segunda-feira, 29 de junho de 2026

NARCISISTA! O narcisista não compactua com o diabo. O narcisista ele é o chefe do diabo!

 https://www.facebook.com/reel/1461360429055503

O narcisista não compactua com o diabo. O narcisista ele é o chefe do diabo. Assombração sabe pra quem aparece. Até o diabo recua diante de um. 

 

Um dia a casa dele cai de vez, a vítima descobre começa analisar as atitudes dele, começa a comparar esse narcisista com outras pessoas, e percebe que tem alguma coisa estranha, principalmente quando ele muda coisas do lugar em que a pessoa colocou e fala que ela não sabe onde guardou, a vitima começa a perceber as mentiras, começa a perceber que ele fala uma coisa sobre um assunto e depois fala outra coisa sobre o mesmo assunto, e principalmente a vitima começa a perceber que ele dá uma opinião sobre alguma coisa de acordo com a pessoa com quem está conversando, e a vitima só observando, fica quieta e se prepara aos poucos, porque pra provar tudo isso na justiça é bem difícil, tem que gravar e filmar, teve narcisista que quando a vitima foi na policia mostrar gravação o narcisista falou na policia que a vóz da gravação não era a dele. E no final fica sim tudo de graça porque nada pode ser feito contra o narcisista, recolher provas é bem dificil, muitas vezes é a palavra dele contra a palavra da outra pessoa, mas a vitima que é esperta faz tudo aos poucos contrata advogado e dá um golpe certeiro caindo fora do relacionamento de vez


domingo, 28 de junho de 2026

Engenheiro Oscar de Almeida Gama - 1878 - 1933 cc Beatriz Calheiros Cotta

 

 Engenheiro Oscar de Almeida Gama - 1870? 1930?

 

https://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon381886/icon381886.pdf 

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BUSTOS e AUTOGRAPHOS de homens do teu

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Esie livro e teu, falla de ti e dos teus, falla da tua terra, essa pomposa terra dos Tamoyos: contem. BUSTOS e AUTOGRAPHOS de homens do teu.

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A casa da Praia de Botafogo, número 530, de 1913, é de propriedade do
construtor Oscar de Almeida Gama.  

https://repositorio.ufmg.br/bitstream/1843/BUOS-96NJP8/1/a_20mulher_20e_20a_20casa_patr_cia_20t._20junqueira_20schett.pdf 

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Oscar de Almeida Gama foi o pai de Sávio Cotta de Almeida Gama (conhecido como Sávio Gama), nascido em 25 de março de 1907. Sávio Gama foi uma figura histórica fundamental no Rio de Janeiro e no Sul Fluminense, sendo o primeiro prefeito e um dos emancipadores do município de Volta Redonda. A mãe de Sávio e esposa de Oscar foi Beatriz Calheiros Cotta.


A mãe de Oscar de Almeida Gama não está documentada nas principais genealogias públicas, embora ele tenha sido casado com Beatriz. Ele também teve uma irmã chamada Amélia de Almeida da Gama. [1, 2]


Se você estiver buscando os ascendentes (pais) diretos de Oscar de Almeida Gama, me informe, para que eu possa tentar cruzar outros registros genealógicos da família, ou me diga se você gostaria de detalhes sobre a biografia de Sávio Gama. 

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Teofilo de Almeida Gama

https://acervo.arquivopublico.sc.gov.br/index.php/theophilo-d-almeida-gama 

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Joaquim Antonio de Almeida e Gama e Maria Josefina Cândida de Jesus Leopoldina MG

 filho  João Caetano Almeida Gama pergunta seria irmão de Oscar de Almeida Gama?

https://cantoni.pro.br/2017/10/19/86-romao-pinheiro-correa-de-lacerda-descendentes-do-segundo-casamento-parte-ii/ 

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aqui a foto da Beatriz Cotta

https://editora.unifoa.edu.br/wp-content/uploads/2023/07/Savio-Gama-fotos-que-contam-a-sua-historia-online.pdf 

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Paulo José de Faria Brandão (1844-1890) cc/ Maria Teles

 

 Paulo José de Faria Brandão (1844-1890) 

https://literaturabrasileira.ufsc.br/documentos?id=226241 

 Neto materno do dr. Paulo José de Faria Brandão e de d.? Maria Teles de Faria Brandão. 

https://archive.org/details/revista-genealo-gica-brasileira-ano-iii-no-5-1942/mode/2up?q=%22Carlos+Alberto+de+S%C3%A1+Magalh%C3%A3es%22 

 https://archive.org/details/revista-genealo-gica-brasileira-ano-iii-no-5-1942/mode/2up?q=%22Carlos+Alberto+de+S%C3%A1+Magalh%C3%A3es%22

 

 

 https://pdfcoffee.com/granito-2-assentamentos-guara-pdf-free.html

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engenheiro-chefe e gerente / é a mesma pessoa?

https://www.geocities.ws/leoni_iorio_valenca_div2/valenca_livro_economicos_parte_4.htm 

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é a mesma pessoa? não podem ser a mesma pessoa pois diverge a data e o nome dos parentes.

filho de José Joaquim Ferreira Brandão e Benta Maria Costa Faria. 

https://gw.geneanet.org/valdenei?lang=fr&m=N&v=brandao 

https://archive.li/kITFV 

 

 

Os Notáveis do Rio de Janeiro 1910,

https://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon381886/icon381886.pdf

cionald rid - bibliothec
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6 de abr. de 2024 — 266 J. M. da Cunha Vasco. 8. V. Segadas Vianna. 146 J. M. Pacheco. 15. John Crashley. 87 J. Marques & C. 165. Jorge Conceição-Com. 289 J. Murta ...

