em agradecimento à canonização de Frei Galvão ela disse: "Para mim é somente um ato de louvor e agradecimento porque se não fosse Deus que me ajudasse, a gente não chegaria onde chegamos". 

 

 

https://bndigital.bnportugal.gov.pt/records?navigation=default&perpage=10&search=Theatro+Geneal%C3%B3gico&fulltext=1&child=1&bookmarks=1&sort=_score&page=4#page

https://bndigital.bnportugal.gov.pt/records/item/88497-nobiliario-genealogico-critico-e-historico-das-mais-illustres-familias-deste-reyno-sua-origem-de-ap?offset=40

https://bndigital.bnportugal.gov.pt/viewer/88497/download?file=pba-319_0000.pdf&type=pdf&navigator=1


https://catalogo.bnportugal.gov.pt/ipac20/ipac.jsp?profile=bn&uri=full=3100024~!2057847~!0


Nobiliario Genealogico Critico e Historico das mais Illustres familias deste Reyno. Sua origem de apelido Armas antigas e modernas, de que usam. Conferidas com os Livros das Armarias, e os Tittulos das familias Com os mais fididignos docomentos Que se acharam na Torre do Tombo / E Compostos Por Jozé Freyre Monterroyo. [ Manuscrito]
 
AUTOR(ES):     
Mascarenhas, José Freire de Monterroio, 1670-1760; Ericeira, 4o Conde da, 1673-1743, co-autor; Albuquerque, Diogo Rangel de Macedo e, 1671-1754, co-autor; Sousa, António Caetano de, 1674-1759, C.R., co-autor
ANT.POSSUIDOR(ES):     
Pombal, Marquês de, 1699-1782, ant. possuidor
PRODUÇÃO:     
Anno 1743-1764
DESCR.FÍSICA:     
[261], [13] f., [11] f. br., enc. ; 45 cm
REF.EXT.:     
Catalogado em: José António Moniz - Inventario. Secção XIII - Manuscriptos Collecção Pombalina. Lisboa : BN, 1889
PROVENIÊNCIA:     
Livraria de Sebastião José de Carvalho e Melo, 1.o Marquês de Pombal (Adquirida pela BN em 1887)
NOTAS:     
Cópia
Título retirado do tomo I (PBA. 318)
Para a datação considerou-se a mesma do tomo I e a que consta na f. [134a]
Partes do texto riscadas, rasuradas com anotações marginais, acrescentos ao texto e outros documentos em folhas de diferentes dimensões (f. [25-26], [81a], [83a-h], [98a], [134a])
Folhas em branco entre as várias partes da obra: [34], [154], [173-174], [198], [209-210], [217-218], [222], [226]
Esquemas genealógicos (f. [25-26], [98a])
Ex-líbris comemorativo dos 10 anos da Revolução de 28 de Maio de 1926, aposto na guarda anterior de todas as obras que foram à leitura, na Biblioteca Nacional, no ano de 1936. Divisa: ut videam
Manchado pela tinta ferrogálica e humidade; marcas da acção dos insectos: papel fragilizado nas margens
Encadernação da época, intervencionada, em pastas de cartão revestidas a pele castanha gravada com ferros a seco, com vestígos de fechos metálicos; título na lombada: "Genealogia / G. L / T[omo] [?] / Pomba[l]"
CONTEM:     
"Familia de Galvam" (f. [1-16]) . - "Familia de Gamas" (f. [17-33]) . - "Familia de Godinhos" (f. [35-74]) . - "Familia de Godins" (f. [75-78]) . - "Familia de Gorjão" (f. [79-90]) . - "Familia de Gouveas" (f. [91-114]) . - "Apologia a favor dos Gabrielistas feyta por Diogo Rangel de Macedo: resposta do Conde de Assumar contra a ditta Appologia: defesa della feyta pello filho D. Diogo Rangel e ultimam[ente] outra por Joseph Freyre Monterroyo Mascarenhas: e de D. Ant[óni]o Caetano de Souza, e Conde de Ericeyra sobre a puridade do Porteyro môr e outros fdalgos Anno de 1729" (f. [115-132]) . - "Certidaõ em q[ue] se prova, q[ue] o Mestre Gabriel Medico da Excelente Senhora naõ teve sangue Hebreo. Dada pello P[adr]e D[om] Antonio Caetano de Souza C[lérigo] R[egular]" (f. [133-134]) . - "Memoria da descendencia de Aluaro de Souza Camello, em q[ue] se prova a sua limpeza de sangue Composta pello Conde de Ericeyra D[om] Fran[cis]co Xavier de Menezes" (f. [135-146]) . - "Familia de Landim" (f. [147-153]) . - "Familia de Loronhas" (f. [155-162]) . - "Familia de Lagos" (f. [163-170]) . - "Familia de Lanções" (f. [171-172]) . - "Familia de Lucenas" (f. [175-190]) . - "Familia de Lugos" (f. [191-197]) . - "Familia de Louzeyros" (f. [199-202]) . - "Familia de Limpos" (f. [203-]) . - "Familia de Lemes" (f. [211-216]) . - "Familia de Lameyras" (f. [219-221]) . - "Familia de Lêdos" (f. [223-225]) . - "Familia de Leytes" (f. [227-242]) . - "Familia de Lobatos" (f. [243-254]) . - "Familia de Lafetâs" (f. [255-258]) . - "Familia de Lucas" (f. [259-261]) . - Integra um conjunto, incompleto, constituído por 4 tomos (PBA. 318-PBA. 321) da responsabilidade de José Freire Monterroio Mascarenhas reunidos sob o mesmo título
END. WWW:     
https://purl.pt/38269


