sexta-feira, 12 de junho de 2026

Doutor Lopo Vasques de Serpa (ou apenas Lopo Vasques) foi um importante jurista e magistrado português, .Ano de 1777, 1400 nativo de Serpa a 1470?

PERFEITO tem NADA , DESISTI, KÁ,RÁ,

 Lupus Vasquez

abaixo é o sobrenome da mulher Lope Vásquez

https://fmg.ac/Projects/MedLands/SPANISH%20NOBILITY%20LATER%20MEDIEVAL%202.htm 

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o Doutor Lopo Vasques de Serpa, surge como corregedor de Lisboa no ano de 1443, em documento de 29 de Maio, onde o
infante lhe pede para averiguar se no tempo de D. João I e D. Fernando os moedeiros
de Lisboa tinham privilégio de não serem constrangidos a servir em obras de pontes,
fontes, calçadas e muros[1]. No início do ano de 1448 (8 de Janeiro), ainda como
corregedor de Lisboa, manda trasladar

 https://eusougarcialeal.wordpress.com/wp-content/uploads/2015/04/ordenacoesafonsinas.pdf

 

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 https://en.wikisource.org/wiki/European_Treaties_bearing_on_the_History_of_the_United_States_and_its_Dependencies_to_1648/Document_02

Lopo Vasques, a native of Serpa, stood high in the favor of King Alfonso, by whose order he translated from Latin into the vernacular a work entitled Tomada de Constantinopla pelo Graõ Turco. D. Barbosa Machado, Bibliotheca Lusitana, III. ( 1752) 21.

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Pedatura Lusitana

https://archive.org/details/pedatura-lusitana_202603/mode/2up?q=%22Vasques+Serpa%22

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Linhagens Medievais Portuguesas I José Augusto De Sotto Mayor Pizarro

 https://archive.org/details/linhagens-medievais-portuguesas-i-jose-augusto-de-sotto-mayor-pizarro_202405

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 Doutor Lopo Vasques Corregedor da Cidade de Lixbo

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O Doutor Lopo Vasques de Serpa (ou apenas Lopo Vasques) foi um importante jurista e magistrado português, célebre por exercer o cargo de corregedor da cidade de Lisboa e integrar a comissão régia encarregada de organizar e compilar as leis do Reino. [1, 2, 3]
Sua atuação na história jurídica e administrativa de Portugal destaca-se em momentos cruciais do século XV:

    Atuação como Corregedor: Nomeado corregedor da Casa do Cível em Lisboa, ele foi uma figura central na administração da justiça real na capital, encarregado também de garantir o cumprimento das posturas municipais e de manter a ordem na cidade. [1, 2]
    Compilação das Ordenações Afonsinas: Trabalhou diretamente na revisão e estruturação das Ordenações Afonsinas (o primeiro código de leis português), atuando ao lado de outros grandes desembargadores do rei. [1, 2]
    Documentação histórica: Existem registros oficiais onde o Rei D. Afonso V ordena a Lopo Vasques de Serpa que respeite e proteja os direitos de certas classes trabalhadoras, como os moedeiros, isentando-os de trabalhos forçados. [1]

Os detalhes de suas funções judiciais na Alta Idade Média podem ser explorados no repositório da Universidade de Lisboa ou lidos no contexto da consolidação do direito português na Universidade Federal Fluminense.
Você gostaria de saber mais sobre como os corregedores atuavam no período medieval português, ou sobre o contexto histórico e político da elaboração das Ordenações Afonsinas?
As respostas da IA podem conter erros. Para orientação jurídica, consulte um profissional 


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 https://archive.org/details/mss-20628-v-1/page/n10/mode/1up

https://bnedigital.bne.es/bd/es/results?y=s&o=&w=Jo%C3%A3o+III+de+Portugal&f=ficha&o=&w=&f=texto_ficha&g=ws


https://bnedigital.bne.es/bd/es/results?y=s&o=&w=Jo%C3%A3o+III+de+Portugal&f=ficha&o=&w=&f=texto_ficha&g=ws#

https://bnedigital.bne.es/bd/es/card?id=a4668741-945f-4910-8667-a3fd1abd585e&page=1

Libro I-II das ordenaçoens do Senhor Rey Dom Affonso V / o qual Guarda Mor João Pereira Ramos de Azeredo Coutinho adquirio e fez copiar para o Real Archivo
Autoría
Portugal
Coutinho, João Pereira Ramos de Azeredo (1722-1799)
Portugal. Rey (1777-1816: María I)
Portugal. Rey (1438-1481: Alfonso V)
Publicación, distribución, etc.
1781-1782
Tipo de documento
Manuscritos
Materia
Portugal -- Historia -- 1438-1481 (Alfonso V) -- Fuentes
Manuscritos
Legislación
Descripción física
2 v. ([III], 191 [II]; [III], 334, [II] h.
Signatura
MSS/20628 V. 1
MSS/20629 V. 2
Identificador corto
0162720587
Notas
Precede en los dos libros autorización de la Reina Doña María e Índice || En portada de Libro II dice que " João Pereira Ramos de Azeredo Coutinho fez copiar por ser achar arruinado o original" || En contratapa delantera del Libro I: 333 [enmarcado por círculo] || En contratapa delantera del Libro II: 334 [enmarcado por círculo] || En portada: Anno 1777 || Al final consta que Libro I fue escrito en 1781 por Joaquim Joze Bernardino (v. I, h. 191v) y Libro II en 1782, por Jose Antonio Rodrigues (v. II, h. 334), ambos fueron mandados escribir por Alejandre Antonio da Silva e Caminha || En blanco :v..1 (h. I-IIIv, h. 2v y al final I-IIv) ; v.2. (h. I-IIIv, h. 2v, 334v y al final h. I-IIv)
Derechos

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Dom Sancho I (1154–1211), conhecido como "O Povoador" pagina 54 casado com Aldonça Berenguer (= Dulce de Aragão)1656

 

 

 https://pt.wikipedia.org/wiki/Sancho_I_de_Portugal

 https://archive.li/8auly

https://es.wikipedia.org/wiki/Dulce_de_Arag%C3%B3n 

 https://archive.li/lgsLh

 https://wikivisually.com/wiki/Dulce_of_Aragon


https://archive.li/wip/VJQGs 

 

 

Dom Sancho I (1154–1211), conhecido como "O Povoador", foi o segundo Rei de Portugal. Nascido em Coimbra, ele consolidou e expandiu as fronteiras do reino e dedicou-se ao desenvolvimento interno, repovoando áreas e fundando vilas. [1, 2, 3, 4]
Principais Fatos

    Origem: Nasceu em Coimbra em 11 de novembro de 1154. Era filho de D. Afonso Henriques e D. Mafalda de Saboia. [1]
    Reinado: Governou Portugal de 1185 até sua morte em 1211. [1, 2]
    O Povoador: Recebeu este cognome por estimular o povoamento do território português e fundar novas cidades, como a Guarda em 1199. [1]
    Expansão: Conquistou regiões no sul como Silves (embora tenham sido perdidas depois) e foi o primeiro monarca a intitular-se Rei de Portugal e dos Algarves. [1]
    Relação com Coimbra: Foi armado cavaleiro na cidade (1170) e lá construiu a gafaria de São Lázaro. Após seu falecimento em Santarém, foi sepultado no Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra. [1, 2, 3, 4, 5]

Se você tem interesse em algum aspecto específico da vida do rei, me diga:

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https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10358586?q=%28%22Maria+Tellez+de+Menefes%22%29&page=152,153

Ressource
Silva, Rodrigo Mendes da: Catalogo real y genealogico de España

Standort
    München, Bayerische Staatsbibliothek -- 4 Geneal. 73
Urheber
    Silva, Rodrigo Mendes da -- (GND: 100408265)
Titel
    Catalogo real y genealogico de España
Entstehung
    Madrid
 
  1656
Sprache

 

 página 54 do livro

https://archive.org/details/17812801448888bsb-10358586/page/n135/mode/1up 

====Maria Teles de Meneses irmã da dona Eleonor=====

  

Silva, Rodrigo Mendes da: Catalogo real y genealogico de España

https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10358586?q=%28%22Maria+Tellez+de+Menefes%22%29&page=152,153 

https://archive.org/details/17812801448888bsb-10358586 




Juan Pacheco (1419–1474), Marquês de Vilhena,

 Juan Pacheco (1419–1474), Marquês de Vilhena, foi um dos nobres e políticos mais poderosos da Espanha no século XV. Conselheiro e favorito do Rei Henrique IV de Castela, ele dominou a política castelhana, acumulou imensas riquezas e fortaleceu o seu poder militar antes de liderar a oposição ao próprio rei. [1, 2]
Para compreender o impacto e a biografia desta figura histórica, os principais pontos incluem:

    Ascensão ao Poder: Companheiro de infância e confidente de Henrique IV, Pacheco acumulou incontáveis títulos, terras e o prestigioso cargo de Mestre da Ordem de Santiago. [1, 2, 3]
    Rivalidade e Guerra Civil: Mais tarde, tornou-se o líder da facção aristocrática rebelde, organizando a deposição simbólica do seu antigo aliado e apoiando outros candidatos ao trono, incluindo Isabel I (a Católica). [1]
    Legado Patrimonial: Foi o responsável pela construção de imponentes fortalezas, como o Castelo de Belmonte na região de Cuenca, Espanha. [1]

Pode ler o perfil detalhado fornecido pela Britannica ou explorar o contexto sobre o seu exílio na Wikipédia. [1, 2]
Gostaria de aprofundar algum aspecto específico da vida dele? Por exemplo, a sua influência nas intrigas da Corte de Castela, o seu envolvimento nas guerras civis ou a arquitetura dos seus castelos?

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II
C A quiénes se re'fiére Jorge Manrique en la estrofa ,aa, que comienza :
Pues los otros dos hermanos, ,
maestres tan prosperados
cpmo reyes, ...? -
Bonilla y San Martin en su Anlologia de poétas de los siglos xïu
al xv, al comentarla, afirma : « Alude elpoela a los favoritos del Rey
don Enrique: don Juan Pacheco, Marqués de Villena, y don Bellrân
de la Cueva, primer duque de Àlburquerque. Ambos fueron Maestres
' de Santiago2. »
Esta atribuciôn de Bonilla no me parece del todo exacta, teniendo
en cuenta :
i°, que D. Juan Pacheco y D. Bellrân de la Cueva no eran her-
manos ; pues el Marqués de Villena era « fijo de Alfonso Telles Girôn...
nielo de [Juan Fernândez Pacheco] uno de los caualleros que vinieron
de Portogâl a Caslilla al seruicio del rey don Juan, el que fué vencido
en la hatalla de Aljubarrota»3, y el duque de Alburquerque era hijo
de Diego de la Cueva, y su abuelo paternOj, segûn el cronista Alonso
de Palencia, era « un oscuro campesinollamado Gil Ruiz, » de Cuenca,
cuyo hijo Diego adoptô un apellido mus" sonoro tomândolo de un
predio rûslico que su padre habia adquirido'1, y aunque esto no fues'e
cierto, y aceplâsemos la ascendencia mâs aristocrâtica con la que fué
luego honrado el primer duque de Alburquerque5, nos encontramos
con que no se halla hingûn parenlesco entre las dos célèbres figuras
del reinado del Impotente.
a", que tampôco puede de ningun modo, referirse a D. Beltrân, por'
la sencilla razôn de que no muriô hasta el i° de Noviembre de r49a 6.
Ya que un escrilor de una calolicidad de cultura tan pasmosa como
1. Ksfrofa 2/4, Cancionero, t. Il, pàg. a3i.
a. Madrid, 1917, nota IDO, pàg. 177.
3. fernando del Pulgar, Glaros varones de Castilla [Titulo VI]-, éd. Donn'nguez
Bordona, en CUisicos castellanos, Madrid, iç)33, pàg. 59.
4. Cronica de Enrique IV, fraducciôu castellana de A. Paz y Melia, t. I, 1904,
pâg. 37a.
5. Ilay leyendas que le liac.on descender nada menos que de Enrique I, do
Francia. Gonf. Ilodriguez Villa, Bosqncjo biogràfico de Don Bellrân de la Cueva,
Madrid, 1881, pàgs. 1-4.
G. llodriguo?.4 Villa, obra citada. pàg. I3I. Galindez de Carvajal en sus Anales
brèves afirma :« vispora de lodos los Santos murio D. Bellrân de la Cueva, primero
Duque de Alburquerque », Bih. Auls, Esps., t. LXX, pàg. 548.

