https://youtube.com/shorts/eioMknY6By8?is=OpL7fz70xmBgFJzJ
🌹🌹🌹💞🌌Rosa dos Ventos 🌌💞🌹🌹🌹
quinta-feira, 13 de agosto de 2026
Muitas pessoas sabem que Tu Youyou ganhou o Prémio Nobel.
quarta-feira, 12 de agosto de 2026
entendendo. Obrigada ao povo Formiga. As Formigas Bordadeiras. Obrigada as formiguinhas,
Obrigada também. Foi eu que pedi pra ver e vi e presenciei.
Obrigada LEI ㄥƐƖ = 137 pelas respostas.
chegou na hora
https://www.facebook.com/reel/1520701862681311
(pkp é a lei LEI ㄥƐƖ = 137) . Perfeito onde te levou a ambição, a gula, a avareza. A nenhum lugar, e fica repetindo eternamente. Isso e de novo. E vamos no de novo. ( é os ciclo sem fim, 🤣😜🤪 https://www.youtube.com/watch?v=EOVp4tb5Fn0, andando pelas trilhas da FUTILIDADE.)
Aos Engenheiros Siderais.(tem gente que sabe).
A questão é que sou meia idiota, mas o que tem de gente inteira idiota na minha frente é foda.,!
Demorou. Capacidade Cognitiva = 0 🤣😜🤪
Pois é eu assisti o vídeo do professor dizendo que ele não entendeu, aí um gurizinho de 7 anos , já leu O Universo numa casca de nós, O Tao da Física. E disse que entendeu. 🤣😜🤪
E eu nem li ainda de tanto medo que sei que vou entender nada, rs!
https://www.facebook.com/reel/391182085397702
Obrigada a vocês formiguinhas, que muito me ajudam.
( vai se esclarecendo tudo vai abrindo tudo, nossa e hoje o astral, pois é o que é aquilo alí?)
https://www.youtube.com/watch?v=CBsoddl28KI
https://www.youtube.com/watch?v=b-Oj7d24Qhk
https://www.youtube.com/watch?v=B-BavwvjQJI
https://www.youtube.com/watch?v=7UKY6MgWVT4&t=203s
700 aehhhh!
https://www.youtube.com/watch?v=S2ii2r2GSH4
As Formigas Bordadeiras na Associação Nossa Senhora das Lágrimas (conhecida como o Santuário das Formigas Bordadeiras), no bairro São Lourenço em Serra, Espírito Santo, representam um famoso fenômeno de fé católico iniciado em 1990. O local abriga milhares de folhas de árvores com recortes e furos que os fiéis acreditam formarem silhuetas de santos e mensagens divinas criadas por insetos.
A Origem do Fenômeno
O choro da imagem: Em novembro de 1990, uma residência na Serra registrou relatos de que uma réplica da imagem de Nossa Senhora da Penha teria chorado lágrimas e, posteriormente, lágrimas de sangue.]
O surgimento das folhas: Anos depois, entre as décadas de 1990 e 2014, moradores e frequentadores passaram a encontrar folhas em árvores locais com recortes minuciosos que lembravam mantos, rostos sacros e palavras de fé.
A guarda do acervo: A Associação Nossa Senhora das Lágrimas recolheu e preserva mais de 14.000 folhas catalogadas e milhares de mensagens transcritas por voluntários.
Visitação e Localização
Endereço: Rua Aldari Nunes, 162, Bairro São Lourenço, Serra - ES.
O que ver: O espaço expõe as folhas perfuradas, quadros, transcrições de mensagens místicas e recebe peregrinos do Brasil inteiro interessados no mistério religioso.
Gostaria de saber mais sobre:
Os horários de missas e visitação pública do santuário
A localização exata e rotas de acesso a partir de Vitória
terça-feira, 11 de agosto de 2026
eSPIRITUALIDADE. Conscientização faria a regeneração chegar mais rapido como a proposta do vegetarianismo. Que eu não sou. Mas se é para ser melhor.
magnific. com
LIÇÃO DE CASA" para Estudarmos: Livros de Zecharia Sitchin A Série Principal: As Crônicas da Terra O 12º Planeta (1976) A Escada para o Céu (1980) As Guerras dos Deuses e dos Homens (1985) Os Reinos Perdidos (1990) O Começo do Tempo (1993) (When Time Began) O Código Cósmico (1998) O Fim dos Dias (2007) (The End of Days) Livros Complementares e Outras Obras Gênesis Revisitado (1990) Encontros Divinos (1995) O Livro Perdido de Enki (2001) Expedições das Crônicas da Terra (2004) Havia Gigantes na Terra (2010) O Rei que se Recusava a Morrer (2013)
Conscientização faria a regeneração chegar mais rapido como a proposta do vegetarianismo. Que eu não sou. Mas se é para ser melhor.
https://www.youtube.com/watch?v=khondA7aca4
https://www.youtube.com/watch?v=l2NaVfmuosE
"Cronicas da Terra" Zecharia Sitchin
a outra dizendo: o vucu vucu o nhaco nhaco, ( que é que é isso meu?KKK)
O telescópio FAST é um dos projetos super impressionantes da China.
Mendonça, Henrique Lopes de, 1856-1931 Author de "O Gafanhoto" Quinzenário Illustrado para Crianças. Retratos, aquarelas, desenhos, poesia.!
A Portuguesa
https://www.youtube.com/watch?v=DdOEpfypWQA&t=84s
https://ia600801.us.archive.org/BookReader/BookReaderImages.php?zip=/30/items/n-1028/N1012_jp2.zip&file=N1012_jp2/N1012_0000.jp2&id=n-1028&scale=1&rotate=0
https://dn721806.ca.archive.org/0/items/n-468/N405.pdf
E eu vou querer pegar a tua fotografia?.
é inacreditável os caras pegam as imagens que são dominio publico e estão aí.
Que é acesso para todos para estudo.
Somente pego e repasso.
A pessoa tem que nada.
Nem casar nem dar cpf, nem ci nada.
É uma pouca vergonha na cara.
A poucos esse sistema desavergonhado, pediu até a minha fotografia. Acabou de aparecer aqui só continuo com fotografia.
Era o que me faltava.. Pra que querem a foto de mais uma "Bruxa"?
Ridiculo você. Dominador, abusivo.
Peguei aqui na internete, um rapaz que passa vídeos jovem reclamando que os vídeos dele que estão fazendo sucesso foram todos passados na ia. Tudo Falso, traduzidos, mas em real não é ele, é, e não é porque é tudo refeito. Com ele falando em Indi, na Índia. Sendo que ele é meu vizinho por aqui. Por ali em Roma o "sentro do mundo".
E Esqueci de pegar um testemunho comentário de um sr. aqui que ele falava o correto.
É uma gente que não tem vergonha na cara dizendo o nome da empresa (que não repasso, pois os problemas).
Não me interessa. Toma vergonha você na cara de querer cobrar por domínio público.