Familia de Galvam, Gama, Godinho, Godin, Gorjão, Gouvea,Apologia a favor dos Gabrielistas feyta por Diogo Rangel de Macedo, Conde de Assumar,   Diogo Rangel, Joseph Freyre Monterroyo Mascarenhas, D. António Caetano de Souza, Conde de Ericeyra, Anno de 1729,  Mestre Gabriel Medico da Excelente Senhora naõ teve sangue Hebreo,   Dom Antonio Caetano de Souza, Clérigo Regular, descendência, Aluaro de Souza Camello, Dom Francisco Xavier de Menezes,  Landim, Loronha, Lago, Lançõe, Lucena, Lugo, Louzeyro,  Limpo, Lemes, Lameyras, Lêdos, Leyte, Lobato, Lafetâs, Lucas


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sexta-feira, 20 de março de 2026

Dom Gonçalo Annes de Menezes, o Raposo página 27/archive.org/details/pba-318_0000/page/n27/mode/2up

 https://ia600104.us.archive.org/BookReader/BookReaderImages.php?zip=/5/items/pba-318_0000/pba-318_0000_jp2.zip&file=pba-318_0000_jp2/pba-318_0000_0027.jp2&id=pba-318_0000&scale=2&rotate=0

Dom Gonçalo Annes de Menezes, o Raposo
Nascimento: ~ 1230
Origem: Portugal

Nasceu por volta de 1233, em Castela.

Filho de Dom João Affonso Telles de Menezes e de Elvira Gonzalez Giron.

 

 

Gonçalo foi Rico-homem em Castela.

 

Casou-se com Dona Urraca Fernandes de Lima, filha de Dom Fernando Annes de Lima e de Dona Theresa Annes da Maya.

Foi pai de três filhos e três filhas:

1.1. Dom Affonso Telles de Menezes, o Raposo, Conde de Ourém, casado com Berengária Lourenço de Valladares, filha de Lourenço Soares de Valladares e de sua segunda esposa, Sancha Nunes de Chacim.

1.2. Dom Ruy Gonçalves de Menezes, o Raposo, casado com Maria Nunes de Aza.

 

 

Ruy foi Cavaleiro Fidalgo.

 

1.3. Sancha Gonçalves de Menezes, casada com João Fernandes Coronel, filho de Fernão Gonçalves Coronel e de Sancha Vasques da Cunha. João faleceu após 1332.

 

 

João foi senhor de Ralanhos.

 

1.4. Dom João Gonçalves de Menezes, o Raposo, casado com Dona Theresa Álvarez, filha de Álvaro Diaz de Castañeda e de [...]. Sem filhos.

1.5. Dona Beatriz Gonçalves de Menezes, casada com João Pires da Nóvoa, filho de Nuno Gonçalves da Nóvoa e de sua segunda esposa, Dona Elvira Pires de Ambia.

