terça-feira, 6 de maio de 2025

João da Silva Tavares, conhecido como Silva Tavares, nasceu a 24 de junho de 1893 em Estremoz, Évora, ✞ Portugal e faleceu a 3 de junho de 1964 em Lisboa


Fontes:

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/Ilustracao/1939/N313/N313_master/N313.pdf 

https://archive.org/details/n-313_202505/page/n11/mode/2up

https://museu.ua.pt/index.php/Detail/entities/748 

https://archive.li/26IN8

Silva Tavares

About
João da Silva Tavares, conhecido como Silva Tavares, nasceu a 24 de junho de 1893 em Estremoz, Évora – Portugal e faleceu a 3 de junho de 1964 em Lisboa - Portugal. Foi poeta, dramaturgo, libretista, escritor e letrista. Escreveu operetas, teatro de revista, poesia, novelas, crónicas, estudos históricos e biografias. Escreveu ainda diversas letras para fado. Entre 1934 e 1963 trabalhou, também, na Emissora Nacional, em Lisboa. Em 1932, foi condecorado Cavaleiro da Ordem Militar de Santiago da Espada (designado como “poeta nacionalista militante” nos arquivos) e, em 1963, Comendador da Ordem do Infante D.Henrique (designado como “chefe de repartição de programação da Emissora Nacional”).
Em 1911, com apenas 18 anos, publicou o seu primeiro livro de poesia, Nuvens, a partir do qual deu início a uma ampla produção literária que abarcou diversos géneros literários. Para além da obra poética – como exemplos: Poemas do Olimpo (1917), Sinceridade (1936), Sagres (1940), Verso e reverso (1962) – destacou-se como dramaturgo (e, por vezes, nas mesmas obras, letrista): O rei dos judeus: scenas da vida de Jesus - peça sacra em 2 atos e 16 quadros (1927); Maria rapaz - opereta de costumes tradicionais em 1 prólogo e 3 atos (1927); A Mãe Eva - revista em 2 actos (1928); Richelieu, de Merville e Tournemine - drama histórico em 5 atos (1935); O velo d'oiro - fantasia colonial em 3 atos e 14 quadros, adaptado do romance do mesmo nome, de Henrique Galvão (1936). Como libretista, destacou-se na ópera D. João IV, de Ruy Coelho (1940). Notabilizou-se ainda como letrista, tendo colaborado com inúmeros atores de revista, cantores, compositores e maestros, de entre os quais, Amália Rodrigues, Alfredo Marceneiro, Tavares Belo e António Melo. Das canções que assinou enquanto letrista, salientam-se:  Casa da MariquinhasCéu da minha rua A minha casinha. 
Paralelamente à literatura, trabalhou na Emissora Nacional, tendo começado, em 1934, como chefe da secção literária e passado, em 1935, a diretor dos serviços de produção, ano oficial da fundação daquela empresa de radiodifusão. Em 1940, tornou-se chefe de secção dos programas de ondas curtas, cargo que viria a exercer até 1963.
 
Ref. bib.
(Portugal), B. N., & Ferreira, T. A. S. D. (1996). Catálogo de teatro: A colecção do livreiro Eduardo Antunes Martinho (COD. 11702-COD. 12887). Lisboa: Ministério da Cultura, Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro. Retrieved from https://books.google.pt/books?id=MAjfdj0l0kQC&hl=pt-PT&source=gbs_navlinks_s
C.I.T.I. (n.d.). A mãe Eva. Retrieved from http://www.citi.pt/cultura/teatro/artistas/beatriz_costa/mae_eva.html
Cruz, G. B. da. (1974). Catálogo das coleções de miscelâneas: Teatro. Coimbra: Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra.
Moreira, P. F. R. (2012). Cantando espalharei por toda parte: Programação, produção musical e o “aportuguesamento” da “música ligeira” na Emissora Nacional de Radiodifusão (1934-1949). Universidade Nova de Lisboa, Portugal. Retrieved from https://run.unl.pt/bitstream/10362/9477/1/TeseDoutoramentoPedroMoreira.pdf
João da Silva Tavares: Poeta nacionalista militante. (1932). Retrieved from http://arquivo.presidencia.pt/details?id=127319&ht=silva|tavares
João da Silva Tavares: Chefe de repartição de programação da Emissora Nacional. (1963). Retrieved from http://arquivo.presidencia.pt/details?id=126047&ht=silva|

Raúl Esteves dos Santos, Lisboa, 7 de Março de 1889 - ✞ Lisboa, 24 de Julho de 1954 foi um jornalista, escritor e activista político português.