E o que acontece então.? Se perdeu toda a informação. Pois quantas pessoas interessadas em ler dos que estão? = Meia dúzia . E o homem que eu fiz o levantamento também. Que criou no Brasil os direitos autorais lá em "Epaminondas" = 1910? . Quem sabe dele? ( o livro abaixo mencionado).
Perfeito: - Ninguém! ficou o que dele? = Nada. Absolutamente nada. Até peguei o nome e a foto dele que está aí atrás em algum lugar. Mas não se tem mais nada dele. = 0.
Só um nome numa lista de alguém que passando ficou noves fora = zero.
Querido eu gosto do difícil eu vou lá no livro se existir de 1500. Quem disse que preciso copiar a tua imagem? (ai em cima para exemplo vou pegar todas só de raiva e postar e mostrar os caminhos assim). É para todos. Está disponível para todos poderem estudar. Não é de ninguém . Se eu passo é para que todos possam acessar com mais facilidade.
Que graça tem se eu não conseguir descobrir de onde? háhá!
tem uma foto dele no meio de 14 mil imagens, kkk.
(https://archive.org/details/occidente_revista/Occidente_Ficha_Hist/mode/2up?q=O+Ocidente+%5C%3A+revista+ilustrada)
Vamos lá. kkk
i'm standing, kkkk. Aguente firme. kkk!
vai pelo código nas 14 mil imagens, kkk (https://archive.org/download/occidente_revista)
Hemeroteca Digital: "O Ocidente: revista ilustrada de Portugal e do estrangeiro" N.º 1012
control f numero
achei.
https://archive.org/download/occidente_revista
https://dn721804.ca.archive.org/0/items/occidente_revista/N1012_text.pdf
https://archive.org/details/occidente_revista/Occidente_Ficha_Hist/mode/2up?q=O+Ocidente+%5C%3A+revista+ilustrada
https://catalogolx.cm-lisboa.pt/ipac20/ipac.jsp?session=178647L51T2G7.586&profile=rbml&uri=link=3100027~!1949310~!3100024~!3100022&aspect=basic_search&menu=search&ri=4&source=~!rbml&term=O+occidente+%3A+revista+illustrada+de+Portugal+e+do+estrangeiro&index=ALTITLE
depois de me lascar procurando num arquivo com 14 mil
Vai ali do lado esquerdo e está escrito 1012, kkk. Não precisava ter aberto lá os garranchos eletronicos.
achei este mais fácil, rs, kkk Obrigada ao Nathaniel.
https://archive.org/details/n-1028/N1012/
https://archive.org/details/oocidente-1915-fmaio-1311/N1264/page/n10/mode/1up?q=Eduardo+Villa%C3%A7a
https://dn721804.ca.archive.org/0/items/occidente_revista/N1012_text.pdf
Wagner (eu amo Wagner) as Walkyrias, kkk, rs!
https://www.facebook.com/reel/1859217014162108
List Of Members Of The American Society Of Composers Authors And Publishers And Similar Foreign Societies
https://archive.org/details/listofmembersoft001828mbp_202604/page/n329/mode/2up?q=Mendon%C3%A7a
(o acima tem a classificação do creio o Alcir Vermelho, e o outro Sr. Brasileiro este que criou as leis de direitos autorais )
https://archive.org/details/occidente_revista/N0405/
https://dn721806.ca.archive.org/0/items/n-468/N405.pdf
https://dn721804.ca.archive.org/0/items/occidente_revista/N1012_text.pdf
aqui (abaixo) montei para ver se consigo pegar no site original mas não deu certo tem um código errado.
https://dn721806.ca.archive.org/0/items/occidente_revista/N0405_text.pdf
https://dn721804.ca.archive.org/0/items/occidente_revista/N1012_text.pdf
Mendonça, Henrique Lopes de, 1856-1931
Vida e Carreira Militar
Nasceu em Lisboa a 12 de fevereiro de 1856.
Entrou para a Escola Naval aos 15 anos.
Serviu a Armada Real por dez anos em viagens pela Europa e África.
Reformou-se como Capitão de Mar-e-Guerra em 1912.
Atividade Literária e Cultural
Integrou o movimento neo-romântico na literatura.
Escreveu peças de teatro, romances e poesia.
Lecionou na Escola de Belas Artes de Lisboa.
Foi presidente da Academia das Ciências de Lisboa.
Fundou a Sociedade Portuguesa de Autores em 1925.
Faleceu em Lisboa a 24 de agosto de 1931.
https://purl.pt/23777
https://catalogo.bnportugal.gov.pt/ipac20/ipac.jsp?profile=bn&source=~!bnp&view=subscriptionsummary&uri=full=3100024~!1826395~!2&ri=1&aspect=subtab13&menu=search&ipp=20&spp=20&staffonly=&term=lus%C3%83%C2%ADadas&index=
.TW&uindex=&aspect=subtab13&menu=search&ri=1
O Gafanhoto : quinzenário illustrado para creanças / dir. Henrique Lopes de Mendonça, Thomaz Bordallo Pinheiro
AUTOR(ES):
Mendonça, Henrique Lopes de, 1856-1931, dir.; Pinheiro, Tomás Bordalo, 1861-1921, dir.
NUMERAÇÃO:
No 1 (abr. 1903) - no 42 (dez. 1904) ; S. 2, no 1 (jan. 1910) - s. 2, no 24 (dez. 1910)
PUBLICAÇÃO:
Lisboa : Livraria Ferin : Abílio da Cruz Madeira, 1903-1910
DESCR.FÍSICA:
25 cm
PERIODICIDADE:
Quinzenal
CDU:
087.5(051)
END. WWW:
https://purl.pt/23777
https://purl.pt/30539/4/hg-6923-13-v_PDF/hg-6923-13-v_PDF_24-C-R0150/hg-6923-13-v_0000_1-28_t24-C-R0150.pdf
E AINDA FALTAM PRA ELE OS LIVROS DA MARINHA
https://archive.org/details/historia-da-literatura-portuguesa-aj-saraiva-oscar-lopes/page/n970/mode/1up
https://www.marinha.pt/conteudos_externos/Revista_Armada/PDF/2011/RA450.pdf
Comandante Henrique Lopes de Mendonça
(1856-931)
Patrono do Curso de 1990
Henrique
Lopes de Mendonça “foi um perfeito tipo de marinheiro-letrado, dando à
designação o sentido de personalidade que se realizou em plenitude, a um
tempo interessado pela técnica da sua profissão de marinheiro (…) e
pela missão a que a consciência de português, de homem e de artista o
obrigava, uma obra de exaltação pelo livro e pela conferência, das
qualidades mais nobres de Portugal”. Foi desta forma que o definiu
Hernâni Cidade. Para Bulhão Pato, ele era simplesmente “um escriptor de
raça e (...) um honrado carácter”.
Nasce em Lisboa, a
12 de Fevereiro de 1856, o filho de António Raulino Lopes de Mendonça,
funcionário da Câmara dos Deputados, e de Honorata Lopes de Mendonça.
Num elogio fúnebre, seu pai foi definido como um “carácter de rija
tempera, amassado nas lutas liberais que se feriram desde 1820 a 1851.
