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segunda-feira, 15 de junho de 2026

Livro Preto da Sé de Coimbra/ D. Miguel Salomão, bispo de Coimbra entre 1162 e 1176./n ? 1100 5 de Agosto de 1180.

 

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https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10329104?q=%28%22Miguel+Salomon%22%29&page=390,391 

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Códice mandado fazer por D. Miguel Salomão, bispo de Coimbra entre 1162 e 1176.
O título formal é "Liber inventarius cartarum sive testamentorum", mas é conhecido por "Livro Preto" devido à cor da encadernação setecentista e à cor do corte das folhas. 
Contém 663 diplomas com informações relativas à história política e militar, eclesiástica, linguística, direito, e história das mentalidades, datados desde o séc. XI.
Constituiu-se em duas partes: a primeira de 255 f. em pergaminho, e a segunda de 33 f. de papel com o índice do códice, e feito posteriormente.

D. Miguel Salomão, C.R.S.A. foi um clérigo português do século XII e sétimo bispo de Coimbra.[1]
Biografia
Miguel Paes Salomão era de origem moçárabe e homem de notável cultura. Estudou na Sé, foi diácono, escriba e depois cônego.[2] Foi Deão da Sé de Coimbra e um dos fundadores do mosteiro de Santa Cruz.[3] Após um longo período de sé vacante, foi apontado bispo de Coimbra em 1158 e ordenado em 1162, na Igreja de São João em Coimbra, por João Peculiar, Arcebispo de Braga.[1][2]
Durante o seu pontificado as obras da Sé Velha de Coimbra receberam grande incremento. Concedeu aos religiosos de Santa Cruz grandes privilégios, isentando da jurisdição episcopal todos os habitantes do mosteiro e suas terras, originando assim o "Isento de S. Cruz". Em 18 de fevereiro de 1163 celebrou-se em Santa Cruz um concílio provincial, presidido pelo Arcebispo D. João Peculiar, onde foi canonizado S. Teotónio de Coimbra.[3]
D. Miguel arranjou muitos inimigos. Em 1176 renunciou à Mitra de Coimbra e recolheu-se ao mosteiro de Santa Cruz, onde faleceu a 5 de agosto de 1180 e foi sepultado.[2

 
 https://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_Salom%C3%A3o

 

 https://archive.li/uiPAI

 https://acercadecoimbra.blogs.sapo.pt/tag/seminário+de+coimbra 

 https://archive.li/d0gTg

 https://archive.org/details/livro-preto-se-de-coimbra-773/page/n65/mode/1up

https://archive.org/details/portugal-dicionario-historico-completo/page/n1271/mode/2up?q=%22Miguel+Salom%C3%A3o%22 

https://en.wikipedia.org/wiki/Miguel_Pais_Salom%C3%A3o 

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https://digitarq.arquivos.pt/documentDetails/d414bd41841e4de88ab5d33ebcab45d0
https://archive.org/details/livro-preto-se-de-coimbra-773

Livro Preto da Sé de Coimbra
Imagem do documento

Ver 587 ficheiros

Identificação
Entidade detentora

Ator

Arquivo Nacional Torre do Tombo
Nível de descrição

Documento Composto
Identificadores

Código de referência

PT/TT/CSC/L06

Cota atual

Cabido da Sé de Coimbra, liv. 6

Cota antiga

Colecção Costa Basto, n.º 36

José Manuel da Costa Basto 

Contexto
História Custodial e Arquivística

Em data ainda indeterminada, entre 1860 e 1864, José Manuel da Costa Basto trouxe vários códices do cartório do Governo Civil do Porto (pertencentes ao Mosteiro de Leça, ao Mosteiro de Paço de Sousa, ao Mosteiro de Grijó, ao Convento de São Francisco do Porto, ao Mosteiro de São Simão da Junqueira), do cartório do Governo Civil de Coimbra (pertencentes ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra), do cartório do Governo Civil de Viana (pertencentes ao Mosteiro de Santa Maria de Refóios de Lima), da Biblioteca Pública do Porto (pertencentes ao Mosteiro de Paço de Sousa, ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra), dos arquivos das Sés de Coimbra, e Viseu, dos Mosteiros de Lorvão e de Arouca, e do arquivo da Colegiada de Guimarães. Entre os códices trazidos encontrava-se o Livro Preto da Sé de Coimbra que recebeu o n.º 36 quando foi integrado na Colecção Costa Basto.
Posteriormente, foi integrado no respectivo fundo, sendo-lhe atribuída a cota Cabido da Sé de Coimbra, liv. 6.

Conteúdo e estrutura > Âmbito e conteúdo
Âmbito e conteúdo

Códice mandado fazer por D. Miguel Salomão, bispo de Coimbra entre 1162 e 1176.
O título formal é "Liber inventarius cartarum sive testamentorum", mas é conhecido por "Livro Preto" devido à cor da encadernação setecentista e à cor do corte das folhas. 
Contém 663 diplomas com informações relativas à história política e militar, eclesiástica, linguística, direito, e história das mentalidades, datados desde o séc. XI.
Constituiu-se em duas partes: a primeira de 255 f. em pergaminho, e a segunda de 33 f. de papel com o índice do códice, e feito posteriormente.