J. M. da Cunha Vasco, 1850- 26 de junho 1918 José Maria da Cunha Vasco 10 de maio de 1879 cc Anna Luiza da Cruz Braga

 

 

 

Serões, revista mensal illustrada

 https://archive.org/details/seroesrevistamen11unse/mode/2up?q=%22Jos%C3%A9+Maria+da+Cunha+Vasco%22

 

https://archive.org/details/icon1387680/page/n49/mode/2up?q=Vasco

https://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon381886/icon381886.pdf 

https://archive.org/details/rmfazenda1902/page/n61/mode/2up?q=%22J.M.+Cunha+Vasco%22 

https://archive.org/details/lavouraboletimda2021soci/page/96/mode/2up?q=%22J.M.+Cunha+Vasco%22 

https://archive.org/details/1911-maio-06-sabado/1911%20Maio%2002%20Ter%C3%A7a-feira/mode/2up?q=%22J.M.+Cunha+Vasco%22 

http://www.opapeldaarte.com.br/Artigos/75?pa=9 

 

1878 Real Gabinete Portuguès de Leitura

https://archive.org/details/1921-maio-01-domingo/1921%20Maio%2013%20Sexta-feira/mode/2up?q=%22Jos%C3%A9+Maria+da+Cunha+Vasco%22 

 Mantenedor do Hospital 

O Hospital Novo de Esposende (Valentim Ribeiro) 

 https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/124362/2/368034.pdf

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Missa para José Maria da Cunha Vasco

em julho de 1918 

  https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/348970/per348970_1918_02359.pdf

 Corít grande acompanhamento, e£-
feciuou-se hontem, ás II! horas, no ue-
miterio de São João Baptista, o enterro
do conhecido o importante industrial, sr.
José Maria da Cunha Vasco.
O seu fallec.mento, oecorrldç ante-
hontem, á.5 20 horas, causou muita con-
s.ernação no nosso mundo commercial,
onde o finado oecupaxa logar de desta-
quo.
lira, o sr, Cunha Vásvo de nacioaali-
dado iportugueza, o deixa viuva e tres
filhos, morrendo aos CS annos de edade.
O ferotro sahiu para aquella necropole,
da matriz de São João Baptista 'da La-
gôa; ã rua Voluntários du Pátria, onde
fora depositado o corpo

 https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/107670/per107670_1918_01994.pdf

 

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perdeu uma filha de nome Carmem (criança

Carinen, lilha du José Maria da Cunha Vasco,
brazileira, 0 dias.- Gastro-eutoro-colito. 

https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/236055/per236055_1883_00090.pdf 

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 10 de maio de 1879 cc Anna Luiza da Cruz Braga

 

 https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/343951/per343951_1879_00057.pdf

 viúva Anna Braga (Anna Braga da Cunha Vasco)

 https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/107670/per107670_1918_01998.pdf

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não entendi em 1881 ela já havia morrido? deve ser uma homonima pelo nome de casada. Ela poderia ser outro nome de solteira que não Cruz Braga, assumiu o sobrenome do marido?

https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/103730/per103730_1882_00055.pdf 

____._i:r__L:j-_a_r_g-l_nas_______-!_
nsfl Antônio Joaquim Dias Braga,
JJtL-seus lllhos, filhas o genros man
-S^a-ãdam celebrar uma missa, na
H igreja de S. Francisi o de Paula,
hoje, sabbado, 25 do corrente,
ás 8 1/2 horas, por alma do sua
S__8 prezada esposa, mãi e sogra
D. Anna Luiza da Cruz Braga, 1* anni-
versado de seu fallecimc 

 

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JOSÉ MARIA DA CUNHA VASCO. Parece-me que pertence ao corpo commercial do Rio de Janeiro. Fundou e redigiu o seguinte :

9710) Leitura popular. Publicação mensal. Rio de Janeiro, na typ. Perseverança. O n.º 4 é datado de setembro de 18714. Forma um folheto em 8.º de 96 pag., com a collaboração de diversos. Ignoro o tempo da existencia d'esta publicação

 

 

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 {'ü-iipaiiliia Frigorífica c Pas-
toril Brazileira

https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/369365/per369365_1891_02089.pdf 

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J. M. da Cunha Vasco foi um proeminente empresário, industrial e figura de destaque na elite econômica do Brasil durante o final do século XIX e as primeiras décadas do século XX. Ele teve um papel central na organização do setor produtivo brasileiro e na defesa do protecionismo econômico.
As principais contribuições e atuações de J. M. da Cunha Vasco incluem:

    Centro Industrial do Brasil (CIB): Ele foi membro fundador e um dos redatores do projeto de estatuto desta influente instituição patronal. Atuou como segundo secretário na primeira diretoria do CIB (formada em 1904) ao lado de nomes como Jorge Street e Guilherme Guinle.
    Indústria Têxtil: Ele foi um dos industriais e representantes de maior relevância no segmento de fiação e tecelagem, tendo inclusive integrado a diretoria de grandes empresas como a Companhia Confiança Industrial. Ele documentou avaliações históricas sobre as fábricas brasileiras e o mercado interno de algodão em 1905.
    Atuação Institucional: Participou ativamente das discussões sobre tarifas alfandegárias, legislação trabalhista (como a lei de acidentes de trabalho de 1919) e o fortalecimento do mercado manufatureiro nacional perante o Centro Industrial do Brasil.

Você gostaria de saber mais sobre a participação dele no Centro Industrial do Brasil, a atuação na indústria têxtil, ou o contexto histórico e econômico da época em que ele viveu?