Tinha a coragem, a mais austera das suas convicções profundamente
democratas, e declarava-as bem alto, sem rebuço, n’um período em que
pelo menos era preciso coragem para o fazer”. Foram estes os princípios
que moldaram também o espírito do jovem Henrique.
Sobre
a sua infância e adolescência, são escassos os dados. Sabemos que, até
aos nove anos, visita regularmente, na companhia de seu pai, o seu
padrinho e tio António Pedro Lopes de Mendonça. Para além de primo de
seu pai, ele era irmão de sua mãe. As visitas eram primeiro na casa
deste e depois, entre 1860 e até à sua morte, em 1865, em Rilhafoles,
onde estava internado por ter enlouquecido. António Pedro era um homem
das letras que, quando jovem, também havia sentido o apelo do mar.
Foi
este apelo que, mais tarde, levou Henrique Lopes de Mendonça a ser
incorporado na Armada como Aspirante extraordinário em 27 de Outubro de
1871. A 9 de Julho de 1874 recebe guia de embarque para a fragata
“D.Fernando”, onde funcionava a escola prática de Artilharia Naval,
sendo promovido a Guarda-Marinha no dia 13 de Novembro.
Ainda
como Guarda-Marinha, ingressa como sócio no Clube Militar Naval em
1876. Como habitualmente, não ingressa só. Dois dos camaradas que o
acompanham são Roberto Ivens e Wenceslau de Moraes, que também pelas
suas obras se irão destacar.
Foi oficial embarcado
entre 1874 e 1886. O seu “período africano”, onde navega pela costa
ocidental africana (Cabo Verde, S.Tomé e Angola) decorre entre 1876 e
1882. Neste período, casa-se com Amélia Bordallo Pinheiro, irmã de
Columbano e de Rafael Bordallo Pinheiro, em 1880, perdendo a sua mãe no
ano seguinte.
Em 1879, tendo concluído os seus
tirocínios, embarca na corveta “Bartholomeu Dias”, onde faz o seu exame
de Guarda-Marinha e é promovido a 2º Tenente. Por essa altura, solicita
ser agregado à comissão geológica do reino, para “se aplicar activamente
ao estudo das ciências geológicas”, mas o despacho do Director Geral da
Marinha é negativo, afirmando que isso “seria um meio de iludir o
serviço marítimo com prejuízo dos demais oficiais a ele obrigado”.
É
em Angola que a sua alma de artista se revela, desenvolvendo-se no
período em que fez estação. Para Mendonça, Angola era calor e monotonia.
E para vencer essa monotonia ia escrevendo. Nalgumas das suas cartas a
Amélia escrevia poemas e, em Luanda, com outros camaradas que consigo
estavam embarcados, promove e participa num sarau teatral. O tempo livre
era ocupado por Mendonça em leituras e nas tentativas de aprendizagem
de um instrumento musical. Como referiu numa carta a Columbano, “ando a
aprender música e faço parte de uma fanfarra como baixo”.
Em
Angola fazia-se, essencialmente, presença naval. Mas também
fiscalização e policiamento, actuando sobre o tráfico negreiro. A
Estação Naval era composta por navios de diferentes tipos, que
permaneciam na região. Os elementos da guarnição iam sendo rendidos no
local, fazendo-se a ligação com a metrópole através de paquete.
Normalmente, o período de permanência na Estação era de dois anos.
O
isolamento, então, era grande. As notícias chegavam uma vez por mês. E
neste lento vai-e-vem, a vida seguia o seu rumo. É em Angola que recebe a
notícia do nascimento da sua filha Virgínia. Aqui também recebe a
notícia do falecimento da sua mãe.
Ainda em Angola, os seus ideais republicanos levam-no a apresentar a sua candidatura a Deputado por Luanda.
Em
1885 é promovido a 1º Tenente e, no ano seguinte, após doença, é
exonerado do seu cargo de instrutor da Escola de Artilharia Naval. Nesse
mesmo ano, bem como no de 1890, faz parte da comissão de redacção dos
Anais do Clube Militar Naval, publicação onde vão surgindo os seus
contributos para a elaboração de uma História da Marinha.
Promovido
a Capitão-Tenente em 1891, é promovido a Capitão-de-Fragata em 1901 e a
Capitão-de-Mar-e-Guerra oito anos depois, reformando-se em 1912, após
ser dado como incapaz para todo o serviço.
Em 1931, no dia 24 de Agosto, dá-se o seu passamento.
História, Literatura, Jornalismo...
Em
Lopes de Mendonça, é difícil fazer uma distinção clara entre história e
literatura, pois ambas andam a par e de uma decorre a outra. A poesia e
o teatro parecem ser, nos primeiros tempos, a sua escolha preferida.
Notabiliza-se na sua época através do drama histórico, subindo a sua
primeira peça, “A Noiva”, ao palco do teatro D. Maria II no dia 9 de
Fevereiro de 1884. Outras se seguiram, mas o seu sucesso causou-lhe
alguns dissabores no seio da instituição militar, sendo criticado e
criando, assim algumas inimizades.
Em 15 de Janeiro
de 1887, foi o conselheiro Andrade Corvo encarregado pela Academia Real
das Ciências de escrever os estudos sobre províncias ultramarinas.
Solicitando que lhe fosse apresentado “um official da armada, que pelo
seu merecimento e letras o podesse coadjuvar no desempenho da importante
commissão de que está encarregado”, é ordenado a Lopes de Mendonça que
“fique á disposição do referido conselheiro (...) para o auxiliar no
cumprimento d’aquella commissão”. Entre Julho de 1891 e Novembro de 1901
exerce as funções de bibliotecário da Escola Naval.
Em
31 de Outubro de 1889, o então Ministro e Secretário de Estado dos
Negócios da Marinha e do Ultramar, Frederico Ressano Garcia, faz
publicar o decreto onde afirma que “sendo da maxima conveniencia a
publicação de uma obra, onde se historiem methodicamaente os feitos da
nossa marinha de guerra, illustrada em todas as partes do mundo, desde o
começo da monarchia, por grande numero de conquistas e descobertas e
por ousados navegadores de fama universal; (...) hei por bem encarregar o
primeiro tenente da armada Henrique Lopes de Mendonça de proceder á
elaboração déssa obra (...)”. Por esse motivo, Lopes de Mendonça passa à
situação de oficial em “comissão especial”, facto este que prejudicará a
evolução da sua carreira naval.