 

 

 

 

Obra:

 

Ver tb. Raul Esteves dos Santos, Os tabacos, p. 49 e Fernando Dores Costa, Crise financeira, dívida pública e capitalistas 1796-1807, p. 78.

 https://idi.mne.gov.pt/images/Revista_NE/PDF/12-2009_04_n_14.pdf

 Dirigente da Sociedade de Instrução e Beneficência A Voz do Operário, Raul Esteves dos Santos, nos anos 30. 

 https://www.ics.ulisboa.pt/sites/ics.ulisboa.pt/files/Imprensa/Intro/proteccao_e_direitos_introducao.pdf

 "Revista Portuguesa de Comunicações", a excelente publicação que o seu di-
rector, Sr. Raul Es teves dos Santos, com admirável tino administrativo e seguro critério
na escolha dos seus colaboradores, tem mantido e elevado dignamente durante oito longos anos.

 https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Periodicos/boletimdasociedadelusoafricana/N16-17/N16-17_master/BoletimdaSociedadeLuso-AfricanadoRiodeJaneiro_N16-17_Jan-Jun1936.pdf

 

Fontes:

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/Ilustracao/1939/N313/N313_master/N313.pdf

aqui o linkhttps://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/Ilustracao/Ilustracao1939.htm

Almanaque Bertrand, 1951

J O S É J Ú L I O DA F O N S E C A

 

Faleceu a 17 de Janeiro do ano corrente de 1950, o sr. José Júlio da
Fonseca que, durante mais de cinqüenta anos, f o i prestimoso e dedicadíssimo cooperador da Livraria
B e r t r a n d , tendo sido esta objecto dos seus melhores esforços e constantes cuidados até aos seus últimos momentos de vida. O Almanaque Bertrand, que t a n t o lhe ficou devendo, não podia d e i x a r de prestar nas suas páginas, saudosae grata
h o m e n a g e m à sua memória.

 Fontes:

https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/1624 

 

Livraria Bertrand - Director Arthur Brandão e Editor José Júlio da Fonseca 

01  de dezembro de 1938

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/Ilustracao/1938/N311/N311_master/N311.pdf 

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Indice/IndiceI.htm

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/ 

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Indice/IndiceA.htm

 

BICHA MOURA - AGUEDA ADRO DA CAPELA DE S. PEDRO poente Antonio José Alves Pereira

 

 

 

 

 

onde peguei os dizeres acima:

BICHA MOURA - AGUEDA  ADRO DA CAPELA DE S. PEDRO poente Antonio José Alves Pereira

https://www.cm-agueda.pt/uploads/document/file/1275/Anexo_III_Dimens_parcelas_assoc_processo_licencf.pdf

 

Capela oitocentista, rural, que mantém a estrutura da primitiva, de planta retangular composta por nave com coro-alto, capela-mor ligeiramente mais estreita e baixa e sacristia adossada à fachada lateral esquerda. Fachada principal em empena, com vãos em eixo central composto por portal de verga recta, encimado por cornija e ladeado por duas janelas, e óculo quadrilobado. Fachadas circunscritas por cunhais apilastrados, com pináculos, e remates em friso e cornija, a lateral direita rasgada por janelas em capialço e porta travessa, surgindo, na oposta, uma única janela. Sineira sobre a porta travessa. Interior com cobertura de madeira e retábulo de talha dourada e policromada do estilo nacional, de três eixos. Capela oitocentista, mas que mantém a estrutura e a linguagem arquitectónica da primitiva, com empena definida por cantaria que enrola nos ângulos inferiores, preservando o retábulo original. Na capela-mor, no lado do Evangelho, junto à porta da sacristia, pedra rectangular moldurada com inscrição, documentando as obras e o nome do doador. Existência de pequeno registo de azulejo na fachada posterior alusivo ao orago.

