terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Schweiz. Konsum-Verein /Associação Suíça de Cooperativas de Consumo

 

 

A Associação Suíça de Cooperativas de Consumo (VSK), fundada em 1890, era a principal organização cooperativa que congregava as empresas na Suíça para a compra conjunta de bens de consumo do dia a dia. Representava diversas cooperativas de consumo locais, oferecia descontos e fundiu-se com a Coop (Suíça) em 1969/1970, lançando as bases para o atual Grupo Coop. Principais fatos sobre as cooperativas de consumo suíças: Origem: Os primeiros precursores surgiram antes de 1850; a primeira cooperativa de consumo oficial, Zurique (KVZ), foi fundada em 1851 por Karl Bürkli.

 

 

Visão geral criada por IA
Der
Verband Schweizerischer Konsumvereine (VSK), gegründet 1890, war die zentrale genossenschaftliche Dachorganisation zur gemeinschaftlichen Beschaffung von Waren des täglichen Bedarfs in der Schweiz. Er vertrat zahlreiche lokale Konsumvereine, bot Rückvergütungen und ging 1969/1970 im Coop (Schweiz) auf, was den Grundstein des heutigen Coop-Konzerns legte. 
Wichtige Fakten zum Schweizer Konsumverein:

    Ursprung: Erste Vorläufer entstanden vor 1850; der erste offizielle Konsumverein Zürich (KVZ) wurde 1851 von Karl Bürkli gegründet.
    Zweck: Selbsthilfeorganisationen zur günstigen Beschaffung von Lebensmitteln und Waren, oft verbunden mit genossenschaftlichen Prinzipien (Rochdale-Prinzipien).
    Struktur: Der 1890 gegründete VSK (ab 1970 Coop) vereinte die lokalen Genossenschaften, um durch Grosshandelseinkäufe und eigene Produktion bessere Preise zu erzielen.
    Rückvergütung: Mitglieder erhielten eine Rückvergütung basierend auf ihrem Einkaufsvolumen, ein System, das bis zur Einführung von Nettopreisen bei Coop 1974 prägend war.
    Bedeutung: Konsumvereine waren eng mit der Arbeiterbewegung verbunden und prägten die schweizerische Einzelhandelslandschaft im 19. und frühen 20. Jahrhundert. 

Heute sind die ursprünglichen Konsumvereine weitgehend in der Genossenschaft Coop aufgegangen

https://archive.org/details/schweiz.-konsum-verein-1910-27/Schweiz.Konsum-Verein_1910_09/page/n1/mode/2up?q=%22Antony%22

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Padre Gonçalo Vaz de Mello, Pedro Mascarenhas e sua Esposa Anna, João de Borja (Giovanni de Borgia) filho de Francisco de Borja (Francesco de Borgia)e Leonor de Castro e Menezes,

 Gonçalo Vaz de Mello ("Gonzalo Vaz de Mello") PAGINA 31 ABAIXO DA DATA 1598 E do nome Francisco Xavier, São Francisco! 

 

 14. MAGGIO

Del P. Gonzalo Vaz de Mello .

IN Villar Cartello della Diocefi di Vi- 14.

feo nacque di Nobilittìmi natali il
Pa dre Gonzalo Vaz de Mello. Gonzalo ftudiava in Coimbra , quando venne alla Compagnia, c fu a’ 7. di Febbraio del 1 J44. Egli fit uno de’ primi , che nel 47. incominciò a farete Mittioni pel Regno di Portogallo . In quelle Mittioni molto

 

 Padre Gonçalo Vaz de Mello.

Cod. -^^^ afl. 107. 2—1

https://archive.org/details/bub_gb_X3WpCf8bSfoC/page/n395/mode/2up?q=%22Gonzalo+Vaz+de+Mello%22 

 

 

 https://archive.org/details/catalogodosmanus03bibluoft/page/136/mode/2up?q=%22Gon%C3%A7alo+Vaz+de+Mello%22

 

=========================================== 

 Pedro Mascarenhas pagina nro 27 digital

 

página 28 

João de Borja filho de Francisco de Borja (28 de outubro de 1510 a 30 de setembro de 1572) e Leonor de Castro. (Leonor de Castro e Menezes)

oito filhos: Carlos, Isabel, João, Álvaro, Fernando, Afonso, Joana e Doroteia.  






 

https://bndigital.bnportugal.gov.pt/records?navigation=&perpage=&page=1&search=manuscrito&fulltext=1&child=1&bookmarks=1&sort=_score#page

https://bndigital.bnportugal.gov.pt/records/item/35455-miscelanea-curioza-e-interesante-em-manuscrito-tomo-1-ordm?offset=1

Miscelanea Curioza e interesante em Manuscrito. Tomo 1.o [ Manuscrito]
 
AUTOR(ES):     
Vieira, António, 1608-1697, S.J., co-autor
ANT.POSSUIDOR(ES):     
Negreiros, José Manuel de Carvalho e, 1751-1815, ant. possuidor
PRODUÇÃO:     
[1776-1815]
DESCR.FÍSICA:     
[311] f., [1 f. desdobr.] ; 21 cm
NOTAS:     
Cópia de duas mãos
Encadernação em pastas cartão, de época posterior
Erros na numeração original. Para a colação indica-se o total da numeração recente, a lápis
CONTEM:     
Índice nos f. [II] e [III] . - Integra, entre outros, textos de história política e religiosa (da Antiguidade ao séc. XVIII), notícia da fundação da Igreja de São Roque (f. 5 v.-11 v.), narração da Aclamação de D. João IV no 1.o de Dezembro de 1640 (f. 14-37), sentença contra o Marquês de Vila Real e Duque de Caminha por crime de lesa magestade (f. 38), sentença contra Domingos Leite Pereira, réu do crime de lesa magestade, 1647 (f. 39), sentença do Santo Ofício contra Gaspar Lopes Pereira, 1682 (f. 41), Parecer político do Padre António Vieira ao Rei D. João IV sobre a permanência dos cristãos novos no Reino da Companhia de Jesus (f. 75), Esperanças de Portugal Quinto Império do Mundo / Padre António Vieira (f. 75), análise sobre o Sebastianismo, cópia de 1729 do original composto em 1659 (f. 75-225), Petição feita ao Tribunal do Santo Ofício de Coimbra (f. [258]), Defesa do livro intitulado Quinto Império do Mundo / Padre António Vieira (f. [272]), Nove proposições condenadas pelo Santo Ofício de Coimbra e pelas quais esteve preso o autor / Padre António Vieira (f. [308]) . - Inclui no último f. árvore genealogica dos reis de Portugal, em gravura (desdobr.), colada em f. prévio à guarda posterior
TÍT. UNIF here.https://archive.org/details/cod-798_0000_capa-capa_t24-C-R0150:     
Livro das coisas mais notáveis que tenho lido acerca dos fundamentos que têm os sebastianistas
END. WWW:     
https://purl.pt/26461 

Montarroyo,

 

 

 

 

 Joseph Freire Monterroyo Mascarenhas  (Lisboa, 22 de Março de 1670 – 31 de Janeiro de 1760)filho de ManoEL ALVARO FREIRE MASCARENHAS casado com Ursula Maria de Monterroyo. Casado com Ignês Victoria de Souza filha de António Machado de Souza Fidalgo da Casa Real de Portugal e 

 