A sua História
Naval, como um todo, nunca chegou a existir. Porquê? Numa carta escrita
ao Chefe de Estado Maior da Majoria General da Armada, em 1 de Novembro
de 1911, em resposta à solicitação do Ministro da Marinha acerca da
execução do despacho que o encarregou de escrever a Historia Marítima de
Portugal, assim somos esclarecidos:
(...)
tratei de recopilar na Bibliotheca Nacional e nos archivos publicos
todos os subsidios utilisaveis. A poucos passos dados, reconheci com
magua que mal me chegaria a vida, apenas com o meu trabalho individual,
isento de auxiliares, para a elaboração de uma obra synthetica e
completa, sobre assumpto vastissimo, que se prendia com os problemas
mais complexos da história portuguesa. Deliberei pois vir aproveitando
os subsidios já colligidos na elaboração de obras parcellares, e vali-me
da publicidade que me proporcionava a Academia das Sciencias, a qual
incluiu esses trabalhos nas suas collecções. Consinta VExª que cite,
entre elles, os Estudos sobre os navios portugueses nos seculos XV e XVI
, que mereceram da autorisada penna de Oliveira Martins a qualificação
de obra exhaustiva, e O Padre Fernando Oliveira e a sua obra nautica ,
em que tive a honra de dar a publico, alem da biographia extensa do
illustre nautographo quinhentista, a primeira obra que sobre a
construção naval se escreveu em lingua portuguesa. (...) Effectivamente,
a falta quasi absoluta de obras subsidiarias, aggravada no meu caso com
a carencia de auxiliares technicos, obriga o pesquizador a exercitar-se
na pratica de paleographia, e ler e summariar documentos immensos, a
multiplicar extraordinariamente o seu cabedal de apontamentos, notas e
verbetes, a gastar finalmente em arduas tarefas de cabouqueiro o tempo
que lhe fallece para a construcção de um solido edificio (...).
É
por estas duas obras acima referidas que podemos considerar Lopes de
Mendonça um dos pioneiros da arqueologia náutica, tanto através dos
“Estudos sobre os navios portugueses” como ao desenterrar do
esquecimento o Livro da Fábrica das Naus do Padre Fernando Oliveira,
personagem ainda tão mal conhecida. Assim o apresenta Mendonça: “(...)
philologo como João de Barros, aventureiro como Fernão Mendes Pinto,
perseguido pela Inquisição como Damião de Goes, navegador como D.João de
Castro, porventura o unico dos escriptores de architectura naval do seu
tempo e do seu paiz, (...) elle representa em Portugal uma das mais
brilhantes personificações do espirito do livre exame em pleno século
XVI, (...) mas o que mais decisivamente recommenda o padre Fernando
Oliveira á attenção e ao respeito da posteridade são os seus
merecimentos excepcionaes de escriptor nautico. (...)”
Mas
a atenção de Mendonça reparte-se por muitos e variados assuntos. Já
desde 1879 era sócio correspondente da Real Academia das Ciências,
passando a sócio efectivo em 1900 e assumindo a presidência da Academia
das Ciências em 1914-15. Foi sócio da Sociedade de Geografia a partir de
1890. E, entre 1901 e 1929, é professor de Geografia, História e
Literatura na Escola de Belas Artes. Ainda em Maio de 1911, é criada,
pelo Ministério do Fomento, a Repartição de Turismo, da qual também faz
parte, como membro agregado ao seu Conselho.
Não se
pense, contudo, que Lopes de Mendonça era um carácter austero. A bondade
e ternura do seu coração, para além de se tornarem evidentes em muitas
das suas cartas, facilmente se verificam na atenção que dedica às
crianças. Assim, é director de uma revista especialmente dedicada aos
mais novos, O Gafanhoto , tendo publicado, em 1904, a “História de
Portugal contada aos pequenos portugueses”. Mas para além d’O Gafanhoto,
ainda foi director da 1ª série da revista Serões e do Diário Popular,
entre 9 de Março e 24 de Abril de 1911, isto após um período em que este
jornal se manteve encerrado entre 1 de Janeiro e 8 de Março desse ano.
Entre
1913 e 1919 vai publicando, com alguma regularidade , curtos contos no
Comércio do Porto. Quase todos, para não dizer todos, vão beber a
inspiração a episódios verídicos, essencialmente da História de
Portugal, abrangendo temas que vão desde Viriato até ao combate do
«Augusto de Castilho». Esses contos foram depois reunidos em vários
volumes, tais como “Fumos da Índia” ou “Argueiros e Cavaleiros”, por
exemplo.
Não podemos esquecer o Hino Nacional. A
letra nasceu de um desafio de Alfred Keil, seu amigo, no calor das
reacções ao Ultimatum britânico de 1890. Momento de raiva e de exaltação
patriótica, rapidamente chegou à boca do povo. E foi a sua popularidade
que o levou a ser transformado no Hino da jovem República, cerca de
vinte anos mais tarde.
in "Patronos dos cursos tradicionais da Escola Naval"
Alunos do Curso "Comandante Henrique Lopes de Mendonça"
abaixo o nome dos alunos de 2011, ainda estão vivos, rs!
https://www.facebook.com/escolanavalpt/photos/comandante-henrique-lopes-de-mendon%C3%A7a-1856-931-patrono-do-curso-de-1990-henrique/896691037032906/
segunda-feira, 10 de agosto de 2026
José Maria de Souza Moura Gyrão , Lisboa no mês de Agosto de 1840, a 1 de Novembro de 1916
José Maria de Souza Moura Girão , nasceu em Lisboa no mês de Agosto de 1840 e faleceu, a 1 de Novembro de 1916. Filho de Marcelino Nunes Correa e Leopoldina de Jesus Correa.
https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1907/N59/N59_master/N59.pdf
https://provocando-umateima.blogspot.com/2016/12/galos-galinhas-e-aves-de-arribacao.html
https://archive.li/NkeIq
https://www.rijksmuseum.nl/nl/content-zoeken?q=gir%C3%A3o
https://bnedigital.bne.es/bd/card?oid=0000272168&site=bdh
Gyràáo (José de Sousa Moura).
R. de S. Bento, 210 »
51— Liberdade—o,25»«0,28 —3035000 réis.
52 — O gallo do-forneiro-—o,16»«0,38—2035000 réis. 59 — No campo—o0,20»X0,34— 3035000 réis.
54 — Na praia—o,24»X0,19—2535000 réis.
55 — No jardim—0,16»«0,24—1835000 réis.
https://archive.org/details/exposicaocatalog27soci_202410/mode/2up?q=Moura+Gyr%C3%A3o
https://archive.org/details/gri_33125006177147/mode/2up?q=%22Moura+Gyr%C3%A3o%22
Marcellin Pierre Eugène Berthelot Paris, 25 de outubro de 1827, Paris, 18 de março de 1907,
Professor Berthelot was born in Paris, October 25, 1827, and died in the same city, from heart failure, a few hours after the death of his wife, March 18, 1907. Like Moissan, the whole of Berthelot’s active life was spent in Paris. He received the Doctor degree from the University in 1854, was ‘‘Préparateur” in the Collége de France, 1859-76. In 1860 he became professor of organic chemistry at the Ecole de Pharmacie and in 1865 a chair of theoretical chemistry was created for him in the Collége de France.
