NICOLAZZI,
https://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/handle/UNISINOS/4202/Ricardo+Schmachtenberg.pdf?sequence=1
NICOLAZZI,
https://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/handle/UNISINOS/4202/Ricardo+Schmachtenberg.pdf?sequence=1
Figura 56: Homem e mulher dos
arrabaldes do Porto, vindo da romaria
do Senhor de Matosinhos, litografia
aquarelada de João Palhares, século
XIX, Biblioteca Nacional de
Portugal/Museu de Congonhas.
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/93/93131/tde-03122018-110019/publico/2018_JulioMeiron_VCorr.pdf
==========não sei se é a mesma pessoa ==========
Abaixo é João Rodrigues Palhares São Pedro do Rio Grande do Sul
https://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/handle/UNISINOS/4202/Ricardo+Schmachtenberg.pdf?sequence=1
O depoimento de Francisco se diferenciou dos demais na medida em que
trouxe à baila a suspeita de que, entre os possíveis autores dos pasquins, segundo
“ouvira dizer geralmente nesta vila”, contava o Capitão Manoel Pedroso de
Albuquerque171 e o negociante João Rodrigues Palhares.
https://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/UNISINOS/5031/1/Miguel+%C3%82ngelo+Silva+da+Costa_.pdf
https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000250443
https://purl.pt/22226
https://purl.pt/22226/4/ea-67-v_PDF/ea-67-v_PDF_24-C-R0150/ea-67-v_0000_1-capa_t24-C-R0150.pdf
Costumes portugueses [ Visual gráfico] / Palhares lith.
AUTOR(ES): Palhares, João, 1819 -1891
PUBLICAÇÃO: [Lisboa : J. Palhares, ca 1850]
DESCR.FÍSICA:
1 álbum, 60 gravuras : litografias, aguareladas ; 31x23 cm
COLEÇÃO: [Colecção Palhares, 2.a série]
REF.EXT.: C.M. de Lisboa - O povo de Lisboa,1978, p. 263
Lima, Henrique de Campos Ferreira - Costumes portugueses, 1917, p. 24
NOTAS: Menção de autor retirada da estampa n.o 5
Título da capa Estampas numeradas de 1-60, sem rosto
CONTEM:
N.o 1: Campinos . - N.o 2: Varina mulher d'Ovar vendendo peixe em Lxa . - N.o 3: Vendedor de hortaliça e fructas em Lisboa . - N.o 4: Guarda nocturno em Lisboa . - N.o 5: Pobres recolhidos no Asylo de Mendicidade . - N.o 6: Ceifeira da província do Minho . - N.o 7: Polícia civil de Lisboa . - N.o 8: Mulher vendendo leite na cidade do Porto . - N.o 9: Varino vendedor de artigos para costura, bijouterias em Lisboa . - N.o 9 [10]: Mulher da cidade do Porto vendendo uvas de cima do Douro . - N.o 11: Servente da Companhia do Gaz . - N.o 12: Saloio (arrabaldes de Lisboa) . - N.o 13: Mulher de capa na cidade de Coimbra . - N.o 14: Conductores de tojo de Alcochete . - N.o 15: Algarve, remador do bergantim real . - N.o 16: Homem da cidade de Braga . - N.o 17: Creado da Casa Real (moço de estrebaria) . - N.o 18: Mulher de Thomar vendendo hortaliça no mercado . - N.o 19: Villôa, camponeza da Ilha de São Miguel . - N.o 20: Villão, camponês da Ilha da Madeira . - N.o 21: Mulher vendendo capachos nas ruas de Lxa . - N.o 22: Homem da Beira vendendo lanifícios das facricas nacionaes . - N.o 23: Mulher de Coimbra conduzindo água da fonte do Mondêgo . - N.o 24: Trabalhador da Beira . - N.o 25: Homem da Ilha do Pico . - N.o 26: Mulher da Ilha do Pico . - N.o 27: Aguadeiro da cidade do Porto . - N.o 28: Guarda real dos Archeiros . - N.o 29: Lavadeira saloia . - N.o 30: Vaqueiro (vendedor de leite) em Lxa. . - N.o 31: Lavrador da Ilha de São Miguel . - N.o 32: Camponezes da Ilha de São Miguel . - N.o 33: Homem de Molellos vendendo louça preta em Lxa . - N.o 34: Vendedor de azeite nas ruas de Lisboa . - N.o 35: Estudantes da Universidade de Coimbra . - N.o 36: Assadeira de castanhas em Lxa . - N.o 37: Pescador do Barreiro e Seixal . - N.o 38: Mulher vendedora de fructa em Lisboa . - N.o 39: Mulher de Leiria vendendo pinhões em Lisboa . - N.o 40: Alentejano . - N.o 41: Bombeiro em Lisboa . - N.o 42: Lavradeira, mulher dos arrabaldes da