terça-feira, 22 de abril de 2025

António de Menezes e Vasconcelos de Drummond. nasceu no Rio de Janeiro, a 21 de maio de 1794, ✞ Paris, 1865. Um dos fundadores de Itajaí. AS TERRAS DO LEAL MIRIM

 

 

AS TERRAS DO LEAL MIRIM?

  AS TERRAS DO ITAJAHY MIRIM 22/04/2025 12:27

António de Menezes Vasconcelos de Drummond


 Fonte:

https://archive.org/details/antonio-de-menezes-vasconcelos-de-drummond

chat gpt não informou a fonte.


Fonte:

https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/562750/000970221_Anotacoes_A.M.V_Drummond_sua_biografia.pdf

https://geneall.net/pt/nome/234989/antonio-de-menezes-vasconcelos-de-drummond/

  António de Menezes Santana e Vasconcelos de Drummond.[1] Foi um número quatro envolvido na Independência do Brasil, em conjunto com D. Pedro I do Brasil, a Imperatriz Dona Leopoldina e José Bonifácio de Andrade e Silva.

Conselheiro e ministro plenipotenciário do Brasil na Europa, após a sua independência, coube-lhe o papel de inaugurar as várias embaixadas do Brasil na Europa. Foi também um dos fundadores de Itajaí.[2] Nasceu no Rio de Janeiro a 21 de maio de 1794 e faleceu em Paris a 15 de Janeiro de 1865. Era filho legítimo do Tenente Coronel António Luiz Ferreira de Menezes e Vasconcellos de Drummond, Vereador do Senado da Câmara, Escrivão da Mesa Grande da Alfandega do Rio de Janeiro, Cavaleiro da Ordem de Cristo e de sua mulher D. Josepha Januária de Sá e Almeida. 12º neto de João Escócio (John Drummond), escocês que se fixou na Ilha da Madeira por volta de 1420, descendente pela linha Drummond de Maurício Drummond, neto do Rei André I da Hungria. Por sua vez, João Escócio (John Drummond), era sobrinho da Rainha Anabela da Escócia, neto do Henry Sinclair, 1º conde de Orkney, 9º barão de Rosslyn, Duque de Oldenburg, *1345 +1400 e de sua mulher Jean Halyburton, sendo esta descendente dos reis da Escócia, neta de Robert Stewart, duque de Albany, Conde de Fife, c. 1340 – 3.9.1420, Regente do Reino, ( 1401 - 1420). Responsável pela construção do Castelo Doune e de sua mulher Margaret Graham, condessa de Menteith, c. 1334 - c. 1380.

Família:

De Dona Luísa Joaquina de Morais teve:

- D. Narcisa de Menezes e Vasconcelos de Drummond *15.5.1831

De N.

- Luís Teles de Drummond, *10.7.1843.

De Dona Maria da Assunção Ribeiro Monteiro teve:

- D. Luiza Augusta Ribeiro Monteiro Drummond *4.12.1843, com descendência na família Drummond Ludovice.

De Dona Maria José Gondim teve:

- D. Amélia Eugénia Vasconcelos Drummond *16.11.1852 Lisboa, Baronesa de Inohan.

- D. Teresa Cristina Vasconcelos Drummond *1856, Baronesa da Estrela. 

Fontes:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_de_Menezes_e_Vasconcelos_de_Drummond.

https://archive.li/Fc9W2 

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(Antônio de Menezes Vasconcelos de) nasceu no Rio
de Janeiro, a 21 de maio de '1794, 

A parte que nos interessa, entretanto , que interessa à história de
Itajaí é a que acima se transcreveu, traduzida, quase que literalmente,
da publicação feita pela Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro ("Anais",
volume XIII (1855/ 1886), páginas 3 a 5)

 http://hemeroteca.ciasc.sc.gov.br/blumenau%20em%20cadernos/1963/BLU1963004_abr.pdf

https://archive.org/details/blu-1963004-abr/page/4/mode/2up 

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Anotacáo 7): *Há aqui muita exageracáào. Alguns trabalhos se fizeram no 
Rio Itajai; mas nem houve tempo nem meios para os levar a cabo. Todavia ali 
se construiu uma sumaca denominada *S. Domingos Lourenco", que foi a primei- 
ra embarcacáo daquele lote que passou a barra do Rio Itajai, carregada de fei- 
jao, milho e taboado, para o Rio de Janeiro. Do Itajai mandei a madeira para a 
obra do museu do Campo de Sant'Ana,
 e mandei de presente, porque era cortada 
e serrada à minha custa. Soube denois que uma parte da madeira que mandei 
para as obras do Museu fóra distraida por Tomás António Pereira de Castro Viana, 
que servia de tesoureiro do mesmo museu, para as obras que monsenhor Miranda 
fazia em 'uma chácara sua. Todos sabem que o museu do Campo de S. Ana prin- 
cipiou em uma casa que o govérno comprou, sendo ministro Tomás António, a 
Joào Rodrigues Pereira de Almeida, no Campo de S.Ana, canto da 
rua dos Ciganos, a qual nào sendo bastante,
 o ministro mandou fazer novas construcóes pelo 
lado do campo de S. Ana em terrenos que para ésse fim comprou, o que tudo jun- 
to forma hoje o museu nacional. Durante a minha estada na provincia de Santa 
Catarina percorri o rio de Sao Francisco do Sul, e no museu nacional devem exis- 
tir algumas pérolas que eu mandei, pescadas naquele rio. Eram pequenas, mas 
de boa qualidade. A provincia de Santa Catarina pela sua posicáo geográfica, pe- 
los seus portos, rios, lagos e matas e pela fertilidade do seu terreno, deve mere- 
cer amplos cuidados do govérno. A enseada das Garoupas é um dos melhores por- 
tos do mundo. A Caixa d'Aco pode conter inümeros navios abrigados de todos 
os ventos. Os catarinetas amam a vida do mar e sào bons marinheiros. Deve-se 
criar ali e fazer prosperar uma boa povoacáo maritima. Para isso é necessário 
proteger a pesca em grande. A pesca é o viveiro de marinheiros e produz muito 
alimento barato. O ministro Tomás António tinha em vista fazer de Santa Cata- 
rina um grande arsenal maritimo. Tinha em vista elevar aquela provincia a um 
grau de grande prosperidade. Santa Catarina é o pósto avancado do Rio de Ja- 
neiro no Rio da Prata. 

Anotacáo 8): *Foi um aviso do almirante Quintela, ministro do reino da re- 
volucáo de 26 de fevereiro de 1821, pelo qual me participava que "tendo a tropa 
reunida pelo siléncio da noite, na praca do Rocio, proclamado a constituicáo que 
se fizesse em Portugal, S.M. havia anuido e nomeado a ele, almirante seu minis- 
tro do reino; que, sendo necessário nas atuais circunstáncias proceder com a mais 

 https://archive.org/stream/blu-1963004-abr/BLU1963004_abr_djvu.txt

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  Rio de Janeiro, Pedro Ludwig

 

A antiga Igreja de Sant'Ana no Rio de Janeiro foi demolida em 1857 para a construção da Estação Central do Brasil. A igreja, que ficava no antigo Campo de Santana (hoje Praça da República), era um local de grande importância religiosa e histórica para a cidade.
Detalhes da Demolição e Reconstrução:

    Demolição:
    A igreja foi demolida em 1857 para dar lugar à construção da Estação Central da estrada de ferro.

Reconstrução:
Após a demolição, a igreja foi reconstruída em um local próximo, na rua das Flores, que posteriormente passou a ser denominada Santana.
Local Atual:
A Igreja de Sant'Ana que se vê atualmente é um edifício distinto do antigo, com um novo projeto de 1939, de Ângelo Alberto Murgel.
Significado:
O local onde a igreja original existia, o Campo de Santana, é um espaço histórico importante, lembrando a devoção à Santa e o papel da igreja na vida da cidade.

A Igreja de Sant'Ana é um exemplo de como a história da cidade do Rio de Janeiro se manifesta em seus espaços, com a presença de um local sagrado, que foi palco de diversas transformações e que continua a ser um ponto de referência.

 esqueci de anotar a fonte

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Monsenhor_Miranda 

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Campo de Santana, em aquarela de Ender, onde se localizava o quartel-general que abrigou a primeira sede do Conselho Supremo Militar e de Justiça, séc. XIX
Campo de Santana, em aquarela de Ender, onde se localizava o quartel-general que abrigou a primeira sede do Conselho Supremo Militar e de Justiça, séc. XIX
Fonte indicada não encontrada:
Akademie der Bildenden Künste Wien
https://www.akbild.ac.at/de/search?collectionfilter=1&SearchableText=%22Thomas%20Ender%20%22&fc3dbb11463149f1aadf1f9dd39ca127-b_start:int=0
 

 Criado pelo alvará de 1º de abril de 1808, por ocasião da transferência da corte portuguesa para o Brasil, o Conselho Supremo Militar e de Justiça respondia pelos assuntos que em Lisboa se expediam pelos conselhos de Guerra (1640), do Almirantado (1795) e do Ultramar (1642). O órgão tinha por atribuição julgar em última instância os processos criminais dos réus sujeitos ao foro militar, provenientes dos conselhos de guerra existentes nos corpos militares, que funcionavam como tribunais de primeira instância. O conselho exercia ainda funções administrativas como a expedição de cartas-patentes, promoções, soldos, reformas, nomeações, lavratura de patentes e uso de insígnias (CABRAL, 2011).

