sexta-feira, 3 de julho de 2026

Aline Ulyssea Nicolazzi,

 

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VIDA E MORTE MIRAMAR Memórias urbanas nos ...
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7 de fev. de 2007 — Saul Oliveira, natural de Florianópolis, que vivenciou o período transcorrido entre sua construção e demolição. Segundo o depoimento colhido ...
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NOME DO AUTOR: Saul Oliveira da Silva. TÍTULO DA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO: Simulação numérica do colapso induzido por inundação e carregamento de radiers com ...
ESTADO DE SANTA CATARINA
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25 de mai. de 2011 — Esportes da Saul Oliveira, registrado sob as transcrições nºs 20715 e. 20.763, no 1º Registro de Imóveis da Comarca de Florianópolis e.
Arquivo Publico de SC - Arquivo Público do Estado de Santa Catarina
200.19.215
http://200.19.215.26 › informationobject › browse
Ginásio de Esportes Saul Oliveira. Add to clipboard. BR SCAPESC ICONO-APESC_F2370; Item; [19--?] Part of Acervo Iconográfico.
patrimônio histórico cultural do estado
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15 - Saul Oliveira. 156. 16 - Floriano de Mello Mattos. 146. 17 - Sebastião ... Florianópolis décadas de 1920 e 1930. In: DALLABRIDA, Norberto (org ...
195 páginas

Rodolfo Fernando Pinto da Luz,

 
 - Rodolfo Fernando Pinto da Luz

 

Contadores 1945 

https://archive.org/details/paineis_de_formatura_do_acervo_do_mesc___patrimonio_2019/page/39/mode/1up?q=Nicolazzi

 Advogado

https://ccj.ufsc.br/centenario/egressos/ 

https://acervo.arquivopublico.sc.gov.br 

 

Pinto da Luz Família

https://acervo.arquivopublico.sc.gov.br/index.php/informationobject/browse?topLod=0&sort=relevance&query=Pinto+da+Luz&repos= 

https://acervo.arquivopublico.sc.gov.br/index.php/joao-pinto-da-luz-1818-1866-5 

O Cônego José Cabral de Vasconcelos Castro, conhecido como o "Apóstolo do Araraú", nasceu em 15 de março de 1850.

 O Cônego José Cabral de Vasconcelos Castro, conhecido como o "Apóstolo do Araraú", nasceu em 15 de março de 1850. Natural do município de Santa Rita, no estado da Paraíba, ele dedicou sua vida ao sacerdócio e ao trabalho missionário na região

 

https://www.lagoa.pb.gov.br/cont.php?termo=historia 

Cônego José Maria Lustosa Cabral , Nascido em Natal, capital do Rio Grande do Norte, a 7 de outubro de 1897, Rio de Janeiro 1959

 

 
 
acima é a foto do J. Cabral, que trabalhava no Jornal A Cruz.
 https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/829706/per829706_1935_00014.pdf 
Nascido em Natal, capital do Rio Grande do Norte, a 7 de ou- tubro de 1897, o padre José Maria Lustosa Cabral  e ou José Maria de Passos Cabral. (https://construindoahistoriahoje.blogspot.com/2020/07/antigos-sacerdotes-norteriograndenses.html)
 O jornal A Cruz O primeiro número do jornal A Cruz circulou em 21 de setem- bro de 1919, sob a direção do cônego André de Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti, sobrinho do então arcebispo do Rio de Janeiro, o Cardeal dom Joaquim Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti.
 https://www.academia.edu/126521774/Bibliografia_de_padre_J_Cabral
 O padre José Maria Lustosa Cabral, nasceu em Natal no ano de 1897 e foi ordenado nessa cidade, no ano de 1920, tendo exercido suas funções no estado do Rio Grande do Norte até se transferir em 1925 para São Paulo, onde foi diretor do Instituto D. Sebastião Leme. Em 1929 foi a Europa e visitou a França, Suíça, Espanha e Itália, talvez travando nesse momento seu primeiro contato direto com o Fascismo. Desde 1930
tornou-se colaborador de diversos jornais carioca, especialmente o Correio da Manhã e o Jornal do Brasil. Foi diretor do jornal da Diocese do Rio de Janeiro, A Cruz, e representava constantemente o bispo de Natal, D. Marcolino Dantas, junto ao Cardeal D. Sebastião Leme, tendo, inclusive, feito parte do colegiado de S. Pedro, onde lhe foi dado o título de Cônego, com o ofício teologal. Assinando como Padre J. Cabral escreveu
e traduziu diversas obras de devoção católicas, como Jesus Cristo Rei dos Reis, sendo que algumas destas ainda têm sido reeditadas recentemente, como a Imitação de Cristo. Suas obras no campo da moral e da teologia tiveram várias edições e boa divulgação, como Limitação da Natalidade, No terreno dos Princípios e Lutas da Mocidade. Também se destacou no campo político tendo algumas de suas obras grande repercus-
são e várias edições, como A Miragem Soviética (1933), A Questão Judaica (1937) e A Igreja e o Marxismo (1949).
 https://revistas.uepg.br/index.php/rhr/pt_BR/article/download/8111/4818/28712
https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/829706/per829706_1958_02164.pdf 
https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/829706/per829706_1955_02018.pdf 
https://archive.li/wip/4O4jx 
 =============================================
Abaixo quem é? 
 
