aqui de Gustavo Barroso
https://archive.org/details/coracao-de-menino-gustavo-barroso_202509/Hist%C3%B3ria%20Militar%20do%20Brasil%20%5B1938%5D%20-%20Gustavo%20Barroso/page/15/mode/1up?q=%22Uniformes+do+Ex%C3%A9rcito+Portugu%C3%AAs%22
https://archive.org/details/001148523-historia-militar-brasil_202511/page/29/mode/thumb?q=%22Uniformes+do+Ex%C3%A9rcito+Portugu%C3%AAs%22
aquarelas do Coronel Ribeiro Arthur
https://sammlung.wienmuseum.at/suche/?fullText=Ribeiro+Arthur&sort=RELEVANCE&layout=NORMAL
Visão geral criada por IA
Por volta de 1750, durante o final do reinado de D. João V e o início do de D. José I, os trajes e uniformes do Exército Português ainda não possuíam a padronização rigorosa que viria anos mais tarde. A indumentária militar era fortemente influenciada pela moda civil barroca da época e pelas tendências das potências católicas europeias, como a França e a Espanha
A composição e as características gerais dos trajes militares portugueses nesse período dividiam-se da seguinte forma:
O Traje de Três Peças (Influência Francesa)
Seguindo a moda civil masculina da metade do século XVIII, o traje dos soldados e oficiais baseava-se em três peças fundamentais:
- Casaca (Justacor): Um casaco comprido com abas largas, geralmente sem gola alta na época, com grandes canhões (dobras) nas mangas e fileiras de botões chamativos.
- Véstia: Um colete comprido usado por baixo da casaca.
- Calções: Calças curtas que iam até à zona do joel
Cores e Coberturas de Cabeça
- Cores Variadas: Antes da grande reforma de fardamento, os regimentos utilizavam uma ampla variedade de cores. Embora o azul já começasse a ganhar força em algumas unidades de infantaria e cavalaria, era comum ver regimentos vestidos de branco, verde, amarelo e encarnado (vermelho), dependendo da região e dos recursos disponíveis de cada unidade.
- O Tricórnio: Na cabeça, o uso do chapéu de três bicos (tricórnio) era o padrão absoluto para a maioria das tropas, frequentemente adornado com laços ou plumas. Os granadeiros, por sua vez, podiam usar barretes frontais alongados
- Perucas e Aparência: Os oficiais e sargentos seguiam rigorosamente a estética da corte, utilizando perucas brancas empoadas e complementos de rendas ou bordados nos punhos.
Ramos do Exército (Diferenciações Gerais)
- Infantaria: Usava majoritariamente casacas longas (com tonalidades que variavam entre azul, branco e vermelho), calções e polainas escuras ou brancas para proteger as pernas.
- Cavalaria: As jaquetas eram ligeiramente mais curtas para facilitar a montaria, muitas vezes acompanhadas por calças ou proteções de couro amarelo.
- Oficiais Graduados: Distinguiam-se pelo luxo dos tecidos (como veludo ou seda), pelo uso de dragonas, galões dourados ou prateados, esporas de prata e espadas finas de gala.
A Transição Histórica
O cenário de "anarquia visual" e a falta de matéria-prima faziam com que o exército parecesse desalinhado no campo de batalha. Esse modelo de trajes coloridos e fragmentados operou até a Guerra Fantástica (1762).
Logo em seguida, em 1764, sob o comando do Conde de Lippe, Portugal implementou o seu primeiro plano oficial de uniformes regulamentados. Foi a partir desse decreto que o Exército adotou permanentemente o famoso azul-ferrete como cor base padrão e o corte mais ajustado de influência prussiana, extinguindo os antigos trajes baseados na moda civil de 1750
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coleção Uniformes Militares - BNDigital
BNDigital
https://bndigital.bn.gov.br › dossies › os-acervos › a-cole...
O acervo do Arquivo Histórico do Museu Histórico Nacional referente a Coleção Iconográfica Uniformes Militares o destaque fica, sem dúvida, para as aquarelas de .
coleção Uniformes Militares - BNDigital
BNDigital
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O acervo do Arquivo Histórico do Museu Histórico Nacional referente a Coleção Iconográfica Uniformes Militares o destaque fica, sem dúvida, para as aquarelas de .
https://bndigital.bn.gov.br/dossies/guerra-do-paraguai/os-acervos/a-colecao-uniformes-militares/
O acervo do Arquivo Histórico do Museu Histórico Nacional referente a Coleção Iconográfica Uniformes Militares
o destaque fica, sem dúvida, para as aquarelas de José Wasth Rodrigues.
Como resultado da bem sucedida parceria com Gustavo Barroso, o projeto
acerca dos uniformes militares resultou numa magnífica obra intitulada
por Uniformes do Exército Brasileiro, 1730-1922, composta por
228 (duzentas e vinte e oito) aquarelas de José Wasth Rodrigues e texto
de Gustavo Barroso, sendo em 1922, publicada em Paris e em edição
especial para o Ministério da Guerra como obra comemorativa do
centenário da Independência do Brasil. Todavia, esta fora uma ocasião
mui especial para ambos, logo, nutriam um extraordinário zelo em favor
de todo o brilhantismo resultante do empenho e da virtuosidade das
forças armadas, considerados elementos propulsores de todo o processo
constitutivo da nação brasileira, sobretudo no período
pós-Independência.