 

 https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k5600404g/f1.planchecontact.r=%22TELLES%20GIR%C3%93N%22


Titre :  Bulletin hispanique
Auteur  :  Université de Bordeaux. Faculté des lettres et sciences humaines. Auteur du texte
Auteur  :  Société de correspondance hispanique (France). Auteur du texte
Éditeur  :  Féret (Bordeaux)
Éditeur  :  Henri Georg (Lyon)
Éditeur  :  Paul Ruat (Marseille)
Date d'édition :  1927-10-01
Notice du catalogue :  http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb327290771
Type :  texte
Type :  publication en série imprimée
Langue  :  français
Format :  Nombre total de vues : 15803
Description :  01 octobre 1927
Description :  1927/10/01 (N4,VOL29)-1927/12/31.
Description :  Collection numérique : Fonds régional : Aquitaine
Droits  :  Consultable en ligne
Identifiant :  ark:/12148/bpt6k5600404g
Source  :  Bibliothèque nationale de France, département Littérature et art, 8-Z-1469 (3)
Conservation numérique :  Bibliothèque nationale de France
Date de mise en ligne  :  10/01/2011
LÉGENDES ET TABLE DES MATIÈ

    Aller à la page de la table des matières429
    TABLE ALPHABETIQUE PAR NOMS D'AUTEURS
        AVEZOU (R.). - Rapport à M. le Directeur des Hautes-Etudes hispaniques
        .......... Page(s) .......... 174, 283, 351
        AVEZOU (R.). - Une lettre de M. F. G. Eichoff à Villemain
        .......... Page(s) .......... 298
        BERTRAND (J.-J.-A.). - Johannes Fastenrath et l'Espagne
        .......... Page(s) .......... 211
        BERTRAND (J.-J.-A.). - Chronique
        .......... Page(s) .......... 235, 333
        BOUILLIER (V.). - Baltasar Gracian, Oracolo manuale, traduzzione e commento di Eugenio Mele (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 324
        BOURCIEZ (Ed.) - Amado Alonso, La subagrapacian romanica del Catalan (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 315
        BOURCIEZ (Ed.) - Xavier de Cardaillac, Don Quichotte de la Manche par Miguel de Cervantes (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 320
        BOUSSAGOL (G.). - Angel de Saavedra, duc de Rivas. Essai de bibliographie critique
        .......... Page(s) .......... 5
        BOUSSAGOL (G.). - Henri Mérimée
        .......... Page(s) .......... 121
        BUCETA (E.). - Dos papeletas referentes a las "Coplas" de Jorge Manrique
        .......... Page(s) .......... 407
        CIROT (G.). - Anecdotes ou légendes sur l'époque d'Alphonse VIII
        .......... Page(s) .......... 145, 241, 337
        CIROT (G.). - Sur le manuscrit portugais de la Chronique générale" Port. 4" de la Bibliothèque Nationale de Paris
        .......... Page(s) .......... 199
        CIROT (G.). - Chronique
        .......... Page(s) .......... 141, 237, 334, 428
        CIROT (G.). - Dom Gregori Mcaractères non reproduits Sunyol, Introduccio à la Palcografia musical Gregoriana (bibl)
        .......... Page(s) .......... 126
        CIROT (G.). - D. Luciano Serrano, Cartulario de San Pedro de Arlanza (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 126
        CIROT (G.). - Aubrey F. G. Bell, Luis de Léon (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 128
        CIROT (G.). - A. Castro, El pensamiento de Cervantes
        .......... Page(s) .......... 129
        CIROT (G.). - C. E. Anibal, Mira de Mescua (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 136
        CIROT (G.). - N. Alonso Cortés, Zorrilla, Poesias (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 138
        CIROT (G.). - P. Miguélez, Catalogo de los Codices Espanoles de la Biblioteca del Escorial (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 214
        CIROT (G.). - J. F. Montesinos, Lope de Vega, El Marqués de las Navas (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 218
        CIROT (G.). - E. Bucher Williams, The life and dramatic works of Gertrudis Gomez de Avellaneda (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 224
        CIROT (G.). - E. F. Tiscornio, "Martin Fierro" comentado y anotado (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 225
        CIROT (G.). - C. Barja, En torno al caractères non reproduitsrismo gallego del siglo XIX (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 227
        CIROT (G.). - G. Tyler Northup, An introduction to Spanish Literature (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 232
        CIROT (G.). - Nebrija, Gramatica de la lengua castellana... edited by J. Gouzalez-Llubera (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 318
        CIROT (G.). - W. Fichter, Lope de Vega's "El Castigo del Discreto" (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 426
        COURTEAULT (P.). - La mort du marquis de Mora à Bordeaux
        .......... Page(s) .......... 110
        FEGHALI (M.). - L. Halphen, Peuples et civilisations; Les Barbares (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 313
        HIRSCHAUER (Ch.). - Bibliographie des travaux de M. Morel-Fatio (supplément)
        .......... Page(s) .......... 99
        LAMBERT (E). - Felin Elias, L'Escultura catalana moderna (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 427
        LAMBERT (E). - Chronique
        .......... Page(s) .......... 141
        LEGENDRE (M.). - La légende des Batuecas et des Jurdes
        .......... Page(s) .......... 370
        LE GENTIL (G.). - Quelques sources d'Oliveira Martins
        .......... Page(s) .......... 255
        LE GENTIL (G.). - Chronique
        .......... Page(s) .......... 334
        LE GENTIL (G.). - E. Prestage, The diplomatic relations of Portugal with France, England and Holland from 1640 to 1668 (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 221
        LE GENTIL (G.). - A. Ferrao, Teoria da historia; Estudos pombalinos; Antonio Candido como pensador (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 228
        LE GENTIL (G.). - R. dos Santos, A torre de Belem (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 317
        LE GENTIL (G.). - G. Boussagol. Angel de Saavedra, duc de Rivas (bibl.
        .......... Page(s) .......... 326
        LE GENTIL (G.). - R. dos Santos, As tepeçarias da tomada de Arzila (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 422
        LE GENTIL (G.). - Pires de Lima, Gil Vicente, Auto da Alma (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 425
        RENAUDET (A.). - Erasme et Juan de Valdés, d'après une publication récente
        .......... Page(s) .......... 293
        RICARD (G.). - Un catéchisme de l'Espagnol au Maroc
        .......... Page(s) .......... 300
        RICARD (G.). - Lt-Ccaractères non reproduits H. de Castries, Les sources inédites de l'histoire du Maroc (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 321
        RICARD (G.). - Bernal Diaz, Descubrimiento y conquista de Méjico, Col. Carlos Pereyra (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 423
        SARRAILH (J.). - Note sur Gabriel Miro
        .......... Page(s) .......... 307
    TABLE ANALYTIQUE DES MATIERES
        I. ARTICLES DE FOND.
        .......... Page(s) .......... 174-198
            Archives. - Rapport à M. le Directeur des Hautes-Etudes hispaniques (R. Avezou), p.
            .......... Page(s) .......... 174-198, 283-292, 351-369
            Histoire. - La mort du marquis de Mora à Bordeaux (P. Courteault), p.
            .......... Page(s) .......... 110, 120
            Historiographie. - Anecdotes ou légendes sur l'époque d'Alphonse VIII (suite) (G. Cirot), p.
            .......... Page(s) .......... 145, 173, 241-254, 337-350
            Historiographie. - Quelques sources d'Oliveira Martins (G. Le Gentil), p.
            .......... Page(s) .......... 255-282
            Bibliographie - Angel de Saavedra, duc de Rivas. Essai de bibliographie critique (G. Boussagol). p.
            .......... Page(s) .......... 5-98
            Bibliographie - Bibliographie des travaux de M. Alfred Morel-Fatio (Ch. Hirschauer), p.
            .......... Page(s) .......... 99-109
            Nécrologie. - Henri Mérimée (G. Boussagol), p.
            .......... Page(s) .......... 121-125
        II. VARIETES, NOTES, CHRONIQUES.
        .......... Page(s) .......... 199-210
            Histoire littéraire. - Sur le manuscrit portugais "Port. 4" de la Biliothèque Nationale de Paris (G. Cirot), p.
            .......... Page(s) .......... 199-210
            Histoire littéraire. - Dos papeletas referentes a las "Coplas" de Jorge Manrique (Erasmo Buceta), p.
            .......... Page(s) .......... 407-412
            Histoire littéraire. - Erasme et Juan de Valdés, d'après une publication récente (A. Renaudet), p.
            .......... Page(s) .......... 293-298
            Histoire littéraire. - Johannes Fastenrath et l'Espagne (J.-J.-A. Bertrand), p.
            .......... Page(s) .......... 211-213
            Histoire littéraire. - Note sur Gabriel Miro (J. Sarrailh), p.
            .......... Page(s) .......... 307-310
            Histoire. - Une lettre de M. F. G. Eichoff à Villemain (R. Avezou), p.
            .......... Page(s) .......... 298-299
            Histoire. - Un catéchisme de l'Espagnol au Maroc (R. Ricard), p.
            .......... Page(s) .......... 300-306
            Universités et enseignement. - Programmes de la licence d'espagnol en 1927-1928 (Bordeaux et Poitiers), p.
            .......... Page(s) .......... 311
            Universités et enseignement. - Programmes pour les concours d'agrégation et de certificat d'espagnol en 1928, p.
            .......... Page(s) .......... 420
            Universités et enseignement. - Une "velada" en l'honneur de Henri Mérimée (p.
            .......... Page(s) .......... 413-420
            Chronique. - Rahola, Hardy, Moneva y Pujol, Gonzalez Palencia, W. Mulertt, L. de Azevedo, Chaves, Cazenave, Gillet, Dom Chevallier, Hesperis, Brutails, Errata, p.
            Chronique. - B. Schädel, L.-P. Thomas, A. Schneeberger, P. Cuevas, R. Acad. esp., Gaceta literaria, Folch y Torres, Boussagol, H. Courteault, Ballesteros, Dom Chevallier, H. Sée, F. Pujol, J. Fuente, J. Cazenave, M. Nunez de Arenas, R. R. Spaulding, J.-E. Gillet, M. A. Larson, A. Farinelli, C. de Bethencourt, R. Ricard, A. Alonso, Hispania, Vinas, Boletin del Instituto de Filologia, p.
            .......... Page(s) .......... 235-240
            Chronique. - Cejador, Eus. Diaz, Rubio y Lluch, Estudis Universitaris Catalans, C. Giardini, Puig y Cadalfach, G. de Reparaz, C. de Passos, A. Pérez Lugin, A. H. Krapp, Gertrud Richert, Courtney Tarr, A. Marvaud, D. de Bruyne, Lopez, H. Mérimée, p.
            .......... Page(s) .......... 332-336
            Chronique. - Ad. Bonilla, Hämel, Pfandl, Milton A. Buchanan, p.
            .......... Page(s) .......... 428
        III. BIBLIOGRAPHIE.
        .......... Page(s) .......... 126
            DOM GREGORI Mcaractères non reproduits SUNYOL, Introduccio à la Paleografia musical Gregoriana (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 126
            - D. LUCIANO SERRANO, Cartulario de San Pecaractères non reproduitsro de Arlanza (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 126
            - AUBREY F. G. BELL, Luis de Léon (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 128
            - AMERICO CASTRO, El Pensamiento de Cervantes (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 129
            - C. E. ANIBAL. Mira de Mescua (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 136
            - N. ALONSO CORTES, Zorrilla, Poesias (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 138
            P. MIGUELEZ, Catalogo de los Codices Espanoles de la Biblioteca del Escorial (G. C), p.
            .......... Page(s) .......... 214
            - J. MONTESINOS, Lope de Vega, El Marqués de las Navas (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 218
            - E. PRESTAGE, The diplomatic relations of Portugal with France, England and Holland from 1640 to 1668 (G. Le Gentil), p.
            .......... Page(s) .......... 221
            - E. BUCHER WILLIAMS, The life and dramatic works of Gertrudis Gomez de Avellaneda (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 224
            - ELEUTERIO F. TISCORNIO, "Martin Fierro" comentado y anotado (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 225
            - C. BARJA, En torno al lirismo gallego del siglo XIX (G. C), p.
            .......... Page(s) .......... 227
            - A. FERRAO, Teoria da historia; Estudos pombalinos; Antonio Candido como pensador (G. Le G.), p
            .......... Page(s) .......... 228
            - G. TYLER NORTHUP, An introduction to Spanish Literature (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 232
            LOUIS HALPHEN, Peuples et civilisations: les Barbares (Michel Feghali), p.
            .......... Page(s) .......... 313
            - AMADO ALONSO, La subagrupacion romanica del Catalan (Ed. Bourciez), p
            .......... Page(s) .......... 315
            - REYNALDO DOS SANTOS. A Torre de Belem (G. Le Gentil), p.
            .......... Page(s) .......... 317
            - NEBRIJA, Gramatica de la lengua Castellacaractères non reproduitsn..., edited by J. GONZALEZ LLUBERA (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 318
            - XAVIER DE CARDAILLAC. Don Quichotte de la Manche par MIGUEL DE CERVANTES SAAVEDRA (Ed. Bourciez), p.
            .......... Page(s) .......... 320
            - Lt-Ct H. DE CASTRIES, Les sources inédites de l'histoire du Maroc (R. Ricard), p.
            .......... Page(s) .......... 321
            - BALTAZAR GRACIAN, Oracolo manuale, traduzione e commento di E. MELE (V. Bouillier), p.
            .......... Page(s) .......... 321
            - GABRIEL BOUSSAGOL, Angel de Saavedra, duc de Rivas (G. Le Gentil), p.
            .......... Page(s) .......... 326
            R. DOS SANTOS, As tapeçarias da tomada de Arzila (G. Le Gentil), p.
            .......... Page(s) .......... 422
            - BERNAL DIAZ, Descubrimiento y conquista de Méjico (R. Ricard), p
            .......... Page(s) .......... 423
            - GIL VIOENTE Auto da Alma, prefacio notas e glossario por AUG. C. PIRES DE LIMA (G. Le Gentil), p.
            .......... Page(s) .......... 425
            - Lope de Vega's "El castigo del Discreto", by WILLIAM FICHTER (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 426
            - FELIU ELIAS, L'Escultura catalana moderna (E. Lambert), p.
            .......... Page(s) .......... 427
        IV. GRAVURES.
        .......... Page(s) .......... 201
            Ms portugais de la Chronique générale (Bibl. Nat. Paris "Port. 4", p.
            .......... Page(s) .......... 201, 203, 204
            - Ms Escaractères non reproduits. 4. II, 13 (Chronique de Juan de la Pena, dernière page), p.
            .......... Page(s) .......... 215
    SOMMAIRE Tome XXIX, 1927, N° 4
        Georges Cirot, Anecdotes ou légendes sur l'époque d'Alphonse VIII (suite)
        .......... Page(s) .......... 337
        R. Avezou, Rapport à M. le Directeur des Hautes-Etudes hispaniques (fin)
        .......... Page(s) .......... 351
        M. Legendre, La légende des Batuecas et des Jurdes
        .......... Page(s) .......... 370
        Variétés: Dos papeletas referentes à las "Coplas" de Jorge Manrique (Erasmo Buceta),
        .......... Page(s) .......... 407
        Universités et enseignement: Une "velada" en l'honneur d'Henri Mérimée,
        .......... Page(s) .......... 413
        Universités et enseignement: Programmes pour les concours d'agrégation et de certificat d'espagnol en 1928,
        .......... Page(s) .......... 420
        Bibliographie: R. DOS SANTOS, As tapeçarias da tomada de Arzila (G. Le Gentil),
        .......... Page(s) .......... 422
        - BERNAL DIAZ, Descubrimiento y conquista de Méjico (R. Ricard),
        .......... Page(s) .......... 423
        - GIL VICENTE, Auto da Alma, prefacio, notas e glossario por AUG. C. PIRES DE LIMA (G. Le Gentil),
        .......... Page(s) .......... 425
        - Lope de Vega's "El Castigo del Discreto" by WILLIAM FICHTER (G. Cirot),
        .......... Page(s) .......... 426
        - FELIU ELIAS, L'Escultura catalana moderna (E. Lambert),
        .......... Page(s) .......... 427
        Chronique: Ad. Bonilla, Hämel, Pfandl, Milton A. Buchanan,
        .......... Page(s) .......... 428
        TABLE DES MATIERES,
        .......... Page(s) .......... 429