O tribunal era composto por dois conselhos relativamente independentes: o Conselho Supremo Militar, que tratava dos assuntos administrativos, e o Conselho de Justiça, responsável pelo julgamento dos processos criminais militares. Regulados por legislação e sessões distintas, esses conselhos despachavam em conjunto apenas extraordinariamente, quando requerido. Ao longo do período joanino, o Conselho Supremo Militar e de Justiça não sofreu alterações significativas, sendo mantido no mesmo formato institucional da justiça militar em Portugal.

Com a Independência (1822) foi necessária a adequação do aparato administrativo e do ordenamento jurídico, processo que integrou a construção do Estado brasileiro, que procurou harmonizar os princípios definidos pelo constitucionalismo e a divisão de poderes do Estado. O contorno político-jurídico do Estado foi estabelecido pela Constituição de 1824, que legislou sobre o que constituía matéria constitucional, como os poderes do Estado, direitos e garantias individuais. Ao tratar do Poder Judiciário e seu funcionamento, a Constituição previu a criação de tribunais nas províncias e a instalação, no Rio de Janeiro, do Supremo Tribunal de Justiça.

No entanto, o Conselho Supremo Militar e de Justiça não foi mencionado na Carta Constitucional, nem prevista sua inclusão na estrutura do Poder Judiciário, mantendo as funções e estrutura que então vigoravam. É importante observar que o Conselho Supremo Militar e de Justiça e a justiça militar estiveram no centro do debate parlamentar em diferentes momentos, que os identificavam com o legado do Antigo Regime e da administração lusitana no Brasil. A proposta de reforma da justiça militar foi encampada por setores liberais, que advogaram pela extinção do Conselho Supremo Militar, cujas funções passariam a ser desempenhadas pelas juntas de justiça militar, existentes no Pará e no Maranhão, mas que seriam expandidas às outras províncias do Império (BARRETO, 2012, p. 65). Em 1831 foi apresentado um projeto de extinção do tribunal, logo após a abdicação de d. Pedro I, mas o avanço conservador acabou por sepultar essa proposta. Ainda assim, de 1839 a 1889 foram criadas pelo menos quatro comissões parlamentares com o objetivo de elaborar um Código Penal Militar e um Código de Processo Militar, que jamais foram aprovados (SOUZA, 2012; 2014, p. 318-319).

Em termos de organização, o órgão se manteve durante o Império composto por uma secretaria, responsável por todo seu expediente e os conselhos Militar e de Justiça. O Conselho Supremo Militar se constituía por oficiais-generais do Exército e Armada que já fossem conselheiros de Guerra e do Almirantado e outros oficiais de uma ou de outra arma, que seriam vogais do conselho. O Conselho de Justiça era integrado por conselheiros de Guerra e do Almirantado, vogais e três ministros togados, dos quais um deveria ser o relator e os outros dois adjuntos.

Representante dos grandes tribunais do Antigo Regime, o Conselho Supremo Militar e de Justiça manteve sua singularidade de acumular funções judiciais e administrativas, bem como permanecer integrado à estrutura do Poder Executivo. A aprovação do Código Penal e do Código de Processo Militar somente foi alcançada após a Proclamação da República. A Constituição de 1891 previu o Supremo Tribunal Militar como foro especial para julgamento dos delitos militares, com sede no Rio de Janeiro, composto por membros vitalícios.

 

Dilma Cabral

 

Fontes e bibliografia

BRASIL. Decreto de 22 de janeiro de 1820. Cria no Conselho Supremo Militar uma Comissão de Inspeção das Praças e Fortalezas de Guerra. Coleção das leis do Brasil, Rio de Janeiro, p. 15-17, 1889.

BRASIL. Decreto de 5 de junho de 1821. Suspende o exercício da Comissão da Inspeção das Praças e Fortalezas de Guerra. Coleção das leis do Brasil, Rio de Janeiro, parte 2, p. 94, 1889.

LEMOS, Renato Luís do Couto Neto e. A Justiça Militar e a implantação da ordem republicana no Brasil. Topoi, v. 13, n. 24, jan.-jun. 2012, p. 60-72. Disponível em: <https://goo.gl/UxGhNU>. Acesso em: 21 maio 2018.

SOUZA, Adriana Barreto de. Conselho Supremo Militar e de Justiça e a interiorização de uma cultura jurídica de Antigo Regime no Rio de Janeiro (1808-1831). Antíteses, v. 7, n. 14, p. 301-323, jul.-dez. 2014.

___. Um edifício gótico entre instituições modernas: o debate parlamentar sobre o Conselho Supremo Militar e de Justiça (1822-1860). ACERVO, RIO DE JANEIRO, v. 25, n. 2, p. 59-77, jul./dez. 2012.

SOUZA, Adriana Barreto; SILVA, Angela Moreira Domingues da. A organização da justiça militar no Brasil: Império e República. Estud. hist. (Rio J.), Rio de Janeiro, v. 29, n. 58, p. 361-380, ago. 2016. Disponível em: < https://goo.gl/HWxp6K>. Acesso em: 18 abr. 2018.

 

Documentos sobre o órgão podem ser encontrados nos seguintes fundos do Arquivo Nacional       

BR RJANRIO 1X Conselho Supremo Militar e de Justiça      

BR RJANRIO 22 Decretos do Executivo - Período Imperial 

BR RJANRIO 23 Decretos do Executivo - Período Republicano       

BR RJANRIO OI Diversos GIFI - Caixas e Códices:            

BR RJANRIO 53 Ministério do Império        

BR RJANRIO R0 Salgado Filho

BR RJANRIO DA Série Guerra - Gabinete do Ministro (IG1)           

BR RJANRIO AG Série Justiça - Chancelaria, Comutação de Penas e Graças (IJ3) 

BR RJANRIO AV Série Marinha - Contadoria (IM) 

BR RJANRIO B2 Série Marinha - Ministro - Secretaria de Estado (X M)     

BR RJANRIO BW Supremo Tribunal Militar

 

Referência da imagem
Júlio Bandeira; Robert Wagner. Viagem ao Brasil nas aquarelas de Thomas Ender: 1817-1818. Petrópolis: Kappa Editorial. ACG01828

 

Este verbete refere-se apenas à trajetória do órgão no período imperial. Para informações entre 1808-1822 e 1889-1930, consulte os verbetes Conselho Supremo Militar e de Justiça e Conselho Supremo Militar e de Justiça


fontes:

https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Thomas_Ender_Campo_de_Santana.jpg 

https://mapa.an.gov.br/index.php/assuntos/15-dicionario/65-dicionario-da-administracao-publica-brasileira-do-periodo-imperial/301-conselho-supremo-militar-e-de-justica-1822-1889

https://mapa.an.gov.br/index.php/assuntos/15-dicionario/65-dicionario-da-administracao-publica-brasileira-do-periodo-imperial/301-conselho-supremo-militar-e-de-justica-1822-1889?highlight=WyJjb25zZWxobyIsInN1cHJlbW8iXQ==

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Fonte: 

 https://archive.org/details/pdffile-4_202504/page/n451/mode/1up

 

O Conselheiro Drummond
Antônio de Menezes Vasconcelos de Drummond nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de
maio de 1794.269 Estudou humanidades, e destinava-se à marinha, segundo conta,
quando a trasladação da Corte de D. João VI ao Brasil alterou seus planos. Seu pai (o
capitão Antonio Luiz Ferreira de Menezes Vasconcellos de Drummond) era amigo
íntimo de Thomaz Antônio de Vila-Nova Portugal, chanceler-mór de D. João VI, e
Drummond passou a trabalhar na chancelaria, onde se destacou (em 1810 recebeu
mercê do hábito da ordem de Cristo, com 12 mil-réis de Tença). Sua carreira sofreu
267 Crônica Geral (1879), op. cit., p. 95.
268 Sobre o Arquivo Público do Rio de Janeiro há a tese de doutorado de COSTA, Célia. Memória e
administração: o Arquivo Público do Império e a consolidação do Estado brasileiro, IFCS/UFRJ, 1997.
269 Para a vida de Drummond, nos baseamos nas anotações feitas pelo próprio a uma biografia sua
publicada na França, anotações que Drummond enviava de Paris para Melo Morais, e que foram
posteriormente publicadas, junto com a biografia francesa, nos Anais da Biblioteca Nacional do Rio de
Janeiro, vol. XIII, 1885-1886; além das biografias de Drummond em GUIMARÃES, Argeu. Dicionário
bio-bibliografico brasileiro: de diplomacia, política externa e direito internacional. Rio de Janeiro:
Edição do Autor, 1938, verbete 529, e BLAKE, Augusto Vitorino Alves Sacramento. Diccionario
Bibliographico Brazileiro. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1883, 1o vol., p. 265-267.