 abaixo a ia fez uma confusão este Jose Cabral de Vasconcelos e Castro é anterior ao de cima e não sei se tem relação com "A Cruz" (rs.).
abaixo o link 
 https://www.lagoa.pb.gov.br/cont.php?termo=historia
O Cônego J. Cabral (nome completo, Cônego José Cabral de Vasconcelos Castros de Piancó?) foi uma figura proeminente no século XX. Ele se destacou como um dos mais importantes jornalistas e intelectuais católicos do Brasil, servindo como diretor e editor do influente jornal católico A Cruz por mais de duas décadas.
A sua vida e obra foram marcadas por:
  • Intelectualidade e Defesa da Fé: Era uma figura de destaque dentro do pensamento conservador católico brasileiro, escrevendo frequentemente sobre temas sociais e políticos da época, incluindo críticas ao socialismo e ao comunismo.
  • Atuação Diocesana: Teve um papel histórico de confiança na Igreja, inclusive representando o bispo em momentos cruciais da história eclesiástica no Nordeste, como na formação do patrimônio da Diocese de Mossoró, no Rio Grande do Norte, em 1935.
  • Homenagens: Devido ao seu legado histórico, o seu nome batiza logradouros em municípios brasileiros, a exemplo da Rua Cônego José Cabral em São Tomé (RN) e da Rua Cônego Júlio Cabral em Agrestina (PE)
  •  
  • https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/829706/per829706_1935_00014.pdf 

Dom Duarte Leopoldo e Silva,

  foi filho do imigrante português e alfaiate Bernardo Leopoldo e Silva e de Ana Rosa Correia Marcondes Leopoldo, integrante da tradicional família taubateana dos Marcondes. Nascido em Taubaté (SP) em 1867, ele foi o primeiro arcebispo de São Paulo.

 

https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/829706/per829706_1935_00014.pdf 

Joaquim Barata ou Magalhães Barata, Revolução Constitucionalista de 1932, Joaquim de Magalhães Cardoso Barata ,Belém, 2 de junho de 1888 — 29 de maio de 1959,

 

 

Interventor Joaquim Barata 1931, Magalhães Barata

 https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/093718/per093718_1931_00487.pdf

Major Joaquim Barata 1932

https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/093092/per093092_1932_01310.pdf 

 https://www.jornalopcao.com.br/opcao-cultural/magalhaes-barata-em-goias-1936-resgate-de-um-capitulo-esquecido%c2%b9-226780/

https://vitrinecapixaba.blogspot.com/2023/01/1931-capitao-joaquim-barata-homenageado.html 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Constitucionalista_de_1932 

 

