quinta-feira, 16 de julho de 2026

Felisdoro Gaia 1860 - 1928?

  

 

Felisdoro Gaia

 

https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/830305/per830305_1921_00016.pdf 

Jeronymo Beretta 1880- 1940?

  

 

O Coronel Jeronymo Beretta foi uma figura proeminente da política da cidade do Rio de Janeiro. Ele atuou como influente líder político e vereador no Conselho Municipal nas primeiras décadas do século XX, notadamente ligado à região e à paróquia de Sant'Anna

https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/830305/per830305_1921_00016.pdf 

 

Depois de dado o parecer em 01 de dezembro de 1922, A Noite contava o desfecho final
das eleições. Foram diplomados os intendentes e dentre eles uma surpresa, foram
desconsideradas as contestações de Elyseu César e Azurem Furtado e foi aceita uma feita por
Jeronymo Beretta, que retirava Silva Brandão, ficando Ernesto Garcez e ele ocupando a última
vaga723. Elyseu Elias César havia sido prejudicado nas eleições municipais, tivera obtido os
votos que o elegeriam, mas não foram apurados pela Junta que, no final das contas, cumpriu o
desfecho que o impresso A.B.C. já previa, com a inclusão de Beretta e não a do parahybano. O
não reconhecimento da votação em separado de Elyseu, assemelhava-se ao que Leal definiu
como “bico de pena”, quando as mesas eleitorais interferiam no pleito, separando os votos que
achavam “suspeitos” e apresentando na feitura das atas os nomes dos eleitores que votaram nos
candidatos desejados724. Desta maneira, não precisava a Comissão Verificação de Poderes,
degolar a candidatura de Elyseu, a Junta Apuradora bastava não reconhecer a votação em
separado 

https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/34413/1/DISSERTA%C3%87AO%20Julio%20Cesar%20Pereira%20dos%20Santos.pdf 

 

m do dia, á augusta e veneranda memoria do marechal Manoel Deodoro da Fonseca.

Sala das sessões, em 21 de agosto de 1925. — Felisdoro Gaia. — Jeronymo Penido. — Zoroastro Cunha. — Ernesto Garcez. — Francisco Laginestra. — Candido Pessôa. — Henrique Guimarães. — Mario Piragibe. — Alves de Carvalho. —
Jeronymo Beretta. — Vieira de Moura. — Alberto Beaumont. — Artur Menezes.

https://archive.org/details/1925-livro-4/page/359/mode/2up?q=%22Jer%C3%B4nymo+Beretta%22 

Eduardo Xavier 1890?- 1950? Rio de Janeiro

Eduardo Xavier 1890- 1950, = nada somente um ex prefeito Eduardo Xavier Neto ( pois é ).

https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/830305/per830305_1921_00016.pdf 

máximo cuidado pois muitos homonimos. 

quarta-feira, 15 de julho de 2026

Nestor Arêas, 1870 - 1946?c c Lucia Travassos falecida em? ( não tem é uma missa em 15 04 1946, sem informa a data precisa, aniversário da falecida)

 

Nestor Arêas foi um advogado, político e figura pública brasileira ativo no Rio de Janeiro durante o início do século XX. Ele é lembrado por sua atuação política no Distrito Federal e por seu envolvimento com o meio cultural e o Sport Club Mackenzie.
Sua figura ganhou notoriedade na literatura ao ser satirizada pelo escritor Lima Barreto no conto "Um do povo", onde ele é citado ironicamente como "o grande e inolvidável Nestor Areas Mackenzie". Textos históricos de jornais da época, como os disponíveis na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional, registram sua forte presença nos debates municipais.
 trabalho na Estrada de Ferro Central do Brasil aposentadoria do Nestor 25 de novembro de 1929. Pedido de aposentadoria negado.
https://archive.org/details/1929-dezembro-14-sabado-a/1929%20Dezembro%2025%20Quarta-feira/mode/2up?q=%22Nestor+Ar%C3%AAas%22 
Intendente Municipal e cobrador da Prefeitura 
https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/830305/per830305_1921_00016.pdf 
 Aposentadoria 1938
 https://archive.org/details/1938-janeiro-10-segunda-feira-a-noite/1938%20Janeiro%2011%20Ter%C3%A7a-feira%20Correio%20da%20Manh%C3%A3/mode/2up?q=%22Nestor+Ar%C3%AAas%22
1935
https://archive.org/details/1935-junho-15-sabado-correio-da-manha/1935%20Junho%2027%20Quinta-feira%20A%20Noite/page/n5/mode/1up?q=%22Nestor+Ar%C3%AAas%22 
 
