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segunda-feira, 6 de abril de 2026

José Maria Goulart de Andrade, engenheiro, geógrafo, jornalista, poeta, cronista, romancista e teatrólogo, nasceu em Jaraguá, Maceió

 

 José Maria Goulart de Andrade (Porto de Jaraguá, Maceió, 6 de abril de 1881 — Rio de Janeiro, 19 de dezembro de 1936) foi um escritor brasileiro.[1]

Era filho de Manuel Cândido Rocha de Andrade, oficial da Marinha e engenheiro, e de Leopoldina Pimentel Goulart de Andrade. Fez os estudos preparatórios na terra natal, indo matricular-se, aos 16 anos de idade na Escola Naval do Rio de Janeiro, onde fez o curso prévio. Ingressou na Escola Politécnica, por onde se diplomou em Engenharia civil em 1906, indo exercer sua profissão na Prefeitura do Rio de Janeiro

Fontes, em companhia do ator Leopoldo Fróes e do poeta Goulart de Andrade

da esquerda pra direita Leopoldo José Martins Fontes, e Goulart de Andrade 
 

https://www.novomilenio.inf.br/cultura/cult008n02.htm

https://www.blogger.com/u/2/blog/post/edit/2440002276847656293/8296895730244437322 

 

Terceiro ocupante da Cadeira 6, eleito em 22 de maio de 1915 na sucessão de Artur Jaceguai e recebido pelo Acadêmico Alberto de Oliveira em 30 de setembro de 1916. Recebeu o Acadêmico Xavier Marques.

Goulart de Andrade (José Maria G. de A.), engenheiro, geógrafo, jornalista, poeta, cronista, romancista e teatrólogo, nasceu em Jaraguá, Maceió, AL, em 6 de abril de 1881, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 19 de dezembro de 1936.

Era filho de Manuel Cândido Rocha de Andrade, oficial da Marinha e engenheiro, e de Leopoldina Pimentel Goulart de Andrade. Fez os estudos primários e secundários em Maceió. Aos 16 anos, foi para o Rio de Janeiro e ingressou no curso preparatório para a Escola Naval, mas pretendia, na verdade, fazer-se homem de letras. O influxo de poetas e prosadores na Capital, nos últimos anos do século XIX, agiu naturalmente sobre o seu espírito, e em breve Goulart de Andrade deixava a Escola Naval para matricular-se na Escola Politécnica. Ali obteve o título de engenheiro em 1906.

Ao deixar de lado as aspirações de fazer-se oficial de marinha, procurou e obteve um posto na Prefeitura do Distrito Federal. Desde cedo, vinculou-se ao grupo de poetas boêmios, entre os quais Guimarães Passos (seu conterrâneo), Olavo Bilac, Emílio de Menezes, Martins Fontes. Como poeta, esmerou-se na especialidade das poesias difíceis, de forma fixa o vilancete, o rondel, a balada e sobretudo o canto, real, uma das mais complexas formas poéticas. Tornou-se também jornalista, sendo um dos redatores de O Imparcial nos primeiros tempos, onde teve o convívio de João Ribeiro, Humberto de Campos e Augusto de Lima. Publicou inúmeros trabalhos na Revista da Academia Brasileira de Letras.

https://www.academia.org.br/academicos/goulart-de-andrade/biografia 

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