A Portuguesa
https://www.youtube.com/watch?v=DdOEpfypWQA&t=84s
https://ia600801.us.archive.org/BookReader/BookReaderImages.php?zip=/30/items/n-1028/N1012_jp2.zip&file=N1012_jp2/N1012_0000.jp2&id=n-1028&scale=1&rotate=0
https://dn721806.ca.archive.org/0/items/n-468/N405.pdf
E eu vou querer pegar a tua fotografia?.
é inacreditável os caras pegam as imagens que são dominio publico e estão aí.
Que é acesso para todos para estudo.
Somente pego e repasso.
A pessoa tem que nada.
Nem casar nem dar cpf, nem ci nada.
É uma pouca vergonha na cara.
A poucos esse sistema desavergonhado, pediu até a minha fotografia. Acabou de aparecer aqui só continuo com fotografia.
Era o que me faltava.. Pra que querem a foto de mais uma "Bruxa"?
Ridiculo você. Dominador, abusivo.
Peguei aqui na internete, um rapaz que passa vídeos jovem reclamando que os vídeos dele que estão fazendo sucesso foram todos passados na ia. Tudo Falso, traduzidos, mas em real não é ele, é, e não é porque é tudo refeito. Com ele falando em Indi, na Índia. Sendo que ele é meu vizinho por aqui. Por ali em Roma o "sentro do mundo".
E Esqueci de pegar um testemunho comentário de um sr. aqui que ele falava o correto.
É uma gente que não tem vergonha na cara dizendo o nome da empresa (que não repasso, pois os problemas).
Não me interessa. Toma vergonha você na cara de querer cobrar por domínio público.
E o que acontece então.? Se perdeu toda a informação. Pois quantas pessoas interessadas em ler dos que estão? = Meia dúzia . E o homem que eu fiz o levantamento também. Que criou no Brasil os direitos autorais lá em "Epaminondas" = 1910? . Quem sabe dele? ( o livro abaixo mencionado).
Perfeito: - Ninguém! ficou o que dele? = Nada. Absolutamente nada. Até peguei o nome e a foto dele que está aí atrás em algum lugar. Mas não se tem mais nada dele. = 0.
Só um nome numa lista de alguém que passando ficou noves fora = zero.
Querido eu gosto do difícil eu vou lá no livro se existir de 1500. Quem disse que preciso copiar a tua imagem? (ai em cima para exemplo vou pegar todas só de raiva e postar e mostrar os caminhos assim). É para todos. Está disponível para todos poderem estudar. Não é de ninguém . Se eu passo é para que todos possam acessar com mais facilidade.
Que graça tem se eu não conseguir descobrir de onde? háhá!
tem uma foto dele no meio de 14 mil imagens, kkk.
(https://archive.org/details/occidente_revista/Occidente_Ficha_Hist/mode/2up?q=O+Ocidente+%5C%3A+revista+ilustrada)
Vamos lá. kkk
i'm standing, kkkk. Aguente firme. kkk!
vai pelo código nas 14 mil imagens, kkk (https://archive.org/download/occidente_revista)
Hemeroteca Digital: "O Ocidente: revista ilustrada de Portugal e do estrangeiro" N.º 1012
control f numero
achei.
https://archive.org/download/occidente_revista
https://dn721804.ca.archive.org/0/items/occidente_revista/N1012_text.pdf
https://archive.org/details/occidente_revista/Occidente_Ficha_Hist/mode/2up?q=O+Ocidente+%5C%3A+revista+ilustrada
https://catalogolx.cm-lisboa.pt/ipac20/ipac.jsp?session=178647L51T2G7.586&profile=rbml&uri=link=3100027~!1949310~!3100024~!3100022&aspect=basic_search&menu=search&ri=4&source=~!rbml&term=O+occidente+%3A+revista+illustrada+de+Portugal+e+do+estrangeiro&index=ALTITLE
depois de me lascar procurando num arquivo com 14 mil
Vai ali do lado esquerdo e está escrito 1012, kkk. Não precisava ter aberto lá os garranchos eletronicos.
achei este mais fácil, rs, kkk Obrigada ao Nathaniel.