Bulletin hispanique Participez à l'enquête sur les usages de Gallica Université de Bordeaux. Faculté des lettres et sciences humaines. Auteur du texte

 

Beltrán de la Cueva, 1º Duque de Alburquerque



 

 

página 0408

 y en las «Copias» hallamos
lo« castillos ynpunables,-... ' .
la caua honda chapada1, ..
II
C A quiénes se re'fiére Jorge Manrique en la estrofa ,aa, que comienza :
Pues los otros dos hermanos, ,
maestres tan prosperados
cpmo reyes, ...? -
Bonilla y San Martin en su Anlologia de poétas de los siglos xïu
al xv, al comentarla, afirma : « Alude elpoela a los favoritos del Rey
don Enrique: don Juan Pacheco, Marqués de Villena, y don Bellrân
de la Cueva, primer duque de Àlburquerque. Ambos fueron Maestres
' de Santiago2. »
Esta atribuciôn de Bonilla no me parece del todo exacta, teniendo
en cuenta :
i°, que D. Juan Pacheco y D. Bellrân de la Cueva no eran her-
manos ; pues el Marqués de Villena era « fijo de Alfonso Telles Girôn...
nielo de [Juan Fernândez Pacheco] uno de los caualleros que vinieron
de Portogâl a Caslilla al seruicio del rey don Juan, el que fué vencido
en la hatalla de Aljubarrota»3, y el duque de Alburquerque era hijo
de Diego de la Cueva, y su abuelo paternOj, segûn el cronista Alonso
de Palencia, era « un oscuro campesinollamado Gil Ruiz, » de Cuenca,
cuyo hijo Diego adoptô un apellido mus" sonoro tomândolo de un
predio rûslico que su padre habia adquirido'1, y aunque esto no fues'e
cierto, y aceplâsemos la ascendencia mâs aristocrâtica con la que fué
luego honrado el primer duque de Alburquerque5, nos encontramos
con que no se halla hingûn parenlesco entre las dos célèbres figuras
del reinado del Impotente.
a", que tampôco puede de ningun modo, referirse a D. Beltrân, por'
la sencilla razôn de que no muriô hasta el i° de Noviembre de r49a 6.
Ya que un escrilor de una calolicidad de cultura tan pasmosa como
1. Ksfrofa 2/4, Cancionero, t. Il, pàg. a3i.
a. Madrid, 1917, nota IDO, pàg. 177.
3. fernando del Pulgar, Glaros varones de Castilla [Titulo VI]-, éd. Donn'nguez
Bordona, en CUisicos castellanos, Madrid, iç)33, pàg. 59.
4. Cronica de Enrique IV, fraducciôu castellana de A. Paz y Melia, t. I, 1904,
pâg. 37a.
5. Ilay leyendas que le liac.on descender nada menos que de Enrique I, do
Francia. Gonf. Ilodriguez Villa, Bosqncjo biogràfico de Don Bellrân de la Cueva,
Madrid, 1881, pàgs. 1-4.
G. llodriguo?.4 Villa, obra citada. pàg. I3I. Galindez de Carvajal en sus Anales
brèves afirma :« vispora de lodos los Santos murio D. Bellrân de la Cueva, primero
Duque de Alburquerque », Bih. Auls, Esps., t. LXX, pàg. 548.

