domingo, 9 de agosto de 2026

NICOLAZZI, . A Patrícia Nicolazzi (in memorian). Pereira e Nicollazi Ltda,

 NICOLAZZI, 

https://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/handle/UNISINOS/4202/Ricardo+Schmachtenberg.pdf?sequence=1 

 

João Palhares 1819 -1891 Lisboa?

 Figura 56: Homem e mulher dos
arrabaldes do Porto, vindo da romaria
do Senhor de Matosinhos, litografia
aquarelada de João Palhares, século
XIX, Biblioteca Nacional de
Portugal/Museu de Congonhas.

https://teses.usp.br/teses/disponiveis/93/93131/tde-03122018-110019/publico/2018_JulioMeiron_VCorr.pdf 

 ==========não sei se é a mesma pessoa ==========

 

Abaixo é João Rodrigues Palhares São Pedro do Rio Grande do Sul 

https://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/handle/UNISINOS/4202/Ricardo+Schmachtenberg.pdf?sequence=1 

O depoimento de Francisco se diferenciou dos demais na medida em que
trouxe à baila a suspeita de que, entre os possíveis autores dos pasquins, segundo
“ouvira dizer geralmente nesta vila”, contava o Capitão Manoel Pedroso de
Albuquerque171 e o negociante João Rodrigues Palhares.

 https://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/5031/1/Miguel+%C3%82ngelo+Silva+da+Costa_.pdf

 

 https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000250443

 https://purl.pt/22226
https://purl.pt/22226/4/ea-67-v_PDF/ea-67-v_PDF_24-C-R0150/ea-67-v_0000_1-capa_t24-C-R0150.pdf
Costumes portugueses [ Visual gráfico] / Palhares lith.
 AUTOR(ES):     Palhares, João, 1819 -1891
PUBLICAÇÃO:     [Lisboa : J. Palhares, ca 1850]
DESCR.FÍSICA:     
1 álbum, 60 gravuras : litografias, aguareladas ; 31x23 cm
COLEÇÃO:      [Colecção Palhares, 2.a série]
REF.EXT.:     C.M. de Lisboa - O povo de Lisboa,1978, p. 263
Lima, Henrique de Campos Ferreira - Costumes portugueses, 1917, p. 24
NOTAS:      Menção de autor retirada da estampa n.o 5
Título da capa Estampas numeradas de 1-60, sem rosto
CONTEM:     
N.o 1: Campinos . - N.o 2: Varina mulher d'Ovar vendendo peixe em Lxa . - N.o 3: Vendedor de hortaliça e fructas em Lisboa . - N.o 4: Guarda nocturno em Lisboa . - N.o 5: Pobres recolhidos no Asylo de Mendicidade . - N.o 6: Ceifeira da província do Minho . - N.o 7: Polícia civil de Lisboa . - N.o 8: Mulher vendendo leite na cidade do Porto . - N.o 9: Varino vendedor de artigos para costura, bijouterias em Lisboa . - N.o 9 [10]: Mulher da cidade do Porto vendendo uvas de cima do Douro . - N.o 11: Servente da Companhia do Gaz . - N.o 12: Saloio (arrabaldes de Lisboa) . - N.o 13: Mulher de capa na cidade de Coimbra . - N.o 14: Conductores de tojo de Alcochete . - N.o 15: Algarve, remador do bergantim real . - N.o 16: Homem da cidade de Braga . - N.o 17: Creado da Casa Real (moço de estrebaria) . - N.o 18: Mulher de Thomar vendendo hortaliça no mercado . - N.o 19: Villôa, camponeza da Ilha de São Miguel . - N.o 20: Villão, camponês da Ilha da Madeira . - N.o 21: Mulher vendendo capachos nas ruas de Lxa . - N.o 22: Homem da Beira vendendo lanifícios das facricas nacionaes . - N.o 23: Mulher de Coimbra conduzindo água da fonte do Mondêgo . - N.o 24: Trabalhador da Beira . - N.o 25: Homem da Ilha do Pico . - N.o 26: Mulher da Ilha do Pico . - N.o 27: Aguadeiro da cidade do Porto . - N.o 28: Guarda real dos Archeiros . - N.o 29: Lavadeira saloia . - N.o 30: Vaqueiro (vendedor de leite) em Lxa. . - N.o 31: Lavrador da Ilha de São Miguel . - N.o 32: Camponezes da Ilha de São Miguel . - N.o 33: Homem de Molellos vendendo louça preta em Lxa . - N.o 34: Vendedor de azeite nas ruas de Lisboa . - N.o 35: Estudantes da Universidade de Coimbra . - N.o 36: Assadeira de castanhas em Lxa . - N.o 37: Pescador do Barreiro e Seixal . - N.o 38: Mulher vendedora de fructa em Lisboa . - N.o 39: Mulher de Leiria vendendo pinhões em Lisboa . - N.o 40: Alentejano . - N.o 41: Bombeiro em Lisboa . - N.o 42: Lavradeira, mulher dos arrabaldes da cidade do Porto . - N.o 43: Mulher de capote e lenço em Lxa . - N.o 44: Aguadeiro de Faro . - N.o 45: Homem da Ilha de Santa Maria . - N.o 46: Mulheres da Ilha de Santa Maria . - N.o 47: Catraeiro em Lisboa . - N.o 48: Mulher de Portalegre . - N.o 49: Aguadeiros da cidade de Lisboa . - N.o 50: Padeira saloia . - N.o 51: Hortelão vendendo ortaliça em Lisboa . - N.o 52: Mulher vendendo sapatos em Lxa . - N.o 53: Moço da Praça da Figueira (mercado de Lxa) . - N.o 54: Andador da Irmandade das Almas Lisboa . - N.o 55: Ferro velho, compra e vende objectos usados em Lisboa . - N.o 56: Peixeira em Lisboa . - N.o 57: Vendedor de esteiras, vassouras, objectos de folha ... em Lisboa . - N.o 58: Moço de padaria, vendendo pão nas ruas de Lxa . - N.o 59: Mulher de Murtosa . - N.o 60: Guarda Municipal de Lisboa, Grande uniforme, Infanteria, Cavallaria
CDU:     
763(=1:469)"18"(084.1)
39(=1:469)"18"(084.1)
END. WWW:     
https://purl.pt/22226

