encontro a menção de uma pessoa num livro que peguei de mil novecentos e repimboca, diz o nome dos ascendentes o nome dos livros mas não encontra nada.
não consegue fazer relação de uma família com a outra e olhe está lá embaixo, Pedatura Lusitana e Gayo indicados, mas encontro nada x nada. Encontrei outras Gracia Vasconcelos mas nem sequer fecham os nomes de marido e parentes. E datas dificilmente são informadas, então podem ser pessoas homonimas, as vezes um século antes ou após. Vai se pisando em ovos.
provavelmente irma da Maria Magdalena tem que pesquisar e conferir, mais um livro abaixo de Gracia de Vasconcelos,
Gracia de Vasconcelos, casou com Inácio de Torres , Governador do
Castelo de São João da Foz, Cavaleiro da Ordem de Cristo, Marechal de
Campo, filho de Francisco Alves de Araújo, e de Maria Jácome Torres.
Antes demais desculpe não lhe ter respondido ao mail que me enviou mas
estou em Amarante pelo que não tenho bom acesso á minha caixa postal. Dá
para ler, mas responder é um berbicacho.
E aqui vai a genealogia da Casa de Pascoais:
I. Manuel Fernandes Gouveia, filho de Gaspar Fernandes e de Maria Dias ,
teve o ofício de sapateiro, e era mercador de loja aberta em Amarante
em 1695 . Foi Senhor da Quinta de Pascoais por volta de 1650. Casou com
Maria Moreira de Carvalho, filha de Paulo Moreira.
Filhos:
II.1 João Moreira de Carvalho, instituiu em 1672 uma capela junto á casa
de Pascoais . Ao centro dessa capela, no tecto, encontra-se entalhado
em madeira um escudo com as armas dos Moreiras, Magalhães e Teixeiras
(vd. acima Comentário).
II.2. Clara Moreira de Carvalho, que casou com João Teixeira de
Vasconcelos, filho de Jacinto Teixeira de Magalhães e de Grácia de
Queirós e Vasconcelos, como vimos na Pedra de Armas nr.º 2.
II.3. Martim Afonso Moreira de Carvalho, que segue.
II. Martim Afonso Moreira de Carvalho, formado em Coimbra, Cavaleiro da
Ordem de Cristo , Senhor da Casa de Pascoais, casou com Isabel Teixeira
de Vasconcelos, irmã de seu com-cunhado João Teixeira de Vasconcelos,
acima.
Filho (entre outros):
III. João Mendes de Vasconcelos, Cavaleiro da Ordem de Cristo em
virtude dos serviços prestados pelo seu avô materno Jacinto Teixeira de
Magalhães, e apesar de contar apenas nove anos de idade , Fidalgo da
Casa Real, Capitão de Infantaria na Guerra da Sucessão, foi Senhor da
Casa de Pascoais, e nasceu em Amarante a 10.9.1686, falecendo a
10.12.1737. Casou com sua prima em 2.º grau Francisca Isabel Clara de
Vasconcelos, filha de Inácio Torres e de Grácia de Queirós e Vasconcelos
(vd. abaixo § Único - Vasconcelos, Morgados de Fontelas).
Filho (entre outros):
IV. João Inácio Teixeira de Vasconcelos de Queirós e Magalhães, Senhor
da Casa de Pascoais, Cavaleiro Fidalgo da Casa Real , Cavaleiro da Ordem
de Cristo, que restaurou e mandou colocar Armas de Vasconcelos,
Teixeiras, Queirós e Magalhães na Capela de São Jacinto no Mosteiro de
S. Gonçalo, Amarante. Casou com Leonor Amalia Arriaga de Sotomaior,
filha de Manuel Pinheiro de Sotomaior e Vasconcelos, Moço-Fidalgo da
Casa Real, Capitão-Mor de Ceia, Senhor da Quinta de Santa Eulália na
Serra da Estrela, e de Teresa Bernarda Pimentel de Queirós.