 

https://www.historia.uff.br/stricto/td/1384.pdf 

 

1. J.M. da Cunha Vasco (A Indústria do Algodão)
Na historiografia econômica brasileira, J.M. da Cunha Vasco é a principal referência para o período. Ele elaborou levantamentos estatísticos essenciais sobre a expansão das fábricas de fiação e tecelagem. Suas publicações documentaram o "boom" de mecanização e produção algodoeira que ganhou impulso nas últimas décadas do século XIX e consolidou-se nos primeiros anos do século XX.
2. Pintoras da Família Cunha Vasco
Na cena artística carioca, havia duas pintoras de destaque com esse sobrenome que participaram da famosa Exposição Geral de Belas Artes:

    Anna da Cunha Vasco (1881–1938): Artista natural do Rio de Janeiro e aluna do pintor alemão Benno Treidler. Ela foi premiada na V Exposição e é conhecida por suas aquarelas do Rio de Janeiro.
    Maria da Cunha Vasco (1879–1965): Também aluna de Treidler, destacou-se entre o final da década de 1890 e o início dos anos 1900. Após 1911, mudou-se para Lausanne, na Suíça, onde produziu e faleceu.

3. As Aquarelas de Anna Vasco
O ano de 1900 marca o período de maior produção das aquarelas da família Cunha Vasco. Elas documentaram com grande valor histórico e artístico as paisagens do Rio de Janeiro Antigo, como os bairros de Botafogo e o Morro do Cantagalo.
Para acessar detalhes aprofundados sobre a vida artística dessas pintoras, consulte a biografia de Maria da Cunha Vasco.
Você gostaria de focar a pesquisa nas obras de arte e aquarelas da família ou nos dados históricos da industrialização (indústria do algodão) documentados por Cunha Vasco? 

Alberto de Magalhães 1880, Antiga drogaria Klingelhoefer- comendador Alberto de Magalhães (Carlos Alberto de Magalhães). Carlos Alberto de Sá Magalhães

 

  

 outra foto dele:

https://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon381886/icon381886.pdf 

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BUSTOS e AUTOGRAPHOS de homens do teu

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Esie livro e teu, falla de ti e dos teus, falla da tua terra, essa pomposa terra dos Tamoyos: contem. BUSTOS e AUTOGRAPHOS de homens do teu.

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 Imprensa, indústria e comércio no início do século XX, no ...
Portal Intercom
http://www.intercom.org.br › outros › resumos
PDF
de HE Gómez — Carlos Alberto de Magalhães”, por parte de mais de setenta comerciantes auto-definidos como “representantes legítimos do comércio do Rio de ...

http://www.intercom.org.br/papers/outros/hmidia2007/resumos/R0071-1.pdf

Carlos Alberto de Sá Magalhães cc Maria Paula Faria

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Neste sentido, podemos refletir sobre o fato de
que, para se criar uma publicação na época, não só eram necessárias qualidades
jornalísticas mas também bons relacionamentos e contatos no mundo do comércio e da
indústria. O outro impulsor d´A Avenida, Carlos Alberto de Magalhães, nascido em 1880,
além de escritor era sócio e estava à frente de uma das mais antigas e importantes casas do
comércio da cidade, uma importadora de drogas, produtos químicos e farmacêuticos8. O
seu pai,
Alberto de Sá Magalhães e Jesuina , tinha feito uma carreira de sucesso na Casa Klingelhoefer
(fundada em 1826). Em fevereiro de 1905, pouco antes do fechamento d´A Avenida, há um
fato (noticiado pela revista) que pode ajudar a compreender o lugar que teve a publicação
na trajetória dos seus fundadores, ou, dito de uma outra forma, o significado para essas
pessoas de fundar uma revista do tipo d´A Avenida. Naquela oportunidade, uma
“manifestação de apreço a Carlos Magalhães”, realizada por um segmento do mundo
comercial, mostrava o ativo papel de Magalhães nesse universo de comerciantes e dava
uma idéia das possibilidades que um meio de circulação maciça podia lhe dar para agir
nesse universo.
“Sabemos que muitos anunciantes e empregados no comércio desta capital pretendem
levar a efeito, muito breve, uma grande manifestação, de aprecio a Carlos Magalhães, pelos
grandes serviços que tem prestado a essa importante classe, ora na defesa dos seus direitos

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A Casa Klingelhoefer foi uma importante e tradicional drogaria e casa importadora que operou no Rio de Janeiro entre os séculos XIX e início do século XX.
Famosa por suas campanhas publicitárias históricas (como a de 1906), o estabelecimento comercial comercializava uma ampla variedade de produtos, destacando-se por:

    Linha Farmacêutica: Drogas, produtos químicos e especialidades médicas.
    Perfumaria: Importação de fragrâncias finas e perfumes de prestígio.
    Específicos Importados: Venda de produtos como os do Dr. Humphreys e o famoso "Coalho para fabricação de queijo".

Sua operação mais famosa ficava localizada na Rua da Alfândega, nº 52 (e mais tarde na Rua da Alfândega, 17), no centro comercial do Rio de Janeiro. A loja foi administrada durante muitos anos pelo comendador Alberto de Magalhães, sendo uma das principais referências no ramo de importação de químicos e cosméticos da época. [1, 2, 3]
Se você tiver interesse, posso ajudar com:

    Detalhes sobre outros grandes estabelecimentos comerciais e farmácias do Rio de Janeiro no início do século XX.
    Informações sobre a história da publicidade e dos cromos comercializados pela empresa. 

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 https://archive.org/details/ocompiladoroumis00unkn/mode/2up?q=Klingelhoefe

 https://archive.org/details/1884-idx_202605/1879%20IDX%20%282%29/page/n255/mode/2up?q=Alberto+de+Magalh%C3%A3es+

???

