Felisdoro Gaia
https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/830305/per830305_1921_00016.pdf
Felisdoro Gaia
https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/830305/per830305_1921_00016.pdf
O Coronel Jeronymo Beretta foi uma figura proeminente da política da cidade do Rio de Janeiro. Ele atuou como influente líder político e vereador no Conselho Municipal nas primeiras décadas do século XX, notadamente ligado à região e à paróquia de Sant'Anna
https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/830305/per830305_1921_00016.pdf
Depois de dado o parecer em 01 de dezembro de 1922, A Noite contava o desfecho final
das eleições. Foram diplomados os intendentes e dentre eles uma surpresa, foram
desconsideradas as contestações de Elyseu César e Azurem Furtado e foi aceita uma feita por
Jeronymo Beretta, que retirava Silva Brandão, ficando Ernesto Garcez e ele ocupando a última
vaga723. Elyseu Elias César havia sido prejudicado nas eleições municipais, tivera obtido os
votos que o elegeriam, mas não foram apurados pela Junta que, no final das contas, cumpriu o
desfecho que o impresso A.B.C. já previa, com a inclusão de Beretta e não a do parahybano. O
não reconhecimento da votação em separado de Elyseu, assemelhava-se ao que Leal definiu
como “bico de pena”, quando as mesas eleitorais interferiam no pleito, separando os votos que
achavam “suspeitos” e apresentando na feitura das atas os nomes dos eleitores que votaram nos
candidatos desejados724. Desta maneira, não precisava a Comissão Verificação de Poderes,
degolar a candidatura de Elyseu, a Junta Apuradora bastava não reconhecer a votação em
separado
https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/34413/1/DISSERTA%C3%87AO%20Julio%20Cesar%20Pereira%20dos%20Santos.pdf
m do dia, á augusta e veneranda memoria do marechal Manoel Deodoro da Fonseca.
Sala das sessões, em 21 de agosto de 1925. — Felisdoro Gaia. — Jeronymo Penido. — Zoroastro Cunha. — Ernesto Garcez. — Francisco Laginestra. — Candido Pessôa. — Henrique Guimarães. — Mario Piragibe. — Alves de Carvalho. — Jeronymo Beretta. — Vieira de Moura. — Alberto Beaumont. — Artur Menezes.
https://archive.org/details/1925-livro-4/page/359/mode/2up?q=%22Jer%C3%B4nymo+Beretta%22
Eduardo Xavier 1890- 1950, = nada somente um ex prefeito Eduardo Xavier Neto ( pois é ).
https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/830305/per830305_1921_00016.pdf
máximo cuidado pois muitos homonimos.
A foto é de qual deles?
] https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/830305/per830305_1921_00016.pdf
https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/025909/per025909_1917_00016.pdf
https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/830305/per830305_1921_00016.pdf
https://www.camara.leg.br/deputados/2590/biografia
Médico e representante das áreas rurais, Cesário de Melo era um característico político das zonas
periféricas da cidade e como tal, estava sempre atuando em defesa da questão de
saneamento, moradia, escolaridade e melhores condições de vida para as zonas
suburbanas do município do Rio de Janeiro, tendo que se equilibrar entre uma postura
que lhe garantisse acesso ao poder central e a prefeitura que se imbricavam quando o
assunto era a política e autonomia do Distrito Federal.
O trabalho segue um caminho por muitos já trilhado, ou seja, de centrar o foco no
percurso político de um dado ator. A pesquisa sobre a vida política de Cesário de Melo é
estimulante, pois pouco, ou quase nada, se sabe sobre as estruturas políticas cariocas e os
personagens políticos advindos das regiões rurais. Quando se observa a historiografia,
ainda são colocadas as concepções de caráter generalizantes que terminam por esvaziar
as características peculiares desses políticos rurais do antigo Distrito Federal.
Assim, é importante destacar que as discussões aqui desenvolvidas e as
experiências vivenciadas no meio acadêmico mostram que é possível trabalhar com
História Política, que por muitas vezes foi duramente criticada dentro da academia, mas
que tem um valor relevante para, certas vezes, compreender a dinamização da política
dentro de uma microrregião ou território, nos possibilitando pensar e refletir o
desenvolvimento de relações complexas dentro da política e do social.
