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quinta-feira, 25 de junho de 2026

Jorge de Mello, Bispo da Guarda, LIVRO,

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 (fiquei pensando onde escrevi e transcrevi isto?)

Guarda. Bispo, 15---1545 (Jorge de Melo) 

 https://www.geni.com/people/Jorge-de-Melo-bispo-da-Guarda/6000000016440911384?through=6000000013899787497

https://www.geni.com/people/Jorge-de-Melo-bispo-da-Guarda/6000000016440911384#/tab/media 

Jorge de Mello, Bispo da Guarda, 1493

 

 D. Jorge de Melo (nascido Simão de Melo) foi o 33.º bispo da Guarda entre 1519 e 1548. Notável figura eclesiástica e fidalgo, ficou amplamente conhecido por fundar o Mosteiro de São Bernardo em Portalegre e por sua extensa descendência ilegítima com diversas companheiras antes e durante o seu bispado. [1, 2, 3]
Os principais marcos de sua trajetória incluem:

    Origem: Natural de Évora, filho de Garcia de Melo (Alcaide-mor de Serpa) e D. Filipa Pereira da Silva. [1]
    Governo Diocesano: Ocupou a diocese da Guarda de 1519 até o seu falecimento em 1548. [1, 2]
    Patrocínio Religioso: Fundou o Mosteiro de São Bernardo de Portalegre em 1518, um projeto arquitetônico relevante destinado a albergar "donzelas sem dote". [1]
    Vida Pessoal: Apesar da sua posição eclesiástica, foi um homem de grande descendência. Casou-se duas vezes em sua juventude (antes da sua ordenação plena) e, posteriormente, manteve relacionamentos amorosos, incluindo uma ligação notória com Helena de Mesquita, através da qual iniciou um importante ramo da linhagem "Melo". [1, 2]
    Legado Regional: Foi também abade comendatário de várias outras regiões, como o Mosteiro de Pombeiro. [1]

Se você tiver interesse, posso:

    Detalhar o impacto da Fundação do Mosteiro de São Bernardo
    Explorar o contexto histórico das Ordens Religiosas em Portugal no século XVI
    Aprofundar a genealogia da Família Melo

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https://www.rotadoromanico.com/canaljuvenil/romanico/personalidades_show.aspx?idpersonalidade=148&title=mello-familia&idioma=pt 

https://archive.li/Jfxvz 

 A família Mello, de Pombeiro, destacou-se na administração do Mosteiro de Pombeiro, no extinto Mosteiro de Ribas e nas abadias cistercienses de Alcobaça e Portalegre, no período dos Abades Comendatários, desde finais do séc. XV até ao séc. XVI.

D. Rodrigo de Mello terá sido o primeiro abade da família dos Mello a exercer funções em Pombeiro, entre aproximadamente os anos de 1476 e 1482.

Pouco se sabe deste abade a não ser que emprazou, a 6 de novembro de 1478, os Casais de Outeiro, Quebrada e do Sovoreiro na freguesia de Vila Verde e cujo prazo foi autorizado pelo Vigário Geral de Braga, sendo que nessa altura já lhe tinha sucedido como abade no mosteiro, o Bispo D. Gomes da Rocha, em março de 1482.

Após um interregno de duas décadas onde outros abades exerceram a comenda em Pombeiro, o próximo Mello comendatário no mosteiro em análise, entre 1503 e 1506, foi D. Jorge de Mello.

Para este, existe pouca informação sobre a sua governação em Pombeiro ao invés das funções que posteriormente ocupou nos mosteiros cistercienses de Alcobaça e Portalegre, a partir de 1505 e 1519 respetivamente.

Segundo Saul António Gomes, no ano seguinte após o início da comenda no Mosteiro de Alcobaça, D. Jorge de Mello, solicitava a intervenção de D. Manuel, com vista a serem tomadas medidas que evitassem a sobrecarga populacional que se fazia sentir em torno dos edifícios e cerca monásticos, situação que era encarada como muito prejudicial ao sossego dos conventuais e ao cumprimento da regra cisterciense que impunha o levantamento dos mosteiros em sítios isolados.

Ainda segundo o mesmo autor, D. Jorge manter-se-á à frente de Alcobaça, até 1519, depois de nela ter recebido o hábito branco de Cister, momento em que a administração da Abadia, desde então sujeita a um regimento definido por D. Manuel I, foi entregue ao Infante D. Afonso.

Mas, antes de abandonar Alcobaça, D. Jorge de Mello funda em 1518, em Portalegre, novo mosteiro de Cister para albergar "donzelas sem dote".