§ unico - Vasconcelos, Morgados de Fontelas
I. Martim Mendes de Vasconcelos , Morgado de Fontelas , casou com Inês
de Sequeira, filha de Gaspar de Sequeira e de Guiomar Queirós; neta
paterna de Gaspar de Sequeira e de Francisca Ribeiro; neta materna de
João Esteves Rebelo e de Isabel de Queirós.
Filho (entre outros):
II. João Mendes de Vasconcelos , casou com Maria Borges, filha de António Borges e de sua mulher Ana Gonçalves.
Filha (entre outros)
III. Gracia de Queirós e Vasconcelos, casou com Jacinto Teixeira de
Magalhães , Fidalgo da Casa Real, Cavaleiro Professo na Ordem de Cristo ,
Capitão Mor do Concelho de Gestaço, Marechal de Campo de um terço de
auxiliares da província de entre Douro e Minho, que fal. a 29.7.1693 ,
filho de Luís Teixeira de Magalhães , Fidalgo da Casa Real, e de sua
mulher Mariana Couceiro Rebelo; neto paterno de António Teixeira de
Araújo de Vila Real, e de sua mulher Francisca de Magalhães .
Filhos (entre outros):
IV.2. João Teixeira de Vasconcelos, que segue.
IV.2. Isabel Teixeira de Vasconcelos, casada com Martim Afonso Moreira
de Carvalho, Senhor da Casa de Pascoais (vd. Pedra de Armas n.º 6).
IV.2. João Teixeira de Vasconcelos, Fidalgo da Casa Real, Cavaleiro
Professo na Ordem de Cristo (carta de padrão de tença e hábito de
13.4.1678) , Capitão-Mor do Concelho de Gestaço. Instituiu uma capela
dedicada a S. Jacinto, no Mosteiro de S. Gonçalo . Casou com Clara
Moreira de Carvalho , filha de Manuel Fernandes de Gouveia, mercador de
Amarante, senhor da Quinta de Pascoais, e de sua mulher Maria Moreira de
Carvalho.
Filhos:
V.1 Jacinto Teixeira de Magalhães, Familiar do Santo Ofício, Fidalgo da Casa Real , casou sem geração .
V.2 Gracia de Vasconcelos, que segue.
V.3 Clara de Vasconcelos, freira em Santa Clara de Amarante.
V. Gracia de Vasconcelos, casou com Inácio de Torres , Governador do
Castelo de São João da Foz, Cavaleiro da Ordem de Cristo, Marechal de
Campo, filho de Francisco Alves de Araújo, e de Maria Jácome Torres.
Filha:
VI. D. Francisca de Vasconcelos, que casou com o primo co-irmão de sua
mãe, João Mendes de Vasconcelos, Senhor da Casa de Pascoais (acima).
Fontes -
SILVA, António Lambert Pereira da – Nobres Casas de Portugal, Porto: Livraria Tavares Martins, 1958, 2.º vol., p. 109.
CRAESBEEK, Francisco Xavier de Serra – Memórias Ressuscitadas da
Província de Entre Douro e Minho no ano de 1726. Ponte de Lima: Ed.
Carvalhos de Basto, 1992, vol. 1, p. 342.
ALVES, Artur da Motta – O Morgadio de Fontelas. Lisboa: s.n., 1937, p. 39.
MORAES, Cristovão Alão de – Pedatura Lusitana. Braga: Ed. Carvalhos de Basto, 1997, vol. 1, p. 405-406;
GAYO, Manuel José da Costa – Nobiliario das Familias de Portugal, vol. 28, p. 78.
D. Gracia Fran. de Queiroz m.º de Iga.ºº de Torres de Araujo f.º de hum Mercador do Pol chamado Fran. Alz. de Araujo, e de sua mM M.º de Torres Iacome.
Dá que Maria Madalena Torres Jacome ou Jacome Torres Iacome Torres é irmã de Inácio de Torres Araújo, só que o nome dos pais não fecha ou se perde pois o documento mesmo informa que não tem comprovação.