1.6. Dona Maria Gonçalves de Menezes, casada com Gonçalo Annes de Vinhal.

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https://catalogo.bnportugal.gov.pt/ipac20/ipac.jsp?profile=bn&uri=full=3100024~!2057764~!0

https://archive.org/details/pba-318_0000
https://bndigital.bnportugal.gov.pt/records/item/88484-nobiliario-genealogico-critico-e-historico-das-mais-illustres-familias-deste-reyno-sua-origem-de-ap?offset=39


Nobiliario Genealogico Critico e Historico das mais Illustres familias deste Reyno. Sua origem de apelido Armas antigas e modernas, de que usam. Conferidas com os Livros das Armarias, e os Tittulos das familias Com os mais fididignos docomentos Que se acharam na Torre do Tombo / E Compostos Por Jozé Freyre Monterroyo. [ Manuscrito]
 
AUTOR(ES):     
Mascarenhas, José Freire de Monterroio, 1670-1760
ANT.POSSUIDOR(ES):     
Pombal, Marquês de, 1699-1782, ant. possuidor
PRODUÇÃO:     
Anno 1743
DESCR.FÍSICA:     
[321], [19] f., [13] f. br., enc. ; 45 cm
REF.EXT.:     
Catalogado em: José António Moniz - Inventario. Secção XIII - Manuscriptos Collecção Pombalina. Lisboa : BN, 1889
PROVENIÊNCIA:     
Livraria de Sebastião José de Carvalho e Melo, 1.o Marquês de Pombal (Adquirida pela BN em 1887)
NOTAS:     
Cópia
Título enquadrado por moldura caligráfica
Esquemas genealógicos (f. [163-164], [171a])
Partes do texto riscadas, rasuradas com anotações marginais, acrescentos ao texto e outros documentos em folhas de diferentes dimensões (f. [89a], [132a-j], [163-164], [171a])
Folhas em branco entre as várias partes da obra: [59], [95-96], [160], [172-174], [178], [184], [196], [220], [239], [250-251], [255], [262-263], [279], [293-294], [302-303]
Ex-líbris comemorativo dos 10 anos da Revolução de 28 de Maio de 1926, aposto na guarda anterior de todas as obras que foram à leitura, na Biblioteca Nacional, no ano de 1936. Divisa: ut videam
Manchado pela tinta ferrogálica e humidade; papel fragilizado nas margens
Encadernação da época em pastas de cartão revestidas a pele castanha gravada com ferros a seco; título na lombada: "Genealogia / A / To[mo] [I] / Pombal"
CONTEM:     
"Familia de Aguiares" (f. [2-26]) . - "Familia de Aguilares" (f. [27-41]) . - "Familia de Achioli" (f. [42-58]) . - "Familia de Alteros" (f. [60-70]) . - "Familia de Alcoforados" (f. [71-94]) . - "Familia de Angel" (f. [97-100]) . - "Familia de Abreu" (f. [101-159]) . - "Familia de Aboim" (f. [161-171a]) . - "Familia de Abelhos" (f. [175-177]) . - "Familia do appellido de Abrantes" (f. [179-183]) . - "Familia de Albuquerque" (f. [185-192]) . - "Familia de Alarcão" (f. [193-195]) . - "Familia de Amorim" (f. [197-204]) . - "Familia de Avilez" (f. [205-219]) . - "Familia de Alvellos" (f. [221-235]) . - "Familia de Ambrões" (f. [236-238]) . - "Familia de Antas" (f. [240-249]) . - "Familia de Alvos" (f. [252-254]) . - "Familia de Alcaçovas" (f. [256-254]) . - "Familia de Amados" (f. [264-254]) . - "Familia de Azevedos" (f. [280-301]) . - "Familia de Alvarinhos" (f. [304-307]) . - "Familia de Azambujas" (f. [308-321]) . - Integra um conjunto, incompleto, constituído por 4 tomos (PBA. 318-PBA. 321) da responsabilidade de José Freire Monterroio Mascarenhas reunidos sob o mesmo título
END. WWW:     
https://purl.pt/38782

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Amaya, Diccionario heráldico y genealógico de apellidos españoles y americanos

 Amaya

Obs eu li este nome em outro lugar. E fiquei em dúvida se era erro, e seria Maya, não é está aí. Só não lembro exatamente onde. Mas não modifiquei, era em um documento de Portugal. Ou genealogia.

https://books.google.com.ec/books?id=zYHRAAAAMAAJ&lr= 

https://archive.org/details/enciclopediaher08garc_20260211/page/n138/mode/1up 

POR IA
OBRIGADA 
El
Diccionario heráldico y genealógico de apellidos españoles y americanos, obra cumbre de Alberto y Arturo García Carraffa publicada principalmente entre 1920-1963, es una monumental enciclopedia de más de 80 volúmenes. Detalla el origen, historia y escudos de armas de miles de apellidos, siendo una referencia fundamental para genealogía hispana.
Características clave de la obra:
  • Autores: Alberto y Arturo García Carraffa.
  • Alcance: Incluye genealogías de familias españolas y sus ramas asentadas en América.
  • Formato: Consta de 86-88 volúmenes, a menudo referidos como Enciclopedia heráldica y genealógica hispano-americana.
  • Contenido: Describe la historia del linaje y detalla la heráldica (escudos) a color.
  • Continuación: Fue continuado por el Diccionario hispanoamericano de heráldica, onomástica y genealogía.
Esta obra es una fuente primaria utilizada en el Archivo Histórico Nacional de España y por investigadores genealógicos