https://archive.org/details/n-1028/N1012/
https://archive.org/details/oocidente-1915-fmaio-1311/N1264/page/n10/mode/1up?q=Eduardo+Villa%C3%A7a
https://dn721804.ca.archive.org/0/items/occidente_revista/N1012_text.pdf
Wagner (eu amo Wagner) as Walkyrias, kkk, rs!
https://www.facebook.com/reel/1859217014162108
List Of Members Of The American Society Of Composers Authors And Publishers And Similar Foreign Societies
https://archive.org/details/listofmembersoft001828mbp_202604/page/n329/mode/2up?q=Mendon%C3%A7a
(o acima tem a classificação do creio o Alcir Vermelho, e o outro Sr. Brasileiro este que criou as leis de direitos autorais )
https://archive.org/details/occidente_revista/N0405/
https://dn721806.ca.archive.org/0/items/n-468/N405.pdf
https://dn721804.ca.archive.org/0/items/occidente_revista/N1012_text.pdf
aqui (abaixo) montei para ver se consigo pegar no site original mas não deu certo tem um código errado.
https://dn721806.ca.archive.org/0/items/occidente_revista/N0405_text.pdf
https://dn721804.ca.archive.org/0/items/occidente_revista/N1012_text.pdf
Mendonça, Henrique Lopes de, 1856-1931
Vida e Carreira Militar
Nasceu em Lisboa a 12 de fevereiro de 1856.
Entrou para a Escola Naval aos 15 anos.
Serviu a Armada Real por dez anos em viagens pela Europa e África.
Reformou-se como Capitão de Mar-e-Guerra em 1912.
Atividade Literária e Cultural
Integrou o movimento neo-romântico na literatura.
Escreveu peças de teatro, romances e poesia.
Lecionou na Escola de Belas Artes de Lisboa.
Foi presidente da Academia das Ciências de Lisboa.
Fundou a Sociedade Portuguesa de Autores em 1925.
Faleceu em Lisboa a 24 de agosto de 1931.
https://purl.pt/23777
https://catalogo.bnportugal.gov.pt/ipac20/ipac.jsp?profile=bn&source=~!bnp&view=subscriptionsummary&uri=full=3100024~!1826395~!2&ri=1&aspect=subtab13&menu=search&ipp=20&spp=20&staffonly=&term=lus%C3%83%C2%ADadas&index=
.TW&uindex=&aspect=subtab13&menu=search&ri=1
O Gafanhoto : quinzenário illustrado para creanças / dir. Henrique Lopes de Mendonça, Thomaz Bordallo Pinheiro
AUTOR(ES):
Mendonça, Henrique Lopes de, 1856-1931, dir.; Pinheiro, Tomás Bordalo, 1861-1921, dir.
NUMERAÇÃO:
No 1 (abr. 1903) - no 42 (dez. 1904) ; S. 2, no 1 (jan. 1910) - s. 2, no 24 (dez. 1910)
PUBLICAÇÃO:
Lisboa : Livraria Ferin : Abílio da Cruz Madeira, 1903-1910
DESCR.FÍSICA:
25 cm
PERIODICIDADE:
Quinzenal
CDU:
087.5(051)
END. WWW:
https://purl.pt/23777
https://purl.pt/30539/4/hg-6923-13-v_PDF/hg-6923-13-v_PDF_24-C-R0150/hg-6923-13-v_0000_1-28_t24-C-R0150.pdf
E AINDA FALTAM PRA ELE OS LIVROS DA MARINHA
https://archive.org/details/historia-da-literatura-portuguesa-aj-saraiva-oscar-lopes/page/n970/mode/1up
https://www.marinha.pt/conteudos_externos/Revista_Armada/PDF/2011/RA450.pdf
Comandante Henrique Lopes de Mendonça
(1856-931)
Patrono do Curso de 1990
Henrique
Lopes de Mendonça “foi um perfeito tipo de marinheiro-letrado, dando à
designação o sentido de personalidade que se realizou em plenitude, a um
tempo interessado pela técnica da sua profissão de marinheiro (…) e
pela missão a que a consciência de português, de homem e de artista o
obrigava, uma obra de exaltação pelo livro e pela conferência, das
qualidades mais nobres de Portugal”. Foi desta forma que o definiu
Hernâni Cidade. Para Bulhão Pato, ele era simplesmente “um escriptor de
raça e (...) um honrado carácter”.
