quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Fernando Augusto de Lacerda e Mello, 06/08/1865 – 06/08/1918,

 

 

 Fernando Augusto de Lacerda e Mello (06/08/1865 – 06/08/1918), nasceu em Loures, nos arredores de Lisboa, a 6 de Agosto de 1865, filho de Francisco Augusto de Lacerda e Mello e de Maria de Gertrudes Rita. 

https://geae1992.com.br/fernando-de-lacerda/ 

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1908/N133/N133_master/N133.pdf 

https://archive.org/details/1918-agosto-04-domingo-a/1918%20Agosto%2012%20Segunda-feira/page/n3/mode/2up?q=%22Fernando+Augusto+de+Lacerda+e+Mello%22 

FERNANDO AUGUSTO DE LACERDA E MELO nasceu em Loures, nos arredores de Lisboa, a 6 de Agosto de 1865.
Dos 13 aos 19 anos viveu na capital, onde estudou. Ali encontrou o bem-estar material que o tio, com mais possibilidades materiais que seu pai, de quem era irmão, lhe proporcionou.
Em 1884 volta para Loures, ajudando o pai, então viúvo, na criação e educação dos irmãos.
Em 27 de Junho de 1887, com meia dúzia de jovens seus contemporâneos e outros tantos adultos mais velhos, funda a Associação dos Bombeiros Voluntários de Loures, de que o tornam o 1º Comandante.
Devido ao socorro que pede aos reis - para Maria Filipa, de 9 anos, que salvara seus dois irmãos de perecerem num incêndio que deflagrara na própria casa, quando sozinha com as crianças - Fernando ingressa no palácio e, a partir daí, passa a contar com a amizade dos príncipes, que muito o consideram.
É, também, a partir desse ano que começa a colaborar com alguns jornais, entre eles o “Jornal do Bombeiro” e “Jornal do Alentejo”, que referem o seu nome no frontespício, como redactor, logo a seguir ao do próprio título. Os artigos que para eles escreve serão, talvez, como que um ‘ensaio’ para os escritos diferentes que surgirão bem mais tarde…
Em 1898 ingressa na polícia administrativa do Governo Civil onde, gradualmente, vai sendo promovido até atingir o posto de subinspetor.
Em 1899 torna-se comerciante, em Lisboa, quando herda uma fábrica de vapor de baguetas e galerias, na Costa do Castelo que, mais tarde, transfere para a zona do Intendente. É para ela que ele vai encaminhando os infortunados da sorte que lhe pedem emprego.
É neste mesmo ano que Fernando de Lacerda começa a notar “que a mão, mesmo contra a sua vontade, lhe traçava escritos que era forçado a atribuir a uma inteligência estranha. Não era só a letra e assinatura firmante deles; era o próprio conteúdo (…)”.
Em 1906, mais propriamente na noite de 28 de Outubro, quando recolhido no seu quarto, escuta uma voz pedindo-lhe que se erga e escreva…
Surge, assim, a primeira mensagem do Espírito Camilo Castelo Branco para o escritor e amigo Silva Pinto que pensa em suicídio. Camilo, com as suas palavras e a experiência do que viveu para além da morte, intenta sustê-lo na atitude tresloucada – o que consegue.
À mensagem de Camilo muitas outras se seguiram. Fernando de Lacerda reuniu essas mensagen e publicou-as no 1º volume da obra que intitulou “Do País da Luz”, numa edição que custeou do seu próprio bolso, em Agosto de 1906.
 

 

tem gente que gosta de passar vergonha: https://archive.li/soe0g 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Cronologia_do_espiritismo 

https://archive.li/Em67y 

 

Biografias de Autores Espíritas Clássicos | PDF


 

Fernando Augusto de Lacerda e Mello, 06/08/1865 – 06/08/1918,

     Fernando Augusto de Lacerda e Mello (06/08/1865 – 06/08/1918), nasceu em Loures, nos arredores de Lisboa, a 6 de Agosto de 1865, filho ...