quarta-feira, 12 de agosto de 2026

entendendo. Obrigada ao povo Formiga. As Formigas Bordadeiras. Obrigada as formiguinhas,

Obrigada também. Foi eu que pedi pra ver e vi e presenciei.

Obrigada LEI  ㄥƐƖ = 137 pelas respostas. 

chegou na hora

https://www.facebook.com/reel/1520701862681311 

(pkp é a lei  LEI  ㄥƐƖ = 137) . Perfeito onde te levou a ambição, a gula, a avareza. A nenhum lugar, e fica repetindo eternamente. Isso e de novo. E vamos no de novo. ( é os ciclo sem fim, 🤣😜🤪 https://www.youtube.com/watch?v=EOVp4tb5Fn0, andando pelas trilhas da FUTILIDADE.)

 

 Aos Engenheiros Siderais.(tem gente que sabe).

A questão é que sou meia idiota, mas o que tem de gente inteira idiota na minha frente é foda.,!

Demorou. Capacidade Cognitiva = 0  🤣😜🤪

Pois é eu assisti o vídeo do professor dizendo que ele não entendeu,  aí um gurizinho de 7 anos , já leu O Universo numa casca de nós, O Tao da Física. E disse que entendeu.  🤣😜🤪

E eu nem li ainda de tanto medo que sei que vou entender nada, rs!

 

 https://www.facebook.com/reel/391182085397702

 Obrigada a vocês formiguinhas, que muito me ajudam.

( vai se esclarecendo tudo vai abrindo tudo, nossa e hoje o astral, pois é o que é aquilo alí?) 

https://www.youtube.com/watch?v=CBsoddl28KI 

https://www.youtube.com/watch?v=b-Oj7d24Qhk 

https://www.youtube.com/watch?v=B-BavwvjQJI 

https://www.youtube.com/watch?v=7UKY6MgWVT4&t=203s 

700 aehhhh!

https://www.youtube.com/watch?v=S2ii2r2GSH4 

 


As Formigas Bordadeiras na Associação Nossa Senhora das Lágrimas (conhecida como o Santuário das Formigas Bordadeiras), no bairro São Lourenço em Serra, Espírito Santo, representam um famoso fenômeno de fé católico iniciado em 1990. O local abriga milhares de folhas de árvores com recortes e furos que os fiéis acreditam formarem silhuetas de santos e mensagens divinas criadas por insetos.
A Origem do Fenômeno

    O choro da imagem: Em novembro de 1990, uma residência na Serra registrou relatos de que uma réplica da imagem de Nossa Senhora da Penha teria chorado lágrimas e, posteriormente, lágrimas de sangue.]
    O surgimento das folhas: Anos depois, entre as décadas de 1990 e 2014, moradores e frequentadores passaram a encontrar folhas em árvores locais com recortes minuciosos que lembravam mantos, rostos sacros e palavras de fé.
    A guarda do acervo: A Associação Nossa Senhora das Lágrimas recolheu e preserva mais de 14.000 folhas catalogadas e milhares de mensagens transcritas por voluntários.

Visitação e Localização

    Endereço: Rua Aldari Nunes, 162, Bairro São Lourenço, Serra - ES.
    O que ver: O espaço expõe as folhas perfuradas, quadros, transcrições de mensagens místicas e recebe peregrinos do Brasil inteiro interessados no mistério religioso.

Gostaria de saber mais sobre:

    Os horários de missas e visitação pública do santuário
    A localização exata e rotas de acesso a partir de Vitória


terça-feira, 11 de agosto de 2026

eSPIRITUALIDADE. Conscientização faria a regeneração chegar mais rapido como a proposta do vegetarianismo. Que eu não sou. Mas se é para ser melhor.

  

 magnific. com

LIÇÃO DE CASA" para Estudarmos: Livros de Zecharia Sitchin A Série Principal: As Crônicas da Terra O 12º Planeta (1976) A Escada para o Céu (1980) As Guerras dos Deuses e dos Homens (1985) Os Reinos Perdidos (1990) O Começo do Tempo (1993) (When Time Began) O Código Cósmico (1998) O Fim dos Dias (2007) (The End of Days) Livros Complementares e Outras Obras Gênesis Revisitado (1990) Encontros Divinos (1995) O Livro Perdido de Enki (2001) Expedições das Crônicas da Terra (2004) Havia Gigantes na Terra (2010) O Rei que se Recusava a Morrer (2013)

Conscientização faria a regeneração chegar mais rapido como a proposta do vegetarianismo. Que eu não sou. Mas se é para ser melhor. 

https://www.youtube.com/watch?v=khondA7aca4 

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=l2NaVfmuosE 

 

 

"Cronicas da Terra"  Zecharia Sitchin 

 

a outra dizendo: o vucu vucu o nhaco nhaco, ( que é que é isso meu?) 


 


O telescópio FAST é um dos projetos super impressionantes da China.

 

O telescópio FAST é um dos projetos super impressionantes da China. A China construiu o maior orelha do mundo, tornando Guizhou um local de peregrinação para astrônomos de todo o mundo.
A coisa mais frustrante sobre o telescópio FAST é que mais tarde descobriu milhares de pulsadores, atraiendo astrônomos de todo o mundo para Guizhou, mas a pessoa que mais queria ver tudo isso não podia esperar.
O nome dele é Nan Rendong. Da proposta à conclusão do projeto, o FAST já está em funcionamento há mais de vinte anos. Para encontrar um local adequado, ele e sua equipe sondaram centenas de lagos karsticos em Guizhou.
O FAST foi concluído em 2016. Em 2017, Nan Rendong faleceu de câncer de pulmão. Mais tarde, o FAST continuou a quebrar recordes, tornando-se um dos equipamentos de telescópio de rádio mais importantes do mundo, mas ele não conseguiu ver muitas das suas conquistas com os próprios olhos.
Algumas respostas são muito longas. O suficiente para uma pessoa poder esperar uma vida inteira para que elas sejam totalmente reveladas. Muitas pessoas lembram do telescópio chinês, mas esquecem a pessoa que o colocou nas montanhas.
#中国 #科普 #中國 #涨知识 #冷知識
Ver menos
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https://www.facebook.com/reel/2847451255592266 

Mendonça, Henrique Lopes de, 1856-1931 Author de "O Gafanhoto" Quinzenário Illustrado para Crianças. Retratos, aquarelas, desenhos, poesia.!

 A Portuguesa

https://www.youtube.com/watch?v=DdOEpfypWQA&t=84s 

 

 

 

https://ia600801.us.archive.org/BookReader/BookReaderImages.php?zip=/30/items/n-1028/N1012_jp2.zip&file=N1012_jp2/N1012_0000.jp2&id=n-1028&scale=1&rotate=0

 

 https://dn721806.ca.archive.org/0/items/n-468/N405.pdf

 

E eu vou querer pegar a tua fotografia?.

é inacreditável os caras pegam as imagens que são dominio publico e estão aí.

Que é acesso para todos para estudo.

Somente pego e repasso.

A pessoa tem que nada.

Nem casar nem dar cpf, nem ci nada.

É uma pouca vergonha na cara.

A poucos esse sistema desavergonhado, pediu até a minha fotografia. Acabou de aparecer aqui só continuo com fotografia.

Era o que me faltava.. Pra que querem a foto de mais uma "Bruxa"? 

Ridiculo você. Dominador, abusivo. 

 

Peguei aqui na internete, um rapaz que passa vídeos jovem reclamando que os vídeos dele que estão fazendo sucesso foram todos passados na ia. Tudo Falso, traduzidos, mas em real não é ele, é, e não é porque é tudo refeito. Com ele falando em Indi, na Índia. Sendo que ele é meu vizinho por aqui. Por ali em Roma o "sentro do mundo".  

E Esqueci de pegar um testemunho comentário de um sr. aqui que ele falava o correto.

É uma gente que não tem vergonha na cara dizendo o nome da empresa (que não repasso, pois os problemas).

Não me interessa. Toma vergonha você na cara de querer cobrar por domínio público.

E o que acontece então.? Se perdeu toda a informação. Pois quantas pessoas interessadas em ler dos que estão? = Meia dúzia . E o homem que eu fiz o levantamento também. Que criou no Brasil os direitos autorais lá em "Epaminondas" = 1910? . Quem sabe dele? ( o livro abaixo mencionado).

Perfeito: - Ninguém! ficou o que dele? = Nada. Absolutamente nada. Até peguei o nome e a foto dele que está aí atrás em algum lugar. Mas não se tem mais nada dele. = 0. 