Miguel Paes Salomão

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Códice mandado fazer por D. Miguel Salomão, bispo de Coimbra entre 1162 e 1176.
O título formal é "Liber inventarius cartarum sive testamentorum", mas é conhecido por "Livro Preto" devido à cor da encadernação setecentista e à cor do corte das folhas. 
Contém 663 diplomas com informações relativas à história política e militar, eclesiástica, linguística, direito, e história das mentalidades, datados desde o séc. XI.
Constituiu-se em duas partes: a primeira de 255 f. em pergaminho, e a segunda de 33 f. de papel com o índice do códice, e feito posteriormente.

D. Miguel Salomão, C.R.S.A. foi um clérigo português do século XII e sétimo bispo de Coimbra.[1]
Biografia
Miguel Paes Salomão era de origem moçárabe e homem de notável cultura. Estudou na Sé, foi diácono, escriba e depois cônego.[2] Foi Deão da Sé de Coimbra e um dos fundadores do mosteiro de Santa Cruz.[3] Após um longo período de sé vacante, foi apontado bispo de Coimbra em 1158 e ordenado em 1162, na Igreja de São João em Coimbra, por João Peculiar, Arcebispo de Braga.[1][2]
Durante o seu pontificado as obras da Sé Velha de Coimbra receberam grande incremento. Concedeu aos religiosos de Santa Cruz grandes privilégios, isentando da jurisdição episcopal todos os habitantes do mosteiro e suas terras, originando assim o "Isento de S. Cruz". Em 18 de fevereiro de 1163 celebrou-se em Santa Cruz um concílio provincial, presidido pelo Arcebispo D. João Peculiar, onde foi canonizado S. Teotónio de Coimbra.[3]
D. Miguel arranjou muitos inimigos. Em 1176 renunciou à Mitra de Coimbra e recolheu-se ao mosteiro de Santa Cruz, onde faleceu a 5 de agosto de 1180 e foi sepultado.[2

 

 https://acercadecoimbra.blogs.sapo.pt/tag/semin%C3%A1rio+de+coimbra

https://archive.li/d0gTg 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_Salom%C3%A3o 

https://archive.li/uiPAI 

https://archive.li/uiPAI#selection-1553.0-1733.1 

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 Livro Preto da Sé de Coimbra/ 

D. Miguel Salomão, bispo de Coimbra entre 1162 e 1176

https://digitarq.arquivos.pt/documentDetails/d414bd41841e4de88ab5d33ebcab45d0
https://archive.org/details/livro-preto-se-de-coimbra-773

Livro Preto da Sé de Coimbra
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Identificação
Entidade detentora

Ator

Arquivo Nacional Torre do Tombo
Nível de descrição

Documento Composto
Identificadores

Código de referência

PT/TT/CSC/L06

Cota atual

Cabido da Sé de Coimbra, liv. 6

Cota antiga

Colecção Costa Basto, n.º 36

José Manuel da Costa Basto 

Contexto
História Custodial e Arquivística

Em data ainda indeterminada, entre 1860 e 1864, José Manuel da Costa Basto trouxe vários códices do cartório do Governo Civil do Porto (pertencentes ao Mosteiro de Leça, ao Mosteiro de Paço de Sousa, ao Mosteiro de Grijó, ao Convento de São Francisco do Porto, ao Mosteiro de São Simão da Junqueira), do cartório do Governo Civil de Coimbra (pertencentes ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra), do cartório do Governo Civil de Viana (pertencentes ao Mosteiro de Santa Maria de Refóios de Lima), da Biblioteca Pública do Porto (pertencentes ao Mosteiro de Paço de Sousa, ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra), dos arquivos das Sés de Coimbra, e Viseu, dos Mosteiros de Lorvão e de Arouca, e do arquivo da Colegiada de Guimarães. Entre os códices trazidos encontrava-se o Livro Preto da Sé de Coimbra que recebeu o n.º 36 quando foi integrado na Colecção Costa Basto.
Posteriormente, foi integrado no respectivo fundo, sendo-lhe atribuída a cota Cabido da Sé de Coimbra, liv. 6.

Conteúdo e estrutura > Âmbito e conteúdo
Âmbito e conteúdo

Códice mandado fazer por D. Miguel Salomão, bispo de Coimbra entre 1162 e 1176.
O título formal é "Liber inventarius cartarum sive testamentorum", mas é conhecido por "Livro Preto" devido à cor da encadernação setecentista e à cor do corte das folhas. 
Contém 663 diplomas com informações relativas à história política e militar, eclesiástica, linguística, direito, e história das mentalidades, datados desde o séc. XI.
Constituiu-se em duas partes: a primeira de 255 f. em pergaminho, e a segunda de 33 f. de papel com o índice do códice, e feito posteriormente.

 


 

Pedro Álvares Seco n c. 1492, 1581 ,ronista, religioso e jurista português

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