 

https://archive.org/details/RevistaDaSemana_RJ_1906_00295/page/n21/mode/2up?q=%22Carlos+Alberto+de+Magalh%C3%A3es%22 


Octávio Guimarães - Águas de Caxambu - 1860 - 1930? irmão de Alfredo F. Guimarães,

 

 

 

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BUSTOS e AUTOGRAPHOS de homens do teu

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mais uma foto do Octávio Guimarães

REVISTA FON FON EM CAXAMBU 

https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/259063/per259063_1910_00017.pdf 

 https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=313394&Pesq=%22VIDAL%20de%20OLIVEIRA%20FREITAS%22&id=3720803447687&pagfis=29124

https://www.novomilenio.inf.br/santos/h0300g40g.htm
https://archive.li/zGn6m

Empresa das Águas de Caxambu - Caxambu, pequena vila do município de Baependi, Minas Gerais, tornou-se célebre em todo o país pelas suas fontes minerais, dotadas de extraordinárias propriedades terapêuticas. As versões sobre a data da descoberta dessas fontes divergem, havendo opiniões que a fazem remontar a 1841, enquanto que outros a colocam no ano de 1844 ou ainda em 1849. É certo, porém, que já em 1861, por proposta do dr. Manoel Joaquim, a Assembléia Provincial de Minas votara um crédito de Rs. 4:000$000 para a desapropriação das fontes e do vale de Caxambu, e esta lei foi sancionada pelo então presidente de Minas, dr. Fidelis de Andrade Botelho, recebendo João Constantino e Teixeira Leal, proprietários desses terrenos, 750$000 cada um pela desapropriação da área em que se achavam as fontes e dos terrenos necessários à fundação de uma cidade.

Após a constituição de várias sociedades que sucessivamente e com maior ou menor êxito exploraram os afamados mananciais, foi em 1904, pela Assembléia Estadual, autorizada a 

 encampação da empresa, que nesse mesmo ano foi arrendada pelo estado ao sr. Octavio Guimarães por contrato de arrendamento pelo prazo de 15 anos; em março do ano seguinte organizou-se a Empreza das Aguas Mineraes Naturaes de Caxambu.

Data dessa época a verdadeira e grande prosperidade da estação hidromineral de Caxambu. A povoação de Caxambu se estende por cerca de 5 quilômetros, em uma largura de 1 quilômetro; fica a 930 metros acima do nível do mar e goza de um clima extremamente saudável. É cortada pelo Bengo, afluente do João Pedro, que por sua vez corre para o Rio Baependi. Em seu curso através da povoação, o Bengo se dirige de Leste a Oeste, voltando bruscamente para Norte e formando um perfeito ângulo reto; à sua margem esquerda ergue-se, isolado, o Morro de Caxambu, com 1.325 metros de altitude; pela sua encosta sobe um grande bosque, e na base fica o parque, onde se acham todas as fontes. O parque tem 52.000 metros quadrados de extensão, sendo em parte ajardinado e conservando na outra parte a sua aparência florestal.

A Empresa das Águas Minerais de Caxambu teve a sua diretoria, desde a fundação em 1905, até 1907, composta dos srs. dr. Carlos Pereira de Sá Fortes, presidente, e Octavio Guimarães e Gabriel Carregal, diretores. Neste último ano foi à empresa proposto um acordo para a fusão com a Empresa Lambari e Cambuquira, e ficou constituída a Empresa Caxambu, Lambari e Cambuquira, tendo como diretores os srs. Octavio Guimarães, dr. Padua Rezende e dr. Luiz da Rocha Miranda. Retirando-se para a Europa o dr. Padua Rezende, foi o seu lugar ocupado pelo acionista sr. Alfredo Guimarães.

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Aqui 3 homonimos o acima, um Octávio Guimarães advogado e promotor público em Cantagallo

 tem muitos homonimos.

 https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=313394&Pesq=%22VIDAL%20de%20OLIVEIRA%20FREITAS%22&id=3720803447687&pagfis=40045

e um terceiro Octávio Guimarães guarda e inspetor de Alunos do Colégio Militar.

creio que na nossa família tem um Octávio Guimarães também. 

https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=313394&Pesq=%22VIDAL%20de%20OLIVEIRA%20FREITAS%22&id=3720803447687&pagfis=388
68

Alfredo Guedes, Campínas 1868 - 1920? cc Albertina Azevedo s.g.

  

 

 

página 21

https://zebu.org.br/PortalUploads/Revistas/A_Lavoura/1910_Maio/revista.pdf

 

 II id^ 10^
Zebu.org.br
https://zebu.org.br › 1910_Maio › revista
PDF
Wencesláo Alves Leite de Oliveira Bello, Bhering & C., Carlos Pareto. Page 78. 3i8. SOCIEDADE NACIONAL DE AGRICULTURA. & C., I. Lipiani O M. Gondolo, Carlos ...
110 páginas


    

 

Sylvio Ferreira Rangel
2° Vice-presidente — Dr. Josi-i Ribeiro Monteiro da Silva.
3° Vice-presidente — Dr. Anto.nio PAcheco Leão.
Secretario Gerai — Dr. Francisco Tito de Souza Reis.
1° Secretario — Dn. João Fulgêncio de Lima Mindello.
2° Secretario — Dr. Benedicto Raymundo da Silva.
3° Secretario — Alberto Jacobina.
4" Secretario — Dr. Victor Leivas.
1° Thesoureiro — Carlos Raulino.
2° Thesoureiro — Dr. .|oão Pedreira do CoutJ Ferraz Júnior.

 https://archive.org/details/revista_20260628

 https://dudelamonica.blogspot.com/2015/11/dr-alfredo-guedes.html

https://archive.li/wip/p40k3 

 

Político e empreendedor, com a bagagem de deputado estadual entre 1892 a 1894 e 1898 a 1900; secretário dos negócios da agricultura na vigência do mandato do Coronel Fernando Prestes, advogado e jornalista.