percalço em 1817, quando foi implicado na Revolução deflagrada em Pernambuco,
acusado de ser maçom, e pertencer a sociedade secreta que apoiava a rebelião.
Drummond negou pertencer à maçonaria, e recusou a oferta de Vila-Nova Portugal de
ir-se para a Inglaterra, trabalhar no corpo diplomático, defendendo sua inocência no
episódio. Acabou por consentir em ir para Santa Catarina, onde permaneceu por alguns
meses. De volta à Corte, apresentou a Vila-Nova Portugal planos de melhoramentos
para a província de onde retornara, e foi destacado novamente para lá, para a
consecução dessas obras.
A Revolução do Porto e os eventos que se lhe seguiram ensejaram o retorno de
Drummond ao Rio de Janeiro, para onde foi chamado de volta e chegou em maio de
1821. Sobre seu retorno ao Rio, Drummond relata, nas anotações que fez à sua
biografia, ter sofrido com a animosidade do Conde dos Arcos, adversário de Vila-Nova
Portugal, e se espantado com a degradação moral que encontrou na cidade, o que o fez
(segundo ele) abster-se da vida social, limitando-se ao trabalho na chancelaria-mor. No
desenrolar dos acontecimentos, Drummond participa do movimento que leva ao Fico de
D. Pedro em 9 de janeiro de 1822, e engaja-se no convencimento das demais províncias
à adesão ao movimento centralizado principalmente em São Paulo. Por essa razão,
embarca para Pernambuco, com um passaporte para a França, conseguindo desembarcar
naquela província alegando estar doente e não poder seguir viagem. Ali, colabora para
manter Pernambuco unida ao Rio de Janeiro e a D. Pedro. Já amigo dos irmãos
Andrada, participa também da luta contra as tropas portuguesas na Bahia, espionando o
comando do general Madeira, seu conhecido do período em Santa Catarina e com quem
tinha boas relações. Chega de volta ao Rio em 8 de setembro de 1822.
Aliado dos Andrada, sua sorte muda após a dissolução da Assembleia
Constituinte em 1823, e sua participação na redação do jornal oposicionista O Tamoyo.
Perseguido, como os irmãos santistas, Drummond escapa para a Bahia, e de lá para a
Inglaterra, vindo a estabelecer-se em Paris. Seu exílio durará até 1829. (Drummond
parece atribuir, nas anotações à sua biografia, seu retorno e dos demais exilados à
normalidade da atuação da Assembleia Legislativa a partir de 1826; seu exílio e dos
Andradas foi inclusive questionado no plenário da Assembleia.)
Na Europa, Drummond baseou-se em Paris, estabelecendo relações com a
comunidade intelectual local, e publicando artigos em periódicos científicos. Segundo
seu relato, viajou muito pelo continente, pouco antes de retornar ao Brasil.270 As
anotações à sua biografia cessam praticamente no momento de seu retorno, ou seja, não
cobrem sua entrada no serviço diplomático, em 1830.271
Inicialmente cônsul-geral, serviu de encarregado de negócios (chargé d'affaires)
no Hanover, Saxônia e Cidades Hanseáticas (1830), Prússia (1831), no Reino das Duas-
Sicílias, na Sardenha e na Toscana (1834) e na Santa Sé (1835). Elevado a ministro,
primeiro residente, depois plenipotenciário, foi designado para o Grã-Ducado do Parma
(1836), e, finalmente, Portugal (1837), onde permaneceu até 1853, quando deixa a
função em condições controversas.272 Drummond foi posto em disponibilidade ativa em
1853, e aposentou-se em 21 de junho de 1862.273
Drummond foi acusado de leviandade pelo governo português ao fazer denúncia
a Paulino José Soares de Souza, então ministro dos Negócios Estrangeiros, de que a
carne ensacada exportada de Portugal para o Brasil, que, segundo Drummond, era muito
consumida aqui, era adulterada
. O paio e o chouriço, que deveriam conter apenas carne de porco, vinham sendo produzidos com carne de cão, gato, cavalo e outros animais mortos por doença ou cansaço, segundo Drummond, a partir de denúncia a um dos
estabelecimentos que produziam a dita mercadoria (havia desconfiança de que até carne
humana entrasse na mistura).
Portugal decidiu interromper a correspondência oficial com o plenipotenciário, e pedir a substituição de Drummond, pois o ofício de
Drummond sobre a questão veio a público em alguns jornais, constrangendo o governo
português.
A interpelação do governo português a Drummond afirma que em jornais da
Bahia e do Rio de Janeiro saiu o ofício de 1 de julho de 1852 do plenipotenciário
brasileiro com a denúncia de carne adulterada. O governo de Portugal refutou os fatos, e
afirma que sequer a descoberta da polícia, citada por Drummond, de um produtor de
carne adulterada (em Aldeia Galega) existiu. Drummond atribuiu a publicação do seu
ofício a um "descuido", negando que fosse sua intenção dar-lhe publicidade. Em sua
resposta, de 2 de novembro de 1852, Drummond inclui o problema das moedas falsas
brasileiras que estavam sendo confeccionadas em Portugal.274 Ainda fala de portugueses
que vinham ao Brasil se empregar no "nefando" tráfico de escravos. Drummond diz
também que seu ofício foi publicado apenas por dois pequenos jornais da oposição, um
do Rio e outro da Bahia.275 A réplica do governo português de 8 de novembro de 1852
tornou a desmentir a notícia das carnes adulteradas, e comunicou ao próprio Drummond
a interrupção da correspondência oficial.
Em ofício do governo brasileiro, de 7 de janeiro de 1853, de Paulino José Soares
de Sousa, o ministro dos Negócios Estrangeiros do Império fez uma meia-defesa de
Drummond: disse que o Brasil não aceitaria o pedido de substituição do diplomata,
anexando memorando para explicar a posição brasileira. O memorando diz que ofício
de Drummond foi publicado no Jornal do Commercio e outros jornais do Brasil e de
Portugal, e afirma a existência do caso da carne adulterada de Aldeia Galega, mas
minimiza a importância desse comércio para o Brasil. Afirma que a interrupção da
correspondência forçava o governo brasileiro a retirar Drummond de Lisboa, uma
imposição que o Império não poderia aceitar; o memorando diz que governo brasileiro
poderia substituir o diplomata, como um ato de consideração, sem contudo que isto
fosse imposto por Portugal. Pede então a revogação da interrupção da correspondência,

 

https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-20012015-121856/publico/2014_PedroAfonsoCristovaoDosSantos_VOrig.pdf

Abaixo notas 

 270 Drummond relata ter percorrido a pé a Suíça; de lá "passei á  Italia, fui pelo Tyrol á Vienna, percorri a
Prussia, as margens do Rheno, a Hollanda, a Belgica, percorri pela segunda vez a Inglaterra e pela
primeira a Escossia e a Irlanda, de onde voltei para a França, e dahi segui para o Brasil em Abril de 1829"
(Anais da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, vol. XIII, 1885-1886, p. 121). Sua chegada ao Brasil foi
em junho de 1829.
271 Na nota que escreveu sobre o falecimento de Drummond em seu periódico Brasil Histórico, Ano V, 3a
série, de 28 de fevereiro de 1874, Melo Morais afirma que o amigo entrou para o serviço diplomático em
2 de setembro de 1830, como encarregado de negócios na Rússia, Lubeck, Hanover etc. No entanto, os
Cadernos CHDD, do Centro de História e Documentação Diplomática da Fundação Alexandre de
Gusmão, Ano 7, no 12, 1o semestre de 2008, p. 118, transcrevem instrução de 18 de abril de 1830 para
Drummond, designando-o "encarregado de negócios, interino, e cônsul-geral na Prússia e cidades da Liga
Hanseática". A instrução contém a data em que Drummond foi nomeado para o cargo pelo Imperador D.
Pedro I (2 de abril de 1830) e para onde deveria dirigir-se na Europa (Hamburgo).
272 Todo o parágrafo, GUIMARÃES, Argeu. Dicionário bio-bibliografico brasileiro: de diplomacia,
política externa e direito internacional. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 1938, verbete 529. Segundo
Guimarães, citando o Drummond sobrinho, Drummond foi desprestigiado pelo Império em uma questão
com a Chancelaria portuguesa envolvendo moedeiros falsos e adulteradores de carnes exportadas para o
Brasil. Na edição que consultamos do Drummond sobrinho, não encontramos o apêndice com este relato.
273 Conforme esclarece Flávio Mendes de Oliveira Castro, a partir da Lei no 614, de 22 de agosto de 1851,
de organização do corpo diplomático brasileiro, "Os diplomatas, de regresso ao Brasil, seriam
considerados em disponibilidade, com 2/3 de seus ordenados se trabalhassem na Secretaria de Estado e
com a metade se ficassem inativos, podendo permanecer nessa situação até cinco anos, findo os quais
seriam considerados fora do Corpo Diplomático, sem direito a ordenado algum, salvo se aposentados"
(CASTRO, Flávio Mendes de Oliveira. História da Organização do Ministério das Relações Exteriores.
Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1983, p. 87-88). Drummond passou à disponibilidade dentro
desta regulação, mas aposentou-se após a entrada em vigor do decreto no 2.358, de 1o de fevereiro de
1859, conhecido como Regulamento Paranhos, pois da gestão de José Maria da Silva Paranhos (1819-
1880), Visconde do Rio Branco, na Secretaria dos Negócios Estrangeiros (1858-59). Pelo novo
regulamento, "Os vencimentos integrais [da aposentadoria] seriam pagos àqueles que tivessem mais de 30
anos de serviço [caso de Drummond] e se encontrassem impossibilitados, física ou moralmente, de
continuar no trabalho" - Drummond estava praticamente cego quando se aposentou (CASTRO, História
da Organização do Ministério das Relações Exteriores, op. cit., p. 110).
 