 

Nobiliário Genealogico, Das Famillias Illustres De Portugal. [ Manuscrito],by não informado, Catalogado em: José António Moniz - Inventario. Secção XIII - Manuscriptos Collecção

 https://bndigital.bnportugal.gov.pt/records/item/88517-nobiliario-genealogico-das-famillias-illustres-de-portugal?offset=16

https://catalogo.bnportugal.gov.pt/ipac20/ipac.jsp?profile=bn&uri=full=3100024~!2058321~!0

Nobiliário Genealogico, Das Famillias Illustres De Portugal. [ Manuscrito]

Nobiliário Genealogico, Das Famillias Illustres De Portugal. [ Manuscrito]
 
AUTOR(ES):     
ANT.POSSUIDOR(ES):     
Pombal, Marquês de, 1699-1782, ant. possuidor
PRODUÇÃO:     
Em Lisboa: No Anno de Mil e sete sentos
DESCR.FÍSICA:     
2 tomos, enc. ; 32 cm
REF.EXT.:     
Catalogado em: José António Moniz - Inventario. Secção XIII - Manuscriptos Collecção Pombalina. Lisboa : BN, 1889
PROVENIÊNCIA:     
Livraria de Sebastião José de Carvalho e Melo, 1.o Marquês de Pombal (Adquirida pela BN em 1887)
NOTAS:     
Cópia
Partes do texto riscadas, rasuradas, com correcções interlineares, anotações marginais e acrescentos, por vezes, em fragmentos introduzidos entre as folhas ([142a])
Folhas em branco: tomo I: 30, 43, 53-55, 60, 66, 77, 90, 92-93, 119-120, 132-133, 149-150, 157-158, 161, 182, 197-198, 271, 277-280, 292, 337, 356, 360; tomo II: 26, 31, 39, 48, 65, 109, 126, 134, 161, 193, 216, 219, 246, 255-256, 263, 274, 276, [288-291]
Ex-líbris comemorativo dos 10 anos da Revolução de 28 de Maio de 1926, aposto na guarda anterior de todas as obras que foram à leitura, na Biblioteca Nacional, no ano de 1936. Divisa: ut videam
Vestígios de restauro antigo
Manchado pela humidade e tinta ferrogálica; marcas da acção dos insectos; partes do texto com a tinta esmaecida; aparado
Encadernação, intervencionada, em pastas de cartão revestidas a papel marmoreado; corte salpicado
CONTEM:     
Tomo I: "Primeira Parte.". - [VIII], 364 f., [32] f. br."Titulo dos oliveiras" (f. 172-174) . - "Indice das Cazas Illustres de Portugal que Comtem este liuro, os numeros significaõ as folhas a que vam" (f. [II-IV]) . - "Titulo Dos Pereiras [...]" (f. 1-2) . - "Titulo de D. Rodrigo Frois [...]" (f. 3-11) . - "Titulo de D. G[onça]lo P[erei]ra que foi Arse Bispo de Braga [...]" (f. 11 v.-12) . - "Caza da Feira" (f. 13-19) . - "Pereiras de Cerpa e Saõ de Santarem" (f. 24-26) . - "Titulo dos Pereiras de Lacerda" (f. 26-29) . - "Titulo dos Castros" (f. 31-33) . - "Caza de Crasto das Treze Aruellas" (f. 34-42) . - "Caza de Monsanto Castros de Seis Aruellas" (f. 44-52) . - "Castros de Melgaco" (f. 56-59) . - "Titulo dos Telles E Menezes" (f. 61-65) . - "Caza de Cantanhede" (f. 67-76) . - "Caza donde Ueo o Conde Prior e outros muitos Menezes" (f. 78-86) . - "Conde de Tarouca" (f. 87-89) . - "Caza do Alferes Mor" (f. 91) . - "Titulos dos Souzas" (f. 94-102) . - "Senhores de Bringel" (f. 102-105) . - "Conde do Prado" (f. 106 v.-108) . - "Caza dal Coentre" (f. 109-111) . - "Souzas Chichorros" (f. 111-112) . - "Titulo dos Mais Souzas da mendes" (f. 113-118) . - "Titulo dos Souzas e camellos" (f. 121-123) . - "Hu[n]s Sousas" (f. 124-125) . - "Titulo dos Almadas e Abranches" (f. 126-131) . - "Titulo dos Silueiras" (f. 134-138) . - "Mais Silueiras" (f. 139-140) . - "Lobos Barões de Aluito" (f. 141-144) . - "Caza do Conde de Sarzedas" (f. 144 v.