 Descrição
Planta retangular composta por nave e capela-mor, esta ligeiramente mais baixa e estreita, e sacristia adossada à esquerda, volumetricamente distintos, com coberturas diferenciadas em telhados de duas e três águas. Fachadas rebocadas e pintadas de branco, percorridas por embasamento pintado de cinzento, pilastras nos cunhais sobrepujadas por pináculos piramidais, cruz latina nas empenas, sobre pedestal e remates em friso e cornija. Fachada principal com portal de verga recta, com pequena cornija, ladeado por duas janelas rectangulares simples com grades e encimado por óculo quadrilobado. Empena definida por cantaria que forma voluta nos ângulos inferiores. Na fachada lateral, porta travessa de verga recta, frestas rectangulares de duplo esbarro, uma no corpo da nave e duas mais pequenas na capela-mor, e pequena sineira de arco redondo sobre a cornija, encimando a porta travessa. Do lado esquerdo, apenas uma fresta na nave pois o corpo da sacristia encosta em toda a extensão da capela-mor, rasgada por porta de verga recta e janela rectangular simples. Na fachada posterior, tem, acima da linha média, registo de azulejos azuis representando S. Pedro. No INTERIOR, rebocado e pintado de branco, pavimento de tijoleira, silhar de azulejos estampilhados e cobertura de madeira facetada. Coro-alto sobre duas pilastras com balaustrada de madeira, benedictérios de pedra, arco triunfal pleno sobre pilastras toscanas. A nave é percorrida pelas cruzes da Via Sacra. Na capela-mor, altar erguido sobre degraus e retábulo de talha dourada e policromada com marmoreados fingidos azuis e vermelhos, de planta recta e três eixos, divididos por colunas espiraladas decoradas com pâmpanos, que se prolongam em duas arquivoltas no raio, assentes em friso de querubins e cornija. As colunas são suportadas por pequenos anjos atlantes e o altar é em forma de urna. Cobertura semelhante à da nave. No lado do Evangelhjo, junto à porta de acesso à sacristia, pedra rectangular moldurada com a seguinte inscrição: "ESTA CAPELLA DE S.PEDRO DESTA FR[E]G[UESI]A DE S[ANC]TA EULALIA / DE AGUEDA FOI REEDIFICADA COM MILHOR GRANDEZA / NO MESMO CITIO DA ANTIQUISSIMA ARRUINADA PIQUENA E SEM / ARQUITETURA PELO B[ACHAR]EL LUIS BARETO TORES DE FIG[UEIRE]DO SOLT[EI]RO DA RUA / DA CANCELA DO DITO LUGAR DE IDADE DE 80 ANNOS QUE A MANDOU / FAZER ASSUA CUSTA NO ANNO DE 1819 POR DEUOCAO E ASSIM / FICA SENDO DA M[ESM]A FREG[UESI]A COMO A ANTIGA EM 7BRO DO DITO ANNO".

Fontes:

http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6696 

http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6696

Angelo Pereira escritor, nasceu 1910? ✞ ? "OS AMORES DE WENCESLAU DE MORAIS" com Oldomiro Cesar

 

 


Arquivo Nacional da Torre do Tombo (A.N.T.T.), Academia Nacional de Belas Artes, Documentação comprada a Ângelo Pereira, Relação das pinturas do Ex.moSr. Marquez de Borba, 2-A-SEG75.

https://archive.org/details/DinmicasDoPatrimnioArtsticoCirculaoTransformaesEDilogos/mode/2up?q=%22Angelo+Pereira%22 

Angelo, Pereira, o infatigável investigador,acaba de publicar mais um trabalho sôbre à Estátua eqiiestre de D. José, que um padre jesuita do tempo de Pombal escreveu, e o autor das Senhoras infantas Filhas de Dom João: VI prefaciou e anotou criteriosamente,  como sempre.

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/Ilustracao/1939/N313/N313_master/N313.pdf 

https://archive.org/details/n-313_202505

 


 

 

https://archive.org/details/n-274/N277/page/n23/mode/2up?q=%22Angelo+Pereira%22 

Alfredo José Alves Pereira 1893? cc Maria da Conceição Costeira, filho de Antonio José Alves Pereira 1860?, Braga cc Tereza Maria Dias Duarte (o que não sei é se estas pessoas são da familia deste Angelo Pereira pois são muitos)

 https://ahm-exercito.defesa.gov.pt/viewer?id=232058&FileID=1864882&recordType=Description





 


 


Farouk do Egito / f ə ˈ r uː k / ; árabe : فاروق الأول Fārūq al-Awwal ; 11 de fevereiro de 1920 - ✞ 18 de março de 1965. Era uma vez um príncipe formoso chamado Faruk, do Egypto

 Farouk do Egito  / f ə ˈ r uː k / ; árabe : فاروق الأول Fārūq al-Awwal ;

 11 de fevereiro de 1920 -   ✞ 18 de março de 1965

 


 

 Fonte:

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/Ilustracao/1939/N313/N313_master/N313.pdf

 

segunda-feira, 5 de maio de 2025

O primeiro Procurador-Geral da República foi o conselheiro Manuel de Arriaga (1910-1911), sucedido no cargo pelos conselheiros:

 O primeiro Procurador-Geral da República foi o conselheiro Manuel de Arriaga (1910-1911), sucedido no cargo pelos conselheiros:

 https://www.ministeriopublico.pt/timeline

 

buscar aquele documento com este nome onde está ? 

confundindo com outro nome parecido, bemé fácil só busca 2500 livros,

o que foi que você falou? 

Bacharel em Direito pela Universidade de Coimbra, António Cândido, 30 de março de 1852, Candemil, Portugal , ✞ 24 de Outubro de 1922, em Candemil, Amarante.