 Nobiliário de famílias de Portugal VOLUMES XVII E XVIII

 https://archive.org/details/hg-40110-v_0000_capa-capa_t24-C-R0150/page/90/mode/1up?q=%22+Freire+Monterroyo%22

https://rnod.bnportugal.gov.pt/rnod/winlibsrch.aspx?skey=196B0EF3D4B34624B064CB58A6BB6CAF&cap=&pesq=5&thes1=98595ADadas&index=.TW&uindex=&aspect=subtab13&menu=search&ri=1&nohist=true&pag=1&tpp=12&sort=4

https://bndigital.bnportugal.gov.pt/records?navigation=&perpage=&page=1&search=manuscrito&fulltext=1&child=1&bookmarks=1&sort=_score#page

https://bndigital.bnportugal.gov.pt/records/item/69311-livro-do-armeiro-mor?offset=5

https://bndigital.bnportugal.gov.pt/viewer/69311/download?file=il-188_0000_capa-capa_t24-C-R0150.pdf&type=pdf&navigator=1

https://catalogo.bnportugal.gov.pt/ipac20/ipac.jsp?profile=bn&uri=full=3100024~!1830657~!0

Livro do Armeiro-Mor] : Manuscrito]
 
AUTOR(ES):     
Lavradio, Marqueses de,ant. possuidor
ANT.POSSUIDOR(ES):     
De Visme, Gerard 1726-1797, ant. possuidor
PRODUÇÃO:     
[16--]
DESCR.FÍSICA:     
[77] f. ; 280x210 mm
REF.EXT.:     
Descrito em: Francisco Correia-Inventário da colecção dos manuscritos iluminados da Biblioteca Nacional. Lisboa : [Ministério da Educação e Cultura], 1986
PROVENIÊNCIA:     
Marca de posse de Gerard de Visme, ex-líbris impresso colado no verso da pasta anterior: "G. de Visme"
Marca de posse dos Marqueses de Lavradio, ex-líbris impresso colado no verso da pasta anterior: "Dos Marquezes de Lavradio"
NOTAS:     
Cópia, incompleta, de códice com o mesmo título, existente no ANTT, iluminado por Jean du Cros
Desenhos aguarelados de 308 brasões de armas portuguesas e estrangeiras
Encadernação da época em pastas de madeira revestidas a pele preta com ferros dourados; armas reais de Portugal gravadas a ouro nos cantos da pasta anterior e no centro da pasta inferior; título da lombada: "Brazonario"
CONTEM:     
Tem junto uma separata do Boletim da Academia Portuguesa de Ex-Libris: Azevedo, Francisco de Simas Alves de - Uma cópia do "Livro do Armeiro-mor". [S.l. : s.n.], 1960
END. WWW:     
https://purl.pt/31715
    
 

Esculápio Grego,tem relação com o mencionado? Bracara Augusta, Braga, Portugal, Asclépio,

 

Novas inscripções romanas de Braga (ineditas)

Book page image

https://cpbn.bn.gov.br/planor/handle/20.500.12156.6/14934?locale-attribute=es

 

Capitão-mor João Rodrigues de França. Família Pinheiro Machado. João Rodriguez de França, João Rdz de França, na língua Universal o LATIM

  na língua Universal o LATIM, rs1 (cada vez que um briga eu vou pra eternidade brigando também) Estes Norte Americanos tem cada uma. Que o Ingles é a lingua universal. Era o que faltava a "falta de educação".

https://ia801704.us.archive.org/BookReader/BookReaderImages.php?zip=/3/items/archivo-heraldico-genealogico-contendo-n/Archivo_heraldico_genealogico_contendo_n_jp2.zip&file=Archivo_heraldico_genealogico_contendo_n_jp2/Archivo_heraldico_genealogico_contendo_n_0817.jp2&id=archivo-heraldico-genealogico-contendo-n&scale=4&rotate=0 

 

 

Archivo Heraldico Genealogico Contendo N

 


Ano 1886\Edição 00243 - Pag: 2http://memoria.bn.br › WebIndex › WIPagina ... governou até 1707, tende seu titulo de nome- ação seguinte «íizír '—Capitão Mor de Paranaguá, Corytiba seu Districto 5o João Rodrigues França nomea- por ... http://memoria.bn.br/DocReader/Hotpage/HotpageBN.aspx?bib=242896&pagfis=3741&url=http://memoria.bn.br/docreader# Gazeta Paranaense : Orgam do Partido Conservador (PA) - 1882 a 1889 28 de outubro de 1886 Capitães Móres de Paranãguá A Povoação de Paranãgua, teve, durante o peirodo colonial do Brazil, os seguintes: Capitães Móres 1º Gabriel de Lara, Alcaide-mòr,ouvidor e povoador da Villa, em nome de Sua Alteza REal, que lhe concedera grandes poderes e diversas faculdades privativas da Corôa: fôra o logar-tentente do Marquez de Cascaes, donatario da Capitania de Paranâguá, em cujo nome governara desde 1648 até 1682. 2º Thomaz Fernandes d"Oliveira: Em sua mocidade, fora soldado, depois alferes e ultimamente capitão de infantaria em Solorò, no presidio de Angolla; já em meio edade, tornou-se capitão de navio; no terceiro quartel da vida, exerceu as funcções de capitão-mór de São Paulo, governando Paranãguá, de 16583 a 1689, por indicação e pedido da respectiva Municipalidade. 3º Gaspar Teixeira de Azevedo: Nomeado por patente de 7 de maio de 1689 e confirmado em 20 de Novembro de 1690 por El-Rei. D. Pedro 2º, governou até 1691. 4º Francisco da Silva Magalhães: Nomeado por aptente de 31 de dezembro de 1692, governou até 1707, tendo o seu título de nomeação o seguinte dizer: - Capitão Mór de Pranãguá, Corytiba e seu Districto. 5º João Rodrigues de França; Nomeado por patente de 6 de Dezembro de 1707, que lhe expedira D. Fernando de Mascarenhas, e confirmado por El-Rei D. João 5º em 19 de janeiro de 1711:: governou até 1715, em cuja dacta fallecèra. 6º Antonio Gracia: Nomeado por aptente de 20 de Março de 1716, que lhe passára D. Francisco de Tavora, governou at´e 1718. 7º André Gonçalves Pinheiro: Nomeado por patente do Governador do Rio de Janeiro, D. Atnonio de Britto Freire de Menezes e confirmado em 15 de Outubro de 1718 por El-Rei D. João 5º; teve segunda patente, que lhe fôra expedida pelo Governador de São Paulo, Rodrigo Cezar de Menezes, em 25 de Janeiro de 1723; obteve de El-Rei D. João 5 a provisão de 15 de Dezembro de 1723 que prohibio o recrutamente em Paranãguá; foi provedor dos Quintos da Casa da Fundição de Paranãguá, á cuja povoação prestou consideraveis serviços; e foi deposto, em virtude da resolução de 23 de abril de 1730 que determinava o praso de trez annos para o governo dos Capitães Móres, por uma portaria de 24 de Novembro de 1727 do Governador de São Paulo. Corytyba, 28 de outubro de 1886 Nivaldo Braga
 
aqui a data
 
e aqui como é cópia de outros sites mantive fechado não li e repassei tudo pra fazer uma síntese.https://www.blogger.com/u/2/blog/post/edit/2440002276847656293/5696082158367452810   

A Gazeta de Lisboa , de José Freire Monterroio Mascarenhas (Lisboa, 22 de Março de 1670 – 31 de Janeiro de 1760) ,"Joseph Freire Monterroyo"

Joseph Freire Monterroyo Mascarenhas  (Lisboa, 22 de Março de 1670 – 31 de Janeiro de 1760)filho de ManoEL ALVARO FREIRE MASCARENHAS casado com Ursula Maria de Monterroyo. Casado com Ignês Victoria de Souza filha de António Machado de Souza Fidalgo da Casa Real de Portugal e 

 

 Nobiliário de famílias de Portugal VOLUMES XVII E XVIII

 https://archive.org/details/hg-40110-v_0000_capa-capa_t24-C-R0150/page/90/mode/1up?q=%22+Freire+Monterroyo%22

 





 


 ph Freire Monterroyo Mafcareahas, bem conhecido , por fer hum dos fingulares profeflores da Hiftoria do feu tempo; e fe imprimio em Lisboa no anno de 1729.