 

 https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k5600404g/f1.planchecontact.r=%22TELLES%20GIR%C3%93N%22


Titre :  Bulletin hispanique
Auteur  :  Université de Bordeaux. Faculté des lettres et sciences humaines. Auteur du texte
Auteur  :  Société de correspondance hispanique (France). Auteur du texte
Éditeur  :  Féret (Bordeaux)
Éditeur  :  Henri Georg (Lyon)
Éditeur  :  Paul Ruat (Marseille)
Date d'édition :  1927-10-01
Notice du catalogue :  http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb327290771
Type :  texte
Type :  publication en série imprimée
Langue  :  français
Format :  Nombre total de vues : 15803
Description :  01 octobre 1927
Description :  1927/10/01 (N4,VOL29)-1927/12/31.
Description :  Collection numérique : Fonds régional : Aquitaine
Droits  :  Consultable en ligne
Identifiant :  ark:/12148/bpt6k5600404g
Source  :  Bibliothèque nationale de France, département Littérature et art, 8-Z-1469 (3)
Conservation numérique :  Bibliothèque nationale de France
Date de mise en ligne  :  10/01/2011
LÉGENDES ET TABLE DES MATIÈ

    Aller à la page de la table des matières429
    TABLE ALPHABETIQUE PAR NOMS D'AUTEURS
        AVEZOU (R.). - Rapport à M. le Directeur des Hautes-Etudes hispaniques
        .......... Page(s) .......... 174, 283, 351
        AVEZOU (R.). - Une lettre de M. F. G. Eichoff à Villemain
        .......... Page(s) .......... 298
        BERTRAND (J.-J.-A.). - Johannes Fastenrath et l'Espagne
        .......... Page(s) .......... 211
        BERTRAND (J.-J.-A.). - Chronique
        .......... Page(s) .......... 235, 333
        BOUILLIER (V.). - Baltasar Gracian, Oracolo manuale, traduzzione e commento di Eugenio Mele (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 324
        BOURCIEZ (Ed.) - Amado Alonso, La subagrapacian romanica del Catalan (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 315
        BOURCIEZ (Ed.) - Xavier de Cardaillac, Don Quichotte de la Manche par Miguel de Cervantes (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 320
        BOUSSAGOL (G.). - Angel de Saavedra, duc de Rivas. Essai de bibliographie critique
        .......... Page(s) .......... 5
        BOUSSAGOL (G.). - Henri Mérimée
        .......... Page(s) .......... 121
        BUCETA (E.). - Dos papeletas referentes a las "Coplas" de Jorge Manrique
        .......... Page(s) .......... 407
        CIROT (G.). - Anecdotes ou légendes sur l'époque d'Alphonse VIII
        .......... Page(s) .......... 145, 241, 337
        CIROT (G.). - Sur le manuscrit portugais de la Chronique générale" Port. 4" de la Bibliothèque Nationale de Paris
        .......... Page(s) .......... 199
        CIROT (G.). - Chronique
        .......... Page(s) .......... 141, 237, 334, 428
        CIROT (G.). - Dom Gregori Mcaractères non reproduits Sunyol, Introduccio à la Palcografia musical Gregoriana (bibl)
        .......... Page(s) .......... 126
        CIROT (G.). - D. Luciano Serrano, Cartulario de San Pedro de Arlanza (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 126
        CIROT (G.). - Aubrey F. G. Bell, Luis de Léon (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 128
        CIROT (G.). - A. Castro, El pensamiento de Cervantes
        .......... Page(s) .......... 129
        CIROT (G.). - C. E. Anibal, Mira de Mescua (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 136
        CIROT (G.). - N. Alonso Cortés, Zorrilla, Poesias (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 138
        CIROT (G.). - P. Miguélez, Catalogo de los Codices Espanoles de la Biblioteca del Escorial (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 214
        CIROT (G.). - J. F. Montesinos, Lope de Vega, El Marqués de las Navas (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 218
        CIROT (G.). - E. Bucher Williams, The life and dramatic works of Gertrudis Gomez de Avellaneda (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 224
        CIROT (G.). - E. F. Tiscornio, "Martin Fierro" comentado y anotado (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 225
        CIROT (G.). - C. Barja, En torno al caractères non reproduitsrismo gallego del siglo XIX (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 227
        CIROT (G.). - G. Tyler Northup, An introduction to Spanish Literature (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 232
        CIROT (G.). - Nebrija, Gramatica de la lengua castellana... edited by J. Gouzalez-Llubera (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 318
        CIROT (G.). - W. Fichter, Lope de Vega's "El Castigo del Discreto" (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 426
        COURTEAULT (P.). - La mort du marquis de Mora à Bordeaux
        .......... Page(s) .......... 110
        FEGHALI (M.). - L. Halphen, Peuples et civilisations; Les Barbares (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 313
        HIRSCHAUER (Ch.). - Bibliographie des travaux de M. Morel-Fatio (supplément)
        .......... Page(s) .......... 99
        LAMBERT (E). - Felin Elias, L'Escultura catalana moderna (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 427
        LAMBERT (E). - Chronique
        .......... Page(s) .......... 141
        LEGENDRE (M.). - La légende des Batuecas et des Jurdes
        .......... Page(s) .......... 370
        LE GENTIL (G.). - Quelques sources d'Oliveira Martins
        .......... Page(s) .......... 255
        LE GENTIL (G.). - Chronique
        .......... Page(s) .......... 334
        LE GENTIL (G.). - E. Prestage, The diplomatic relations of Portugal with France, England and Holland from 1640 to 1668 (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 221
        LE GENTIL (G.). - A. Ferrao, Teoria da historia; Estudos pombalinos; Antonio Candido como pensador (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 228
        LE GENTIL (G.). - R. dos Santos, A torre de Belem (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 317
        LE GENTIL (G.). - G. Boussagol. Angel de Saavedra, duc de Rivas (bibl.
        .......... Page(s) .......... 326
        LE GENTIL (G.). - R. dos Santos, As tepeçarias da tomada de Arzila (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 422
        LE GENTIL (G.). - Pires de Lima, Gil Vicente, Auto da Alma (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 425
        RENAUDET (A.). - Erasme et Juan de Valdés, d'après une publication récente
        .......... Page(s) .......... 293
        RICARD (G.). - Un catéchisme de l'Espagnol au Maroc
        .......... Page(s) .......... 300
        RICARD (G.). - Lt-Ccaractères non reproduits H. de Castries, Les sources inédites de l'histoire du Maroc (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 321
        RICARD (G.). - Bernal Diaz, Descubrimiento y conquista de Méjico, Col. Carlos Pereyra (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 423
        SARRAILH (J.). - Note sur Gabriel Miro
        .......... Page(s) .......... 307
    TABLE ANALYTIQUE DES MATIERES
        I. ARTICLES DE FOND.
        .......... Page(s) .......... 174-198
            Archives. - Rapport à M. le Directeur des Hautes-Etudes hispaniques (R. Avezou), p.
            .......... Page(s) .......... 174-198, 283-292, 351-369
            Histoire. - La mort du marquis de Mora à Bordeaux (P. Courteault), p.
            .......... Page(s) .......... 110, 120
            Historiographie. - Anecdotes ou légendes sur l'époque d'Alphonse VIII (suite) (G. Cirot), p.
            .......... Page(s) .......... 145, 173, 241-254, 337-350
            Historiographie. - Quelques sources d'Oliveira Martins (G. Le Gentil), p.
            .......... Page(s) .......... 255-282
            Bibliographie - Angel de Saavedra, duc de Rivas. Essai de bibliographie critique (G. Boussagol). p.
            .......... Page(s) .......... 5-98
            Bibliographie - Bibliographie des travaux de M. Alfred Morel-Fatio (Ch. Hirschauer), p.
            .......... Page(s) .......... 99-109
            Nécrologie. - Henri Mérimée (G. Boussagol), p.
            .......... Page(s) .......... 121-125
        II. VARIETES, NOTES, CHRONIQUES.
        .......... Page(s) .......... 199-210
            Histoire littéraire. - Sur le manuscrit portugais "Port. 4" de la Biliothèque Nationale de Paris (G. Cirot), p.
            .......... Page(s) .......... 199-210
            Histoire littéraire. - Dos papeletas referentes a las "Coplas" de Jorge Manrique (Erasmo Buceta), p.
            .......... Page(s) .......... 407-412
            Histoire littéraire. - Erasme et Juan de Valdés, d'après une publication récente (A. Renaudet), p.
            .......... Page(s) .......... 293-298
            Histoire littéraire. - Johannes Fastenrath et l'Espagne (J.-J.-A. Bertrand), p.
            .......... Page(s) .......... 211-213
            Histoire littéraire. - Note sur Gabriel Miro (J. Sarrailh), p.
            .......... Page(s) .......... 307-310
            Histoire. - Une lettre de M. F. G. Eichoff à Villemain (R. Avezou), p.
            .......... Page(s) .......... 298-299
            Histoire. - Un catéchisme de l'Espagnol au Maroc (R. Ricard), p.
            .......... Page(s) .......... 300-306
            Universités et enseignement. - Programmes de la licence d'espagnol en 1927-1928 (Bordeaux et Poitiers), p.
            .......... Page(s) .......... 311
            Universités et enseignement. - Programmes pour les concours d'agrégation et de certificat d'espagnol en 1928, p.
            .......... Page(s) .......... 420
            Universités et enseignement. - Une "velada" en l'honneur de Henri Mérimée (p.
            .......... Page(s) .......... 413-420
            Chronique. - Rahola, Hardy, Moneva y Pujol, Gonzalez Palencia, W. Mulertt, L. de Azevedo, Chaves, Cazenave, Gillet, Dom Chevallier, Hesperis, Brutails, Errata, p.
            Chronique. - B. Schädel, L.-P. Thomas, A. Schneeberger, P. Cuevas, R. Acad. esp., Gaceta literaria, Folch y Torres, Boussagol, H. Courteault, Ballesteros, Dom Chevallier, H. Sée, F. Pujol, J. Fuente, J. Cazenave, M. Nunez de Arenas, R. R. Spaulding, J.-E. Gillet, M. A. Larson, A. Farinelli, C. de Bethencourt, R. Ricard, A. Alonso, Hispania, Vinas, Boletin del Instituto de Filologia, p.
            .......... Page(s) .......... 235-240
            Chronique. - Cejador, Eus. Diaz, Rubio y Lluch, Estudis Universitaris Catalans, C. Giardini, Puig y Cadalfach, G. de Reparaz, C. de Passos, A. Pérez Lugin, A. H. Krapp, Gertrud Richert, Courtney Tarr, A. Marvaud, D. de Bruyne, Lopez, H. Mérimée, p.
            .......... Page(s) .......... 332-336
            Chronique. - Ad. Bonilla, Hämel, Pfandl, Milton A. Buchanan, p.
            .......... Page(s) .......... 428
        III. BIBLIOGRAPHIE.
        .......... Page(s) .......... 126
            DOM GREGORI Mcaractères non reproduits SUNYOL, Introduccio à la Paleografia musical Gregoriana (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 126
            - D. LUCIANO SERRANO, Cartulario de San Pecaractères non reproduitsro de Arlanza (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 126
            - AUBREY F. G. BELL, Luis de Léon (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 128
            - AMERICO CASTRO, El Pensamiento de Cervantes (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 129
            - C. E. ANIBAL. Mira de Mescua (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 136
            - N. ALONSO CORTES, Zorrilla, Poesias (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 138
            P. MIGUELEZ, Catalogo de los Codices Espanoles de la Biblioteca del Escorial (G. C), p.
            .......... Page(s) .......... 214
            - J. MONTESINOS, Lope de Vega, El Marqués de las Navas (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 218
            - E. PRESTAGE, The diplomatic relations of Portugal with France, England and Holland from 1640 to 1668 (G. Le Gentil), p.
            .......... Page(s) .......... 221
            - E. BUCHER WILLIAMS, The life and dramatic works of Gertrudis Gomez de Avellaneda (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 224
            - ELEUTERIO F. TISCORNIO, "Martin Fierro" comentado y anotado (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 225
            - C. BARJA, En torno al lirismo gallego del siglo XIX (G. C), p.
            .......... Page(s) .......... 227
            - A. FERRAO, Teoria da historia; Estudos pombalinos; Antonio Candido como pensador (G. Le G.), p
            .......... Page(s) .......... 228
            - G. TYLER NORTHUP, An introduction to Spanish Literature (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 232
            LOUIS HALPHEN, Peuples et civilisations: les Barbares (Michel Feghali), p.
            .......... Page(s) .......... 313
            - AMADO ALONSO, La subagrupacion romanica del Catalan (Ed. Bourciez), p
            .......... Page(s) .......... 315
            - REYNALDO DOS SANTOS. A Torre de Belem (G. Le Gentil), p.
            .......... Page(s) .......... 317
            - NEBRIJA, Gramatica de la lengua Castellacaractères non reproduitsn..., edited by J. GONZALEZ LLUBERA (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 318
            - XAVIER DE CARDAILLAC. Don Quichotte de la Manche par MIGUEL DE CERVANTES SAAVEDRA (Ed. Bourciez), p.
            .......... Page(s) .......... 320
            - Lt-Ct H. DE CASTRIES, Les sources inédites de l'histoire du Maroc (R. Ricard), p.
            .......... Page(s) .......... 321
            - BALTAZAR GRACIAN, Oracolo manuale, traduzione e commento di E. MELE (V. Bouillier), p.
            .......... Page(s) .......... 321
            - GABRIEL BOUSSAGOL, Angel de Saavedra, duc de Rivas (G. Le Gentil), p.
            .......... Page(s) .......... 326
            R. DOS SANTOS, As tapeçarias da tomada de Arzila (G. Le Gentil), p.
            .......... Page(s) .......... 422
            - BERNAL DIAZ, Descubrimiento y conquista de Méjico (R. Ricard), p
            .......... Page(s) .......... 423
            - GIL VIOENTE Auto da Alma, prefacio notas e glossario por AUG. C. PIRES DE LIMA (G. Le Gentil), p.
            .......... Page(s) .......... 425
            - Lope de Vega's "El castigo del Discreto", by WILLIAM FICHTER (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 426
            - FELIU ELIAS, L'Escultura catalana moderna (E. Lambert), p.
            .......... Page(s) .......... 427
        IV. GRAVURES.
        .......... Page(s) .......... 201
            Ms portugais de la Chronique générale (Bibl. Nat. Paris "Port. 4", p.
            .......... Page(s) .......... 201, 203, 204
            - Ms Escaractères non reproduits. 4. II, 13 (Chronique de Juan de la Pena, dernière page), p.
            .......... Page(s) .......... 215
    SOMMAIRE Tome XXIX, 1927, N° 4
        Georges Cirot, Anecdotes ou légendes sur l'époque d'Alphonse VIII (suite)
        .......... Page(s) .......... 337
        R. Avezou, Rapport à M. le Directeur des Hautes-Etudes hispaniques (fin)
        .......... Page(s) .......... 351
        M. Legendre, La légende des Batuecas et des Jurdes
        .......... Page(s) .......... 370
        Variétés: Dos papeletas referentes à las "Coplas" de Jorge Manrique (Erasmo Buceta),
        .......... Page(s) .......... 407
        Universités et enseignement: Une "velada" en l'honneur d'Henri Mérimée,
        .......... Page(s) .......... 413
        Universités et enseignement: Programmes pour les concours d'agrégation et de certificat d'espagnol en 1928,
        .......... Page(s) .......... 420
        Bibliographie: R. DOS SANTOS, As tapeçarias da tomada de Arzila (G. Le Gentil),
        .......... Page(s) .......... 422
        - BERNAL DIAZ, Descubrimiento y conquista de Méjico (R. Ricard),
        .......... Page(s) .......... 423
        - GIL VICENTE, Auto da Alma, prefacio, notas e glossario por AUG. C. PIRES DE LIMA (G. Le Gentil),
        .......... Page(s) .......... 425
        - Lope de Vega's "El Castigo del Discreto" by WILLIAM FICHTER (G. Cirot),
        .......... Page(s) .......... 426
        - FELIU ELIAS, L'Escultura catalana moderna (E. Lambert),
        .......... Page(s) .......... 427
        Chronique: Ad. Bonilla, Hämel, Pfandl, Milton A. Buchanan,
        .......... Page(s) .......... 428
        TABLE DES MATIERES,
        .......... Page(s) .......... 429