O estudo de personagens políticos tem relevância histórica para compreender sua
influência sob dada região ou sobre o seu meio de atuação política e social. Nessa
pesquisa há intenção de contribuir com os estudos já feitos sobre a Zona Oeste Carioca,
mas de modo especial aqui, analisando o personagem como elemento chave das redes
políticas, de sociabilidade, etc.
https://www.ppghsuerj.pro.br/wp-content/uploads/2022/01/Wallace-Alves-dos-Santos.pdf
Vice presidente da Associação dos Empregados do Comércio do Rio de Janeiro .
https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=313394&pagfis=34671
nome "Silva Brandão" refere-se a Antônio José da Silva Brandão, que atuou como Presidente do Senado Federal e exerceu forte influência no cenário político da época. Naquele ano, o Rio de Janeiro era a Capital Federal do Brasil. A Prefeitura do Distrito Federal (antiga denominação da cidade do Rio) era administrada pelo Prefeito Carlos Sampaio, com a cidade passando por reformas urbanas, discussões orçamentárias e agitação política.
Antonio José da Silva Brandão, o retratado, foi membro do Conselho Municipal do Rio de Janeiro, de 1917 a 1922, em dois mandatos consecutivos. Foi na sua segunda gestão que Visconti recebeu a incumbência de realizar a decoração para o vestíbulo do novo prédio do Conselho (Palácio Pedro Ernesto) [P714; P715; P716], que começou a ser construído em 1920, justamente quando Visconti voltava da Europa com sua família. A pose relaxada, a vasta cabeleira branca, a expressão cansada, reafirmam a vocação de Visconti para o retrato psicológico. Ao fundo, vêem-se alguns quadros de Visconti, inclusive um do qual a única imagem conseguida foi a de uma foto do atelier da Rua Mem de Sá, em c. 1930 em preto e branco, e aqui pode-se ter uma pálida ideia do colorido.
https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/830305/per830305_1921_00016.pdf
http://www.arvore.net.br/basto/d1.htm
https://archive.li/RbqU6
abaixo um homonimo ascendente na árvore genealógica.
https://www2.ufjf.br/ppghistoria/wp-content/uploads/sites/157/2022/03/TESE-THIAGO-TAVARES-PPGHIST%C3%93RIA.pdf
https://nunesdetarouca.blogspot.com/2010/07/da-silva-brandao-sao-goncalo-neves.html
https://archive.li/wip/oJnEu
===========================
abaixo é um ascendente
O Capitão Antônio José da Silva Brandão era filho do Capitão Francisco da Rocha Brandão e de Maria Josefa de Ávila da Silva Figueiredo.
Tem um homonimo, pelo almanach Laemmert são muitas pessoas com este sobrenome "Silva Brandão" provavelmente uma família muito grande.
Tenente Coronel Antonio José da Silva Brandão dono de uma Chapelaria em Rua São José nro 04 Rio de Janeiro
Presidente da Fraternidade Beneficente da Colonia Portuguesa
https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=313394&pagfis=18835
Ano 1900\Edição A00057 (1) 708 de 1433
https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=313394&pagfis=15721
Tristão de Alencar Araripe (Icó, 7 de outubro de 1821 Rio de Janeiro, 3 de junho de 1908) foi um
escritor, magistrado e político brasileiro.
https://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/3021/1/2008_Tese_AMRocha.pdf
========================================????
Jose de Alencar Araripe, filho de Tristão Tertuliano de Alencar Araripe e Argentina Franklin de Alencar Lima - Escola de Aprendizes Artífices
a questão é que leva a duas outras pessoas que não este.
provavelmente um filho, ou primo de mesmo nome. Mas a data aproximada é esta pois ele estava no Exército em 1883. Abaixo.
E na fotografia da outra pessoa é a mesma fisionomia.
====================não sei se é a mesma pessoa fui olhar a arvore desta família é imensa com vários homonimos =======================
Capitão Jose de Alencar Araripe primo do Tristão.
filho do Tristão Tertuliano de Alencar Araripe
https://archive.org/details/estadodoamazona00unkngoog/mode/2up?q=%22Jose+de+Alencar+Araripe%22
https://archive.org/details/estado-da-parahyba-24-02-1893/ESTADO%20DA%20PARAHYBA_18-04-1893/page/n1/mode/1up?q=%22Jose+de+Alencar+Araripe%22
https://www.institutodoceara.org.br/revista/Rev-apresentacao/RevPorAno/2017/2017-9-registrogenealogico-tristaogoncalvesdealencarararipe.pdf
https://www.geni.com/people/Jos%C3%A9-de-Alencar-Araripe/6000000026606027429#/tab/media
aqui tem um José de Alencar Araripe nascido em 1859
https://www.genealogiapernambucana.com.br/livros/Dorotea%20de%20Alenquer%202022-08.pdf
https://archive.org/details/album-de-fortaleza/page/n490/mode/1up?q=%22Hugo+Rocha%22
https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/706280/per706280_1883_00001.pdf
pra você mocorongo.....