 

 
tomo I Historia genealogica da Casa Real Portugueza
https://archive.org/details/hg-2593-v-0000-1-800-t-24-c-r-0150-1/page/n401/mode/2up?q=%22+Freire+Monterroyo%22 

=========================================== 

Índice cronológico de publicações periódicas digitalizadas
Hemeroteca Digital de Lisboa
https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt › indice › 1729
1729. Gazeta de Lisboa Mascarenhas, José Freire de Monterroio, 1670-1760 1715-1833. Anos digitalizados: 1715-1726, 1728-1752, 1754, 1756-1759, 1761-1762, 1778 ...

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Periodicos/GazetadeLisboa/GazetadeLisboa.htm

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Periodicos/GazetadeLisboa/1729/Setembro/Setembro_master/GazetadeLisboaN35aN39.PDF


https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/periodicos/gazetadelisboa/1735/Junho/Junho_item1/index.Gazeta de Lisboa de 1729, um dos primeiros periódicos de Portugal, documenta notícias semanais, com edições notáveis em agosto daquele ano, como os números 31 a 34 (4 a 25 de agosto), frequentemente digitalizadas pela Hemeroteca Digital de Lisboa. O volume de 1728-1729 também é referenciado em coleções, contendo relatos cruciais da época Amazon.com. 

    Conteúdo: A Gazeta de Lisboa de 1729 é parte da longa série (1715-1833) iniciada por José Freire de Monterroio Mascarenhas, oferecendo uma visão cronológica dos acontecimentos nacionais e internacionais daquele ano.
    Disponibilidade: A Hemeroteca Municipal de Lisboa mantém a digitalização de diversos anos, incluindo 1729, permitindo o acesso aos seus relatos históricos.
    Contexto: Este periódico foi essencial para a circulação de notícias no século XVIII em Portugal. 

 

José Freire Monterroio Mascarenhas "Joseph Freire Monterroyo"(Lisboa, 22 de Março de 1670 – 31 de Janeiro de 1760) foi um escritor português. Foi redactor da Gazeta de Lisboa (1715–1833), periódico com notícias de Portugal e do estrangeiro e das nomeações do governo, razão pela qual a publicação foi alcunhada de 'Gazetas do Montarroio'. 

 

aqui todas para pesquisa

https://archive.org/details/gazetade-lisboa-n-35a-n-39/GazetadeLisboaN35aN39%20%282%29/page/305/mode/thumb?q=%22Manoel+Pereira+da+Silva+Leal%22 

 

69. Triumpho Carmelitano do Real Convento do Carmo de Lisboa na Canonisação de S. João da Cruz. Lisboa Occidental, na Officina de Miguel Rodrigues, 1727, in-1° de 16 pp., dérel.

Pièce curieuse, attribuée à Joseph Freire Monterroyo Mascarenhas.

 

https://archive.org/details/cataloguedelabi00palhgoog/mode/2up?q=%22Joseph+Freire+Monterroyo%22 

 

https://archive.org/details/boletimdebiblio00thomgoog/mode/2up?q=%22Joseph+Freire+Monterroyo%22 

 

https://archive.org/details/hg-40110-v_0000_capa-capa_t24-C-R0150/page/n82/mode/thumb?q=%22+Freire+Monterroyo%22 

 um ascendente

D. Francisco de Mascarenhas , conde de Vila da Horta, 13º vice rei da índia. Chegou a Goa a 16 de Setembro  de 1581 e governou até 1584. 

 

https://acasasenhorial.org/acs/index.php/pt/fontes-documentais/desenhos-pinturas/539-vice-reis-e-governadores-da-india 

 

 

 

"Manoel Pereira da Silva Leal" , 1694- ?? ✝ 1733. ??

 https://purl.pt/436/4/hg-4124-v/hg-4124-v_item4/hg-4124-v_PDF/hg-4124-v_PDF_24-C-R0150/hg-4124-v_0000_capa-g_t24-C-R0150.pdf

 

a data está aqui mas é a data dele?  "Manoel Pereira da Silva Leal"

NÃO ENCONTREI 

 https://cpbn.bn.gov.br/planor/handle/20.500.12156.6/14934?locale-attribute=es

https://purl.pt/436

https://purl.pt/436/4/

Mappa de Portugal antigo, e moderno / pelo Padre Joaõ Bautista de Castro, Beneficiado na Santa Basilica Patriarcal de Lisboa...
 
AUTOR(ES):     
Castro, João Baptista de, 1700-1775; Grandprez, Carlos fl. 1729-1736, cartogr.; Ameno, Francisco Luís, 1713-1793, impr.
EDIÇÃO:     
Nesta segunda ediçaõ revisto, e augmentado pelo mesmo author...
PUBLICAÇÃO:     
Lisboa : na Officina Patriarcal de Francisco Luiz Ameno, 1762-[1763]
DESCR.FÍSICA:     
3 t. em 3 vol. : il. ; 4o (20 cm)
REF.EXT.:     
Inocêncio 3, 302 e 10, 171
NOTAS:     
Por baixo dos pés de imprensa: "Com as licenças necessarias, e Privilegio Real"
O mapa do "Reyno de Portugal", assin. "de Granpré Fecit Lisboa 1729. et ex." foi reimpresso para ser incluído nesta obra. Cfr.: Dissertação de metrado de Ana Sofia de Almeida Coutinho, "Imagens cartográficas de Portugal na primeira metade do século XVIII. Porto, 2007, p. 127
CONTEM:     
Tomo primeiro : parte I e II. - "... huma exacta descripçaõ Geografica do Reino de Portugal com o que toca à sua Historia Secular, e Politica". - [16], 466, [1] p., [1] f. desdobr. com mapa de Portugal. - Na últ. p. inum., Licenças . - Tomo segundo : parte III e IV. - "... Historia Ecclesiastica, Literaria, e Militar do Reino". - 1763. - [12], 480 p. - Nas p. prelim. inum., "Correcções, e addições" . - Tomo terceiro : parte V. - "... recopila em Taboas topograficas as Povoações principaes da Extremadura, com a descripçaõ exacta da Cidade de Lisboa, e seu Termo, antes e depois do terremoto; a que se ajunta o Roteiro terrestre do mesmo Reino, com as derrotas por travessia". - 1763. - [4], 503, [1 br.], 100 p. - Depois da p. de tít., "Advertencia" e no verso Licenças e Taxa


 descripçaõ Geografica, do Reino, de Portugal,  Historia Secular,  Politica, desdobrimentos, mapa de Portugal,  Licenças, Historia Ecclesiastica, Literaria, e Militar do Reino, 1763, Correcções, e adições,  Taboas topográficas,s Povoações,  Extremadura, Cidade de Lisboa, antes e depois do terremoto,


END. WWW:     
https://purl.pt/436
======================================================


OBRAS COMPLETAS DO CARDEAL SARAIVA - DSpace MJ
DSpace MJ
https://dspace.mj.gov.br › bitstream
PDF
academico Manoel Pereira da Silva Leal (20), nos diver- sos Catalogos de Bispos, e outros prelados e dignidades. (16) Impressa em 1734 e 1736, 2 vol., 4.º.


https://dspace.mj.gov.br/bitstream/1/9125/5/Obras%20completas%20do%20cardeal%20Saraiva%201883.pdf 

============================================================= 

 

Bibliotheca lusitana historica, critica, e cronologica. Na qual se comprehende a noticia dos authores portuguezes, e das obras, que compuseraõ desde o tempo da promulgação da Ley da Graça até o tempo prezente

 

 Confervavaõ-fe em poder do Doutor Manoel Pereira da Silva Leal, CoUegial do Collegio de S. Pedro de Coimbra, e Académico Real, a quem fe tinha comettido pela Academia, efcrever o mefmo Aílumpto, de que publicou o primeiro Tomo, como mais claramente confta no lugar em que delle falíamos.