-145) . - "Caza do Capitão da Goarda Calharises" (f. 146-148) . - "Titulo dos Camara de Lobos" (f. 151-156) . - "Titulo dos Cesares" (f. 159-160) . - "da geracão dos Siluas de Portugal" (f. 162-163) . - "Caza de Campo Maior e Portalegre" (f. 164-167) . - "Caza de Portalegre" (f. 168-170) . - "Mais Siuas de Campo Maior" (f. 171-172) . - "Aqui torna ao septimo parrafago atras de Gomes paes de seu 2o filho Joam Gomes da Silua" (f. 173-175) . - "Aqui entra a Caza do Regedor" (f. 176-181) . - "Silua Telles" (f. 183-187) . - "Filhos bastardos de Joaõ Gomes da Silua" (f. 188-189) . - "Caza da Chamusca que descendem de G[onçal]o Gomes da Silua" (f. 190-195) . - "Trata como nos Siluas donde des[c]endem dom Paio Correia" (f. 196) . - "Titulo del Rei Ramiro de Liaõ [...]" (f. 199-203) . - "Titulo donde des[c]endem os Cunhas" (f. 204) . - "Tornando a D[om] Vasco Lourenco da Cunha" (f. 205) . - "Contaremos agora de f[ilh]o de D[om] Vasco Lourenco da Cunha e dos q[ue] delle des[c]endem [...]" (f. 206-208) . - "Duques de Escalona" (f. 208 v.-210) . - "Condes de la Puebla" (f. 211-213) . - "Perones duques de Osuna" (f. 213 v.-216) . - "Cunhas Condes de Valenca" (f. 217-218) . - "Torna aos Cunhas [...]" (f. 219-223) . - "Outro Ramo de Cunhas" (f. 224-228) . - "Caza dos Cunhas do Cais do Crauaõ" (f. 229-230) . - "Condes de bom dia em Castello" (f. 231-232) . - "Senhores de Pinto E Caracena" (f. 233) . - "Marques de falses" (f. 234) . - "Cunhas d'Albuquerques" (f. 235-242) . - "Titullo de mais Albuquerques" (f. 243-247) . - "Titullo das geracois dos Mellos q[ue] Mais Longe se puderaõ alcansar" (f. 248) . - "Titulo dos Mellos" (f. 249-251) . - "Caza datalaia e Pouos" (f. 252) . - "Caza de oliuensa" (f. 253-255) . - "Outro Ramo dos Mellos" (f. 255 v.-261) . - "Outra linha donde a Caza do monteyro mor vem [...]" (f. 262-265) . - "Caza do monteyro Mor" (f. 266-270) . - "Titulo dos Gamas" (f. 272-276) . - "Mais outros Manoeis de Castella Seg[u]indo a geracão Argote de Molina" (f. 281-282) . - "Senhores de cheles" (f. 283-284) . - "Titulo dos Tauoras" (f. 285-289) . - "Marqueses de tauora" (f. 291) . - "Titulo dos mouras e Rolins" (f. 292-299) . - "Titulo dos Azeuedos" (f. 300-314) . - "Titullo dos Ataides" (f. 315) . - "Casa datougia" (f. 316-317) . - "Caza da Castanheira" (f. 318-321) . - "Ataydes Outra Linha" (f. 321 v.-322) . - "Titulo Dos Barretos" (f. 323-330) . - "Titulo de freires de Andrade" (f. 331-336) . - "Titulo dos furtados e mendonsas" (f. 338-340) . - "Caza de Jorge furtado" (f. 340 v.-341) . - "De João de Mendonça e hu[m] f[lh]o 3o" (f. 342-343) . - "Caza de Mourão" (f. 344-345) . - "Caza de Tristão de Mendonca de Santa Clara" (f. 346-348) . - "Titulo dos Limas" (f. 349-355) . - "Titulo dos castellos Brancos" (f. 357-359) . - "Caza do Conde de Uillanoua" (f. 361-364) . - Tomo II: "Segunda Parte.". - [VIII], 287, [5] f., [22] f. br. . - "Indice [...]" (f. II-IV) . - "Correas da Silua" (f. 1-4) . - "Titulo dos Atouguias e Correas" (f. 5-8) . - "Titullo dos malafais" (f. 9-10) . - "Titulo dos Riba do Douro donde Vem os Coelhos" (f. 11-14) . - "Coelhos freires de monte aluo" (f. 14 v.