 BARATA, MAGALHÃES
*militar; rev. 1924; interv. PA 1930-1935 e 1943-1945; const. 1946; sen. PA 1946-1954;
gov. PA 1955-1959.
Joaquim de Magalhães Cardoso Barata nasceu no distrito de Valde-Cães, em Belém do
Pará, no dia 2 de junho de 1888, filho do major Marcelino Cardoso Barata e de Gabrina de
Magalhães Barata.
Passou sua infância na cidade paraense de Monte Alegre. Assentou praça em 1904, cursou
a Escola Militar do Realengo, no Rio de Janeiro, e formou-se aspirante a oficial em 1911.
Classificado no 47º Batalhão de Caçadores, em Belém, foi promovido a segundo-tenente
em 1915. Nesse posto, comandou a guarnição da fronteira Brasil-Guiana, em Oiapoque
(AP). Em 1920 foi promovido a primeiro-tenente e transferido para o Rio de Janeiro.
Após os movimentos revolucionários de 1922, ligou-se aos “tenentes” e, em 24 de
dezembro de 1923, recebeu a incumbência de dirigir-se ao Paraná, onde, no dia 28, deveria
prender o ministro da Guerra Fernando Setembrino de Carvalho. O ato seria o sinal para
desencadear o levante simultâneo de todos os corpos de tropa aquartelados no Paraná e de
alguns do Rio de Janeiro. Entretanto, o plano foi denunciado, e Magalhães Barata foi preso
em São Paulo no dia 25, sendo recambiado diretamente para o 27º Batalhão de Caçadores,
sediado em Manaus.
Em 1924, comandava a 3ª Companhia do 27º BC quando, ao lado dos tenentes
Alfredo Augusto Ribeiro Júnior e Sebastião Mendes de Holanda, entre outros,
promoveu no dia 23 de julho a sublevação da unidade em que serviam. Os
revolucionários tomaram de assalto o quartel da polícia e o palácio do governo,
depondo a administração estadual amazonense. Instalou-se então uma junta
governativa chefiada pelo tenente Ribeiro Júnior, que durante um mês teve o
controle da região. Irradiando-se para o Pará, tropas revolucionárias ocuparam a
fortaleza de Óbidos, às margens do rio Amazonas, e tentaram assumir o controle
do rio. Entretanto, no mês de agosto, o governo federal enviou uma expedição
comandada pelo general João de Deus Mena Barreto, que à frente de uma
esquadra, em 20 de agosto, retomou a fortaleza de Óbidos, na ocasião
comandada por Magalhães Barata, e depois rumou para Manaus, que acabou
sendo abandonada pelos rebeldes. Juntamente com alguns de seus companheiros de
luta, Magalhães Barata foi preso e conduzido a Belém. Mais tarde, porém, conseguiu fugir
da prisão e refugiou-se no Uruguai, de onde retornou, via Rio Grande do Sul, apenas alguns
meses antes da Revolução de 1930.
INTERVENTOR E GOVERNADOR DO PARÁ
Em agosto de 1930, voltou clandestinamente a Belém, com identidade falsa, e
passou a se dedicar à articulação da revolução no estado. Apesar de disfarçado, foi preso
ainda antes da deflagração do movimento na casa do padre Leandro Pinheiro, um dos
principais líderes civis da revolução no Pará, e enviado para o Rio de Janeiro. Com a vitória
da revolução, deixou a prisão e rumou para Belém, onde assumiu o cargo de interventor
federal no Pará no dia 12 de novembro de 1930. Sua chegada à cidade, acompanhado de
Juarez Távora e de José Américo de Almeida, motivou uma grande manifestação popular
de apoio.
Promovido a capitão três dias depois de sua posse como interventor, e a major em
agosto de 1931, filiou-se ao Clube 3 de Outubro assim que este foi formado, e foi
um dos fundadores do Clube Político Beneficente 24 de Outubro no Pará, que
reunia outros líderes revolucionários do estado. Nas eleições para a primeira
diretoria da agremiação, realizadas em novembro de 1931, foi aclamado
presidente de honra. No mês seguinte, promoveu a fundação do Partido Liberal do
Pará. Como os demais partidos então criados pelos interventores estaduais, o
Partido Liberal do Pará apoiava claramente a política de Getúlio Vargas e era
filiado à União Cívica Nacional, reunindo as forças que promoveram a Revolução
de 1930 no estado. Entre seus membros, figuravam Abel e Mário Chermont, o
padre Leandro Pinheiro, Rodrigo da Veiga Cabral, José Carneiro da Gama
Malcher e outros.
Em setembro de 1932, o movimento constitucionalista que eclodira em julho em São Paulo
produziu reflexos em Belém. Elementos revoltosos ocuparam o prédio da Polícia Civil e
atacaram o quartel do Corpo de Bombeiros, o quartel-general do Exército e a Cadeia de São
José. O interventor Magalhães Barata comandou a repressão ao movimento, sufocando-o
com o emprego de forças do Exército, da Marinha, da polícia e do Corpo de Bombeiros.
Devido a seu hábito de percorrer sistematicamente o interior do estado, o
interventor consolidou a capacidade eleitoral de seu partido, conquistando um
apoio maciço, que no futuro iria compensar seu pouco prestígio na capital. Desse
modo, o Partido Liberal elegeu em 1933 todos os deputados paraenses à
Assembleia Nacional Constituinte. Em 1934, embora as forças de oposição ao
interventor se reunissem, formando a Frente Única Paraense (FUP), o Partido
Liberal manteve seu poderio. Nas eleições de outubro, elegeu 21 dos 30
deputados à Assembleia Constituinte estadual e sete dos nove deputados federais
da bancada paraense.
A Constituinte paraense, com data de instalação marcada para 4 de abril de 1935,
além de elaborar a Constituição estadual, tinha a atribuição de eleger o
governador constitucional do estado e dois senadores. Em princípio, Barata
contava com ampla maioria para sufragar sua própria candidatura ao governo.
Entretanto, sete deputados do Partido Liberal, recusando-se a apoiá-lo, uniram-se
aos nove deputados da FUP, constituindo assim uma maioria oposicionista
favorável à candidatura de Mário Chermont ao governo. Diante do clima de
extrema tensão que se criou, no dia 4 de abril, esses deputados, impedidos de
ingressar na Assembleia por forças policiais, asilaram-se no quartel-general da 8ª
Região Militar. Ao mesmo tempo, requereram ao Tribunal Regional Eleitoral
habeas-corpus que lhes assegurasse exercer livremente e com garantias o direito