Só um nome numa lista de alguém que passando ficou noves fora = zero.

 

 

Querido eu gosto do difícil eu vou lá no livro se existir de 1500. Quem disse que preciso copiar a tua imagem? (ai em cima para exemplo vou pegar todas só de raiva e postar e mostrar os caminhos assim). É para todos. Está disponível para todos poderem estudar. Não é de ninguém . Se eu passo é para que todos possam acessar com mais facilidade.

 

Que graça tem se eu não conseguir descobrir de onde? háhá! 

 tem uma foto dele no meio de 14 mil imagens, kkk.

(https://archive.org/details/occidente_revista/Occidente_Ficha_Hist/mode/2up?q=O+Ocidente+%5C%3A+revista+ilustrada) 

Vamos lá. kkk

i'm standing, kkkk. Aguente firme. kkk! 

vai pelo código nas 14 mil imagens, kkk (https://archive.org/download/occidente_revista)

Hemeroteca Digital: "O Ocidente: revista ilustrada de Portugal e do estrangeiro" N.º 1012 

 control f numero

achei. 

https://archive.org/download/occidente_revista 

https://dn721804.ca.archive.org/0/items/occidente_revista/N1012_text.pdf 

https://archive.org/details/occidente_revista/Occidente_Ficha_Hist/mode/2up?q=O+Ocidente+%5C%3A+revista+ilustrada

 https://catalogolx.cm-lisboa.pt/ipac20/ipac.jsp?session=178647L51T2G7.586&profile=rbml&uri=link=3100027~!1949310~!3100024~!3100022&aspect=basic_search&menu=search&ri=4&source=~!rbml&term=O+occidente+%3A+revista+illustrada+de+Portugal+e+do+estrangeiro&index=ALTITLE

 

depois de me lascar procurando num arquivo com 14 mil

Vai ali do lado esquerdo e está escrito 1012, kkk. Não precisava ter aberto lá os garranchos eletronicos. 

achei este mais fácil, rs, kkk Obrigada ao Nathaniel.

https://archive.org/details/n-1028/N1012/ 

https://archive.org/details/oocidente-1915-fmaio-1311/N1264/page/n10/mode/1up?q=Eduardo+Villa%C3%A7a 

https://dn721804.ca.archive.org/0/items/occidente_revista/N1012_text.pdf 

 

Wagner (eu amo Wagner) as Walkyrias, kkk, rs!

https://www.facebook.com/reel/1859217014162108 

 

List Of Members Of The American Society Of Composers Authors And Publishers And Similar Foreign Societies

 https://archive.org/details/listofmembersoft001828mbp_202604/page/n329/mode/2up?q=Mendon%C3%A7a

(o acima tem a classificação do creio o Alcir Vermelho, e o outro Sr. Brasileiro este que criou as leis de direitos autorais )

 

https://archive.org/details/occidente_revista/N0405/ 

https://dn721806.ca.archive.org/0/items/n-468/N405.pdf 

https://dn721804.ca.archive.org/0/items/occidente_revista/N1012_text.pdf 

aqui (abaixo) montei para ver se consigo pegar no site original mas não deu certo tem um código errado. 

https://dn721806.ca.archive.org/0/items/occidente_revista/N0405_text.pdf   

  

https://dn721804.ca.archive.org/0/items/occidente_revista/N1012_text.pdf

 

Mendonça, Henrique Lopes de, 1856-1931

Henrique Lopes de Mendonça (1856–1931) , pai, Antonio Rolin Lopes De Mendonçafoi um oficial da Marinha, escritor, poeta e dramaturgo português, célebre por escrever a letra de "A Portuguesa", o hino nacional de Portugal, em parceria com o compositor Alfredo Keil.

Vida e Carreira Militar

  Nasceu em Lisboa a 12 de fevereiro de 1856.
  Entrou para a Escola Naval aos 15 anos.
  Serviu a Armada Real por dez anos em viagens pela Europa e África.
  Reformou-se como Capitão de Mar-e-Guerra em 1912.

 

Atividade Literária e Cultural


  Integrou o movimento neo-romântico na literatura.
  Escreveu peças de teatro, romances e poesia.
  Lecionou na Escola de Belas Artes de Lisboa.
  Foi presidente da Academia das Ciências de Lisboa.
  Fundou a Sociedade Portuguesa de Autores em 1925.
  Faleceu em Lisboa a 24 de agosto de 1931.

https://purl.pt/23777

https://catalogo.bnportugal.gov.pt/ipac20/ipac.jsp?profile=bn&source=~!bnp&view=subscriptionsummary&uri=full=3100024~!1826395~!2&ri=1&aspect=subtab13&menu=search&ipp=20&spp=20&staffonly=&term=lus%C3%83%C2%ADadas&index=

.TW&uindex=&aspect=subtab13&menu=search&ri=1

O Gafanhoto : quinzenário illustrado para creanças / dir. Henrique Lopes de Mendonça, Thomaz Bordallo Pinheiro
 
AUTOR(ES):     
Mendonça, Henrique Lopes de, 1856-1931, dir.; Pinheiro, Tomás Bordalo, 1861-1921, dir.
NUMERAÇÃO:     
No 1 (abr. 1903) - no 42 (dez. 1904) ; S. 2, no 1 (jan. 1910) - s. 2, no 24 (dez. 1910)
PUBLICAÇÃO:     
Lisboa : Livraria Ferin : Abílio da Cruz Madeira, 1903-1910
DESCR.FÍSICA:     
25 cm
PERIODICIDADE:     
Quinzenal
CDU:     
087.5(051)
END. WWW:     
https://purl.pt/23777


 https://purl.pt/30539/4/hg-6923-13-v_PDF/hg-6923-13-v_PDF_24-C-R0150/hg-6923-13-v_0000_1-28_t24-C-R0150.pdf

 E AINDA FALTAM PRA ELE OS LIVROS DA MARINHA

 

 

 

 

https://archive.org/details/historia-da-literatura-portuguesa-aj-saraiva-oscar-lopes/page/n970/mode/1up 

 https://www.marinha.pt/conteudos_externos/Revista_Armada/PDF/2011/RA450.pdf

  

Comandante Henrique Lopes de Mendonça
(1856-931)

