domingo, 27 de abril de 2025

para sua segurança grave tudo, copie e faça até nas pedras se precisar porque ninguém se importa! Who cares? faça somente estude! O que você acredita e faz se concretiza nesta dimensão!

corrija os dados tem que reler tudo e conferir se é isto mesmo. Agora em que século? pergunta que não cala, rs! e eu vi aquilo lá heim?

está ficando cada vez mais evidente. Pois é a turma da genealogia ,lamento.

não volto mais ali, e podem se mandar daqui. rs! ficam aqui em fila esperando o que? rs

pode aparecer já sabe que eu ligo a mínima mesmo. rs 


Eu lí sim , rs!

E já sabia exatamente pelo meu primo que é professor de Computação vi ele e meu pai já falando sobre isto em 1982 nos primórdios da computação (ali eu havia passado para a primeir turma de computação, mas como não entendia nada desisti na segunda fase).

Em tempos de devassa digital na vida alheia, viver como os índios é delícia!  eu lí, ciente! Vila Velha!

E lí também sobre a lei, nossa eu sou filha, neta, e bisneta de Advogados, a lei menor não diz o que a lei maior diz, não manda. Entrou por uma orelha e saiu na outra. Vá ler a Constituição sobre constrangimento.

 

abaixo para você entender que não pode constranger ninguém está na Constituição Brasileira, 

cuidado com um processo civil.

 

Eu lí sim , rs!

E já sabia exatamente pelo meu primo que é professor de Computação vi ele e meu pai já falando sobre isto em 1982 nos primórdios da computação (ali eu havia passado para a primeir turma de computação, mas como não entendia nada desisti na segunda fase).

Em tempos de devassa digital na vida alheia, viver como os índios é delícia!  

eu lí, ciente! Vila Velha! obrigada ao primo que me passou a pérola acima.

E lí também sobre a lei, nossa eu sou filha, neta, e bisneta de Advogados, a lei menor não diz o que a lei maior diz, não manda. Entrou por uma orelha e saiu na outra. Vá ler a Constituição sobre constrangimento.

 

http://arvore.net.br/rev28_3_lei_geral_de_protecao_aos_dados_pessoais_e_a_acessibilidade_aos_registros_historicos_e_genealogicos.pdf







precisaria voltar naquele video assistir o professor explicando e existem dois livros Mãos de Luz e Mãos que curam que falam destas energias. E se você entender bem a fundo começa a quebrar a lei.! Cuidado para não encostar numa parede e sair do outro lado. Se pergunte estou vivo ainda? ou já morri ou nesta intenção de realidade é tudo isso mesmo ou é só imaginação ? 

os cabelos arrepiaram o outro explicando que no astral são várias matrix, todas te enrolando lindinho e te fudendo. Te usando a energia , prana etc pra sabe se lá o que? 

Alguns já sabem e fazem isso e os "trouxas" (não não vi e não assisti e não gosto, porque eu vivo isso não precisa vir uma série me explicar como é que é) ficam ali mas o que que aconteceu! (Jumper, me lembrando a pouco que encontrei um padre Brasileiro que viajou pela 4ª coordenada e está a história num livro de 1880? +- . Fico só imaginando como é que na época eles encaram uma "estória destas". Coitada da minha Mestra HPB.! Que tinha que ficar explicando pra jumento coisa que a coisa não entendia e ela sabia que aquilo ali não alcançava nada.)

 

rever o Rodrigo o que ele disse naquela conferencia, e o Rogério que está ficando cada vez mais careca.

 Fico só imaginando e não é de hoje, Jesus curando um "trouxa" e dizendo vais e não peques mais, só que Jesus já via la na frente né, e já sabia que a coisa seguia nos mesmos erros intermináveis dando com a cabeça de cabrito na parede, e "morreu" , simples. rs é triste. 

Quando não se sabe o propósito desonfie faça você busque você porque cada um que vai quer eliminar ao outro.

 

Quando un altro ti biasima o ti odia, o quando la gente si esprime sul tuo conto in questi termini, volgiti alle loro anime, penetra all'interno di esse e guarda che genere di uomini sono. Vedrai che non devi darti pena perché abbiano di te una determinata opinione...
Marco Aurelio, Ricordi.
Quando outro te culpar ou te odeia, ou quando a gente se expressa em sua conta nesses termos, volta às suas almas, penetra dentro delas e olha que tipo de homens são. Vai ver que não tem que te dar pena porque eles têm de você uma determinada opinião...
Passado Hoje pelo Professor Italiano da Universidade de Sapienza Italia.
Com certeza eles não sabem o que dizem visto que foi fundada em 1303 !!!!!
 
Faça, porque quem critica em real ela não sabe!. E se você sabe, cala-Te, pois cada um tem seu processo de aprendizado. Ou foi o que escutei aqui uma Dra. gritando com o filho de 3 anos dizendo mas eu sou Dra. Tá certo. Parabéns pra você. Dra. e depois a louca sou eu.
 
 
Eu sou doutora e sei como é que usa um carrinho fricção  é assim,  😜🤣🤪
Na realidade quando um grita com outro , aquele outro nem está mais já foi.
Você foi para o ostracismo e está gritando sozinha. Não importa mais o que diga, como desprezou a pessoa, ela já te jogou no escanteio, vai ouvir mais nada. Vai dra. (eu acho extranho agora está cheio de doutores de merda aqui na minha volta, que são formados na ameba da unha encravada no unicórnio,) . Pergunta que não cala pra que serve isso? Se a pessoa não tem inteligência emocional.
 
Filosofando: está escrito em algum lugar: "Quem faz ao outro faz a sí mesmo". Explicado acima do porquê. Como sou eu que busco o porque de tudo . Está aí.
 