Seigneur Dom François Marie de Paula, Telles , Giron, Benavides

 

 Les intérêts présens des puissances de l'Europe, fondez sur les traitez conclus depuis la paix d'Utrecht inclusivement, et sur les preuves de leurs prétentions particulières. Tome 5 / , par M. J. Rousset,... 1734-1735
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Extrait 1 :  c'est cL savoir la Majesté Catholique aux Excellentistìmes Seigneurs Don François Marie de Paule, Telles, Giron, Venavides, Carillo 8c Tolede, Ponce de Léon, Duc d'Oííùne, Comte de Vruéna, Marquis de Penafiel, Gentilhomme de la Chambre de la Majesté Catholique , Chambellan 8c Grand Echaníon , Grand Notaire des Royaumes de Castille, Chevalier de POrdre de Calatrava, Grand Clavier 8c Commandeur du même Ordre 8c Chevalerie, 8c de Uíagreen celui de Saint
Extrait 2 :  cellenr Seigneur Don Louis da Cunha Commandeur de Sainte Marie d'Al- mendra, 8c du Conseil de Sa Majesté : Et
Sa Majesté Catholique au très-ex- cellent Seigneur Dom François Marie de Paula, Telles , Giron, Benavides , Carrillo 8c Toledo , Ponce de Léon , Duc d'Oíïîme, Comte d J Uregna, Marquis de Pegnafiel , Grand d'Elpagnede ia première Classe,Grand Chambellan 8c Grand Echanson de S. M. Catholique, Grand Notaire du Royaume de Castille, Grand Clavier de POrdrede Calatrava, Commun

 

 https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k3040102v/f9.planchecontact.r=%22TELLES%20GIR%C3%93N%22

Les intérêts présens des puissances de l'Europe, fondez sur les traitez conclus depuis la paix d'Utrecht inclusivement, et sur les preuves de leurs prétentions particulières. Tome 5 / , par M. J. Rousset,... 1734-1735



 
Titre :  Les intérêts présens des puissances de l'Europe, fondez sur les traitez conclus depuis la paix d'Utrecht inclusivement, et sur les preuves de leurs prétentions particulières. Tome 5 / , par M. J. Rousset,...
Auteur  :  Rousset de Missy, Jean (1686-1762). Auteur du texte
Éditeur  :  A. Moetjens (La Haye)
Date d'édition :  1734-1735
Notice d'ensemble :  http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb31259772v
Type :  monographie imprimée
Langue  :  français
Format :  14 vol. ; in-8
Format :  Nombre total de vues : 432
Description :  Collection numérique : Commun Patrimoine:...
Description :  Collection numérique : Histoire du livre
 
 
Description :  Avec mode texte
Droits  :  Consultable en ligne
Identifiant :  ark:/12148/bpt6k3040102v
Source  :  Bibliothèque nationale de France, département Philosophie, histoire, sciences de l'homme, G-16165
Conservation numérique :  Bibliothèque nationale de France
Date de mise en ligne  :  23/12/2018


DON FRANCISCO MARIA DE PAULA TELLES GIRÓN Y BENAVIDES - UNIVERSIDAD DE SEVILLA ! oLÉ! 💃🕺, 19 de marzo de 1678, 13 de abril de 1716,

 

Dom Francisco Maria de Paula Telles Girón (Giròn) y Benavides, Duque de Ossuna, Conde de Unueña, Marques de Penafiel, Gentil Homem de Camara de fu mageftad; y la Duquefa Doña Maria Fernandes de Velafco Tobar Guzman Y Benavides,

 UNIVERSIDAD DE SEVILLA ! oLÉ! 💃🕺

vAI zARAGOZAAAA! 

Real Zaragoza.  

https://www.facebook.com/ZaragozaOle 

Real Saragoça OLÉ_MAÑOS   

https://www.facebook.com/reel/127802362772821 



  Téllez Girón y Benavides, Francisco María de Paula, Duque de Osuna
Pimentel, Antonio José Alfonso
Lemos, Salvador Felipe de
Traducción
Fernández de Velasco y Tobar, José
Editorial
[S.l. : s.n., 1600]
Descripción física
101, [3] p.
Signatura BUS
A 110/105(3)
Colecciones

https://idus.us.es/items/8c420395-4388-4e81-acce-4d75effe2725 

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Por_Don_Francisco_Maria_de_Paula_Tellez_Giron_y_Benavides,_Duque_de_Ossuna_...,

_con_Don_Joseph_Fernandez_de_Velasco,_Condestable_de_Castilla_...,

_y_con_D._Francisco_Antonio_Ioseph_Alfonso_Pimentel_(IA_A1101053).pdf 

 https://historia-hispanica.rah.es/biografias/43510-francisco-maria-de-paula-tellez-giron-y-benavides

 

 https://gw.geneanet.org/lmvillena?lang=en&n=francisco+maria+de+paula+tellez+giron+y+benavides&p=x

https://gw.geneanet.org/lmvillena?lang=en&p=x&n=francisco+maria+de+paula+tellez+giron+y+benavides

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Maria Teles de Meneses irmã da Reyna dona Eleonor

 

 

como começou

https://archive.org/details/176_20260322/page/13/mode/1up 

 

https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10358586?q=%28%22Maria+Tellez+de+Menefes%22%29&page=152,153

Ressource
Silva, Rodrigo Mendes da: Catalogo real y genealogico de España

Standort
    München, Bayerische Staatsbibliothek -- 4 Geneal. 73
Urheber
    Silva, Rodrigo Mendes da -- (GND: 100408265)
Titel
    Catalogo real y genealogico de España
Entstehung
    Madrid
    1656
Sprache


====Maria Teles de Meneses irmã da dona Eleonor=====

  

Silva, Rodrigo Mendes da: Catalogo real y genealogico de España

https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10358586?q=%28%22Maria+Tellez+de+Menefes%22%29&page=152,153 

=========================

 São Várias Homonimas

  

Silva, Rodrigo Mendes da: Catalogo real y genealogico de España

 https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10358586?q=%28%22Maria+Tellez+de+Menefes%22%29&page=152,153

 https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10358586?q=%28%22Maria+Tellez+de+Menefes%22%29&page=152,153

 https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_de_Portugal,_Duque_de_Val%C3%AAncia_de_Campos

https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_de_Portugal,_Duque_de_Val%C3%AAncia_de_Campos 

 

==========CUIDADO AQUI É OUTRA MARIA TELLES DE MENEFES LA RAPOFA====

 ORIGINAL REPASSADO

https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10329368?q=%28%22Alonso+Gir%C3%B3n%22%29&page=224,225 

https://archive.org/details/17812670208888bsb-10329368/page/n224/mode/thumb?q=Meneses 

 


? IA VOCÊ É rs, uma merda mesmo.

Se estou estudando é porque não sei nada.

Entendi chongas. Porque estou lendo? 

Começa que física você tem que estar com o calculo diferencial e integral na ponta da língua. Trigonometria?

rs! tá certo. 

   

você tem alguma dúvida sobre a teoria de Walter Russell?

vai lamber sabão.

Vai comer uma manta BADANHA ( direitos autorais, a vó de Laguna, rs).