Patrono do Curso de 1990


Henrique Lopes de Mendonça “foi um perfeito tipo de marinheiro-letrado, dando à designação o sentido de personalidade que se realizou em plenitude, a um tempo interessado pela técnica da sua profissão de marinheiro (…) e pela missão a que a consciência de português, de homem e de artista o obrigava, uma obra de exaltação pelo livro e pela conferência, das qualidades mais nobres de Portugal”. Foi desta forma que o definiu Hernâni Cidade. Para Bulhão Pato, ele era simplesmente “um escriptor de raça e (...) um honrado carácter”.
Nasce em Lisboa, a 12 de Fevereiro de 1856, o filho de António Raulino Lopes de Mendonça, funcionário da Câmara dos Deputados, e de Honorata Lopes de Mendonça. Num elogio fúnebre, seu pai foi definido como um “carácter de rija tempera, amassado nas lutas liberais que se feriram desde 1820 a 1851. Tinha a coragem, a mais austera das suas convicções profundamente democratas, e declarava-as bem alto, sem rebuço, n’um período em que pelo menos era preciso coragem para o fazer”. Foram estes os princípios que moldaram também o espírito do jovem Henrique.
Sobre a sua infância e adolescência, são escassos os dados. Sabemos que, até aos nove anos, visita regularmente, na companhia de seu pai, o seu padrinho e tio António Pedro Lopes de Mendonça. Para além de primo de seu pai, ele era irmão de sua mãe. As visitas eram primeiro na casa deste e depois, entre 1860 e até à sua morte, em 1865, em Rilhafoles, onde estava internado por ter enlouquecido. António Pedro era um homem das letras que, quando jovem, também havia sentido o apelo do mar.
Foi este apelo que, mais tarde, levou Henrique Lopes de Mendonça a ser incorporado na Armada como Aspirante extraordinário em 27 de Outubro de 1871. A 9 de Julho de 1874 recebe guia de embarque para a fragata “D.Fernando”, onde funcionava a escola prática de Artilharia Naval, sendo promovido a Guarda-Marinha no dia 13 de Novembro.
Ainda como Guarda-Marinha, ingressa como sócio no Clube Militar Naval em 1876. Como habitualmente, não ingressa só. Dois dos camaradas que o acompanham são Roberto Ivens e Wenceslau de Moraes, que também pelas suas obras se irão destacar.
Foi oficial embarcado entre 1874 e 1886. O seu “período africano”, onde navega pela costa ocidental africana (Cabo Verde, S.Tomé e Angola) decorre entre 1876 e 1882. Neste período, casa-se com Amélia Bordallo Pinheiro, irmã de Columbano e de Rafael Bordallo Pinheiro, em 1880, perdendo a sua mãe no ano seguinte.
Em 1879, tendo concluído os seus tirocínios, embarca na corveta “Bartholomeu Dias”, onde faz o seu exame de Guarda-Marinha e é promovido a 2º Tenente. Por essa altura, solicita ser agregado à comissão geológica do reino, para “se aplicar activamente ao estudo das ciências geológicas”, mas o despacho do Director Geral da Marinha é negativo, afirmando que isso “seria um meio de iludir o serviço marítimo com prejuízo dos demais oficiais a ele obrigado”.
É em Angola que a sua alma de artista se revela, desenvolvendo-se no período em que fez estação. Para Mendonça, Angola era calor e monotonia. E para vencer essa monotonia ia escrevendo. Nalgumas das suas cartas a Amélia escrevia poemas e, em Luanda, com outros camaradas que consigo estavam embarcados, promove e participa num sarau teatral. O tempo livre era ocupado por Mendonça em leituras e nas tentativas de aprendizagem de um instrumento musical. Como referiu numa carta a Columbano, “ando a aprender música e faço parte de uma fanfarra como baixo”.
Em Angola fazia-se, essencialmente, presença naval. Mas também fiscalização e policiamento, actuando sobre o tráfico negreiro. A Estação Naval era composta por navios de diferentes tipos, que permaneciam na região. Os elementos da guarnição iam sendo rendidos no local, fazendo-se a ligação com a metrópole através de paquete. Normalmente, o período de permanência na Estação era de dois anos.
O isolamento, então, era grande. As notícias chegavam uma vez por mês. E neste lento vai-e-vem, a vida seguia o seu rumo. É em Angola que recebe a notícia do nascimento da sua filha Virgínia. Aqui também recebe a notícia do falecimento da sua mãe.
Ainda em Angola, os seus ideais republicanos levam-no a apresentar a sua candidatura a Deputado por Luanda.
Em 1885 é promovido a 1º Tenente e, no ano seguinte, após doença, é exonerado do seu cargo de instrutor da Escola de Artilharia Naval. Nesse mesmo ano, bem como no de 1890, faz parte da comissão de redacção dos Anais do Clube Militar Naval, publicação onde vão surgindo os seus contributos para a elaboração de uma História da Marinha.
Promovido a Capitão-Tenente em 1891, é promovido a Capitão-de-Fragata em 1901 e a Capitão-de-Mar-e-Guerra oito anos depois, reformando-se em 1912, após ser dado como incapaz para todo o serviço.
Em 1931, no dia 24 de Agosto, dá-se o seu passamento.
História, Literatura, Jornalismo...
Em Lopes de Mendonça, é difícil fazer uma distinção clara entre história e literatura, pois ambas andam a par e de uma decorre a outra. A poesia e o teatro parecem ser, nos primeiros tempos, a sua escolha preferida. Notabiliza-se na sua época através do drama histórico, subindo a sua primeira peça, “A Noiva”, ao palco do teatro D. Maria II no dia 9 de Fevereiro de 1884. Outras se seguiram, mas o seu sucesso causou-lhe alguns dissabores no seio da instituição militar, sendo criticado e criando, assim algumas inimizades.
Em 15 de Janeiro de 1887, foi o conselheiro Andrade Corvo encarregado pela Academia Real das Ciências de escrever os estudos sobre províncias ultramarinas. Solicitando que lhe fosse apresentado “um official da armada, que pelo seu merecimento e letras o podesse coadjuvar no desempenho da importante commissão de que está encarregado”, é ordenado a Lopes de Mendonça que “fique á disposição do referido conselheiro (...) para o auxiliar no cumprimento d’aquella commissão”. Entre Julho de 1891 e Novembro de 1901 exerce as funções de bibliotecário da Escola Naval.
Em 31 de Outubro de 1889, o então Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Marinha e do Ultramar, Frederico Ressano Garcia, faz publicar o decreto onde afirma que “sendo da maxima conveniencia a publicação de uma obra, onde se historiem methodicamaente os feitos da nossa marinha de guerra, illustrada em todas as partes do mundo, desde o começo da monarchia, por grande numero de conquistas e descobertas e por ousados navegadores de fama universal; (...) hei por bem encarregar o primeiro tenente da armada Henrique Lopes de Mendonça de proceder á elaboração déssa obra (...)”. Por esse motivo, Lopes de Mendonça passa à situação de oficial em “comissão especial”, facto este que prejudicará a evolução da sua carreira naval.
A sua História Naval, como um todo, nunca chegou a existir. Porquê? Numa carta escrita ao Chefe de Estado Maior da Majoria General da Armada, em 1 de Novembro de 1911, em resposta à solicitação do Ministro da Marinha acerca da execução do despacho que o encarregou de escrever a Historia Marítima de Portugal, assim somos esclarecidos:

(...) tratei de recopilar na Bibliotheca Nacional e nos archivos publicos todos os subsidios utilisaveis. A poucos passos dados, reconheci com magua que mal me chegaria a vida, apenas com o meu trabalho individual, isento de auxiliares, para a elaboração de uma obra synthetica e completa, sobre assumpto vastissimo, que se prendia com os problemas mais complexos da história portuguesa. Deliberei pois vir aproveitando os subsidios já colligidos na elaboração de obras parcellares, e vali-me da publicidade que me proporcionava a Academia das Sciencias, a qual incluiu esses trabalhos nas suas collecções. Consinta VExª que cite, entre elles, os Estudos sobre os navios portugueses nos seculos XV e XVI , que mereceram da autorisada penna de Oliveira Martins a qualificação de obra exhaustiva, e O Padre Fernando Oliveira e a sua obra nautica , em que tive a honra de dar a publico, alem da biographia extensa do illustre nautographo quinhentista, a primeira obra que sobre a construção naval se escreveu em lingua portuguesa. (...) Effectivamente, a falta quasi absoluta de obras subsidiarias, aggravada no meu caso com a carencia de auxiliares technicos, obriga o pesquizador a exercitar-se na pratica de paleographia, e ler e summariar documentos immensos, a multiplicar extraordinariamente o seu cabedal de apontamentos, notas e verbetes, a gastar finalmente em arduas tarefas de cabouqueiro o tempo que lhe fallece para a construcção de um solido edificio (...).

É por estas duas obras acima referidas que podemos considerar Lopes de Mendonça um dos pioneiros da arqueologia náutica, tanto através dos “Estudos sobre os navios portugueses” como ao desenterrar do esquecimento o Livro da Fábrica das Naus do Padre Fernando Oliveira, personagem ainda tão mal conhecida. Assim o apresenta Mendonça: “(...) philologo como João de Barros, aventureiro como Fernão Mendes Pinto, perseguido pela Inquisição como Damião de Goes, navegador como D.João de Castro, porventura o unico dos escriptores de architectura naval do seu tempo e do seu paiz, (...) elle representa em Portugal uma das mais brilhantes personificações do espirito do livre exame em pleno século XVI, (...) mas o que mais decisivamente recommenda o padre Fernando Oliveira á attenção e ao respeito da posteridade são os seus merecimentos excepcionaes de escriptor nautico. (...)”
Mas a atenção de Mendonça reparte-se por muitos e variados assuntos. Já desde 1879 era sócio correspondente da Real Academia das Ciências, passando a sócio efectivo em 1900 e assumindo a presidência da Academia das Ciências em 1914-15. Foi sócio da Sociedade de Geografia a partir de 1890. E, entre 1901 e 1929, é professor de Geografia, História e Literatura na Escola de Belas Artes. Ainda em Maio de 1911, é criada, pelo Ministério do Fomento, a Repartição de Turismo, da qual também faz parte, como membro agregado ao seu Conselho.
Não se pense, contudo, que Lopes de Mendonça era um carácter austero. A bondade e ternura do seu coração, para além de se tornarem evidentes em muitas das suas cartas, facilmente se verificam na atenção que dedica às crianças. Assim, é director de uma revista especialmente dedicada aos mais novos, O Gafanhoto , tendo publicado, em 1904, a “História de Portugal contada aos pequenos portugueses”. Mas para além d’O Gafanhoto, ainda foi director da 1ª série da revista Serões e do Diário Popular, entre 9 de Março e 24 de Abril de 1911, isto após um período em que este jornal se manteve encerrado entre 1 de Janeiro e 8 de Março desse ano.
Entre 1913 e 1919 vai publicando, com alguma regularidade , curtos contos no Comércio do Porto. Quase todos, para não dizer todos, vão beber a inspiração a episódios verídicos, essencialmente da História de Portugal, abrangendo temas que vão desde Viriato até ao combate do «Augusto de Castilho». Esses contos foram depois reunidos em vários volumes, tais como “Fumos da Índia” ou “Argueiros e Cavaleiros”, por exemplo.
Não podemos esquecer o Hino Nacional. A letra nasceu de um desafio de Alfred Keil, seu amigo, no calor das reacções ao Ultimatum britânico de 1890. Momento de raiva e de exaltação patriótica, rapidamente chegou à boca do povo. E foi a sua popularidade que o levou a ser transformado no Hino da jovem República, cerca de vinte anos mais tarde.

in "Patronos dos cursos tradicionais da Escola Naval"

Alunos do Curso "Comandante Henrique Lopes de Mendonça"

abaixo o nome dos alunos de 2011, ainda estão vivos, rs!