It is impossible to give, in a brief space, any adequate account of Berthelot’s investigations; his original papers are numbered by the hundreds and include contributions to every branch of chemical science. In organic chemistry he is, perhaps, best known for his investigations into the nature of fats, for his synthetic work and his contributions to our knowledge of the terpenes. Although, of course, he did not discover acetylene, yet everything of importance that we know of its properties is due to his investigations. Analytical chemistry has also benefited by his labors. In the domain of explosives he was second to none, and it is due essentially to his work that France became equipped with smokeless powder. To Berthelot we owe an enormous quantity of thermo-chemical data and it is because of his supreme influence that French In-His physical-chemical work extended much further, Resell and included numerous investigations in electro-chemistry, the action of light, etc. Berthelot contributed largely to extending our knowledge of the chemistry of plants and animals, including the chemical activity of bacteria. In short, it may be said with truth that his contributions to any one branch of chemistry were each sufficient to earn for him no small measure of fame—how much more is due, therefore, for his contributions to all regions of the science?
Berthelot’s activities were by no means confined to the laboratory, he was the author of numerous text-books and of many essays, reports, pamphlets, etc. Special mention must be made of his volumes on ancient alloys. His political activities are shown by his being Minister of Education, 1886-— 87, and Minister of Foreign Affairs, 1895-96. It is hardly necessary to add that he was a member of practically every government commission which had any connection with science. That his native country appreciated him is shown by his becoming a life Senator in 1882. He has been Secretary of the French Academy since 1889. In 1876 he was appointed Inspector-General of Higher Education.
Berthelot was a Foreign Associate of the National Academy of Sciences, a member of the American Philosophical Society, Honorary Member of the German and American Chemical Societies and a Foreign Member of the Chemical Society (London). He was elected a Foreign Member of the Royal Society in 1877 and subsequently received from it the Copley and Davy medals. In 1901 Berthelot received an international ‘‘medal of honor,”’ in recognition of his position among French chemists and of his services to the science.
https://archive.org/details/per_american-chemical-journal_american-chemical-journal_1907-05_37_5/mode/2up?q=%22Eug%C3%A8ne+Berthelot%22
https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1907/N59/N59_master/N59.pdf
https://archive.org/details/rimpressiondela20univgoog/mode/2up?q=Berchelot
https://archive.org/details/war-cry-1962-Aug-25/mode/2up?q=%22Pierre+Berchelot%22
https://archive.org/details/biostor-203847/mode/2up?q=%22Eug%C3%A8ne+Berthelot%22
https://archive.org/details/sim_time_1927-09-19_10_12/page/n25/mode/2up?q=%22Eug%C3%A8ne+Berthelot%22
Salvator Rosa, 20 de junho ou 21 de julho de 1615, Roma, 15 de março de 1673,
( https://viewer.onb.ac.at/1100777B)
Vida de Salvator Rosa;
( https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10542407?q=%28Giuseppe+Carducci%29&page=4)
passei pelo Salvador Agora aonde?
Hum não é Salvador é Salvatore, a tá!, é Salvatore, é Salvator, É Salvador em (Frances), vai lá vai mudando conforme a biblioteca digital. Se não encontra. Agora na Alemanha, Berlim (delícia).
grafik, grafiken,
https://search.onb.ac.at/primo-explore/search?query=any,contains,SAlvaTor%20Rosa&tab=onb_bildarchiv&search_scope=ONB_gideon&vid=ONB&offset=0
https://viewer.onb.ac.at/1100777B
https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10542407?q=%28Giuseppe+Carducci%29&page=5,
aqui Sátira feita por Carducci de Salvator Rosa,
https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10542407?q=%28Giuseppe+Carducci%29&page=4
Obras de Salvator Rosa:
https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b6401819t.r=Rosa%2C%20Salvator?rk=321890;0
https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b10558855p.r=Rosa%2C%20Salvator?rk=171674;4
Quadros, pinturas, desenhos:
https://www.rijksmuseum.nl/nl/content-zoeken?q=SAlvator+Rosa
Salvator Rosa, opéra-comique
https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b6401819t.r=Rosa%2C%20Salvator?rk=321890;0
=====================================================
https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10542407?q=%28Giuseppe+Carducci%29&page=4
Rosa, Salvator: Satire, odi e lettere
Titel
Satire, odi e lettere : Illustrate da G. Carducci
Urheber
Rosa, Salvator
Erschienen
Firenze : G. Barbèra
Zeit
1860
Umfang
XCVIII, 456 S., 1 Prtr.
Sprache
======================================================
https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b6401819t.r=Rosa%2C%20Salvator?rk=321890;0
Titre : [Salvator Rosa, opéra-comique d'Eugène Grangé et Henry Trianon : costumes : dessins / de Jules Marre]
Auteur : Marre, Jules. Dessinateur
Relation : Salvator Rosa : opéra-comique en 3 actes / texte d'Eugène Grangé, Henry Trianon. - Paris : Opéra-Comique, 30-04-1861
Notice du catalogue : http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb41178465v
Type : image fixe
Langue : Sans contenu linguistique
Format : 6 dessins : aquarelle ; 16 x 11 cm.
Format : image/jpeg
Format : Nombre total de vues : 6
Droits : Consultable en ligne
Identifiant : ark:/12148/btv1b6401819t
Source : Bibliothèque nationale de France, département Arts du spectacle, 4-O ICO THE-149 (1-6)
Conservation numérique : Bibliothèque nationale de France
Date de mise en ligne : 19/01/2010
===========================================================================
https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b10558855p.r=Rosa%2C%20Salvator?rk=171674;4
Titre : Inventaire des autographes du fonds Labouchère. Partie 1. Autographes. Autographes de la série "Peintres, sculpteurs, graveurs et architectes". Brouillon de poésie attribué à Rosa Salvator.
Auteur : Labouchère, Pierre-Antoine (1807-1873). Producteur d'un fonds d'archives
Auteur : Labouchère, Pierre-Antoine. Auteur du texte
Auteur : Rosa, Salvator. Auteur du texte
Date d'édition : 1501-1900
Sujet : Rosa, Salvator (1615-1673) ; autographes
Notice du catalogue : http://archivesetmanuscrits.bnf.fr/ark:/12148/cc1253086/cN81954
Type : manuscrit
Langue : italien
Format : 26,5 x 19,5 cm
Description : Numérisation effectuée à partir d'un document...
Description : Rosa, Salvator.
Droits : Consultable en ligne
Identifiant : ark:/12148/btv1b10558855p
Source : Bibliothèque municipale de Nantes. Ms 821/179
Conservation numérique : Bibliothèque nationale de France
Date de mise en ligne : 16/04/2023
Auteurs similaires
Labouchère Pierre Antoine
===========================================================
https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b8424328z/f1.item.r=SAlvator%20Rosa#
Titre : Salvator Rosa / Deveria ; L. Chaillot
Auteur : Devéria, Achille (1800-1857). Graveur
Auteur : Chatillon, Louis de (1639-1734). Peintre du modèle
Date d'édition : 1815-1857
Sujet : Rosa, Salvator (1615-1673) -- Portraits
Sujet : Portraits
Notice du catalogue : Notice de recueil : http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb38643198w
Relation : Appartient à : Salvator Rosa (1615-1673)
Notice du catalogue : http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb39625425q
Type : image fixe
Type : estampe
Format : 1 estampe ; 18 x 11 cm (im.)