 



António Cândido Ribeiro da Costa

 Antonio Candido Ribeiro da Costa, filho de pae incognito,
natural de Candemil, districto do Porto — Couraça de
Lisboa, n." 57.

 https://am.uc.pt/bib-geral/download/wpnDjcKYwpDDicOGw5fClcKcXWtuam3CncKRwpjCnm3CmmJwZQ==/UCBG-8-118-1-1872-1873_0000_Obra_Completa_t24-C-R0120.pdf

 https://archive.org/details/45000011754-output.o/page/98/mode/1up

António Cândido Ribeiro da Costa (1898-1910)

Dezembro 2, 1898

Nasceu a 30 de Março de 1852, em Candemil, Amarante, filho do Pe. José Joaquim da Costa Pinheiro e de mãe solteira, Ana Joaquina Ribeiro.

Ao que se julga por influência paterna, cursou Teologia na Universidade de Coimbra, com distinção. Na mesma Universidade, estudou também Direito, doutorando-se em 1878 e dando início a uma notável carreira académica, marcada por uma rara proficiência científica e pelo brilho das suas prelecções.
Insigne juspublicista, em 1881 foi nomeado lente substituto, e em 1891 foi despachado lente catedrático da Escola de Coimbra.

Rumando a Lisboa, iniciou carreira política, filiando-se no Partido Progressista (monárquico), liderado pelo seu íntimo amigo, Anselmo José Braancamp.

Arauto da Vida Nova, foi deputado em sucessivas legislaturas, ficando para a história como tribuno genial — senhor de palavra elegante, expressão fluente e voz sonora, o príncipe dos oradores portuguezes mereceu o epíteto de “Águia do Marão”, outorgado por Camilo Castelo Branco.

Em 1887, desgostoso com o rumo que este tomara, declara-se em oposição ao seu partido, abandonando a vida partidária e parlamentar.

A partir de então, dedica-se ao cargo de ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, para que havia sido nomeado em Abril de 1886.

Juntamente com outras personalidades de relevo da vida portuguesa do final do século XIX, foi um dos 11 Vencidos da Vida, tertúlia lisboeta cultora do engrandecimento do poder real, com fortes ligações à Geração de 70.

Em 1890 reconciliou-se com o seu partido e, ainda nesse ano, caído o ministério regenerador, integrou o governo constituído pelo general progressista João Crisóstomo de Abreu e Sousa, que lhe atribui a pasta do reino e, interinamente, a da instrução pública.

Em 2 de Dezembro de 1898, tomou posse do lugar de Procurador-Geral da Coroa e Fazenda. A proclamação da República veio a determinar a cessação das funções de Procurador-Geral. Por despacho de 26 de Outubro, foi-lhe reconhecido o direito à aposentação que requereu, cessando desde já as suas funções.

No ano de 1922, a Academia Real das Ciências de Lisboa, para que fora eleito em 1886 e de que fora vice-presidente entre 1896 e 1899, promoveu-lhe uma homenagem nacional. O excerto da mensagem então enviada pela Faculdade de Direito de Coimbra traduz bem o prestígio de que gozava o mestre e magistrado:

Outros dirão qual o papel por V. Exª desempenhado (...) no exercício das altas funções de Procurador-Geral da Corôa, em que V. Exª durante largos anos teve ocasião de revelar no mais elevado grau os predicados intelectuais e morais que distinguem os lídimos sacerdotes do Direito.

Do Conselho de Sua Magestade e do Conselho de Estado (1902), par do Reino (1891), detinha a Grã-Cruz e era comendador da Ordem de S. Thiago, concedida por mérito literário, científico e artístico.

Morreu a 24 de Outubro de 1922, em Candemil, Amarante.

Para além de discursos e conferências diversas, deixou impressa a sua tese de doutoramento — Principios e questões de philosophia politica. Condições scientificas do direito de suffragio, 1878, I vol.

Em 1951, por ocasião dos seus centenários, a Assembleia Nacional entendeu homenagear dois nomes ilustres da nossa história política e da eloquência parlamentar em Portugal. No dia 27 de Abril, foram oficialmente inaugurados, e colocados no átrio, os bustos de António Cândido e de Hintze Ribeiro (da autoria de Maximiano Alves), dois antigos Procuradores-Gerais unidos no tributo prestado.

 

Em reconhecimento a este filho ilustre, Amarante atribuiu o seu nome a um dos mais emblemáticos locais da cidade, aí erigindo a sua estátua em bronze, obra da autoria do escultor Henrique Moreira.

Foi também homenageado pela cidade de Lisboa onde, na freguesia de São Sebastião da Pedreira, existe uma artéria que leva o seu nome.

 

FONTE: Procuradoria-Geral da República - Palácio Palmela, Lisboa, Procuradoria-Geral da República, 2.ª edição, 2007, pp. 67-68

 Fonte:

https://www.ministeriopublico.pt/timeline

 

universidade de coimbra


am.uc.pt
https://am.uc.pt › bib-geral › download › UCBG-...
PDF
56 Antonio Candido Ribeiro da Costa, filho de pae incognito, natural de Candemil, districto do Porto — Couraça de. Lisboa, n." 57. 57 Domingos José dos .

