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terça-feira, 28 de setembro de 2021
terça-feira, 14 de setembro de 2021
Já te mandei se foder hoje de novo Montain View?! então tá mandado, a obrigada Gracias pela minha estatística de 5 visões. rs!
E PORQUE
AQUI
Quem, portanto, não ama a solidão, também não ama a liberdade: apenas quando se está só é que se está livre (…) Cada um fugirá, suportará ou amará a solidão na proporção exacta do valor da sua personalidade. Pois, na solidão, o indivíduo mesquinho sente toda a sua mesquinhez, o grande espírito, toda a sua grandeza; numa palavra: cada um sente o que é. — SCHOPENHAEUR
Porque quando você está com outra pessoa ela quer mudar a tua pessoa.
Se não é no grito é na porrada, rs!
ou tanto faz!
Quem se importa.
"Não estou aqui para ganhar "elogios falsos" ou "críticas que não sejam construtivas"... Faço o que quero, como quero e quando tenho vontade, se acha meu jeito estranho isso é ótimo, nunca quis ser normal, o comum me enjoa. Gosto do novo e principalmente do diferente, tenho o livre arbítrio de errar sozinha e assumir as consequências também. Por tanto, desculpa aí, mas com todo respeito, o que você diz sobre mim, é só o que você diz." roubada a
segunda-feira, 13 de setembro de 2021
Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais
Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais
| Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais | |
|---|---|
Fachada da catedral, logo após sua restauração | |
| Construção | 1893 |
| Diocese | Arquidiocese de Curitiba |
| Website | Site Oficial |
| Geografia | |
| País | Brasil |
| Local | Curitiba, PR, |
| Coordenadas | |
A Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, ou Catedral Basílica de Curitiba, é um templo católico do município de Curitiba, capital do estado brasileiro do Paraná.[1]
História
Em 1668, uma pequena igreja de pau a pique foi edificada no local, hoje Centro Histórico de Curitiba, com a denominação de Igreja de Nossa Senhora da Luz e Bom Jesus dos Pinhais.[2]
Em 1693, instalou-se em suas dependências a Câmara Municipal, a fim de eleger as primeiras autoridades locais. No dia 29 de março do mesmo ano foi oficializada a fundação da Vila de Nossa Senhora da Luz e do Bom Jesus dos Pinhais de Curitiba.[2]
Anos mais tarde essa pequena construção deu lugar a uma maior, em pedra e barro, denominada Igreja Matriz, que foi concluída em 1721. Essa, por sua vez, foi demolida entre os anos de 1875 e 1880, para que finalmente fosse edificada a atual Catedral, cujos trabalhos ocorreram entre 1876 e 1893.[2][3]
Em 1894, foi instalada a diocese e o templo recebeu o título de Catedral, com a posse do primeiro bispo, D. José Camargo.[2]
No dia 7 de junho de 1993, cem anos após sua inauguração, a Catedral foi elevada ao grau de Basílica Menor, em reverência à Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, a santa padroeira da capital paranaense.[4]
Arquitetura
A catedral foi construída em estilo neogótico - ou gótico romano - inspirada na Catedral da Sé de Barcelona, na Espanha. As pinturas existentes são dos artistas italianos Carlos Garbaccio e Anacleto Garbaccio[5].
A autoria do projeto é atribuída ao arquiteto francês Alphonse Conde des Plas, com pequenas modificações feitas pelo engenheiro Giovani Lazzarini[3], responsável pela execução da obra[6].