Lucia Travassos falecimento
21 de novembro de 1944
https://archive.org/details/1944-novembro-27-a-noite/1944%20Novembro%2025%20Diario%20de%20Noticias/mode/2up?q=%22Nestor+Ar%C3%AAas%22 
 

Azurem Furtado

 A foto é de qual deles?

  • Edmundo de Azurém Furtado: Deputado e presidente do Clube de Regatas do Flamengo em 1911, 1913 e 1915. Sua trajetória está detalhada no site do Museu Flamengo e em documentos da Fundação Getulio Vargas.
  • Júlio de Azurém Furtado: Ex-diretor do serviço sanitário, homenageado no Rio de Janeiro pelo
  • ] https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/830305/per830305_1921_00016.pdf

    https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/025909/per025909_1917_00016.pdf 

    Julio Cesario de Mello Recife 06/09/1876 ,28/12/1952,

     

    https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/830305/per830305_1921_00016.pdf

    https://www.camara.leg.br/deputados/2590/biografia 

    Médico e representante das áreas rurais, Cesário de Melo era um característico político das zonas
    periféricas da cidade e como tal, estava sempre atuando em defesa da questão de
    saneamento, moradia, escolaridade e melhores condições de vida para as zonas
    suburbanas do município do Rio de Janeiro, tendo que se equilibrar entre uma postura
    que lhe garantisse acesso ao poder central e a prefeitura que se imbricavam quando o
    assunto era a política e autonomia do Distrito Federal.
    O trabalho segue um caminho por muitos já trilhado, ou seja, de centrar o foco no
    percurso político de um dado ator. A pesquisa sobre a vida política de Cesário de Melo é
    estimulante, pois pouco, ou quase nada, se sabe sobre as estruturas políticas cariocas e os
    personagens políticos advindos das regiões rurais. Quando se observa a historiografia,
    ainda são colocadas as concepções de caráter generalizantes que terminam por esvaziar
    as características peculiares desses políticos rurais do antigo Distrito Federal.
    Assim, é importante destacar que as discussões aqui desenvolvidas e as
    experiências vivenciadas no meio acadêmico mostram que é possível trabalhar com
    História Política, que por muitas vezes foi duramente criticada dentro da academia, mas
    que tem um valor relevante para, certas vezes, compreender a dinamização da política
    dentro de uma microrregião ou território, nos possibilitando pensar e refletir o
    desenvolvimento de relações complexas dentro da política e do social.
    O estudo de personagens políticos tem relevância histórica para compreender sua
    influência sob dada região ou sobre o seu meio de atuação política e social. Nessa
    pesquisa há intenção de contribuir com os estudos já feitos sobre a Zona Oeste Carioca,
    mas de modo especial aqui, analisando o personagem como elemento chave das redes
    políticas, de sociabilidade, etc.


     

    https://www.ppghsuerj.pro.br/wp-content/uploads/2022/01/Wallace-Alves-dos-Santos.pdf 

    Antônio José da Silva Brandão, 1850 - 1930?

     

     

     

     Vice presidente da Associação dos Empregados do Comércio do Rio de Janeiro .

    https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=313394&pagfis=34671 

    nome "Silva Brandão" refere-se a Antônio José da Silva Brandão, que atuou como Presidente do Senado Federal e exerceu forte influência no cenário político da época. Naquele ano, o Rio de Janeiro era a Capital Federal do Brasil. A Prefeitura do Distrito Federal (antiga denominação da cidade do Rio) era administrada pelo Prefeito Carlos Sampaio, com a cidade passando por reformas urbanas, discussões orçamentárias e agitação política.