,


,!!!
, Portugal
, Brasil 
Esta é a obra mais "popular" de Reich, em que ele mostra o que o homem comum faz a si mesmo: como sofre, como se revolta, como homenageia seus inimigos e mata seus amigos, como sempre que conquista o poder em "nome do povo" ele o utiliza mal e transforma em algo mais cruel do que a tirania à qual estava subjugado anteriormente, nas mãos da elite.
aqui um documento de uma defesa de tese doutorado, tenho que rir pra não chorar olha o que o doutorando diz.
rs! é triste. :
"Nunca fui tão humilhado em minha vida, como nas aulas de alguns professores doutores."
porque ele não leu, simples e não se liberou de entender que é feito desta forma. Você não tem e nunca teve companheiros
(COLEGUINHAS DE ERDA), tem inimigos, que te mostram um lado somente a da máscara =Ego.
Enquanto te dizem sorrindo que: não! - é fácil... não precisa! , vá pra praia passear. Eles estão 24 horas estudando pra passar e rezando pra você se lascar, rs. A obra abaixo é simples, já tem ali uma pequena resenha da turma dos revoltados, rs. È simples nem os professores te passam o que seja vá a luta você. Porque você não entendeu que é um "sistema" (já passei lá Capitalismo SELVAGEM do Karl Marx, em quadrinhos pra nenes, kk) de concorrência, e todos querem eliminar todos é simples. Qual o teu planeta? rs! Só você não entendeu. Corra. Se jogue no teu caminho e lute.(peguei aqui na internete um dizendo que não existe luta, existe mais que luta, se supere, corra, brigue pelos teus direitos, pelo teu caminho, pelo que quer ). Porque ninguém se importa.
Se me contradisse sim. Pois sou gnóstica, agora uma coisa é você não querer, se concentrar outra é a vida! Faça.
E depois mais tarde vou pagar carma de ter escrito isso. rs!
=================================================================
A coleção
"As
Gavetas da Torre do Tombo" não é um único livro, mas sim uma monumental
série documental publicada pelo Centro de Estudos Históricos
Ultramarinos de Lisboa, composta por 12 volumes, lançados entre 1960 e
1977.
Aqui está o que é, o que fala e qual a importância desta obra:
1. O que são estes livros?
Inventário/Fonte Histórica: São uma transcrição e inventário de
documentos arquivados no fundo chamado "Gavetas" do Arquivo Nacional da
Torre do Tombo, em Portugal.
Foco na Expansão: A obra foca-se
principalmente em documentos relacionados com a história dos
Descobrimentos portugueses, a expansão ultramarina e a administração do
Império Português (África, Ásia e Brasil).
Estrutura: Organizados
em 12 volumes, organizam os documentos por "gavetas" (ou maços),
identificando e descrevendo milhares de cartas e registos oficiais.
2. O que falam/sobre o que tratam?
Documentos Históricos: Contêm uma grande variedade de documentos,
incluindo cartas régias, ordens, bulas papais, documentos de comércio e
correspondência oficial sobre a administração dos territórios
ultramarinos.
História da Expansão: Os textos fornecem detalhes
sobre a vida nos territórios ultramarinos, conflitos, comércio,
evangelização e a organização do Império Português entre os séculos XV e
XVII.
Documentação Médica/Social: Algumas partes também
documentam a vida social e os conflitos da época em Portugal e nas
colónias.
3. Por que se chama "Gavetas"?
O nome
provém da organização física de um dos fundos mais importantes da Torre
do Tombo. No passado, documentos de grande importância e muitas vezes de
natureza confidencial ou "reservada" eram guardados em gavetas
específicas (o "fundo Gavetas"), em contraste com outros fundos mais
organizados cronologicamente.