No plano original, uma de suas duas torres comportaria um sino e um relógio, enquanto a outra um observatório meteorológico dotado com um barômetro, que jamais foi instalado, em razão dos altos custos.[3]
Em 1947, foi construído um anexo. Esta ampliação impede que o Iphan - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional reconheça a Catedral como patrimônio histórico, porém é considerada uma unidade de interesse de preservação municipal.[3]
Restauração
Em 2012, foi finalizada a mais profunda e detalhada restauração do templo, devolvendo-lhe as cores originais.[7]
Nesta etapa, algumas características até então desconhecidas ou esquecidas foram descobertas, como um poço de nove metros no presbitério, que provavelmente abastecia a primeira igreja e tornou-se uma atração após ser iluminado e coberto com um tampo de vidro.[8]
https://pt.wikipedia.org/wiki/Catedral_Bas%C3%ADlica_Menor_de_Nossa_Senhora_da_Luz_dos_Pinhais
quarta-feira, 8 de setembro de 2021
Miguel António Ciera! Mapa em Que os Rios da Argentina, Paraná e Paraguai são Descritos com Maior Exatidão pela Primeira Vez, Quando uma Iniciativa foi Realizada pelo Nova Colônia até a Foz do Rio Jauru
gravado em
o pirmeiro olhar
https://bdlb.bn.gov.br/acervo/handle/20.500.12156.3/35952
https://archive.li/k8Ymn
https://bdlb.bn.gov.br/acervo/handle/20.500.12156.3/15432
https://www.wdl.org/pt/item/2581/
https://www.wdl.org/pt/item/1070/
Sophia
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Miguel Ciera (fl. 1770)
Miguel António Ciera era um engenheiro italiano, natural do Piemonte, que veio para Portugal em meados do século XVIII para integrar a comissão de homens de ciência encarregada da demarcação topográfica dos limites das possessões portuguesas na América meridional. Depois de concluídos os seus trabalhos no Brasil, Ciera regressou a Lisboa, onde foi contratado para integrar o corpo docente do Colégio dos Nobres, fundado em 1761. Esta escola destinava-se aos filhos dos nobres que pretendiam seguir a carreira das armas e necessitavam, para isso, de formação científica. Ciera foi prefeito dos estudos do Colégio dos Nobres, tendo proferido o discurso inaugural, em 19 de Março de 1766. A par de Ciera, foram escolhidos outros dois professores italianos, Miguel Franzini (?-1810) e João Brunelli para a Matemática e Dalla Bela (1730-c.1823) para a Física Experimental. Apesar de inaugurado o Colégio em 1766, o ensino das ciências apenas seria iniciado em 1768 e logo em seguida extinto em 1772, aí permanecendo apenas as disciplinas literárias até ser fechado, em 1837, sendo as suas instalações destinadas à instalação da Escola Politécnica de Lisboa. Ciera foi entretanto convidado pelo Marquês de Pombal a trabalhar na comissão de reforma dos estudos da Universidade de Coimbra, tendo colaborado com José Monteiro da Rocha (1734-1819), Miguel Franzini, e Daly na elaboração dos estatutos da Faculdade de Matemática. Em 1772 foi integrado no corpo docente da Faculdade de Filosofia da Universidade de Coimbra, onde ficou a reger a cadeira de Astronomia, para o que recebeu o grau de Doutor.