Antoine Eugène Alfred Chanzy ,18 de março de 1823, 4 de janeiro de 1883,

 

 https://purl.pt/38934/2/

Filho de um capitão de couraceiros do l.°
império, Chanzy alistou-se aos 15 annos na
marinha de guerra. Embarcou em o Neptu¬
no onde era guarda-marinha, o almirante Roze:
Um anno depois passava para bordo da Mar-
ne. Um forte temporal arrojou a fragata para
as costas de Stora, (Argélia). Afogou-se meta¬
de da tripulação. Um marinheiro, moço e de¬
sembaraçado, chegou nadando á praia, e uma
vez ahi, sacudiu-se como um tewa nova. Era
a primeira vez que o general Chanzy pisava
terra argelina, da qual mais tarde devia ser
governador. O homem que teve um dos prin-
cipaes papevs na maior tragédia d’este século

entrava na vida, como n'um romance de Du¬
mas. A sua vida militar foi um longo dia de
batalha. Sahe de S. Cyr para entrar nos zua-
vos. Deixa a Argélia para entrar na guerra
d’Italia, e depois nas da Syria e Roma. Era
por consequência um verdadeiro soldado, quan¬
do por ordem de M. Gambetta se apresentou
em Tours, chamado da Argélia. Desconhecido
em França, trazia como passaporte duas pro-
phecias: Abd-el-Kader dissera-lhe na Syria: Es
da raça dos grandes homens de guerra; leio isto
no teu olhar tão facilmente como no do cavallo
de Setif o nome da sua familia. O marechal
Mae-Mahon prisioneiro, escrevera apenas estas
palavras:—Chanzy c ornais distincto general de
manobra entre osgeneraesquehoje(lS10)p>odem
servir o paiz.
O commandante do 16.° corpo d’exercito ti¬
nha então 48 annos. Era alto, magro, dextro e
vigoroso. Com o seu calção vermelho justo á
perna, as suas grandes botas de montar, a sua
commenda da Legião de Honra ao peito, as
tres estrellas de prata no seu kepi agaloado
d’ouro e ligeiramente in<dinado? o bigode re¬
torcido, e o seu olhar de extraordinária mei¬
guice: junto tudo á elegancia e vivacidade da
sua figura e andar, o general Chanzy pareceu
como que, a evocação súbita do nosso brilhante 

passado militar. Esse perfil tão bello, tão im¬
ponente, tão francez foi-lhe inalterável duran¬
te toda a campanha; apenas ao findar o seu
kepi descahia um jmuco menos sobre a orelha.
As suas ordens do dia foram tãocorrectas e ri¬
gorosas como nas grandes manobras do campo
de Saint-Maur. Parecia não ver, nem a desor¬
dem das suas tropas, nem conhecer a derrota
já soífrida. nem ainda calcular ou suppor os
desastres do futuro. Com essa força de concen¬
tração do pensamento, e esse predominio so¬
bre si mesmo, qualidades que destinguem o seu
temperamento e o levam até á dissimulação, o
general Chanzy fingiu nada saber das nossas
desgraças. Julgar-se-hia que chegava de Sol-
ferino. Uma unica cousa lhe arrancou uma ex¬
clamação:—ver os pobres cavallos sujos, magros
e com opello compndo.
Bem depressa pareceu também, que avicto-
ria se tornava cúmplice d’aquella illusão vo¬
luntária. O general foi um dos vencedores de
Coulmiers. Coulmiers 6 uma folha de louro
n’esta historia sombria, uma especie d’essas flo¬
res que os estudantes mettem entre as paginas
do seu livro. A fatalidade porém quiz, que re-
trocedessemos. Nomeado commandante do 2.°
exercito, Chanzy tem então nas suas mãos a
parte principal da nossa fortuna militar. Que
 