-15) . - "Titullo dos Almeidas" (f. 16-25) . - "Titulo dos Saas" (f. 27-30) . - "Titulo dos Mascaranhas" (f. 32-38) . - "Titulo da Caza de M[anu]el Correa de Lacerda" (f. 40) . - "Titulo dos mirandas" (f. 41-45) . - "Caza do estribeiro mor" (f. 46-47) . - "Titulo dos Craualho" (f. 49-53) . - "Craualhos Patalins" (f. 54-55) . - "Titulo dos Cabreiras donde Vem os de uasconselos e hos Aluillas e os Ribeiros" (f. 56-64) . - "Titulo dos Coutinhos [...]" (f. 66) . - "Caza de Marialua" (f. 67-73) . - "Caza de Borba e do Redondo" (f. 74-80) . - "Mais Coutinhos" (f. 81-82) . - "Titulo dos de Larcão" (f. 83-85) . - "Titulo dos Noronhas" (f. 86-90) . - "Caza do Conde de Linhares" (f. 91-92) . - "Marques de Villa Rial" (f. 93-95) . - "Caza do Conde de Linhares por Baronia" (f. 95) . - "Tornando a falar nos filhos do 1o Marques" (f. 96-101) . - "Titulo dos Noronhas e Anriques da Ilha da Medeira" (f. 102-104) . - ́"Titulo dos Enriques" (f. 105-108) . - "Titulo dos desa de Vasconcellos" (f. 110-116) . - "Caza de penela" (f. 116-118) . - "Titulo dos pecenhas" (f. 119-123) . - "Titulo dos Soares dalbergaria" (f. 124-125) . - "Titulo dos Britos" (f. 127-133) . - "Titulo dos Siqueiras" (f. 135-138) . - "Titulo dos Abreus de Regalados" (f. 139-144~) . - "Titulo dos Magalhaes" (f. 145-149) . - "Titulo dos Sanpaios" (f. 150-154) . - "Titulo dos Lemos" (f. 155-156) . - "Machados" (f. 157-159) . - "Titulo dos Guedes" (f. 160) . - "Titulo dos Cortes Reaes" (f. 162-165) . - "Titulo dos Monises" (f. 166-171) . - "Titulo dos oliveiras" (f. 172-174) . - "Titulo dos Cabrais" (f. 175-176) . - "Titulo dos Carualhaes" (f. 177-180) . - "Senhores de Craualhaes" (f. 180 v.-181) . - "Hu[n]s Costas" (f. 182-184) . - "Titulo da Linhagem de Alu[ar]opaes" (f. 185-186) . - "Titulo de Algu[n]s Paes E minas" (f. 187-188) . - "Titulo dos sandes" (f. 189) . - "Aguiares" (f. 190-191) . - "Titulo dos Galuois" (f. 192) . - "titulo dos gois" (f. 194) . - "Titulo de Algus figueiras" (f. 195-196) . - "Titulo dos figueiredos" (f. 197-199) . - "Titulo de mais fig[uei]r[e]dos" (f. 200-202) . - "Titulo dos da gram" (f. 203-205) . - "Hu[n]s brandoes" (f. 206-207) . - "Titulo dos Carneiros dalcaceua" (f. 208-209) . - "Titulo dos pantoias" (f. 210) . - "Titulo dos falcois" (f. 211-212) . - "Titulo dos Ba[n]dannhas" (f. 213-214) . - "Saldanhas" (f. 215) . - "Caza dos saldanhas de S[an]to Amaro" (f. 217-218) . - "Anhais" (f. 220-221) . - "Juzartes" (f. 221 v.-223) . - "Pementeis" (f. 224-227) . - "Titulo dos Teixeiras" (f. 228-229) . - "Correa Baharem" (f. 229 v.-230) . - "Torres" (f. 231-233) . - "Titulo dos Misquitas" (f. 234-240) . - "Titulo dos Ueigas" (f. 241-243) . - "Hu[n]s Andrades" (f. 244-245) . - "Farias" (f. 246 v.-249) . - "Titulo dos Botelhos Antiga linhagem" (f. 250-251) . - "Caza datalaia Manues" (f. 252-254) . - "Titulo da Rial Caza de Barganca e Seus Ramos" (f. 257-260) . - "Caza de Uimioso" (f. 261-262 . - "Caza do Conde de lemos" (f. 264-265) . - "Caza do Comendador Mor" (f. 266-267) . - "Faros" (f. 267 v.-269) . - "Caza do Conde de tentugal" (f. 269-270) . - "Caza do Conde de Galues" (f. 271) . - "Caza do Mestre e do Duque daUeiro" (f. 272-273) . - "Caza do Comendador Mor de Auis" (f. 275) . - "Caza Real cuios feitos senaõ poim aqui porq[ue] andaõ nas coronicas [...]" (f. 271-[292] v.)
END. WWW:     
https://purl.pt/38272