Format : image/jpeg
Format : Nombre total de vues : 1
Description : Appartient à l’ensemble documentaire : IconMUS1
Description : Appartient à l’ensemble documentaire : IconMUSNum
Description : Appartient à l’ensemble documentaire : IconMUS0
Droits : Consultable en ligne
Identifiant : ark:/12148/btv1b8424328z
Source : Bibliothèque nationale de France, département Musique, Est .Rosa S. 001
Conservation numérique : Bibliothèque nationale de France
Date de mise en ligne : 16/08/2010
================================================================
Biblioteca Nacional Digital da Espanha
https://bnedigital.bne.es/bd/es/results?y=s&o=&o=&w=Salvator+Rosa&w=&f=ficha&f=texto_ficha&g=ws&s=10
Giosuè Carducci ou/or Giosuè Alessandro Giuseppe Carducci, 27 de julho de 1835, 16 de fevereiro de 1907,
https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1907/N59/N59_master/N59.pdf
página digital 113 109 do livro
https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k931854j/f111.item.r=Giuseppe%20Carducci
On this day – February 16: Giosuè Carducci, great Italian poet, literary historian and neoclassicist, died.
Giosuè Alessandro Giuseppe Carducci (27 de julho de 1835 – 16 de fevereiro de 1907) foi um poeta, escritor, crítico literário e professor italiano.
https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1907/N59/N59_master/N59.pdf
https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k931854j/f111.item.r=Giuseppe%20Carducci
https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb11377565?q=%28Giuseppe+Carducci%29&page=2,
Obras de:
https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb11677879?q=%28Giuseppe+Carducci%29&page=5,
https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb11163379?q=%28Giuseppe+Carducci%29&page=2,
domingo, 9 de agosto de 2026
NICOLAZZI, . A Patrícia Nicolazzi (in memorian). Pereira e Nicollazi Ltda,mudaraam para EEb Marechal Luz, tá certo"
NICOLAZZI,
https://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/handle/UNISINOS/4202/Ricardo+Schmachtenberg.pdf?sequence=1
João Palhares 1819 -1891 Lisboa?
Figura 56: Homem e mulher dos
arrabaldes do Porto, vindo da romaria
do Senhor de Matosinhos, litografia
aquarelada de João Palhares, século
XIX, Biblioteca Nacional de
Portugal/Museu de Congonhas.
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/93/93131/tde-03122018-110019/publico/2018_JulioMeiron_VCorr.pdf
==========não sei se é a mesma pessoa ==========
Abaixo é João Rodrigues Palhares São Pedro do Rio Grande do Sul
https://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/handle/UNISINOS/4202/Ricardo+Schmachtenberg.pdf?sequence=1
O depoimento de Francisco se diferenciou dos demais na medida em que
trouxe à baila a suspeita de que, entre os possíveis autores dos pasquins, segundo
“ouvira dizer geralmente nesta vila”, contava o Capitão Manoel Pedroso de
Albuquerque171 e o negociante João Rodrigues Palhares.
https://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/5031/1/Miguel+%C3%82ngelo+Silva+da+Costa_.pdf
https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000250443
https://purl.pt/22226
https://purl.pt/22226/4/ea-67-v_PDF/ea-67-v_PDF_24-C-R0150/ea-67-v_0000_1-capa_t24-C-R0150.pdf
Costumes portugueses [ Visual gráfico] / Palhares lith.
AUTOR(ES): Palhares, João, 1819 -1891
PUBLICAÇÃO: [Lisboa : J. Palhares, ca 1850]
DESCR.FÍSICA:
1 álbum, 60 gravuras : litografias, aguareladas ; 31x23 cm
COLEÇÃO: [Colecção Palhares, 2.a série]
REF.EXT.: C.M. de Lisboa - O povo de Lisboa,1978, p. 263
Lima, Henrique de Campos Ferreira - Costumes portugueses, 1917, p. 24
NOTAS: Menção de autor retirada da estampa n.o 5
Título da capa Estampas numeradas de 1-60, sem rosto
CONTEM:
N.o 1: Campinos . - N.o 2: Varina mulher d'Ovar vendendo peixe em Lxa . - N.o 3: Vendedor de hortaliça e fructas em Lisboa . - N.o 4: Guarda nocturno em Lisboa . - N.o 5: Pobres recolhidos no Asylo de Mendicidade . - N.o 6: Ceifeira da província do Minho . - N.o 7: Polícia civil de Lisboa . - N.o 8: Mulher vendendo leite na cidade do Porto . - N.o 9: Varino vendedor de artigos para costura, bijouterias em Lisboa . - N.o 9 [10]: Mulher da cidade do Porto vendendo uvas de cima do Douro . - N.o 11: Servente da Companhia do Gaz . - N.o 12: Saloio (arrabaldes de Lisboa) . - N.o 13: Mulher de capa na cidade de Coimbra . - N.o 14: Conductores de tojo de Alcochete . - N.o 15: Algarve, remador do bergantim real . - N.o 16: Homem da cidade de Braga . - N.o 17: Creado da Casa Real (moço de estrebaria) . - N.o 18: Mulher de Thomar vendendo hortaliça no mercado . - N.o 19: Villôa, camponeza da Ilha de São Miguel . - N.o 20: Villão, camponês da Ilha da Madeira . - N.o 21: Mulher vendendo capachos nas ruas de Lxa . - N.o 22: Homem da Beira vendendo lanifícios das facricas nacionaes . - N.o 23: Mulher de Coimbra conduzindo água da fonte do Mondêgo . - N.o 24: Trabalhador da Beira . - N.o 25: Homem da Ilha do Pico . - N.o 26: Mulher da Ilha do Pico . - N.o 27: Aguadeiro da cidade do Porto . - N.o 28: Guarda real dos Archeiros . - N.o 29: Lavadeira saloia . - N.o 30: Vaqueiro (vendedor de leite) em Lxa. . - N.o 31: Lavrador da Ilha de São Miguel . - N.o 32: Camponezes da Ilha de São Miguel . - N.o 33: Homem de Molellos vendendo louça preta em Lxa . - N.o 34: Vendedor de azeite nas ruas de Lisboa . - N.o 35: Estudantes da Universidade de Coimbra . - N.o 36: Assadeira de castanhas em Lxa . - N.o 37: Pescador do Barreiro e Seixal . - N.o 38: Mulher vendedora de fructa em Lisboa . - N.o 39: Mulher de Leiria vendendo pinhões em Lisboa . - N.o 40: Alentejano . - N.o 41: Bombeiro em Lisboa . - N.o 42: Lavradeira, mulher dos arrabaldes da cidade do Porto . - N.o 43: Mulher de capote e lenço em Lxa . - N.o 44: Aguadeiro de Faro . - N.o 45: Homem da Ilha de Santa Maria . - N.o 46: Mulheres da Ilha de Santa Maria . - N.o 47: Catraeiro em Lisboa . - N.o 48: Mulher de Portalegre . - N.o 49: Aguadeiros da cidade de Lisboa . - N.o 50: Padeira saloia . - N.o 51: Hortelão vendendo ortaliça em Lisboa . - N.o 52: Mulher vendendo sapatos em Lxa . - N.o 53: Moço da Praça da Figueira (mercado de Lxa) . - N.o 54: Andador da Irmandade das Almas Lisboa . - N.o 55: Ferro velho, compra e vende objectos usados em Lisboa . - N.o 56: Peixeira em Lisboa . - N.o 57: Vendedor de esteiras, vassouras, objectos de folha ... em Lisboa . - N.o 58: Moço de padaria, vendendo pão nas ruas de Lxa . - N.o 59: Mulher de Murtosa . - N.o 60: Guarda Municipal de Lisboa, Grande uniforme, Infanteria, Cavallaria
