Engenheiro Hildebrando Pompeu de Souza Brasil 1853 1907. filho do Dr. Thomaz Pompeu de Souza. Brasil (Senador Pompeu) e de Dona Felismina Carolina Pereira
https://app.docvirt.com/mi_bibliografico/pageid/86657
https://app.docvirt.com/mhn/pageid/74338
Engenheiro Hildebrando Pompeu de Souza Brasil 1853 1907. filho do Dr. Thomaz Pompeu de Souza. Brasil (Senador Pompeu) e de Dona Felismina Carolina Pereira
https://app.docvirt.com/mi_bibliografico/pageid/86657
https://app.docvirt.com/mhn/pageid/74338
Lucas Bicalho Maria Luísa de Carvalho 16/06/1904 162v
deve ser o Lucas de Paula Bicalho que é filho do Francisco.
http://marcopolo.pro.br/genealogia1/paginas/indCasSaoJoaoMacae_L.pdf
https://geneall.net/it/forum/95676/informacao-sobre-a-familia-bicalho/
https://archive.li/nc5lD
Tendo sido votados vultosos creditos para execução das grandes Obras Contra as Secas do Nordéste, foi o porto de Fortaleza incluido no seu programa, O engenheiro Lucas Bicalho, então Inspetor de portos, atendendo ao elevado preço do projeto Bandeira, propoz um novo projeto que, de preço inferior, não viesse impessibilitar a execução do plano daquele engenheiro mas facilitasse o desembarque do vultoso material importado para as grandes barragens. Designou-se, por isso, de suplementar ao projeto Bandeira que dizia não invalidar. Constava essencialmente de um caes acostavel de 294m, lançado em fundos de 9 metros, protegido por um quebra-mar exterior de 470m de extensão distante 55m da muralha de atracação e eujo espaço era aterrado formando o conjunto uma ilha de 55m de largura com 470 na sua maior dimensão. À comunicação com o continente era feita por um viaduto de 10m de largura sobre estacaria de cimento armado, com 800m de extensão, correspondentes á distancia do eaes de atracação & terra. Estas obras foram orçadas em ...... 12.893:5655000. Aprovadas por Dec. n.º 14.555 de 17 de dezembro de 1920, delas foi incumbida pelo sistema de administração contratada, a firma Norton Griffiths & Co, Ltd. que apenas executou 255 metros incompletos de estacada, com 100 de estrado, tendo dispendido 9.980 contos, segundo dados oficiais.
Terminado em fevereiro de 1926 o prazo de 5 anos para a terminação das obras resolveu o Governo, por Aviso de 14 de março de 1927, não prosegui-las,
https://archive.org/details/album-de-fortaleza/page/n531/mode/1up?q=LUCAS+BICALHO
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https://archive.org/details/album-de-fortaleza/page/n202/mode/1up?q=drogaria+Klingelhoefer
Originalmente publicada em 1931, a obra é um inventário cuidadoso de Fortaleza reunindo textos ricos em detalhes e imagens da vida na capital cearense na década de 1930. Estão no Álbum de Fortaleza, enumerados e fotografados, fábricas, estabelecimentos comerciais, escritórios de profissionais liberais, bancos, jornais, cinemas, artistas, personalidades do governo, e da sociedade da época, além de anúncios publicitários e artigos elucidativos sobre economia local. A edição original teve a colaboração de Meton de Alencar Gadelha (Meton Gadelha), em cuja tipografia (Tipografia Gadelha) se realizaram os trabalhos de impressão (adquirida posteriormente pelo Governo do Estado foi transformada na Imprensa Oficial).
Organizador: Paulo Bezerra
Desenhista: M. Guilherme
Fotógrafo: J. Ribeiro
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O engenheiro também ocupou cargos na Estrada de Ferro Dom Pedro II e na Empresa de Obras e Abastecimento de Água do Rio de Janeiro, no período de 1871 a 1911. Em 1894. Além disso, integrou a comissão de construção de Belo Horizonte, sendo nomeado no ano seguinte engenheiro chefe da comissão construtora da nova capital de Minas Gerais.
Foi ainda, diretor da The Leopoldina Railway Co. Ltd. 1898 e consultor técnico da Compagnie Française du Port de Rio Grande do Sul até 1919, o ano em que faleceu, na cidade de Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro.
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José Maria Goulart de Andrade (Porto de Jaraguá, Maceió, 6 de abril de 1881 — Rio de Janeiro, 19 de dezembro de 1936) foi um escritor brasileiro.[1]
Era filho de Manuel Cândido Rocha de Andrade, oficial da Marinha e engenheiro, e de Leopoldina Pimentel Goulart de Andrade. Fez os estudos preparatórios na terra natal, indo matricular-se, aos 16 anos de idade na Escola Naval do Rio de Janeiro, onde fez o curso prévio. Ingressou na Escola Politécnica, por onde se diplomou em Engenharia civil em 1906, indo exercer sua profissão na Prefeitura do Rio de Janeiro
Fontes, em companhia do ator Leopoldo Fróes e do poeta Goulart de Andrade
da esquerda pra direita Leopoldo José Martins Fontes, e Goulart de Andrade
https://www.novomilenio.inf.br/cultura/cult008n02.htm
https://www.blogger.com/u/2/blog/post/edit/2440002276847656293/8296895730244437322
Terceiro ocupante da Cadeira 6, eleito em 22 de maio de 1915 na sucessão de Artur Jaceguai e recebido pelo Acadêmico Alberto de Oliveira em 30 de setembro de 1916. Recebeu o Acadêmico Xavier Marques.
Goulart de Andrade (José Maria G. de A.), engenheiro, geógrafo, jornalista, poeta, cronista, romancista e teatrólogo, nasceu em Jaraguá, Maceió, AL, em 6 de abril de 1881, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 19 de dezembro de 1936.
Era filho de Manuel Cândido Rocha de Andrade, oficial da Marinha e engenheiro, e de Leopoldina Pimentel Goulart de Andrade. Fez os estudos primários e secundários em Maceió. Aos 16 anos, foi para o Rio de Janeiro e ingressou no curso preparatório para a Escola Naval, mas pretendia, na verdade, fazer-se homem de letras. O influxo de poetas e prosadores na Capital, nos últimos anos do século XIX, agiu naturalmente sobre o seu espírito, e em breve Goulart de Andrade deixava a Escola Naval para matricular-se na Escola Politécnica. Ali obteve o título de engenheiro em 1906.
Ao deixar de lado as aspirações de fazer-se oficial de marinha, procurou e obteve um posto na Prefeitura do Distrito Federal. Desde cedo, vinculou-se ao grupo de poetas boêmios, entre os quais Guimarães Passos (seu conterrâneo), Olavo Bilac, Emílio de Menezes, Martins Fontes. Como poeta, esmerou-se na especialidade das poesias difíceis, de forma fixa o vilancete, o rondel, a balada e sobretudo o canto, real, uma das mais complexas formas poéticas. Tornou-se também jornalista, sendo um dos redatores de O Imparcial nos primeiros tempos, onde teve o convívio de João Ribeiro, Humberto de Campos e Augusto de Lima. Publicou inúmeros trabalhos na Revista da Academia Brasileira de Letras.
https://www.academia.org.br/academicos/goulart-de-andrade/biografia
https://atom-museuhistorico.museus.gov.br/index.php/canudos