 

https://www.facebook.com/escolanavalpt/photos/comandante-henrique-lopes-de-mendon%C3%A7a-1856-931-patrono-do-curso-de-1990-henrique/896691037032906/  

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

José Maria de Souza Moura Gyrão , Lisboa no mês de Agosto de 1840, a 1 de Novembro de 1916

  

 

José Maria de Souza Moura Girão , nasceu em Lisboa no mês de Agosto de 1840 e faleceu, a 1 de Novembro de 1916. Filho de Marcelino Nunes Correa e Leopoldina de Jesus Correa.

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1907/N59/N59_master/N59.pdf 

https://provocando-umateima.blogspot.com/2016/12/galos-galinhas-e-aves-de-arribacao.html 

https://archive.li/NkeIq 

https://www.rijksmuseum.nl/nl/content-zoeken?q=gir%C3%A3o 

https://bnedigital.bne.es/bd/card?oid=0000272168&site=bdh 

 

Gyràáo (José de Sousa Moura).

R. de S. Bento, 210 »

51— Liberdade—o,25»«0,28 —3035000 réis.

52 — O gallo do-forneiro-—o,16»«0,38—2035000 réis. 59 — No campo—o0,20»X0,34— 3035000 réis.

54 — Na praia—o,24»X0,19—2535000 réis.

55 — No jardim—0,16»«0,24—1835000 réis. 

https://archive.org/details/exposicaocatalog27soci_202410/mode/2up?q=Moura+Gyr%C3%A3o 

https://archive.org/details/gri_33125006177147/mode/2up?q=%22Moura+Gyr%C3%A3o%22 

Marcellin Pierre Eugène Berthelot Paris, 25 de outubro de 1827, Paris, 18 de março de 1907,

 

 

 

 

Professor Berthelot was born in Paris, October 25, 1827, and died in the same city, from heart failure, a few hours after the death of his wife, March 18, 1907. Like Moissan, the whole of Berthelot’s active life was spent in Paris. He received the Doctor degree from the University in 1854, was ‘‘Préparateur” in the Collége de France, 1859-76. In 1860 he became professor of organic chemistry at the Ecole de Pharmacie and in 1865 a chair of theoretical chemistry was created for him in the Collége de France.

It is impossible to give, in a brief space, any adequate account of Berthelot’s investigations; his original papers are numbered by the hundreds and include contributions to every branch of chemical science. In organic chemistry he is, perhaps, best known for his investigations into the nature of fats, for his synthetic work and his contributions to our knowledge of the terpenes. Although, of course, he did not discover acetylene, yet everything of importance that we know of its properties is due to his investigations. Analytical chemistry has also benefited by his labors. In the domain of explosives he was second to none, and it is due essentially to his work that France became equipped with smokeless powder. To Berthelot we owe an enormous quantity of thermo-chemical data and it is because of his supreme influence that French In
-His physical-chemical work extended much further, Resell and included numerous investigations in electro-chemistry, the action of light, etc. Berthelot contributed largely to extending our knowledge of the chemistry of plants and animals, including the chemical activity of bacteria. In short, it may be said with truth that his contributions to any one branch of chemistry were each sufficient to earn for him no small measure of fame—how much more is due, therefore, for his contributions to all regions of the science?

Berthelot’s activities were by no means confined to the laboratory, he was the author of numerous text-books and of many essays, reports, pamphlets, etc. Special mention must be made of his volumes on ancient alloys. His political activities are shown by his being Minister of Education, 1886-— 87, and Minister of Foreign Affairs, 1895-96. It is hardly necessary to add that he was a member of practically every government commission which had any connection with science. That his native country appreciated him is shown by his becoming a life Senator in 1882. He has been Secretary of the French Academy since 1889. In 1876 he was appointed Inspector-General of Higher Education.

Berthelot was a Foreign Associate of the National Academy of Sciences, a member of the American Philosophical Society, Honorary Member of the German and American Chemical Societies and a Foreign Member of the Chemical Society (London). He was elected a Foreign Member of the Royal Society in 1877 and subsequently received from it the Copley and Davy medals. In 1901 Berthelot received an international ‘‘medal of honor,”’ in recognition of his position among French chemists and of his services to the science.

 

 https://archive.org/details/per_american-chemical-journal_american-chemical-journal_1907-05_37_5/mode/2up?q=%22Eug%C3%A8ne+Berthelot%22

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1907/N59/N59_master/N59.pdf

https://archive.org/details/rimpressiondela20univgoog/mode/2up?q=Berchelot 

https://archive.org/details/war-cry-1962-Aug-25/mode/2up?q=%22Pierre+Berchelot%22 

https://archive.org/details/biostor-203847/mode/2up?q=%22Eug%C3%A8ne+Berthelot%22 

https://archive.org/details/sim_time_1927-09-19_10_12/page/n25/mode/2up?q=%22Eug%C3%A8ne+Berthelot%22 

Salvator Rosa, 20 de junho ou 21 de julho de 1615, Roma, 15 de março de 1673,

 

 

( https://viewer.onb.ac.at/1100777B)

 

 

 

Vida de Salvator Rosa; 

 

( https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10542407?q=%28Giuseppe+Carducci%29&page=4)

passei pelo Salvador Agora aonde? 

Hum não é Salvador é Salvatore, a tá!, é Salvatore, é Salvator, É Salvador em (Frances), vai lá vai mudando conforme a biblioteca digital. Se não encontra. Agora na Alemanha, Berlim (delícia). 

 

grafik, grafiken, 

https://search.onb.ac.at/primo-explore/search?query=any,contains,SAlvaTor%20Rosa&tab=onb_bildarchiv&search_scope=ONB_gideon&vid=ONB&offset=0 

https://viewer.onb.ac.at/1100777B 

 

 https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10542407?q=%28Giuseppe+Carducci%29&page=5,

 

aqui Sátira feita por Carducci de Salvator Rosa,

https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10542407?q=%28Giuseppe+Carducci%29&page=4 

Obras de Salvator Rosa:

https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b6401819t.r=Rosa%2C%20Salvator?rk=321890;0 

 

https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b10558855p.r=Rosa%2C%20Salvator?rk=171674;4 

 Quadros, pinturas, desenhos: 

https://www.rijksmuseum.nl/nl/content-zoeken?q=SAlvator+Rosa

 

Salvator Rosa, opéra-comique  

https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b6401819t.r=Rosa%2C%20Salvator?rk=321890;0 

 

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https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10542407?q=%28Giuseppe+Carducci%29&page=4

Rosa, Salvator: Satire, odi e lettere

Titel
    Satire, odi e lettere : Illustrate da G. Carducci
Urheber
    Rosa, Salvator
Erschienen
    Firenze : G. Barbèra
Zeit
    1860
Umfang
    XCVIII, 456 S., 1 Prtr.
Sprache
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https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b6401819t.r=Rosa%2C%20Salvator?rk=321890;0

Titre :  [Salvator Rosa, opéra-comique d'Eugène Grangé et Henry Trianon : costumes : dessins / de Jules Marre]
Auteur  :  Marre, Jules. Dessinateur
Relation :  Salvator Rosa : opéra-comique en 3 actes / texte d'Eugène Grangé, Henry Trianon. - Paris : Opéra-Comique, 30-04-1861
Notice du catalogue :  http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb41178465v
Type :  image fixe
Langue  :  Sans contenu linguistique
Format :  6 dessins : aquarelle ; 16 x 11 cm.
Format :  image/jpeg
Format :  Nombre total de vues : 6
Droits  :  Consultable en ligne
Identifiant :  ark:/12148/btv1b6401819t
Source  :  Bibliothèque nationale de France, département Arts du spectacle, 4-O ICO THE-149 (1-6)
Conservation numérique :  Bibliothèque nationale de France
Date de mise en ligne  :  19/01/2010