FORMAÇAO DE COMUNIDADES CAMPEIRAS NOS PLANALTOS PARANAENSES/ADMINISTRATIVO O, MERCANTIL E INDUSTRIAL, DA PROVINCIA DO PARANÁ. PARA O ANNO DE 1877

 

https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/112222/79349.pdf?sequence=1&isAllowed=y

https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/112222?locale-attribute=en


 ADMINISTRATIVO O, MERCANTIL E INDUSTRIAL,
                 
                      DA PROVINCIADO PARANÁ. -

                        PARA O ANNO DE 1877
                 
                    Organizado por José Ferreira Barros


http://memoria.bn.br/pdf/823627/per823627_1876_00001.pdf

MOVIMENTO POPULACIONAL DA LAPA - 1769 - 1818

https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/handle/1884/24699/D%20-%20VALLE;jsessionid=91B063C9D8457EA989751CAD6B4D4357?sequence=1


A FORMAÇAO DE COMUNIDADES CAMPEIRAS NOS PLANALTOS PARANAENSES E SUA EXPANSÃO PARA 0 SUL SECULOS XVI A XIX ROSELYS VELLOZO RODERJAN




sábado, 8 de agosto de 2026

Obrigada ! SCQ

 https://rosas-dos-ventos.blogspot.com/2019/01/lady-godiva-inspirou-poetas-escritores.html

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Quanto Tempo é para Sempre? As vezes um segundo! Alice no País das Maravilhas. Passado, presente e futuro que se faça. Para você Anjo!

 

Tenho que encontrar o nome dele. Alguém já informou. O anjo que está nadando. Tá pór aí por aqui, por lá. Obrigada ao Anjo.

https://www.blogger.com/u/0/blog/post/edit/2440002276847656293/1018778524697812970 

Abaixo está modificada a frase. Mas é isso mesmo. A eternidade está dentro do segundo. 


 

Aníbal Vasco Leão, ou Annibal Vasco Ferreira Leão ? 1860-1926? = nada

  

Aníbal Vasco Leão foi um compositor português, célebre por criar a melodia do Hino da Cidade de Guimarães (originalmente o Hino das Gualterianas), com letra do Padre Gaspar Roriz, além de outras composições locais tradicionais e históricas da região.

 A. Vasco Leão (frequentemente identificado como Aníbal ou Annibal Vasco Leão, associado à produção de vinho verde da Quinta d'Arca em Guimarães, Portugal) era filho de um ilustre magistrado que também compôs o hino da cidade de Guimarães.

 Annibal Vasco Ferreira Leão, filho de João Vasco Ferreira Leão cc Adelaide Sophia Moreira Rodrigues.

 

https://www.csarmento.uminho.pt/site/files/original/dcb53a80b65e011dfb31de31c3cc58d054b61ad4.pdf 

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1906/N23/N23_master/N23.pdf 

 

em 23 de julho de 1924 Morre Casimiro Vasco Leão tio do Anníbal

https://archive.org/details/ocomerciodoporto/1924%20-%20O%20Com%C3%A9rcio%20do%20Porto%20-%2024%20de%20Julho%20de%201924/page/n3/mode/1up?q=%22An%C3%ADbal+Vasco%22 

https://www.csarmento.uminho.pt/site/files/original/4282a73141cd55c9d31ce5adaeb9e4c70f2acbcd.pdf 

???    

https://archive.org/details/historiadaantiqu00lace_1/page/66/mode/2up?q=%22+Le%C3%A3o%22

https://archive.org/details/ocomerciodoporto/1879%20-%20O%20Com%C3%A9rcio%20do%20Porto%20-%20Ano%20XXVI%20-%20n%C2%BA187%20-%2006%20de%20Agosto%20de%201879/page/6/mode/1up?q=%22Vasco+Le%C3%A3o%22 

 

pai do Aníbal? irmão do Casimiro?

 

João Vasco Ferreira Leão, filho de Antonio José Ferreira Leão falecido em 24 de setembro de 1884.