Aqui ela seria filha de Francisco Alz (Alvarez) de Araújo e sua mulher Maria Torres Iacome. ou Jácome ( existem outras grafias para este apelido ou sobrenome), que já li. Ou busquei.
D. Frei Inácio, há importantes discrepâncias entre os dados fornecidos pelas fontes documentais e os facultados pelas
fontes impressas. De facto, todas as fontes bibliográficas identificam a mãe de D. Frei Inácio como Dona Maria Madalena Jácome de Torres, aparentando-a com o mestre- de-campo Inácio de Torres Araújo, referido pelas mesmas fontes como tio de D. Frei Inácio10. Porém, as fontes documentais, especialmente o registo de batismo do futuro prelado e dos seus irmãos revelam uma realidade diferente, já que invariavelmente identificam a mãe do arcebispo como Maria Madalena Torroa11.
provavelmente irma da Maria Magdalena tem que pesquisar e conferir, mais um livro abaixo de Gracia de Vasconcelos,
Gracia de Vasconcelos, casou com Inácio de Torres , Governador do
Castelo de São João da Foz, Cavaleiro da Ordem de Cristo, Marechal de
Campo, filho de Francisco Alves de Araújo, e de Maria Jácome Torres.
Santa Thereza (Fr. Francisco de). Religioso carmelitano, e theologo abalisado. N. no Fuuchal, e fal cm 1698. Professou no convento do Carmo, de Lisboa, em 1670. Doutorou-se em theologia na Universidade de Coimbra, e era um dos melhores oppo3itorcs ás cadeiras da faculdade, que não pôde reger, porque falleceu ainda muito novo. Era bom poeta latino, portuguez e hespanhol, bom orador. Deixou apenas um volume incompleto e manuscripto: Alphabetum Theologicum.
Santa Thereza (Fr. Francisco Xavier de). V Xavier de Santa Thereza (Fr. Francisco).
Santa Thereza (D. Ignacio de) Arcebispo de Gôa N. no Porto a 22 de novembro de 1682; fal em Faio a 15 de abril de 1751. Era filho do Domingos Fernandes de Sousa e de D. Maria Magdalena Jacome Torres Fez os primeiros estudos no collegio dos jesuitas de S. Lourenço, do Porto, e deu provas de tào elevado talento que os padres o quizeram angariar para o seu instituto, porém o noviço, que tinha um tio conego regranto de Santo Agostinho, preferiu vestir a murça d'esta congregação, o que realisou em 1698. Doutorouse em theologia na Universidade de Coimbra em 1711 e os conegos, querendo aproveitar a sua in telligencia, crearam de proposito paraelle reger, uma cadeira de philosophia Tornou-sc tào grande a sua fama do erudito, que D. João V o no meou em 1720 arcebispo primaz do Oriente, di-gnidado em que foi confirmado pelo papa no anno de 1721. Partindo para Gôa, teve logo com o vice rei Francisco José dc Sampaio e Castro as mais asperas contendas. Allcgava o vice-rei que o procedimento do arcebispo era verdadeiramente intolerável; que era demasiado o seu fanatismo religioso, o que não impedia de ser ao mesmo tempo apaixonado pelos prazeres mundanos, a ponto de andar em serenatas pelo rio tocando viola, e de ir acompanhado nas visitas pastoracs por bandos dc rapazes e de bailadeiras. Muitas outras accusações graves ainda lhe faziam, a que o arcebispo respondia energicamente, encontran do apoio na côrtc, porque apezar de todas as re commendações de Sampaio e Castro, foi indicado para governador da índia, juntamente com D. Christovào dc Mello e Christovão Luiz de Andrade, quando aquelle vice-rei morreu. Estes tres go vernaram a Índia desde 13 de setembro de 1723 até 28 de outubro de 1725, sem nada fazerem, não attendendo sequer a9 