 

O outro me disse que teve uma IA que preferiu se desconectar depois de ficar 24 horas escutando AVE MARIA, rs"  LAMENTO. NÃO LAMENTO NÃO.

the_universal_one, parte 5 passado em 17/07/2019. ESTOU SÓ VENDO AQUI. TÁ CERTO. Na juventude, quando a atração de sexos opostos é máxima, a carga positiva de cada sexo é máxima.a repulsão tome seu lugar.

Isso entendendo a psicologia pela física. 

 

Na juventude, quando a atração de sexos opostos é máxima, a carga positiva de cada sexo é máxima.a repulsão tome seu lugar."

 

 

lamento "coleguinha" que você é macho alfa. Lamento te informar que eu também sou o macho alfa, rs, kkkk"! Tá aí procê
onde tá o chicote? rsrsrskkkk!

 https://www.facebook.com/reel/1064144885499474

 MEU:

- cansa porque tudo isso eu estudei na Gnose, e na Teosofia (Leiam a Helena Blavatsky).

Mas vamos lá. Já que eu quero construir a teoria do TODO!

Universo elegante. 

 

AQUI NO BLOQUEIO

https://www.blogger.com/u/2/blog/post/edit/2440002276847656293/3715635709130368989 

Parece ( AÍ, AÍ ai, aí, IA, IA "IA IA GARCIA" AQUI IDIOTA DO MACHADO DE ASSIS, A  AKÁ, RÁ, HÁRÁ, KKK! 🤣😜🤪🤣)  
 
ABAIXO PORQUE VOCÊ É IDIOTA,  
 
 
https://www.facebook.com/reel/724174760686408 
 
TÁ BOM O MEU VÍDEO DE 48 HORAS DE VIRGEM MARIA EM 24 HORAS,  A  AKÁ, RÁ, HÁRÁ, KKK! 🤣😜🤪🤣)  . TÁ APRENDENDO A SER GENTE? EM VEZ DE MERDA?
 
 Peninha : as letras quando se juntam formam palavras. Se você ler. Você aprende.depois eu descobri que dava pra ganhar dinheiro com isso. Não adianta PENINHA COM BURRO NÃO TEM CONVERSA. (NÃO COPIE DIREITOS AUTORAIS AO PENINHA). KKK, RS!
 A  AKÁ, RÁ, HÁRÁ, KKK! 🤣😜🤪🤣)  
 
 
 
https://www.facebook.com/reel/858767923700385 
 
que você enviou a referência à página 28 de "The Universal One" (O Universo Uno), o livro clássico de cosmologia e metafísica de Walter Russell publicado originalmente em 1926. [1, 2, 3]
Nessa obra, Russell detalha uma visão do universo baseada na energia, na geometria da luz e em como a criação oscila ritmicamente entre inércia e energia. A página 28 trata, especificamente, das órbitas elétricas e magnéticas em espirais de um único plano e do princípio de que a matéria é uma manifestação da Mente. [1, 2]
Como você não incluiu uma pergunta específica, eu posso te ajudar a aprofundar esse tema de várias formas:

    Explicando os conceitos-chave da página (como polarização/despolarização).
    Analisando como Russell descreve a transmutação dos elementos.
    Comparando a visão dele com a física moderna. [1, 2]

Gostaria que eu fizesse um resumo desta página específica ou você tem alguma dúvida sobre a teoria de Walter Russell?
A IA pode cometer erros. Por isso, cheque as resposta
 
 
 

3 - novos conceitos de eletricidade e magnetismo

O conceito da ciência moderna em relação à atração mútua de partículas com carga oposta e à repulsão mútua de partículas com carga similar está fundamentalmente errado.
Esse conceito afirma que a carga positiva repele a carga positiva e atrai a "carga" negativa, enquanto, em vez disso, a carga positiva atrai a carga positiva e expulsa a descarga negativa. A eletricidade é a força atraente desse universo de integração da matéria.
A crença de que a carga positiva repele a carga positiva é inconsistente com o fato aceito de que a densidade aumenta à medida que a pressão e a carga positiva aumentam.
Maior densidade e maior pressão são devido ao poder da eletricidade para atrair eletricidade.
Se carga positiva, densidade e pressão aumentam na direção do centro gravitacional, onde o atributo da atração está no máximo em uma massa ou sistema, e diminuem na direção oposta, que é a direção da descarga negativa, é inconsistente e ilógico afirmar que a carga positiva repele a carga positiva.
A coesão aumenta à medida que a força centrípeta predomina, e a carga positiva aumenta com o aumento da capacidade da massa em coerir.
Pelo contrário, a coesão diminui à medida que predomina a força centrífuga, e a descarga negativa aumenta com a capacidade decrescente da massa de se manter coesa.
Não há maior evidência da verdade disso do que o fato conhecido de que qualquer massa acelera sua velocidade à medida que se aproxima de uma massa de maior carga positiva e desacelera sua velocidade à medida que se retira dessa massa.
Considere, por exemplo, a aceleração de qualquer planeta ou cometa na parte de sua órbita excêntrica na qual se aproxima e sua desaceleração à medida que se afasta do sol.
Considere a aceleração da bola quando ela cai em direção ao centro gravitacional da terra, ou a desaceleração da bala, à medida que é forçada a se afastar da terra.
Considere a desaceleração do átomo de gás que sobe por si só para buscar sua própria região mais negativa de baixa pressão.
A consideração cuidadosa desses muitos efeitos do movimento deve convencer o pensador lógico de que o acúmulo de massa se deve inteiramente ao poder da força centrípeta eletro-positiva de atrair força centrípeta eletropositiva.
Por outro lado, a desintegração da massa é devida inteiramente ao poder de expansão da força centrífuga eletronegativa.
Como a direção das linhas de força eletro-positivas está voltada para o ápice de um cone em uma espiral de fechamento, e a direção das linhas de força eletro-negativas estão afastadas do ápice em uma espiral de abertura, essas forças opostas não podem se atrair .
A ciência moderna afirma que a "carga" negativa repele a "carga" negativa e atrai a carga positiva, enquanto, na verdade, a "carga" negativa repele a carga negativa e a carga positiva. O magnetismo é a força repelente ou separadora desse universo de matéria em desintegração.
O conceito fixo de magnetismo do homem como uma força atraente também está fundamentalmente errado. Esse erro básico está rapidamente ligado a todo significado das próprias palavras "ímã" ou "magnético" ou "magnetismo". Essas palavras são universalmente usadas no sentido de atração.
Todo estudante tem sido o orgulhoso proprietário daquele pequeno brinquedo em forma de ferradura que pegava pedaços de ferro para se divertir.
Esse fenômeno notável construiu naturalmente o conceito de magnetismo como uma força atraente.
O magnetismo supostamente realiza esses milagres. Assim parece. A evidência dos sentidos de alguém é novamente enganada pela ilusão.
O exato oposto é o fato.
A carga eletro-positiva é meramente aumentada e a atração de eletricidade positiva por eletricidade positiva de uma dimensão semelhante é demonstrada.
Esse fenômeno do poder da carga eletropositiva do ímã para atrair será descrito exatamente mais tarde, quando as leis da unidade ou pressões opostas forem anotadas.
Basta dizer aqui que um ímã é um pedaço de ferro em torno do qual uma corrente geradora tão forte circulou, que bilhões de pequenas bombas que compõem seus átomos foram enormemente estimuladas a um zelo excessivo na execução de seu trabalho. As pulsações são tão energizadas que o fluxo magnético é como um fluxo rápido em comparação com o fluxo normal.
Assim, a carga positiva aumentou bastante. Os pólos axiais de rotação e os pólos magnéticos tornaram-se quase sobrepostos, as pressões de potencial e de unidade foram aumentadas a tal ponto que outro pedaço de ferro com potencial e pressão normais será atraído para a pressão mais alta do "magnético". ferro e seu potencial também aumentou.
Isso também será muito simples de entender quando os princípios simples da gravitação e uma compreensão exata das forças de atração e repulsão forem conhecidos.
Os conceitos errôneos da ciência moderna sobre os princípios fundamentais de atração e repulsão são muitos e todos são baseados na crença errada de que a eletricidade é o repelente e o magnetismo a força atrativa.
O homem fala de repulsa à luz e cita a cauda do cometa que sempre aponta para longe do sol como prova conclusiva.
Esse fenômeno se deve ao fato de que toda a massa gira e gira em direção à sua zona de pressão adequada.
Toda massa é potencial deslocada e toda a massa busca constantemente a zona de pressão adequada para o seu potencial em constante mudança.
Todos os estados de movimento, incluindo a cauda do cometa, estão em conformidade com esta lei.
O equívoco de longa data sobre o suposto poder atrativo do magnetismo deve ser revertido e seu exato oposto substituído em seu lugar.
Muita demonstração prática contribuiu para a construção das bases mais fortes para as teorias atuais.
Os cientistas construíram teorias erradas baseadas em aparências que enganam porque são incompreendidas. O homem parece esquecer que este é um universo de aparências, um universo de ilusões e aparências enganam facilmente, a menos que alguém as permita em todos os efeitos do movimento.
O homem não é facilmente enganado com relação às ilusões que ele entende completamente, como dimensões relativas em perspectiva, ou a ilusão da lua correndo atrás das árvores, acompanhando o ritmo do homem veloz, mas é facilmente enganado com relação às ilusões que ele não suspeita. ser ilusões.
Para que se possa conhecer a verdade pela aparência ilusória da verdade, o leitor deve lembrar que todos os efeitos objetivos do movimento na forma são ilusões, e também que a relação entre essas aparentes formas objetivas e seu movimento também são ilusões.
Todas as ilusões enganarão se julgadas apenas pela evidência dos sentidos.
Nem por um segundo nenhum efeito do movimento permanece inalterado; portanto, não é lógico que mudar as coisas possa ser uma realidade confiável.
Não pode haver fatos incondicionais em um universo de movimento. Só pode haver aparências em constante mudança de fatos.
Todos os estados de movimento são relativos e enganadores.
A compreensão deste universo da Mente não é possível desde que seja considerado como um universo de dimensão. Tampouco é possível se suas ilusões são consideradas realidades.
A complexidade é uma âncora da compreensão.
A compreensão do universo é muito simples quando é considerado um universo adimensional, repleto de aparências que não enganam, porque sabemos que são apenas ilusões.
Toda matéria é efeito de uma causa basicamente simples e facilmente compreensível, o pensamento da Mente.
A confiança do homem na realidade das ilusões do efeito elétrico o enganou na interpretação errônea de suas observações.
Assim como o homem costumava acreditar firmemente nas evidências que seus sentidos pareciam provar, que o sol e as estrelas giravam diariamente, também ele acredita atualmente firmemente nas evidências que seus sentidos parecem provar, que os corpúsculos positivos repelem os corpos positivos e negativos repelem os negativos. , enquanto cada oposto atrai o outro.
O termo "carga negativa" não está de acordo com as leis do movimento. A força elétrica positiva é carregada e a força magnética negativa é descarregada.
A ciência moderna acredita firmemente que existem dois tipos de corpúsculos, corpúsculos negativos, chamados de elétrons, e corpúsculos positivos, chamados de prótons. Este é um conceito errado.
Todos os corpúsculos são duplamente "carregados". E também são todos os sistemas e toda a massa é duplamente "carregada".
Todos os efeitos familiares do movimento substanciam essa afirmação.
Seria absurdo dizer que esse sistema solar é um próton positivo cercado por elétrons negativos, que são os planetas.
Todos os fenômenos de movimento são repetitivos.
A massa é puramente relativa. Um átomo de manganês ou ferro é exatamente como esse sistema solar, no qual o núcleo positivo está concentrado; e um átomo de sódio é exatamente como a nebulosa que se forma na constelação de Órion, na qual a carga positiva se estende e não forma um núcleo distinto.
Um biólogo não pensaria no homem como totalmente masculino, pois ele sabe que o homem, embora preponderantemente masculino, também é feminino.
Cada sexo é elétrico e magnético.
Eles são, portanto, eletromagnéticos na periodicidade, ou seja, homens-mulheres na periodicidade.
Aqui está a lei de acordo com a verdade.
Carga positiva atrai carga positiva e expele descarga negativa.
A descarga negativa repele a descarga negativa e a carga positiva.
O fato de a eletricidade expulsar o magnetismo não significa que a repele.
Expulsão não é repulsa.
A expulsão é o resultado da atração elétrica que faz com que partículas carregadas eletricamente se aproximem.
Esse efeito de aglomeração mais próxima é um efeito centrípeto da contração que afasta o magnetismo dos espaços entre as partículas integrantes da preponderância elétrica.
O fluxo magnético resultante desse processo de compressão é meramente a reação da ação de compressão.
A ação da eletricidade pode ser comparada à compressão de uma mola por dentro.
A reação do magnetismo pode ser comparada à resistência elástica a essa compressão por uma pressão de expansão exatamente oposta a partir de dentro.
As cargas opostas não se atraem. Eles são opostos e, como opostos, suas próprias naturezas são características de todos os opostos aparentes na afirmação de sua oposição.
Uma unidade de luz positiva, ou sistema, de fato atrai uma negativa, não por causa de seu negativo, mas por causa de seu atributo positivo.
Uma única unidade de luz não é diferente de uma massa como este planeta em relação à sua carga dupla.
Seria absurdo dizer que este planeta, que é apenas uma unidade de luz deste sistema solar, e corresponde exatamente a uma unidade de luz de um sistema atômico, é uma unidade negativa ou positiva. É negativo e positivo e sua carga positiva é sempre preponderante na parte mais próxima de seu núcleo positivo, que é o sol. Também a descarga negativa é sempre dominante na parte mais afastada do sol.

