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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Tomé Pinheiro da Veiga, Coimbra, 1566 ou 1571, Lisboa, 29 de Julho de 1656,. Obrigada aí o cara da Guerra digital, rs, kkkk!

 https://ia800604.us.archive.org/BookReader/BookReaderImages.php?zip=/28/items/cod-913_0000_capa-capa_t24-C-R0150/cod-913_0000_capa-capa_t24-C-R0150_jp2.zip&file=cod-913_0000_capa-capa_t24-C-R0150_jp2/cod-913_0000_capa-capa_t24-C-R0150_0290.jp2&id=cod-913_0000_capa-capa_t24-C-R0150&scale=1&rotate=0

 https://pt.wikipedia.org/wiki/Tom%C3%A9_Pinheiro_da_Veiga

https://archive.li/wip/8RC6A 

Desembargador  Tomé Pinheiro da Veiga, Coimbra, 1566 ou 1571, Lisboa, 29 de Julho de 1656, autor do livro duas mãos na cornucópia.

 

Na página nro 168 ou 291 digital

https://rnod.bnportugal.gov.pt/rnod/winlibsrch.aspx?skey=1D0BB147ACA24B0A8236BB8C1C8F7C52&cap=&pesq=5&thes1=10004&dtype=lista&pag=1&tpp=10&sort=4&prn=true


SÃO 05 LIVROS 

https://purl.pt/22671

https://catalogo.bnportugal.gov.pt/ipac20/ipac.jsp?profile=bn&source=~!bnp&view=subscriptionsummary&uri=full=3100024~!455636~!2&ri=1&aspect=subtab13&menu=search&ipp=20&spp=20&staffonly=&term=lus%C3%83%C2%ADadas&index=.TW&uindex=&aspect=subtab13&menu=search&ri=1

https://purl.pt/22671/4/


https://catalogo.bnportugal.gov.pt/ipac20/ipac.jsp?profile=bn&source=~!bnp&view=subscriptionsummary&uri=full=3100024~!455636~!2&ri=1&aspect=subtab13&menu=search&ipp=20&spp=20&staffonly=&term=lus%C3%83%C2%ADadas&index=.TW&uindex=&aspect=subtab13&menu=search&ri=1

NRO 01
https://purl.pt/22671/4/cod-909/cod-909_item4/cod-909_PDF/cod-909_PDF_24-C-R0150/cod-909_0000_capa-capa_t24-C-R0150.pdf
nro 02

https://purl.pt/22671/4/cod-910/cod-910_item4/cod-910_PDF/cod-910_PDF_24-C-R0150/cod-910_0000_capa-capa_t24-C-R0150.pdf

nro 03
https://purl.pt/22671/4/cod-911/cod-911_item4/cod-911_PDF/cod-911_PDF_24-C-R0150/cod-911_0000_capa-capa_t24-C-R0150.pdf

nro 4
https://purl.pt/22671/4/cod-912/cod-912_item4/cod-912_PDF/cod-912_PDF_24-C-R0150/cod-912_0000_capa-capa_t24-C-R0150.pdf

nr0 05
https://purl.pt/22671/4/cod-913/cod-913_item4/cod-913_PDF/cod-913_PDF_24-C-R0150/cod-913_0000_capa-capa_t24-C-R0150.pdf




Documentos com informação biobibliográfica de autores portugueses] [ Manuscrito]
 