 

 

 

segunda-feira, 21 de abril de 2025

Pedro Subercaseaux Pedro León Maximiliano María Subercaseaux Errázuriz Roma, 10 de dezembro de 1880 — ✞ Santiago, 3 de janeiro de 1956

 


pinturas históricas de  Pedro Subercaseaux

https://rosas-dos-ventos.blogspot.com/2025/04/bernardo-ohiggins-chillan-20-de-agosto.html

 

Pedro León Maximiliano María Subercaseaux Errázuriz Roma, 10 de dezembro de 1880 — Santiago, 3 de janeiro de 1956 foi um pintor chileno, célebre por sua série de pinturas históricas, representando episódios da história do Chile  

El Mercurio (Diario : Santiago, Chile)


Homenaje a Pedro Subercaseaux
El Mercurio (Diario : Santiago, Chile)



  • Tipo de Documento Libro
  • Matéria Subercaseaux, Pedro (1880-)
    Autores chilenos
https://www.iberoamericadigital.net/BDPI/Search.do

https://www.bibliotecanacionaldigital.gob.cl/visor/BND:265012
 

Alan Mathison Turing Londres, 23 de junho de 1912 – ✞ Wilmslow, Cheshire, 7 de junho de 1954

 Alan Mathison Turing (Londres, 23 de junho de 1912 – Wilmslow, Cheshire, 7 de junho de 1954) foi um matemático,[1] cientista da computação, lógico, criptoanalista, filósofo e biólogo teórico britânico. Turing foi altamente influente no desenvolvimento da moderna ciência da computação teórica, proporcionando uma formalização dos conceitos de algoritmo e computação com a máquina de Turing, que pode ser considerada um modelo de um computador de uso geral.[2][3][4] Ele é amplamente considerado o pai da ciência da computação teórica e da inteligência artificial.[5] Apesar dessas realizações ele nunca foi totalmente reconhecido em seu país de origem durante sua vida por ser homossexual e porque grande parte de seu trabalho foi coberto pela Lei de Segredos Oficiais. 

 

Turing foi processado judicialmente em 1952 por atos homossexuais: a Emenda Labouchere de 1885 determinara que "indecência grosseira" era uma ofensa criminal no Reino Unido. Ele aceitou o tratamento de castração química, com dietilestilbestrol, como alternativa à prisão. Turing morreu em 1954, 16 dias antes de seu 42º aniversário, por envenenamento por cianeto. Um inquérito determinou sua morte como suicídio, mas se observou que a evidência conhecida também é consistente com envenenamento acidental. Em 2009, após uma campanha na Internet, o primeiro-ministro britânico Gordon Brown fez um pedido de desculpas público e oficial a Turing em nome do governo britânico pela "maneira terrível como foi tratado". A rainha Elizabeth II concedeu a Turing um perdão póstumo em 2013. A "lei Alan Turing" é agora um termo informal para uma lei britânica de 2017 que retroativamente perdoou homens advertidos ou condenados sob a legislação histórica que proibia atos homossexuais.[9]

https://www.youtube.com/watch?v=4W-9xd0mac8

AGNI-IGNIS METAFISICA DO FOGO SAGRADO fogo que arde sem queimar já com copías no arquivo mundial para quem queira pesquisar e ler.

 12/11/2018

 

Correspondências on line para Roberto Corbiletto do Professor.

 

Agni-Ignis Metafisica del Fuoco Sacro

 

D.M.
Roberto Corbiletto


Em 1925, abrindo sua revista "Ignis", Arturo Reghini convidou a reacender "o Fogo Sagrado" no Ocidente. Ele explicou que este Fogo deve primeiro ser entendido como o "fogo filosófico", o "calor central e oculto que, no arrastamento, o vaso simbólico do corpo humano, realiza a conversão dos elementos". "E '- acrescentou - o fogo arrebatados para o céu por Prometeu, o fogo Naciketa que permite que você se libertar dos laços da morte e sem se alegrar preocupação no reino dos céus (Katha-Upan I, I, 18)., O fogo persa sagrado e a das vestais. É a chama em que vive a salamandra hermética e da qual a imortal Phoenix Phoenix renasce das suas cinzas ". Nesse mesmo período, René Guénon, que este ano marca o quinquagésimo aniversário da sua morte, pedindo "a ajuda do Oriente" para reabrir as ruas das metafísica tradicional pura Oeste e fora da "crise do mundo moderno". As necessidades de Reghini e Guénon ainda são nossas. Por isso, quando recebemos a boa vontade muito bem-vindo Professor Pio Filippani-Ronconi para nossa revista, que aproveitou a oportunidade para perguntar a ele - orientalista de fama internacional, mas para nós também e acima de tudo um peregrino e cavaleiro nas ruas do Oriente eo Ocidente na "busca" de "pedra de luz" - para rever e permitir-nos para republicar sua contribuição para a conferência sobre "o retorno do Fogo Sagrado no Ocidente", já apareceu em 1995 com um título diferente no suplemento para No. IV da revista «Mos Maiorum», animada pelo falecido amigo Roberto Corbiletto, a quem vai a dedicação deste novo projecto, pela vontade combinada do autor e «La Cittadella». Sem o opus interior há fogo exterior que podem visivelmente riardere no coração de 'o Ocidente: este é o aviso que vem de baixo, a exposição magistral Filippani-Ronconi para meditar, porque é claro que a tradição viva decorre de realização espiritual , no Oriente como no Ocidente, ontem como hoje, hoje como amanhã (sc).


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Ao lidar com a dimensão metafísica do fogo sagrado para os povos arianos, temos que definir um limite para o campo historicamente mais antiga e, portanto, em nossa opinião, a mais rica em significados primitivos, ou seja, o período védico, cujo legado temos sido milagrosamente preservado do protostoria remoto até hoje em dia, tanto para a parte da doutrina, que, por esse litúrgica, mas especialmente - graças à peculiar vocação ambiente indiana - no que diz respeito à internalização do rito e do mito, a realização de ' elemento-agní na consciência visionária do sacerdote. E eu penso recorrer ao auxílio da tradição indiana e de que - muito importante - iraniano para recuperar as características interiores do fogo sagrado, é particularmente útil para fins de reconstrução do fogo "ocidental" viva que tentamos encontrar em nossas Roma, ondas evocando o chamado Pax Deorum passou pela invisibilidade do tempo Graciano e Teodósio, quando o imperador desejo sacrilégio, convertido aos demônios peregrinos, apagou a chama de Vesta casta que ligava a esfera do tempo em terra histórica e factual com as intenções arquetípicas de supramondo , a partir do qual Roma buscou inspiração e vida.

Tratar a védica fogo implica um conhecimento embora resumo do estimado para dentro orientação do espírito, a alma do ARI índios, que está distante da percepção atual do mundo congelado no espaço e no tempo como uma realidade priori, o que corresponde - em a interioridade do sujeito que o representa - um pensamento abstrato, praticamente morto, e uma consciência lógico-discursiva; níveis, estes, de consciência de que o Ocidente terá cada vez mais se tornar, desde o tempo da "morte dos deuses" mencionados por Plutarco de Chaeronea, e no qual está estruturada toda a ciência objetiva e, portanto, a organização político, econômico e social como foi afirmado desde a Renascença em diante. Independentemente dos estratos cultural, raça, casta e religiosa genericamente, Índia preserva, com uma ampla variedade de aplicações, a ciência interior crescente da sabedoria antiga com a experiência de constantemente rinnovellata ascetas incansáveis, o que é - provavelmente nos últimos quatro milênios - esse conjunto de disciplinas que conhecemos como Yoga.

De acordo com essas disciplinas e não só isso, o homem é assiato em quatro estados de consciência: vigília, sonho e sono profundo, e cataplexia (Jagrata, Swapna, susupti, Turiya), cada um dos quais experimenta a si mesmo, o mundo ea realidade de pensar de acordo com diferentes perspectivas. No estado de catalepsia, o "quarto", experimenta-se a identidade suprema de "homem e brâmane", isto é, de "ele mesmo" e "espírito universal", em uma condição