Para além de abade comendatário, este membro da família Mello foi ainda o 33º bispo da Guarda entre 1519 e 1548, data do seu falecimento.

Quem sucedeu a D. Jorge de Mello em Pombeiro, sendo o seu sexto abade comendatário foi D. João de Mello.

O documento mais antigo em que este é referido data de 12 de maio de 1508 e o último de 1 de abril de 1525.

Para além de abade, era fidalgo da Casa Real e também comendatário de Caramos.

Era filho de Vasco Fernandes de Sampaio, alcaide-mor da Torre de Moncorvo, Évora e Castelo de Vide.

Não obstante de ter casado duas vezes, teve várias amantes e um grande número de bastardos, entre eles, D. António de Mello Sampaio que lhe sucedeu em Pombeiro.

Este tornou-se abade por volta de 1526, tendo morrido em 1560.

Teve de sua amante Maria da Fonseca, pelo menos seis filhos. Destes, destacamos D. Maria de Mello que casou com Gonçalo Coelho da Silva, da Casa de Sergude e donatário de Felgueiras e Vieira.

Apesar de os cronistas o considerarem uma pessoa pouco competente para estar à frente do mosteiro, como veremos mais adiante, a sua governação ficou marcada pelo zelo empregue na recuperação de propriedades para o mosteiro, como a quinta de Carapesos em Santa Cristina de Figueiró mas, também, pela contenda de 1558 que teve com seu genro, Gonçalo Coelho, devido à demarcação do Couto de Pombeiro em virtude deste último ter tido autorização para desfrutar, por mais três vidas, dos casais de Caraminhos, na freguesia de Moure, emprazados pelo mosteiro e o seu reconhecimento como senhorio de Pombeiro.

Relativamente a estas duas gerações de comendatários, as diversas crónicas existentes, como a Benedictina Lusitana e as Memórias do Mosteiro de Pombeiro, deixam transparecer que a soberania de D. João e de D. António de Mello era, por vezes, contestado e cobiçado por outros poderes, inclusive de elementos próximos da realeza.

Quanto ao primeiro, e segundo Frei António da Assunção Meireles, parece que tinha poucas competências para gerir a instituição. Como diz o referido cronista, era "notável, e admiravel pela ignorância, em que vivia sobre os negocios do Mosteiro". Esta situação ficou patente quando o rei D. Manuel mandou fiscalizar a jurisdição do Couto de Pombeiro exigindo a apresentação dos títulos de doação.

O abade não apresentou os documentos de doação efetuada por D. Teresa por não saber deles. Resultado: em sentença dos Desembargadores ficou Pombeiro privado da jurisdição do Couto. Mas após "suplicas e choradeiras" junto do monarca português, lá conseguiu resgatar a jurisdição do cível ao Mosteiro, por Carta de 22 de julho de 1521.

Apesar da recuperação da jurisdição, a sua governação ficou manchada como sendo caracterizada pela "ignorancia, e moleza".

Já o seu filho, segundo Paula Bessa, esteve sujeito a vicissitudes a propósito do furto por um frade dominicano de um livro sobre a Vida de S. Gonçalo existente na livraria de Pombeiro, tendo-se pedido a arbitragem do conflito à rainha D. Catarina que, apesar de reconhecer a existência do delito pelo frade dominicano, não decidiu o caso a favor de D. António de Mello.

A mesma investigadora relembra que o sucessor de D. António Mello foi um membro da família real, D. António, Prior do Crato - tal como o sucessor de D. Jorge de Mello em Alcobaça foi o Infante D. Afonso - e que, mais tarde, as igrejas do padroado de Pombeiro em Trás-os-Montes foram anexadas ao mosteiro de Santa Maria de Belém, casa fundada e muito protegida pela família real.

Mas, esta família não determinou só a história do Mosteiro de Pombeiro.

Também governaram, por uma vez, o extinto Mosteiro de Santa Maria de Ribas, em Celorico de Basto, na figura de D. Rodrigo de Mello Pereira. Este era filho de Francisco de Mello e de D. Brites Pereira, sendo neto paterno de D. João de Mello Sampaio.

Foi durante o governo deste abade que, por volta do ano de 1565, se abriu a sepultura do primeiro prior do mosteiro, D. Mendo, e se achou uma parte do seu corpo ainda incorrupto.