É pois é lá naqueles livros está explicando também mas eu não tenho mais paciência de voltar e reler tudo, pra esgravatar mais.
 
Quando outro te culpar ou te odeia, ou quando a gente se expressa em sua conta nesses termos, volta às suas almas, penetra dentro delas e olha que tipo de homens são. Vai ver que não tem que te dar pena porque eles têm de você uma determinada opinião... Passado Hoje pelo Professor Italiano da Universidade de Sapienza Italia. Com certeza eles não sabem o que dizem visto que foi fundada em 1303 !!!!! Marco Aurélio, lembre-se.

Marco Aurélio, lembre-se.

Tirado de onde o documento 

https://www.wdl.org/pt/item/3600/view/1/18/

Feito onde: https://clipartxtras.com/online-image-editor/



Folha do Caderno de Fernando Pessoa anotado De Profundis de Oscar Wilde.

Poesia Romantica

 

isso ai embaixo a poesia exemplifica. Não repasse tem direitos autorais é de um Professor aposentado da Sorbonne, com cátedra na Sapienza Italia.
 
 
 
O dever que já se dispersa
O conto de fadas linda que ainda nos ilude
- meu amor-que no tempo se esvazia
E vira a roda em um círculo perfeito
Que nunca nos inclui e na verdade nos exclui
E então que fica nessa sombra de sol
Se não o teu imperfeito silêncio, a tua
Solidão amarga, o sentido impotente
Do nada que avança, o pálido rosto
De um amor perdido, um pequeno quarto
Onde ainda cultive uma raiva que mata
Somente a tua vontade de um mundo diferente
A única esperança que, no final, permanece...
(pelo menos esse último rumo... a me dizer que eu vivo...)
Onde ainda cultive uma raiva que mata
S
omente a tua vontade de um mundo diferente
A única esperança que, no final, permanece...
(pelo menos esse último rumo... a me dizer que eu vivo...) IZ
 
09 de março de 2019 Sapienza Italia Roma.
 
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"Os sonhos geralmente traem, enganam, as vezes matam.
Mas você não pode viver sem sonhar.
Não adianta nada. Sem substância. Sonho!
Basta olhar para a fuga de fogo dos seus sonhos.
Então ' Re.- e qual é a saída de emergência?
Nada é na vida tudo!!!"copyright - © Kate Koos
Com direitos autorais não repasse.
Obrigada Kate!
ela escreve bem recebido dela
 
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E esse amor mais humano (que se fará infinitamente atento e ligeiro, e bom e claro no amarrar e derreter) será ao que nós lutando e com esforço vamos preparando, pois o amor consiste nisso: que dois solidões se protejam, se definir E se despedirem uns aos outros.
Rainer Maria Rilke, letras a um jovem poeta
 
 
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Você vai responder de qualquer forma por todos seus atos.". A parte de maldade que recai sobre os outros é mínima e leve: a pior e, por assim dizer, mais pesada, permanece e oprime o malvado; o nosso átalo muitas vezes dizia: " a própria iniqüidade bebe a maior parte do próprio veneno." Esse veneno letal para os outros, mas inofensivo a eles mesmos que as cobras emitem não se parece com isso: isso é prejudicial mesmo para quem o possui."
Seneca, letras em lucilio, x, 81. 09 de março de 2019 Sapienza Italia Roma.
 
 
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“Para onde vão os trens, meu pai? Para Mahal, Tamí, para Camirí, espaços no mapa, e depois o pai ria: também para lugar algum meu filho, tu podes ir e ainda que se mova o trem, tu não te moves de ti.”
.
.
Hilda Hilst.
Essa é fundamental o trem se move, mas e você caminha?
 
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Eu sou como uma rocha plantada em uma seca, que os ondas assombra incessantemente por todas as partes sem, no entanto, conseguir aja-los ou a lâmina-los com os seus ataques contínuos no longo curso dos séculos. Saltatemi-me, larguem-me toda a vossa fúria: vou vencer-vos sopportandovi. [...] eu que olho para as coisas de cima, vejo que tempestades vos superam, prontas a vomitar sobre vós a sua acumulação escura, ou, tensoes ainda mais Próximas, eles já estão prestes a travolgervi-lo com todos os seus pertences. O que é que eu digo? Já neste momento, por pouco que o ouçam, um turbinas faz girar as vossas almas, que tentam fugir e, no entanto, continuam a desejar esses mesmos vani prazeres, e agora as levanta para o céu, agora as atira no abismo.."
Seneca, De vita beata.
 
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Sim quando se está pronto a resposta vai chegando como a um abraço!
É Święta Maria" O significado da forma hebraica de João é "Deus é propício", "Deus Mostrou Favor", "Deus Foi
Clemente", "Deus é misericórdia" ou "Graça Divina"."se até Cristo nascesse mil vezes em Belém e não em você, você estaria perdido para a eternidade"Angelus Silesius (1624-77) 
 
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Quem Sabe?...Ao Ângelo
Queria tanto saber por que sou Eu!
Quem me enjeitou neste caminho escuro?
Queria tanto saber por que seguro
Nas minhas mãos o bem que não é meu!
Quem me dirá se, lá no alto, o céu
Também é para o mau, para o perjuro?
Para onde vai a alma que morreu?
Queria encontrar Deus! Tanto o procuro!
A estrada de Damasco, o meu caminho,
O meu bordão de estrelas de ceguinho,
Água da fonte de que estou sedenta!
Quem sabe se este anseio de Eternidade,
A tropeçar na sombra, é a Verdade,
É já a mão de Deus que me acalenta?
Florbela Espanca, in "Charneca em Flor"
De alma em alma (Últimos Sonetos)
 
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por Cruz e Sousa
Ultimos Sonetos.pdf
Tu andas de alma em alma errando, errando,
Como de santuario em santuario.
És o secréto e mystico templario
As almas, em silencio, contemplando.
Não sei que de harpas ha em ti vibrando,
Que sons de peregrino estradivário,
Que lembras reverencias de sacrario
E de vózes celestes murmurando.
Mas sei que de alma em alma andas perdido,
Atraz de um bello mundo indefinido
De Silencio, de Amor, de Maravilha.
Vae! Sonhador das nobres reverencias!
A alma da Fé tem d'essas florescencias,
Mesmo da Morte resuscita e brilha!
 