    Antonio José da Silva Brandão, o retratado, foi membro do Conselho Municipal do Rio de Janeiro, de 1917 a 1922, em dois mandatos consecutivos. Foi na sua segunda gestão que Visconti recebeu a incumbência de realizar a decoração para o vestíbulo do novo prédio do Conselho (Palácio Pedro Ernesto) [P714; P715; P716], que começou a ser construído em 1920, justamente quando Visconti voltava da Europa com sua família. A pose relaxada, a vasta cabeleira branca, a expressão cansada, reafirmam a vocação de Visconti para o retrato psicológico. Ao fundo, vêem-se alguns quadros de Visconti, inclusive um do qual a única imagem conseguida foi a de uma foto do atelier da Rua Mem de Sá, em c. 1930 em preto e branco, e aqui pode-se ter uma pálida ideia do colorido. 

    https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/830305/per830305_1921_00016.pdf 

    http://www.arvore.net.br/basto/d1.htm 

    https://archive.li/RbqU6 

     

    abaixo um homonimo ascendente na árvore genealógica. 

    https://www2.ufjf.br/ppghistoria/wp-content/uploads/sites/157/2022/03/TESE-THIAGO-TAVARES-PPGHIST%C3%93RIA.pdf 

    https://nunesdetarouca.blogspot.com/2010/07/da-silva-brandao-sao-goncalo-neves.html 

    https://archive.li/wip/oJnEu 

     

    ===========================

    abaixo é um ascendente

    O Capitão Antônio José da Silva Brandão era filho do Capitão Francisco da Rocha Brandão e de Maria Josefa de Ávila da Silva Figueiredo. 

     Tem um homonimo, pelo almanach Laemmert são  muitas pessoas com este sobrenome "Silva Brandão" provavelmente uma família muito grande.

    Tenente Coronel Antonio José da Silva Brandão dono de uma Chapelaria em Rua São José nro 04 Rio de Janeiro

     

    Presidente da Fraternidade Beneficente da Colonia Portuguesa 

    https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=313394&pagfis=18835 

    Ano 1900\Edição A00057 (1) 708 de 1433 

    https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=313394&pagfis=15721 

     

    Tristão de Alencar Araripe (Icó, 7 de outubro de 1821 Rio de Janeiro, 3 de junho de 1908

    Tristão de Alencar Araripe (Icó, 7 de outubro de 1821 Rio de Janeiro, 3 de junho de 1908) foi um
    escritor, magistrado e político brasileiro.

    https://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/3021/1/2008_Tese_AMRocha.pdf 

     

     

    ========================================????

    As datas exatas de nascimento (1865?) e falecimento (1925?) que você mencionou correspondem a José de Alencar Araripe (capitão e posteriormente major do Exército), que fez parte da tradicional família cearense Alencar Araripe. Ele era irmão do famoso crítico literário Araripe Júnior (Tristão de Alencar Araripe Júnior).
    Alguns pontos históricos e genealógicos sobre ele:
    • Nascimento e Ascendência: Nasceu no século XIX, filho do magistrado e deputado Tristão de Alencar Araripe e neto do revolucionário Tristão Gonçalves de Alencar Araripe (líder da Confederação do Equador). Ele pertencia à mesma família do grande romancista José de Alencar. 
    • Carreira Militar: Iniciou sua trajetória como alferes na Guarda Nacional e no Exército, chegando ao posto de capitão e depois major. Ele esteve envolvido e registrou episódios históricos de conflitos na região Norte do Brasil, como no Amazonas durante a virada do século XIX para o XX.

     

    Capitão Jose de Alencar Araripe 1865?- 1931

     

    Jose de Alencar Araripe, filho de Tristão Tertuliano de Alencar Araripe e Argentina Franklin de Alencar Lima - Escola de Aprendizes Artífices

     a questão é que leva a duas outras pessoas que não este.

    provavelmente um filho, ou primo de mesmo nome. Mas a data aproximada é esta pois ele estava no Exército em 1883. Abaixo. 

    E na fotografia da outra pessoa é a mesma fisionomia. 