 

Fontes:

 https://archive.org/details/45000011754-output.o/page/98/mode/1up

https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/1624 

https://archive.org/details/45000011754-output.o/page/66/mode/1up 

https://toponimialisboa.wordpress.com/2015/09/08/da-travessa-das-picoas-a-rua-doutor-antonio-candido/

https://archive.li/S7ivl

 Onde:

https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/1624

Maria Fernandes da Costa, Manoel Antonio Peres Junior, Alvaro de Silva Lima, Editora Paulo de Azevedo 

Almanaque Bertrand 1951
Local de Publicação: Lisboa
Editor: Bertrand
Data do documento: 1951
Suporte Físico: 398 p, il
Conteúdo: Contém passatempos, contos, biografias, artigos históricos, variedades etc. No final, traz um catálogo da Livraria Bertrand. Este é o 52º ano do almanaque
Nota Local: Exemplar da Biblioteca Mindlin encad. em cartonagem original

 

Dr. Francisco de Assis de Carvalho, Faro, Portugal, 04 de outubro de 1797 ✞ 24 de fevereiro de 1851 falta editar

  


 


Francisco de Assis de Carvalho 04 de outubro de  1797 ✞  1851

 


 

Francisco de Assis de Carvalho,  Faro, Portugal,  04 de outubro de  1797 ✞  24 de fevereiro de 1851.

Estudou filosofia e medicina na faculdade de Coimbra, mas não completou os estudos. 

Se formou mais tarde, clinicou em Lisboa.

Foi professor muitos anos.

 

Fontes:

 

https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/1624 

https://archive.org/details/45000011754-output.o/page/66/mode/1up

 Onde:

https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/1624

Maria Fernandes da Costa, Manoel Antonio Peres Junior, Alvaro de Silva Lima, Editora Paulo de Azevedo 

Almanaque Bertrand 1951
Local de Publicação: Lisboa
Editor: Bertrand
Data do documento: 1951
Suporte Físico: 398 p, il
Conteúdo: Contém passatempos, contos, biografias, artigos históricos, variedades etc. No final, traz um catálogo da Livraria Bertrand. Este é o 52º ano do almanaque
Nota Local: Exemplar da Biblioteca Mindlin encad. em cartonagem original

 

José Ribeiro 1907, Portugal – ✞ 1991 , um pintor Português no Brasil

 



 José Ribeiro, um pintor contemporâneo nascido em Lisboa em 1907, é conhecido por suas pinturas e desenhos, especialmente aqueles que retratam trechos da velha Lisboa. Ele recebeu diversos prêmios e medalhas na Sociedade Nacional de Belas Artes, em concursos como o José Malhoa e Luciano Freire. Suas obras foram expostas individualmente em Lisboa em 1933 e 1974. 
José Ribeiro, nascido em Lisboa em 1907, dedicou-se à pintura e ao desenho, com foco em cenas da antiga Lisboa. Ele participou de exposições individuais em 1933 e 1974, e recebeu reconhecimento em concursos da Sociedade Nacional de Belas Artes, incluindo os prêmios José Malhoa e Luciano Freire. 
O artista frequentemente retrata paisagens urbanas e arquitetura histórica de Lisboa, capturando a atmosfera e os detalhes da cidade em suas obras. Sua produção artística reflete uma sensibilidade para a preservação da memória e identidade da cidade, através da representação de seus espaços e edifícios mais emblemáticos. 

 

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/Ilustracao/1938/N311/N311_master/N311.pdf 

https://archive.org/details/n-311_202505/page/n18/mode/1up

https://archive.org/details/jose-ribeiro-1907-portugal-1991-um-pintor-retratista-portugues-no-brasil 

https://archive.org/details/jose-ribeiro-1907-portugal-1991-um-pintor-portugues-no-brasil 

José Ribeiro 

 Nome: José Ribeiro Nascimento: 1907, Portugal 

Falecimento: 1991 

Profissão: Pintor retratista português no Brasil

 

1907, Portugal – 1991 

  José Ribeiro – Pintor contemporâneo, nascido em 1907, em Lisboa. Pinta e desenha de preferência trechos da velha Lisboa. Obteve vários prémios e medalhas na Sociedade Nacional de Belas Artes, José Malhoa e Luciano Freire. Exp. ind.: Lisboa 1933 e 1974; Almada 1957; J.T. Costa do Sol 1947, 1949,1950 e 1952; Sintra 1971,1973 e 1974. Exp. Colect.: S.N.B 1935 e 1970; Lisboa 1945, 1946, 1952, 1964 e 1969; Porto 1952; Estoril 1936 e 1951; Costa da Caparica 1950 e 1972; Santarém 1950 e 1973; Sintra 1947 e 1956; Vila Franca de Xira 1952. Está representado no museu de Viseu e em colecções particulares. Ref. Biog.Dicionário de Pintores e Escultores Portugueses. [pág. 55] // Michael Tannock. [pág.142]

 

Fontes:

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/Ilustracao/1938/N311/N311_master/N311.pdf 

/leiloeiraserralves.com

José Júlio da Fonseca ✞ 17 de janeiro de 1950

É outra pessoa outra década.