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Hilário a sincronia perfeita acordei pra baixo, meu filho foi dormir e fica escutando na tv bob esponja e ele estava cantando essa musica, ainda bem que foi rápido, só tomar uma vitamina e levantou o defunto. kkkk!
A música é "persona" .
 
 
minha músicaaaaaaaaaaaaaaaa! Persona Soul! Aria Of Soul
Personalidade Ária para uma Alma!
 
 https://www.youtube.com/watch?v=Eh3FgVv24-0
https://www.youtube.com/watch?v=Eh3FgVv24-0
 
 
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Dom Frei Inocêncio Engelke, OFM 11 de março de 1881 — ✞ 16 de junho de 1960

 

 

Dom Frei Inocêncio Engelke, OFM  11 de março de 1881  ✞  16 de junho de 1960.

 

 


 


http://hemeroteca.ciasc.sc.gov.br/blumenau%20em%20cadernos/1960/BLU1960001_jan.pdf
 D. Inocêncio Engelke, natural de Joinville, foi o primeiro brasileiro do sul
a ingressar na província franciscana da Imaculada Conceição, depois da
sua reestruturação. É o atual bispo de Campanha, em Minas Gerais.

 

O primeiro, Dom Inocêncio Engelke, que ainda agora, arcado ao peso dos anos e das
enfermidades, dirige os destinos do bispado de Campanha, em Minas Gerais, não é, pro-
priamente, filho do Vale do Itajaí. Nasceu em Joinville, a 11 de março de 1881 . Está, entre-
tanto, ligado a Blumenau porque para cá veio ainda criança, em companhia de seu pai,
Guilherme Engelke, que se estabelecera em Salto Weissbach e que, por mais de um ano,
ocupou o pôsto de chefe do executivo muni-cipal, como presidente da câmara de vereado-
res. Recebendo, na pia batismal, o nome de Francisco, o futuro Dom Inocêncio fêz os es-
tudos primários e secundários no COlégio Seráfico de Blumenau, ao fim dos quais, resol-
vido a incorporar-se às hostes dos frades menores, recebeu o hábito a 13 de março de 1898.
Há nêsse fato, uma circunstância digna de ser registrada: foi êle o primeiro brasileiro do
sul que entrou para a Ordem franciscana. Feitas as profissões simples e solene, aquela em
1899 e a última em 1902, foi ordenado sacerdote a 31 de janeiro de 1907.
Depois de um período como reitor da Escola Gratuita S . José, de Petrópolis, passou a
g uardião do convento de Curitiba, onde permaneceu seis anos e onde o foi encontrar a
s ua elei çã o para bispo auxiliar de Campanha. Foi sagrado a 4 de julho de 1924 . Com a
morte do titular, Dom João de Almeida Ferrão, D . Inocêncio tornou-se bispo efetivo a
25 de janeiro de 1935.
Seria ferir a modéstia, em que prima por viver, aludir às obras de D . Inocêncio à fren-
te da sua diocese. Para avaliar-se , entretanto, quanto Deus abençoou os esforços dêsse
bispo no setor das vocações sacerdotais, os seus sacrifícios auxiliando pais pobres na edu-
cação de seus filhos com tendência para a vida religiosa, basta dizer-se que as 54 paró-
quias, de que se compõe a diocese de Campanha, tôdas elas estão providas de párocos, fi-
. '. . lhos da própria diocese, privilégio de que, pa, rece nenhuma outra no Brasil se pode orguarlhar'.
D. Inocêncio te ve a ventura de festejar em a que esta IIga~o pelo naSClmen- 1957 o seu cinqüentenário de sacerdócio e em to e pelo coraçao. 1949, as bodas de prata episcopais, tendo, há
* * * dois anos atrás, comemorado 60 anos de vida franciscana .

 Fonte:

http://hemeroteca.ciasc.sc.gov.br/blumenau%20em%20cadernos/1960/BLU1960001_jan.pdf 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Inoc%C3%AAncio_Engelke#Refer%C3%AAncias 

c/c https://archive.li/0gkNV

sábado, 26 de abril de 2025

João Pereira de Lacerda Lendas da India por Gaspar Correa tomo.2

não desenvolvi nada somente peguei por curiosidade já que estava na onda da vez e vi uma pessoa buscando com este sobrenome.

Espero que encontre.😉 e se você leu tudo que bom aprendeu alguma coisa, e descobriu de quem eu falei.