AUTOR(ES):     
Vasconcelos, José Leite de, 1858-1941, ass. manuscrita; Almeida, Francisco de, 1701-1745, compil.
PRODUÇÃO:     
1721-1738
DESCR.FÍSICA:     
5 vol. (1o, 171 f.; 2o, 297 f.; 3o, 190 f.; 4o, 212 f.; 5o, 322 f.), enc. ; 34 cm
REF.EXT.:     
Razões que persuadem... - Ref. em: B. Machado III 697; Índice dos manuscritos que se acham... - Ref. em: Bibliografia etiopica / Silvio Zanutto. - Rome : Ministere delle colonie; Sindacato italiano arti grafiche, 1932-1936. - p. 118
Referido em: Vasconcelos, Joaquim Leite de - Da numismática em Portugal. Lisboa : Arquivo da Universidade de Lisboa, 1923. P. 178
NOTAS:     
Originais na sua maior parte
Carta del Padre Fray Luis de Granada. - Publ. em: Meditações e Homilias do Cardeal D. Henrique. Lisboa : Antonio Ribeiro, 1574
Textos em português, latim e castelhano
Tít. da lombada: Bibliotheca Lusitana
Meia encadenação em pergaminho, rótulos em pele vermelha com filetes e título em dourado
CONTEM:     
Contém cartas e apontamentos biobibliográficos de autores portugueses enviados a D. Francisco de Almeida entre 1735 e 1737 (cf. com indicação autógrafa parecendo de José Leite de Vasconcelos - COD. 909, f. de guarda). Destacam-se as cartas e apontamentos enviados por António Cerqueira Pinto, Francisco Xavier da Serra Craesbeck de Carvalho e Frei Eustáquio da Virgem Maria. Inclui: Resoens que persuadem não ser portugues o grande patriarcha S. João da Mata / composto por Fr. Simão de Brito, da mesma ordem (COD. 913, f. 22-26); Dissertação historica em que se examina qual foi a patria de Idacio e de onde era bispo / Fr. Manoel da Rocha. - Autógrafo (COD. 913, f. 35-42); Carta del Padre Fray Luis de Granada al christiano lector (COD. 913, f. 112-113); [Relações de obras em catalão e castelhano relativas à Restauração e de obras em português relativas à Guerra da Sucessão de Espanha] (COD. 913, f. 244-248); [Relação da livraria de Francisco Luís Ameno] (COD. 913, f. 163-166); [Relação da livraria de Belchior de Andrade Leitão] (COD. 913, f. 167-168); [Relações de manuscritos da livraria do Marquês Mordomo-Mór e do Marquês de Gouveia] / [feitas por D. António Caetano de Sousa] (COD. 913, f. 250-284); Indice dos manuscritos ÊAq[ue] se achão no Cartorio de Collegio de Coimbra da Comp.a de Jesus (COD. 913, f. 312-322 (v. tb. f. 195). Por vezes contém a descrição das obras, a transcrição do sumário, extractos, documentos relacionados com as mesmas, tais como censuras, etc., poesias, súplica de autor solicitando benefício, e relações de livros proibidos e de sermões de autos de fé
TÍT. UNIF.:     
Razões que persuadem não ser português o grande patriarca S. João da Mata
Dissertação histórica em que se examina qual foi a pátria de Idácio e de onde era bispo
Índice dos manuscritos que se acham no Cartório do Colégio de Coimbra da Companhia de Jesus
Carta del Padre Fray Luis de Granada al christiano lector
Relação da livraria de Francisco Luís Ameno
Relação da livraria de Belchior de Andrade Leitão
Índice dos livros manuscritos que há no Real Mosteiro de Alcobaça
Relação de manuscritos da livraria do Marquês Mordomo-Mór e do Marquês de Gouveia
Relações de obras em catalão e castelhano relativas à Restauração e de obras em português relativas à Guerra da Sucessão de Espanha
CDU:     
013(=1.469)".../17"(0.032)
027.6(469)(083.81)(0.032)
271(469)(083.81)(0.032)
651.7"1735/1737"(0.032)
END. WWW:     
https://purl.pt/22671 

segunda-feira, 4 de agosto de 2025

José Augusto de Castro, Guarda – nasceu a 22 de Janeiro de 1862, Coimbra, onde morreu a 13 de Maio de 1942

 


Para a Lucta -  José Augusto de Castro - Lisboa, 1910

em :