 

 https://archive.org/details/bibliothecalusit04barbuoft/page/186/mode/2up?q=%22Manoel+Pereira+da+Silva+Leal%22

====================================================== 

Nicolao Vischer? ou Nicolau Fischer, ou Nicoláu Vifcher, Carta Geográfica 🐌🐌🐌𖦹 𖦹 ๑ï 𓇼🧉❀🐚𓆉︎ ࿔*:・゚☾

  https://archive.org/details/10929796bsb/page/182/mode/1up?q=%22Nicol%C3%A1o+Vischer%22

 ===================================================

La Planifphere, ou Mappeımonde, ORBIS TERRARVM nova & accuratiflima TABVLA, audtore Nicolao Vifcher, Mit ſchonen Mebenfiguren. N. 2, | Berchem inuenit. Ein recht netter Stich. 

 

M. Johann Georg Hagers, Rect. zu Chemnitz, Geographischer Büchersaal, zum Nutzen und Vergnügen eröfnet

 ==================================================

 

 Regnum nohemiæ eique annexæ Provinciæ ut Ducatus Sileſiæ, Marchionatus Moraviæ, & Luſatiæ, vulgo die Erblaͤnderen auctore Nicolao Vifcher, Amſtel. Dieſes iſt die beſte un

 

Curieuse Gedancken von den vornehmsten und accuratesten Alt- und Neuen Land Charten : nach ihrem ersten Ursprunge, Erfindung, Auctoribus und Sculptoribus, Gebrauch und Nutzen entworffen, auch denen Liebhabern der Zeitungen zum Vergnügen, aus der Geographie, Historie, Chronologie, Politica und Jure publico erläutert und nebst kurtzen Lebens-Beschreibungen der berühmtesten Geographorum ausgefertiget

https://archive.org/details/curieusegedancke00meli/mode/2up?q=%22Nicol%C3%A1o+Vifcher%22 

 

 

================================================== 

TOMO I PARTE I E II

 https://purl.pt/436

https://purl.pt/436/4/

Mappa de Portugal antigo, e moderno / pelo Padre Joaõ Bautista de Castro, Beneficiado na Santa Basilica Patriarcal de Lisboa...
 
AUTOR(ES):     
Castro, João Baptista de, 1700-1775; Grandprez, Carlos fl. 1729-1736, cartogr.; Ameno, Francisco Luís, 1713-1793, impr.
EDIÇÃO:     
Nesta segunda ediçaõ revisto, e augmentado pelo mesmo author...
PUBLICAÇÃO:     
Lisboa : na Officina Patriarcal de Francisco Luiz Ameno, 1762-[1763]
DESCR.FÍSICA:     
3 t. em 3 vol. : il. ; 4o (20 cm)
REF.EXT.:     
Inocêncio 3, 302 e 10, 171
NOTAS:     
Por baixo dos pés de imprensa: "Com as licenças necessarias, e Privilegio Real"
O mapa do "Reyno de Portugal", assin. "de Granpré Fecit Lisboa 1729. et ex." foi reimpresso para ser incluído nesta obra. Cfr.: Dissertação de metrado de Ana Sofia de Almeida Coutinho, "Imagens cartográficas de Portugal na primeira metade do século XVIII. Porto, 2007, p. 127
CONTEM:     
Tomo primeiro : parte I e II. - "... huma exacta descripçaõ Geografica do Reino de Portugal com o que toca à sua Historia Secular, e Politica". - [16], 466, [1] p., [1] f. desdobr. com mapa de Portugal. - Na últ. p. inum., Licenças . - Tomo segundo : parte III e IV. - "... Historia Ecclesiastica, Literaria, e Militar do Reino". - 1763. - [12], 480 p. - Nas p. prelim. inum., "Correcções, e addições" . - Tomo terceiro : parte V. - "... recopila em Taboas topograficas as Povoações principaes da Extremadura, com a descripçaõ exacta da Cidade de Lisboa, e seu Termo, antes e depois do terremoto; a que se ajunta o Roteiro terrestre do mesmo Reino, com as derrotas por travessia". - 1763. - [4], 503, [1 br.], 100 p. - Depois da p. de tít., "Advertencia" e no verso Licenças e Taxa
END. WWW:     
https://purl.pt/436
======================================================




tem relação aqui? não encontrei nada.

 Peter Fischer  ( Peter Vischer).d. Ältere   born born Nürnberg, 1487  died Nürnberg, Jun 1528 🐌🐌🐌𖦹 𖦹 ๑ï 𓇼🧉❀🐚𓆉︎ ࿔*:・゚☾

 https://archive.org/details/peter-fischer-.d.-altere-nurnberg-1480-1530.

 

Peter Vischer;

 

https://archive.org/details/petervischer00head/page/n66/mode/thumb 

https://archive.org/details/petervischer00head/page/n150/mode/thumb 

https://digi.ub.uni-heidelberg.de/diglit/franck1813/0021/image,info,thumbs

 https://archive.org/details/petervischer00head_202506/page/125/mode/thumb?q=NICHO

 PETER VISCHER, o grande fundidor de bronze, cuja obra e a de sua casa representam a transição completa do estilo gótico para o renascentista na Alemanha, nasceu e foi criado na casa de seu pai em "Am Sand". Lá ele viveu e trabalhou como aprendiz com seu pai na Fundição da Cidade, na Torre Branca, durante toda a sua infância. Podemos presumir isso, embora nada saibamos sobre sua juventude, e ninguém, dentre todos os homens já falecidos, ficaria mais surpreso do que ele ao se ver como tema de uma monografia, ou ficaria mais genuinamente surpreso ao saber que sua educação é fonte de interesse para as gerações posteriores. Pois ele nos aparece nos poucos documentos históricos em que figura como o tipo perfeito do artesão simples e imaculado ou Mestre de Guilda. Um homem não era um artista naquela época, mas um mero pedreiro, ferreiro ou pintor. Mas, sem o título, não lhe faltava necessariamente a qualidade. O estudo do design nunca foi tão entusiasmado, a busca pela excelência nunca foi tão sincera como nos dias em que a arte de Dürer era considerada um mero parasita de outras profissões, quando Hans Sachs era

  Peter Vischer, father Hermann, brothers Hermann, Peter and Hans Vicher.

 Os alemães têm por natureza o dom de trabalhar o metal e, entre eles, no domínio do bronze, Peter Vischer ocupa facilmente o primeiro lugar. Sua posição como artesão pode, de fato, ser comparada à de seu contemporâneo e concidadão, Albert Dürer, como artista. A história de suas obras e das de sua casa tem um interesse peculiar para o estudante de arte, na medida em que ilustra a passagem gradual, mas facilmente rastreável, dos artesãos alemães do estilo gótico tardio para o neopaganismo completo e, sucessivamente, da escola dos pintores e escultores do Norte para a dos grandes mestres italianos.
 

THE Germans have by nature the gift of working in metal, and, among them, in the realms of bronze, Peter Vischer stands easily first. His position as a craftsman may, in fact, be compared with that held by his contemporary and fellow citizen, Albert Dürer, as an artist. The history of his works and of those of his house, have a peculiar interest to the student of art, inasmuch as they illustrate the gradual but easily traceable passage of the German craftsmen from the style of late Gothic to that of complete neo-paganism, and, from the school of the Northern painters and sculptors to that of the great Italian masters successively.