Com mais ou menos competência na governação das instituições que governaram, os Mello tornaram-se numa das poucas famílias que souberam, através de várias gerações, exercer o seu poder e influência na condução de instituições religiosas um pouco por todo o país, demonstrando que a compreensão histórica destas instituições não pode ser dissociada da história de família dos Mello de Pombeiro. 

 

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http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3748

https://archive.li/NDCdp 

 Arquitetura religiosa, manuelina, renascentista, barroca. Mosteiro feminino, cisterciense com igreja de planta em cruz latina, de nave única antecedida por nártex e com cabeceira tripartida, escalonada de capelas intercomunicantes; cobertura interior em abóbada nervurada de perfil abatido; dois claustros quadrangulares de dois pisos e intercomunicantes. Pórtico principal, púlpito e túmulo de D. Jorge de Melo renascentistas. Pórtico de acesso ao complexo monástico barroco. Escultura renascentista atribuída a Nicolau de Chanterenne que inclui um dos maiores e mais sumptuosos túmulos renascentistas; a imaginária do túmulo é interpretada como evocação da vida amorosa do fundador, D. Jorge de Melo, Bispo da Guarda, religioso de vida herética, pecaminosa e contumaz aos olhos da igreja do seu tempo, que chega a ser excomungado *8; conserva ainda vestígios de douradura e segundo Reinaldo dos Santos teria tido como protótipo o túmulo de D. Isabel de Sousa irmã de D. Diogo de Sousa Arcebispo de Braga (v. PT041012040004). Na igreja destaque ainda para o rasgamento dos vãos de iluminação como, por exemplo, os janelões de enxalço na parede S. orientando a luz para o túmulo que lhe fica fronteiro, ou ainda o janelão no topo O., projectando a luz até ao altar-mor através da grade. Os claustros conservam inúmeros exemplos de compartimentação primitiva, entre os quais se salienta a Sala do Capítulo, quase intacta, sendo possível o estudo espaço-função à luz da arquitectura cisterciense. O mosteiro conserva ainda todas as suas cercas, mantendo quase intacta a sua envolvência agrícola característica das edificações cistercienses.    
Número IPA Antigo: PT041214080003

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 https://archive.org/details/alc-223_0000_capa-capa_t24-C-R0150

https://rnod.bnportugal.gov.pt/rnod/winlibsrch.aspx?skey=214CB57FE93F49C798B79ABEB567A413&dtype=mosaico&cap=1%2c2%2c3%2c11%2c12%2c13%2c14%2c15%2c16&pesq=2&var0=costumes&t01=costumes&search=Pesquisar&t03=0&nohist=true&pag=48&tpp=9&sort=4

https://purl.pt/24785

 Manuscrito Regra, costumes, definições, visitações e estatutos da Ordem de Cister, e diplomas relativos às ordens militares de Cristo e Calatrava e ao mosteiro de Odivelas
AUTOR(ES):     
Ordem de Cister; Igreja Católica. Papa, 1334-1342 (Bento XII), co-autor; Igreja Católica. Papa, 1179-1180 (Inocêncio III), co-autor; Igreja Católica. Papa, 1294-1303 (Bonifácio VIII), co-autor; Guarda. Bispo, 15---1545 (Jorge de Melo), co-autor; Lisboa. Bispo, 1326-1341 (João Afonso de Brito), co-autor
ANT.POSSUIDOR(ES):     
Ordem de Cister. Mosteiro de Santa Maria (Alcobaça), ant. possuidor
PRODUÇÃO:     
[1501-1550]
DESCR.FÍSICA:     
[3], [436], [1] f. (24-32 linhas) : papel ; 2o (29 cm)
REF.EXT.:     
Melo, Arnaldo Faria de Ataíde e - Inventário dos códices alcobacenses. Lisboa: Biblioteca Nacional, 1930-32
Amos, Thomas L. - The Fundo Alcobaça of the Biblioteca Nacional, Lisbon. Collegeville, Minnesota: Hill Monastic Manuscript Library, 1988-1990
PROVENIÊNCIA:     
Livraria de Alcobaça. Cota antiga: CCCXXXI
NOTAS:     
Cópia da mesma mão, em letra humanística
Texto em português
Estrutura dos cadernos: [3] i-xliii//10, xliv//5 [1]
Reclamos
CONTEM:     
Folha em papel, em letra do séc. XVIII, com a identificação da obra . - Regra de S. Bento (f. 1-47) . - Costumes de Cister (f. 48-57 v.) . - Definições do Capitulo Geral de 1318 (f. 57 v.-154) . - Definições novas (154 v.-192 v.) . - Forma da Visitação (f. 192 v.-198) . - Bula Fulgens sicut stella / Papa Bento XII (f. 198 v.-222 v.) . - Documentos relativos à Ordem de Cristo (f. 222 v.-239 v.) . - Estatutos da Ordem de Calatrava (f. 239 v.-244 v.) . - Privilégio da Ordem de Calatrava / Papa Inocêncio III (f. 244 v.-247 v.) . - Carta para o Mosteiro de Odivelas / D. João, Bispo de Lisboa (f. 248-253) . - Carta para a Ordem de Calatrava / D. João, Bispo de Lisboa (f. 253 v.-255 v.) . - Carta para o Mosteiro de Odivelas / D. Dinis (f. 255 v.-260 v.) . - Definições, Capítulo de Paris, 1493 (f. 261-270) . - Estatutos / Papa Bonifácio VIII (f. 270 v.-272 v.) . - Estatutos do Mosteiro de Portalegre / D. Jorge de Mello, Bispo da Guarda (f. 273-290 v.) . - Livro dos sinais (f. 291-298 v.) . - Tratado sobre a leitura às refeições (f. 299-318 v.) . - Ordinarium Missae Monasticum (f. 319-319 v.) . - Ordinarium Missae Monasticum (f. 319 v.-398) . - Ordinarium Missae Monasticum (f. 398-423 v.) . - Ordinarium Missae Monasticum (f. 423 v.-429 v.) . - Tratado sobre Antífonas e Responsórios para o Ofício (f. 429 v.-435 v.)
END. WWW:     
https://purl.pt/24785