     ====================não sei se é a mesma pessoa fui olhar a arvore desta família é imensa com vários homonimos =======================

    Capitão Jose de Alencar Araripe primo do Tristão.

    filho do Tristão Tertuliano de Alencar Araripe

     

     

    https://archive.org/details/estadodoamazona00unkngoog/mode/2up?q=%22Jose+de+Alencar+Araripe%22 

    https://archive.org/details/estado-da-parahyba-24-02-1893/ESTADO%20DA%20PARAHYBA_18-04-1893/page/n1/mode/1up?q=%22Jose+de+Alencar+Araripe%22 

    https://www.institutodoceara.org.br/revista/Rev-apresentacao/RevPorAno/2017/2017-9-registrogenealogico-tristaogoncalvesdealencarararipe.pdf 

     https://www.geni.com/people/Jos%C3%A9-de-Alencar-Araripe/6000000026606027429#/tab/media

     

    aqui tem um José de Alencar Araripe nascido em 1859

    https://www.genealogiapernambucana.com.br/livros/Dorotea%20de%20Alenquer%202022-08.pdf 

    https://archive.org/details/album-de-fortaleza/page/n490/mode/1up?q=%22Hugo+Rocha%22 

    https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/706280/per706280_1883_00001.pdf 

    vai na bola é tua MOCORONGOOOOOOOOOOOO, kkkkkPublic Domain❤💯👇

     pra você mocorongo..... 

     
    aqui descobri que dava pra ganhar dinheiro KKK
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    Historia Geral de Portugal, e Suas Conquistas, Vol. 8, Offerecida Á Rainha Nossa Senhora D. Maria I

    Escute, Zé-Ninguém!


    Esta é a obra mais "popular" de Reich, em que ele mostra o que o homem comum faz a si mesmo: como sofre, como se revolta, como homenageia seus inimigos e mata seus amigos, como sempre que conquista o poder em "nome do povo" ele o utiliza mal e transforma em algo mais cruel do que a tirania à qual estava subjugado anteriormente, nas mãos da elite.  

     aqui um documento de uma defesa de tese doutorado, tenho que rir pra não chorar olha o que o doutorando diz.

     

    rs! é triste. :

     

    "Nunca fui tão humilhado em minha vida, como nas aulas de alguns professores doutores."

     

    porque ele não leu, simples e não se liberou de entender que é feito desta forma. Você não tem e nunca teve companheiros 

    (COLEGUINHAS DE ERDA), tem inimigos, que te mostram um lado somente a da máscara =Ego.

    Enquanto te dizem sorrindo que: não! -  é fácil... não precisa! , vá pra praia passear.  Eles estão 24 horas estudando pra passar e rezando pra você se lascar, rs. A obra abaixo é simples, já tem ali uma pequena resenha da turma dos revoltados, rs. È simples nem os professores te passam o que seja vá a luta você. Porque você não entendeu que é um "sistema" (já passei lá Capitalismo SELVAGEM do Karl Marx, em quadrinhos pra nenes, kk)  de concorrência, e todos querem eliminar todos é simples. Qual o teu planeta? rs! Só você não entendeu. Corra. Se jogue no teu caminho e lute.(peguei aqui na internete um dizendo que não existe luta, existe mais que luta, se supere, corra, brigue pelos teus direitos, pelo teu caminho, pelo que quer ). Porque ninguém se importa.

    Se me contradisse sim. Pois sou gnóstica, agora uma coisa é você não querer, se concentrar outra é a vida! Faça. 

    E depois mais tarde vou pagar carma de ter escrito isso. rs! 

    Escute, Zé-Ninguém!


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    A coleção
    "As Gavetas da Torre do Tombo" não é um único livro, mas sim uma monumental série documental publicada pelo Centro de Estudos Históricos Ultramarinos de Lisboa, composta por 12 volumes, lançados entre 1960 e 1977. 
    Aqui está o que é, o que fala e qual a importância desta obra:
    1. O que são estes livros?