João Vasco Ferreira Leão , filho d' Antonio José Ferreira Leão , natural dc Guimarães , Di-
stricto de Braga. Couraça de Lisboa , N• •(
https://am.uc.pt/download/wprCkWvCk8KVwpnCnWFnYGlsZGbCnA==/UCBG-RP-15-2-1851-1852_0000_Obra_Completa_t24-C-R0120.pdf) 

Avô de Aníbal Vasco Ferreira Leão 

( https://www.csarmento.uminho.pt/site/files/original/c475bbe25e4a9d60b870130a546ff5dece2e8a10.pdf)

 

João Vasco Ferreira Leão08 de dezembro de 1830- 1884, filho d' Antonio José Ferreira Leão  e Rosa Joaquina Viegas Leão, filha de  João Antonio Viegas Fernandes falecido em 23/04/1853 , e  Maria Tereza Raimund 05/02/1782 e 29/12/1822. ( https://porgener.csarmento.uminho.pt/Individuo/118799)

nascimento27/12/1808     Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal     falecimento 26/02/1871     Rua da Rainha - Guimarães (Oliveira do Castelo), Guimarães, Braga, Portugal  

 

Juiz de Porto, Portugal Vasco Leão, 08 de dezembro de 1830- 06 de setembro de 1895

 o sr. Vasco Leão deputado ( https://archive.org/details/n-79_20240828/N33/mode/2up?q=%22Vasco+Le%C3%A3o%22)

Vasco Leão tinha a religião da honra e o culto do dever.

Amava a justiça e a liberdade. . . sim . . . elle amou também a liberdade!

Nascido em 1830, o seu berço foi molhado pelas lagrimas que o despotismo fez chorar a sua mãe!

Era por isso natural adversário de todos os que querem felicitar-nos com instituições do passado.

Tendo concluído — como Joaquim Champalimaud, de quem foi condiscípulo, e a quem tão de perto havia de acompanhar na morte — o seu curso universitário em 1855, foi em 1856 nomeado delegado do procurador régio para a comarca da Ilha do Pico, sendo algum tempo depois transferido para a da Ilha do Fayal.

Desde logo se revelaram as aptidões do magistrado; e o seu brioso proceder de homem e de funccionario por tal forma alli se assignalou, que, passados mais de trinta annos, d'elle existia ainda honrada nomeada n'aquellas terras do archipelago açoriano!

Eleito deputado por Guimarães, sua terra natal, nas legislaturas de 1871 a 1874 e de 1875 a 1879, e par do reino pelo districto de Bragança em 1887, preoccuparam-no quasi exclusivamente no parlamento os assumptos judiciaes e os da classe, sendo, pelo seu amor e assiduidade no trabalho, escolhido, durante todo aquelle periodo, para secretario da commissão de legislação da camará electiva, tomando, em tal qualidade, constante e activa parte nos trabalhos de revisão e discussão do projecto do Código do Processo Civil e redigindo as numerosas actas das sessões da commissão.

Dá testemunho da elevação do seu espirito e da bondade da sua alma um projecto de lei sobre o ensino dos surdos-mudos, que por elle foi apresentado ao parlamento. 

1910 (https://museumontepio.pt/biografias/)

 

https://archive.org/details/figurasdopassado00pint/page/242/mode/2up?q=%22Vasco+Le%C3%A3o%22 

https://www.parlamento.pt/Parlamento/Documents/Hist-AHP/17ListaRedaccao.pdf 

 

https://www.csarmento.uminho.pt/site/files/original/c475bbe25e4a9d60b870130a546ff5dece2e8a10.pdf 

https://gisaweb.cm-porto.pt/units-of-description/series/15156/documents/?q=&page=225 

https://gisaweb.cm-porto.pt/units-of-description/documents/18192/? 

 https://arquivohistorico.ministeriopublico.pt/index.php/knbni

 

https://www.csarmento.uminho.pt/site/files/original/c475bbe25e4a9d60b870130a546ff5dece2e8a10.pdf 

 

filhos da Rosa Viegas Leão cc Antóno José Ferreira Leão

27/12/1808     Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal     26/02/1871     Rua da Rainha - Guimarães (Oliveira do Castelo), Guimarães, Braga, Portugal 

Albino Vasco Ferreira Leão     --/--/----         28/09/1857     Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal
    João     08/12/1830     Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal     --/--/----     
    Maria     29/04/1832     Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal     --/--/----     
    Auspício     08/07/1833     Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal     --/--/----     
    Cláudia Maxima Ferreira (Dona)     22/10/1835     Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal     20/07/1862     Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal
    Maria Elvira Viegas Ferreira Leão Cruz (Dona)     28/03/1838     Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal     23/12/1866     Guimarães (Oliveira do Castelo), Guimarães, Braga, Portugal
    Casimiro     26/09/1839     Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal     --/--/----     
    António     09/09/1840     Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal     --/--/----     
    Álvaro 

https://porgener.csarmento.uminho.pt/Individuo/113989 

https://archive.li/wip/HB37M 

https://archive.li/HB37M 

 

 

 

 

 

Raul Maria Pereira retratado por Joaquim Lopes / Portrait of Raul Maria Pereira by Joaquim LopesRaul Maria Pereira, filho de Joaquim Maria Pereira e de Filomena de Jesus Alves, nasceu a 18 de Junho de 1877,

 
Raul Maria Pereira, filho de Joaquim Maria Pereira e de Filomena de Jesus Alves,nasceu a 18 de Junho de 1877, 