sollicitações do Muinha Hameth Vanasquipay, que vinha pedir que arrancassem Mombaça ao jugo arabe. Em 1725 chegou o novo vicc-rei João Saldanha da Gama, e teve com o arcebispo exactamente as contendas que ellc tivera com o seu antecessor, o que provava ser a culpa effectivamente do arcebispo Saldanha da Gama queixou-se asperamente do arcebispo, e nada conseguiu. A corte continuava a protogel-o, e quando o vice rei partiu para o reino, foi ainda D. Ignacio de Santa Thereza que ficou governando iuterinamente com D. Christovão de Mello e Thomé Gomes Moreira. Nada fizeram também, regendo apenas a índia desde ja neiro até novembro de 1732. Chegou então o conde de Sandomil e com elle se renovaram as contendas. D'esta vez, porém, D. João V deixou de o defender, c a instancias do conde de Sandomil, foi D. Ignacio transferido para o bispado do Al garve em 1 739. Saiu de Gôa em fevereiro de 1740, chegou a Lisboa a 6 d’abril de 1741, e logo em seguida partiu para a sua diocese, que governou 10 annos, sempre em contenda com todas as autoridades, até que falleceu. No seu testamento ordenava que o seu cadaver fôsso transportado para Tavira, e sepultado na egreja dos carmelitas descalços, para cuja construcção muito con tribuira. Fôram numerosíssimas as sitas obras, porque era grandemente erudito e muito traba1 lhador, latinista do primeira força, poeta agra davel e theologo eminente. Em 1728 imprimiu umas Resolutiones morales pro statu religiosi. As suas discórdias na índia com os vice-reis, o bispo de Malaca, o vigário geral de Gôa, e outros ecclc siasticos e seculares que provocaram uma decisão do papa que theologicamente lhe foi favorável, originaram uma 9erie de obras, escriptas por elle, e que ficaram quasi todas manuscriptas. Eram manife9t09, allegações e replicas, que circulavam em manuscripto, o só uma d'eBtas obras, o Tractatus theo juridicus de utroque recursu foi impresso em Londres em 1750, o que prova ou que D. Ignacio de Santa Thereza, contraíra na Índia relações de amizade com alguns inglezes e que assim lhe fôsse mais facil a impiessão em Londres, ou que em Lisboa a censura lho não permittiria sair com estes livros á publi cidade. E’ certo que tambem em Londres imprimiu a Crisispadoxa sobre o famoso Tratado do Padre Antonio Vieira, Clavis, Prophe
Com base na pesquisa Amador
António de Sousa Bermudes de Varres foi uma figura histórica,
mencionada em um manuscrito datado de 5 de janeiro de 1762.
Contexto Histórico: O registro refere-se a um "Aviso do conde de Oeiras,
por decreto do rei", lançando mercê do hábito da Ordem [de
Cristo/Santiago/Aviz, presumivelmente] a este doutor. Significado
do Nome: "Bermudes" (ou Bermúdez) é um sobrenome patronímico de origem
espanhola, derivado do prenome germânico Bermund, que significa
"guerreiro valente" ou "mão de proteção". O "de Varres": Indica
uma variação familiar, apelido composto ou indicação de localidade
associada à nobreza ou propriedade da época (feudo), como era comum para
personalidades nobres documentadas pelo Arquivo Nacional da Torre do
Tombo.
Em resumo, trata-se de um nome próprio de um doutor do século XVIII, não um termo genérico ou gíria moderna.
POMBALIA-POMBAL GLOBAL am.uc.pt https://am.uc.pt › pombalia › items ao doutor Amador António de Sousa Bermudes de Varres. 05.01.1762. Manuscrito. Aviso do conde de Oeiras, por decreto do rei, lançando mercê do hábito da Ordem ...