CDU:
763(=1:469)"18"(084.1)
39(=1:469)"18"(084.1)
END. WWW:
https://purl.pt/22226
Antoine Eugène Alfred Chanzy ,18 de março de 1823, 4 de janeiro de 1883,
https://purl.pt/38934/2/
Filho de um capitão de couraceiros do l.°
império, Chanzy alistou-se aos 15 annos na
marinha de guerra. Embarcou em o Neptu¬
no onde era guarda-marinha, o almirante Roze:
Um anno depois passava para bordo da Mar-
ne. Um forte temporal arrojou a fragata para
as costas de Stora, (Argélia). Afogou-se meta¬
de da tripulação. Um marinheiro, moço e de¬
sembaraçado, chegou nadando á praia, e uma
vez ahi, sacudiu-se como um tewa nova. Era
a primeira vez que o general Chanzy pisava
terra argelina, da qual mais tarde devia ser
governador. O homem que teve um dos prin-
cipaes papevs na maior tragédia d’este século
entrava na vida, como n'um romance de Du¬
mas. A sua vida militar foi um longo dia de
batalha. Sahe de S. Cyr para entrar nos zua-
vos. Deixa a Argélia para entrar na guerra
d’Italia, e depois nas da Syria e Roma. Era
por consequência um verdadeiro soldado, quan¬
do por ordem de M. Gambetta se apresentou
em Tours, chamado da Argélia. Desconhecido
em França, trazia como passaporte duas pro-
phecias: Abd-el-Kader dissera-lhe na Syria: Es
da raça dos grandes homens de guerra; leio isto
no teu olhar tão facilmente como no do cavallo
de Setif o nome da sua familia. O marechal
Mae-Mahon prisioneiro, escrevera apenas estas
palavras:—Chanzy c ornais distincto general de
manobra entre osgeneraesquehoje(lS10)p>odem
servir o paiz.
O commandante do 16.° corpo d’exercito ti¬
nha então 48 annos. Era alto, magro, dextro e
vigoroso. Com o seu calção vermelho justo á
perna, as suas grandes botas de montar, a sua
commenda da Legião de Honra ao peito, as
tres estrellas de prata no seu kepi agaloado
d’ouro e ligeiramente in<dinado? o bigode re¬
torcido, e o seu olhar de extraordinária mei¬
guice: junto tudo á elegancia e vivacidade da
sua figura e andar, o general Chanzy pareceu
como que, a evocação súbita do nosso brilhante
passado militar. Esse perfil tão bello, tão im¬
ponente, tão francez foi-lhe inalterável duran¬
te toda a campanha; apenas ao findar o seu
kepi descahia um jmuco menos sobre a orelha.
As suas ordens do dia foram tãocorrectas e ri¬
gorosas como nas grandes manobras do campo
de Saint-Maur. Parecia não ver, nem a desor¬
dem das suas tropas, nem conhecer a derrota
já soífrida. nem ainda calcular ou suppor os
desastres do futuro. Com essa força de concen¬
tração do pensamento, e esse predominio so¬
bre si mesmo, qualidades que destinguem o seu
temperamento e o levam até á dissimulação, o
general Chanzy fingiu nada saber das nossas
desgraças. Julgar-se-hia que chegava de Sol-
ferino. Uma unica cousa lhe arrancou uma ex¬
clamação:—ver os pobres cavallos sujos, magros
e com opello compndo.
Bem depressa pareceu também, que avicto-
ria se tornava cúmplice d’aquella illusão vo¬
luntária. O general foi um dos vencedores de
Coulmiers. Coulmiers 6 uma folha de louro
n’esta historia sombria, uma especie d’essas flo¬
res que os estudantes mettem entre as paginas
do seu livro. A fatalidade porém quiz, que re-
trocedessemos. Nomeado commandante do 2.°
exercito, Chanzy tem então nas suas mãos a
parte principal da nossa fortuna militar. Que
FORMAÇAO DE COMUNIDADES CAMPEIRAS NOS PLANALTOS PARANAENSES/ADMINISTRATIVO O, MERCANTIL E INDUSTRIAL, DA PROVINCIA DO PARANÁ. PARA O ANNO DE 1877
https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/112222/79349.pdf?sequence=1&isAllowed=y
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/112222?locale-attribute=en
ADMINISTRATIVO O, MERCANTIL
E
INDUSTRIAL,
DA PROVINCIADO PARANÁ. -
PARA O ANNO DE
1877
Organizado por José Ferreira Barros
http://memoria.bn.br/pdf/823627/per823627_1876_00001.pdf
MOVIMENTO POPULACIONAL DA LAPA - 1769 - 1818
https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/handle/1884/24699/D%20-%20VALLE;jsessionid=91B063C9D8457EA989751CAD6B4D4357?sequence=1
A FORMAÇAO DE COMUNIDADES CAMPEIRAS NOS PLANALTOS PARANAENSES E SUA EXPANSÃO PARA 0 SUL SECULOS XVI A XIX ROSELYS VELLOZO RODERJAN
sábado, 8 de agosto de 2026
Obrigada ! SCQ
https://rosas-dos-ventos.blogspot.com/2019/01/lady-godiva-inspirou-poetas-escritores.html
dia 09 08 2026 obrigada novamente, SCQ.
Como é que você faz isto?
Como é feito isto? você já sabe o que eu vou perguntar?
Esse livro é maravilhoso. História do Paraná.
https://www.blogger.com/u/0/blog/post/edit/2440002276847656293/2233878364459018784
quinta-feira, 6 de agosto de 2026
Quanto Tempo é para Sempre? As vezes um segundo! Alice no País das Maravilhas. Passado, presente e futuro que se faça. Para você Anjo!
Tenho que encontrar o nome dele. Alguém já informou. O anjo que está nadando. Tá pór aí por aqui, por lá. Obrigada ao Anjo.
https://www.blogger.com/u/0/blog/post/edit/2440002276847656293/1018778524697812970
Abaixo está modificada a frase. Mas é isso mesmo. A eternidade está dentro do segundo.
Aníbal Vasco Leão, ou Annibal Vasco Ferreira Leão ? 1860-1926? = nada
Aníbal Vasco Leão foi um compositor português, célebre por criar a melodia do Hino da Cidade de Guimarães (originalmente o Hino das Gualterianas), com letra do Padre Gaspar Roriz, além de outras composições locais tradicionais e históricas da região.