        Inventário/Fonte Histórica: São uma transcrição e inventário de documentos arquivados no fundo chamado "Gavetas" do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Portugal.
        Foco na Expansão: A obra foca-se principalmente em documentos relacionados com a história dos Descobrimentos portugueses, a expansão ultramarina e a administração do Império Português (África, Ásia e Brasil).
        Estrutura: Organizados em 12 volumes, organizam os documentos por "gavetas" (ou maços), identificando e descrevendo milhares de cartas e registos oficiais. 

    2. O que falam/sobre o que tratam?

        Documentos Históricos: Contêm uma grande variedade de documentos, incluindo cartas régias, ordens, bulas papais, documentos de comércio e correspondência oficial sobre a administração dos territórios ultramarinos.
        História da Expansão: Os textos fornecem detalhes sobre a vida nos territórios ultramarinos, conflitos, comércio, evangelização e a organização do Império Português entre os séculos XV e XVII.
        Documentação Médica/Social: Algumas partes também documentam a vida social e os conflitos da época em Portugal e nas colónias. 

    3. Por que se chama "Gavetas"?

        O nome provém da organização física de um dos fundos mais importantes da Torre do Tombo. No passado, documentos de grande importância e muitas vezes de natureza confidencial ou "reservada" eram guardados em gavetas específicas (o "fundo Gavetas"), em contraste com outros fundos mais organizados cronologicamente. 

    Em resumo: As Gavetas da Torre do Tombo é uma fonte documental indispensável para historiadores que estudam o Império Português, reunindo material precioso sobre a expansão marítima e colonial.
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    As Gavetas da Torre do Tombo Vol10 - Gav XIX-XX maços1-7 Centro de Estudos Históricos Ultramarinos / Gulbenkian / Torre do Tombo / A. da Silva Rego

    https://bdlb.bn.gov.br/acervo/handle/20.500.12156.3/13855

    https://purl.pt/26848

    https://purl.pt/26848/4/

    AUTOR(ES):     
    Rego, António da Silva, 1905-1986, pref.
    PUBLICAÇÃO:     
    Lisboa : Centro de Estudos Históricos Ultramarinos, 1960-1977
    DESCR.FÍSICA:     
    12 v. ; 25 cm
    CONTEM:     
    1o v.: Gav. I-II. - 943, [1] p. . - 2o v.: Gav. III-XII. - 1962. - VIII, 789, [1] p. . - 3o v.: Gav. XIII-XIV. - 1963. - VIII, 813, [1] p. . - 4o v.: Gav. XV, Maços 1-15. - 1964. - VIII, 569 p. . - 5o v.: Gav. XV, Maços 16-24. - 1965. - VIII, 741, [1] p. . - 6o v.: Gav. XVI-XVII, Maços 1-3. - 1967. - VII, 801, [1] p. . - 7o v.: Gav. XVII, Maços 3-9. - 1968. - VIII, 633 p. . - 8o v.: Gav. XVIII, Maços, 1-6. - 1970. - VIII, 727, [1] p. . - 9o v.: Gav. XVIII, Maços 7-13. - 1971. - VIII, 763, [1] p. . - 10o v.: Gav. XIX-XX, Maços 1-7. - 1974. - IX, 747, [1] p. . - 11o v.: Gav. XX, Maços 8-15. - 1975. - IX, 457, [1] p. . - 12o v.: Gav. XX, Maços 15-16 - XXIII, Maços 1-8. - 1977. - 559 p.
    CDU:     
    94(469)
    END. WWW:     
    https://purl.pt/26848