 

Ouve dclcnça no corregimenlo dos unuios do ealrello, e cem outras ncupaçQes, em que se foy gastando o lempo alé o tnís dc janeiro cie 1 j 13, que mandou sayr 'armada pera fóra do rio, fazendo recolher nos nauios repartidos os canaris e malauares polos nauios e naos, muyío en¬ comendando aos capitães que llie fizessem Imm trato, que erão gentes qne nunqua andarão era embarcações. Tendo toda a genle recolhida, cha¬ mou lodos os capilães, e lhe pedio rol de Ioda a genle que liuhão; em que se acharão mil e oitocentos homens porluguezes cora a gente do mar, e mil canaris e malauares, e passanle do mil escrauos, homens que na guerra ajudauão a seus senhores; com que o Goucrnador muylo folgaua, porque se hum homem caya ferido o seu escrauo o aleuantaua e le¬ na u a ás cosias , e os descmbarcauão e embarcauão, e leuauão o comer e agoa, e ajudauão a Seu ar as armas. Os capilães d'armada forão estes, a saber; Vicente d’Alboquerque, sobrinho do Gouernador, por capilão da sua nao Vazará; dom Gracia de Noronha, que depois foy \ isorey da Índia ’ e Lopo Vu de SâiDp^ayo, que bmbem foy Gauernador da (ndia, como em seu tempo djrey; Diogo Fernandes do Bqja, Ayrcs da Silua, Si mão d' And rodo, FernSo Gomes de Lemos, Pero d'Atboquerque, Fero dc Faria, todos capitães de naos grandes; Duarlc do Mello, Antonio Raposo, Jorge de Ikilo, Pero Ferreira, Aluaro de Graslo, Anlio Nogueira, Aluaro d ALayde, Nuno ^HarLíns Raposo, lodos uauelas pequenas; João de Jlcira, João Pereira de Lacerda, Femão de Resende, Francisco Perei¬ ra, Artor de Craslo, caraucllas, Ires redondas e duas latinas; Siluestre Corço, Natalim de llacliara, homens estrangeiros que este anno ElRey inandára pera andarem cm galés, e Jeronytno de Sousa, em galés; e Pero de Badiam, seu irmão d’eljes, capitão de hum bargantym ; e Manuel da Cosia, íeilor d'armada, capitão de huma galcota; Fernandeanes capitão de hum calur que hia amarrado por popa da capilaina; que todas forão vinte e sele velas, afora o calur.

Os quaes capitães, c fidalgos outros rouylo honrados que auia n’ârmada, o Goucrnador ajuntou a conselho no sua nao, ante os quaes, com 0 sacrelario presente, n que mondou o Goueruador que fizesse auto, por¬ que lhe auio de dar eslorroenlo, sendo assy juntos, o Gouernador fatiou, dizendo: «r ^nhores capiLães, c nobres fidalgos, que scruis ElRey nos-« «so senhor com as pessoas e riscos da vida; compre ao seruiço de n fl Deos e de Sua Alteza que o siruaes com vossos Lons conselhos, e do » «que eu disser vossos pareceres me darfis per vossos assinados.

 

https://archive.org/details/in.gov.ignca.14105/page/n415/mode/2up?q=%22Jo%C3%A3o+Pereira+de+Lacerda+%22

Capitão de Mar e Guerra João Maria Pereira de Lacerda, Rio de Janeiro, a 9 de novembro de 1808, ✞ 1 de janeiro de 1864 cc Camila Leonor Pontes

 


 

Tenente: 

https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=339946&pagfis=262

JOÃO MARIA PEREIRA DE LACERDA, nasceu na freguezia da Candelaria, da cidade do Rio de Janeiro, a 9 de novembro de 1808, filho legitimo de Joaquim Antonio de Lacerda (1778 ✞ ?), natural da freguezia de Tarouquella, no Douro; e de D. María Clara Pereira de Lacerda (1784 - ✞ 1858), natural do Rio de Janeiro; sendo seus avós paternos Joäo Bernardo Pereira de Vasconcellos (1738+-), antigo coronel de ordenanças do concelho de Sinfães, comarca de Lamego, e D. Joaquina Felizarda de Mello Alvim, ambos oriundos de Portugal; e maternos Manuel José Pereira de Araújo; D. Emerenciana Maria de Jesus, naturaes do Rio de Janeiro. Teve praça de aspirante a guarda marinha na terceira brigada a 17 de marco de 1826, e foi promovido a guarda marinha a 11 de dezembro do mesmo anno, e concluidos os estados académicos com approvaçao plena em todos os annos, embarcou em dezembro de 1827 para o brigue de guerra Pampeiro, sob o commando de Pedro Ferreira de Oliveira, que annos depois Ihe passou um atestado muito honroso, ao qual menciona que em o naufragio do dito brigue, a 18 de outubro de 1828, na barra da capital da provincia do Espirito Santo, foi preciso ordem terminante para que o guarda marinha Lacerda não arriscasse a vida para salvar alguns objectos da fazenda nacional; constando igualmente que estando o mesmo Lacerdia embarcado na fragata Thetis, que o dito Oliveira commandava, fora o primeiro a saltar ao escaler para salvar a vida de um soldado, caíndo elle proprio ao mаг quando o navio deitava nove milhas, e n'essa occasião recebeu urna grande pancada, da qual Ihe resultara doenca grave. Promovido a segundo tenente a 19 de outubro de 1828, a primeiro tenente a 7 de outubro de 1837, a capitão tenente a 7 de setembro de 1846, a capitão de fragata a 30 de dezembro de 1856, requerendo em abril de 1861 a sua reforma, que obteve no posto de capitäo de mar e guerra.
Exerceu differentes cargos e commissöes publicas: de commandante de alguns navios de guerra surtos no Rio de Janeiro; de commandante das duas companhias de artifices do arsenal de marinha n'aquella corte; de adjunto ao chefe de esquadra encarregado do quartel general de marinha, substituindo-o tambem nas suas funccöes de chefe; de inspector das obras dos navios da armada fabricados no dito arsenal; de ajudante de ordens e secretario no quartel general de marinha; de superintendente da companhia de paquetes a vapor brazileiros, etc. Fez parte, com o chefe de divisão Joaquirn Marques Lisboa e Joaquim José lgnácio, da commissâo incumbida da gerencia do asylo dos inválidos da marinha; e regeu a aula de geometría applicada ás artes no arsenal da marinha. Era official da ordem da Rosa, e cavalleiro das de Christo e Aviz, do Brazil; e da de S.Gregorio Magno, concedida pelo santo padre Pió IX, por serviços relevantes prestados á religiäo, e especialmente á congregaçäo das irmãs da caridade, das quais fora enthusiastico defensor, segundo a phrase da pessoa que forneceu os apontamentos que deixo aquí, acrescentando: «A seus esforços, principalmente, se deve o asylo das Larangeiras, dirigido pelas mesmas irmãs. As religiosas de S. Thereza devem-lhe muito pelos muitos serviços que Ihes prestou por largo tempo, que serviu de syndico. Lacerda nunca poupou trabalhos para defender religiäo, e muitas vezes em longos e bem escriptos artigos a defendeu pela imprensa, e até chegou a redigir alguns periódicos religiosos de sua creação, como foram o Popular e a Abelha, que porém não duraram muito. Os trabalhos mencionados e outros muitos a favor da igreja e do estado, e a bem da sua familia (... apesar da mediocridade de seus bens a mandar seis filhos a academias da corte e universidades fora do império), quebraram-lhe as forças, reduziram-no ao triste estado de cegueira total e o levaram ao tumulo, fallecendo a
1 de janeiro de 1864, na mesma casa onde nascera cincoenta e cinco annos e menos de dois mezes antes. Lacerda foi sempre considerado o typo do homem de bem e verdadeiro christâo de palavras e de obras, e desinteressado amigo da monarchia; sua morte foi geralmente sentida por numerosos amigos e por quantos o conheceram. A amisade e a gratidão gravaram-lhe sobre a lousa sepulchral um extenso epitaphio, o mais christão que se lê no cemitério da Ponte do Caju”. ....