vácuo absoluto (shñnya), de estereesis: esta identidade é matéria de vontade pura que se realiza como calor primordial, tapas. No estado de sono profundo, o Word (Vac, Sabda), é implementado como um "I" cósmica refratada em 16 voz criativa, poderes da luz e do som é fundamentada Vedas. No Dream tem lugar a primeira dicotomia entre a palavra-sentido e objeto: a este nível, contra o qual sonhamos, quando na verdade nós estimamos a ser acordada, ela ocorre na palavra-pensamento, o mantra, todos os poderes da vida, prâna, que regem a equipe homem vivo, o que, no estado de vigília, afirma-se como o mundo físico, o corpo físico subjetivo, esse objectivo, mundo material a ele oposto. Para cada uma destas quatro condições corresponde a um nível diferente de consciência, que a partir da percepção de si mesmo e do mundo nas espécies físico-materiais eminentemente separativos ( "I-a outra") no estado de vigília, atinge - no "quarto estado" ou trance - a identidade suprema e eu universo, a identidade do que em outros estados de consciência, especialmente no estado de vigília, é latente, imanente, caso contrário não poderia ser dada qualquer forma de conhecimento, nem mesmo o grosseiramente material. Este pensamento cósmico, este "gnosis" Prajna, que atravessa como uma coluna de "ouro", hataka-stambha, as várias condições de consciência, é detectado no Veda, especialmente em Rgveda e no Yajur-ver, como o fogo sacrificial que une o mundo dos homens e o dos deuses. Neste ponto, devo salientar outro fato muito importante, fundamental também para o entendimento do rito pagão. Os Deuses não são "a priori" do mundo criado e, portanto, do sacrifício. E 'a vontade consciente do' homem que, através do sacrifício, com o poder da Palavra, o mantra (etimologicamente "Pensamento"), que ele bem manejada, e evoca uma certa maneira "cria" dos Deuses. Isto porque, antes do tempo fluir e da humanidade se manifestar, todos os mundos, todos os seres e suas virtualidades foram incluídos no Homem Universal, Prajâpati, de cujo auto-sacrifício veio a ser o Universo, mas ainda assim está presente, embora esteja latente no coração de todo homem, como purusa, individualidade espiritual. Este poder, este desejo consciente que desperta os deuses, é a partir dos Vedas identificados no kavi-kratu, "o poder do profeta, vidente" e JATA-Vedas, "aquele que conhece as criaturas", manifestações de Agni, o fogo sagrado , que iremos descrever brevemente. Para o fogo sacrificial védica indiana é, portanto, a "realidade presencial" homem, aquele para o qual ele está encarnada no mundo de espaço e tempo, sem perder a dimensão espiritual interior. Na estrutura física do homem, Agní está presente como tapas, o "calor" (cfr. Tepeo Latina, "Eu estou quente"), aparentemente o calor animal, que é, no entanto, uma manifestação da "vontade de ser" tanto instintivamente viva, Jiva, e espiritualmente como um praticante, manîsina, de acordo com a vontade que "o futuro se estende para o presente" com que o movimento syntropyc "anti-natural", o que permite que a vida se estabelecer no mundo da aparência constantemente morrendo, dominado por decadência e corrupção biológica. Em um trabalho, infelizmente, mal conhecido (The Vedas, harmonia, meditação e realização, e Ubaldini., Roma 1976) Jeanine Miller identifica Agní o princípio imortal no homem, o mediador entre o céu ea terra (p. 183), observando que esta "poder inerente e ativo nos Deuses e potencial nos homens ... levanta o mortal para a imortalidade supremo" (RV I, 31, 7 amrtatve uttame martam). E ainda: "nascido no mais alto dos céus" (RV VII, 5, 7), o mediador entre o céu ea terra, o '' convidado de homens "(athitim janânâm) ..." habitando em lares terrenos e na terceira esfera celestial "..." aquele que conhece o caminho dos deuses '(RV I, 72, 7) é' aquele que leva para a casa três vezes escondida, a misteriosa casa, onde reina o não nascido "(RV I, 164, 6) ... ambrósia guardião (RV VI, 7, 7), dell'ámrta, conhecedor de toda a sabedoria "(vishvâni kâvyâni vidvân). Em RV I, 31, 7 é relatado que Agní levanta a imortalidade potencial escondido na matéria e em seres humanos como luz divina com a magnitude da verdadeira imortalidade que reina supremo totalmente Empyrean (uttame amrtatve). Através da tapas, que está virada para o interior em, o homem prossegue para a purificação e, a partir daí, para o ecstasy intuitivo. Os homens percebem-se de passar a chama de Agni, que deve girar na casa triplo (tri sadhaste): esta chama é a luz do sol, o "grande luz" (uru jyotih), que RSI descoberto através da meditação (dîdhyânâh, RV VII, 90, 4): a percepção que o sol tem como seu olho e segue o êxtase intuitivo e a onisciência. Esse êxtase fortalecido pela ambrosia, ou soma, eleva a criatura humana ao estado divino. Como é evidente, o fogo é concebido nele os Vedas como através de combinar o mundo dos homens ao dos deuses, pois ele carrega no céu oblação (homa) oferecido por homens ato sacrifical (karma, yajna), do mundo visível para o invisível. Mas este ato pode realmente ser feito por um sacrificador qualificado, que ela tem o poder de meditação triplo animado, a saber: 1) a capacidade de experimentar interiormente (Bhavana) o mantra, que é o resultado dos sons contidos em direção védica, além do significado empírico de palavras isoladas; 2) a capacidade de concentração no tamanho da luz reflectida (Dhyana, de DHI raiz, ver, meditar), de modo a atingir o ecstasy naturalmente visionário; 3) pensar, matis, agarrou na sua essência, que vem do coração como a luz (HRDA matim jyotir anu prajânan, III, 26, 8) e se manifesta como uma "brilhante cantando" arka. Desta forma matis se tornar Manisa, l ' 'intuição continua' cuja matriz mística é a Verdade (lâmpadas rtasya), a partir do qual todos os outros poderes que os meditadores (Naro dhiyamdhâh) encontram-se tê-los modelado em seus corações (HRDA yat Hakan MANTRAN ashamsan, I, 67, 2). A partir desta breve nota é claro que a interpretação material naturalista caro a ciência da religião é totalmente contrariada pelo conteúdo objetivo dos hinos védicos, que, mantendo a identificação física do fenômeno-fogo, considerá-lo um símbolo vivo da experiência espiritual, para que é acessado através de uma iluminação interior, uma espécie de Yoga Proto-Índico orientado em uma direção uranica e luminosa. Nesta perspectiva, os deuses são simultaneamente os fenômenos externos da Natureza universa e impulsos espirituais interiores, que, no entanto, são implementadas de acordo com uma conversão, a metanoia contínua, o que reduz o fenômeno físico ao seu arquétipo celeste. Nas práticas de sacrifício védicos aplica-se a advertência: "não que não é um deus para adorar um deus" "na ádevo devam arcayét", uma clara alusão ao fato de que o sacrificador deveria ter assimilado pelo êxtase iluminadora, a figura divino que ele pretende evocar para projetar de acordo com o opus sacrificial (épas) que ele pretende realizar. Na falta de espaço, tempo e a razão pela qual devemos demorar para estudar e descrever os rituais - quase todos - que Agni, Fogo, como a figura central, vamos apenas mencionar as principais funções e características. A aspiração constante de Ari védica se reconectar com o mundo celestial da Verdade, Satya e ordem cósmica, RTA, é cumprida pelo sacrifício, Yajna, baseado no culto do fogo (Agni, ver. Ignis Latina), que é libata a oferta, o homa. Al do fogo, que com seu movimento de baixo para terra topo adjacente ao mundo para que dos deuses, são dedicados cerca de 200 hinos védicos, em que, inter alia, é simbolicamente descritos: a untada volta de manteiga (ghrta, "l 'Amostragem'), uma juba de fogo, uma barba escura, uma mandíbula afiada através da qual ele devora a oferenda, não para si mesmo, mas para os Deuses. Entre os poucos mitos que o caracterizam, há poucos, em relação ao seu nascimento triplo, que será especulações místicas e metafísicas "do céu uma vez começou como Agní (literalmente" aquele que incentiva", a raiz ag, lat agere); entre nós uma segunda vez como Jâtá-vedas ("Aquele que conhece as coisas nascidas"); uma terceira vez "entre as águas" (como relâmpagos nas nuvens); ele, inextinguível, desperta cuidadosamente o sacerdote, iluminando-o "(RV X, 45, 1). Além de sua tripla nascimento, desta vez como o Sol (Surya), relâmpagos e fogo terrestre, nasce de soffregamento das duas hastes (Arani), é chamado de "filho de violência / force" (sunúh sáhasah), Agni desempenha funções práticas e , ao mesmo tempo, características místicas significativas. No primeiro caso, ele é chamado de "Senhor da casa" (grha-pati), "host" (Atithi) por excelência, "padre doméstica" (pure-hita), "Summoner" (hotar), "escritório" (adhvar-yu) Estes termos referem-se ao ofício exercido na tríplice oblação sacrificial: 1) ao fogo doméstico (gârha-patya) aceso em uma lareira redonda; 2) então para o "fogo oblato" (havaniya) iluminado para o leste em uma lareira quadrada; 3) o "fogo certo" ou "sul" (dâksina) se acendeu ao sul em uma lareira de meia lua para evitar más influências. Mas muito mais importantes são as suas funções como entidade mística assumidas sub specie interioritatis. Nesse caso, temos a figura, já aludido, o Kavi-Kratu "a força inteligente (kratu, cf. gr. Kratos) de vate", ou seja, o asceta vontade esclarecida que se expressa como Tapas, espiritualização do calor natural da vida . O fogo também é concebida como o Filho de sete mães, que são os sete princípios que sustentam a existência humana: anna, alimentos, ou seja, corpo físico, prana, a respiração, isto é, a energia vital, manas , a mente, vijñana, a consciência discriminativa, então os três princípios espirituais que estão sentados, lá t, Ânanda, ou seja: ser, consciência e felicidade, plenitude interior que corresponde objetivamente a experiência dos três mundos Bhur-bhuvah-svar (terra, atmosfera, céu), transcendeu pelos quatro princípios cósmicos: Mahas, a vastidão, jana, arquétipo humano ou criatividade, brhat, tapas luz palavra-vibrantes, vontade consciente. Como tal, Agni é comemorado em Rgveda (V, 3) como "Deva Supremo" e mais tarde identificado com os dois Dei da realeza, Mitra e Varuna, o Senhor dos Deuses Indra, em seguida, o protetor da família de Arya, Aryaman, dado que eles estão resumidos no potencial dos três casta divina e humana, a do soberano, que de guerreiros e legisladores e dos produtores de riqueza, saúde e vida. Do exposto fica claro como o fogo de valor múltiplo constitui a "espinha dorsal" do védica religiosa, tanto no que diz respeito ao seu aspecto litúrgico - para, sem fogo, o rito seria impossível ea conexão com a esfera celeste negado -. e tanto na experiência interior de sacrificar o que, através da internalização do ritual tende a conseguir que '' activo êxtase "que os mistérios de nosso qualificavano Mediterrânea como epopteia," visão cíclica do real " Tendo recebido esta visão - diz especificamente os textos - o sacrificador já começou com a investidura do cordão sagrado, o yajnopavita (correspondente all'avyañjana ou kosti, iraniano), a experiência imortalidade, o Amrta por causa da introdução, corpo e alma no mundo dos arquétipos, dos quais "All-os-Deuses", o Vishvedevâh, são o símbolo atual e os vivos. Milênios depois, a escurecendo a consciência limpa já possui o antigo Ari, o Caminho para o Céu já indicado pelos Trinta e três Deuses védica permanecem, mas sim, um legado de homens, que ainda vai segui-lo aproveitando outros meios de comunicação, tais como Yoga, Tantra eo Samhitâ, sinais de liberdade na idade das trevas, pelo menos na Índia. Epper, "o retorno do fogo sagrado no Ocidente", o que para nós aqui no coração, será implementado, não só quando as antigas tradições ainda vivas, como védica ser bem conhecido, mas quando chegar a ser homens capazes de trilhar o Caminho iniciático que, segundo bem o que eles dizem explicitamente os Vedas, é baseado na contemplação interior, concentração, meditação e, em geral, a desmobilização de estados psíquicos, obsessões mentais e mecanização do conhecimento. Lembre-se que é necessário que a "tradição" não sofre transcrições canônicas e dogmatizzazioni, mas requer a experiência de vida, sempre renovada, que quer encontrá-la. Desta forma, a sagrada voltar a ser dimensão inteligível do real, ea vida vai deixar de ser uma função animal, para se transformar em um membro dessa cosapevolezza, samvid a antiga ciência espiritual do Indi, que é o núcleo da nossa presença no mundo: o "eu sou".
OS Vedas ATRAVES Como de COMBINAR ou Mundo dos Homens AO dos Deuses, às bolinhas ELE Carrega no Céu oblação (HOMA) Homens oferecido POR ato sacrifical (Karma, yajna), do Mundo Visível para ou Invisível. Mas este ato PODE realmente POR Ser Feito hum sacrificador qualificado ao TEM Que ELA ou Poder de animado Meditação triplo, um sabre: 1) para CAPACIDADE de experimentar interiormente (Bhavana) ou mantra, Que É o resultado dos filhos Contidos em Direção VEDIC, Além do significado empírico de palavras isoladas; 2) CAPACIDADE de Concentração não TAMANHO da luz reflectida (Dhyâna, Raiz de DHI, ver, meditar), de MoDo para atingir ou êxtase naturalmente Visionário; 3) Pensar, Matis, agarrou na SUA Essência, that VEM do Coração Como uma luz (HRDA matim jyotir anu prajânan, III, 26, 8) e se manifesta Como Uma "Brilhante canto" arka. Desta matis formulário se tornar Manisa, l '' Intuição continua cuja matriz mística é a Verdade (LAMPADAS rtasya), A PARTIR fazer o que de Todos os Outros Poderes that meditadores OS (Naro dhiyamdhâh) encontram-se Te-los modelado EM Corações SEUS ( HRDA e Hakan MANTRAN ashamsan, I, 67, 2). Um contato Partir breve nota é Claro Que em material de Interpretação querida Ciência naturalista da Religião é cabelo totalmente contrariada conteudo Objetivo dos Hinos védicos, Que, tendo em física identificação fazê fenômeno-fogo, considera-lo hum símbolo vivo pela Experiência espiritual, para that é acessado atraves de Uma Iluminação interior, Uma especie de Yoga Proto-Índico Orientado em UMa Direção uranian e brilhantes. Nesta Perspectiva, deuses São os os simultaneamente Fenómenos Externos da Natureza Universa e impulsos interiores Espirituais, Que, não entanto, Sao de implementadas a Acordo com Uma Conversão, para Contínua metanoia, O Que reduz ou fenômeno físico Ao Seu Arquetipo celeste. Nas Práticas de sacrifício védicos Aplica-se advertencia: "não Que Não e Um deus para adorar hum deus" "na ádevo devam arcayét" uma clara alusão Ao destino de that o sacrificador Deveria ter assimilado cabelo EXTASE Iluminadora, a figura that divina ele pret