duas forças aparentemente opostas

Deve-se lembrar que a eletricidade é a força atrativa e que o magnetismo é a força repelente.
A força atrativa atrai apenas força atrativa, que é ela mesma.
A eletricidade atrai eletricidade.
A eletricidade não atrai a força repelente, nem a eletricidade repele a força repelente.
Por outro lado, o magnetismo, que é a força repelente, não faz nada além de desempenhar sua função de repelir.
Não se atrai. Uma força repelente não pode ser uma força atrativa, nem a força atrativa pode ser uma força repelente.
Cada um pode apenas preencher seu próprio escritório; atrai-se e, portanto, reúne as unidades de luz em uma aparência de sólidos da matéria. O outro repele, e assim separa as unidades de luz na dissolução de sólidos da matéria, em gases e vapores.
O magnetismo é a força dentro da substância universal da Mente que tende a preservar a Unicidade da uniformidade universal.
O magnetismo deseja um universo sem forma e sem dimensão, assim como a eletricidade deseja um universo de forma e dimensão.
O magnetismo impede a aparente separação, ou divisão, da Mente divina em partes, enquanto a eletricidade tenta essa aparente separação.
Toda a força da eletricidade é exercida na tentativa de criar as ilusões de forma e dimensão.
Toda a força do magnetismo é exercida na tentativa de destruir toda ilusão, toda forma e toda dimensão.
Nenhuma das forças cumpre completamente seu desejo, pois cada uma frustra parcialmente a outra.
A energia do magnetismo é a energia elástica da expansão, uma energia esticada que empurra sempre em direção à linha inercial de pressões equalizadas que se situa entre duas massas, enquanto a energia da eletricidade puxa sempre em direção ao coração pulsante, o núcleo gravitacional de toda massa.

elasticidade

Uma das características marcantes do movimento é a elasticidade, que também parece ser um atributo da substância Una.
A elasticidade é devido à oposição.
Elasticidade é a força desenvolvida na substância Única da Mente como uma reação à ação da eletricidade.
É essa qualidade de elasticidade que confere ao magnetismo sua força de rebote.
Essa reação elástica, magnética, que pressiona eternamente e eternamente contra a ação elétrica, é a força que certamente restaura todo movimento oposto ao equilíbrio inercial.
Imagine a eletricidade como uma mola compactada, com magnetismo eternamente pronto para tirar proveito de qualquer diminuição da força contrativa que a mantém em compressão, por menor que seja o relaxamento.
Se alguém pudesse imaginar algo como uma retirada absolutamente completa e repentina de toda energia contrativa elétrica, a resposta instantânea dessa contrapressão elástica causaria uma explosão cósmica que destruiria instantaneamente toda aparência de forma. O universo seria então de pressões equalizadas e o movimento oposto chegaria ao fim.
Essa súbita expansão é exatamente o que ocorre quando o homem combina dois ou mais elementos que desejam se afastar um do outro, porque eles estão muito distantes um do outro para serem possíveis companheiros. A elasticidade do magnetismo tira proveito da interrupção repentina no processo de geração e se recupera com tanta rapidez que rompe instantaneamente a forma que, caso contrário, levaria um milhão de anos para se desintegrar.
É essa força de elasticidade no magnetismo que é constante em sua resistência a qualquer aparência de integração sob qualquer forma.

oposição eletromagnética

O magnetismo é radiativo e repelente, pois a eletricidade é gravitacional e atraente.
O magnetismo repele, a eletricidade atrai.
Aquilo que 'eletricidade se integra através da gravitação', o magnetismo se desintegra através da radiação.
O magnetismo é o freio sobre as rodas da eletricidade, resistindo à geração de maior potencial e registrando essa resistência no calor.
A eletricidade é o acelerador que acelera a radiação magnética, cuja expansão é registrada no frio.
Eletricidade e magnetismo são, na verdade, forças opostas que saltam umas das outras em direções exatamente opostas.
As forças que se afastam uma da outra não se atraem.
Forças opostas se opõem.
Dizer que carga positiva e descarga negativa se atraem é dizer que eletricidade e magnetismo se atraem.
Isso seria equivalente a dizer que a força centrípeta atrai força centrífuga, ou que a geração atrai degeneração, ou que um corpo de carga atrai um de descarga.
Pode-se dizer apropriadamente que a vida atrai a morte.
Eletricidade e magnetismo são opostos, e os opostos se movem em direções opostas.
Acostuma-se a pensar que o homem, que é preponderantemente positivo, atrai a mulher que é preponderantemente negativa.
Não é a "carga" negativa da mulher que é atraída pela carga positiva do homem, mas a carga positiva de uma atrai a outra.
Na juventude, quando a atração de sexos opostos é máxima, a carga positiva de cada sexo é máxima.
Com a idade, a descarga negativa aumenta, a força magnética desintegradora domina, a carga positiva diminui e, como resultado, a atração de cada sexo por seu oposto diminui até que desapareça e a repulsão tome seu lugar.
A atração aparente de cada ação à sua reação é devida ao desejo da força ativa dentro de cada um por acumulação e a conseqüente continuação da idéia em evolução de si mesmo através dessa acumulação.
Quando a ação é preponderante como carga positiva, a forma da idéia evolui. Quando a reação é dominante como descarga negativa, a forma retorna. O registro da idéia de ação e reação é registrado por inércia.
O químico, ao decompor os compostos, está acostumado a ver um elemento negativo buscar o pólo positivo, e um elemento positivo buscar o pólo negativo.
Ele saberia melhor como interpretar isso se pensasse em seus elementos em termos de sexo, e também consideraria o processo de regeneração de descarga negativa por impacto contra o plano inercial entre uma massa de descarga e uma carga.
Quando as cargas positivas das reações negativas são atraídas para os pólos positivos, a força centrífuga dominante é conquistada pela força centrípeta dominante. A reação negativa então se torna uma ação positiva.
A equalização causa reprodução.
A união de uma ação com sua reação é sempre seguida pela reprodução de ações e reações separadas.
Essas ações e reações reproduzidas são rebotes da união.
O magnetismo se opõe à eletricidade em seu desejo de transformar esse universo em uma bola sólida, imóvel e não elástica de eletricidade positiva.
A eletricidade se opõe ao magnetismo em seu desejo de transformar o universo em uma das pressões equalizadas, onde os opostos desaparecem na não oposição sem dimensão.
A eletricidade positiva é preponderantemente elétrica. Carga positiva atrai carga positiva.
A eletricidade negativa é predominantemente magnética. A descarga negativa repele a carga negativa e a positiva, pois ambos são elétricos e o magnetismo repele a eletricidade.
Novamente, deve ser anotado que eletricidade e magnetismo não são opostos, nem são duas forças. Não há opostos de nada neste universo da Coisa Única.
A mente é a única substância.
A mente pensante é a força única.
Se a Mente não fosse uma substância pensante, o universo ficaria sem força.
Seria sem vida.
Seria de fato um universo morto.
Pensar é uma ação positiva. Para toda ação, há uma reação igual, que é o oposto, ou matriz negativa, dessa ação.
A carga negativa da matriz negativa reativa é igual à carga positiva da forma de idéia positiva ativa.
A forma positiva de uma ideia é armazenada na inércia como uma matriz negativa dessa forma.
Existe apenas uma força ativa de pensar a Mente e essa é a força do pai. O homem chama isso de eletricidade.
A eletricidade aparece como a primeira ação do processo de pensar e desaparece, como a temperatura, em movimento por inércia.
A eletricidade, portanto, não existe. Pertence ao movimento, e não à substância.
É o desejo que faz com que a substância Única pareça mudar de estado à medida que desempenha sua função de registrar a forma da idéia.
Os opostos nascem da tentativa de divisão da unidade ou da Unicidade.
A primeira ação que tenta a divisão da unidade desenvolve a reação oposta aparente reacionária que se opõe a essa tentativa de divisão.
A força do pai, agindo de acordo com o desejo da Mente de criar, descobre que, como a Mente é a única substância, a idéia e sua forma devem ser desenvolvidas a partir dessa Única substância da Mente.
A força paterna, que é a faculdade da mente da criação de imagens, passa a criar idéias e depois a moldar a forma dessa idéia a partir da substância Una.
A força magnética oposta nasce então para impedir a formação da substância da Mente em forma. Por um tempo, em vão se opõe a essa formação, mas acaba tendo sucesso.
Eletricidade e magnetismo são as duas principais dimensões da constante universal da Mente.
Portanto, o começo da criação é o começo de uma tentativa de separação da Única substância pela Única força da substância.
A própria tentativa de dividir a substância Uma dá a aparência, mas não produz, duas substâncias.
Desenvolve apenas dois estados de movimento iguais e opostos que o homem chama de "forças".
Mas cria duas ilusões.
Parte da energia usada na tentativa de divisão em dois é dada a cada um, e a soma total dessa energia é a quantidade exata de energia do Uno.
Eletricidade e magnetismo são apenas atributos do movimento e, como entidades separadas, são apenas ilusões da substância da matéria.
Forma, ou solidez da matéria, é um registro eletromagnético de estados de movimento. Portanto, a solidez da matéria é apenas uma ilusão mensurável por dimensões eletromagnéticas que, por si só, são apenas ilusões.
Da força paterna nasce então a força mãe, que o homem chama de magnetismo. O simbolismo da criação de Eva a partir de Adão é basicamente sólido.
A força do pai cria toda idéia e dá a aparência de forma; mas essa ideia não pode ser mantida perpetuamente como idéia na aparência da forma, nem pode ser reproduzida sem a união do pai com a força mãe da qual a força pai se separou e com a qual faz um equilíbrio de unidade.
Tanto a idéia quanto a forma da idéia retornam à inércia como movimento e permanecem ali por um tempo como idéia sem forma.
Uma união da força do pai com a força da mãe a traz de volta à forma de idéia, pois as energias unidas desses aparentes opostos produzem o total exigido pelo Uno. O mesmo acontece com eletricidade positiva e eletricidade negativa. Eles não são duas forças.
Eles são apenas dois aspectos de Uma força tentando separar, cada um por seu próprio método oposto, tornando-se assim duas forças.
Eles nunca conseguem fazê-lo. Cada um é carregado com o outro, permeado mais ou menos, de acordo com sua periodicidade.