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https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b10558855p.r=Rosa%2C%20Salvator?rk=171674;4



Titre :  Inventaire des autographes du fonds Labouchère. Partie 1. Autographes. Autographes de la série "Peintres, sculpteurs, graveurs et architectes". Brouillon de poésie attribué à Rosa Salvator.
Auteur  :  Labouchère, Pierre-Antoine (1807-1873). Producteur d'un fonds d'archives
Auteur  :  Labouchère, Pierre-Antoine. Auteur du texte
Auteur  :  Rosa, Salvator. Auteur du texte
Date d'édition :  1501-1900
Sujet :  Rosa, Salvator (1615-1673) ; autographes
Notice du catalogue :  http://archivesetmanuscrits.bnf.fr/ark:/12148/cc1253086/cN81954
Type :  manuscrit
Langue  :  italien
Format :  26,5 x 19,5 cm
Description :  Numérisation effectuée à partir d'un document...
Description :  Rosa, Salvator.
Droits  :  Consultable en ligne
Identifiant :  ark:/12148/btv1b10558855p
Source  :  Bibliothèque municipale de Nantes. Ms 821/179
Conservation numérique :  Bibliothèque nationale de France
Date de mise en ligne  :  16/04/2023

    Auteurs similaires
    Labouchère Pierre Antoine 
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https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b8424328z/f1.item.r=SAlvator%20Rosa#

Titre :  Salvator Rosa / Deveria ; L. Chaillot
Auteur  :  Devéria, Achille (1800-1857). Graveur
Auteur  :  Chatillon, Louis de (1639-1734). Peintre du modèle
Date d'édition :  1815-1857
Sujet :  Rosa, Salvator (1615-1673) -- Portraits
Sujet :  Portraits
Notice du catalogue :  Notice de recueil : http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb38643198w
Relation :  Appartient à : Salvator Rosa (1615-1673)
Notice du catalogue :  http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb39625425q
Type :  image fixe
Type :  estampe
Format :  1 estampe ; 18 x 11 cm (im.)
Format :  image/jpeg
Format :  Nombre total de vues : 1
Description :  Appartient à l’ensemble documentaire : IconMUS1
Description :  Appartient à l’ensemble documentaire : IconMUSNum
Description :  Appartient à l’ensemble documentaire : IconMUS0
Droits  :  Consultable en ligne
Identifiant :  ark:/12148/btv1b8424328z
Source  :  Bibliothèque nationale de France, département Musique, Est .Rosa S. 001
Conservation numérique :  Bibliothèque nationale de France
Date de mise en ligne  :  16/08/2010
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Biblioteca Nacional Digital da Espanha

https://bnedigital.bne.es/bd/es/results?y=s&o=&o=&w=Salvator+Rosa&w=&f=ficha&f=texto_ficha&g=ws&s=10


    


 

Giosuè Carducci ou/or Giosuè Alessandro Giuseppe Carducci, 27 de julho de 1835, 16 de fevereiro de 1907,

 

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1907/N59/N59_master/N59.pdf 

 


 

 página digital 113 109 do livro 

https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k931854j/f111.item.r=Giuseppe%20Carducci

 On this day – February 16: Giosuè Carducci, great Italian poet, literary historian and neoclassicist, died.

Giosuè Alessandro Giuseppe Carducci ​​(27 de julho de 1835 – 16 de fevereiro de 1907) foi um poeta, escritor, crítico literário e professor italiano. 

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1907/N59/N59_master/N59.pdf 

https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k931854j/f111.item.r=Giuseppe%20Carducci 

https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb11377565?q=%28Giuseppe+Carducci%29&page=2, 

 

Obras de: 

https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb11677879?q=%28Giuseppe+Carducci%29&page=5, 

https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb11163379?q=%28Giuseppe+Carducci%29&page=2, 

domingo, 9 de agosto de 2026

NICOLAZZI, . A Patrícia Nicolazzi (in memorian). Pereira e Nicollazi Ltda,mudaraam para EEb Marechal Luz, tá certo"

 NICOLAZZI, 

https://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/handle/UNISINOS/4202/Ricardo+Schmachtenberg.pdf?sequence=1 

 

João Palhares 1819 -1891 Lisboa?

 Figura 56: Homem e mulher dos
arrabaldes do Porto, vindo da romaria
do Senhor de Matosinhos, litografia
aquarelada de João Palhares, século
XIX, Biblioteca Nacional de
Portugal/Museu de Congonhas.

https://teses.usp.br/teses/disponiveis/93/93131/tde-03122018-110019/publico/2018_JulioMeiron_VCorr.pdf 

 ==========não sei se é a mesma pessoa ==========

 

Abaixo é João Rodrigues Palhares São Pedro do Rio Grande do Sul 

https://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/handle/UNISINOS/4202/Ricardo+Schmachtenberg.pdf?sequence=1 

O depoimento de Francisco se diferenciou dos demais na medida em que
trouxe à baila a suspeita de que, entre os possíveis autores dos pasquins, segundo
“ouvira dizer geralmente nesta vila”, contava o Capitão Manoel Pedroso de
Albuquerque171 e o negociante João Rodrigues Palhares.

 https://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/5031/1/Miguel+%C3%82ngelo+Silva+da+Costa_.pdf

 

 https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000250443

 https://purl.pt/22226
https://purl.pt/22226/4/ea-67-v_PDF/ea-67-v_PDF_24-C-R0150/ea-67-v_0000_1-capa_t24-C-R0150.pdf
Costumes portugueses [ Visual gráfico] / Palhares lith.
 AUTOR(ES):     Palhares, João, 1819 -1891
PUBLICAÇÃO:     [Lisboa : J. Palhares, ca 1850]
DESCR.FÍSICA:     
1 álbum, 60 gravuras : litografias, aguareladas ; 31x23 cm
COLEÇÃO:      [Colecção Palhares, 2.a série]
REF.EXT.:     C.M. de Lisboa - O povo de Lisboa,1978, p. 263
Lima, Henrique de Campos Ferreira - Costumes portugueses, 1917, p. 24
NOTAS:      Menção de autor retirada da estampa n.o 5
Título da capa Estampas numeradas de 1-60, sem rosto
CONTEM:     
N.o 1: Campinos . - N.o 2: Varina mulher d'Ovar vendendo peixe em Lxa . - N.o 3: Vendedor de hortaliça e fructas em Lisboa . - N.o 4: Guarda nocturno em Lisboa . - N.o 5: Pobres recolhidos no Asylo de Mendicidade . - N.o 6: Ceifeira da província do Minho . - N.o 7: Polícia civil de Lisboa . - N.o 8: Mulher vendendo leite na cidade do Porto . - N.o 9: Varino vendedor de artigos para costura, bijouterias em Lisboa . - N.o 9 [10]: Mulher da cidade do Porto vendendo uvas de cima do Douro . - N.o 11: Servente da Companhia do Gaz . - N.o 12: Saloio (arrabaldes de Lisboa) . - N.o 13: Mulher de capa na cidade de Coimbra . - N.o 14: Conductores de tojo de Alcochete . - N.o 15: Algarve, remador do bergantim real . - N.o 16: Homem da cidade de Braga . - N.o 17: Creado da Casa Real (moço de estrebaria) . - N.o 18: Mulher de Thomar vendendo hortaliça no mercado . - N.o 19: Villôa, camponeza da Ilha de São Miguel . - N.o 20: Villão, camponês da Ilha da Madeira . - N.o 21: Mulher vendendo capachos nas ruas de Lxa . - N.o 22: Homem da Beira vendendo lanifícios das facricas nacionaes . - N.o 23: Mulher de Coimbra conduzindo água da fonte do Mondêgo . - N.o 24: Trabalhador da Beira . - N.o 25: Homem da Ilha do Pico . - N.o 26: Mulher da Ilha do Pico . - N.o 27: Aguadeiro da cidade do Porto . - N.o 28: Guarda real dos Archeiros . - N.o 29: Lavadeira saloia . - N.o 30: Vaqueiro (vendedor de leite) em Lxa. . - N.o 31: Lavrador da Ilha de São Miguel . - N.o 32: Camponezes da Ilha de São Miguel . - N.o 33: Homem de Molellos vendendo louça preta em Lxa . - N.o 34: Vendedor de azeite nas ruas de Lisboa . - N.o 35: Estudantes da Universidade de Coimbra . - N.o 36: Assadeira de castanhas em Lxa . - N.o 37: Pescador do Barreiro e Seixal . - N.o 38: Mulher vendedora de fructa em Lisboa . - N.o 39: Mulher de Leiria vendendo pinhões em Lisboa . - N.o 40: Alentejano . - N.o 41: Bombeiro em Lisboa . - N.o 42: Lavradeira, mulher dos arrabaldes da cidade do Porto . - N.o 43: Mulher de capote e lenço em Lxa . - N.o 44: Aguadeiro de Faro . - N.o 45: Homem da Ilha de Santa Maria . - N.o 46: Mulheres da Ilha de Santa Maria . - N.o 47: Catraeiro em Lisboa . - N.o 48: Mulher de Portalegre . - N.o 49: Aguadeiros da cidade de Lisboa . - N.o 50: Padeira saloia . - N.o 51: Hortelão vendendo ortaliça em Lisboa . - N.o 52: Mulher vendendo sapatos em Lxa . - N.o 53: Moço da Praça da Figueira (mercado de Lxa) . - N.o 54: Andador da Irmandade das Almas Lisboa . - N.o 55: Ferro velho, compra e vende objectos usados em Lisboa . - N.o 56: Peixeira em Lisboa . - N.o 57: Vendedor de esteiras, vassouras, objectos de folha ... em Lisboa . - N.o 58: Moço de padaria, vendendo pão nas ruas de Lxa . - N.o 59: Mulher de Murtosa . - N.o 60: Guarda Municipal de Lisboa, Grande uniforme, Infanteria, Cavallaria
CDU:     
763(=1:469)"18"(084.1)
39(=1:469)"18"(084.1)
END. WWW:     
https://purl.pt/22226