    https://bdlb.bn.gov.br/acervo/handle/20.500.12156.3/13855

    Título:     <As >gavetas da Torre do Tombo
    Autor/Colaborador:     Rego, A. da Silva, 1905-1986
    Data:     1960-
    Descrição:     2º v.: Gav. III-XII. - 1962. - VIII, 789, [1] p.
        3º v.: Gav. XIII-XIV. - 1963. - VIII, 813, [1] p.
        4º v.: Gav. XV, Maços 1-15. - 1964. - VIII, 569 p.
        5º v.: Gav. XV, Maços 16-24. - 1965. - VIII, 741, [1] p.
        6º v.: Gav. XVI-XVII, Maços 1-3. - 1967. - VII, 801, [1] p.
        7º v.: Gav. XVII, Maços 3-9. - 1968. - VIII, 633 p.
        8º v.: Gav. XVIII, Maços, 1-6. - 1970. - VIII, 727, [1] p.
        10º v.: Gav. XIX-XX, Maços 1-7. - 1974. - IX, 747, [1] p.
        11º v.: Gav. XX, Maços 8-15. - 1975. - IX, 457, [1] p.
        12º v.: Gav. XX, Maços 15-16 - XXIII, Maços 1-8. - 1977. - 559 p.
        9º v.: Gav. XVIII, Maços 7-13. - 1971. - VIII, 763, [1] p.
        Monografia
        1º v.: Gav. I-II. - 943, [1] p.
    Tipo:     material textual, impresso
    Idioma:     Português


    https://purl.pt/26848/4/tr-4956-v/tr-4956-v_item4/tr-4956-v_PDF/tr-4956-v_PDF_24-C-R0150/tr-4956-v_0000_capa-capa_t24-C-R0150.pdf
    ==========================


    =======================================

    https://www.facebook.com/ZaragozaOle/videos/1532379790175222/ 
    https://www.facebook.com/watch/?v=2195952163765719
    https://www.facebook.com/Bandas.Fanfarras/videos/1042545241028294/
    SOUSA, Manuel de Faria e, 1590-1649 Asia portuguesa. Tomo I NÚMERO 1

    https://archive.org/details/res-752-a_0000_capa-capa_t24-C-R0150/page/n216/mode/1up 

     https://pt.wikipedia.org/wiki/Afonso_de_Albuquerque

    https://archive.li/FaEbL 

    Afonso de Albuquerque (c. 1452–1462[1] – Goa, 16
    de Dezembro de 1515), cognominado o Grande, o
    César do Oriente, o Leão dos Mares, o Terribil e o
    Marte Português 

    ===========================================

    DRIVER (JOHN).

    Letters from Madeira in 1834, with en appendix illustrative of the history of the Island, climate, wines, and other information up to the yar 1838. By. London, 1898.

    Mencionado aqui

    https://archive.org/details/portugal-e-os-estrangeiros/page/n358/mode/1up 


    https://bdlb.bn.gov.br/acervo/handle/20.500.12156.3/1679 

    https://purl.pt/17099 


    Título:     Letters from Madeira in 1834: with an appendix, illustrative of the history of the island, climate, wines, and other information up to the year 1838
    Autor/Colaborador:     Sousa, António Alberto Marinho Duarte de, 1896-1950
    Data:     1838
    Descrição:     Monografia

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    Historia da guerra do Brasil contra as Republicas do Uruguay e Paraguay



    https://archive.org/details/historiadaguerr03costgoog/page/n6/mode/2up?q=%22+Jeronymo+da+Fonseca+Villa-Nova%22


    ENCONTREI AQUI NA

    Bibliotheca Lusitana

    https://archive.org/details/ds-xix-516_0000_capa-capa_t24-C-R0150/page/12/mode/1up
    =======================================

    https://purl.pt/22517 

    Descripçaõ topografica, e historica da Cidade do Porto : que contém a sua origem, situaçaõ, e antiguidades: a magnificencia dos seus templos, mosteiros, hospitaes, ruas, praças, edificios, e fontes... / feita por Agostinho Rebello da Costa
     