Em resumo: As Gavetas da Torre do
Tombo é uma fonte documental indispensável para historiadores que
estudam o Império Português, reunindo material precioso sobre a expansão
marítima e colonial.
============================================================================
As
Gavetas da Torre do Tombo Vol10 - Gav XIX-XX maços1-7 Centro de Estudos
Históricos Ultramarinos / Gulbenkian / Torre do Tombo / A. da Silva
Rego
https://bdlb.bn.gov.br/acervo/handle/20.500.12156.3/13855
https://purl.pt/26848
https://purl.pt/26848/4/
AUTOR(ES):
Rego, António da Silva, 1905-1986, pref.
PUBLICAÇÃO:
Lisboa : Centro de Estudos Históricos Ultramarinos, 1960-1977
DESCR.FÍSICA:
12 v. ; 25 cm
CONTEM:
1o
v.: Gav. I-II. - 943, [1] p. . - 2o v.: Gav. III-XII. - 1962. - VIII,
789, [1] p. . - 3o v.: Gav. XIII-XIV. - 1963. - VIII, 813, [1] p. . - 4o
v.: Gav. XV, Maços 1-15. - 1964. - VIII, 569 p. . - 5o v.: Gav. XV,
Maços 16-24. - 1965. - VIII, 741, [1] p. . - 6o v.: Gav. XVI-XVII, Maços
1-3. - 1967. - VII, 801, [1] p. . - 7o v.: Gav. XVII, Maços 3-9. -
1968. - VIII, 633 p. . - 8o v.: Gav. XVIII, Maços, 1-6. - 1970. - VIII,
727, [1] p. . - 9o v.: Gav. XVIII, Maços 7-13. - 1971. - VIII, 763, [1]
p. . - 10o v.: Gav. XIX-XX, Maços 1-7. - 1974. - IX, 747, [1] p. . - 11o
v.: Gav. XX, Maços 8-15. - 1975. - IX, 457, [1] p. . - 12o v.: Gav. XX,
Maços 15-16 - XXIII, Maços 1-8. - 1977. - 559 p.
CDU:
94(469)
END. WWW:
https://purl.pt/26848
https://bdlb.bn.gov.br/acervo/handle/20.500.12156.3/13855
Título: <As >gavetas da Torre do Tombo
Autor/Colaborador: Rego, A. da Silva, 1905-1986
Data: 1960-
Descrição: 2º v.: Gav. III-XII. - 1962. - VIII, 789, [1] p.
3º v.: Gav. XIII-XIV. - 1963. - VIII, 813, [1] p.
4º v.: Gav. XV, Maços 1-15. - 1964. - VIII, 569 p.
5º v.: Gav. XV, Maços 16-24. - 1965. - VIII, 741, [1] p.
6º v.: Gav. XVI-XVII, Maços 1-3. - 1967. - VII, 801, [1] p.
7º v.: Gav. XVII, Maços 3-9. - 1968. - VIII, 633 p.
8º v.: Gav. XVIII, Maços, 1-6. - 1970. - VIII, 727, [1] p.
10º v.: Gav. XIX-XX, Maços 1-7. - 1974. - IX, 747, [1] p.
11º v.: Gav. XX, Maços 8-15. - 1975. - IX, 457, [1] p.
12º v.: Gav. XX, Maços 15-16 - XXIII, Maços 1-8. - 1977. - 559 p.
9º v.: Gav. XVIII, Maços 7-13. - 1971. - VIII, 763, [1] p.
Monografia
1º v.: Gav. I-II. - 943, [1] p.
Tipo: material textual, impresso
Idioma: Português
DRIVER (JOHN).
Letters
from Madeira in 1834, with en appendix illustrative of the history of
the Island, climate, wines, and other information up to the yar 1838.
By. London, 1898.