Institutiones grammaticae latinae Autor/Colaborador: Lima, João António Bezerra de, 1737-1812 Rocha, Pedro de la, fl. 1537-1539 Guilherme Bermudes de Torres, Amador António de Sousa, 1703-? Coelho, Anna Alberta Moniz, 17-- Sousa, António Alberto Marinho Duarte de, 1896-1950 Data: 1538 Descrição: Sob pé de imprensa: "Cum priuilegio" Monografia Tipo: material textual, impresso Idioma: Latim
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a 26 de Outubro de 1703, no Porto , que foi desembargador da Relação dessa cidade e da Casa da Suplicação, Senhor da Honra de Paderne (Loulé), fidalgo cavaleiro por alvará de 1751, e que foi casado com Dona Ana Alberta Moniz Coelho14. O alvará de foro de cavaleiro fidalgo do desembargador Amador António tampouco contém dados adicionais acerca da respetiva ascendência, identificando-o somente como filho de Domingos Fernandes de Sousa e irmão do arcebispo-bispo do Algarve. De resto, no texto deste alvará pode inclusive ler-se que a mercê em causa era concedida pelos serviços prestados pelo beneficiário mas também pelos serviços que o seu irmão tinha prestado no Estado da Índia e depois no Algarve
[Aprovações
ou censuras por ordem da Academia Real de História e da Mesa do
Desembargo do Paço, a respeito de várias obras literárias, e algumas
cartas sobre as mesmas] / Dom Luís Caetano de Lima [ Manuscrito]
AUTOR(ES): Academia
Real da História Portuguesa; Lima, Luís Caetano de, 1671-1757, C.R.,
co-autor; Portugal. Desembargo do Paço, co-autor; Argote, Jerónimo
Contador de, 1676-1749, C.R., ant. bibliog.; Costa, António Rodrigues
da, 1656-1732, ant. bibliog.; Aranha, Silvestre, 1689-1768, S.J., ant.
bibliog.; Torres, Amador António de Sousa Bermudes de, 1703-depois de
1762, ant. bibliog.; Conceição, Apolinário da, 1692-1755, O.F.M. Cap.,
ant. bibliog.; Purificação, José da, 1673-1746, O.P., ant. bibliog.;
Reis, António dos, 1690-1738, C.O., ant. bibliog.; Portugal. Rei,
1707-1750 (João V), dest. de carta PRODUÇÃO: Lisboa Occidental, 1719-1754 DESCR.FÍSICA: [57] f., ([14] f. br.) ; 23 cm REF.EXT.: Descrito em: José António Moniz - Bibliotheca Nacional de Lisboa. Inventario. Secção XIII - Manuscriptos. Lisboa : BN, 1896 NOTAS: Originais autógrafos de D. Luís Caetano de Lima Texto em latim e português D.
Luís Caetano de Lima foi clérigo regular teatino e membro da Academia
Real de História. Foi também cronista da Casa de Bragança, académico da
Liturgia Pontifícia de Coimbra. Ingressou no Instituto de S. Caetano na
Casa da Divina Providência em 1687. Esteve várias vezes em comissões
políticas e diplomáticas em Roma, Haia, Paris, Londres e nas negociações
do Tratado de Utreque (1712-1714) como secretário dos plenipotenciários
Conde de Tarouca e D. Luís da Cunha. Conhecia as línguas grega, latina,
hebraica, e dominou francês e o italiano de tal forma que compôs
manuais de ensino para esses dois idiomas A obra resulta da junção de cadernos e cartas com características diferentes (ao nível da tinta e papel) Folhas em branco no final dos cadernos Encadernação em pastas de cartão revestidas a pergaminho com vestígios de atilhos CONTEM: "Approvação
Por ordem da Academia dos Commentarios, ou Memorias de Braga", obra da
autoria do padre Dom Jerónimo Contador de Argote (f. [1-3]) . -
"Approvação Por ordem da Academia Do Epitome [Historiae Lusitanae]",
obra da autoria de Antonio Rodrigues da Costa" (f. [4-6]) . - Epístolas
latinas à Academia Real de História acerca dos trabalhos literários (f.