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Pio Filippani-Ronconi

AGNI-IGNIS
METAFISICA DEL FUOCO SACRO



D.M.
Roberto Corbiletto


Nel 1925, aprendo la sua rivista «Ignis», Arturo Reghini invitava a riaccendere “il Fuoco Sacro” in Occidente. Egli spiegava che tale Fuoco doveva essere innanzi tutto inteso come il “fuoco filosofico”, il “calore centrale ed occulto che nell’atanòr, il vaso simbolo del corpo umano, compie ‘la conversione degli elementi’”. “E’ – aggiungeva – il fuoco rapito al cielo da Prometeo, il fuoco Naciketa che permette di liberarsi dai lacci della morte e senza affanno gioire nel regno dei cieli (Katha-Upan. I, I, 18), il fuoco sacro dei persiani e quello delle vestali. E’ la fiamma in cui vive la salamandra ermetica, e da cui s’invola, rinascendo dalle sue ceneri, la purpurea immortale Fenice”. In quello stesso periodo, René Guénon, di cui quest’anno ricorre il cinquantenario della morte, invocava “l’aiuto dell’Oriente” per riaprire all’Occidente le vie della pura metafisica tradizionale e uscire dalla “crisi del mondo moderno”. Le esigenze di Reghini e Guénon sono ancora le nostre. Per questo, allorché abbiamo ricevuto gli auguri graditissimi del professor Pio Filippani-Ronconi per la nostra rivista, abbiamo colto l’occasione per chiedere a lui - orientalista di fama internazionale, ma per noi anche e soprattutto pellegrino e cavaliere per le vie d’Oriente e d’Occidente nella “cerca” della “pietra di luce” – di rivedere e permetterci di ripubblicare il suo contributo al Convegno su “Il ritorno del Fuoco Sacro in Occidente”, già apparso nel 1995 con diverso titolo sul supplemento al n° IV della rivista «Mos Maiorum», animata dal compianto amico Roberto Corbiletto, cui va, per congiunta volontà dell’Autore e de «La Cittadella», la dedica di questa nuova stesura. Senza l’opus interiore non vi è fuoco esteriore che possa riardere visibilmente nel cuore dell’ Occidente: è questo il monito che ci viene dalla seguente, magistrale esposizione di Filippani-Ronconi, da meditare perché sia chiaro che la Tradizione vivente nasce dalla realizzazione spirituale, in Oriente come in Occidente, ieri come oggi, oggi come domani (s.c.).


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Nel trattare la dimensione metafisica del Fuoco sacro presso le genti arie, ci siamo imposti di limitarci all’àmbito storicamente più antico e, perciò, a nostro avviso, più ricco di significati primordiali, cioè il periodo vedico, il cui retaggio ci è stato miracolosamente conservato dalla remota protostoria fino al giorno d’oggi, sia per la parte dottrinale, che per quella liturgica, ma soprattutto – grazie alla peculiare vocazione dell’ambiente indiano – per quanto riguarda l’interiorizzazione del rito e del mito, la realizzazione dell’elemento-agní nella coscienza visionaria del sacerdote. E penso che ricorrere all’ausilio della tradizione indiana e di quella – importantissima – iranica per recuperare le interiori fattezze del Fuoco sacro, sia particolarmente utile ai fini della ricostruzione vivente di quel Fuoco “occidentale” che tentiamo di ritrovare nella nostra Roma, onde rievocare la cosiddetta Pax Deorum passata all’invisibilità dai tempi di Graziano e Teodosio, quando la sacrilega volontà dell’Imperatore, convertita ai dèmoni peregrini, estinse la casta fiamma di Vesta che legava la sfera del tempo terreno storico e fattuale col il supramondo delle intenzioni archetipe, da cui Roma traeva ispirazione e vita.

Trattare del Fuoco vedico implica una cognizione sia pure sommaria del presumibile orientamento interiore, dello spirito come dell’anima, degli Arî indiani, che è lontanissimo dalla percezione attuale del mondo rappreso nella dimensione spazio-temporale come realtà a priori, a cui corrisponde – nell’interiorità del soggetto che se lo rappresenta – un pensiero astratto, praticamente morto, ed una coscienza logico-discorsiva; livelli, questi, di coscienza che nell’Occidente si sono sempre di più affermati, sin dal tempo della “morte degli Dei” di cui parla Plutarco da Cheronea, e sui quali si è strutturata tutta la scienza oggettiva e, quindi, l’organizzazione politica, economica e sociale quale si è andata affermando dal Rinascimento in poi. Indipendentemente dagli strati culturali, razziali, castali e genericamente religiosi, l’India conserva, con una grandissima varietà di applicazioni, una scienza interiore nascente da un’antichissima Sapienza continuamente rinnovellata dall’esperienza di infaticabili asceti, qual è – probabilmente negli ultimi quattro millennî – quell’insieme di discipline che conosciamo come Yoga.