Mencionado aqui
https://archive.org/details/portugal-e-os-estrangeiros/page/n358/mode/1up
https://bdlb.bn.gov.br/acervo/handle/20.500.12156.3/1679
https://purl.pt/17099
Título:
Letters from Madeira in 1834: with an appendix, illustrative of the
history of the island, climate, wines, and other information up to the
year 1838
Autor/Colaborador: Sousa, António Alberto Marinho Duarte de, 1896-1950
Data: 1838
Descrição: Monografia
================================
Vice reis e Governadores da Índia
até D. Miguel de Noronha
AQUI IMAGENS FEITAS POR l. Pereira
Caracterização histórica, vestimentas, indumentária, trajes, povo, Minas Gerais, Paulistania,
https://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=13796.msg416037#msg416037
==================================================================
Meu Brasil brasileiro
Meu mulato inzoneiro
Vou cantar-te nos meus versos
Brasil, samba que dá
Bamboleio, que faz gingar
O Brasil do meu amor
Terra de nosso Senhor
Abre a cortina do passado
Tira a mãe preta do cerrado
Bota o Rei Congo no congado
Canta de novo o trovador
A merencória à luz da Lua
Toda canção do seu amor
Quero ver essa dona caminhando
Pelos salões arrastando
O seu vestido rendado
Esse coqueiro que dá coco
Oi! Onde amarro a minha rede
Nas noites claras de luar
Por essas fontes murmurantes
Onde eu mato a minha sede
Onde a Lua vem brincar
Esse Brasil lindo e trigueiro
É o meu Brasil brasileiro
Terra de samba e pandeiro
Brasil!
Terra boa e gostosa
Da morena sestrosa
De olhar indiferente
Brasil, samba que dá
Para o mundo se admirar
O Brasil, do meu amor
Terra de nosso Senhor
Abre a cortina do passado
Tira a mãe preta do cerrado
Bota o Rei Congo no congado
Canta de novo o trovador
A merencória à luz da Lua
Toda canção do seu amor
Essa dona caminhando
Pelos salões arrastando
O seu vestido rendado
Esse coqueiro que dá coco
Onde amarro a minha rede
Nas noites claras de luar
Por essas fontes murmurantes
Onde eu mato a minha sede
Onde a Lua vem brincar
Esse Brasil lindo e trigueiro
É o meu Brasil brasileiro
Terra de samba e pandeiro
Brasil!
Meu Brasil brasileiro
Mulato inzoneiro
Vou cantar-te nos meus versos
Brasil, samba que dá
Bamboleio, que faz gingar
O Brasil do meu amor
Terra de nosso Senhor
Abre a cortina do passado
Tira a mãe preta do cerrado
Bota o Rei Congo no congado
Canta de novo o trovador
A merencória à luz da Lua
Toda canção do seu amor
Quero ver essa dona caminhando
Pelos salões arrastando
O seu vestido rendado
Esse coqueiro que dá coco
Onde eu amarro minha rede
Nas noites claras de luar
Por essas fontes murmurantes
Onde eu mato a minha sede
Onde a Lua vem brincar
Esse Brasil lindo e trigueiro
É o meu Brasil brasileiro
Terra de samba e pandeiro
Oi! Essas fontes murmurantes
Onde eu mato a minha sede
Onde a Lua vem brincar
Esse Brasil lindo e trigueiro
É o meu Brasil brasileiro
Terra de samba e pandeiro
Brasil!
https://www.facebook.com/reel/2968482706687522
https://www.facebook.com/SomdoAnimal/videos/3285236865059307/
============ate aqui Brasil Portugal para baixo Espanha=================
Hugo Rocha diretor na Rêde de Viação Cearense 1931
Filho de Guilherme Moreira da Rocha-. D. Francisca Cardoso da Rocha
professor, político e jornalista Guilherme Moreira da Rocha, ex-diretor do Liceu do Ceará e ex-professor do Colégio Militar de Fortaleza. Cearense de Fortaleza nascido a quatro de fevereiro de 1865. Hoje é nome de rua no Bairro de Fátima. Guilherme Rocha 4 C.a~rua For (https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/817295/per817295_1900_00007.pdf). Pagina 24 Inspetor Escolar (https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/817295/per817295_1900_00007.pdf) Intendente—coronel Guilherme Cezar da Rocha (https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/817295/per817295_1900_00007.pdf)
https://archive.org/details/1951-datase-fatos-historia-ceara/1951-DataseFatosHistoriaCeara?q=%22Hugo+Rocha%22
https://archive.org/details/coletanea-revista-do-instituto-do-ceara/1951-DataseFatosHistoriaCeara_ocred?q=%22Hugo+Rocha%22
https://archive.org/details/estrada-de-ferro-de-sobral-andre-frota-de-oliveira-1994-ocred/mode/2up?q=%22Hugo+Rocha%22
http://memoria.org.br/pub/meb000000372/reunioextraordin41948cont/reunioextraordin41948cont.pdf
Felisdoro Gaia https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/830305/per830305_1921_00016.pdf