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1906/N2/N2_master/N2.pdf 

https://sigarra.up.pt/up/pt/web_base.gera_pagina?p_pagina=antigos%20estudantes%20ilustres%20-%20raul%20maria%20pereira 

Wirtenberg

 verbo em alemão "wirten"

Present of German verb wirten

The conjugation of wirten (be a landlord, be an innkeeper) in the present tense is: ich wirte, du wirtest, er wirtet, wir wirten, ihr wirtet, sie wirten. For this purpose, the endings -e, -est, -et, -en, -et, -en are appended to the stem wirt. The endings in the 2nd and 3rd person singular and in the 2nd person plural are extended by "e", as the stem ends on -t. The formation of the forms corresponds to the grammatical rules for the conjugation of the verbs in the present tense. Comments ☆  

Wirtenberg DucatusTradução

Abraão Ortélio (*1527 - † 1598)
Mapa colorido antigo de Baden-Württemberg. Impresso em Antuérpia por A. Ortelius em 1579.

Descrição

Muito detalhado, mapa antigo de Württemberg por Abraham Ortelius. Mostra a área de Pforzheim a Ulm e entre Villingen-Schwenningen e Schwäbisch Hall com Stuttgart no centro. Com um belo cartuche de título no canto superior esquerdo. Da edição em latim do Theatrum Orbis Terrarum de 1579. Texto em latim em verso. Uma cópia muito antiga, publicada no ano da primeira edição em 1579.
https://archive.org/details/leopoldo-casado-com-sophia-pai-de-ottocarus-ou-ottocar 
 

Alice no país das Maravilhas pelo Iniciado Lewis Carroll . Coleções, padrões.

 Quanto Tempo é para Sempre? As vezes um segundo!

 

 


Luitgarda C. Wirtenberg , Leopoldo Casado Com Sophia Pai De Ottocarus Ou Ottocar/Carro de Homero Genealogias O núcleo de uma leitura notável, rica em frutos variados.,Hēmer-eniauto-geneachorographias

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quarta-feira, 20 de maio de 2026

Gabriel Bucelin (1599–1681)Hēmer-eniauto-geneachorographias nucleus insigni lectionis variae fructu locuples: (não conseguiram traduzir, foi o que entendi)

CARRO DE HOMERO GENEALOGIAS, LEITURA NOTÁVEL RICA EM FRUTOS VARIADOS. 

 

 

 https://bildsuche.digitale-sammlungen.de/index.html?c=suche_sim&lv=1&bandnummer=bsb00096307&pimage=00210&l=de


https://bildsuche.digitale-sammlungen.de/index.html?c=viewer&bandnummer=bsb10031340&pimage=00565&lv=1&l=de



Bucelin, Gabriel: Hēmer-eniauto-geneachorographias nucleus insigni lectionis variae fructu locuples

Standort
    München, Bayerische Staatsbibliothek -- H.un. 89
Urheber
    Bucelin, Gabriel -- (GND: 118516493)
Titel
    Hēmer-eniauto-geneachorographias nucleus insigni lectionis variae fructu locuples: historiae cum sacrae, tum profanae cognitione compendiosißimâ atque utilissimâ praegnans ; excolendae juvandaeque memoriae perquam accomodus
Bevorzugter Titel des Werks
    Notitia S.R.I Principum Genealogica & stemmatographica
Von
    authore R. P. F. Gabriele Bucelino
Entstehung
    Ulmæ : Apud Johann. Gôrlinum
    Augusta Vindelicorum : Typis Iohannis Prætorij
    Anno M DC LIX
Umfang
    2 ungezählte Blätter, 6 ungezählte Seiten, 3 gef. Blätter, 22 ungezählte Seiten, 488 Seiten
Sprache
    Latein
Anmerkung
    Nebensacht.: Historiae universalis cum sacrae, tum prophanae nucleus [auf d. Titelkupfer-Frontispiz, Jo. Arnold delin. Philip Kilian s.]
Anmerkung
    Beigebunden: Praecipuarum Europae provinciarum regnorumque superficialis descriptio
Anmerkung
    VD17-Nummer 2019 maschinell ergänzt
Identifikator
    BSB-ID 991032889999707356
Identifikator
    BV001379386
Identifikator
    WorldCat: 165979330
Identifikator
    VD17 12:206268Y
URN
    urn:nbn:de:bvb:12-bsb10031340-5
Medienart

Visão geral criada por IA
Hēmer-eniauto-geneachorographias nucleus insigni lectionis variae fructu locuples é uma importante obra enciclopédica de 1654 escrita pelo monge beneditino, historiador e cartógrafo alemão Gabriel Bucelin (1599–1681). O título em latim reflete o escopo multifacetado do livro: uma combinação de crônicas diárias/anuais (hemer-eniauto), genealogia (genea) e geografia (chorographias). 
A obra destaca-se por compilar o conhecimento histórico e geográfico em uma estrutura acessível e visual para a época. Seus principais elementos incluem:

    História Sacra e Profana: A obra cobre eventos religiosos e seculares, organizados de forma a facilitar o ensino, o estudo e a memorização.
    Abordagem Didática: Foi projetada como um "núcleo" de saberes valiosos, densamente condensados, sendo ideal para estudantes e estudiosos da época.
    Árvores Genealógicas e Mapas: O autor é conhecido por integrar vastas informações genealógicas e geográficas que ajudavam a contextualizar visualmente o desenrolar das dinastias e impérios. 