Nasce em Lisboa, a
12 de Fevereiro de 1856, o filho de António Raulino Lopes de Mendonça,
funcionário da Câmara dos Deputados, e de Honorata Lopes de Mendonça.
Num elogio fúnebre, seu pai foi definido como um “carácter de rija
tempera, amassado nas lutas liberais que se feriram desde 1820 a 1851.
Tinha a coragem, a mais austera das suas convicções profundamente
democratas, e declarava-as bem alto, sem rebuço, n’um período em que
pelo menos era preciso coragem para o fazer”. Foram estes os princípios
que moldaram também o espírito do jovem Henrique.
Sobre
a sua infância e adolescência, são escassos os dados. Sabemos que, até
aos nove anos, visita regularmente, na companhia de seu pai, o seu
padrinho e tio António Pedro Lopes de Mendonça. Para além de primo de
seu pai, ele era irmão de sua mãe. As visitas eram primeiro na casa
deste e depois, entre 1860 e até à sua morte, em 1865, em Rilhafoles,
onde estava internado por ter enlouquecido. António Pedro era um homem
das letras que, quando jovem, também havia sentido o apelo do mar.
Foi
este apelo que, mais tarde, levou Henrique Lopes de Mendonça a ser
incorporado na Armada como Aspirante extraordinário em 27 de Outubro de
1871. A 9 de Julho de 1874 recebe guia de embarque para a fragata
“D.Fernando”, onde funcionava a escola prática de Artilharia Naval,
sendo promovido a Guarda-Marinha no dia 13 de Novembro.
Ainda
como Guarda-Marinha, ingressa como sócio no Clube Militar Naval em
1876. Como habitualmente, não ingressa só. Dois dos camaradas que o
acompanham são Roberto Ivens e Wenceslau de Moraes, que também pelas
suas obras se irão destacar.
Foi oficial embarcado
entre 1874 e 1886. O seu “período africano”, onde navega pela costa
ocidental africana (Cabo Verde, S.Tomé e Angola) decorre entre 1876 e
1882. Neste período, casa-se com Amélia Bordallo Pinheiro, irmã de
Columbano e de Rafael Bordallo Pinheiro, em 1880, perdendo a sua mãe no
ano seguinte.
Em 1879, tendo concluído os seus
tirocínios, embarca na corveta “Bartholomeu Dias”, onde faz o seu exame
de Guarda-Marinha e é promovido a 2º Tenente. Por essa altura, solicita
ser agregado à comissão geológica do reino, para “se aplicar activamente
ao estudo das ciências geológicas”, mas o despacho do Director Geral da
Marinha é negativo, afirmando que isso “seria um meio de iludir o
serviço marítimo com prejuízo dos demais oficiais a ele obrigado”.
É
em Angola que a sua alma de artista se revela, desenvolvendo-se no
período em que fez estação. Para Mendonça, Angola era calor e monotonia.
E para vencer essa monotonia ia escrevendo. Nalgumas das suas cartas a
Amélia escrevia poemas e, em Luanda, com outros camaradas que consigo
estavam embarcados, promove e participa num sarau teatral. O tempo livre
era ocupado por Mendonça em leituras e nas tentativas de aprendizagem
de um instrumento musical. Como referiu numa carta a Columbano, “ando a
aprender música e faço parte de uma fanfarra como baixo”.
Em
Angola fazia-se, essencialmente, presença naval. Mas também
fiscalização e policiamento, actuando sobre o tráfico negreiro. A
Estação Naval era composta por navios de diferentes tipos, que
permaneciam na região. Os elementos da guarnição iam sendo rendidos no
local, fazendo-se a ligação com a metrópole através de paquete.
Normalmente, o período de permanência na Estação era de dois anos.
O
isolamento, então, era grande. As notícias chegavam uma vez por mês. E
neste lento vai-e-vem, a vida seguia o seu rumo. É em Angola que recebe a
notícia do nascimento da sua filha Virgínia. Aqui também recebe a
notícia do falecimento da sua mãe.