Fico intrigada pois realmente não encontra nada desta pessoa. Arquivos, nada, nada nada. 

 https://archive.org/details/portugal-dicionario-historico-completo

https://files.diariodarepublica.pt/gratuitos/3s/1949/04/1949d091s000.pdf 



 imagem encontrada aqui:

Fontes: 

 https://digital.bbm.usp.br/view/?45000011754&bbm/1624#page/49/mode/thumb

https://archive.org/details/45000011754-output.o/page/392/mode/2up

Almanaque Bertrand, 1951

J O S É J Ú L I O DA F O N S E C A

 

Faleceu a 17 de Janeiro do ano corrente de 1950, o sr. José Júlio da
Fonseca que, durante mais de cinqüenta anos, f o i prestimoso e dedicadíssimo cooperador da Livraria
B e r t r a n d , tendo sido esta objecto dos seus melhores esforços e constantes cuidados até aos seus últimos momentos de vida. O Almanaque Bertrand, que t a n t o lhe ficou devendo, não podia d e i x a r de prestar nas suas páginas, saudosae grata
h o m e n a g e m à sua memória.

 Fontes:

Qww 

 

Livraria Bertrand - Director Arthur Brandão e Editor José Júlio da Fonseca 

01  de dezembro de 1938

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/Ilustracao/1938/N311/N311_master/N311.pdf 

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Indice/IndiceI.htm

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/ 

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Indice/IndiceA.htm 

 aqui deve ser um Homonimo:

https://arquimedes.stm.jus.br/index.php/luiz-amancio-da-fonseca 

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fazendo pesquisa encontrei. não sei se é desta familia . Procurando. 

?Casamento de João da Silva Fonseca"

 "São Sebastião da Pedreira"

com "Raquel do Nascimento Vilela" 

"Alice da Silva Fonseca" 

https://hemerotecadigital.lisboa.pt/fileadmin/user_upload/magalone/m_ilustracao_ano14_n315_01fev1939/pdf/full.pdf 


Euripedes de Azevedo Gracia Porto Artaza

 https://www.memoriarondonense.com.br/eventos-single/fazenda-allica/9/

https://archive.li/qnMSQ


Cópia da Lei Estadual nº 781, de 20 de abril de 1908, do governo do Paraná, que autorizou a vendasde terras ao argentino Julio Tomaz Allica. Fonte: Arquivo Público do Paraná

pagina nro 82

https://repositorio.ufsc.br/xmlui/bitstream/handle/123456789/99758/1924_INSPETORIA%20GERAL%20DO%20ENSINO.pdf?sequence=1&isAllowed=y


https://archive.li/qnMSQ


O aspecto negativo da ignorância consiste no fato de que um indivíduo que não é nem honesto nem sábio parece a si mesmo digno de estima. de Platão


 

 

O aspecto negativo da ignorância consiste no fato de que um indivíduo que não é nem honesto nem sábio parece a si mesmo digno de estima. E certamente quem se considera desprovido de defeitos não pode desejar o que não acha que precisa ".
Platão (Simpósio, 204 a)
Et in Arcadia Ego
30 de março 2019 às 04:00 

domingo, 4 de maio de 2025

luz dividida “No dia em que a ciência começar a estudar fenômenos não-físicos, ela fará mais progressos em uma década do que em todos os séculos anteriores de sua existência.” - Nikola Tesla. Obrigada uma carta jogada no tempo a vocês que estavam comigo no dia 10 de março de 2005. Eu vi sabia que estavam ali.

 

aqui o livro não consegui fechar as linhas. Não tenho tempo.

https://archive.org/details/the-universal-one-1926-walter-russell/page/131/mode/1up?q=boomerang 

https://www.blogger.com/u/2/blog/post/edit/2440002276847656293/6952173832507008953

https://www.facebook.com/watch/?v=1655757107794437 

 retornar para editar tenho todos já devidamente   traduzidos só falta editar.

Pois não vou vincular ao site original que já apagou tudo pois a turma do não "quero" não quer exatamente que se repasse conhecimento, para a liberação da mente das pessoas.

 

Segundo Einstein: o universo de cada qual se resume ao seu conhecimento. 


aqui:

Tudo aquilo que o homem ignora, não existe para ele. Por isso o universo de cada um, se resume no tamanho de seu saber. Albert Einstein 


Sei muito conveniente para gente que vive pondo pedra de tropeço na frente dos outros.

Eu não me importo a mínima.

Circulando. Se você não consegue ouvir o "pilintra (pilantra) rindo" . Circulando.