de voto nas eleições para governador e senadores. Entrementes, o presidente da
Assembleia, Ápio Medrado, membro do Partido Liberal, reuniu o plenário, convocando
suplentes para substituir os oposicionistas. Realizada a votação, o major Magalhães Barata
foi eleito. A oposição, porém, conseguiu provimento a seu recurso, pondo em questão a
legalidade do resultado e convocando nova reunião da Assembleia para o dia seguinte.
Em 5 de abril, quando os oposicionistas se dirigiam para a Assembleia sob escolta militar e
acompanhados pelo desembargador Dantas Cavalcanti, formou-se um tumulto. A polícia
interveio, houve troca de tiros, e alguns dos deputados saíram feridos do conflito, em que
morreram dois populares. Acuados, os oposicionistas tornaram a abrigar-se na 8ª RM,
enquanto Barata se proclamava empossado e comunicava sua vitória às autoridades
federais, ao mesmo tempo em que responsabilizava o general comandante da 8ª RM pelas
cenas de violência ocorridas em Belém.
Recebendo apelos do lado derrotado e tomando conhecimento das acusações
trocadas pelas duas facções, o governo federal decidiu intervir no estado. No dia 6
de abril, Getúlio Vargas comunicou ao major Barata que o Tribunal Superior de
Justiça Eleitoral havia determinado a intervenção no Pará, e que fora nomeado
interventor o major Roberto Carneiro de Mendonça, que tomou posse no dia 12 de
abril. Em 29 do mesmo mês, após a pacificação do estado, a Assembleia
Constituinte paraense foi reaberta e elegeu, para o governo estadual, José
Carneiro da Gama Malcher, e para o Senado, Abel Chermont e Abelardo Conduru,
numa solução de compromisso entre as diversas forças políticas.
Segundo Hélio Silva, Magalhães Barata, desgostoso com os acontecimentos no
Pará, apoiou sigilosamente a Aliança Nacional Libertadora (ANL), mantendo-se
porém desvinculado da entidade para preservar maior liberdade de movimentos.
Ainda em 1935, o ex-interventor rearticulou o Partido Liberal, fazendo eleger um
novo diretório.
Magalhães Barata retornou ao serviço militar ativo em janeiro de 1936, assumindo o
comando do 6º Batalhão de Caçadores, em Ipameri (GO). Em maio do mesmo ano foi
promovido a tenente-coronel, permanecendo no comando do 6º BC até setembro de 1937.
De fevereiro de 1938 a novembro de 1939, comandou o 22º Batalhão de Caçadores, em
João Pessoa (PB), tendo sido promovido a coronel em setembro de 1939. Comandou em
seguida o 15º Batalhão de Caçadores, em Curitiba (PR), de dezembro de 1939 a agosto de
1940. Em setembro de 1940, assumiu a chefia da 21ª Circunscrição Militar, em Recife,
posto em que permaneceu até fevereiro de 1943.
No dia 8 de fevereiro de 1943, foi novamente nomeado interventor no Pará, tomando posse
12 dias depois. Desde o início de 1945, participou das gestões para a fundação do Partido
Social Democrático (PSD) em plano nacional. No dia 19 de maio fundou o PSD no Pará,
atraindo para ele seus correligionários, assumindo a presidência do diretório regional e
participando igualmente da direção nacional. Ainda em 1945, reformou-se no posto de
general de brigada.
Juntamente com Gama Malcher, que também ingressara no PSD, apoiou a candidatura do
general Eurico Gaspar Dutra à presidência da República. Com a antecipação das eleições
estaduais para o dia 2 de dezembro, junto com as federais, procurou desincompatibilizar-se
para poder se candidatar ao governo do estado, e exonerou-se da interventoria no dia 27 de
outubro. Entretanto, com a deposição de Vargas dois dias depois, ficaram suspensas as
eleições para os governos estaduais. Manteve-se contudo a eleição para presidente da
República, e decidiu-se realizar eleições para uma Assembleia Nacional Constituinte.
Candidatando-se a senador constituinte pelo PSD, o general Barata foi eleito. No Senado,
fez parte da Subcomissão de Segurança Nacional, da Comissão de Constituição e da
Comissão de Forças Armadas. As eleições para o governo do estado realizaram-se em 19
de janeiro de 1947, e nelas o senador Magalhães Barata apoiou o major Moura Carvalho,
que venceu o pleito, derrotando o general Alexandre Zacarias de Assunção, ex-comandante
da 8ª RM.
Candidato pelo PSD ao governo do estado nas eleições de 3 de outubro de 1950, o senador
Barata foi derrotado por 555 votos pelo mesmo general Zacarias de Assunção, candidato da
Coligação Democrática Paraense. Reeleito senador em 1954, voltou a se candidatar a
governador em 1955 e foi eleito, com o apoio de Juscelino Kubitschek, derrotando Epílogo
de Campos. Tomou posse em 10 de junho de 1956.
Magalhães Barata morreu em pleno exercício do mandato, no dia 29 de maio de 1959.
Considerado um dos maiores líderes da história republicana do Pará, dividiu a opinião
política do estado em duas correntes: o baratismo e o antibaratismo.
Foi casado com Georgina de Oliveira Barata, tendo deixado duas filhas.
Foi presidente honorário do Instituto Histórico e Geográfico do Pará.
A seu respeito foram publicadas as seguintes obras: Normas de um governo; psicologia de
um administrador: aspectos sociais de atos e despachos do cel. Magalhães Barata (1944),
de Coimbra Cunha, e Eu e as últimas 72 horas de Magalhães Barata (1960), de Dalila
Nogueira Ohana.
Amélia Coutinho
FONTES: ARQ. GETÚLIO VARGAS; BIB. NAC.; CAFÉ FILHO, J. Do Sindicato;
CÂM. DEP. Anais (1959-29); CÂM. DEP. Deputados; CISNEIROS, A.
Parlamentares; CORRESP. GOV. EST. PA; Cronologia da Assembléia ; CRUZ, E.
História do Pará; D’ARAÚJO, M. Cronologia; Diário do Congresso Nacional;
DULLES, J. Getúlio; Encic. Mirador; Estado de S. Paulo (19/9/1976);
FONTOURA, J. Memórias; Grande encic. Delta; INST. HIST. GEOG. BRAS.;
Jornal do Comércio, Rio (30/5/1959); LEVINE, R. Vargas; MIN. GUERRA.
Almanaque (1944); PEIXOTO, A. Getúlio; Personalidades; POPPINO, R. Federal;
ROQUE, C. Grande; SENADO. Relação; SILVA, G. Constituinte; SILVA, H.
1922; SILVA, H. 1935; SILVA, H. 1945.