Proprietário do jornal "Tribuna Livre" de casa branca, e colaborador de outros importantes jornais do Estado de São Paulo; um estadista por definição e personalidade, conduta e sentimento!
Filho de José Guedes, Barão de Pirapitingui, cafeicultor e grande capitalista.
 Afredo foi trazido ao mundo, na cidade de campinas, no ano de 1868, com o compromisso de desenvolver intensa e extensa trajetória política e social... E assim fez!

Júlio Benedicto Ottoni, 24 de Setembro de 1857 Valença, Valença, Rio de Janeiro, Brazil 12 de dezembro de 1926

 

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BUSTOS e AUTOGRAPHOS de homens do teu

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 Este conjunto de livros, formado por cerca de 12.600 obras sobre o Brasil Colônia e o Brasil Independente, pertenceu ao colecionador e bibliófilo José Carlos Rodrigues (1844-1923). A denominação de Coleção Benedicto Ottoni foi a segunda condição imposta pelo industrialista Júlio Benedicto Ottoni, que adquiriu a biblioteca em venda pública e a doou integralmente à Biblioteca Nacional (BN), em 1911. A primeira condição foi que a coleção fosse mantida em local especialmente separado, “não podendo ser desmembrada para diversas salas da BN, exceto as obras valiosas que deveriam ser guardadas sob chave”. Mas o nome de José Carlos Rodrigues não ficou totalmente excluído de seus livros. Lê-se nos ex-libris colados a cada um dos objetos do conjunto “Collecção Benedicto Ottoni // Organizada pelo Dr. José Carlos Rodrigues // Doação do Dr. Julio Benedicto Ottoni”.

https://www.gov.br/bn/pt-br/atuacao/colecoes-e-servicos-aos-leitores/manuscritos/artigos-manuscritos/benedicto-ottoni 

https://www.geni.com/people/J%C3%BAlio-Benedicto-Ottoni/6000000023499686768 

José Carlos Rodrigues ,Cantagalo, RJ, Brazil, 19/06/1844, Paris, France, 28/06/1922,

 https://www.gov.br/bn/pt-br/atuacao/colecoes-e-servicos-aos-leitores/manuscritos/artigos-manuscritos/benedicto-ottoni

 https://en-wikipedia-org.translate.goog/wiki/Jos%C3%A9_Carlos_Rodrigues?_x_tr_sl=en&_x_tr_tl=pt&_x_tr_hl=pt&_x_tr_pto=tc

 José Carlos Rodrigues (Cantagalo, RJ, Brasil, 19/06/1844 – Paris, França, 28/06/1922) foi um jornalista, especialista em finanças e filantropo brasileiro, com ligações tanto com os Estados Unidos quanto com a Grã-Bretanha.
Fotografia de José Carlos Rodrigues (1844-1922)
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Vida pregressa

Ele nasceu em Cantagallo, no estado do Rio de Janeiro, filho de um agricultor com extensas plantações de café onde trabalhavam escravos. Após herdar de uma tia, libertou seus escravos antes da emancipação no Brasil. Estudou na Faculdade de Direito de São Paulo e, durante uma de suas viagens pela cidade, converteu-se ao protestantismo não denominacional ao ler uma Bíblia encontrada em uma casa onde se hospedou. Isso lhe proporcionou trabalho quando jovem e um tema de estudo fascinante na velhice.

Ele era um jornalista nato; como tantos outros nessa profissão, começou na universidade, contribuindo para jornais e até fundando uma revista jurídica. Aos dezenove anos, publicou uma edição anotada da Constituição brasileira que teve dez edições. Depois de se formar, começou a exercer a advocacia no Rio de Janeiro, e logo um de seus professores de direito se tornou Ministro da Fazenda e nomeou José Carlos como seu assessor. Presume-se que essa tenha sido a base para sua posterior expertise em jornalismo financeiro, e poderia tê-lo lançado precocemente em uma brilhante carreira jurídica e talvez política no Brasil. Mas, pouco tempo depois, foi acusado, aparentemente com razão, de irregularidades financeiras e fugiu para os Estados Unidos. [ 1 ] Ele não retornou ao Brasil por vinte anos, quando o prazo de prescrição o livrou da ameaça de processo.
Nos Estados Unidos

Primeiro, ele foi para Lowell, Massachusetts, e depois para a cidade de Nova York . Chegando do Rio quase sem dinheiro, começou a ganhar a vida com traduções do inglês para o português. Algumas eram para uma sociedade religiosa que produzia panfletos , pequenas obras sobre moral ou doutrina, que eram distribuídas em grande número na maioria dos países protestantes. No início da década de 1870, Rodrigues passou algum tempo em Washington, D.C. , onde dedicou meses à tradução, para o Procurador-Geral, de muitas páginas de documentos americanos sobre a disputa territorial do Alabama entre os Estados Unidos e a Grã-Bretanha.

Ele não perdeu o contato com o Brasil, muito menos cogitou tornar-se cidadão americano. Correspondia-se com Joaquim Saldanha Marinho pouco antes de Marinho, um maçom fervoroso , tornar-se líder do recém-formado Partido Republicano em 1870. Começou a enviar longos despachos mensais para um importante jornal brasileiro, o Jornal do Comércio – anos depois, ele se tornaria seu editor. Também escreveu artigos para a revista The Nation sobre a América Latina. Com a ajuda de um nova-iorquino do ramo da borracha na Amazônia, lançou sua própria revista mensal, O Novo Mundo , que alcançou uma circulação de 8.000 exemplares no Brasil e informava seus compatriotas “sobre o engenho e o progresso americanos em todos os campos”. A revista foi publicada de 1870 a 1879 e foi a única, entre quase 400 publicações em língua estrangeira nos Estados Unidos, destinada não a imigrantes, mas a leitores de outro país. [ 2 ] Seu secretário e colaborador foi o pioneiro poeta modernista Joaquim de Sousa Andrade .