 

Falo das obras de Peter Vischer "e de sua casa" porque, ao traçar esse desenvolvimento, temos que levar em consideração não apenas suas obras, mas também as de seu pai, Hermann, e de seus filhos, Hermann, Peter e Hans. O pêndulo da crítica, de fato, oscilou mais de uma vez desde que o Imperador Maximiliano costumava visitar a fundição de Peter Vischer em Nuremberg, e as questões sobre quais são realmente as obras do Mestre e qual posição lhe deve ser atribuída no mundo da arte foram respondidas de mais de uma maneira. Por muitos anos, devido em parte à ignorância da maioria das pessoas e em parte, sem dúvida, à ganância de poucos, a tendência foi atribuir a este famoso artesão as obras de muitos. Em certa época, quase todas as obras de arte em bronze encontradas em toda a Alemanha eram atribuídas a Peter Vischer, assim como um Talleyrand ou um Sydney Smith tiveram gracejos de todas as épocas e qualidades atribuídos a ele.
 

 

I speak of the works of Peter Vischer “and his house,” because, in tracing this development, we have to take into consideration not only his works but also those of his father Hermann and of his sons, Hermann and Peter and Hans. The pendulum of criticism has indeed swung more than once since the Emperor Maximilian used to visit Peter Vischer’s foundry in Nuremberg, and the questions as to what are actually the works of the Master and what position is to be assigned to him in the world of art, have been answered in more ways than one. For many years, owing partly to the ignorance of most people, and partly vino doubt to the greed of the few, the tendency was to attribute to this one famous craftsman the works of many. At one time almost any work of art in bronze to be found throughout the length and breadth of Germany was attributed to Peter Vischer, just as a Talleyrand or a Sydney Smith has had witticisms of every date and every quality fathered upon him.

 

 

From unreasoning praise, again, men passed to equally undiscriminating disparagement. Heideloff arose and wished the world to see in Peter Vischer nothing but the mere craftsman who put into bronze the designs and models of Adam Krafft or another. The admirable labours of Retberg, however, and of Dr. Lübke have shown how little foundation there is for this view, and, more recently, by the application of the principles of more exact art-criticism, Dr. Seeger, in his minute and loving study of Peter Vischer the younger, has vindicated the claim of the great craftsman’s son to rank with, or even above, his father as the first and greatest exponent of Renaissance plastic-work in Germany.

To the two latter authors I have been continually and especially indebted whilst writing the present monograph. For the use of very many of the illustrations forming the volume to which Dr. Lübke contributed the text, my best thanks and acknowledgements are due to the publisher, Herr Stein, of Nuremberg.

 

PETER VISCHER: HIS LIFE

PETER VISCHER, the great bronze-founder, whose work and that of his house embodies the complete transition from the Gothic to the Renaissance style in Germany, was born and brought up in his father’s house in “Am Sand.” There he lived, and he worked as an apprentice with his father in the Town Foundry in the White Tower all the days of his boyhood. So much we may assume, although we know nothing of his youth, and no one of all the men since dead would be more surprised than he to find himself the subject of a monograph, or would be more genuinely astonished to learn that his up-bringing is a source of interest to later generations. For he appears to us in the few historical documents in which he figures as the perfect type of the plain, unspoilt craftsman or Master of a Guild. A man was not an artist in those days, but a mere stonemason, or smith or painter. But, lacking the title, he did not necessarily lack the quality. The study of design was never more enthusiastic, the struggle after excellence never 10more sincere than in the days when Dürer’s art was regarded as a mere parasite of other trades, when Hans Sachs was

“Schuh—
https://www.gutenberg.org/files/57428/57428-h/57428-h.htm#ch02 

 

 

 

Alberto de Carvalho, - Memória a respeito da sepultura rasa do descobridor do Brasil Pedro Álvares Cabral (1902)

 

Alberto de Carvalho - Memória a respeito da sepultura rasa do descobridor do Brasil Pedro Álvares Cabral (1902)

https://archive.org/details/alberto-de-carvalho-1902/page/n25/mode/2up?q=%22Affonso+da+Costa%22 

Reitor Affonso da Costa Goa 1734

 página 09? é a mesma pessoa mencionada abaixo?

 

 

====================//===================//================= 

 CHAPITRE X

Les missionnaires Affonso da Costa et Joao Gonsalves de Sâ(l), prêtres séculiers portugais.

La régente du royaume des Le renouvela encore son ambassade à l'évêque de Macao vers 1588 ou 1589.

L'évêque de Macao put enfin disposer de deux missionnaires ; c'étaient deux prêtres séculiers portugais déjà avancés en âge ; l'un, le docteur Afîonso

 

Ordonez de Cevallos se met en rapport avec les deux missionnaires portugais Affonso da Costa et Joâo Gonsalves de Sa.

Ordonez avait demandé à voir les deux missionnaires portugais Affonso da Costa et Joâo Go 

 

 ============//=================//=================

l est à peu près certain que, au départ pour l'Europe de l'évêque de Macao, Fr. Joào da Piedade c'est-à-dire vers 1614, la princesse-abbesse Marie vivait encore ; mais ses aumôniers, les Pères Affonso da Costa et Joào Gonsalves de Sa, devaient être morts; car en 1591 le premier avait cinquante ans, et l'autre soixante ans. Sans doute avaient-ils été remplacés par les trois Franciscains, dont il est parlé plus haut, que l'évêque de Macao avait envoyés au Tonkin à la demande de la princesse Marie.

A cette époque, cette pieuse abbesse pouvait avoir de soixante à soixante-cinq ans ; probablement ne vécut-elle pas longtemps encore. On peut même supposer que sa mort dut être la cause du retour à Macao des Franciscains originaires du couvent de cette ville, et fixer ainsi la date de sa mort à 1615 ou 1616.

Elle morte, son couvent dut se disperser.

Onze ou douze ans après, en 1627, lorsque le P. de Rhodes, de la Compagnie de Jésus, vint au Tonkin, abordant au port de Cira Bang (1), c'est-à-dire

 

https://archive.org/details/essaisurlesorigi00roma/page/208/mode/2up?q=%22Affonso+da+Costa%22 

 

 ===========================================

  

 

 Mestre Escola Luis de Souza de Alfonseca

============================== 

 bispo de Malaca 23 de dezembro de 1733

 

https://rnod.bnportugal.gov.pt/rnod/winlibsrch.aspx?skey=196B0EF3D4B34624B064CB58A6BB6CAF&pag=1&tpp=12&sort=4&cap=&pesq=5&thes1=98595

https://purl.pt/36968

https://catalogo.bnportugal.gov.pt/ipac20/ipac.jsp?profile=bn&source=~!bnp&view=subscriptionsummary&uri=full=3100024~!1960248~!2&ri=1&aspect=subtab13&menu=search&ipp=20&spp=20&staffonly=&term=lus%C3%83%C2%ADadas&index=.TW&uindex=&aspect=subtab13&menu=search&ri=1


Arcebispo-Primaz-do-Oriente-Frei-Ináciode-Santa-Teresa-para-D.-João-V

[Correspondência do Arcebispo Primaz do Oriente, Frei Inácio de Santa Teresa, para D. João V, sobre os conflitos eclesiásticos em Goa] / Frei Inácio de Santa Teresa [ Manuscrito]
 
AUTOR(ES):     
Santa Teresa, Inácio de, 1682-1751, C.R.S.A.; Portugal. Rei, 1707-1750 (João V), dest. de carta
PRODUÇÃO:     
1734
DESCR.FÍSICA:     
4 cartas ([14] f.) ; 31 cm
REF.EXT.:     
Cfr. Alves, Ana Maria Mendes Ruas - "O Reyno de Deos e a Sua Justiça": Dom Frei Inácio de Santa Teresa (1682-1751). Coimbra : [s.n.], 2012. 336 p. Tese dout. História da Época Moderna, Fac. de Letras, Univ. de Coimbra
NOTAS:     
Cópias assinadas; as duas últimas cartas são idênticas, e ambas estão assinadas
Cartas de Frei Inácio de Santa Teresa para D. João V, sobre a desobediência de algumas freiras do Convento de Santa Mónica de Goa, a eleição de dois conjuízes para a Inquisição de Goa, a oposição dos religiosos jesuítas ao arcebispo e o apoio que dão às freiras desobedientes
Folhas [10] e [14] em branco
END. WWW:     
https://purl.pt/36968


 ==============================

quem morreu nesta data? bispo de Malaca 23 de dezembro de 1733

==================================== 

 

Em 1733, o Bispo de Malaca era
Dom Frei Manuel de Santo António, O.P.. 