 

https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/BARATA,%20Magalh%C3%A3es.pdf 

Carlos José Coelho e a Novembrada.!

 

 Sei querido Adolfo_Dias. Mas é assim uma patuscada até hoje. Mudou nada. E olha que estou vindo do futuro. Nada muda.

https://agecom.paginas.ufsc.br/files/2010/12/Livro_UFSC50Anos_2010_web.pdf

 

Nossa o meu fusquinha o "Godofredo" do Conversando com Godot. tá ali na foto. (mentira, o fusca não era nem meu, rs). 

Que saudades do godofredo.

 

Saudades da recordação: - Nosso Tempo de infidelidade de Cacilda Becker, 

Obs: isso só que ela escreveu assim da forma acima. Cada um escreve como quer. E era pra não entender nada. Você que presumiu.

Bocudo.  (roubei também não é meu, eram as fotografias da Cacilda).

 

 

IA ABAIXO SE EXPLICANDO, AFFS. 

peça com a qual você provavelmente está confundindo é "A Infidelidade ao Alcance de Todos", escrita por Lauro César Muniz e dirigida por Walter Avancini. O espetáculo fez grande sucesso nos palcos brasileiros e foi encenado com a chancela da companhia teatral de Cacilda Becker e Walmor Chagas. 
A obra estreou em setembro de 1966 e ficou em cartaz por três anos.

 

Dom Alberto José Gonçalves (Palmeira, 20 de julho de 1859 - Ribeirão Preto 6 de maio de 1945)

 

 

 

 https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/092932/per092932_1934_03256.pdf

 https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/GON%C3%87ALVES,%20Alberto.pdf

 GONÇALVES, Alberto
*religioso; sen. PR 1897-1905.
Alberto José Gonçalves nasceu em Palmeira (PR) no dia 20 de julho de 1859, filho de
Francisco José Gonçalves e de Constança Gonçalves.
Entre 1874 e 1879 estudou no Seminário Episcopal de São Paulo, tornando-se em seguida
professor e secretário da instituição. Em setembro de 1882 foi ordenado padre e rezou sua
primeira missa na capital paranaense. Em 1888, em decorrência de uma solicitação da
princesa Isabel, tornou-se responsável pela paróquia de Nossa Senhora da Luz, em Curitiba.
Buscou sempre manter bastante próximas as relações entre a Igreja e o Estado, através da
amizade com políticos e empresários ligados à corrente liberal. Em março de 1889,
nomeado pelo então presidente do Paraná, assumiu a presidência da Comissão de
Estatística da província.
Também em 1889 foi eleito deputado provincial, mas acabou não exercendo o mandato em
virtude da proclamação da República. Em fins de 1890 foi nomeado vigário geral forense e,
no ano seguinte, diretor geral de Ensino do Paraná. Em 1892 foi eleito deputado à
Assembleia Constituinte paranaense com mandato de um biênio. Foi escolhido segundo
secretário da Mesa e passou a integrar a Comissão de Instrução, Catequese e Civilização
dos Índios, além da Comissão de Estatística. Em 1894 foi reeleito por mais dois anos,
durante os quais presidiu a Mesa e compôs três comissões: de Constituição e Justiça, de
Instrução, Catequese e Civilização dos Índios, e de Redação. No decorrer dos quatro anos
apresentou diversos projetos de lei, tendo sido aprovados, entre outros, o de reforma do
ensino público e o do novo regimento da Assembleia, além da regulamentação da
aposentadoria dos funcionários públicos.
Em 1897 elegeu-se senador pelo Partido Republicano, com mandato até 1905,
tornando-se um dos principais políticos paranaenses da Primeira República. Em 1906
iniciou novo mandato de deputado estadual, o último de sua carreira política, encerrada
dois anos depois.
Em 1908 foi nomeado bispo e assumiu a diocese do município paulista de Ribeirão Preto.
Ali permaneceu 36 anos, durante os quais trabalhou pela conclusão das obras da catedral de
São Sebastião e pela construção do Palácio Episcopal. Ao longo de sua trajetória recebeu os
títulos de comendador da Coroa de Itália e de conde assistente ao Solio Pontfíicio. Como
protonário católico, foi homenageado com a cruz “Pro Ecclesia et Pontifice”. Foi membro
da Academia Paranaense de Letras, provedor da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba e
fundador do Hospital Nossa Senhora da Luz, também na capital do Paraná.
Faleceu em Ribeirão Preto em 6 de maio de 1945.
Escreveu um Compêndio de geometria e de uma Gramática latina.
Luciana Pinheiro
FONTES: BALDIN, M. Pacificador; NICOLAS, Maria. Cem anos; 

Médico Dr. Milton Simone Pereira 1910? - 1980

 

Milton Simone Pereira

Formando de Medicina em 1938? 

 

 https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=883123&pagfis=5627

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Virgílio Trindade - Virgílio Galvão Bezerra de Trindade nasceu em Fortaleza - CE? 1887,

 

 

 

https://anrl.org.br/acervo/cadeira-4/

 

 

Na fila última de trás da esquerda pra direita Virgilio Trindade

https://historianosdetalhes.com.br/historia-do-rn/foto-historica-em-frente-ao-guardiao-da-historia/ 

https://archive.li/GKwUt 

 

com

De em tempos, a Internet nos presenteia com textos, fotos e vídeos extremamente saborosos, como a foto abaixo, retirada em frente ao Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, provavelmente na década de 1950.
Nela estão, da esquerda para a direita, em primeiro plano, Mathias Maciel, Eloy de Souza, Juvenal Lamartine e Antônio Soares; em segundo plano, Floriano Cavalcanti, Bruno Pereira, Palmyra Wanderley e Carolina Wanderley; em terceiro plano, Hélio Galvão, Antônio Fagundes, Manoel Rodrigues de Melo, Aderbal de França e Bezerra Júnior; em quarto plano, Onofre Lopes, Edgar Barbosa, Nestor Lima, Francisco Ivo, Raimundo Nonato da Silva; em quinto plano, Virgílio Trindade, Otto Guerra, Paulo Viveiros e Américo de Oliveira Costa.
 

Virgílio Trindade

Virgílio Galvão Bezerra de Trindade nasceu em 1887, filho do capitão do exército José Cândido Bezerra da Trindade e Ubaldina Galvão Bezerra da Trindade. 

