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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

João III de Portugal

 João III (Lisboa, 7 de junho de 1502 – Lisboa, 11 de
junho de 1557),[1] apelidado de "o Piedoso", foi o Rei
de Portugal e Algarves de 1521 até sua morte. Era o
filho mais velho do rei Manuel I e sua segunda esposa
a infanta Maria de Aragão e Castela

https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_III_de_Portugal

https://archive.li/wip/QQNXI 

 

Indice dos Annaes d'el-Rei Dom João IIIo / por Frei Luiz de Sousa [ Manuscrito]

 

"Annaes de elrei Dom João Terceiro" é uma
obra histórica fundamental escrita por Frei Luís de Sousa (1555-1632) que narra o reinado de D. João III de Portugal (1521-1557). Editada por Alexandre Herculano no século XIX (1844), a obra detalha eventos políticos, religiosos e a colonização do Brasil. 
Principais detalhes sobre a obra:

    Autor: Acredita-se ser de Frei Luís de Sousa, cronista português.
    Editor: A edição de 1844 foi organizada por Alexandre Herculano.
    Conteúdo: Foca no reinado de D. João III, conhecido como "o Piedoso", cobrindo a expansão ultramarina e a administração interna.
    Temas abordados: Inclui a introdução da Inquisição em Portugal, o início da colonização efetiva do Brasil com as capitanias hereditárias em 1534, e eventos na Índia.
    Edições: Encontrada em edições históricas (Lisboa, 1844) e plataformas digitais como o Internet Archive e Geneanet. 

A obra é valorizada pela riqueza de detalhes sobre os conflitos e a administração da coroa portuguesa no século XVI. 



 

https://bndigital.bnportugal.gov.pt/records?navigation=default&perpage=10&page=1&search=Annaes+&fulltext=1&child=1&bookmarks=1&sort=_score#page 

https://bndigital.bnportugal.gov.pt/records/item/296083-indice-dos-annaes-d-el-rei-dom-joao-iiiordm?offset=6 

https://catalogo.bnportugal.gov.pt/ipac20/ipac.jsp?profile=bn&uri=full=3100024~!1013446~!0

 https://rnod.bnportugal.gov.pt/rnod/winlibsrch.aspx?skey=196B0EF3D4B34624B064CB58A6BB6CAF&pag=1&tpp=12&sort=4&cap=&pesq=5&thes1=98595 


 
AUTOR(ES):     
Sousa, Luís de, 1555-1632, O.P.
ANT.POSSUIDOR(ES):     
Peres, Vítor de Ávila, fl. 183-, ant. possuidor
PRODUÇÃO:     
1912-1917
DESCR.FÍSICA:     
42 f. ; 33 cm
PROVENIÊNCIA:     
Adquirido a Victor Perez, n.o 109, 1978
NOTAS:     
Cópia
Nas f. 1 e 42, referências ao copista, respectivamente: "7 de Setembro de 1912 - Lumiar. J. de Castilho" e "Acabado de copiar hoje 3 de Janeiro de 1917. Lumiar-Trav. do Prior, 11 - J. de Cast.o"
TÍT. UNIF.:     
Índice dos Anais de D. João III
END. WWW:     
https://purl.pt/48168

 Annaes de elrei Dom João Terceiro

by
    Sousa, Luís de, 1555?-1632; Herculano, Alexandre, 1810-1877 

https://archive.org/details/annaesdeelreidom00sous/page/n5/mode/2up?q=Sampayo

 https://rnod.bnportugal.gov.pt/rnod/winlibsrch.aspx?skey=196B0EF3D4B34624B064CB58A6BB6CAF&pag=1&tpp=12&sort=4&cap=&pesq=5&thes1=98595

terça-feira, 18 de junho de 2019

A indiferença à verdade! Ilusões e erros florescem em todo o lado. Mais do que nunca os homens nos aparecem escravos de uma palavra, de um lema, para se matar, para se encolher ao silêncio uns aos outros. O mundo está carregado de ódio e mal-entendido. Nenhuma Estatística nos diz quão grande é o número de loucos, e se ele é maior do que antes; mas a loucura tornou-se mais poderosa para fazer mal, e fala por um trono mais alto. As saudáveis inibições do respeito à tradição, à forma, à cultura, para o indivíduo semicolto, enfraquecem-se cada vez mais. O sintoma mais grave é "A indiferença à verdade", visível em todo o lado, e que toca o seu auge no fato de que a decepção política cobra o aplauso universal. Johan Huizinga, a crise da civilização. Amanhã tem mais. Oba! Ore pelos que se perderam no caminho!

Ilusões e erros florescem em todo o lado. Mais do que nunca os homens nos aparecem escravos de uma palavra, de um lema, para se matar, para se encolher ao silêncio uns aos outros. O mundo está carregado de ódio e mal-entendido. Nenhuma Estatística nos diz quão grande é o número de loucos, e se ele é maior do que antes; mas a loucura tornou-se mais poderosa para fazer mal, e fala por um trono mais alto. As saudáveis inibições do respeito à tradição, à forma, à cultura, para o indivíduo semicolto, enfraquecem-se cada vez mais. O sintoma mais grave é "A indiferença à verdade", visível em todo o lado, e que toca o seu auge no fato de que a decepção política cobra o aplauso universal.

Johan Huizinga, a crise da civilização 17 de fevereiro







https://www.academia.edu/36746517/Johan_Huizinga_e_a_Crise_da_Civiliza%C3%A7%C3%A3o?auto=download

quarta-feira, 8 de maio de 2019

"Porque influenciar uma pessoa é transmitir-lhe a nossa própria alma. Ela já não pensa com seus pensamentos naturais, nem arde com suas paixões naturais. As suas virtudes não são reais para ela. Os seu pecados, se é que existem , são emprestados. Ela se converte em eco de uma música alheia, em ator de um papel que não foi escrito para ela. A finalidade da vida é o desenvolvimento próprio. Realizar completamente a própria natureza, é o que devemos buscar. " Oscar Wilde

"Porque influenciar uma pessoa é transmitir-lhe a nossa própria alma. Ela já não pensa com seus pensamentos naturais, nem arde com suas paixões naturais. As suas virtudes não são reais para ela. Os seu pecados, se é que existem , são emprestados. Ela se converte em eco de uma música alheia, em ator de um papel que não foi escrito para ela. A finalidade da vida é o desenvolvimento próprio. Realizar completamente a própria natureza, é o que devemos buscar" 

Oscar Wilde. Gênio, escritor, dramaturgo, homossexual.
Ao seu tempo incompreendido, sendo preso por sua opção sexual que o levou a morte prematura.

Mais tarde a justiça Britânica acabou reconhecendo que o que subjugaram ele jamais deveria ter acontecido. Por interesses escusos.

Leiam Vyvyan Holland Biografia de Oscar Wilde. Demais o livro. Vyvyan Holland foi filho de Oscar Wilde.

Eu me pego lutando com as línguas e tentando entender. A questão é que mudam os nomes das pessoas, de uma língua para a outra o que a meu ver não deve ser feito. Porque muda as vezes tudo a sonoridade a compreensão do nome.

E existe um fio sútil do significado dos nomes. É eu já peguei. Em real até um mistério uma magia do porque só não consegui fazer o entendimento finalizado do porque se processa desta forma.

Tudo é pra ser da forma que está!

José Ferreira Pinto Basto ,Porto, 16 de setembro de 1774, Lisboa, 23 de setembro de 1839,

 José Ferreira Pinto Basto ,Porto, 16 de setembro de 1774, Lisboa, 23 de setembro de 1839,