    

quinta-feira, 19 de março de 2026

quarta-feira, 18 de março de 2026

impermanência

 

A consciência da impermanência não gera apenas desapego, mas também valorização intensa do agora e compreensão da não fixidez dos "cinco agregados" (corpo, sensações, percepções, conexões neurais e consciência).


Abbade de Duas Igrejas, Provifor, Vigario Geral e Governador do Bifpado de Miranda Lisboa, Manoel de Mattos Botelho

 P. frei Henrique de Sousa de Jesus Maria
(carmelita calçado)
Manoel de Mattos Botelho
Soneto Idem Antonio Gomes Ferrão Castellobranco
(Fidalgo da Casa de Sua Magestade)
Ao mausoléu de Manoel de Mattos Botelho

5 BARROS Joam Borges de. Relação summaria dos funebres obsequios as memorias
do reverendissimo Doutor Manoel de Mattos Botelho: Abbade de Duas Igrejas, Provi-
for, Vigario Geral e Governador do Bifpado de Miranda (...)Lisboa, na Regia Officina
SYLVIANA e da Academia Real, 1745

 http://www.cbha.art.br/coloquios/2006/pdf/55_XXVICBHA_Nelson%20Porto%20Ribeiro.pdf

Manuel de Matos Botelho, clérigo que atuava como provisor e
governador do bispado de Miranda, em Portugal, e que era irmão
de D. José Botelho de Matos (1678-1767), arcebispo da Bahia e
metropolitano dos Estados do Brasil, Angola e São Tomé. 

https://sistemabu.udesc.br/pergamumweb/vinculos/0000a6/0000a6e3.pdf 

 https://ia800604.us.archive.org/BookReader/BookReaderImages.php?zip=/28/items/cod-913_0000_capa-capa_t24-C-R0150/cod-913_0000_capa-capa_t24-C-R0150_jp2.zip&file=cod-913_0000_capa-capa_t24-C-R0150_jp2/cod-913_0000_capa-capa_t24-C-R0150_0168.jp2&id=cod-913_0000_capa-capa_t24-C-R0150&scale=1&rotate=0

 

 

 

https://rnod.bnportugal.gov.pt/rnod/winlibsrch.aspx?skey=1D0BB147ACA24B0A8236BB8C1C8F7C52&cap=&pesq=5&thes1=10004&dtype=lista&pag=1&tpp=10&sort=4&prn=true


SÃO 05 LIVROS 

https://purl.pt/22671

https://catalogo.bnportugal.gov.pt/ipac20/ipac.jsp?profile=bn&source=~!bnp&view=subscriptionsummary&uri=full=3100024~!455636~!2&ri=1&aspect=subtab13&menu=search&ipp=20&spp=20&staffonly=&term=lus%C3%83%C2%ADadas&index=.TW&uindex=&aspect=subtab13&menu=search&ri=1

https://purl.pt/22671/4/


https://catalogo.bnportugal.gov.pt/ipac20/ipac.jsp?profile=bn&source=~!bnp&view=subscriptionsummary&uri=full=3100024~!455636~!2&ri=1&aspect=subtab13&menu=search&ipp=20&spp=20&staffonly=&term=lus%C3%83%C2%ADadas&index=.TW&uindex=&aspect=subtab13&menu=search&ri=1

NRO 01
https://purl.pt/22671/4/cod-909/cod-909_item4/cod-909_PDF/cod-909_PDF_24-C-R0150/cod-909_0000_capa-capa_t24-C-R0150.pdf
nro 02

https://purl.pt/22671/4/cod-910/cod-910_item4/cod-910_PDF/cod-910_PDF_24-C-R0150/cod-910_0000_capa-capa_t24-C-R0150.pdf

nro 03
https://purl.pt/22671/4/cod-911/cod-911_item4/cod-911_PDF/cod-911_PDF_24-C-R0150/cod-911_0000_capa-capa_t24-C-R0150.pdf

nro 4
https://purl.pt/22671/4/cod-912/cod-912_item4/cod-912_PDF/cod-912_PDF_24-C-R0150/cod-912_0000_capa-capa_t24-C-R0150.pdf

nr0 05
https://purl.pt/22671/4/cod-913/cod-913_item4/cod-913_PDF/cod-913_PDF_24-C-R0150/cod-913_0000_capa-capa_t24-C-R0150.pdf