Ainda em Angola, os seus ideais republicanos levam-no a apresentar a sua candidatura a Deputado por Luanda.
Em
1885 é promovido a 1º Tenente e, no ano seguinte, após doença, é
exonerado do seu cargo de instrutor da Escola de Artilharia Naval. Nesse
mesmo ano, bem como no de 1890, faz parte da comissão de redacção dos
Anais do Clube Militar Naval, publicação onde vão surgindo os seus
contributos para a elaboração de uma História da Marinha.
Promovido
a Capitão-Tenente em 1891, é promovido a Capitão-de-Fragata em 1901 e a
Capitão-de-Mar-e-Guerra oito anos depois, reformando-se em 1912, após
ser dado como incapaz para todo o serviço.
Em 1931, no dia 24 de Agosto, dá-se o seu passamento.
História, Literatura, Jornalismo...
Em
Lopes de Mendonça, é difícil fazer uma distinção clara entre história e
literatura, pois ambas andam a par e de uma decorre a outra. A poesia e
o teatro parecem ser, nos primeiros tempos, a sua escolha preferida.
Notabiliza-se na sua época através do drama histórico, subindo a sua
primeira peça, “A Noiva”, ao palco do teatro D. Maria II no dia 9 de
Fevereiro de 1884. Outras se seguiram, mas o seu sucesso causou-lhe
alguns dissabores no seio da instituição militar, sendo criticado e
criando, assim algumas inimizades.
Em 15 de Janeiro
de 1887, foi o conselheiro Andrade Corvo encarregado pela Academia Real
das Ciências de escrever os estudos sobre províncias ultramarinas.
Solicitando que lhe fosse apresentado “um official da armada, que pelo
seu merecimento e letras o podesse coadjuvar no desempenho da importante
commissão de que está encarregado”, é ordenado a Lopes de Mendonça que
“fique á disposição do referido conselheiro (...) para o auxiliar no
cumprimento d’aquella commissão”. Entre Julho de 1891 e Novembro de 1901
exerce as funções de bibliotecário da Escola Naval.
Em
31 de Outubro de 1889, o então Ministro e Secretário de Estado dos
Negócios da Marinha e do Ultramar, Frederico Ressano Garcia, faz
publicar o decreto onde afirma que “sendo da maxima conveniencia a
publicação de uma obra, onde se historiem methodicamaente os feitos da
nossa marinha de guerra, illustrada em todas as partes do mundo, desde o
começo da monarchia, por grande numero de conquistas e descobertas e
por ousados navegadores de fama universal; (...) hei por bem encarregar o
primeiro tenente da armada Henrique Lopes de Mendonça de proceder á
elaboração déssa obra (...)”. Por esse motivo, Lopes de Mendonça passa à
situação de oficial em “comissão especial”, facto este que prejudicará a
evolução da sua carreira naval.
A sua História
Naval, como um todo, nunca chegou a existir. Porquê? Numa carta escrita
ao Chefe de Estado Maior da Majoria General da Armada, em 1 de Novembro
de 1911, em resposta à solicitação do Ministro da Marinha acerca da
execução do despacho que o encarregou de escrever a Historia Marítima de
Portugal, assim somos esclarecidos:
(...)
tratei de recopilar na Bibliotheca Nacional e nos archivos publicos
todos os subsidios utilisaveis. A poucos passos dados, reconheci com
magua que mal me chegaria a vida, apenas com o meu trabalho individual,
isento de auxiliares, para a elaboração de uma obra synthetica e
completa, sobre assumpto vastissimo, que se prendia com os problemas
mais complexos da história portuguesa. Deliberei pois vir aproveitando
os subsidios já colligidos na elaboração de obras parcellares, e vali-me
da publicidade que me proporcionava a Academia das Sciencias, a qual
incluiu esses trabalhos nas suas collecções. Consinta VExª que cite,
entre elles, os Estudos sobre os navios portugueses nos seculos XV e XVI
, que mereceram da autorisada penna de Oliveira Martins a qualificação
de obra exhaustiva, e O Padre Fernando Oliveira e a sua obra nautica ,
em que tive a honra de dar a publico, alem da biographia extensa do
illustre nautographo quinhentista, a primeira obra que sobre a
construção naval se escreveu em lingua portuguesa. (...) Effectivamente,
a falta quasi absoluta de obras subsidiarias, aggravada no meu caso com
a carencia de auxiliares technicos, obriga o pesquizador a exercitar-se
na pratica de paleographia, e ler e summariar documentos immensos, a
multiplicar extraordinariamente o seu cabedal de apontamentos, notas e
verbetes, a gastar finalmente em arduas tarefas de cabouqueiro o tempo
que lhe fallece para a construcção de um solido edificio (...).