Foi jornalista e viveu em Manaus, Amazonas como escrivão no Cartório dos Órfãos, entre 1908 e 1910, e secretário na Secretaria de Segurança entre 1910 e 1918, quando retornou ao Rio Grande do Norte. Ele é considerado um dos grandes humoristas que o teatro potiguar já conheceu. Ele escreveu várias peças, todas eram teatro em revista, o que envolvia números musicais também. Seus musicais icluem: O Anti-Cristo e A Céu Aberto, em colaboração com Jorge Fernandes e Ezequiel Wanderley, em 1914 e 1920, respectivamente; O Ginásio Dramático por Dentro em 1915; On plus, em 1920; Pé Duro, em 1936; À Espera do Bonde, Tipos de Terra e O Homem que Sobrou. Contudo sua obra prima é a comédia Avacalhado, de 1915. Este foi um imenso sucesso apresentada pelo Ginásio Dramático no Teatro Alberto Maranhão. 

https://www.nataldasantigas.com.br/blog/dramaturgos-do-rio-grande-do-norte

https://archive.li/MA3zK 

aqui o pai no Ceará

https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/178691/per178691_1890_03109.pdf 

José Alfredo Montenegro Prefeito de BOM RETIRO - SC

  

 

José Alfredo Montenegro Prefeito de BOM RETIRO - SC

https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=883123&pagfis=3037 

https://fotostrada.com.br/tag/jose-alfredo-montenegro/ 

Antônio de Sampaio Dória, Belo Monte, 1883 — São Paulo, 1964) foi um político, jurista e educador brasileiro.

 

 

 

https://blogdoetevaldo.blogspot.com/2016/11/
https://archive.li/Z9CYW 

 

 

https://archive.org/details/edicao-00113-paginas-4 

Antônio de Sampaio Dória

 

https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=883123&pagfis=668 

A Gazeta : A Voz do Povo (SC) - 1934 a 1945 Ano 1935\Edição 00113 (1) PROCURADOR DO SUPREMO TRIBUNAL ELEITORAL, SAMPAIO DORIA

https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/docmulti.aspx?bib=acervo

https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=883123&pagfis=668
 
 https://blogdoetevaldo.blogspot.com/2016/11/
https://archive.li/Z9CYW 
 
ANTÔNIO DE SAMPAIO DÓRIA[iii] nasceu a 25 de março de 1883, em Belo Monte, Estado de Alagoas. Filho de Cândido Soares de Mello Dória, de origem sergipana, e de Cristina Leite Sampaio. No livro n. 1 de Batizados dessa Paróquia, a fls. 39-verso, consta o assento de seu batismo, feito pelo padre Antônio Soares de Mello, a 5 de agosto de 1888, sendo seus padrinhos Fortunato Francisco de Oliveira e d. Josefina Leite Sampaio. Em sua terra iniciou apenas os estudos, tendo como professor seu irmão mais velho, Pedro Soares de Sampaio Dória.

Em 1877, seu pai transferiu a residência de Lagoa Funda (atual Belo Monte) para Pão de Açúcar[iv], e em 1889, decidiu transferir-se com a família (mulher e onze filhos) para São Paulo. Lá continuou como vendedor ambulante, vendendo móveis e utensílios para casa, de cidade em cidade, até estabelecer-se em Santa Cruz do Rio Pardo, no Oeste do Estado. Dalí atingiu Jacarezinho, no Norte do Paraná, onde adquiriu fazenda de café.[v] Aliás, ainda em Alagoas, e por volta de 1875, atuava como Caixeiro Despachante, representando a empresa do italiano José Jacome Tasso.[vi] Aliás, a origem dos Dória é italiana, tendo constituído no Brasil ramos em São Vicente e na Bahia (que abrangia o território de Sergipe), mais precisamente na região de Propriá (daí os Costa Dória, Rodrigues Dória, Seixas Dória).
 

 

Ivo Maes

 https://archive.org/details/paineis_de_formatura_do_acervo_do_mesc___patrimonio_2019/page/n18/mode/thumb?q=Porto

 https://agecom.paginas.ufsc.br/files/2010/12/Livro_UFSC50Anos_2010_web.pdf

https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/docmulti.aspx?bib=acervo 

Christovão Colombo de Mello Mattos.

 Christovão Colombo de Mello Mattos.

 

Deportado em 1932

https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=892173&pesq=%22Colombo%20de%20Melo%20Matos%22&hf=hemeroteca.ciasc.sc.gov.br&pagfis=307 

Porque não é dado a reintegração de nacionalidade para Brasileiros. Eu já havia entendido a algum tempo. porque!

 — O japonês acredita que quem emigrou quando a situação estava difícil foi um traidor da nação, saiu quando o Japão mais precisava. Não é verdade. Os japoneses pobres foram incentivados pelo governo a sair do país — afirma ele, que voltou para o Brasil depois de oito anos.

https://archive.org/details/arquivo-s-v.-5/Arquivo_S_v.2/page/77/mode/1up?q=%22Mello+Mattos%22 

 https://archive.org/details/arquivo-s-v.-5/Arquivo_S_v.2/page/77/mode/1up?q=%22Mello+Mattos%22

Fazendo a genealogia das famílias alemãs, eu já havia entendido. Mesmo porque, as famílias abastadas continuaram a ter as 2 nacionalidades, agora já o pobre  não. Nacionalidade Alemã, tinha que quando chegou requerer a continuação dela na embaixada quando a chegada da família. Mas como provavelmente poucas pessoas sabiam ou tinham condições disto. Ninguém usou deste direito. 

Loucos no hospício em 1955 = saem andando falando com a mão encostada na orelha. E dizem o espião Orelhão está olhando tudo. rs! 2001 filme de 68!