Antoine Eugène Alfred Chanzy ,18 de março de 1823, 4 de janeiro de 1883,

 

 https://purl.pt/38934/2/

Filho de um capitão de couraceiros do l.°
império, Chanzy alistou-se aos 15 annos na
marinha de guerra. Embarcou em o Neptu¬
no onde era guarda-marinha, o almirante Roze:
Um anno depois passava para bordo da Mar-
ne. Um forte temporal arrojou a fragata para
as costas de Stora, (Argélia). Afogou-se meta¬
de da tripulação. Um marinheiro, moço e de¬
sembaraçado, chegou nadando á praia, e uma
vez ahi, sacudiu-se como um tewa nova. Era
a primeira vez que o general Chanzy pisava
terra argelina, da qual mais tarde devia ser
governador. O homem que teve um dos prin-
cipaes papevs na maior tragédia d’este século

entrava na vida, como n'um romance de Du¬
mas. A sua vida militar foi um longo dia de
batalha. Sahe de S. Cyr para entrar nos zua-
vos. Deixa a Argélia para entrar na guerra
d’Italia, e depois nas da Syria e Roma. Era
por consequência um verdadeiro soldado, quan¬
do por ordem de M. Gambetta se apresentou
em Tours, chamado da Argélia. Desconhecido
em França, trazia como passaporte duas pro-
phecias: Abd-el-Kader dissera-lhe na Syria: Es
da raça dos grandes homens de guerra; leio isto
no teu olhar tão facilmente como no do cavallo
de Setif o nome da sua familia. O marechal
Mae-Mahon prisioneiro, escrevera apenas estas
palavras:—Chanzy c ornais distincto general de
manobra entre osgeneraesquehoje(lS10)p>odem
servir o paiz.
O commandante do 16.° corpo d’exercito ti¬
nha então 48 annos. Era alto, magro, dextro e
vigoroso. Com o seu calção vermelho justo á
perna, as suas grandes botas de montar, a sua
commenda da Legião de Honra ao peito, as
tres estrellas de prata no seu kepi agaloado
d’ouro e ligeiramente in<dinado? o bigode re¬
torcido, e o seu olhar de extraordinária mei¬
guice: junto tudo á elegancia e vivacidade da
sua figura e andar, o general Chanzy pareceu
como que, a evocação súbita do nosso brilhante 

passado militar. Esse perfil tão bello, tão im¬
ponente, tão francez foi-lhe inalterável duran¬
te toda a campanha; apenas ao findar o seu
kepi descahia um jmuco menos sobre a orelha.
As suas ordens do dia foram tãocorrectas e ri¬
gorosas como nas grandes manobras do campo
de Saint-Maur. Parecia não ver, nem a desor¬
dem das suas tropas, nem conhecer a derrota
já soífrida. nem ainda calcular ou suppor os
desastres do futuro. Com essa força de concen¬
tração do pensamento, e esse predominio so¬
bre si mesmo, qualidades que destinguem o seu
temperamento e o levam até á dissimulação, o
general Chanzy fingiu nada saber das nossas
desgraças. Julgar-se-hia que chegava de Sol-
ferino. Uma unica cousa lhe arrancou uma ex¬
clamação:—ver os pobres cavallos sujos, magros
e com opello compndo.
Bem depressa pareceu também, que avicto-
ria se tornava cúmplice d’aquella illusão vo¬
luntária. O general foi um dos vencedores de
Coulmiers. Coulmiers 6 uma folha de louro
n’esta historia sombria, uma especie d’essas flo¬
res que os estudantes mettem entre as paginas
do seu livro. A fatalidade porém quiz, que re-
trocedessemos. Nomeado commandante do 2.°
exercito, Chanzy tem então nas suas mãos a
parte principal da nossa fortuna militar. Que
 


FORMAÇAO DE COMUNIDADES CAMPEIRAS NOS PLANALTOS PARANAENSES/ADMINISTRATIVO O, MERCANTIL E INDUSTRIAL, DA PROVINCIA DO PARANÁ. PARA O ANNO DE 1877

 

https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/112222/79349.pdf?sequence=1&isAllowed=y

https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/112222?locale-attribute=en


 ADMINISTRATIVO O, MERCANTIL E INDUSTRIAL,
                 
                      DA PROVINCIADO PARANÁ. -

                        PARA O ANNO DE 1877
                 
                    Organizado por José Ferreira Barros


http://memoria.bn.br/pdf/823627/per823627_1876_00001.pdf

MOVIMENTO POPULACIONAL DA LAPA - 1769 - 1818

https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/handle/1884/24699/D%20-%20VALLE;jsessionid=91B063C9D8457EA989751CAD6B4D4357?sequence=1


A FORMAÇAO DE COMUNIDADES CAMPEIRAS NOS PLANALTOS PARANAENSES E SUA EXPANSÃO PARA 0 SUL SECULOS XVI A XIX ROSELYS VELLOZO RODERJAN




sábado, 8 de agosto de 2026

Obrigada ! SCQ

 https://rosas-dos-ventos.blogspot.com/2019/01/lady-godiva-inspirou-poetas-escritores.html

 

dia 09 08 2026 obrigada novamente, SCQ.

Como é que você faz isto?

Como é feito isto? você já sabe o que eu vou perguntar? 

Esse livro é maravilhoso. História do Paraná. 

 

https://www.blogger.com/u/0/blog/post/edit/2440002276847656293/2233878364459018784 

 

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Quanto Tempo é para Sempre? As vezes um segundo! Alice no País das Maravilhas. Passado, presente e futuro que se faça. Para você Anjo!

 

Tenho que encontrar o nome dele. Alguém já informou. O anjo que está nadando. Tá pór aí por aqui, por lá. Obrigada ao Anjo.

https://www.blogger.com/u/0/blog/post/edit/2440002276847656293/1018778524697812970 

Abaixo está modificada a frase. Mas é isso mesmo. A eternidade está dentro do segundo. 


 

Aníbal Vasco Leão, ou Annibal Vasco Ferreira Leão ? 1860-1926? = nada

  

Aníbal Vasco Leão foi um compositor português, célebre por criar a melodia do Hino da Cidade de Guimarães (originalmente o Hino das Gualterianas), com letra do Padre Gaspar Roriz, além de outras composições locais tradicionais e históricas da região.

 A. Vasco Leão (frequentemente identificado como Aníbal ou Annibal Vasco Leão, associado à produção de vinho verde da Quinta d'Arca em Guimarães, Portugal) era filho de um ilustre magistrado que também compôs o hino da cidade de Guimarães.

 Annibal Vasco Ferreira Leão, filho de João Vasco Ferreira Leão cc Adelaide Sophia Moreira Rodrigues.

