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terça-feira, 11 de agosto de 2026

Mendonça, Henrique Lopes de, 1856-1931 Author de "O Gafanhoto" Quinzenário Illustrado para Crianças. Retratos, aquarelas, desenhos, poesia.!

 A Portuguesa

https://www.youtube.com/watch?v=DdOEpfypWQA&t=84s 

 

 

 

https://ia600801.us.archive.org/BookReader/BookReaderImages.php?zip=/30/items/n-1028/N1012_jp2.zip&file=N1012_jp2/N1012_0000.jp2&id=n-1028&scale=1&rotate=0

 

 https://dn721806.ca.archive.org/0/items/n-468/N405.pdf

 

E eu vou querer pegar a tua fotografia?.

é inacreditável os caras pegam as imagens que são dominio publico e estão aí.

Que é acesso para todos para estudo.

Somente pego e repasso.

A pessoa tem que nada.

Nem casar nem dar cpf, nem ci nada.

É uma pouca vergonha na cara.

A poucos esse sistema desavergonhado, pediu até a minha fotografia. Acabou de aparecer aqui só continuo com fotografia.

Era o que me faltava.. Pra que querem a foto de mais uma "Bruxa"? 

Ridiculo você. Dominador, abusivo. 

 

Peguei aqui na internete, um rapaz que passa vídeos jovem reclamando que os vídeos dele que estão fazendo sucesso foram todos passados na ia. Tudo Falso, traduzidos, mas em real não é ele, é, e não é porque é tudo refeito. Com ele falando em Indi, na Índia. Sendo que ele é meu vizinho por aqui. Por ali em Roma o "sentro do mundo".  

E Esqueci de pegar um testemunho comentário de um sr. aqui que ele falava o correto.

É uma gente que não tem vergonha na cara dizendo o nome da empresa (que não repasso, pois os problemas).

Não me interessa. Toma vergonha você na cara de querer cobrar por domínio público.

E o que acontece então.? Se perdeu toda a informação. Pois quantas pessoas interessadas em ler dos que estão? = Meia dúzia . E o homem que eu fiz o levantamento também. Que criou no Brasil os direitos autorais lá em "Epaminondas" = 1910? . Quem sabe dele? ( o livro abaixo mencionado).

Perfeito: - Ninguém! ficou o que dele? = Nada. Absolutamente nada. Até peguei o nome e a foto dele que está aí atrás em algum lugar. Mas não se tem mais nada dele. = 0. 

Só um nome numa lista de alguém que passando ficou noves fora = zero.

 

 

Querido eu gosto do difícil eu vou lá no livro se existir de 1500. Quem disse que preciso copiar a tua imagem? (ai em cima para exemplo vou pegar todas só de raiva e postar e mostrar os caminhos assim). É para todos. Está disponível para todos poderem estudar. Não é de ninguém . Se eu passo é para que todos possam acessar com mais facilidade.

 

Que graça tem se eu não conseguir descobrir de onde? háhá! 

 tem uma foto dele no meio de 14 mil imagens, kkk.

(https://archive.org/details/occidente_revista/Occidente_Ficha_Hist/mode/2up?q=O+Ocidente+%5C%3A+revista+ilustrada) 

Vamos lá. kkk

i'm standing, kkkk. Aguente firme. kkk! 

vai pelo código nas 14 mil imagens, kkk (https://archive.org/download/occidente_revista)

Hemeroteca Digital: "O Ocidente: revista ilustrada de Portugal e do estrangeiro" N.º 1012 

 control f numero

achei. 

https://archive.org/download/occidente_revista 

https://dn721804.ca.archive.org/0/items/occidente_revista/N1012_text.pdf 

https://archive.org/details/occidente_revista/Occidente_Ficha_Hist/mode/2up?q=O+Ocidente+%5C%3A+revista+ilustrada

 https://catalogolx.cm-lisboa.pt/ipac20/ipac.jsp?session=178647L51T2G7.586&profile=rbml&uri=link=3100027~!1949310~!3100024~!3100022&aspect=basic_search&menu=search&ri=4&source=~!rbml&term=O+occidente+%3A+revista+illustrada+de+Portugal+e+do+estrangeiro&index=ALTITLE