 Monólito cercado por primatas na cena inicial de 2001 Uma Odisseia no Espaço

José Candido de Albuquerque Mello Mattos, 19 de março de 1964 faleceu 03 de janeiro de 1934

 

 

 

https://memoriadigital.mpmg.mp.br/wp-content/uploads/tainacan-items/4829/96976/38.10_Jose-Candido-de-Albuquerque-Mello-Mattos.pdf

https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/116408/per116408_1928_00699.pdf

 
 José Cândido de Albuquerque Mello Mattos nasceu em Salvador (BA) no
dia 19 de março de 1864. Era fi lho de Carlos Esperidião de Mello Mattos e
de Christalia de Albuquerque Mello Mattos.
Assim como seu pai, que fora promotor de Justiça e desembargador, José
Cândido bacharelou-se em Ciências Jurídicas, graduando-se, em 1887,
pela Faculdade de Direito do Recife.1
Logo depois de formado, Mello Mattos ocupou o cargo de promotor público
na cidade mineira de Queluz, atual cidade de Conselheiro Lafaiete, nomeado
pelo governador do Estado, à época chamado de presidente da província.
Sua nomeação ocorreu em 1º de maio de 1888, entrando em exercício em 16
de maio de 1888. Em 20 de maio de 1889 foi exonerado a pedido
 https://memoriadigital.mpmg.mp.br/wp-content/uploads/tainacan-items/4829/96976/38.10_Jose-Candido-de-Albuquerque-Mello-Mattos.pdf
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 https://archive.org/details/RevistaDaSemana_RJ_1924_00050/page/n26/mode/1up?q=%22Jos%C3%A9+Candido+de+Albuquerque+Mello+Mattos%22
José Cândido de Albuquerque Mello Mattos nasceu em Salvador (BA) no
dia 19 de março de 1864. Era fi lho de Carlos Esperidião de Mello Mattos e
de Christalia de Albuquerque Mello Mattos.
Assim como seu pai, que fora promotor de Justiça e desembargador, José
Cândido bacharelou-se em Ciências Jurídicas, graduando-se, em 1887,
pela Faculdade de Direito do Recife.1
Logo depois de formado, Mello Mattos ocupou o cargo de promotor público
na cidade mineira de Queluz, atual cidade de Conselheiro Lafaiete, nomeado
pelo governador do Estado, à época chamado de presidente da província.
Sua nomeação ocorreu em 1º de maio de 1888, entrando em exercício em 16
de maio de 1888. Em 20 de maio de 1889 foi exonerado a pedido. 
 https://memoriadigital.mpmg.mp.br/wp-content/uploads/tainacan-items/4829/96976/38.10_Jose-Candido-de-Albuquerque-Mello-Mattos.pdf
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O Dr. José Cândido de Albuquerque Mello Mattos (1864–1934) foi um importante jurista brasileiro e o primeiro Juiz de Menores do Brasil, nomeado no Rio de Janeiro em 1924. Ele é historicamente reconhecido por idealizar e implementar o primeiro Código de Menores em 1927, que instituiu a maioridade penal de 18 anos.
Ele também foi responsável pela fundação de instituições de amparo social, como a Casa Maternal Mello Mattos, que atendia mães e jovens em situação de vulnerabilidade.

 

 

 Sr. Dr. José Cândido Mello Mattos
 foi encarregado pelo Sr. ministro do
 interior de codificar as leis orgânicas
do Districto Federal

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https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/830380/per830380_1903_00039.pdf 

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 👇  👇

 

https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/829706/per829706_1934_00001.pdf

Na tarde do dia 3 foi a cidade surpreendida com a triste noticiando fa-
lecimento do ilustre dr. José Candido de Albuquerque Mello Mattos,
integro Juiz de Menores.


Magistrado, professor e político, ele sempre se houve de modo a hon-
rar todos os postos que era chamado a exercer, deixando traços magnifi-
cos da sua cultura e inteligência. Foi um denodado batalhador, dedi-
cando-sc, ultimamente, com extremado carinho á obra de defesa e preser-
vação da criança, numa realização admirável, que é a Casa Maternal
Mello Mattos. 

iNaturái da Baía, onde; nasceu a 19 de Março de 1864, o ilustre morto
fez o ourso: superior nas; Faculdades de Direito, ç S. Paulo e Recife, logo
ingressando- -na magistratura, como Promotor Público em Minas, de on-
de veiu para esta capital'., Deixando a Promotoria.. o dr. MelIo Mattos 

entregou-se á advocacia e, em seguida, á politica, como representanfe dá cidade na acttga Câmara
dos Dèputa-ábs. A sua atuação foi aí proveitosa aos interesses da- capital.
Interompendo a sua atividade politica, o dr. Mello Mattos voltou ao magistério, tendo sido diretor do Co-
legiò Pedro- II e do Instituto Benjamin Constant é lente da- Faculdade de Direito.

Vários são os trabalhos de sua autoria, dentre os quais- o- projeto de
reforma da  policia,, .um- ão Código Penal e. finalmente, o de assistência
aos menores abandonados

 Nas funções de Juiz- de Menores o dr. Mello Mattos, vencendo toppdai'|

uma serie de obstáculos, poude legar á cidade as importantes fundações:-
Casa Maternal Mello- Mattos, Creche Clarisse índio do- Brasil, Reco-
Ihirnento Infantil Arthur Bernardes, Casa das Maezinhas- e Escola 3 de
Outubro

Deixa o dr. Mello Mattos viuva a exma. sra. d. Francisca Elisa Far-
roso de Mello Mattos. Católico praticante, o dr. Mello Mello Mattos jamais se deteve- na
pratica de seus deveres de cristão pelos preconceitos falsos daqueles
que*superpõe o respeito _ humano *>s ditames da própria conciencia..
Com o falecimento do dr. José Cândido de Albuquerque Mello Mat-
tos perde á nossa magistratura um dos seus maiores vultos e o Brasil
um de seus filhos mais ilustres .