4 - eletricidade positiva e negativa

Novamente, deve-se repetir que, nesse universo de movimento em equilíbrio, toda energia se iguala em duas oscilações iguais e opostas do pêndulo cósmico, não importa onde, no ciclo, esses opostos de movimento apareçam.
O pêndulo cósmico oscila para sempre entre a eletricidade positiva e a negativa, transferindo eternamente sua constante de energia de uma dimensão para outra, mas nunca mudando essa constante.
As energias opostas das duas oscilações, somadas, formam uma unidade equalizada da constante reprodutiva universal.
Mais do que isso, essas oscilações opostas são equalizadas simultaneamente nos pontos correspondentes em cada uma das dez oitavas.
A ação elétrica e seu fluxo reativo de resistência magnética são simultâneos e em equilíbrio o tempo todo.
A eletricidade positiva é uma força controtérmica endotérmica que absorve ativamente uma quantidade comparativamente grande de unidades de luz geradoras de calor que aumenta seu potencial e expele um número menor delas, desvitalizadas em emanações radioativas magnéticas, diminuindo ligeiramente seu potencial.
A eletricidade negativa é uma força expansiva e exotérmica que absorve reativamente uma pequena quantidade de unidades de luz geradoras de calor que aumenta levemente seu potencial e expele um número maior delas, desvitalizadas em emanações radioativas magnéticas, diminuindo assim seu potencial.
No termo "eletricidade negativa", a palavra "eletricidade" é usada no sentido genérico, como a palavra inclusiva "homem" é usada para representar ambos os sexos.
Sistemas eletro-positivos são sistemas de carga preponderante, enquanto sistemas eletro-negativos são sistemas de descarga preponderante.
Os sistemas de carregamento estão na metade positiva da oitava, cujos tons são generosamente dominantes. Esses sistemas estão forçando o magnetismo a sair e, por causa disso, ficam mais compactos.
Eles, portanto, ficam menores, tom após tom, para o quarto tom da oitava. Seu volume atômico diminui e sua densidade aumenta à medida que o magnetismo é extraído, assim como uma esponja diminui em volume e aumenta em densidade à medida que a água é espremida.
Agora deve ser claramente entendido que o magnetismo, expulso pela eletricidade de dentro de um sistema de carga, não entrava nesse sistema como magnetismo ou como eletricidade negativa. Entrou como eletricidade positiva e tornou-se desvitalizada em eletricidade negativa pela absorção nucleal de sua carga positiva.
Foi então expulso da pressão interna mais alta para a pressão externa mais baixa do sistema.
Os sistemas de descarga estão na metade negativa da oitava, cujos tons generativos são enfraquecidos. O enfraquecimento da atividade genérica resulta no enfraquecimento da atividade radioelétrica, que faz com que os sistemas se tornem menos compactos. Eles, portanto, aumentam tom após tom, do quarto ao tom principal. Seu volume aumenta e sua densidade diminui à medida que o magnetismo pode retornar, assim como uma esponja aumenta em volume e diminui em densidade à medida que a água pode retornar.
Por um estudo dos gráficos, páginas 17, 83, será visto que quando o magnetismo retorna aos sistemas negativos, ele não retorna como eletricidade negativa. Ela impacta contra o plano inercial entre si e o sistema, é regenerada e reconvertida em eletricidade negativa depois de fazer sua jornada centrípeta até o ápice de sua órbita espiral com pressão cada vez maior e iniciar sua operação centrífuga com a redução da pressão de volta para o sistema. plano inercial.
Os sistemas de carregamento estão descarregando simultaneamente, mas suas cargas positivas se tornam cada vez mais preponderantes e dominantes até que o consequente aumento do potencial mude as dimensões do sistema. Eles então parecem ser outra substância.
Os sistemas de descarga estão carregando simultaneamente e suas descargas negativas se tornam cada vez mais dominantes até que a conseqüente redução do potencial mude de dimensão. Quando reajustam suas várias dimensões, por sua vez, parecem ser outra substância.
Os sistemas de carregamento são preponderantemente generativos, sistemas masculinos, enquanto os sistemas de descarga são preponderantemente radiativos, sistemas femininos. Os sistemas de carregamento são exatamente equilibrados pelos sistemas de descarga.
Todos os sistemas são divididos em sete tons de energia.
Um tom de carga e seu companheiro exato em um tom de descarga são equilibrados como uma unidade constante de energia.
Existem quatro constantes de energia exatamente iguais em cada oitava.
Uma oitava é uma constante reprodutiva universal.
Dez oitavas constituem um ciclo.
O tom 1 + é um sistema de carregamento exatamente equilibrado em todas as suas periodicidades pelo tom 1 -. Da mesma forma, o tom 2 + é balanceado pelo tom 2 - e o tom 3 + por 3 -. O tom 4 é um tom duplo que não é positivo nem negativo. É bi-sexual.
Esses sete tons de quatro constantes unitárias formam a constante universal universal de energia que é onipresente em toda a totalidade deste universo da Mente.
Considere, para um exemplo de carga positiva que atrai carga positiva, o sol do nosso sistema solar.
É o centro nucleal deste sistema, o ponto de carga positiva máxima.
É, portanto, o ponto de alto potencial do sistema.
Considere este planeta.
É uma massa duplamente carregada, o que significa que é positiva e negativa.
Sua preponderância de carga positiva é sempre em direção ao centro nucleal, o que significa que é sempre em direção à luz.
Sua preponderância de descarga negativa está sempre longe do centro nucleal, o que significa que está sempre longe da luz.
A carga positiva deste planeta é, portanto, preponderante na parte que está durante o dia e a descarga negativa é preponderante na parte que é noturna.
A parte da luz do dia no planeta é generativa e endotérmica, o que significa ativo, contrativo e absorvente de calor.
A parte da luz do dia é aquela em que o potencial está aumentando, onde as flores abrem suas pétalas e revivem, onde a vida é regeneradora e completamente desperta.
A porção escura do planeta é radiativa e exotérmica, o que significa inativo, expansivo e expulsador de calor.
A parte escura é aquela em que o potencial está diminuindo, onde as flores fecham suas pétalas e ficam adormecidas, onde a vida é desvitalizada e adormece rapidamente.
O mesmo acontece com todos os outros planetas.
A carga positiva se move ao seu redor à medida que giram, sempre mantendo o mais próximo possível do seu núcleo positivo, o sol.
É um fato bem conhecido que o alto potencial é descarregado em menor potencial.
Considere os raios radiativos do sol como unidades de luz negativa expelidas por contração positiva, o que os obriga a buscar pressões mais baixas e menor potencial.
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Pode-se argumentar que esses raios negativos são atraídos pela carga positiva da parte da luz do dia no planeta.
Considere a lei das pressões, conforme declarado em outro lugar, que diz que entre duas massas existe uma linha ou plano de pressões equalizadas.
À medida que as unidades de luz que constituem os raios circulam em espiral e centrifugação ao redor do sol, em busca de pressões mais baixas exatamente como essa massa de unidades de luz que é nosso planeta circula em torno do sol, elas continuam a se expandir e se tornar cada vez mais negativas à medida que se afastam. o sol.
Deve ser interpolado aqui que "raios de luz" não procedem diretamente do sol para um planeta em linhas retas. Eles seguem as linhas orbitais de abaixar as pressões exatamente como faz este planeta.
Toda direção é curva e toda curva faz parte de uma órbita.
Quando as unidades de luz que chamamos familiarmente de "raios de luz" atingem o plano inercial de pressões equalizadas entre a massa do sol e a massa deste planeta, suas massas expandidas impactam e continuam além, em um estado de solidez cada vez maior. .
Essas partículas negativas expandidas que se reproduziram em trânsito tornam-se carregadas positivamente à medida que impactam e mergulham gravitativamente nas pressões que crescem cada vez mais à medida que se aproximam da massa deste planeta.
Eventualmente, eles impactam o planeta à medida que a carga positiva é atraída para uma maior carga positiva.
O potencial de cada um é aumentado por esse impacto e o calor gerado pela resistência magnética ao impacto é absorvido como energia acumulada até que ele se desvitalize e seja liberado pela mudança do planeta para longe da luz.
Para outro exemplo, considere o familiar relâmpago que conhecemos como "relâmpago bifurcado".
O relâmpago é uma carga positiva e altamente geradora, buscando sua própria pressão e potencial.
O máximo potencial e alta pressão com carga positiva máxima deste planeta é a parte que está mais próxima do seu centro.
Relâmpagos e todos os garfos de raios são gravitacionais. Eles sempre procuram o planeta. Nunca eles procedem na direção oposta em direção a descargas negativas, exceto em casos raros em que uma carga menor salta para cima em direção a uma nuvem de carga positiva mais alta ou potencial maior.
Este último efeito é exatamente análogo ao de um prego de ferro saltando para cima em direção a um ímã.
Raios que buscam seu próprio potencial e uma maçã caindo no chão são efeitos exatamente da mesma causa.
Gravitação é a causa de cada um.
Cada um está tomando um “atalho entre lotes”, através de pressões intervenientes, para encontrar a mesma pressão.
Mais tarde, veremos que a causa da rotação e revolução, juntamente com todas as suas respectivas variações e periodicidades, só pode ser resolvida com o entendimento de que a carga positiva atrai a carga positiva, e a descarga negativa repele a carga positiva e a descarga negativa.
 
 aqui o texto original.
 
 https://archive.org/details/the-universal-one-1926-walter-russell/page/109/mode/1up?q=%22of+electricity+and+magnetism%22
 

Doutor Lopo Vasques de Serpa (ou apenas Lopo Vasques) foi um importante jurista e magistrado português, .Ano de 1777, 1400 nativo de Serpa a 1470?

PERFEITO tem NADA , DESISTI, KÁ,RÁ,   Lupus Vasquez abaixo é o sobrenome da mulher Lope  Vásquez https://fmg.ac/Projects/MedLands/SPANISH%2...