    Período: Dom Frei Manuel de Santo António foi nomeado Bispo de Malaca em 21 de novembro de 1701 e ocupou o cargo até sua morte em 3 de setembro de 1738.
    Residência: Durante esse período, devido à ocupação holandesa de Malaca, o bispo residia em Timor (Lifau), sendo considerado por muitos como o primeiro bispo de Timor, embora mantivesse o título de Malaca.
    Ordem: Era um frade dominicano (Ordem dos Pregadores). 

Portanto, durante todo o ano de 1733, Dom Frei Manuel de Santo António exercia o episcopado na jurisdição de Malaca. 

=========================================================  

mencionado em página 04 

 

O Cardeal da Mota (João da Mota e Silva) foi uma figura política e eclesiástica central no Portugal do século XVIII, servindo como Secretário de Estado (equivalente a Primeiro-Ministro) de D. João V.
Em 1734, o Cardeal da Mota teve uma atuação notável: 

    Parecer Económico: Redigiu um parecer sobre a política econômica nacional, especificamente no contexto da autorização da manufatura de sedas de Roberto Godin.
    Controvérsia Política: O seu parecer de 1734 é descrito como estando em desacordo com as visões de D. Luís da Cunha, seu rival político, no que tange à administração do estado.
    Reformas no Governo: Neste período, o Cardeal da Mota reformou a política nacional, estruturando secretarias de estado e nomeando pessoas de sua confiança.
    Contexto Colonial (Diamantes): Documentos da época, como o registro de "Rios e Carregos" relacionados à mineração de diamantes (1729-1734), fazem referência ao seu nome como Eminente Senhor Cardeal da Mota. 

Embora tenha sido cardeal, sua atuação em 1734 foi predominantemente como o principal braço direito de D. João V na condução da política interna e econômica de Portugal. 

 

=========================================

Antonio do Amaral Coutinho que não poderia ser este outro por causa da data?

https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_governadores,_capit%C3%A3es_e_castel%C3%B5es_de_Diu 

pagina 08 

https://antt.dglab.gov.pt/exposicoes-virtuais-2/expulsao-dos-jesuitas/ 

https://archive.li/wip/n9345 

bispo de Malaca 23 de dezembro de 1733. Quem é o bispo ninguém sabe, k pág 02 Bispo de Malaca falecido em 23 de dezembro de 1733 e Mestre escola Luis de Souza de Alfonseca

 

 Mestre Escola Luis de Souza de Alfonseca

============================== 

 bispo de Malaca 23 de dezembro de 1733

 

https://rnod.bnportugal.gov.pt/rnod/winlibsrch.aspx?skey=196B0EF3D4B34624B064CB58A6BB6CAF&pag=1&tpp=12&sort=4&cap=&pesq=5&thes1=98595

https://purl.pt/36968

https://catalogo.bnportugal.gov.pt/ipac20/ipac.jsp?profile=bn&source=~!bnp&view=subscriptionsummary&uri=full=3100024~!1960248~!2&ri=1&aspect=subtab13&menu=search&ipp=20&spp=20&staffonly=&term=lus%C3%83%C2%ADadas&index=.TW&uindex=&aspect=subtab13&menu=search&ri=1


Arcebispo-Primaz-do-Oriente-Frei-Ináciode-Santa-Teresa-para-D.-João-V

[Correspondência do Arcebispo Primaz do Oriente, Frei Inácio de Santa Teresa, para D. João V, sobre os conflitos eclesiásticos em Goa] / Frei Inácio de Santa Teresa [ Manuscrito]
 
AUTOR(ES):     
Santa Teresa, Inácio de, 1682-1751, C.R.S.A.; Portugal. Rei, 1707-1750 (João V), dest. de carta
PRODUÇÃO:     
1734
DESCR.FÍSICA:     
4 cartas ([14] f.) ; 31 cm
REF.EXT.:     
Cfr. Alves, Ana Maria Mendes Ruas - "O Reyno de Deos e a Sua Justiça": Dom Frei Inácio de Santa Teresa (1682-1751). Coimbra : [s.n.], 2012. 336 p. Tese dout. História da Época Moderna, Fac. de Letras, Univ. de Coimbra
NOTAS:     
Cópias assinadas; as duas últimas cartas são idênticas, e ambas estão assinadas
Cartas de Frei Inácio de Santa Teresa para D. João V, sobre a desobediência de algumas freiras do Convento de Santa Mónica de Goa, a eleição de dois conjuízes para a Inquisição de Goa, a oposição dos religiosos jesuítas ao arcebispo e o apoio que dão às freiras desobedientes
Folhas [10] e [14] em branco
END. WWW:     
https://purl.pt/36968


 ==============================

quem morreu nesta data? bispo de Malaca 23 de dezembro de 1733

==================================== 

 

Em 1733, o Bispo de Malaca era
Dom Frei Manuel de Santo António, O.P.. 

    Período: Dom Frei Manuel de Santo António foi nomeado Bispo de Malaca em 21 de novembro de 1701 e ocupou o cargo até sua morte em 3 de setembro de 1738.
    Residência: Durante esse período, devido à ocupação holandesa de Malaca, o bispo residia em Timor (Lifau), sendo considerado por muitos como o primeiro bispo de Timor, embora mantivesse o título de Malaca.
    Ordem: Era um frade dominicano (Ordem dos Pregadores). 

Portanto, durante todo o ano de 1733, Dom Frei Manuel de Santo António exercia o episcopado na jurisdição de Malaca. 

=========================================================  

mencionado em página 04 

 Cardeal João da Mota nasceu em Castelo Branco na rua do Saco, no dia 14 de agosto de 1685, e faleceu em Lisboa em 1747.

O Cardeal da Mota (João da Mota e Silva) foi uma figura política e eclesiástica central no Portugal do século XVIII, servindo como Secretário de Estado (equivalente a Primeiro-Ministro) de D. João V.
Em 1734, o Cardeal da Mota teve uma atuação notável: 

    Parecer Económico: Redigiu um parecer sobre a política econômica nacional, especificamente no contexto da autorização da manufatura de sedas de Roberto Godin.
    Controvérsia Política: O seu parecer de 1734 é descrito como estando em desacordo com as visões de D. Luís da Cunha, seu rival político, no que tange à administração do estado.
    Reformas no Governo: Neste período, o Cardeal da Mota reformou a política nacional, estruturando secretarias de estado e nomeando pessoas de sua confiança.
    Contexto Colonial (Diamantes): Documentos da época, como o registro de "Rios e Carregos" relacionados à mineração de diamantes (1729-1734), fazem referência ao seu nome como Eminente Senhor Cardeal da Mota. 

Embora tenha sido cardeal, sua atuação em 1734 foi predominantemente como o principal braço direito de D. João V na condução da política interna e econômica de Portugal. 

 

=========================================

Antonio do Amaral Coutinho que não poderia ser este outro por causa da data?

https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_governadores,_capit%C3%A3es_e_castel%C3%B5es_de_Diu 

pagina 08 

 

 

domingo, 22 de fevereiro de 2026

google aqui você não é o unico sistema de busca

 aprende comigo, A, de .... B de..... c.... de no teu

 

https://www.bing.com 

José Gonçalves da Silva , 1770 - Maranhão‭ ✝ 21 de Novembro de 1821, Feito notável 2000 escravos.

 

José Gonçalves da Silva, Alcaide mór de Itapicurú-Mirim, Maranhão.

