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terça-feira, 18 de junho de 2019

A indiferença à verdade! Ilusões e erros florescem em todo o lado. Mais do que nunca os homens nos aparecem escravos de uma palavra, de um lema, para se matar, para se encolher ao silêncio uns aos outros. O mundo está carregado de ódio e mal-entendido. Nenhuma Estatística nos diz quão grande é o número de loucos, e se ele é maior do que antes; mas a loucura tornou-se mais poderosa para fazer mal, e fala por um trono mais alto. As saudáveis inibições do respeito à tradição, à forma, à cultura, para o indivíduo semicolto, enfraquecem-se cada vez mais. O sintoma mais grave é "A indiferença à verdade", visível em todo o lado, e que toca o seu auge no fato de que a decepção política cobra o aplauso universal. Johan Huizinga, a crise da civilização. Amanhã tem mais. Oba! Ore pelos que se perderam no caminho!

Ilusões e erros florescem em todo o lado. Mais do que nunca os homens nos aparecem escravos de uma palavra, de um lema, para se matar, para se encolher ao silêncio uns aos outros. O mundo está carregado de ódio e mal-entendido. Nenhuma Estatística nos diz quão grande é o número de loucos, e se ele é maior do que antes; mas a loucura tornou-se mais poderosa para fazer mal, e fala por um trono mais alto. As saudáveis inibições do respeito à tradição, à forma, à cultura, para o indivíduo semicolto, enfraquecem-se cada vez mais. O sintoma mais grave é "A indiferença à verdade", visível em todo o lado, e que toca o seu auge no fato de que a decepção política cobra o aplauso universal.

Johan Huizinga, a crise da civilização 17 de fevereiro







https://www.academia.edu/36746517/Johan_Huizinga_e_a_Crise_da_Civiliza%C3%A7%C3%A3o?auto=download

José Ferreira Pinto Basto ,Porto, 16 de setembro de 1774, Lisboa, 23 de setembro de 1839,

 José Ferreira Pinto Basto ,Porto, 16 de setembro de 1774, Lisboa, 23 de setembro de 1839,