Cap. de Mar e Guerra João Maria Pereira de Lacerda, seus ascendentes e descendentes.
- Ele era filho de Joaquim Antonio de Lacerda (v. tópico sobre o mesmo).
- O Capitão de Mar e Guerra João Maria Pereira de Lacerda, n. 9/11/1808 - Rio de Janeiro, RJ; bat. 23/11/1808 – Rio de Janeiro, RJ (Ig. da Candelária, liv. iniciado em 1800, fl. 206v); f. 31/12/1863 ou 1/1/1864? - Rio de Janeiro, RJ (Cem. Ponta do Cajú), c. 27/4/1829 - Rio de Janeiro, RJ (Capela de São João Batista da Imperial Quinta da Boa Vista) c/ D. Camila Leonor Pontes (fª José Antônio de Pontes c.c. Mariana Joaquina “?”), n. 15/2/1803 - Lisboa, Portugal [veio para o Brasil com 5 anos]; bat. freguesia N.S. das Mercês, Lisboa, Portugal; f. 19/5/1878 - Rio de Janeiro, RJ (Cem. São Francisco Xavier).
- João Maria Pereira de Lacerda e D.
Camila Leonor Pontes (1803 ✞ 1878) filha de José António de Pontes (1775 ✞ 1803?) e Mariana Joaquina Pontes ou Maria Joaquina Pontes,  e tiveram, pelo menos, os filhos: Luiz Maria Gonzaga de Lacerda, D. Pedro Maria de Lacerda (bispo no RJ, Conde de Santa Fé), Vicente Maria de Paula Lacerda, Joaquim Maria de Lacerda, João ..., Paulo ..., Maria Encarnação (freira carmelita), Maria Thereza, Maria Filomena (falecida aos 4 meses), Manoel ..., todos, ao que nos consta, nascidos no Rio de Janeiro.

 https://geneall.net/it/forum/152783/cap-de-mar-e-guerra-joao-maria-pereira-de-lacerda/

https://geneall.net/it/forum/152783/cap-de-mar-e-guerra-joao-maria-pereira-de-lacerda/ 

https://archive.org/details/veritas1119unse/page/56/mode/2up?q=%22Camilla+Leonor+Pontes%22 

https://archive.org/details/diccionariobibl06blakgoog/mode/2up?q=%22Camilla+Leonor+Pontes%22

https://archive.li/yqcps

Manuel José Pereira de Araujo cc Casamento com Emerenciana Maria de Jesus 1784 nascimento da filha 1784 Maria Clara Pereira solt. Maria Clara Pereira de Lacerda

 


 D. Maria Rafaela Pereira de Vasconcelos de Melo e Alvim, sua parente por estes Pereiras, e por Caldeiras, filha de João
Bernardo Pereira de Vasconcelos e de D. Joaquina Felizarda de Melo e Alvim, sua mulher, Senhores da Quinta e 

Morgado da Porta.

 

não entendi:

04.08.1778. Foram seus padrinhos Francisco de Lacerda Pereira de
Vasconcelos, Sargento-Mor de Cinfães e a filha deste, D. Maria Rosa
de Lacerda Pinto de Vasconcelos, mulher de Diogo da Silveira Pereira,
da Quinta de Antemil, freguesia de Piães. Foram testemunhas do
sacramento: D. Engrácia Pinto Pereira de Vasconcelos, tia do neófito,
o P.e José Pereira de Carvalho, da Quinta do Outeiro, e o Dr. Cristóvão
Vieira dos Santos Brochado. Casou em São Cristóvão de Nogueira, a
23.05.1802, com D. Maria Rafaela Pereira de Vasconcelos de Melo
e Alvim, sua parente por estes Pereiras, e por Caldeiras, filha de João
Bernardo Pereira de Vasconcelos e de D. Joaquina Felizarda de Melo
e Alvim, sua mulher, Senhores da Quinta e Morgado da Porta; neta
paterna do Capitão Manuel de Melo e Fonseca, Senhor do Morgado
da Porta, Juiz Ordinário e dos Órfãos no concelho de São Cristóvão de
Nogueira, e de D. Antónia Josefa de Lacerda e Vasconcelos, sua mulher,
acima mencionados; neta materna de José Pereira Vieira de Melo, e
de D. Teresa Angélica de Melo, sua mulher, residentes na Quinta da
Bona Vista (sic), freguesia de Santo Ildefonso, Extra-Muros, na cidade
do Porto. Para esse casamento, foi feito dote por D. Rafaela Pereira
de Vasconcelos, tia da noiva, por escritura lavrada a 13.07.1801, na
morada da dotadora e de seu marido, Dr. Cristóvão Vieira dos Santos
Brochado, pelo Tabelião do concelho de São Cristóvão, José Moreira
da Fonseca Chaves 232. Viveram na Quinta da Porta, em São Cristóvão
de Nogueira, com geração. O Dr. Francisco Pinto Brochado morreu
em São Cristóvão de Nogueira, a 19.05.1845, com a extrema-unção,
com testamento de mão comum com a dita sua mulher, e codicilo
“da sua parte”, e foi sepultado na Capela-Mor da Igreja Matriz 233. Sua
mulher havia já falecido, a 23.08.1834, com todos os sacramentos, e
também fora inumada na referida Capela-Mor. 