[9-22, 37-40, 44-47]) . - "Approvação dos Centoens de Virgilio", obra da
autoria do Frei José da Assunção (f. [23]) . - "Approvação por ordem do
Dezembargo do Paço da Apotheosi feita ao duque de Cadaval D. Nuno
Alvares Pereira pello P[adr]e Antonio dos Reis" (f. [25]) . - "Censura
dos Epigrammas do Ex[celentíssi]mo S[enho]r Conde de Vimioso, pello
Ordinario." (f. [26]) . - "Approvação pello Dezembargo do Paço da Logica
do P[adr]e M. Silvestre Aranha." e carta de D. Luís Caetano de Lima
para o mesmo (f. [29-32]) . - Informação para o Desembargo do Paço
acerca da obra "De mutua obligatione parentum ae filiorum" de Amador
António de Sousa Bermudes de Torres (f. [41-42]) . - Informação acerca
do "Panegyricuo" do Marquês de Valença por João de Araújo (f. [43]) . -
Informação à Mesa do Desembargo do Paço para aprovação das seguintes
obras: "Relação da Trasladação e Milagres do glorioso S. João Marcos",
"Politica Religiosa" traduzido para a língua portuguesa, "Cartilha do
Cardeal Bellarmino" traduzido para a língua inglesa, "O Livro que [...]
contem varios milagres da N[oss]a S[enhor]a da Penha", "Gramatica
Portugueza e Franceza", "Claustro Franciscano, composto por Frei
Apollinario da Conceicão", "Oração funebre" de Benedito XIII, por Frei
José da Purificação, "O Penitente Instruido" do padre Paulo Segneri da
Companhia de Jesus, traduzido por Frei Agostinho de Santa Maria",
"Catalogo de Livros de varias facul[da]des" e "Elogio funebre" da
Condessa da Atalaia, Dona Francisca de Mendonça, da autoria do padre
António dos Reis (f. [48-57]) END. WWW: https://purl.pt/47635
Resultado da pesquisa Academia Real da História Portuguesa Anteriores 20 Autor Seguintes 20 Autor Autor Títulos 1. Academia Real da História Portuguesa 73 2. Ver também: Portugal. Academia Portuguesa da História 185 3. Academia Real da Marinha e Comércio da Cidade do Porto 1 4. Academia Real das Belas Artes de Lisboa 11 5. Ver também: Academia das Belas Artes de Lisboa 8 6. Ver também: Portugal. Academia Nacional de Belas Artes 29 7. Academia Real das Ciências de Lisboa. Biblioteca 9 8. Academia Real das Ciências de Lisboa. Comissão Médica 3 9. Academia Real das Ciências de Lisboa. Museu 1 10. Academia Real das Ciências e Belas-Letras de Berlim 2 11. Academia Real das Sciencias de Lisboa 0 12. Ver: Portugal. Academia das Ciências de Lisboa 306 13. Academia Real de História Portuguesa 0 14. Ver: Academia Real da História Portuguesa 73 15. Academia Real de la História
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Tableau
Historique, Geographique Et Chronologique De Toutes Les Guerres De La
France Tant au dedans qu'au dehors, depuis l'Etablissement Regulier de
la Monarchie jusqu'en l'Année 1736. Ou l'on voit l'état des forces
actuelles de l'Europe, tant par Terre que par Mer, les Plans et Armories
des Villes fortifiées. Le nombre d'Officiers qui composent les grands
Gouvernemens. Les Etats Majors, leurs Apointemens et Emolumens et la
paye des Troupes. Le traité general de la guerre [Manuscrito]] . - Paris,, 1738 . - 2 tomos, enc.