Em 1876, ele ajudou na exposição brasileira na grande Exposição Internacional da Filadélfia . O imperador Pedro II do Brasil visitou os Estados Unidos para o evento. Rodrigues havia pedido que ele abdicasse e estabelecesse uma república em artigos que foram reimpressos no Brasil. No entanto, em reconhecimento à ajuda de José Carlos ao longo dos anos para as relações entre o Brasil e os EUA, o imperador subiu as escadas até o humilde escritório de O Novo Mundo para agradecer pessoalmente ao seu editor. [ 3 ]

Durante o Ano Novo de 1880, Ferdinand de Lesseps fez uma visita triunfal para verificar o andamento das obras do Canal do Panamá . José Carlos, repórter do New York World , fazia parte de uma comitiva americana que incluía o chefe e membros da já construída Ferrovia do Panamá, além de dois engenheiros do exército que o acompanhavam. O que Rodrigues escreveu no New York World interessou tanto o presidente americano Rutherford B. Hayes que ele foi convidado à Casa Branca ainda em 1880 para discutir o assunto. Em 1885, Rodrigues escreveu artigos sobre o canal para o London Financial News, que foram republicados com o título " O Canal do Panamá: sua História, seus Aspectos Políticos e Dificuldades Financeiras " [ 4 ] . Após a conclusão do canal pelos americanos, o presidente Theodore Roosevelt escreveu a Rodrigues: "Você foi um profeta! E eu cumpri sua profecia."
Baseado novamente no Brasil

Em 1882, José Carlos aceitou um convite para captar recursos para empresas brasileiras, especialmente para a construção de ferrovias. Isso significou mudar-se para o grande centro financeiro mundial, Londres. Lá, aos 38 anos, conheceu a jovem de 15 anos que se tornaria sua esposa. Ao retornar ao Rio de Janeiro em 1890, comprou, com a ajuda de amigos leais, o Jornal do Comércio , para o qual continuava escrevendo. O Brasil havia se tornado uma república em 1889 e José Carlos teve que se esconder por meses em uma casa de seu mordomo nas montanhas. Escreveu uma biografia de Cristo e finalmente conseguiu escapar disfarçado em um navio britânico rumo a Londres, onde encontraria sua esposa preocupada. Mas o governo democrático retornou e José Carlos tornou-se novamente um conselheiro de confiança das autoridades, tratando de importantes negócios financeiros em suas viagens anuais a Londres. Em um relatório oficial de 1901, o Ministro da Fazenda brasileiro escreveu: "Ninguém é mais competente do que ele, em virtude de seu patriotismo, sua honestidade pessoal, sua estreita ligação com a política financeira do Governo, seu conhecimento profundo do assunto e sua familiaridade com as pessoas e os costumes de sua área de atuação."

As ferrovias no Brasil ainda eram em grande parte financiadas e, de fato, de propriedade dos britânicos, e em 1902 José Carlos atuou em nome do governo brasileiro em tentativas frustradas de comprar duas pequenas companhias ferroviárias, a de Alagoas e a do Rio Grande do Sul, de seus proprietários majoritariamente britânicos. Quando o Brasil e os Estados Unidos trocaram embaixadores pela primeira vez, o brasileiro que foi a Washington, Joaquim Nabuco , era amigo de Rodrigues, alguém que o utilizava como confidente. O Jornal do Comércio tornou-se mais influente do que nunca. Era até amplamente considerado a voz do Ministério das Relações Exteriores brasileiro e a fonte mais confiável no Brasil sobre os Estados Unidos. Quando Rio Branco era Ministro das Relações Exteriores, ele era muito próximo de Rodrigues, visitando frequentemente suas redações. [ 5 ]

O jornal The Times de Londres publicou, no final de 1909, uma grande edição dedicada à América do Sul. Em sua introdução, anunciava que “O principal jornalista do Brasil, Dr. J.C. Rodrigues, editor do Jornal do Comércio do Rio de Janeiro, escreveu uma admirável carta que precede os artigos sobre o Brasil. O Dr. Rodrigues é um dos escritores mais independentes e destemidos do Brasil”. Rodrigues editou o Jornal do Comércio até 1915, quando já tinha mais de setenta anos. O Christian Science Monitor noticiou sua aposentadoria com um artigo de 600 palavras.

Rodrigues era um notável colecionador de livros sobre o Brasil colonial e em 1907 publicou a Bibliotheca Brasiliense , um catálogo anotado em dois volumes tão útil que foi reimpresso sessenta anos depois, e novamente uma geração depois. Muitos de seus livros estão agora na Biblioteca Nacional do Brasil ; alguns foram comprados dele por um benfeitor para que ele pudesse financiar um hospital infantil no Rio. [ 6 ]
Túmulo de Rodrigues no cemitério de Highgate

Ao longo de toda a sua vida, manteve o interesse acadêmico pela religião e a fé prática que adquirira na juventude, dedicando sua velhice especialmente aos escritos religiosos. Sua primeira obra foi um estudo sobre as religiões não católicas no Brasil entre 1500 e 1900, que logo ganhou uma segunda edição. Em 1912, publicou uma monografia sobre a Ressurreição de Jesus; em 1918, Considerações Gerais sobre a Bíblia; e em 1921, um magistral estudo em dois volumes sobre o Antigo Testamento. Nem todos os seus escritos na velhice foram religiosos. Ele também utilizou os recursos do Jornal do Comércio para produzir, em 1918, uma coletânea de discursos do presidente americano Woodrow Wilson sobre a Primeira Guerra Mundial e, em 1921, 143 páginas de “notas” sobre o tema do contrabando em tempos de guerra.