 

depois de me lascar procurando num arquivo com 14 mil

Vai ali do lado esquerdo e está escrito 1012, kkk. Não precisava ter aberto lá os garranchos eletronicos. 

achei este mais fácil, rs, kkk Obrigada ao Nathaniel.

https://archive.org/details/n-1028/N1012/ 

https://archive.org/details/oocidente-1915-fmaio-1311/N1264/page/n10/mode/1up?q=Eduardo+Villa%C3%A7a 

https://dn721804.ca.archive.org/0/items/occidente_revista/N1012_text.pdf 

 

Wagner (eu amo Wagner) as Walkyrias, kkk, rs!

https://www.facebook.com/reel/1859217014162108 

 

List Of Members Of The American Society Of Composers Authors And Publishers And Similar Foreign Societies

 https://archive.org/details/listofmembersoft001828mbp_202604/page/n329/mode/2up?q=Mendon%C3%A7a

(o acima tem a classificação do creio o Alcir Vermelho, e o outro Sr. Brasileiro este que criou as leis de direitos autorais )

 

https://archive.org/details/occidente_revista/N0405/ 

https://dn721806.ca.archive.org/0/items/n-468/N405.pdf 

https://dn721804.ca.archive.org/0/items/occidente_revista/N1012_text.pdf 

aqui (abaixo) montei para ver se consigo pegar no site original mas não deu certo tem um código errado. 

https://dn721806.ca.archive.org/0/items/occidente_revista/N0405_text.pdf   

  

https://dn721804.ca.archive.org/0/items/occidente_revista/N1012_text.pdf

 

Mendonça, Henrique Lopes de, 1856-1931

Henrique Lopes de Mendonça (1856–1931) , pai, Antonio Rolin Lopes De Mendonçafoi um oficial da Marinha, escritor, poeta e dramaturgo português, célebre por escrever a letra de "A Portuguesa", o hino nacional de Portugal, em parceria com o compositor Alfredo Keil.

Vida e Carreira Militar

  Nasceu em Lisboa a 12 de fevereiro de 1856.
  Entrou para a Escola Naval aos 15 anos.
  Serviu a Armada Real por dez anos em viagens pela Europa e África.
  Reformou-se como Capitão de Mar-e-Guerra em 1912.

 

Atividade Literária e Cultural


  Integrou o movimento neo-romântico na literatura.
  Escreveu peças de teatro, romances e poesia.
  Lecionou na Escola de Belas Artes de Lisboa.
  Foi presidente da Academia das Ciências de Lisboa.
  Fundou a Sociedade Portuguesa de Autores em 1925.
  Faleceu em Lisboa a 24 de agosto de 1931.

https://purl.pt/23777

https://catalogo.bnportugal.gov.pt/ipac20/ipac.jsp?profile=bn&source=~!bnp&view=subscriptionsummary&uri=full=3100024~!1826395~!2&ri=1&aspect=subtab13&menu=search&ipp=20&spp=20&staffonly=&term=lus%C3%83%C2%ADadas&index=

.TW&uindex=&aspect=subtab13&menu=search&ri=1

O Gafanhoto : quinzenário illustrado para creanças / dir. Henrique Lopes de Mendonça, Thomaz Bordallo Pinheiro
 
AUTOR(ES):     
Mendonça, Henrique Lopes de, 1856-1931, dir.; Pinheiro, Tomás Bordalo, 1861-1921, dir.
NUMERAÇÃO:     
No 1 (abr. 1903) - no 42 (dez. 1904) ; S. 2, no 1 (jan. 1910) - s. 2, no 24 (dez. 1910)
PUBLICAÇÃO:     
Lisboa : Livraria Ferin : Abílio da Cruz Madeira, 1903-1910
DESCR.FÍSICA:     
25 cm
PERIODICIDADE:     
Quinzenal
CDU:     
087.5(051)
END. WWW:     
https://purl.pt/23777


 https://purl.pt/30539/4/hg-6923-13-v_PDF/hg-6923-13-v_PDF_24-C-R0150/hg-6923-13-v_0000_1-28_t24-C-R0150.pdf

 E AINDA FALTAM PRA ELE OS LIVROS DA MARINHA

 

 

 