Documentos com informação biobibliográfica de autores portugueses] [ Manuscrito]
 
AUTOR(ES):     
Vasconcelos, José Leite de, 1858-1941, ass. manuscrita; Almeida, Francisco de, 1701-1745, compil.
PRODUÇÃO:     
1721-1738
DESCR.FÍSICA:     
5 vol. (1o, 171 f.; 2o, 297 f.; 3o, 190 f.; 4o, 212 f.; 5o, 322 f.), enc. ; 34 cm
REF.EXT.:     
Razões que persuadem... - Ref. em: B. Machado III 697; Índice dos manuscritos que se acham... - Ref. em: Bibliografia etiopica / Silvio Zanutto. - Rome : Ministere delle colonie; Sindacato italiano arti grafiche, 1932-1936. - p. 118
Referido em: Vasconcelos, Joaquim Leite de - Da numismática em Portugal. Lisboa : Arquivo da Universidade de Lisboa, 1923. P. 178
NOTAS:     
Originais na sua maior parte
Carta del Padre Fray Luis de Granada. - Publ. em: Meditações e Homilias do Cardeal D. Henrique. Lisboa : Antonio Ribeiro, 1574
Textos em português, latim e castelhano
Tít. da lombada: Bibliotheca Lusitana
Meia encadenação em pergaminho, rótulos em pele vermelha com filetes e título em dourado
CONTEM:     
Contém cartas e apontamentos biobibliográficos de autores portugueses enviados a D. Francisco de Almeida entre 1735 e 1737 (cf. com indicação autógrafa parecendo de José Leite de Vasconcelos - COD. 909, f. de guarda). Destacam-se as cartas e apontamentos enviados por António Cerqueira Pinto, Francisco Xavier da Serra Craesbeck de Carvalho e Frei Eustáquio da Virgem Maria. Inclui: Resoens que persuadem não ser portugues o grande patriarcha S. João da Mata / composto por Fr. Simão de Brito, da mesma ordem (COD. 913, f. 22-26); Dissertação historica em que se examina qual foi a patria de Idacio e de onde era bispo / Fr. Manoel da Rocha. - Autógrafo (COD. 913, f. 35-42); Carta del Padre Fray Luis de Granada al christiano lector (COD. 913, f. 112-113); [Relações de obras em catalão e castelhano relativas à Restauração e de obras em português relativas à Guerra da Sucessão de Espanha] (COD. 913, f. 244-248); [Relação da livraria de Francisco Luís Ameno] (COD. 913, f. 163-166); [Relação da livraria de Belchior de Andrade Leitão] (COD. 913, f. 167-168); [Relações de manuscritos da livraria do Marquês Mordomo-Mór e do Marquês de Gouveia] / [feitas por D. António Caetano de Sousa] (COD. 913, f. 250-284); Indice dos manuscritos ÊAq[ue] se achão no Cartorio de Collegio de Coimbra da Comp.a de Jesus (COD. 913, f. 312-322 (v. tb. f. 195). Por vezes contém a descrição das obras, a transcrição do sumário, extractos, documentos relacionados com as mesmas, tais como censuras, etc., poesias, súplica de autor solicitando benefício, e relações de livros proibidos e de sermões de autos de fé
TÍT. UNIF.:     
Razões que persuadem não ser português o grande patriarca S. João da Mata
Dissertação histórica em que se examina qual foi a pátria de Idácio e de onde era bispo
Índice dos manuscritos que se acham no Cartório do Colégio de Coimbra da Companhia de Jesus
Carta del Padre Fray Luis de Granada al christiano lector
Relação da livraria de Francisco Luís Ameno
Relação da livraria de Belchior de Andrade Leitão
Índice dos livros manuscritos que há no Real Mosteiro de Alcobaça
Relação de manuscritos da livraria do Marquês Mordomo-Mór e do Marquês de Gouveia
Relações de obras em catalão e castelhano relativas à Restauração e de obras em português relativas à Guerra da Sucessão de Espanha
CDU:     
013(=1.469)".../17"(0.032)
027.6(469)(083.81)(0.032)
271(469)(083.81)(0.032)
651.7"1735/1737"(0.032)
END. WWW:     
https://purl.pt/22671


 

PI T 5 E 10 37:00 MIN.

 Momento em que o Finche finalmente entende que o sistema não é feito pra nos ajudar, o sistema a engrenagem. É feita para acabar com a huma...