A Águia , Portugal 15.12.1910


Surge este livro, ao povo português dedicado, numa época bem diferente daquela em que o seu autor o concebeu e trabalhou.
Livro de luta intensa e de combate, os brados de revolta que nele acesamente vibram nada perdem, todavia, da sua oportunidade, nem o seu calor menos aquece aqueles que o lêem e compreendem, solidarizando-se com o espírito revoltado do Poeta e com as suas largas e humanas aspirações de Verdade e Justiça.
Esses versos, em que, não obstante o fogo de indignação que os incendia, perpassa um emocionado sopro de piedade pelos opressos e humildes, flagelam altivamente, com a indômita irreverência dum rebelde que nenhuma transigência entibia, todas as opressões e iniquidades.
É um incitamente ás almas ainda não corrutas, impelindo-as á luta aberta e sem tréguas a todas as proteiformes encarnações da Mentira e do ódio, derrubando ídolos e desconjuntado os tronos dos Tiranos, que ao seu despotismo o homem secularmente acorrentaram, humilhando e envilecido.
Estes livros são precisos. Nas épocas críticas de desfalecimento e de descrença, quando a nacionalidade ameaçaria subverter-se, por falta de coesão cívica e pela pulverização da consciência colectiva, é necessária uma voz que desperte e abale as dormentes energias do Povo, e quem senão o Poeta poderia tal obra empreender.
Não é o Poeta, pela sua mais sensível vibratilidade, quem melhor pode compreender a alma do Povo e que mais intimamente com ela pode comunicar, concentrando na sua voz todos os clamores de justiça e todas as imprecações de Odio dos que da vida só conhecem a face dura e hostil, eternas vítimas de todas aes misérias, esmagados ao peso de todos os depotismo e escanercido spelas mais vis simulações do Direito?
O Poeta não deve isolar-se dentro da doirado torre do seu idealismo, nem deve esterilizar-se o seu sentimento nos temas gastos num emotivismo estritamente pessoas. Acorda, é o tempoQ clamava o claro espirito que o nome de Antero imortalizou.
E ao poeta que dorme, á sombra dos cedros seculares, longe do fragor da luta em que seus irmãos combatem, que ele indita, lançando-o para a solidariedade viril da refrega e dele fazendo o soldado heroico do Futuro.

     
..... E dos raios de luz do sonho puro
            Sonhador, faze espada do combate!


Não há miséria que não comova a alma do poeta que estas linhas inicialmente motiva, nem torpeza que lhe arranque os brados mais altivos de indignação. A Pátria ameaça sumir-se no abismo q que a arrasta, perante a impassível indiferença dom povo apático, a doirada coorte dos que aos seus destino lançaram a polúida e criminosa mão? Apagaram-se com repulsivos borrões de lama todas as fúlgidas glórias dum passado grande e belo? Completou  o jesuíta a obra de depressão, amarfanhando as energias vitais duma raça heroica e prostituindo as sublimidades nobilitantes do pensamento Humano.

       
 Envolvendo a Razão na mortalha da Fé- !

Choram crianças a fria miséria da sua orfandade, vagueira pela sombra mulheres, escondendo a vergonha da sua situações, ouvem-se gritos de famintos, gemidos de pobres serem que nunca conheceram o calor dum beijo ou o conchego dum lar? Há miséria luto, dor, hipocrisia ou torpeza? O Poeta ergue-se altaneito e insubmisso e da sua alma rebelde, que um sonho grandioso duma larga era de universal felicidade ilumina e aquece, irrompe.

       
 Um brado atroador de eterna maldição!

Ao Povo se dirige o Poeta, e, na verdade  só a ele vale a pena alguém dirigir-se, pois só ele conserva ainda na rudeza da sua alma incorreta a chama da fé e o entranhado ódio a mentira e as maquinações ignominiosas dos tiranos. Do Povo surgem as energias redentoras no momento decisivo da luta.


O Poeta teve ainda a felicidade de poder cantar o triunfo da República
* no mesmo livro onde impiedosamente flagelava a criminosa baixeza dum regime caracterizadamente reaccionário, que obrigada a estulta pretensão de opor-se a corrente impetuosa do Progresso. As suas palavras são todavia ainda de inditamento e de combate, pois que a obra a que o poeta aspira não está senão esboçada.
Temos de lutar constantemente, sem desfalecimento nem fáceis ilusões de triunfo, até que a liberdade não seja uma palavra vã e sobre a terra se estabeleça uma época feliz de paz e de fraternidade, norteados os homens pelos ditames da sua consciência esclçrecida e sendo a Verdade e a Justiça os grandes principios reguladores da vida colectiva. Uma utopia, um sonho do Poeta, visionador de irrealizáveis fantasias? Não, por certo. Para o futuro caminhamos, lutando, esclrecendo, educando, e agora que já nos não atravanca o caminho o estorvo da monarquia, com todo o seu sistema organizado de correção e reacionarismo, mais facilmente podemos romper pela estrada, além da qual esplende essa ideal primavera que o nosso sonho concebe e o nosso esforço acalente. É o poeta ainda que impele a luta, bradando ao Povo as palavras de combate incitando-o, pondo-lhe deante dos olhos a visão radiosa desse ideal futuro.....


* Baia, Proclamação da Repúclica no Brasil

in  

"Os seus primeiros trabalhos jornalísticos são escritos na Baía, cidade onde singrou no ramo" 

xico xavier 50 anos depois. Livia,

 https://archive.org/details/50-anos-depois/page/11/mode/1up