 

https://www.csarmento.uminho.pt/site/files/original/dcb53a80b65e011dfb31de31c3cc58d054b61ad4.pdf 

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1906/N23/N23_master/N23.pdf 

 

em 23 de julho de 1924 Morre Casimiro Vasco Leão tio do Anníbal

https://archive.org/details/ocomerciodoporto/1924%20-%20O%20Com%C3%A9rcio%20do%20Porto%20-%2024%20de%20Julho%20de%201924/page/n3/mode/1up?q=%22An%C3%ADbal+Vasco%22 

https://www.csarmento.uminho.pt/site/files/original/4282a73141cd55c9d31ce5adaeb9e4c70f2acbcd.pdf 

???    

https://archive.org/details/historiadaantiqu00lace_1/page/66/mode/2up?q=%22+Le%C3%A3o%22

https://archive.org/details/ocomerciodoporto/1879%20-%20O%20Com%C3%A9rcio%20do%20Porto%20-%20Ano%20XXVI%20-%20n%C2%BA187%20-%2006%20de%20Agosto%20de%201879/page/6/mode/1up?q=%22Vasco+Le%C3%A3o%22 

 

pai do Aníbal? irmão do Casimiro?

 

João Vasco Ferreira Leão, filho de Antonio José Ferreira Leão falecido em 24 de setembro de 1884.

João Vasco Ferreira Leão , filho d' Antonio José Ferreira Leão , natural dc Guimarães , Di-
stricto de Braga. Couraça de Lisboa , N• •(
https://am.uc.pt/download/wprCkWvCk8KVwpnCnWFnYGlsZGbCnA==/UCBG-RP-15-2-1851-1852_0000_Obra_Completa_t24-C-R0120.pdf) 

Avô de Aníbal Vasco Ferreira Leão 

( https://www.csarmento.uminho.pt/site/files/original/c475bbe25e4a9d60b870130a546ff5dece2e8a10.pdf)

 

João Vasco Ferreira Leão08 de dezembro de 1830- 1884, filho d' Antonio José Ferreira Leão  e Rosa Joaquina Viegas Leão, filha de  João Antonio Viegas Fernandes falecido em 23/04/1853 , e  Maria Tereza Raimund 05/02/1782 e 29/12/1822. ( https://porgener.csarmento.uminho.pt/Individuo/118799)

nascimento27/12/1808     Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal     falecimento 26/02/1871     Rua da Rainha - Guimarães (Oliveira do Castelo), Guimarães, Braga, Portugal  

 

Juiz de Porto, Portugal Vasco Leão, 08 de dezembro de 1830- 06 de setembro de 1895

 o sr. Vasco Leão deputado ( https://archive.org/details/n-79_20240828/N33/mode/2up?q=%22Vasco+Le%C3%A3o%22)

Vasco Leão tinha a religião da honra e o culto do dever.

Amava a justiça e a liberdade. . . sim . . . elle amou também a liberdade!

Nascido em 1830, o seu berço foi molhado pelas lagrimas que o despotismo fez chorar a sua mãe!

Era por isso natural adversário de todos os que querem felicitar-nos com instituições do passado.

Tendo concluído — como Joaquim Champalimaud, de quem foi condiscípulo, e a quem tão de perto havia de acompanhar na morte — o seu curso universitário em 1855, foi em 1856 nomeado delegado do procurador régio para a comarca da Ilha do Pico, sendo algum tempo depois transferido para a da Ilha do Fayal.

Desde logo se revelaram as aptidões do magistrado; e o seu brioso proceder de homem e de funccionario por tal forma alli se assignalou, que, passados mais de trinta annos, d'elle existia ainda honrada nomeada n'aquellas terras do archipelago açoriano!

Eleito deputado por Guimarães, sua terra natal, nas legislaturas de 1871 a 1874 e de 1875 a 1879, e par do reino pelo districto de Bragança em 1887, preoccuparam-no quasi exclusivamente no parlamento os assumptos judiciaes e os da classe, sendo, pelo seu amor e assiduidade no trabalho, escolhido, durante todo aquelle periodo, para secretario da commissão de legislação da camará electiva, tomando, em tal qualidade, constante e activa parte nos trabalhos de revisão e discussão do projecto do Código do Processo Civil e redigindo as numerosas actas das sessões da commissão.

Dá testemunho da elevação do seu espirito e da bondade da sua alma um projecto de lei sobre o ensino dos surdos-mudos, que por elle foi apresentado ao parlamento. 

1910 (https://museumontepio.pt/biografias/)

 

https://archive.org/details/figurasdopassado00pint/page/242/mode/2up?q=%22Vasco+Le%C3%A3o%22 

https://www.parlamento.pt/Parlamento/Documents/Hist-AHP/17ListaRedaccao.pdf 

 

https://www.csarmento.uminho.pt/site/files/original/c475bbe25e4a9d60b870130a546ff5dece2e8a10.pdf 

https://gisaweb.cm-porto.pt/units-of-description/series/15156/documents/?q=&page=225 

https://gisaweb.cm-porto.pt/units-of-description/documents/18192/? 

 https://arquivohistorico.ministeriopublico.pt/index.php/knbni

 

https://www.csarmento.uminho.pt/site/files/original/c475bbe25e4a9d60b870130a546ff5dece2e8a10.pdf 

 

filhos da Rosa Viegas Leão cc Antóno José Ferreira Leão

27/12/1808     Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal     26/02/1871     Rua da Rainha - Guimarães (Oliveira do Castelo), Guimarães, Braga, Portugal 

Albino Vasco Ferreira Leão     --/--/----         28/09/1857     Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal
    João     08/12/1830     Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal     --/--/----     
    Maria     29/04/1832     Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal     --/--/----     
    Auspício     08/07/1833     Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal     --/--/----     
    Cláudia Maxima Ferreira (Dona)     22/10/1835     Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal     20/07/1862     Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal
    Maria Elvira Viegas Ferreira Leão Cruz (Dona)     28/03/1838     Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal     23/12/1866     Guimarães (Oliveira do Castelo), Guimarães, Braga, Portugal
    Casimiro     26/09/1839     Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal     --/--/----     
    António     09/09/1840     Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal     --/--/----     
    Álvaro 

https://porgener.csarmento.uminho.pt/Individuo/113989 

https://archive.li/wip/HB37M 

https://archive.li/HB37M 

 

 

 

 

 

Raul Maria Pereira retratado por Joaquim Lopes / Portrait of Raul Maria Pereira by Joaquim LopesRaul Maria Pereira, filho de Joaquim Maria Pereira e de Filomena de Jesus Alves, nasceu a 18 de Junho de 1877,

 
Raul Maria Pereira, filho de Joaquim Maria Pereira e de Filomena de Jesus Alves,nasceu a 18 de Junho de 1877, 

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1906/N2/N2_master/N2.pdf 

https://sigarra.up.pt/up/pt/web_base.gera_pagina?p_pagina=antigos%20estudantes%20ilustres%20-%20raul%20maria%20pereira 

Wirtenberg

 verbo em alemão "wirten"

Present of German verb wirten

The conjugation of wirten (be a landlord, be an innkeeper) in the present tense is: ich wirte, du wirtest, er wirtet, wir wirten, ihr wirtet, sie wirten. For this purpose, the endings -e, -est, -et, -en, -et, -en are appended to the stem wirt. The endings in the 2nd and 3rd person singular and in the 2nd person plural are extended by "e", as the stem ends on -t. The formation of the forms corresponds to the grammatical rules for the conjugation of the verbs in the present tense. Comments ☆  

Wirtenberg DucatusTradução

Abraão Ortélio (*1527 - † 1598)
Mapa colorido antigo de Baden-Württemberg. Impresso em Antuérpia por A. Ortelius em 1579.

Descrição

Muito detalhado, mapa antigo de Württemberg por Abraham Ortelius. Mostra a área de Pforzheim a Ulm e entre Villingen-Schwenningen e Schwäbisch Hall com Stuttgart no centro. Com um belo cartuche de título no canto superior esquerdo. Da edição em latim do Theatrum Orbis Terrarum de 1579. Texto em latim em verso. Uma cópia muito antiga, publicada no ano da primeira edição em 1579.
https://archive.org/details/leopoldo-casado-com-sophia-pai-de-ottocarus-ou-ottocar 
 

Alice no país das Maravilhas pelo Iniciado Lewis Carroll . Coleções, padrões.

 Quanto Tempo é para Sempre? As vezes um segundo!