É
por estas duas obras acima referidas que podemos considerar Lopes de
Mendonça um dos pioneiros da arqueologia náutica, tanto através dos
“Estudos sobre os navios portugueses” como ao desenterrar do
esquecimento o Livro da Fábrica das Naus do Padre Fernando Oliveira,
personagem ainda tão mal conhecida. Assim o apresenta Mendonça: “(...)
philologo como João de Barros, aventureiro como Fernão Mendes Pinto,
perseguido pela Inquisição como Damião de Goes, navegador como D.João de
Castro, porventura o unico dos escriptores de architectura naval do seu
tempo e do seu paiz, (...) elle representa em Portugal uma das mais
brilhantes personificações do espirito do livre exame em pleno século
XVI, (...) mas o que mais decisivamente recommenda o padre Fernando
Oliveira á attenção e ao respeito da posteridade são os seus
merecimentos excepcionaes de escriptor nautico. (...)”
Mas
a atenção de Mendonça reparte-se por muitos e variados assuntos. Já
desde 1879 era sócio correspondente da Real Academia das Ciências,
passando a sócio efectivo em 1900 e assumindo a presidência da Academia
das Ciências em 1914-15. Foi sócio da Sociedade de Geografia a partir de
1890. E, entre 1901 e 1929, é professor de Geografia, História e
Literatura na Escola de Belas Artes. Ainda em Maio de 1911, é criada,
pelo Ministério do Fomento, a Repartição de Turismo, da qual também faz
parte, como membro agregado ao seu Conselho.
Não se
pense, contudo, que Lopes de Mendonça era um carácter austero. A bondade
e ternura do seu coração, para além de se tornarem evidentes em muitas
das suas cartas, facilmente se verificam na atenção que dedica às
crianças. Assim, é director de uma revista especialmente dedicada aos
mais novos, O Gafanhoto , tendo publicado, em 1904, a “História de
Portugal contada aos pequenos portugueses”. Mas para além d’O Gafanhoto,
ainda foi director da 1ª série da revista Serões e do Diário Popular,
entre 9 de Março e 24 de Abril de 1911, isto após um período em que este
jornal se manteve encerrado entre 1 de Janeiro e 8 de Março desse ano.
Entre
1913 e 1919 vai publicando, com alguma regularidade , curtos contos no
Comércio do Porto. Quase todos, para não dizer todos, vão beber a
inspiração a episódios verídicos, essencialmente da História de
Portugal, abrangendo temas que vão desde Viriato até ao combate do
«Augusto de Castilho». Esses contos foram depois reunidos em vários
volumes, tais como “Fumos da Índia” ou “Argueiros e Cavaleiros”, por
exemplo.
Não podemos esquecer o Hino Nacional. A
letra nasceu de um desafio de Alfred Keil, seu amigo, no calor das
reacções ao Ultimatum britânico de 1890. Momento de raiva e de exaltação
patriótica, rapidamente chegou à boca do povo. E foi a sua popularidade
que o levou a ser transformado no Hino da jovem República, cerca de
vinte anos mais tarde.
in "Patronos dos cursos tradicionais da Escola Naval"
Alunos do Curso "Comandante Henrique Lopes de Mendonça"
abaixo o nome dos alunos de 2011, ainda estão vivos, rs!
https://www.facebook.com/escolanavalpt/photos/comandante-henrique-lopes-de-mendon%C3%A7a-1856-931-patrono-do-curso-de-1990-henrique/896691037032906/