 

O sepultamento do grande brasileiro efetuou-se no cemitério de S. João
Batista, no dia 4, ás 10 horas, tendo o feretro saído da Casa Maternal
Mello Mattos, onde fora armada a eamara ardente, tendo o velório sido
leito por grande numero de saudosos (amiigos do extinto. Grande foi o
acompanhamento, como extraordinario também foi o numero de riquissi-
mas corôks, Justíssima homenagem prestada aquele que fora, em vida,
um abnegado trabalhador da justiça e um ímpert^rrito apóstolo da Cari-
dad 

 

Enterro do Juiz

https://archive.org/details/RevistaDaSemana_RJ_1934_00005/page/n23/mode/1up?q=%22Jos%C3%A9+Candido+de+Albuquerque+Mello+Mattos%22 

COMO A MEDICINA DEVE TRATAR OS FENÔMENOS ESPIRITUAIS? - DR. ALEXANDER MOREIRA

 https://www.youtube.com/watch?v=bJkFDfeXKuE&list=LL&index=8

quinta-feira, 2 de julho de 2026

Cônego, José de Lima Ferreira, Aracati em 1.º de Agosto de 1886

 

 


 

 José de Lima Ferreira

 Nasceu na cidade do Aracati em 1.º de Agosto de 1886. São seus pais Pedro Nolasco Ferreira e Francisca de Lima Ferreira, No Seminário de Fortaleza, mafriculou-se em 1.º de Junho de 1899; iniciou em 1904 os estudos teológicos e, aos 30 de Novembro desse ano, recebeu a primeira tonsura. Na catedral de Fortaleza foi ordenado presbitero, aos 25 de Abril ide 1909, por D. Manuel Lopes, que era então Bispo Coadjutor da Diocese. Em 1908, cursando ainda teologia, lecionou português e matemáticas no Seminário. Em Maio de 1909 substituiu interinamente a Mons. José Quinderé na coadjutoria do Patrocinio. Indo residir na Diocese de Sobral, foi nomeado vigário de Ipueiras, .em Janeiro de 1910, empossando-se da freguesia aos 10 de Fevereiro, € nesse cargo permaneceu por dez anos. No exercicio-desse paroquiato construiu duas capelas, Transferido em Junho de 1917 para a freguesia do Patrocinio na cidade de Sobral, aí permaneceu exercendo tambem o cargo de professor de latim do Liceu de Sobral, até que, deixando a paróquia, se transferiu para Fortaleza, sede do Arcebispado. Nomeado vigário da paróquia do Carmo, na capital do estado, aí fundou a “Pia União das Filhas de Maria”, a “Congregação de Moços Marianos”, o “Apostolado da Oração” e a “Cruzada Eucaristica”. Deixando Fortaleza, transferiu sua residência para o Rio-de-Janeiro, onde se encontra atualmente, É um grande apóstolo da causa da boa imprensa, Em Sobral, foi fundador do “Correio da Semana”; em Fortaleza, foi diretor dº “O Nordeste”, e, no Rio, dirigiu “A Cruz”, durante quatro anos. É cônego metropolitano da Sé do Rio-de-Janeiro, titulo que lhe foi conferido pelo Exmo. Sr. Cardial D, Sebastião Leme da Silveira Sintra. 

 

 A Cruz Jornal Administrado pelo Cônego José de Lima Ferreira.

 https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/829706/per829706_1935_00014.pdf

 https://www.institutodoceara.org.br/revista/Rev-apresentacao/RevPorAno/1941/1941-Notas_Biograficas_do_Clero_Sobralense.pdf

https://archive.org/details/album-de-fortaleza/page/n475/mode/1up?q=Nogueira 

https://archive.org/details/1955-datas-fatos-historia-ceara 

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https://www.fwa.org.br/books/album-de-fortaleza/

Originalmente publicada em 1931, a obra é um inventário cuidadoso de Fortaleza reunindo textos ricos em detalhes e imagens da vida na capital cearense na década de 1930. Estão no Álbum de Fortaleza, enumerados e fotografados, fábricas, estabelecimentos comerciais, escritórios de profissionais liberais, bancos, jornais, cinemas, artistas, personalidades do governo, e da sociedade da época, além de anúncios publicitários e artigos elucidativos sobre economia local. A edição original teve a colaboração de Meton de Alencar Gadelha (Meton Gadelha), em cuja tipografia (Tipografia Gadelha) se realizaram os trabalhos de impressão (adquirida posteriormente pelo Governo do Estado foi transformada na Imprensa Oficial).

Organizador: Paulo Bezerra
Desenhista: M. Guilherme
Fotógrafo: J. Ribeiro

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https://www.institutodoceara.org.br/revista/Rev-apresentacao/RevPorAno/1955/1955-DatasFatosHistoriaCeara.pdf
Datas e Fatos para a História do Ceará
Instituto do Ceará
https://www.institutodoceara.org.br › RevPorAno
PDF
Mandada construir por este benemérito cearense inaugurada a 6-1-1930". ... Fernandes Távora. ―. 2 de março Posse do Cônego José de Lima Ferreira como vigário da ...
53 páginas

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Aline Ulyssea Nicolazzi,

  https://www1.udesc.br/arquivos/id_submenu/2317/paineis_de_formatura_do_acervo_do_mesc___patrimonio_2019.pdf VIDA E MORTE MIRAMAR Memórias ...