 

https://archive.org/details/historia-da-literatura-portuguesa-aj-saraiva-oscar-lopes/page/n970/mode/1up 

 https://www.marinha.pt/conteudos_externos/Revista_Armada/PDF/2011/RA450.pdf

  

Comandante Henrique Lopes de Mendonça
(1856-931)

Patrono do Curso de 1990


Henrique Lopes de Mendonça “foi um perfeito tipo de marinheiro-letrado, dando à designação o sentido de personalidade que se realizou em plenitude, a um tempo interessado pela técnica da sua profissão de marinheiro (…) e pela missão a que a consciência de português, de homem e de artista o obrigava, uma obra de exaltação pelo livro e pela conferência, das qualidades mais nobres de Portugal”. Foi desta forma que o definiu Hernâni Cidade. Para Bulhão Pato, ele era simplesmente “um escriptor de raça e (...) um honrado carácter”.
Nasce em Lisboa, a 12 de Fevereiro de 1856, o filho de António Raulino Lopes de Mendonça, funcionário da Câmara dos Deputados, e de Honorata Lopes de Mendonça. Num elogio fúnebre, seu pai foi definido como um “carácter de rija tempera, amassado nas lutas liberais que se feriram desde 1820 a 1851. Tinha a coragem, a mais austera das suas convicções profundamente democratas, e declarava-as bem alto, sem rebuço, n’um período em que pelo menos era preciso coragem para o fazer”. Foram estes os princípios que moldaram também o espírito do jovem Henrique.
Sobre a sua infância e adolescência, são escassos os dados. Sabemos que, até aos nove anos, visita regularmente, na companhia de seu pai, o seu padrinho e tio António Pedro Lopes de Mendonça. Para além de primo de seu pai, ele era irmão de sua mãe. As visitas eram primeiro na casa deste e depois, entre 1860 e até à sua morte, em 1865, em Rilhafoles, onde estava internado por ter enlouquecido. António Pedro era um homem das letras que, quando jovem, também havia sentido o apelo do mar.
Foi este apelo que, mais tarde, levou Henrique Lopes de Mendonça a ser incorporado na Armada como Aspirante extraordinário em 27 de Outubro de 1871. A 9 de Julho de 1874 recebe guia de embarque para a fragata “D.Fernando”, onde funcionava a escola prática de Artilharia Naval, sendo promovido a Guarda-Marinha no dia 13 de Novembro.
Ainda como Guarda-Marinha, ingressa como sócio no Clube Militar Naval em 1876. Como habitualmente, não ingressa só. Dois dos camaradas que o acompanham são Roberto Ivens e Wenceslau de Moraes, que também pelas suas obras se irão destacar.
Foi oficial embarcado entre 1874 e 1886. O seu “período africano”, onde navega pela costa ocidental africana (Cabo Verde, S.Tomé e Angola) decorre entre 1876 e 1882. Neste período, casa-se com Amélia Bordallo Pinheiro, irmã de Columbano e de Rafael Bordallo Pinheiro, em 1880, perdendo a sua mãe no ano seguinte.
Em 1879, tendo concluído os seus tirocínios, embarca na corveta “Bartholomeu Dias”, onde faz o seu exame de Guarda-Marinha e é promovido a 2º Tenente. Por essa altura, solicita ser agregado à comissão geológica do reino, para “se aplicar activamente ao estudo das ciências geológicas”, mas o despacho do Director Geral da Marinha é negativo, afirmando que isso “seria um meio de iludir o serviço marítimo com prejuízo dos demais oficiais a ele obrigado”.
É em Angola que a sua alma de artista se revela, desenvolvendo-se no período em que fez estação. Para Mendonça, Angola era calor e monotonia. E para vencer essa monotonia ia escrevendo. Nalgumas das suas cartas a Amélia escrevia poemas e, em Luanda, com outros camaradas que consigo estavam embarcados, promove e participa num sarau teatral. O tempo livre era ocupado por Mendonça em leituras e nas tentativas de aprendizagem de um instrumento musical. Como referiu numa carta a Columbano, “ando a aprender música e faço parte de uma fanfarra como baixo”.
Em Angola fazia-se, essencialmente, presença naval. Mas também fiscalização e policiamento, actuando sobre o tráfico negreiro. A Estação Naval era composta por navios de diferentes tipos, que permaneciam na região. Os elementos da guarnição iam sendo rendidos no local, fazendo-se a ligação com a metrópole através de paquete. Normalmente, o período de permanência na Estação era de dois anos.
O isolamento, então, era grande. As notícias chegavam uma vez por mês. E neste lento vai-e-vem, a vida seguia o seu rumo. É em Angola que recebe a notícia do nascimento da sua filha Virgínia. Aqui também recebe a notícia do falecimento da sua mãe.
Ainda em Angola, os seus ideais republicanos levam-no a apresentar a sua candidatura a Deputado por Luanda.
Em 1885 é promovido a 1º Tenente e, no ano seguinte, após doença, é exonerado do seu cargo de instrutor da Escola de Artilharia Naval. Nesse mesmo ano, bem como no de 1890, faz parte da comissão de redacção dos Anais do Clube Militar Naval, publicação onde vão surgindo os seus contributos para a elaboração de uma História da Marinha.
Promovido a Capitão-Tenente em 1891, é promovido a Capitão-de-Fragata em 1901 e a Capitão-de-Mar-e-Guerra oito anos depois, reformando-se em 1912, após ser dado como incapaz para todo o serviço.
Em 1931, no dia 24 de Agosto, dá-se o seu passamento.
História, Literatura, Jornalismo...
Em Lopes de Mendonça, é difícil fazer uma distinção clara entre história e literatura, pois ambas andam a par e de uma decorre a outra. A poesia e o teatro parecem ser, nos primeiros tempos, a sua escolha preferida. Notabiliza-se na sua época através do drama histórico, subindo a sua primeira peça, “A Noiva”, ao palco do teatro D. Maria II no dia 9 de Fevereiro de 1884. Outras se seguiram, mas o seu sucesso causou-lhe alguns dissabores no seio da instituição militar, sendo criticado e criando, assim algumas inimizades.
Em 15 de Janeiro de 1887, foi o conselheiro Andrade Corvo encarregado pela Academia Real das Ciências de escrever os estudos sobre províncias ultramarinas. Solicitando que lhe fosse apresentado “um official da armada, que pelo seu merecimento e letras o podesse coadjuvar no desempenho da importante commissão de que está encarregado”, é ordenado a Lopes de Mendonça que “fique á disposição do referido conselheiro (...) para o auxiliar no cumprimento d’aquella commissão”. Entre Julho de 1891 e Novembro de 1901 exerce as funções de bibliotecário da Escola Naval.
Em 31 de Outubro de 1889, o então Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Marinha e do Ultramar, Frederico Ressano Garcia, faz publicar o decreto onde afirma que “sendo da maxima conveniencia a publicação de uma obra, onde se historiem methodicamaente os feitos da nossa marinha de guerra, illustrada em todas as partes do mundo, desde o começo da monarchia, por grande numero de conquistas e descobertas e por ousados navegadores de fama universal; (...) hei por bem encarregar o primeiro tenente da armada Henrique Lopes de Mendonça de proceder á elaboração déssa obra (...)”. Por esse motivo, Lopes de Mendonça passa à situação de oficial em “comissão especial”, facto este que prejudicará a evolução da sua carreira naval.
A sua História Naval, como um todo, nunca chegou a existir. Porquê? Numa carta escrita ao Chefe de Estado Maior da Majoria General da Armada, em 1 de Novembro de 1911, em resposta à solicitação do Ministro da Marinha acerca da execução do despacho que o encarregou de escrever a Historia Marítima de Portugal, assim somos esclarecidos:

(...) tratei de recopilar na Bibliotheca Nacional e nos archivos publicos todos os subsidios utilisaveis. A poucos passos dados, reconheci com magua que mal me chegaria a vida, apenas com o meu trabalho individual, isento de auxiliares, para a elaboração de uma obra synthetica e completa, sobre assumpto vastissimo, que se prendia com os problemas mais complexos da história portuguesa. Deliberei pois vir aproveitando os subsidios já colligidos na elaboração de obras parcellares, e vali-me da publicidade que me proporcionava a Academia das Sciencias, a qual incluiu esses trabalhos nas suas collecções. Consinta VExª que cite, entre elles, os Estudos sobre os navios portugueses nos seculos XV e XVI , que mereceram da autorisada penna de Oliveira Martins a qualificação de obra exhaustiva, e O Padre Fernando Oliveira e a sua obra nautica , em que tive a honra de dar a publico, alem da biographia extensa do illustre nautographo quinhentista, a primeira obra que sobre a construção naval se escreveu em lingua portuguesa. (...) Effectivamente, a falta quasi absoluta de obras subsidiarias, aggravada no meu caso com a carencia de auxiliares technicos, obriga o pesquizador a exercitar-se na pratica de paleographia, e ler e summariar documentos immensos, a multiplicar extraordinariamente o seu cabedal de apontamentos, notas e verbetes, a gastar finalmente em arduas tarefas de cabouqueiro o tempo que lhe fallece para a construcção de um solido edificio (...).