Regra de S. Bento , Costumes de Cister, Capitulo Geral de 1318 , Bula Fulgens sicut stella , Papa Bento XII, Documentos Ordem de Cristo, Estatutos, da Ordem de Calatrava, Papa Inocêncio III , Carta Mosteiro de Odivelas, / D. João, Bispo de Lisboa , Carta ,ordem de Calatrava , D. João, Bispo de Lisboa, Carta, Mosteiro de Odivelas, D. Dinis,  Paris, 1493 , Papa Bonifácio VIII , Estatutos, Mosteiro de Portalegre ,  Jorge de Mello, Bispo da Guarda, Ordinarium ,Missae ,Tratado sobre Antífonas,
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 As Bandeiras da Ordem de Cristo e as Bandeiras da Ordem de Calatrava são dois dos símbolos de cavalaria medieval mais importantes da Península Ibérica, ambos com vasto impacto histórico, religioso e militar. [1, 2]
🚩 Bandeira da Ordem de Cristo
A Ordem Militar de Cristo foi a sucessora dos Templários em Portugal. Os seus símbolos foram os primeiros a ser hasteados em território brasileiro. [1, 2, 3]

    Design da Bandeira: Consiste em uma cruz vermelha de braços iguais (cruz grega) sobreposta a uma cruz patée maior na cor branca. A bandeira geralmente apresenta a Cruz de Cristo centralizada em um estandarte de fundo branco. [1, 2]
    História: A Ordem financiou as grandes navegações e as caravelas de Pedro Álvares Cabral navegavam com esta cruz estampada nas velas. [1, 2]
    Relevância: A simbologia foi adotada em diversas insígnias, incluindo a versão simplificada que hoje estampa o escudo do Clube de Regatas Vasco da Gama. [1]
    Saiba mais consultando o Histórico Militar da Ordem de Cristo. [1, 2]

🚩 Bandeira da Ordem de Calatrava
A Ordem de Calatrava foi a primeira ordem militar-religiosa fundada na Península Ibérica, com origem no Reino de Castela (Espanha) no século XII. [1]

    Design da Bandeira: O seu brasão baseia-se na "Cruz de Calatrava", uma cruz grega preta (ou vermelha, dependendo do período histórico) em que cada um dos quatro braços termina em uma flor-de-lis. A bandeira histórica costuma exibir esta cruz sobre um fundo branco. [1, 2, 3]
    História: Criada originalmente para proteger a região estratégica de Calatrava contra os mouros durante a Reconquista espanhola, seus cavaleiros seguiam a severa regra de Cister. [1, 2]
    Relevância: A Cruz de Calatrava influenciou profundamente vários escudos e bandeiras municipais, e está diretamente presente até mesmo no brasão da cidade de Buenos Aires, na Argentina. [1, 2]
    Explore detalhes e variantes da insígnia na página da Cruz de Calatrava na Wikipédia. [1]

 

 


Garcia de Melo Alcaide-mor de Serpa (1486-1510),

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