Para aprofundar-se no estudo e explorar a estrutura completa e as digitalizações históricas desta enciclopédia barroca, consulte o registro detalhado e as imagens disponibilizadas no catálogo Google Books ou a versão preservada na Deutsche Digitale Bibliothek.

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Luitgard de Wirtenberg (nascida por volta de 1280 e falecida por volta de 1336) foi uma nobre alemã da Baixa Idade Média, casada por volta de 1310 com o noble Burchard van Schrapelau.  
 não é esta pessoa
 
https://www.geni.com/people/Luitgard/6000000001744971954 
https://www.geni.com/people/Charlemagne/6000000002457013227?through=6000000001744971954 
 
 ===========================
ao meu entender não é a pessoa acima pela data e pelo nome do Marido que é outro
 
Luitgarda C. Wirtenberg 
https://archive.org/details/17793257738888bsb-10031340/page/n16/mode/1up 
 
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 O Papa Gregório II faleceu em 11 de fevereiro de 731 em Roma. Ele foi o 89.º bispo de Roma e liderou a Igreja Católica de 715 até sua morte, sendo lembrado por sua oposição ao imperador bizantino Leão III na crise da iconoclastia.Dados PrincipaisNascimento: Ano de 669 em Roma. 
Pontificado: De 19 de maio de 715 a 11 de fevereiro de 731. 
Morte: 11 de fevereiro de 731 em Roma
 
https://archive.org/details/17793257738888bsb-10031340/page/n433/mode/1up?q=Magno 
 
Ottokar, Marquês da Estíria.
 
Albertus a Pipino Regi Styriae Marchor Creatur fit Monachus Tergernseensis  
 
Alberto é nomeado Marquês da Estíria pelo Rei Pepino e torna-se monge de Tergernse. 
 
O título de marquês da Estíria foi usado na Idade Média por nobres que governavam a Marca da Estíria, região que hoje fica entre a Áustria e a Eslovênia. 
Entre os principais governantes com esse título estão:
Otacar I, Otacar I: governou no século XI até 1064
Adalberto, Adalberto: governou de 1064 até 1086.
e Leopoldo I, o Bravo. Leopoldo I: chamado de o Bravo ou o Forte, governou de 1122 até 1129.
Depois, o território virou um ducado.Governantes da Estíria Otacar I: governou no século XI até 1064.Adalberto: governou de 1064 até 1086.Leopoldo I: chamado de o Bravo ou o Forte, governou de 1122 até 1129. 
 
 
O Otacar mencionado aqui não é o de cima é muito anterior.
 
No quadro é o Otacar nro 6? ou 09 aí entra a Luitgarda 
 
 
C. 
 
A Luitgarda é avó do Leopoldo o Bravo.
(finalmente entendi, não é avó não entendi este grafico) 
 
https://archive.org/details/17793257738888bsb-10031340/page/n19/mode/2up 
 
o Leopoldo que consta aqui é este
 
 O casal medieval refere-se a Leopoldo I da Estíria (o Forte/Bravo), marquês da Estíria, e a Sofia da Baviera, filha de Henrique IX, Duque da Baviera. Eles se casaram por volta de 1122 ou 1123, após a morte do primeiro marido dela.
Detalhes do Casal:
Leopoldo I da Estíria: Marquês da Estíria de 1122 até sua morte em outubro de 1129.
Sofia da Baviera: Nascida por volta de 1105 e falecida em julho de 1145, era membro da poderosa Casa de Welf.
Filho do casal: Otakar III de Estiria, que herdou o governo da marca.Regência: Após a morte de Leopoldo em 1129, Sofia atuou como co-regente da Estíria até o filho atingir a maioridade.

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O título de marquês da Estíria (ou margrave da Estíria) pertenceu aos governantes da marca medieval da Estíria, na atual Áustria, durante os séculos XI e XII, antes de o território ser elevado a ducado em 1180. A dinastia principal que deteve este título foi a Casa dos Otakars (Traungauer).Principais Marqueses da EstíriaOtakar I da Estíria (1056–1075): Fundador da dinastia dos Otakars na região.Adalberto da Estíria (1075–1082): Irmão de Otakar II, abdicou após conflitos internos.Otakar II da Estíria (1082–1122): Expandiu os domínios territoriais da família.Leopoldo I da Estíria ("o Forte/Bravo", 1122–1129): Consolidou cidades e rotas comerciais.Otakar III da Estíria (1129–1164): Continuou a expansão regional.Otakar IV da Estíria (1164–1180): Foi o último marquês, pois em 1180 o imperador Frederico Barbarossa elevou a Estíria a ducado, tornando-o o primeiro duque da Estíria. 
 