É por estas duas obras acima referidas que podemos considerar Lopes de Mendonça um dos pioneiros da arqueologia náutica, tanto através dos “Estudos sobre os navios portugueses” como ao desenterrar do esquecimento o Livro da Fábrica das Naus do Padre Fernando Oliveira, personagem ainda tão mal conhecida. Assim o apresenta Mendonça: “(...) philologo como João de Barros, aventureiro como Fernão Mendes Pinto, perseguido pela Inquisição como Damião de Goes, navegador como D.João de Castro, porventura o unico dos escriptores de architectura naval do seu tempo e do seu paiz, (...) elle representa em Portugal uma das mais brilhantes personificações do espirito do livre exame em pleno século XVI, (...) mas o que mais decisivamente recommenda o padre Fernando Oliveira á attenção e ao respeito da posteridade são os seus merecimentos excepcionaes de escriptor nautico. (...)”
Mas a atenção de Mendonça reparte-se por muitos e variados assuntos. Já desde 1879 era sócio correspondente da Real Academia das Ciências, passando a sócio efectivo em 1900 e assumindo a presidência da Academia das Ciências em 1914-15. Foi sócio da Sociedade de Geografia a partir de 1890. E, entre 1901 e 1929, é professor de Geografia, História e Literatura na Escola de Belas Artes. Ainda em Maio de 1911, é criada, pelo Ministério do Fomento, a Repartição de Turismo, da qual também faz parte, como membro agregado ao seu Conselho.
Não se pense, contudo, que Lopes de Mendonça era um carácter austero. A bondade e ternura do seu coração, para além de se tornarem evidentes em muitas das suas cartas, facilmente se verificam na atenção que dedica às crianças. Assim, é director de uma revista especialmente dedicada aos mais novos, O Gafanhoto , tendo publicado, em 1904, a “História de Portugal contada aos pequenos portugueses”. Mas para além d’O Gafanhoto, ainda foi director da 1ª série da revista Serões e do Diário Popular, entre 9 de Março e 24 de Abril de 1911, isto após um período em que este jornal se manteve encerrado entre 1 de Janeiro e 8 de Março desse ano.
Entre 1913 e 1919 vai publicando, com alguma regularidade , curtos contos no Comércio do Porto. Quase todos, para não dizer todos, vão beber a inspiração a episódios verídicos, essencialmente da História de Portugal, abrangendo temas que vão desde Viriato até ao combate do «Augusto de Castilho». Esses contos foram depois reunidos em vários volumes, tais como “Fumos da Índia” ou “Argueiros e Cavaleiros”, por exemplo.
Não podemos esquecer o Hino Nacional. A letra nasceu de um desafio de Alfred Keil, seu amigo, no calor das reacções ao Ultimatum britânico de 1890. Momento de raiva e de exaltação patriótica, rapidamente chegou à boca do povo. E foi a sua popularidade que o levou a ser transformado no Hino da jovem República, cerca de vinte anos mais tarde.

in "Patronos dos cursos tradicionais da Escola Naval"

Alunos do Curso "Comandante Henrique Lopes de Mendonça"

abaixo o nome dos alunos de 2011, ainda estão vivos, rs!

 

https://www.facebook.com/escolanavalpt/photos/comandante-henrique-lopes-de-mendon%C3%A7a-1856-931-patrono-do-curso-de-1990-henrique/896691037032906/  

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