Fontes: busque no noodle.

outras fontes homonimos (cuidado porque inclusive a Maria Clara também tem homonima nos Açores, só não sei se são familiares de outro ramo da familia, deve ser) ; 

https://archive.org/details/sao-jorge-notary-catalog/mode/2up?q=%22Jo%C3%A3o+Pereira+de+Lacerda+%22 

https://archive.org/details/diccionarioaris00unkngoog/mode/2up?q=%22Jo%C3%A3o+Pereira+de+Lacerda+%22 

agnifico lhe excede no excellente e no admirável.

Provávelmente um homonimo! Tourada nos Açores:
Eram os cavalleiros, que haviam tornear, já aqui nomeados: o primeiro, João Pereira de Lacerda, sargento-mór da cidade, e o segundo, Francisco Pereira de Lacerda, seu irmão, capitão de infanteria, tão insignes na cavallaria e arte de toirear que podem ser exemplo aos mesmos inventores de tão nobres exercicios ; tão bizarros, tão dextros e tão fortes cavalh iros, que poseram na corrente do Lethes as memorias dos Magriçi s e dos Abranches. 

https://archive.org/details/toiradasemportug00sa/page/112/mode/2up?q=%22Jo%C3%A3o+Pereira+de+Lacerda+%22

https://archive.org/details/genealogias-da-ilha-terceira-vol-7-pain-a-ramos-pdf-free/mode/2up?q=%22Jo%C3%A3o+Pereira+de+Lacerda+%22

Pedro Maria de Lacerda, Rio de Janeiro, 31 de outubro de 1830 — † Rio de Janeiro, 12 de novembro de 1890. Bispo da diocese de São Sebastião do RJ. Irmão de Joaquim Maria de Lacerda


 

 

D. Pedro Maria de Lacerda
IX Bispo do Rio de Janeiro
MDCCCLXIX (1869)
MDCCCXC (1890)

Essas datas indicam seu período de serviço episcopal.

Sobre a origem da imagem: parece ser uma fotografia de um quadro pintado, provavelmente localizado em alguma instituição religiosa, museu ou arquivo histórico ligado à Arquidiocese do Rio de Janeiro, onde costumam manter retratos dos seus antigos bispos.

Você quer que eu procure de onde exatamente veio essa foto?

 

Retrato do Bispo

 

https://estacaocapixaba.com.br/d-pedro-maria-de-lacerda-biobibliografia/
 c/c https://archive.li/NPZO5

 Dom Pedro Maria de Lacerda (1830-1890), o Conde de Santa Fé, foi o Bispo do Rio de Janeiro entre 1869 a 1890.

Filho do Capitão de Mar e Guerra João Maria Pereira de Lacerda e D. Camila Leonor Pontes de Lacerda, cuidaram desde cedo de sua educação que sempre demonstrou interesse a religião e dedicou-se desde a mais tenra infância ao estudo das letras divinas e humanas.

Foi Enviado para o Colégio do Caraça, dirigido pelos Padres da Congregação da Missão de S. Vicente de Paulo, onde entrou na vida sacerdotal. Se doutorou em Sacra Teologia na Universidade do Colégio Romano em 3 de setembro de 1849. Nomeado Bispo do Rio de Janeiro em 1 de fevereiro de 1868, ouvindo o parecer de D. Antônio Ferreira Viçoso, seu professor e conselheiro.

Adepto do Ultramontanismo, tratou de reformar o clero e as ordens regulares, e protegeu de modo particular as congregações religiosas observantes, que nele achavam o melhor dos amigos, como os Padres Salesianos, por ele estabelecidos em Niterói, os Jesuítas e a Ordem de São Vicente de Paulo

Tomou parte no Concílio do Vaticano em Roma, onde teve o ensejo de usar da palavra algumas vezes em defesa dos direitos da Igreja. Fez visita ad limina em 1877, presidindo uma peregrinação brasileira a Lourdes e a Roma. Tinha uma veneração particular por Pio IX, a quem conheceu desde sua primeira viagem à Europa em 1848.

O Bispo era duramente criticado pela impressa, por sua oposição a presença da Maçonaria na Igreja, foi um dos protagonistas da Questão Religiosa ou Questão Maçônica.

Capelão Mor da Casa Imperial, batizou os Príncipes, filhos da Princesa Imperial Isabel e dera a 1ª Comunhão ao Príncipe do Grão Pará, em Petrópolis, em 1888.

Por ocasião da promulgação da lei de 13 de maio desse ano, que extinguira a escravidão no Brasil, fora agraciado pela Redentora com o título de Conde de Santa Fé por seu apoio a causa abolicionista. Participou da grande reunião dos Bispos do Brasil na Casa da Princesa Isabel em Laranjeiras, onde declararam o apoio da Igreja ao Terceiro Reinado.