 
 

Eu quero prós meus meninos KKK de 35 e 45

 https://youtube.com/shorts/702b3k9TrFM?is=oWTE8Nn46bM0q_h3

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Aldeia de Xisto Onde Ninguém Vive: Casal Novo, Portugal

 

Aldeia de Xisto Onde Ninguém Vive: Casal Novo, Portugal

https://www.youtube.com/watch?v=wjCFiz6fIY8&list=PLA5w6wRCtpnHMcqH5OABMGaJhkbYooTK4&index=56 

Árvores Sequoias

 https://www.youtube.com/watch?v=cMnMx5W72PU&t=32s

General António Simões de Carvalho Vivaldo.13 de Junho de 1846, 13 de julho de 1904

 

António Simões de Carvalho Vivaldo, 13 de Junho de 1846, 13 de julho de 1904

Filiação.  General de brigada reformado Francisco Simões Pereira de Carvalho e de Maria José Lúcia  de Vivaldo Mendonça.

irmão de  Alexandre Simões de Carvalho Vivaldo

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/IP2.htm 

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1904/N37/N37_master/N37.pdf 

https://dn721808.ca.archive.org/0/items/n-56_20260804/N37.pdf 

https://geneall.net/pt/forum/145623/gentes-da-serra-de-monchique/ 

 Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto acerca do requerimento em que Lúcia de Ascensão Viraldo Simões, filha do falecido general de brigada reformado Francisco Simões Pereira de Carvalho, pede que se lhe pague metade da pensão do montepio que a sua madastra, Vitória Francisca de Viraldo Mendonça Simões, recebe.

 Francisco Simões Pereira de Carvalho, Nasceu cerca de 1799 e faleceu a 2 de setembro de 1867 . Filho de Ambrosio de Simóes Carvalho.

https://arquivohistorico.ministeriopublico.pt/index.php/informationobject/browse?page=17&sort=identifier&subjects=8273&languages=pt&sf_culture=pt&showAdvanced=1&topLod=0&sortDir=desc 

 https://geneall.net/pt/forum/145623/gentes-da-serra-de-monchique/

 https://archive.li/wip/SLuZ0

Augusto Luciano Simões de Carvalho

https://archive.org/details/ucbg-rp-15-2-1862-1863-0000-obra-completa-t-24-c-r-0120/page/34/mode/2up?q=%22Sim%C3%B5es+%22 

Joaquim Augusto Simões de Carvalho

https://archive.org/details/ucbg-rp-15-2-1862-1863-0000-obra-completa-t-24-c-r-0120/page/38/mode/2up?q=%22Sim%C3%B5es+%22 

José Joaquim Simões de Carvalho filho de Antonio Joaquim Simões de Carvalho

https://archive.org/details/ucbg-8-118-1-1872-1873-0000-obra-completa-t-24-c-r-0120/page/182/mode/2up?q=%22Sim%C3%B5es+de+Carvalho%22 

 


Conselheiro António Eduardo Villaça, Braga, 14 de Dezembro de 1852 - 02 de abril de 1914

 

 

 

 PÁGINA 08 Conselheiro Eduardo Villaça, Ministro da Marinha
e Ultramar entre 1898 e 1900.

nascimento 14/12/852.
ass. praça 17/9/873.
alferes 7/1/880.
tenente 18/1/882.
capitão 15/4/887.

filho de Bento José Ferreira Villaça, natural de Braga .

casou-se com Elisa de Villaça. Casal para Reino, Ministro dos Negocios Estrangeiros (de d. Castro Ramires).
Tiveram uma filha: Maria Luisa Botelho de Moraes Sarmento 11o Conde de Armamar e 10o Guarda-Mor do Sal de Setúbal (de d. de Castro Ramires Villaça).

 https://archive.org/details/oantonio-maria-n-84-n-135/OAntonioMariaN444N458/page/n61/mode/2up?q=Eduardo+Villa%C3%A7a
 