 

 


Luitgarda C. Wirtenberg , Leopoldo Casado Com Sophia Pai De Ottocarus Ou Ottocar/Carro de Homero Genealogias O núcleo de uma leitura notável, rica em frutos variados.,Hēmer-eniauto-geneachorographias

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quarta-feira, 20 de maio de 2026

Gabriel Bucelin (1599–1681)Hēmer-eniauto-geneachorographias nucleus insigni lectionis variae fructu locuples: (não conseguiram traduzir, foi o que entendi)

CARRO DE HOMERO GENEALOGIAS, LEITURA NOTÁVEL RICA EM FRUTOS VARIADOS. 

 

 

 https://bildsuche.digitale-sammlungen.de/index.html?c=suche_sim&lv=1&bandnummer=bsb00096307&pimage=00210&l=de


https://bildsuche.digitale-sammlungen.de/index.html?c=viewer&bandnummer=bsb10031340&pimage=00565&lv=1&l=de



Bucelin, Gabriel: Hēmer-eniauto-geneachorographias nucleus insigni lectionis variae fructu locuples

Standort
    München, Bayerische Staatsbibliothek -- H.un. 89
Urheber
    Bucelin, Gabriel -- (GND: 118516493)
Titel
    Hēmer-eniauto-geneachorographias nucleus insigni lectionis variae fructu locuples: historiae cum sacrae, tum profanae cognitione compendiosißimâ atque utilissimâ praegnans ; excolendae juvandaeque memoriae perquam accomodus
Bevorzugter Titel des Werks
    Notitia S.R.I Principum Genealogica & stemmatographica
Von
    authore R. P. F. Gabriele Bucelino
Entstehung
    Ulmæ : Apud Johann. Gôrlinum
    Augusta Vindelicorum : Typis Iohannis Prætorij
    Anno M DC LIX
Umfang
    2 ungezählte Blätter, 6 ungezählte Seiten, 3 gef. Blätter, 22 ungezählte Seiten, 488 Seiten
Sprache
    Latein
Anmerkung
    Nebensacht.: Historiae universalis cum sacrae, tum prophanae nucleus [auf d. Titelkupfer-Frontispiz, Jo. Arnold delin. Philip Kilian s.]
Anmerkung
    Beigebunden: Praecipuarum Europae provinciarum regnorumque superficialis descriptio
Anmerkung
    VD17-Nummer 2019 maschinell ergänzt
Identifikator
    BSB-ID 991032889999707356
Identifikator
    BV001379386
Identifikator
    WorldCat: 165979330
Identifikator
    VD17 12:206268Y
URN
    urn:nbn:de:bvb:12-bsb10031340-5
Medienart

Visão geral criada por IA
Hēmer-eniauto-geneachorographias nucleus insigni lectionis variae fructu locuples é uma importante obra enciclopédica de 1654 escrita pelo monge beneditino, historiador e cartógrafo alemão Gabriel Bucelin (1599–1681). O título em latim reflete o escopo multifacetado do livro: uma combinação de crônicas diárias/anuais (hemer-eniauto), genealogia (genea) e geografia (chorographias). 
A obra destaca-se por compilar o conhecimento histórico e geográfico em uma estrutura acessível e visual para a época. Seus principais elementos incluem:

    História Sacra e Profana: A obra cobre eventos religiosos e seculares, organizados de forma a facilitar o ensino, o estudo e a memorização.
    Abordagem Didática: Foi projetada como um "núcleo" de saberes valiosos, densamente condensados, sendo ideal para estudantes e estudiosos da época.
    Árvores Genealógicas e Mapas: O autor é conhecido por integrar vastas informações genealógicas e geográficas que ajudavam a contextualizar visualmente o desenrolar das dinastias e impérios. 

Para aprofundar-se no estudo e explorar a estrutura completa e as digitalizações históricas desta enciclopédia barroca, consulte o registro detalhado e as imagens disponibilizadas no catálogo Google Books ou a versão preservada na Deutsche Digitale Bibliothek.

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Luitgard de Wirtenberg (nascida por volta de 1280 e falecida por volta de 1336) foi uma nobre alemã da Baixa Idade Média, casada por volta de 1310 com o noble Burchard van Schrapelau.  
 não é esta pessoa
 
https://www.geni.com/people/Luitgard/6000000001744971954 
https://www.geni.com/people/Charlemagne/6000000002457013227?through=6000000001744971954 
 
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ao meu entender não é a pessoa acima pela data e pelo nome do Marido que é outro
 
Luitgarda C. Wirtenberg 
https://archive.org/details/17793257738888bsb-10031340/page/n16/mode/1up 
 
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 O Papa Gregório II faleceu em 11 de fevereiro de 731 em Roma. Ele foi o 89.º bispo de Roma e liderou a Igreja Católica de 715 até sua morte, sendo lembrado por sua oposição ao imperador bizantino Leão III na crise da iconoclastia.Dados PrincipaisNascimento: Ano de 669 em Roma. 
Pontificado: De 19 de maio de 715 a 11 de fevereiro de 731. 
Morte: 11 de fevereiro de 731 em Roma
 
https://archive.org/details/17793257738888bsb-10031340/page/n433/mode/1up?q=Magno 
 
Ottokar, Marquês da Estíria.
 
Albertus a Pipino Regi Styriae Marchor Creatur fit Monachus Tergernseensis  
 
Alberto é nomeado Marquês da Estíria pelo Rei Pepino e torna-se monge de Tergernse. 
 
O título de marquês da Estíria foi usado na Idade Média por nobres que governavam a Marca da Estíria, região que hoje fica entre a Áustria e a Eslovênia. 
Entre os principais governantes com esse título estão:
Otacar I, Otacar I: governou no século XI até 1064
Adalberto, Adalberto: governou de 1064 até 1086.
e Leopoldo I, o Bravo. Leopoldo I: chamado de o Bravo ou o Forte, governou de 1122 até 1129.
Depois, o território virou um ducado.Governantes da Estíria Otacar I: governou no século XI até 1064.Adalberto: governou de 1064 até 1086.Leopoldo I: chamado de o Bravo ou o Forte, governou de 1122 até 1129. 
 
 
O Otacar mencionado aqui não é o de cima é muito anterior.
 
No quadro é o Otacar nro 6? ou 09 aí entra a Luitgarda 
 
 
C. 
 
A Luitgarda é avó do Leopoldo o Bravo.
(finalmente entendi, não é avó não entendi este grafico) 
 
https://archive.org/details/17793257738888bsb-10031340/page/n19/mode/2up 
 
o Leopoldo que consta aqui é este
 
 O casal medieval refere-se a Leopoldo I da Estíria (o Forte/Bravo), marquês da Estíria, e a Sofia da Baviera, filha de Henrique IX, Duque da Baviera. Eles se casaram por volta de 1122 ou 1123, após a morte do primeiro marido dela.
Detalhes do Casal:
Leopoldo I da Estíria: Marquês da Estíria de 1122 até sua morte em outubro de 1129.
Sofia da Baviera: Nascida por volta de 1105 e falecida em julho de 1145, era membro da poderosa Casa de Welf.
Filho do casal: Otakar III de Estiria, que herdou o governo da marca.Regência: Após a morte de Leopoldo em 1129, Sofia atuou como co-regente da Estíria até o filho atingir a maioridade.

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O título de marquês da Estíria (ou margrave da Estíria) pertenceu aos governantes da marca medieval da Estíria, na atual Áustria, durante os séculos XI e XII, antes de o território ser elevado a ducado em 1180. A dinastia principal que deteve este título foi a Casa dos Otakars (Traungauer).Principais Marqueses da EstíriaOtakar I da Estíria (1056–1075): Fundador da dinastia dos Otakars na região.Adalberto da Estíria (1075–1082): Irmão de Otakar II, abdicou após conflitos internos.Otakar II da Estíria (1082–1122): Expandiu os domínios territoriais da família.Leopoldo I da Estíria ("o Forte/Bravo", 1122–1129): Consolidou cidades e rotas comerciais.Otakar III da Estíria (1129–1164): Continuou a expansão regional.Otakar IV da Estíria (1164–1180): Foi o último marquês, pois em 1180 o imperador Frederico Barbarossa elevou a Estíria a ducado, tornando-o o primeiro duque da Estíria. 
 
 
 

entendendo. Obrigada ao povo Formiga. As Formigas Bordadeiras. Obrigada as formiguinhas,

Obrigada também. Foi eu que pedi pra ver e vi e presenciei. Obrigada LEI   ㄥƐƖ = 137  pelas respostas.  chegou na hora https://www.facebook....