 

 

https://ia801309.us.archive.org/BookReader/BookReaderImages.php?zip=/15/items/portugalantigoe05ferrgoog/portugalantigoe05ferrgoog_jp2.zip&file=portugalantigoe05ferrgoog_jp2/portugalantigoe05ferrgoog_0258.jp2&id=portugalantigoe05ferrgoog&scale=8&rotate=0 

 

https://juceysantana.blogspot.com/2016/03/jose-goncalves-da-silva.html 

https://archive.li/wip/URXX9 

Portugal antigo e moderno; diccionario ... de todas as cidades, villas e freguezias de Portugal e de grande numero de aldeias

 https://archive.org/details/portugalantigoe05ferrgoog/page/254/mode/2up?q=%22Francisco+Xavier+Machado%22

 =================================================

 

abaixo um homonimo 

José Gonçalves da Silva: traficante e tráfico de escravos no litoral norte da província do Rio de Janeiro, depois da lei de 1850

 

https://www.scielo.br/j/tem/a/LJFTBpyfw4xrGyBjkJXrVTF/?lang=pt

https://archive.li/wip/JCs3r 


Francisco Xavier Machado 1730? ✞ 1780?. capitão de engenharia ,Fco. Xᵉʳ Maxado, Francisco Xavier Machado, Fco. Xer Maxado(saudades vôvô - LANZAROTTE, rs!)

 

é 

https://ia801409.us.archive.org/BookReader/BookReaderImages.php?zip=/27/items/el-plan-de-las-afortunadas-islas-del-reyno-de-canarias-y-la-isla-de-san-borondon/El%20Plan%20de%20las%20Afortunadas%20Islas%20del%20Reyno%20de%20Canarias%20y%20la%20Isla%20de%20San%20Borondon_jp2.zip&file=El%20Plan%20de%20las%20Afortunadas%20Islas%20del%20Reyno%20de%20Canarias%20y%20la%20Isla%20de%20San%20Borondon_jp2/El%20Plan%20de%20las%20Afortunadas%20Islas%20del%20Reyno%20de%20Canarias%20y%20la%20Isla%20de%20San%20Borondon_0005.jp2&id=el-plan-de-las-afortunadas-islas-del-reyno-de-canarias-y-la-isla-de-san-borondon&scale=4&rotate=0

é pagina a frente Francisco Xavier Machado Fiesco

homonimo

https://archive.org/details/portolaexpeditio02cost/mode/2up?q=%22Francisco+Xavier+Machado%22 

https://archive.org/details/materialesparaun00oroz?q=%22Francisco+Xavier+Machado%22 

https://archive.org/details/b32170531/mode/2up?q=%22Francisco+Xavier+Machado%22 

El Plan de las Afortunadas Islas del Reyno de Canarias y la Isla de San Borondón

https://archive.org/details/el-plan-de-las-afortunadas-islas-del-reyno-de-canarias-y-la-isla-de-san-borondon/page/4/mode/1up?q=%22Xavier+Machado%22 

====================================================================

 

Portugal antigo e moderno; diccionario ... de todas as cidades, villas e freguezias de Portugal e de grande numero de aldeias

 aqui é um Francisco Xavier Machado posterior famílias ricas do Brasil e Portugal.

https://archive.org/details/portugalantigoe05ferrgoog?q=%22Francisco+Xavier+Machado%22

 

==================================================== 

Francisco Xavier Machado (século XVIII) foi um militar português.

Biografia

Com a criação da Capitania Geral dos Açores, chegou em 1766 ao arquipélago com o primeiro capitão-general, D. Antão de Almada, 12.º conde de Avranches, conforme o Decreto abaixo:

"Hey por bem fazer merce a Francisco Xavier Machado, Ajudante de Infantaria com o exercicio de Engenheiro de o nomear para Capitão de Infantaria com o mesmo exercicio, para me servir nas Ilhas dos Açores, passando a ellas na companhia do Governador, e Capitão General, que fuy servido nomear para as mesmas, e observando em tudo as suas Ordens. O Conselho de Guerra o tenha assim entendido, e lhe mande passar os despachos necessários. Palácio de Nossa Senhora da Ajuda a 26 de agosto de 1766 // com a Rubrica de Sua Magestade //"[1]

Obra

Deixou-nos um relatório denominado "Revista dos fortes e redutos da Ilha Terceira", datado de 1772, ilustrado por um conjunto de 35 plantas, aguareladas, enviado ao Reino para o Marquês de Pombal.

 https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Xavier_Machado

 

 https://archive.org/details/pt-ahu-cartm-ac-ores/page/n5/mode/1up?q=Machado

 https://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_obrasgerais/drg1366355/drg1366355.pdf

Iconographies > Primeiro Reduto da Ribeira Seca - 008115
"Primr.º Reduto da Ribeira Seca", Ilha Terceira, Açores, Portugal. Capitão de Infantaria com exercício de Engenharia, Francisco Xavier Machado, 1772. AN/TT, Min. do Reino, Maço 612, Doc. 7. In: Ilha Terceira - A Fortaleza do Atlântico (apres. Francisco dos Reis Maduro-Dias; introd. Manuel Augusto Faria). Angra do Heroísmo (Açores), Gabinete da Zona Classificada de Angra do Heroísmo, 1997, 1 pasta, 39 fl., plantas manuscritas.
Licença: Domínio Público (Autor falecido há mais de 70 anos). - Date: 1772

 Fonte:

https://fortalezasmultimidia.ufsc.br/impressao.php?ct=fortaleza&id_fortaleza=645 

c/c https://archive.li/qxBJo

Iconographies > Forte da Greta - 008120
"Forte da Greta", Ilha Terceira, Açores, Portugal. Capitão de Infantaria com exercício de Engenharia, Francisco Xavier Machado, 1772. AN/TT, Min. do Reino, Maço 612, Doc. 7. In: Ilha Terceira - A Fortaleza do Atlântico (apres. Francisco dos Reis Maduro-Dias; introd. Manuel Augusto Faria). Angra do Heroísmo (Açores), Gabinete da Zona Classificada de Angra do Heroísmo, 1997, 1 pasta, 39 fl., plantas manuscritas.
Licença: Domínio Público (Autor falecido há mais de 70 anos). - Date: 1772  
 
https://fortalezas.org/galeria_busca_lista_mostra.php?id_midia=011210 
https://fortalezas.org/index.php?ct=galeria_busca_lista
https://fortalezasmultimidia.ufsc.br/impressao.php?ct=fortaleza&id_fortaleza=611 
https://archive.li/Gsuu3

Diogo de Mendonça Corte Real

 

 

 https://rnod.bnportugal.gov.pt/rnod/winlibsrch.aspx?skey=196B0EF3D4B34624B064CB58A6BB6CAF&pag=1&tpp=12&sort=4&cap=&pesq=5&thes1=98595

https://purl.pt/38178

https://catalogo.bnportugal.gov.pt/ipac20/ipac.jsp?profile=bn&source=~!bnp&view=subscriptionsummary&uri=full=3100024~!2056422~!2&ri=1&aspect=subtab13&menu=search&ipp=20&spp=20&staffonly=&term=lus%C3%83%C2%ADadas&index=.TW&uindex=&aspect=subtab13&menu=search&ri=1

Regimento q[ue] haõ de guardar os Cappitaens de Mar e guerra, e mais Officiaes, que embarcarem nas Fragattas de guerra de S[ua] Mag[estad]e [ Manuscrito]
 
AUTOR(ES):     
Portugal. Rei, 1707-1750 (João V); Corte-Real, Diogo de Mendonça, 1658-1736, co-autor
ANT.POSSUIDOR(ES):     
Pombal, Marquês de, 1699-1782, ant. possuidor
PRODUÇÃO:     
L[i]x[bo]a oci[dent]al, 24 de abril de 1736
DESCR.FÍSICA:     
[19] f., enc. ; 34 cm
REF.EXT.:     
Catalogado em: José António Moniz - Inventario. Secção XIII - Manuscriptos Collecção Pombalina. Lisboa: BN, 1889
PROVENIÊNCIA:     
Livraria de Sebastião José de Carvalho e Melo, 1.o Marquês de Pombal (Adquirida pela BN em 1887)
NOTAS:     
Cópia assinada por 
Encadernação em pastas de cartão revestidas a
 

Diogo de Mendonça Corte Real 

pele castanha; corte salpicado
END. WWW:     
https://purl.pt/38178

 

 

Arcacaldasnovas - Goiás

 eueueu" to dentro, caindo fora da terra, kkk, rs!

já tenho a proposta de ser "relações públicas" em marte!

esses relações públicas era da época do epa , agora é o que merda mesmo, kkk, 

a turma que quer viver de vigarice: -  (não importa esqueci e também já foi, tudo modinha de 6 meses).