 

luz dividida “No dia em que a ciência começar a estudar fenômenos não-físicos, ela fará mais progressos em uma década do que em todos os séculos anteriores de sua existência.” - Nikola Tesla. Obrigada uma carta jogada no tempo a vocês que estavam comigo no dia 10 de março de 2005. Eu vi sabia que estavam ali. 

 

 

Com os anos eu fui entendendo o que eu via.

E entendi também muito o fato de eu ter ansiedade a nível de bilhões.

 

Pois é.

Aguardem que vou por um vídeo bacana pra vocês ficarem vendo e ouvindo. 

https://www.facebook.com/watch/?v=1655757107794437 


Pois é fecharam o canal porque quiseram.

não é esse canal otário! É canal dimensional.

Amei porque aquelas mulheres estão rachando explicando, vá a luta. 

vai lá no canal dimensional , lá na outra dimensão. 

aí Jesus aí o cara diz mas eu sou ateu. tá certo.

 

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 luz dividida “Como um pedaço de sal jogado na água se dissolve, e não pode ser retirado novamente como sal, embora em qualquer lugar que provemos a água seja sal, então este grande Ser infinito e sem morte dissolvido é conhecimento . Ele se revela com os elementos, desaparece quando eles desaparecem; não deixando nenhum nome para trás.

https://www.blogger.com/blog/post/edit/2440002276847656293/1205893629021881311

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quinta-feira, 1 de maio de 2025

João Pinto Correia nascido em 1819 em ✞ 1899 districto de Barra, Camboriú

 João Pinto Correia nascido em 1819 em ✞ 1899 districto de Barra, Camboriú

 

https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=892319&pesq=%22gon%C3%A7alves%20da%20silva%20peixoto%22&hf=hemeroteca2.cultura.sc.gov.br&pagfis=9934

 

como encontrei


abaixo para  encontrar nos documentos

https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/docmulti.aspx?bib=acervo

https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=892068&pesq=%22Domingos%20Gon%C3%A7alves%20da%20S.%20Peixoto%22&hf=hemeroteca.ciasc.sc.gov.br&pagfis=576

 

https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=709603&pagfis=568 

https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=709603&pagfis=577

 

Domingos Gonçalves da Silva Peixoto ou Domingos Gonçalves da S.ª Peixoto 01 de agosto de 1836? - ✞ .Secretário da Camara Municipal e após Inspetor do Thesouro Provincial

 Domingos Gonçalves da Silva Peixoto 

 

Superintendente da Intendência Eleito em 30/12/1891 para exercer o cargo de Superintendente Municipal, para o Período de 01/01/1892 a 31/12/1895, embora tenha tomado posse perante os membros da Câmara, que fora também eleita em 01/01/1892, não pode entrar no exercício das referidas funções, em conseqüência do golpe de Estado e assunção da Junta Revolucionária, em 30/12/1891

https://www.pmf.sc.gov.br/entidades/sadm/index.php?cms=dados+informativos+do+municipio+&menu=7

 Secretário da Camara Municipal e após Inspetor do Thesouro Provincial

em Jornal do Comércio Sta Chatarina Desterro em 1888

http://hemeroteca.ciasc.sc.gov.br/jornais/JornaldoComercio/1888/JDC1888162.pdf 

abaixo para  encontrar nos documentos

https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/docmulti.aspx?bib=acervo

https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=892068&pesq=%22Domingos%20Gon%C3%A7alves%20da%20S.%20Peixoto%22&hf=hemeroteca.ciasc.sc.gov.br&pagfis=576

 

https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=709603&pagfis=568 

https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=709603&pagfis=577

26/04/1894 – Resolução nº 1015 - Nomeia os cidadãos Tenente Armínio Pereira, Eduardo Nunes Pire e Domingos da Silva Peixoto, para em comissão procederem a exame na escrituração do Tesouro do Estado e nos respectivos cofres.

18/01/1899 – Decretonº 5 - Nomeia o cidadão Domingos Gonçalves da Silva Peixoto para exercer o cargo de Secretário de Estado das Obras Públicas e Finanças . 

01/01/1902 – Ato de - Aposenta no cargo de Inspetor do Tesouro do Estado o cidadão Domingos Gonçalves da Silva Peixoto

https://www.sef.sc.gov.br/institucional/memorial/historico?pagina=18881912

c/c https://archive.li/CGNC9 

 

31 de junho de 1881 alistamento eleitoral

Fontes:

http://hemeroteca.ciasc.sc.gov.br/jornais/JornaldoComercio/1881/JDC1881130.pdf 

em 1856 já era Alferes

 https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/233889/per233889_1856_00075.pdf

https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/docmulti.aspx?bib=acervo 

http://hemeroteca.ciasc.sc.gov.br › reveducacao
PDF
REVISTA DA EDUCAÇÃO. Como os patronos dados aos. Grupos Escolares então creados, eram escolhidos pela Assembléa Legislativa, não pôde o. Governador eximir-se .
 