Durante o auge da campanha abolicionista da década 1880, Dom Pedro de Lacerda exaltava publicamente aqueles que compravam cartas de alforria aos escravos: "Provemos de aplausos a quem da a alforria, nascidos de um coração ansioso de ver a liberdade, refulgir mais e mais entre os homens a sombra da Cruz"

Com a Proclamação da República em 1889, Dom Lacerda teria tentado convencer Deodoro da Fonseca a abandonar a Maçonaria, porém sem sucesso. Faleceu pouco tempo depois em 1890. Fonte:Breve história da Igreja no Brasil - Página 134. / D. Pedro Maria de Lacerda: último bispo do Rio de Janeiro no império

BrazilImperiu/photos/dom-pedro-maria-de-lacerda-1830-1890-o-conde-de-santa-fé-foi-o-bispo-do-rio-de-j/925311386285742/
 

Pedro Maria de Lacerda, primeiro e único Conde de Santa Fé, (Rio de Janeiro, 31 de outubro de 1830 — Rio de Janeiro, 12 de novembro de 1890) foi um sacerdote católico, bispo da diocese de São Sebastião do Rio de Janeiro por mais de vinte anos.

Filho de João Pereira de Lacerda e Camila Leonor Fontes, nasceu na freguesia da Candelária e faleceu no prédio do Seminário São José, no Morro do Castelo.

Dom Pedro foi confirmado décimo bispo do Rio de Janeiro pelo Papa Pio IX, por (bula) de 24 de setembro de 1868, em substituição a Dom Manuel do Monte Rodrigues de Araújo. Foi sagrado na Catedral Basílica de Mariana por Dom Antônio Ferreira Viçoso, bispo de Mariana. Tomou posse do bispado em 31 do mesmo mês por seu procurador Monsenhor Félix Maria de Freitas e Albuquerque. Fez sua entrada solene na catedral em 1 de março de 1869.

Foi feito Conde de Santa Fé por Decreto Imperial, de 16 de maio de 1888.

Era um dos adeptos do ultramontanismo[1].

Foi o último Bispo Capelão Mór, tomou parte no Concílio Vaticano I em Roma, e assistiu à queda do império, quando da Proclamação da República Brasileira (1889).

Encontra-se sepultado no interior do Palácio da Conceição. 

 Fontes:

 https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_Maria_de_Lacerda

https://geneall.net/it/forum/152783/cap-de-mar-e-guerra-joao-maria-pereira-de-lacerda/

https://archive.li/A5c6s 

https://archive.li/yqcps

https://www.blogger.com/blog/post/edit/preview/2440002276847656293/2072540434845636679 



https://www.catholic-hierarchy.org/bishop/blace.html

 

 

quarta-feira, 23 de abril de 2025

João Rodrigues Pereira de Almeida . Lisboa, 3 de fevereiro de 1774 — ✞ Rio de Janeiro, 31 de dezembro de 1829

 João Rodrigues Pereira de Almeida (Lisboa, 3 de fevereiro de 1774 — Rio de Janeiro, 31 de dezembro de 1829  Campo de S.Ana, Rio de Janeiro canto da rua dos Ciganos

Fonte:

https://archive.org/details/blu-1963004-abr/page/5/mode/1up 


mencionado em:

https://rosas-dos-ventos.blogspot.com/2025/04/antonio-de-menezes-e-vasconcelos-de.html

 

Ministro Thomáz António. Nascimento: Lisboa, 18 de setembro de 1755 — ✞ Lisboa, 16 de maio de 1839. Fundador do Museu Nacional do Rio de Janeiro

Colecção Museu Histórico Nacional,  Brasil

 

Museu Histórico Nacional,Brasil  


 

 

Thomáz António   Lisboa, 18 de setembro de 1755 — ✞ Lisboa, 16 de maio de 1839. Fundador do Museu Nacional do Rio de Janeiro

Thomaz Antonio 


"Meü Pai nào solicitou nenhum emprego para mim. Era amigo intimo do, chanceller-mór Thomaz Antonio de Villa-Nova Portugal e, em consequencia desta amizade, fui eu chamado em principio do anno de 1809 para o gabinete particular do dito chanceller-mór. Este achando-se satisfeito com meu servico, conferio-me em 24 de Julho do mesmo anno um officio de propriedade na sua chancellaria. Algum tempo depois conferio-se me outro, igualmente de propriedade, e tal foi a preponderancia que cheguei a ter naquella Reparticào Publica, que aconteceu miais de uma vez nào despachar ella por nào poder eu, por doente, comparecer."

(https://archive.org/details/pdffile-4_202504/page/n450/mode/1up?q=+Drummond)

https://www.museunacional.ufrj.br/semear/docs/Listagem_de_artigos_e_periodicos/artigo_LOBO-BRUNO.pdf

  sendo ministro

https://archive.org/details/blu-1963004-abr/page/5/mode/1up  ]

https://archive.org/details/blu-1963004-abr/page/5/mode/1up?q=Tomas 

http://hemeroteca.ciasc.sc.gov.br/blumenau%20em%20cadernos/blumenaue%20cadernos60.html

mencionado em:

https://rosas-dos-ventos.blogspot.com/2025/04/antonio-de-menezes-e-vasconcelos-de.html 

 

 O ministro Thomaz Antonio de Vila Nova Portugal (1755-1839) foi um jurista e político português, que exerceu diversos cargos na magistratura e na política, tanto em Portugal como no Brasil, durante o período da presença da Corte Portuguesa no Rio de Janeiro.
Biografia e Carreira:

    Formação e início da carreira:
 Formado em direito pela Universidade de Coimbra, Thomaz Antonio começou a sua carreira na magistratura portuguesa, ocupando cargos como corregedor em Vila Viçosa e desembargador na Casa de Suplicação.