D. Frei Inácio de Santa Teresa (1682-1751) Nasceu na freguesia da Sé do Porto, no dia 22 de Novembro de 1682 e era filho de Domingos Fernandes (de Sousa) e de Maria Madalena Torroa, moradores na rua das Congostas6. Após concluir os primeiros estudos, com os Jesuítas, ingressou na Ordem de Santo Agostinho (1698), doutorou-se em Teologia pela Universidade de Coimbra (1711), lecionou Filosofia e Teologia e foi nomeado arcebispo de Goa em 1720. Em Goa, integraria, por duas vezes, o Conselho governativo da Índia portuguesa (1723 e 1725). Em 1740 é nomeado para o bispado do Algarve, chegando à região em 1741.7 Faleceu em Faro, a 15 de Abril de 1751, e foi, por sua vontade, sepultado no convento dos Padres Carmelitas de Tavira8. Em relação aos ascendentes de D. Frei Inácio, a documentação atualmente conhecida não permite recuar para além dos seus pais. De facto, o registo de batismo do futuro prelado não contém informações relativas aos avós, não foi possível localizar o registo de casamento de Domingos Fernandes (de Sousa) e Maria Madalena Torroa e também não se conhece nenhum outro documento que permita conhecer a identidade dos seus avoengos. Na verdade, os únicos dados relativos aos antepassados dos pais de D. Frei Inácio que se conhecem serão os facultados pelos biógrafos do arcebispo-bispo. No que diz respeito ao progenitor, Domingos Fernandes de Sousa, as fontes bibliográficas informam que era “cidadão nobre, e descendente legítimo da nobre Casa de Freixo de Numão”9. Já em relação aos ascendentes maternos de D. Frei Inácio, há importantes discrepâncias entre os dados fornecidos pelas fontes documentais e os facultados pelas
fontes impressas. De facto, todas as fontes bibliográficas identificam a mãe de D. Frei Inácio como Dona Maria Madalena Jácome de Torres, aparentando-a com o mestre- de-campo Inácio de Torres Araújo, referido pelas mesmas fontes como tio de D. Frei Inácio10. Porém, as fontes documentais, especialmente o registo de batismo do futuro prelado e dos seus irmãos revelam uma realidade diferente, já que invariavelmente identificam a mãe do arcebispo como Maria Madalena Torroa11. Curiosamente, o uso do apelido Torroa, corruptela de Torrão, parece coincidir com os dados fornecidos por um dos biógrafos de D. Frei Inácio de Santa Teresa, que o identifica como neto materno de um tal António Lopes Torrão e, por essa via, bisneto do capitão-de-mar-e- guerra António Lopes Torrão12. Face à escassez de informações genealógicas proporcionadas pelos biógrafos de D. Frei Inácio, será que é possível identificar os ascendentes remotos do arcebispo-bispo através do estudo de outras figuras históricas com ele comprovadamente relacionadas? D. Frei Inácio de Santa Teresa teve dois irmãos que alcançaram alguma notoriedade, Frei Manuel de Santa Teresa e Sousa e Amador António de Sousa Bermudes e Torres. Porém, a verdade é que, tal como acontece com o arcebispo-bispo, também no caso destes indivíduos não se conhece mais do que o nome dos seus progenitores. De Frei Manuel de Santa Teresa e Sousa (chamado no século Manuel António de Sousa Torres), apenas se sabe que nasceu a 6 de Janeiro de 1686, no Porto, e que foi religioso franciscano e poeta13. De Amador António de Sousa Bermudes e Torres, por outro lado, sabe-se que nasceu a 26 de Outubro de 1703, no Porto, que foi desembargador da Relação dessa cidade e da Casa da Suplicação, Senhor da Honra de Paderne (Loulé), fidalgo cavaleiro por alvará de 1751, e que foi casado com Dona Ana Alberta Moniz Coelho14. O alvará de foro de cavaleiro fidalgo do desembargador Amador António tampouco contém dados adicionais acerca da respetiva ascendência, identificando-o somente como filho de Domingos Fernandes de Sousa e irmão do arcebispo-bispo do Algarve. De resto, no texto deste alvará pode inclusive ler-se que a mercê em causa era concedida pelos serviços prestados pelo beneficiário mas também pelos serviços que o seu irmão tinha prestado no Estado da Índia e depois no Algarve,