    AUTOR(ES):     
    Costa, Agostinho Rebelo da, ?-1791; Godinho, Manuel da Silva, 1751?-1809?, grav. met.; Maldonado, Teodoro de Sousa, 1759-?, il.; Ribeiro, António Álvares, fl. 1749-1809, impr.
    ANT.POSSUIDOR(ES):     
    Lobo, António Costa, 1840-1913, ant. possuidor
    PUBLICAÇÃO:     
    Porto : na Officina de Antonio Alvarez Ribeiro, 1789
    DESCR.FÍSICA:     
    XII, XXXII, 374, [6] p., [4] grav. extratexto, desdobr. : il. ; 4o (22 cm)
    REF.EXT.:     
    Inocêncio 1, 22
    PROVENIÊNCIA:     
    Pert. na p. de tít.: "Costa Lobo" (carimbo) PTBN: RES. 2031 P.
    NOTAS:     
    Sob pé de imprensa: Com licença da Real Mesa da Commissaõ Geral sobre o Exame, e Censura dos livros
    Duas gravuras da cidade do Porto assin.: "T.S. Maldonado delin." e "Godinho sculp."
    Assin.: *//6, *//6, *//10, A-Z//8, Aa//6
    END. WWW:     
    https://purl.pt/22517
    Português: Retrato de Afonso de Noronha no Livro de Lisuarte de Abreu, c. 1560
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    Vice reis e Governadores da Índia 

    até D. Miguel de Noronha 




    https://acasasenhorial.org/acs/index.php/pt/fontes-documentais/desenhos-pinturas/539-vice-reis-e-governadores-da-india

    AQUI IMAGENS FEITAS POR l. Pereira

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    ANNAIS 1881 - 1882 VOL 09 (2) dois
    Anais da Biblioteca Nacional 1876 a 1997

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    Anais 1917 Vol 39 - Pag: 366
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    Carta do Governador Antônio ae Brito de Menezes para Tenente Maauei Bttarto de Carvalho, em que avisa de q^ie deveria em breve embarcar para a Colônia do .

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     Heidelberg historic literature – digitized

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     Biblioteca iberoamericadigital Bibliotecas Ibero America Digital - Paises de Linguas latinas na América, Espánhol e Portugues.

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    https://www.iberoamericadigital.net/BDPI/Search.do?matter=Animales&pageNumber=3 

     
    Museum-digitaldeutschland


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     Bayerische Staatsbibliothek
     
    Biblioteca Estadual da Baviera (em alemão: Bayerische Staatsbibliothek, abreviado para BSB), 
    está localizada em Munique, é um das mais importantes bibliotecas da Europa 
     
    https://de.wikipedia.org/wiki/Bayerische_Staatsbibliothek
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     Brasil!

    Meu Brasil brasileiro
    Meu mulato inzoneiro
    Vou cantar-te nos meus versos
    Brasil, samba que dá
    Bamboleio, que faz gingar
    O Brasil do meu amor
    Terra de nosso Senhor

    Abre a cortina do passado
    Tira a mãe preta do cerrado
    Bota o Rei Congo no congado
    Canta de novo o trovador
    A merencória à luz da Lua
    Toda canção do seu amor
    Quero ver essa dona caminhando
    Pelos salões arrastando
    O seu vestido rendado

    Esse coqueiro que dá coco
    Oi! Onde amarro a minha rede
    Nas noites claras de luar
    Por essas fontes murmurantes
    Onde eu mato a minha sede
    Onde a Lua vem brincar
    Esse Brasil lindo e trigueiro
    É o meu Brasil brasileiro
    Terra de samba e pandeiro

    Brasil!
    Terra boa e gostosa
    Da morena sestrosa
    De olhar indiferente
    Brasil, samba que dá
    Para o mundo se admirar
    O Brasil, do meu amor
    Terra de nosso Senhor

    Abre a cortina do passado
    Tira a mãe preta do cerrado
    Bota o Rei Congo no congado
    Canta de novo o trovador
    A merencória à luz da Lua
    Toda canção do seu amor
    Essa dona caminhando
    Pelos salões arrastando
    O seu vestido rendado

    Esse coqueiro que dá coco
    Onde amarro a minha rede
    Nas noites claras de luar
    Por essas fontes murmurantes
    Onde eu mato a minha sede
    Onde a Lua vem brincar
    Esse Brasil lindo e trigueiro
    É o meu Brasil brasileiro
    Terra de samba e pandeiro

    Brasil!
    Meu Brasil brasileiro
    Mulato inzoneiro
    Vou cantar-te nos meus versos
    Brasil, samba que dá
    Bamboleio, que faz gingar
    O Brasil do meu amor
    Terra de nosso Senhor