A actividade científica de Ciera está muito pouco documentada. Para além dos trabalhos que desenvolveu enquanto esteve integrado na comissão encarregada da delimitação dos territórios portugueses na América do Sul, sabe-se que fez diversas observações astronómicas enquanto esteve no Brasil, de que não se conhecem registos. Fez também observações astronómicas nas instalações do Colégio dos Nobres em Lisboa, conforme vem relatado num texto de Custódio Vilas Boas, “Memoria acerca da Latitude, e Longitude de Lisboa, e exposição das Observações Astronómicas por onde ellas se determinarão”, inserido no tomo I das Memórias da Academia das Sciencias de Lisboa, 1797, pp. 305-325. Neste texto relatam-se diversas observações astronómicas, entre as quais o trânsito de Vénus de 5 de Junho de 1761 e os eclipses do Sol de 31 de Março de 1764 e de 27 de Outubro de 1780, observações realizadas para determinação rigorosa da longitude de Lisboa. Além destas observações de Miguel Ciera, Vilas Boas alude também a outras observações feitas em colaboração com o seu filho Francisco António Ciera (?-1814), lente de astronomia e navegação na Academia Real de Marinha, com o mesmo objectivo. Através da correspondência de Joseph-Nicolas Delisle (1688-1768), estudada por Rómulo Carvalho (Carvalho, 1985), sabe-se que Miguel Ciera se correspondeu com este astrónomo francês. Em 1760 Ciera enviou a Delisle uma lista de observações de eclipses do primeiro satélite de Júpiter efectuadas na América do Sul. Após a observação do trânsito de Vénus, em Junho de 1761, Ciera enviou a Delisle os registos das suas observações feitas no Colégio dos Nobres. Relativamente à sua actividade no Colégio dos Nobres, grande parte da bibliografia existente afirma que Ciera foi contratado para leccionar matemática. No entanto, Rómulo de Carvalho, a partir dos documentos que analisou, concluiu que Ciera nunca leccionou matemática no Colégio dos Nobres, tendo aí exercido o cargo de prefeito dos estudos. Quando da extinção do ensino científico neste colégio, Ciera e Dalla Bella foram encarregados de tratar da transferência de todos os instrumentos científicos que tinham sido comprados e mandados fazer para o ensino da física experimental, para o Gabinete de Física da Universidade de Coimbra. Por decreto de 11 de Setembro de 1772 foi nomeado para reger a cadeira de Astronomia na Faculdade de Matemática da Universidade de Coimbra, em simultâneo com a nomeação de Miguel Franzini para a de Álgebra e de Monteiro da Rocha para a de Ciências Físico-Matemáticas. Nos dois primeiros anos de funcionamento da nova Faculdade de Matemática Ciera regeu a cadeira de Geometria, alternando com Franzini, passando em seguida a reger a cadeira que lhe estava destinada. Em 1779 os únicos lentes da Faculdade de Matemática eram Ciera e Monteiro da Rocha, uma vez que entretanto José Anastácio da Cunha tinha sido afastado em 1778 das suas funções de lente de Geometria que ocupava desde 1774 e Franzini tinha sido nomeado para mestre dos príncipes. Não se conhecem publicações científicas de Ciera, nem se sabe até que ano ocupou a cadeira de Astronomia. Publicações Os tres livros de Cicero sobre as obrigações civis, traduzidos em lingua portugueza, para uso do real collegio de Nobres, Lisboa, Offic. de Miguel Manescal da Costa, 1766. Oratio habita XIV. Cal. April. Coram Josepho I – Lusitanorum rege idelíssimo cum primum nobilis adolescentes studiorum rationem ingrederentur anno MDCCLXVI, Lisboa, Ofic. de Miguel Manescal da Costa, 1766. Michaelis Antonii Cierae in regali olisiponensi collegio studiorum praefecti : oratio habita XIV cal. April..., Lisboa, Ofic. Miguel manescal da Costa, 1766. Michaelis Antonii Cierae in regali nobilium adolescentum collegio studiorum praefecti : oratio ad instauranda litterarum atque artium studia..., Tipografia Régia, 1769.
CARVALHO, Rómulo de, História da Fundação do Colégio Real dos Nobres de Lisboa (1761-1772), Coimbra, Atlântida, 1959. Apontadores José Anastácio da Cunha uma tragédia eterna | |||||||||||||||
| © Instituto Camões 2004 http://cvc.instituto-camoes.pt/ciencia/p46.html | |||||||||||||||
Mapa em Que os Rios da Argentina, Paraná e Paraguai são Descritos com Maior Exatidão pela Primeira Vez, Quando uma Iniciativa foi Realizada pelo Nova Colônia até a Foz do Rio Jauru
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Estrutura Internacional para a Interoperabilidade de Imagens (IIIF) Ajuda
Francesco Bernardi
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