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1904/N54/N54_master/N54.pdf 

https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/128066/per128066_1904_00293.pdf

https://geneall.net/pt/forum/120500/listas-de-antiguidade-dos-oficiais-do-exercito/ 

 https://archive.li/xYs4d

1914 Ministro da Marinha e Ultramar entre 1898 e 1900. 

 99 Antonio Eduardo Villaça (1852–1914), Ministro da Marinha e Ultramar entre 1898 e 1900. 100 “Proposta de Lei,” 1. 101 “Proposta de Lei,” 1. 102 Vide 

https://www.icm.gov.mo/rc/viewer/pdfViewerParts/40074/4281 

por ocasião da visita oficial do rei
português à corte inglesa, acompanhado pela rainha D. Amélia e pelo ministro
e secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros, António Eduardo Villaça.
Anteriormente, em 1903, o rei Edward VII tinha escolhido Portugal como destino
para a sua primeira deslocação ao estrangeiro após a sua coroação, em 1902

https://www.academia.edu/40659192/O_passeio_a_Sintra_da_rainha_Alexandra_em_1905_Em_torno_do_almo%C3%A7o_no_Pa%C3%A7o_da_Vila 

 

 

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/obras/ocidente/1904/N930/N930_master/N930.pdf 

https://archive.org/details/collecodalegisl00portgoog/mode/2up?q=Eduardo+Villa%C3%A7a 

 

 Necrologia           FILHO Eduardo Ramirez Villaça

https://archive.org/details/oocidente-1915-fmaio-1311/N1264/page/n10/mode/1up?q=Eduardo+Villa%C3%A7a 

 

 

AQUI A MORTe da avó do António

https://archive.org/details/ocomerciodoporto/1873%20-%20O%20Com%C3%A9rcio%20do%20Porto%20-%2031%20de%20Outubro%20de%201873/page/n2/mode/1up?q=%22Bento+Jos%C3%A9+Ferreira+Villa%C3%A7a%22 

António Dias Villaça nasceu em 1718. O irmão António tinha uma irmã: Ascensão Dias Villaça. Parceiro António casou-se com Maria Teresa ou Teresa Maria Ferreira Villaça (?). Tiveram 2 filhos: Bento José Ferreira Villaça, escriturário do Escrivão da Fazenda (https://archive.org/details/ocomerciodoporto/1863%20-%20O%20Com%C3%A9rcio%20do%20Porto%20-%20Ano%20X%20-%20n%C2%BA226%20-%2002%20de%20Outubro%20de%201863/page/8/mode/1up?q=%22Bento+Jos%C3%A9+Ferreira+Villa%C3%A7a%22) e . Morte António faleceu. 

 

 

Filgueira Gayo

https://archive.org/search?tab=fulltext&query=%22+Ferreira+Villa%C3%A7a%22&page=4 

https://archive.org/details/archivo-heraldico-genealogico-contendo-n/mode/2up?q=%22+Ferreira+Villa%C3%A7a%22

xilogravura, xilográfico, Cromolitografias, Litographia,

  Xilogravura é sinônimo de: xilografia 

Técnica ou arte de fazer gravuras em madeira, talhadas em relevo, pintadas para reprodução em papel ou em outro suporte.

A palavra se aplica também às pranchas de madeira e às reproduções. Desde o séc. XV, os artistas têm produzido xilogravuras que estão entre as obras-primas da técnica de gravura e impressão.

Xilogravura é sinônimo de: xilografia 

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Cromolitografias:  é o processo de impressão de imagens coloridas usando camadas de tinta aplicadas uma a uma por matrizes litográficas, ou a própria estampa e gravura resultante dessa técnica artística antiga

 Chromolithographien (alemão), Cromolitografias ( portugues), Chromolithographies (Frances), 

Chromolithographs (Inglês). 

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 Litographia

  a arte ou técnica de reproduzir desenhos ou textos impressos a partir de uma matriz de pedra calcária (ou placas de metal) usando substâncias gordurosas e água

 
 lithographie (Alemão)

Litografia (Portugues) Litographia

Arquitectura

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Narcisistas

 

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terça-feira, 4 de agosto de 2026

Augusto Cordeiro Diniz Sampaio, 17.03.1888 - 1970

 

Augusto Cordeiro Diniz Sampaio 17.03.1888

Nov-Dez 1939 Tenente-Coronel Augusto Cordeiro Diniz Sampaio A evolução da Engenharia Militar - Principais características da sua actuação em campanha  

https://arquivodigital.defesa.pt/Images/winlibimg.aspx?skey=&doc=431549&img=80063 

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1905/N69/N69_master/N69.pdf 

 

1945 Compania Carris de Ferro Lisboa Limitada

https://files.diariodarepublica.pt/gratuitos/3s/1945/04/1945d079s000.pdf 

 

 

1968 80 anos é a mesma pessoa? pagina 2463

https://files.diariodarepublica.pt/gratuitos/3s/1968/06/1968d141s000.pdf 

 

Augusto Cordeiro Diniz Sampaio (Major de Engenharia) 1928

https://www.arquivo.presidencia.pt/details?id=133345 

NICOLAZZI, . A Patrícia Nicolazzi (in memorian). Pereira e Nicollazi Ltda,

 NICOLAZZI,  https://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/handle/UNISINOS/4202/Ricardo+Schmachtenberg.pdf?sequence=1