    Abre a cortina do passado
    Tira a mãe preta do cerrado
    Bota o Rei Congo no congado
    Canta de novo o trovador
    A merencória à luz da Lua
    Toda canção do seu amor
    Quero ver essa dona caminhando
    Pelos salões arrastando
    O seu vestido rendado

    Esse coqueiro que dá coco
    Onde eu amarro minha rede
    Nas noites claras de luar
    Por essas fontes murmurantes
    Onde eu mato a minha sede
    Onde a Lua vem brincar
    Esse Brasil lindo e trigueiro
    É o meu Brasil brasileiro
    Terra de samba e pandeiro

    Oi! Essas fontes murmurantes
    Onde eu mato a minha sede
    Onde a Lua vem brincar
    Esse Brasil lindo e trigueiro
    É o meu Brasil brasileiro
    Terra de samba e pandeiro
    Brasil!

    Caetano Veloso e Gilberto Gil)

    João Gilberto

    https://www.facebook.com/reel/2968482706687522

    https://www.facebook.com/SomdoAnimal/videos/3285236865059307/ 

     

     

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    Arxiu de tradicions populars
    Autor
    Serra i Boldú, Valeri (1875-1938)
    Fecha
    01/01/1928
    Tipo de Documento
    Prensa y Revistas
    Materia
    Folklore--Cataluña
    PID
    hd0004977008
    ISSN
    2173-9935 
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    Título
    Arxiu de tradicions populars
    Autor
    Serra i Boldú, Valeri (1875-1938)
    Fecha
    01/01/1928
    Tipo de Documento
    Prensa y Revistas
    Materia
    Folklore--Cataluña
    PID
    hd0004976309
    ISSN
    2173-9935 
    FASCICLE I A , . ^IQXG DE 1928
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    terça-feira, 14 de julho de 2026

    Hugo Rocha ,Guaramiranga 15 de agosto de 1893 , 12 de julho de 1981,

    Hugo Rocha diretor na Rêde de Viação Cearense 1931

     

     Filho de Guilherme Moreira da Rocha-. D. Francisca Cardoso da Rocha 

    professor, político e jornalista Guilherme Moreira da Rocha, ex-diretor do Liceu do Ceará e ex-professor do Colégio Militar de Fortaleza. Cearense de Fortaleza nascido a quatro de fevereiro de 1865. Hoje é nome de rua no Bairro de Fátima. Guilherme Rocha 4 C.a~rua For (https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/817295/per817295_1900_00007.pdf). Pagina 24 Inspetor Escolar (https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/817295/per817295_1900_00007.pdf) Intendente—coronel Guilherme Cezar da Rocha (https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/817295/per817295_1900_00007.pdf)

    O Dr. Hugo Rocha (nascido em Guaramiranga, CE) foi um importante engenheiro e administrador de ferrovias. Ele dirigiu a Rêde de Viação Cearense (RVC) durante dois períodos longos: de 1936 a 1945 e de 1946 a 1954. Na década de 1930, atuava como engenheiro-chefe da companhia, sendo figura central na gestão do sistema ferroviário estadual.
    Gostaria de saber mais sobre a expansão das linhas ferroviárias sob a direção dele, o papel da RVC nas secas daquela época, ou detalhes sobre o desastre ferroviário no km 322 que ele teve que gerenciar em 1951?

     

     

    https://archive.org/details/1951-datase-fatos-historia-ceara/1951-DataseFatosHistoriaCeara?q=%22Hugo+Rocha%22

    https://archive.org/details/coletanea-revista-do-instituto-do-ceara/1951-DataseFatosHistoriaCeara_ocred?q=%22Hugo+Rocha%22 

    https://archive.org/details/estrada-de-ferro-de-sobral-andre-frota-de-oliveira-1994-ocred/mode/2up?q=%22Hugo+Rocha%22 

     

    Tráfego - Atlas do Estado Brasileiro

    http://memoria.org.br/pub/meb000000372/reunioextraordin41948cont/reunioextraordin41948cont.pdf 

     

    Felisdoro Gaia 1860 - 1928?

          Felisdoro Gaia   https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/830305/per830305_1921_00016.pdf