A. Vasco Leão (frequentemente identificado como Aníbal ou Annibal Vasco Leão, associado à produção de vinho verde da Quinta d'Arca em Guimarães, Portugal) era filho de um ilustre magistrado que também compôs o hino da cidade de Guimarães.
Annibal Vasco Ferreira Leão, filho de João Vasco Ferreira Leão cc Adelaide Sophia Moreira Rodrigues.
https://www.csarmento.uminho.pt/site/files/original/dcb53a80b65e011dfb31de31c3cc58d054b61ad4.pdf
https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1906/N23/N23_master/N23.pdf
em 23 de julho de 1924 Morre Casimiro Vasco Leão tio do Anníbal
https://archive.org/details/ocomerciodoporto/1924%20-%20O%20Com%C3%A9rcio%20do%20Porto%20-%2024%20de%20Julho%20de%201924/page/n3/mode/1up?q=%22An%C3%ADbal+Vasco%22
https://www.csarmento.uminho.pt/site/files/original/4282a73141cd55c9d31ce5adaeb9e4c70f2acbcd.pdf
???
https://archive.org/details/historiadaantiqu00lace_1/page/66/mode/2up?q=%22+Le%C3%A3o%22
https://archive.org/details/ocomerciodoporto/1879%20-%20O%20Com%C3%A9rcio%20do%20Porto%20-%20Ano%20XXVI%20-%20n%C2%BA187%20-%2006%20de%20Agosto%20de%201879/page/6/mode/1up?q=%22Vasco+Le%C3%A3o%22
pai do Aníbal? irmão do Casimiro?
João Vasco Ferreira Leão, filho de Antonio José Ferreira Leão falecido em 24 de setembro de 1884.
João Vasco Ferreira Leão , filho d' Antonio José Ferreira Leão , natural dc Guimarães , Di-
stricto de Braga. Couraça de Lisboa , N• •(https://am.uc.pt/download/wprCkWvCk8KVwpnCnWFnYGlsZGbCnA==/UCBG-RP-15-2-1851-1852_0000_Obra_Completa_t24-C-R0120.pdf)
Avô de Aníbal Vasco Ferreira Leão
( https://www.csarmento.uminho.pt/site/files/original/c475bbe25e4a9d60b870130a546ff5dece2e8a10.pdf)
João Vasco Ferreira Leão , 08 de dezembro de 1830- 1884, filho d' Antonio José Ferreira Leão e Rosa Joaquina Viegas Leão, filha de João Antonio Viegas Fernandes falecido em 23/04/1853 , e Maria Tereza Raimund 05/02/1782 e 29/12/1822. ( https://porgener.csarmento.uminho.pt/Individuo/118799)
nascimento27/12/1808 Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal falecimento 26/02/1871 Rua da Rainha - Guimarães (Oliveira do Castelo), Guimarães, Braga, Portugal
Juiz de Porto, Portugal Vasco Leão, 08 de dezembro de 1830- 06 de setembro de 1895
o sr. Vasco Leão deputado ( https://archive.org/details/n-79_20240828/N33/mode/2up?q=%22Vasco+Le%C3%A3o%22)
Vasco Leão tinha a religião da honra e o culto do dever.
Amava a justiça e a liberdade. . . sim . . . elle amou também a liberdade!
Nascido em 1830, o seu berço foi molhado pelas lagrimas que o despotismo fez chorar a sua mãe!
Era por isso natural adversário de todos os que querem felicitar-nos com instituições do passado.
Tendo concluído — como Joaquim Champalimaud, de quem foi condiscípulo, e a quem tão de perto havia de acompanhar na morte — o seu curso universitário em 1855, foi em 1856 nomeado delegado do procurador régio para a comarca da Ilha do Pico, sendo algum tempo depois transferido para a da Ilha do Fayal.
Desde logo se revelaram as aptidões do magistrado; e o seu brioso proceder de homem e de funccionario por tal forma alli se assignalou, que, passados mais de trinta annos, d'elle existia ainda honrada nomeada n'aquellas terras do archipelago açoriano!
Eleito deputado por Guimarães, sua terra natal, nas legislaturas de 1871 a 1874 e de 1875 a 1879, e par do reino pelo districto de Bragança em 1887, preoccuparam-no quasi exclusivamente no parlamento os assumptos judiciaes e os da classe, sendo, pelo seu amor e assiduidade no trabalho, escolhido, durante todo aquelle periodo, para secretario da commissão de legislação da camará electiva, tomando, em tal qualidade, constante e activa parte nos trabalhos de revisão e discussão do projecto do Código do Processo Civil e redigindo as numerosas actas das sessões da commissão.
Dá testemunho da elevação do seu espirito e da bondade da sua alma um projecto de lei sobre o ensino dos surdos-mudos, que por elle foi apresentado ao parlamento.
1910 (https://museumontepio.pt/biografias/)
https://archive.org/details/figurasdopassado00pint/page/242/mode/2up?q=%22Vasco+Le%C3%A3o%22
https://www.parlamento.pt/Parlamento/Documents/Hist-AHP/17ListaRedaccao.pdf
https://www.csarmento.uminho.pt/site/files/original/c475bbe25e4a9d60b870130a546ff5dece2e8a10.pdf
https://gisaweb.cm-porto.pt/units-of-description/series/15156/documents/?q=&page=225
https://gisaweb.cm-porto.pt/units-of-description/documents/18192/?
https://arquivohistorico.ministeriopublico.pt/index.php/knbni
https://www.csarmento.uminho.pt/site/files/original/c475bbe25e4a9d60b870130a546ff5dece2e8a10.pdf
filhos da Rosa Viegas Leão cc Antóno José Ferreira Leão
27/12/1808 Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal 26/02/1871 Rua da Rainha - Guimarães (Oliveira do Castelo), Guimarães, Braga, Portugal
Albino Vasco Ferreira Leão --/--/---- 28/09/1857 Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal
João 08/12/1830 Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal --/--/----
Maria 29/04/1832 Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal --/--/----
Auspício 08/07/1833 Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal --/--/----
Cláudia Maxima Ferreira (Dona) 22/10/1835 Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal 20/07/1862 Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal
Maria Elvira Viegas Ferreira Leão Cruz (Dona) 28/03/1838 Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal 23/12/1866 Guimarães (Oliveira do Castelo), Guimarães, Braga, Portugal
Casimiro 26/09/1839 Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal --/--/----
António 09/09/1840 Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal --/--/----
Álvaro
https://porgener.csarmento.uminho.pt/Individuo/113989
https://archive.li/wip/HB37M
https://archive.li/HB37M
Mediunidade
https://youtube.com/shorts/eioMknY6By8?is=OpL7fz70xmBgFJzJ
-
The International who's who, 1956-57
-
Juliette-Joséphine Simon-Girard 8 de maio de 1859 – 1954. foi uma soprano francesa, principalmente em opereta. [ 1 ] Seu pai, Philippe Loc...
-
curiosidade esta imagem está numa parede em um vídeo com a Carli. https://www.facebook.com/reel/258032783629919 "Le Petit Journal ...