Secondo queste discipline e non soltanto queste, l’uomo è assiato su quattro stati di coscienza: veglia, sogno, sonno profondo e catalessi (jagrâtâ, svapna, susupti, turîya), ad ognuno dei quali sperimenta se stesso, il mondo e la realtà del pensare secondo diverse prospettive. Allo stato di catalessi, il “quarto”, si sperimenta l’identità suprema di âtman e brahman, cioè di “se stesso” e “spirito universale”, in una condizione di vuoto (shûnya) assoluto, di stéresis: questa identità è materiata di volontà pura che si attua come calore primordiale, tapas. Allo stato di sonno profondo, il Verbo (vâc, shabda), si attua come un “io sono” cosmico rifrangendosi nelle 16 vocali creatrici, potenze di luci e di suono delle quali è sostanziato il Veda. Allo stato di sogno si attua la prima dicotomia fra parola-significato e oggetto: a questo livello, rispetto al quale sognamo, quando invece stimiamo di essere svegli, si attua nella parola-pensiero, il mantra, l’insieme delle potenze di vita, prâna, che reggono la compagine vivente dell’uomo, quella che, allo stato di veglia, si afferma come mondo fisico, sia soggettivo di corpo fisico, che oggettivo, di mondo materiale ad esso opposto. Ad ognuna di queste quattro condizioni corrisponde un livello diverso di coscienza, che dalla percezione di se stesso e del mondo nella specie fisico-materiale eminentemente separativa (“io-altro”) allo stato di veglia, perviene – nel “quarto stato” o di catalessi – alla suprema identità di io e universo, identità che negli altri stati di coscienza, specialmente in quello di veglia, è latente, immanente, altrimenti non potrebbe darsi alcuna forma di conoscenza, nemmeno quella grossolanamente materiale. Questo pensare cosmico, questa “gnosi”, prajñâ, che attraversa come una “aurea colonna”, hataka-stambha, le varie condizioni di coscienza, è intuita nei Veda, specialmente nel Rg-veda e nel Yajur-veda, come il Fuoco sacrificale che unisce il mondo degli uomini e quello degli Dei. A questo punto devo precisare un altro fatto molto importante, addirittura fondamentale per la comprensione anche del rito pagano. Gli Dei non sono l’“a priori” del mondo creato e, quindi, del sacrificio. E’ la volontà cosciente dell' uomo che, attraverso il sacrificio, con la potenza del Verbo, il mantra (etimologicamente “pensamento”) da lui rettamente articolato, evoca e in un certo modo “crea” gli Dei. Ciò perché, prima che il tempo fluisse e il genere umano venisse manifestato, tutti i mondi, tutti gli esseri e le loro virtualità erano comprese nell’Uomo Universale, Prajâpati, dal cui auto-sacrificio venne ad essere l’Universo, ma che tuttora è presente ancorché latente nel cuore di ogni uomo, come purusa, individualità spirituale. Questo potere, questa volontà cosciente che suscita gli Dei, è dai Veda identificato a kavi-krátu, “il potere del vate, del veggente”, e jâtá-vedas, “colui che conosce le creature”, manifestazioni di Agní, il Fuoco sacro, che adesso descriveremo sommariamente.

Per l’Indiano vedico il fuoco sacrificale è, quindi, la “realtà presenziale” dell’uomo, quella per cui egli s’incarna nel mondo dello spazio e del tempo, senza smarrire però l’interiore dimensione spirituale. Nella struttura fisica dell’uomo, Agní è presente come tapas, il “calore” (cfr. latino tepeo, “sono caldo”), il calore apparentemente animale, che è, invece, manifestazione della “volontà di essere”, sia istintivamente come vivente, jîva, che spiritualmente come meditante, manîsina, secondo una volontà che “dal futuro si protende verso il presente” con quel movimento sintropico, “anti-naturale”, che permette alla vita di affermarsi nel mondo della parvenza continuamente morente, dominato dalla decadenza e corruzione biologica.

In un’opera purtroppo male conosciuta (I Veda, armonia, meditazione e realizzazione, Ubaldini ed., Roma 1976) Jeanine Miller identifica in Agní il principio immortale nell’uomo, mediatore tra terra e cielo (p. 183), ricordando come questo “potere insito e attivo negli Dei e potenziale negli uomini… innalza il mortale alla suprema immortalità” (RV I, 31, 7 amrtatve uttame martam). E ancora: “nato nel più alto dei cieli” (RV VII, 5, 7), mediatore tra il Cielo e la Terra, l’“ospite degli uomini” (athitim janânâm)… “che dimora in abitazioni terrene e nella terza sfera celeste”… “Egli che conosce la via degli Dei” (RV I, 72, 7) è “colui che conduce a quella dimora triplicemente celata, la misteriosa sede ove regna il Non-nato” (RV I, 164, 6)… custode dell’ambrosia (RV VI, 7, 7), dell’ámrta, conoscitore d’ogni sapienza” (vishvâni kâvyâni vidvân). Nel RV I, 31, 7 è riferito che Agní innalza l’immortalità potenziale celata nella materia e nell’uomo come luce divina alla grandezza della vera immortalità che regna pienamente nell’empireo supremo (amrtatve uttame). Mediante il tapas, che viene interiormente acceso, l’uomo procede verso la purificazione e, di là, verso l’estasi intuitiva. Gli uomini realizzano se stessi passando attraverso la fiamma di Agní che devono accendere nella triplice dimora (tri sadhaste): questa fiamma è la luce del sole, la “vasta luce” (uru jyotih), che gli rsi scoprirono mediante la meditazione (dîdhyânâh, RV VII, 90, 4): la percezione che ha come occhio il sole e consegue l’estasi intuitiva e l’omniscienza. Questa estasi irrobustita dall’ambrosia, o il soma, eleva la creatura umana allo stato divino.

Come appare evidente, il fuoco è concepito nei Veda come il tramite che unisce il mondo degli uomini a quello degli Dei, poiché egli trasporta in cielo l’oblazione (homa) offerta dagli uomini nell’atto sacrificale (karman, yajña), dal mondo visibile a quello invisibile. Ma questo atto può essere realmente compiuto da un sacrificatore qualificato, che abbia cioè animato il triplice potere meditativo, cioè: 1) la capacità di sperimentare interiormente (bhâvanâ) il mantra, cioè la risultante dei suoni contenuti nel verso vedico, di là dal significato empirico delle singole parole; 2) la capacità di concentrarsi sulla dimensione-luce del pensiero (il dhyâna, dalla radice dhî, vedere, meditare), sì da conseguire naturalmente l’estasi visionaria; 3) il pensare, matis, colto nella sua essenza, che nasce dal cuore come luce (hrdâ matim jyotir anu prajânan, III, 26, 8) e si manifesta come “canto splendente”, arka. In tale modo matis diventa manîsâ, l’“intuizione continua” la cui matrice mistica è la Verità (rtasya pade), da cui derivano tutti gli altri poteri che i meditanti (naro dhiyamdhâh) ritrovano avendoli modellati nel loro cuore (hrdâ yat tastan mantrân ashamsan, I, 67, 2).

Da queste brevi note appare evidente come la interpretazione material-naturalistica cara alla scienza delle religioni sia totalmente contraddetta dal contenuto oggettivo dei canti vedici, che, pur mantenendo la identificazione fisica del fenomeno-fuoco, lo considerano simbolo vivente di un’esperienza spirituale, alla quale si accede mediante un’illuminazione interiore, una specie di Yoga proto-indiano orientato secondo una direzione uranica e luminosa. In questa prospettiva, gli Dei sono contemporaneamente i fenomeni esteriori della Natura universa e gli impulsi spirituali interiori, che però si attuano secondo una conversione, una metánoia continua, che riconduce il fenomeno fisico al suo archetipo celeste. Nella prassi del sacrificio vedico vige l’ammonimento: “na ádevo devam arcayét”, “non chi non sia un dio veneri un dio!”, una allusione chiara al fatto che il sacrificante debba essersi assimilato, mediante l’estasi illuminativa, alla figura divina che intende evocare per proiettare secondo lo opus sacrificale (épas) che intenda compiere. Mancando lo spazio, il tempo e la ragione per cui dovremmo attardarci a studiare e descrivere i riti – quasi tutti – che hanno Agní, il Fuoco, come figura centrale, limitiamoci a citarne le principali funzioni e fattezze.