Em Portugal:
Em Portugal, foi também deputado da Junta de Comércio e desembargador do Paço, este último cargo durante o período da presença da Corte Portuguesa no Rio de Janeiro.
Brasil:
No Brasil, durante o período da Corte Portuguesa no Rio de Janeiro, Thomaz Antonio exerceu diversos cargos importantes, incluindo o de Ministro da Guerra e da Fazenda.
Primeiro-ministro:
Foi também primeiro-ministro de Portugal, durante um curto período, entre 1817 e 1821.
Posições no Brasil:
Ocupou também o cargo de Secretário de Estado dos Negócios do Reino e, mais tarde, de Presidente do Real Erário, durante a estadia da Corte no Rio de Janeiro.
Oposição à Revolução de 1820:
Thomaz Antonio era um opositor da Revolução Liberal de 1820 em Portugal e defendia a permanência da Corte no Brasil, tendo até sido impedido de voltar a Portugal em 1821 após o retorno de D. João VI.
Autoria e Legado:
Foi autor de importantes trabalhos nas áreas de direito e economia, alguns dos quais foram apresentados na Real Academia das Ciências de Lisboa.

Em resumo: Thomaz Antonio de Vila Nova Portugal foi uma figura importante na história de Portugal e do Brasil, durante o período da presença da Corte Portuguesa no Rio de Janeiro e nas décadas seguintes, tanto na magistratura como na política, e tendo uma atuação marcante no período da independência do Brasil.

    Portugal, Thomaz Antonio de Villa-Nova
    O Ministro Thomaz Antonio de Villa-Nova Portugal nasceu em 18 de setembro de 1755, na cidade de Tomar, em Portugal. Após formar-se...

Acervo Arquivístico da Marinha do Brasil
1821 Panfleto “Thomaz, deves apresentar isto a El-Rei”
A fama do ministro, que havia sido um radical opositor da Revolução de 1820 em Portugal e defendia a manutenção da sede da Corte n...
Rio Memórias
DIM-18-1-1821 - Planalto
Thomaz Antonio de Villanova Portugal, do Meu Conselho, Ministro e Secretario de Estado dos Negocios do Reino, que serve de Preside...
Planalto

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 Tomás Antônio de Vilanova Portugal

Nasceu em Lisboa, Portugal, em 1755. Formou-se em direito pela Universidade de Coimbra e exerceu cargos da magistratura, como corregedor em Vila Viçosa, desembargador na Casa de Suplicação, deputado da Junta de Comércio e desembargador do Paço, este no período em que a corte portuguesa se encontrava no Rio de Janeiro. Homem de confiança de d. João, foi ministro de várias pastas, chegando a acumular, em caráter ordinário e efetivo, as do Reino, Erário Régio e Negócios Estrangeiros e da Guerra, entre 1818 e 1820. Defensor do regime Absolutista, opôs-se a liberais ilustres como o conde de Palmela, ministro dos Negócios Estrangeiros e da Guerra, e promoveu intensa campanha contra as sociedades secretas, em especial a maçonaria, colaborando na edição de atos legais que exigiam autorização do Estado para o funcionamento de congregações e associações de pessoas. Apoiava a ideia de se manter a corte no Rio de Janeiro como forma de preservar as prerrogativas absolutas da coroa em terras brasileiras, livre das ameaças liberais que impregnavam Lisboa. Não teve sucesso em seu intento e voltou com a comitiva de d. João para Portugal em 1821, onde foi proibido de desembarcar pelas Cortes. Autor de importantes trabalhos nas áreas de direito e economia, teve alguns de seus escritos apresentados na Real Academia das Ciências de Lisboa. Fidalgo cavaleiro da Casa Real e detentor dos títulos da Ordem da Torre e Espada e da Ordem de Cristo. Morreu em Lisboa, em 1839.


Bibliografia
LIMA, Oliveira. Dom João VI no Brasil (1808-1821). v. 2. Rio de Janeiro: Tipografia do Jornal do Commercio, 1908.

MALERBA, Jurandir. A corte no exílio: civilização e poder no Brasil às vésperas da Independência (1808 a 1021). São Paulo: Companhia das Letras, 2000.

SERRÃO, Joel. Thomas Antônio Villanova Portugal. In: Dicionário da história de Portugal. Lisboa: Iniciativas Editoriais, 1971.

SILVA, Paulo Napoleão Nogueira da. Crônica de d. João VI. Rio de Janeiro: Ed. Biblioteca do Exército, 2005.

 https://mapa.arquivonacional.gov.br/index.php/assuntos/79-producao/70-biografias/452-tomas-antonio-de-vilanova-portugal

https://acervo.arquivopublico.sc.gov.br/index.php/informationobject/browse?collection=56097&sortDir=desc&subjects=63507&sort=lastUpdated&sf_culture=pt_BR&repos=87980&topLod=0&onlyMedia=1&media=print

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Homonimo

Tomás Pereira de Castro Viana

citado no mesmo documento:

https://archive.org/details/blu-1963004-abr/page/5/mode/1up?q=Tomas

sobre os escravos novos de nação Cabinda, comprados por Tomás Pereira de Castro Viana por ordem real para benefício da princesa D. Maria Teresa em sua real Quinta do Macaco 

https://bdlb.bn.gov.br/acervo/handle/20.500.12156.3/402514?locale-attribute=en 

https://pt.scribd.com/document/708143393/Inventario-dos-bens-de-Elias-Antonio-Lopes

 

Golfinhos se comunicam por ondas cerebrais.

Estudo. Não entendi quais delas. Gravar O que entendi ondas Tetha.   As ondas alfa e theta são tipos de atividade elétrica cerebral medidas...