Ele morreu em Paris em 1923, onde sua esposa inglesa, Jane Sampson, havia vivido grande parte de sua vida, e onde seu sobrinho João Baptista Lopes era o Cônsul-Geral do Brasil . Ele foi enterrado no Cemitério de Highgate em Londres. Suas duas filhas casaram-se com ingleses: a mais velha, Janet, casou-se com Sir William Garthwaite ; a mais nova, Evelina, casou-se com David Hawes, o diretor administrativo da Frederick Sage & Company , empresa de montagem de lojas. [ 7 ]
Referências

    José Carlos Rodrigues e O Novo Mundo, 1870-1879, George CA Boehrer, Journal of Inter-American Studies, Vol. 9, nº 1, janeiro de 1967
    Natalia Bas, Imagens brasileiras dos Estados Unidos, 1861-1898: Uma versão prática da modernidade?, tese da UCL
    Hugh C. Tucker, Memórias publicadas pela Sociedade Bíblica Americana
    Londres, 1885; republicado em 2002 pela University Press of the Pacific.
    Charles Andersen Gauld, http://www.revistas.usp.br/revhistoria/article/viewFile/35784/38500
    Gisele Sanglard, Filantropia e Políticas Públicas: Fernandes Figueira e o cuidado infantil no Rio de Janeiro (1899-1928), pela contribuição de Rodrigues a esta obra.
    Charles Gordon Clark, O patriarca da imprensa brasileira, impresso privadamente em 2018; Júlia Ribeira Junqueira, Fragmentações em uma história de vida, XXVII Simpósio Nacional de História


BUSTOS e AUTOGRAPHOS de homens do teu,

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BUSTOS e AUTOGRAPHOS de homens do teu

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Esie livro e teu, falla de ti e dos teus, falla da tua terra, essa pomposa terra dos Tamoyos: contem. BUSTOS e AUTOGRAPHOS de homens do teu.

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O texto citado faz referência à apresentação de um antigo álbum comercial e industrial do Rio de Janeiro, que reunia fotografias (bustos) e autógrafos de figuras de destaque da capital. A "pomposa terra dos Tamoyos" é uma alusão literária e histórica à região da Baía de Guanabara e ao Rio de Janeiro, baseada na denominação das tribos indígenas Tamoios que habitavam o litoral fluminense.
Se você tiver interesse em aprofundar a história dessa região ou quiser saber mais sobre os registros industriais e comerciais do Rio de Janeiro no início do século XX, me avise! Posso ajudar com detalhes sobre:
  • A história dos Tamoios e a Confederação dos Tamoios.
  • A importância dos álbuns biográficos e documentais no Brasil Império e República.
  • Outras obras raras sobre personalidades do comércio e da indústria fluminense

 

Carlos Pareto, Italiano fundou a Companhia Cometa em 1903

 

 

Carlos Pareto em

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Companhia Cometa
A Companhia Cometa foi fundada pela iniciativa de Cavaliere Pareto, italiano
empreendedor que foi para Petrópolis como agente detentor dos bens de produção, ao
contrário da grande quantidade de italianos que migraram para aquela cidade serrana na
qualidade de operários. Cavaliere Pareto fundou a Companhia Cometa no ano de 1903. O
capital aplicado foi de dois mil e quatrocentos contos de réis ou ainda quatro milhões de libras
italianas. Fundou tal companhia no mês de maio daquele ano e tornou-se seu proprietário ao 

deter a maior parte das ações98.
A Cometa Petrópolis, como era chamada, foi fundada na cidade possuindo duas sedes;
uma no Alto da Serra e outra no Meio da Serra, sendo dentre todas as companhias têxteis de
Petrópolis a que possuía maior proximidade com a cidade do Rio de Janeiro.
As ampliações da fábrica do Alto da Serra empreenderam-se ainda em 1903 conforme
se pode ver nos seguintes termos de um requerimento encaminhado à Câmara em agosto:
Ilmo Senhor Presidente da Câmara de Petrópolis
Dis a Companhia de Fiação e Tecidos Cometa, cita na Rua Theresa, que
precisando do aumento da construção da mesma fabrica conforme a planta que
apresenta demolir o sobrado da frente e trazella athé a frente com a mesma altura
orçando em vinte contos (...) vem solicitar a V.Sa99.
O requerimento foi considerado compatível com as posturas municipais e deferido, ao
que se procedeu à obra. A planta a qual o documento se refere encontra-se no documento 14
do anexo.
A produtividade da fábrica já pode ser percebida no próprio ano de 1903 por meio de
outro requerimento que Carlos Pareto encaminhou à Câmara Municipal de Petrópolis
solicitando a abertura de janelas no prédio da fábrica do Alto da Serra a fim de melhorar a
condição de trabalho dos operários. Assim estava o requerimento:
Ilmo Senhor Presidente da Câmara de Petrópolis 

 

https://www2.ufjf.br/ppghistoria/files/2012/04/Pedro-Paulo-Aiello-Mesquita1.pdf 

Sociedade Nacional da Agricultura Revista 1910

 

 https://zebu.org.br/PortalUploads/Revistas/A_Lavoura/1910_Maio/revista.pdf

 

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Zebu.org.br
https://zebu.org.br › 1910_Maio › revista
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Wencesláo Alves Leite de Oliveira Bello, Bhering & C., Carlos Pareto. Page 78. 3i8. SOCIEDADE NACIONAL DE AGRICULTURA. & C., I. Lipiani O M. Gondolo, Carlos ...
110 páginas


    Sylvio Ferreira Rangel
2° Vice-presidente — Dr. Josi-i Ribeiro Monteiro da Silva.
3° Vice-presidente — Dr. Anto.nio PAcheco Leão.
Secretario Gerai — Dr. Francisco Tito de Souza Reis.
1° Secretario — Dn. João Fulgêncio de Lima Mindello.
2° Secretario — Dr. Benedicto Raymundo da Silva.
3° Secretario — Alberto Jacobina.
4" Secretario — Dr. Victor Leivas.
1° Thesoureiro — Carlos Raulino.
2° Thesoureiro — Dr. .|oão Pedreira do CoutJ Ferraz Júnior.


capitão-tenente Advogado CARLOS VIDAL de OLIVEIRA FREITAS, Parati 1853 1915?