 
Domingos Gonçalves da Silva Peixoto em 1896 - Administrador dos Correios  1897
 
https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=892319&pesq=%20%22gon%C3%A7alves%20da%20s.
https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=892319&pesq=%22gon%C3%A7alves%20da%20silva%20peixoto%22&hf=hemeroteca2.cultura.sc.gov.br&pagfis=7399
 
03 de setembro de 1891
 
https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=892319&pesq=%22gon%C3%A7alves%20da%20silva%20peixoto%22&hf=hemeroteca2.cultura.sc.gov.br&pagfis=1973%20peixoto%22&hf=hemeroteca.ciasc.sc.gov.br&pagfis=6240
 
Concorreu para Intendente e Superintendente de Freguesia
(muitas pessoas , familias de Florianópolis), inclusive de vizinhos.
 
https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=892319&pesq=%22gon%C3%A7alves%20da%20silva%20peixoto%22&hf=hemeroteca2.cultura.sc.gov.br&pagfis=2027
 
Juiz por devoção da Irmandade das Dores em 1898 Hospital de Caridade ? Cel. Germano Wendhausen
 
https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=892319&pesq=%22gon%C3%A7alves%20da%20silva%20peixoto%22&hf=hemeroteca2.cultura.sc.gov.br&pagfis=7393
 
 
Secretário do Estado dos Negócios da Fazenda (não entendi)
 
https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=892319&pesq=%20%22gon%C3%A7alves%20da%20s.%20peixoto%22&hf=hemeroteca.ciasc.sc.gov.br&pagfis=8163 
 
Secretaria de Obras Públicas e Finanças 31 de maio de 1899
 
 
https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=892319&pesq=%22gon%C3%A7alves%20da%20silva%20peixoto%22&hf=hemeroteca2.cultura.sc.gov.br&pagfis=9934
 
Napoleão Gonçalves Peixoto quem é? já no ano de 1933 
 
 
Filha:  Cecilia Peixoto Livramento casada com  
Luiz Livramento Netto faleceu em 18 de maio de 1900
 
https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=892319&pesq=%22gon%C3%A7alves%20da%20silva%20peixoto%22&hf=hemeroteca2.cultura.sc.gov.br&pagfis=8713
https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=892319&pesq=%22gon%C3%A7alves%20da%20silva%20peixoto%22&hf=hemeroteca2.cultura.sc.gov.br&pagfis=8730
 
Filha Maria Guilhermina Peixoto 06 de novembro de 1900 
https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=892319&pesq=%22gon%C3%A7alves%20da%20silva%20peixoto%22&hf=hemeroteca2.cultura.sc.gov.br&pagfis=9197
 
 Arthur Olympio do Livramento e Antenor de Deus de Souza Lobo

https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=892319&pesq=%22gon%C3%A7alves%20da%20silva%20peixoto%22&hf=hemeroteca2.cultura.sc.gov.br&pagfis=9206

 

 

Diretor de Obras 'Publicas, Eng. Domingos Emerick Bezerra da Trindade 05 de fevereiro de 1919? ✞



 

Diretor de Obras 'Publicas, Eng. Domingos Emerick Bezerra da Trindade

 

Engenheiro. Foi diretor da Diretória de Obras Públicas (1945-1953 e 1961-1962). 


o jovem Domingos, aplicado aluno do Ginasio Catarinense, e filho do
sr. prof. Luiz Trindade, .vê passar hoje o dia do seu aniversario natalício;

Fontes:

Data de nascimento:

http://hemeroteca.ciasc.sc.gov.br/agazeta/1939/GAZ19391363.pdf 

Estudante no Colégio Catarinense:

http://hemeroteca.ciasc.sc.gov.br/agazeta/1938/GAZ19381075.pdf 

Foto:

https://acervo.arquivopublico.sc.gov.br/index.php/domingos-emerick-bezerra-da-trindade

c/c no archive.li e no archive.org sistema Waybach Machine

  https://www.crea-sc.org.br/sites/arquivohistorico/catalogo/entidades/detalhe.php?codigo=63505

https://acervo.arquivopublico.sc.gov.br/index.php/domingos-emerick-bezerra-da-trindade

https://acervo.arquivopublico.sc.gov.br/uploads/r/arquivo-publico-do-estado-de-santa-catarina-apesc/8/2/3/823f4d931a43335a809aca3af3ffc1b0427660a855a0e9113271ec8571364806/f9de35fe-6a59-4bb0-9013-8676b11bfad3-38306-DOE_3375_27_12_1946_08F.pdf

Extra x intra x outra dimensão.

  Não consigo ver e ler tudo é muita coisa. 🤪 https://youtube.com/shorts/sVXS4qPpCwY?is=L5niOSQ_1gtudwXM Aehhh e tem os flogisticos? Os que...