 

Parece até onde moro. Que a cada GERAÇÃO. Vem um banco de doidos, moram 6 meses e se vão , espero com toda vontade que para os quintos dos infernos.

Pois nunca vi tanta burrice.! 

Não ensinam nos colégios , ou ensinam pois meu filho aprendeu isto: as fazes da vida, mas se vê que estes perderam as aulas, ou ficam viajando na "maioneze" enquanto o professor fica ali perdendo tempo, tentando por alguma merda na cabeça deles.

Eu agradeço muito um professor meu que tive. Ele foi muito cruel na época. Mas tinha que ser assim.

Pois não lembro o que aconteceu na sala de aula. Ele deu um "piti" e falou aqui não é chiqueiro que vocês vivem, kkk, rs. Que vocês ficam girando o macarrão na mesa e tacando um na cara dos outros. Na casa de vocês pode. Aqui nããã~~aããããããã~~aããããããõooooooooooooooooooo, pode. Cresçam, turma de ótários e rídículos.  Bem assim. Quando lembro desta cena me esgano a rir, foi bom pois ali repensei meus quereres ou não, visto que era tratada como uma princesa. E se não se jogava no chão esperneando, rs!

 

Ali percebi que isso não funcionava, rs.

Obrigada também ao meu professor de Economia Joaquim que, um aluno perguntou (esse aluno tinha dificuldade de aprendizagem era um senhor idoso já, rs).

O professor achou que ele estava debochando dele. Pegou o livro e tocou na cabeça do aluno.

Esse senhor passou o resto do curso assistindo as aulas com o capacete de motoqueiro. rs, kkk!.

 

Esse senhor por falar fez uma na estatística avançada, rs. A pessoa não alcançava mesmo o entendimento.

O professor era ótimo, rs, tirei sempre 10 com ele, mas este outro entendia chongas, o professor explicava tudo como se estivesse dando aulas pra crianças do pré escolar. kk, rs.

Só que ele estava falando em bolinhas, tantas bolinhas isso e dá aquilo . Pra ver se o povo entendia, e o sr.  nada.

 

Aí um gritou na sala: muda professor. Esse cara é da marinha ele não está entendendo nada, põe baionetas. rs, kkk, se é que tinha algo com isso? baionetas com marinha , mas? rs.

Esse dia acabou a aula, porque rimos tanto que não teve com continuar a aula, rs.Cada vez que um parava o acesso de riso, outro começava, e o sr. sem entender nada. Tadinho ele tinha deficiência mesmo. Entendia nada mesmo.! 

Sempre graças a Deus tive facilidade de entender matema´tica e estatística. Mas quando chegou a "Engenharia Economica", se fu! pkp o que era aquilo ali. Bem passou. 

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

the windemills of your mind, os moinhos da tua mente.

 https://www.youtube.com/watch?v=usiV_sK7Yu4

O descobrimento do Japão pelos Portugueses, Livros, História, Genealogia, Damiaõ De Goes, links seguindo para não perder, diversas vezes anotado,

 vái lá se tiver estomago.

Os 3 Implantes Primários que controlaram a humanidade por milênios - 07/02/26 

 https://www.youtube.com/watch?v=KauPUzlQqWo

CORAGEM IDIOTA

 

Asia portuguesa. Tomo I NÚMERO 1

SOUSA, Manuel de Faria e,

 https://archive.org/details/res-752-a_0000_capa-capa_t24-C-R0150/page/232/mode/1up?q=%22Jo%C3%A3o+de+Castro%22 

 

privilegios_da_nobreza_e_fidalguia_de_po

Universidade de Évora 

https://archive.org/details/armas-das-familias-por-frei-manuel-de-santo-antonio-e-silva_202602

https://archive.org/details/armas-das-familias-por-frei-manuel-de-santo-antonio-e-silva_202602 

 

MANUSCRITO, Libro I-II das ordenaçoens do Senhor Rey Dom Affonso V / o qual Guarda Mor João Pereira Ramos de Azeredo Coutinho

 https://archive.org/details/mss-20629-v-2/page/n114/mode/1up

https://bnedigital.bne.es/bd/es/results?y=s&o=&w=Jo%C3%A3o+III+de+Portugal&f=ficha&o=&w=&f=texto_ficha&g=ws# 

https://bnedigital.bne.es/bd/es/results?y=s&o=&w=Jo%C3%A3o+III+de+Portugal&f=ficha&o=&w=&f=texto_ficha&g=ws 

 

 Nobiliário de famílias de Portugal / Felgueiras Gaio [COMPLETO]

 

 https://archive.org/details/nobiliario-de-familias-de-portugal-gayo-COMPLETO/Nobili%C3%A1rio%20de%20fam%C3%ADlias%20de%20Portugal%2C%20GAYO%20-%20T%2017-18%20-%20Largudeos-Mancelos/page/n145/mode/2up?q=%22Jo%C3%A3o+Pr.+de+Castro%22

Livro de Linhagens de Portugal pba-323_0000


Genealogía de los apellidos Trujillo, Molina, Valdés, Monagas y Chevalier Español Genealogía de los apellidos Trujillo, Molina, Valdés, Monagas

 https://archive.org/details/genealogia_de_los_apellidos_trujillo_molina_valdes_monagas_y_chevalier_por_pedro_gonzalez_blanco.pdf

https://colecciones.agn.gob.do/gestion/descargadoc.php?tipo=guarda&file=00261037_0002.pdf

https://datos.bne.es/edicion/bimo0000951801.html
https://colecciones.agn.gob.do/opac/ficha.php?informatico=00261037PI&idpag=1436281993&codopac=OPPUB&presenta=digitaly2p#viajeinicial
https://datos.bne.es/edicion/bimo0000951801.html
 

 

Creacion Antigueda Y Privilegios De Los Titulos De Castilla

 https://archive.org/details/bub_gb_56xZZPwSn4kC/page/n6/mode/thumb?q=Arbol+gene%C3%A1logico+de+la+Monarqu%C3%ADa+espa%C3%B1ola

https://www.cervantesvirtual.com/obra/creacion-antiguedad-y-privilegios-de-los-titulos-de-castilla/
https://data.cervantesvirtual.com/manifestation/653218

Creacion, antiguedad y privilegios de los titulos de Castilla

 

Retratos, e elogios dos varões, e donas, que illustraram a nação portugueza em virtudes

https://archive.org/details/retratoseelogios01figu_202602/page/n366/mode/thumb 

 

 

 

Theatro genealogico, que contem as arvores de costados das principaes familias do Reyno de Portugal, & suas conquistas : Tomo I. / Pelo Prior D. Tivisco de Nasao Zarco, y Colona 

 

💓💞 descendente dos dois 

 https://archive.org/details/pba-298_0000/page/n93/mode/1up?q=Ribafria

 

 

 

 

Schweiz. Konsum-Verein /Associação Suíça de Cooperativas de Consumo

    A Associação Suíça de Cooperativas de Consumo (VSK), fundada em 1890, era a principal organização cooperativa que congregava as empresas...