 Nascimento e morte : Parati (Brasil), 1853 –

Militar. Capitão-tenente da armada, diretor da biblioteca da marinha e cavaleiro da ordem de São Bento de Avis. 

Carlos Vidal de Oliveira Freitas foi Capitão-tenente da Armada, diretor da Biblioteca da Marinha e Cavaleiro da Ordem de S. Bento de Aviz. Estudioso da História Naval, redigiu em colaboração com o Almirante Artur Silveira da Mota, Barão de Jaceguai, o ensaio "Quatro séculos de atividade marítima", originalmente destinada ao Livro do Centenário do Descobrimento do Brasil, mas que não foi publicado, de acordo com José Honório Rodrigues, por exceder as proporções marcadas para a inclusão naquela coletânea.  

 

26/08/1885 A 11/07/1886 Comandante Escola de Aprendizes Marinheiros do Ceará 

 https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=313394&pagfis=20237

 1897 Comandante Escola de Aprendizes Marinheiros do Pihauy

 https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=313394&pagfis=14258 

Biblioteca da  Marinha - Museu da Marinha

Rua Conselheiro Saraiva, 12 

1900 já está aposentado

 https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=313394&Pesq=%22VIDAL%20de%20OLIVEIRA%20FREITAS%22&id=3720803447687&pagfis=18390

1901 Faz parte do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro

https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=313394&Pesq=%22VIDAL%20de%20OLIVEIRA%20FREITAS%22&id=3720803447687&pagfis=20237 

 1902 REdator da Revista Marítima do Brasil

 https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=313394&Pesq=%22VIDAL%20de%20OLIVEIRA%20FREITAS%22&id=3720803447687&pagfis=22487

 1909 Inspetor Geral

1914 - Professor 

https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=313394&Pesq=%22VIDAL%20de%20OLIVEIRA%20FREITAS%22&id=3720803447687&pagfis=37628 

54 entradas para CARLOS VIDAL de OLIVEIRA FREITAS

 https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=313394&pagfis=445 

Capitão Tenente, Venancio Nogueira da Silva, 18 de maio de 1860? - CIRURGIÃO NA Marinha do Brasil,.

 Venancio Nogueira da Silva formado Dr. na Universidade da Bahia UFBA EM 1880

 

c/c Virginia Thereza Nogueira da Silva 

https://bgm.fameb.ufba.br/sites/bgm.fameb.ufba.br/files/formandos_fmb.pdf 

https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=313394&pagfis=45078 

https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/384941/per384941_1894_00235.pdf 

https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/720100/per720100_1914_00636.pdf 

TR-3B "Black Manta" (Arraia Negra) TRIANGLE ARV

 https://www.youtube.com/watch?v=a0LnxRBuBPw

https://www.youtube.com/shorts/AnBC6vMeF2c

https://www.youtube.com/watch?v=YS2rIdbAeT0 

https://www.youtube.com/watch?v=GB81SuQCrUI 

https://www.youtube.com/watch?v=B7JP0uX0GwY&t=207s 

x files

ARV - Reverse Engineered UFO In A Faraday Cage (from The X Files S10E01)  

https://www.youtube.com/watch?v=NaT5qScKkBQ 

https://www.facebook.com/reel/1027301562975266 

O TR-3B "Black Manta" (Arraia Negra) é uma famosa suposta aeronave secreta americana (projeto negro). A lenda urbana aeroespacial descreve-a como um veículo espião triangular que flutua silenciosamente, operando com um sistema de propulsão eletromagnética que reduziria sua massa. [
  • Teoria OVNI: A aeronave é amplamente associada à ufologia sob a sigla ARV (Alien Reproduction Vehicle). É frequentemente citada como a origem de vários avistamentos de OVNIs triangulares gigantes, como a "Onda Belga" nos anos 1990.
  • Design Sugerido: Relatos não confirmados indicam que ele possuiria uma enorme estrutura triangular com luzes brilhantes em cada um dos três vértices e uma luz central giratória.
  • Origem Militar: Teóricos da conspiração afirmam que o projeto foi desenvolvido pela Força Aérea dos EUA (USAF). [
Não existem provas oficiais, documentos desclassificados ou confirmações da existência do TR-3B por parte do governo norte-americano. Ele permanece no folclore militar e na cultura pop como um dos maiores mistérios da aviação.
ARQUIVO CLASSIFICADO: TR-3B BLACK MANTA — TRIANGLE ARV Foram avistados sobre a Bélgica. Sobre Phoenix. Sobre instalações militares..
 
O Triângulo ARV geralmente refere-se ao Alien Reproduction Vehicle (Veículo de Reprodução Extraterrestre) e ao TR-3B "Black Manta". É o nome dado na ufologia e na teoria da conspiração a uma suposta aeronave militar secreta (projeto negro) dos EUA, que teria tecnologia antigravidade. 
Para saber mais sobre a lenda do Triângulo ARV / TR-3B, como ele é descrito e os relatos de suas características furtivas:
 

NARCISISTA! O narcisista não compactua com o diabo. O narcisista ele é o chefe do diabo!

 https://www.facebook.com/reel/1461360429055503 O narcisista não compactua com o diabo. O narcisista ele é o chefe do diabo. Assombração s...