L’aspirazione costante degli Arî vedici di ricollegarsi al mondo celeste della Verità, Satyá, e dell’Ordine cosmico, Rtá, è esaudita mediante il sacrificio, yajñá, fondato sul culto del fuoco (agní, cfr. latino ignis), al quale viene libata l’offerta, lo homa. Al Fuoco, che col suo moto dal basso all’alto congiunge il mondo terreno a quello degli Dei, sono dedicati circa 200 inni vedici, nei quali, fra l’altro, viene simbolicamente descritto: la schiena unta di burro (ghrta, “l’Avvampante”), chioma di fiamma, barba scura, mandibola tagliente mediante la quale divora l’offerta, non per sé ma per gli Dei. Fra gli scarsi miti che lo caratterizzano, ve ne sono alcuni, relativi alla sua triplice nascita, che saranno oggetto di speculazioni mistiche e metafisiche: “dal Cielo una volta è nato come Agní (letteralmente “colui che promuove”, dalla radice ag, lat. agere); fra di noi una seconda volta come Jâtá-vedas (“Colui che conosce le cose nate”); una terza volta “fra le acque” (come folgore fra le nubi); lui, inestinguibile, risveglia attentamente il sacerdote, accendendolo” (RV X, 45, 1). Oltre alla sua triplice nascita, questa volta come Sole (Sûrya), folgore e fuoco terrestre, nato dal soffregamento delle due asticciole (araní), per cui è chiamato “figlio della violenza/forza” (sáhasah sunúh), Agní riveste funzioni pratiche e, allo stesso tempo, caratteri mistici rilevanti. Nel primo caso è detto “Signore di Casa” (grhá-pati), “ospite” (átithi) per eccellenza, “sacerdote domestico” (puró-hita), “invocatore” (hótar), “officiante” (adhvar-yú), termini questi che si riferiscono all’officio esercitato nella triplice oblazione sacrificale: 1) al fuoco domestico (gârha-patya) acceso in un focolare rotondo; 2) indi al “fuoco oblatorio” (âhavaniya) acceso a est in un focolare quadrato; 3) il “fuoco destro” o “meridionale” (dâksina) acceso a sud su un focolare a mezzaluna per scongiurare i cattivi influssi. Ma molto più importanti sono le sue funzioni come entità mistica assunta sub specie interioritatis. In quel caso abbiamo la figura, già allusa, del kaví-krátu, “la forza intelligente (kratu, cfr gr. krátos) del vate”, cioè la volontà illuminata dell’asceta che si esprime come tapas, spiritualizzazione del calore naturale del vivente. Il fuoco è anche concepito come il Figlio di Sette Madri, le quali sono i sette principî sui quali si fonda l’esistenza dell’uomo: anna, il cibo, cioè corpo fisico, prâna, il respiro, cioè l’energia vitale, manas, la mente, vijñâna, la coscienza discriminante, indi i tre principî spirituali che sono sat, cit, ânanda, cioè: essere, coscienza e beatitudine, la pienezza interiore alla quale corrisponde obiettivamente l’esperienza del trimundio bhûr-bhuvah-svar (terra, atmosfera, cielo), trasceso dai quattro principî cosmici: mahas, la vastità, jana, archetipo umano o la creatività, brhat, luce-parola vibrante, tapas, volontà cosciente. Come tale, Agní è celebrato nel Rg-veda (V, 3) come “Deva Supremo” e identificato successivamente ai due Dei della regalità, Mitrá e Váruna, al signore degli Dei Indra, indi al protettore della famiglia ârya, Aryamán, dato che in essi si riassumono tutte le potenzialità delle tre caste divine e umane, quella dei sovrani, quella dei guerrieri e legislatori e quella dei produttori di ricchezza, salute e vita.

Da quanto esposto risulta evidente come il Fuoco dalle molteplici valenze costituisca la “spina dorsale” dell’esperienza religiosa vedica, sia per quanto attiene al suo aspetto liturgico – ché, senza il fuoco, il rito sarebbe impossibile e il collegamento con la sfera celeste negato – e sia per quanto riguarda l’esperienza interiore del sacrificante che, attraverso la interiorizzazione del rito tende a conseguire quell’“estasi attiva” che i Misteri del nostro Mediterraneo qualificavano come epopteia, “visione ciclica del Reale”. Avuta questa visione – dicono espressamente i testi – il sacrificante già iniziato con l’investitura del cordone sacro, lo yajñôpavîta (corrispondente all’avyañjana, o kosti, iranico), sperimenta l’immortalità, lo ámrta, essendo stato introdotto, anima e corpo, nel mondo degli archetipi, di cui “Tutti-gli-Dei”, i Vishvedevâh, sono il simbolo attuale e vivente.

Millenni più tardi, oscuratasi la trasparente coscienza già propria agli Arî antichi, la Via verso il Cielo già indicata dai Trentatré Dei vedici resterà, bensì, retaggio degli Uomini, che ancora potranno percorrerla giovandosi di altri supporti, come lo Yoga, i Tantra e le Samhitâ, segnacoli di libertà nei tempi oscuri, almeno in India.

Epperò, “il ritorno del Fuoco Sacro in Occidente”, che a noi qui sta a cuore, potrà essere attuato, non solo quando le antiche tradizioni ancora viventi come quella vedica saranno ben conosciute, ma quando torneranno ad esserci uomini capaci di calcare la Via iniziatica che, secondo anche ciò che esplicitamente dicono i Veda, è fondata sul raccoglimento interiore, la concentrazione, la meditazione e, in genere, la smobilitazione degli psichismi, delle ossessioni mentali e della meccanizzazione della conoscenza. Ricordarsi occorre che la “tradizione” non patisce trascrizioni canoniche e dogmatizzazioni, ma richiede l’esperienza vivente, sempre rinfrescata, di chi voglia ritrovarla. In tale modo il Sacro tornerà ad essere la dimensione intelligibile del Reale, e la vita cesserà di essere una funzione animale, per tramutarsi in un arto di quella cosapevolezza, la samvid dell’antica Scienza spirituale degli Indi, che è il nocciolo della nostra presenza nel mondo:

l’“Io- sono”.


Bernardo O'Higgins Chillán, 20 de agosto de 1778 — ✞ Lima, 24 de outubro de 1842 en Enciclopedia Estudiantil Director Nicollas J Gibelli copyright by Fratelli Fabri S. R. L. Milán

 Bernardo O'Higgins

 Bernardo O'Higgins por Pedro Subercaseaux Errazuriz

 


 



Enciclopedia Estudiantil  1961
Fonte:
https://archive.org/details/enciclopedia-estudiantil-004-codex-1961/page/n3/mode/1up
Page Title *Bernardo O' Higgins. em Enciclopedia Estudiantil
Page URL *
https://archive.org/details/bernardo-o-higgins.
Description *
Bernardo O'Higgins Chillán, 20 de agosto de 1778 — ✞  Lima, 24 de outubro de 1842
em/ en
https://archive.org/details/enciclopedia-estudiantil-004-codex-1961/page/n2/mode/1up

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Subject Tags * Bernardo O'Higgins Chillán, 20 de agosto de 1778 — ✞ Lima, 24 de outubro de 1842
Creator Director Nicollas J Gibelli copyright by Fratelli Fabri S. R. L. Milán Itali
Date 1961
Collection * Community image
Language Spanish
License Public Domain

Centenario de la Independencia de Chile; retrato de Bernardo O'Higgins y Pedro Montt



Fontes
https://www.iberoamericadigital.net/BDPI/Search.do
https://www.bibliotecanacionaldigital.gob.cl/visor/BND:614139 

https://www.bibliotecanacionaldigital.gob.cl/visor/BND:613949


stick it in the ass 🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮🤮

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stick it in the ass

 

"Aí vem a pessoa querer dizer o que devo ou não fazer...

"Não estou aqui para ganhar "elogios falsos" ou "críticas que não sejam construtivas"... Faço o que quero, como quero e quando tenho vontade, se acha meu jeito estranho isso é ótimo, nunca quis ser normal, o comum me enjoa. Gosto do novo e principalmente do diferente, tenho o livre arbítrio de errar sozinha e assumir as consequências também. Por tanto, desculpa aí, mas com todo respeito, o que você diz sobre mim, é só o que você diz." roubada a Rafaela..... (quer saber o sobrenome da pessoa me procure na quarta coordenada que eu te digo, ou seria na 5ª?) rs! Ou por telepatia? rs kkk!
 
é a Rafaela é daquela familia lá ..... a mesma do Ricardo o primo, rs! 
 
 

 

Doris Dana 1920 – ✞ 28 November 2006

 Doris Dana junto a Gilda  sentadas y un hombre de pie a bordo del Santa Isabel. 


 




 

Doris Dana (1920 – 28 November 2006) was an American translator known for having been an associate of Gabriela Mistral, the Chilean Nobel Prize winner. Dana inherited Mistral's estate following Mistral's death in January 1957.[1][2]

 Fontes: 
https://en.wikipedia.org/wiki/Doris_Dana
https://www.iberoamericadigital.net/BDPI/Search.do?matter=Poetisas+chilenas+-+Fotografias
https://www.iberoamericadigital.net/BDPI/CompleteSearch.do?matter=Poetisas+chilenas+-+Fotografias&pageSizeAbrv=20&pageSize=1&pageNumber=6
 
primeira fotografia https://www.bibliotecanacionaldigital.gob.cl/visor/BND:351466

Título
Letter, 1966 Jan. 27, New York, to Mathilde Pomès / Doris Dana
Autor
Dana, Doris
Pomès, Mathilde (1886-1977) - destinatario
 
https://bdh.bne.es/bnesearch/Search.do?

Golfinhos se comunicam por ondas cerebrais.

Estudo. Não entendi quais delas. Gravar O que entendi ondas Tetha.   As ondas alfa e theta são tipos de atividade elétrica cerebral medidas...