cidade do Porto . - N.o 43: Mulher de capote e lenço em Lxa . - N.o 44: Aguadeiro de Faro . - N.o 45: Homem da Ilha de Santa Maria . - N.o 46: Mulheres da Ilha de Santa Maria . - N.o 47: Catraeiro em Lisboa . - N.o 48: Mulher de Portalegre . - N.o 49: Aguadeiros da cidade de Lisboa . - N.o 50: Padeira saloia . - N.o 51: Hortelão vendendo ortaliça em Lisboa . - N.o 52: Mulher vendendo sapatos em Lxa . - N.o 53: Moço da Praça da Figueira (mercado de Lxa) . - N.o 54: Andador da Irmandade das Almas Lisboa . - N.o 55: Ferro velho, compra e vende objectos usados em Lisboa . - N.o 56: Peixeira em Lisboa . - N.o 57: Vendedor de esteiras, vassouras, objectos de folha ... em Lisboa . - N.o 58: Moço de padaria, vendendo pão nas ruas de Lxa . - N.o 59: Mulher de Murtosa . - N.o 60: Guarda Municipal de Lisboa, Grande uniforme, Infanteria, Cavallaria
CDU:
763(=1:469)"18"(084.1)
39(=1:469)"18"(084.1)
END. WWW:
https://purl.pt/22226
https://purl.pt/38934/2/
Filho de um capitão de couraceiros do l.°
império, Chanzy alistou-se aos 15 annos na
marinha de guerra. Embarcou em o Neptu¬
no onde era guarda-marinha, o almirante Roze:
Um anno depois passava para bordo da Mar-
ne. Um forte temporal arrojou a fragata para
as costas de Stora, (Argélia). Afogou-se meta¬
de da tripulação. Um marinheiro, moço e de¬
sembaraçado, chegou nadando á praia, e uma
vez ahi, sacudiu-se como um tewa nova. Era
a primeira vez que o general Chanzy pisava
terra argelina, da qual mais tarde devia ser
governador. O homem que teve um dos prin-
cipaes papevs na maior tragédia d’este século
entrava na vida, como n'um romance de Du¬
mas. A sua vida militar foi um longo dia de
batalha. Sahe de S. Cyr para entrar nos zua-
vos. Deixa a Argélia para entrar na guerra
d’Italia, e depois nas da Syria e Roma. Era
por consequência um verdadeiro soldado, quan¬
do por ordem de M. Gambetta se apresentou
em Tours, chamado da Argélia. Desconhecido
em França, trazia como passaporte duas pro-
phecias: Abd-el-Kader dissera-lhe na Syria: Es
da raça dos grandes homens de guerra; leio isto
no teu olhar tão facilmente como no do cavallo
de Setif o nome da sua familia. O marechal
Mae-Mahon prisioneiro, escrevera apenas estas
palavras:—Chanzy c ornais distincto general de
manobra entre osgeneraesquehoje(lS10)p>odem
servir o paiz.
O commandante do 16.° corpo d’exercito ti¬
nha então 48 annos. Era alto, magro, dextro e
vigoroso. Com o seu calção vermelho justo á
perna, as suas grandes botas de montar, a sua
commenda da Legião de Honra ao peito, as
tres estrellas de prata no seu kepi agaloado
d’ouro e ligeiramente in<dinado? o bigode re¬
torcido, e o seu olhar de extraordinária mei¬
guice: junto tudo á elegancia e vivacidade da
sua figura e andar, o general Chanzy pareceu
como que, a evocação súbita do nosso brilhante
passado militar. Esse perfil tão bello, tão im¬
ponente, tão francez foi-lhe inalterável duran¬
te toda a campanha; apenas ao findar o seu
kepi descahia um jmuco menos sobre a orelha.
As suas ordens do dia foram tãocorrectas e ri¬
gorosas como nas grandes manobras do campo
de Saint-Maur. Parecia não ver, nem a desor¬
dem das suas tropas, nem conhecer a derrota
já soífrida. nem ainda calcular ou suppor os
desastres do futuro. Com essa força de concen¬
tração do pensamento, e esse predominio so¬
bre si mesmo, qualidades que destinguem o seu
temperamento e o levam até á dissimulação, o
general Chanzy fingiu nada saber das nossas
desgraças. Julgar-se-hia que chegava de Sol-
ferino. Uma unica cousa lhe arrancou uma ex¬
clamação:—ver os pobres cavallos sujos, magros
e com opello compndo.
Bem depressa pareceu também, que avicto-
ria se tornava cúmplice d’aquella illusão vo¬
luntária. O general foi um dos vencedores de
Coulmiers. Coulmiers 6 uma folha de louro
n’esta historia sombria, uma especie d’essas flo¬
res que os estudantes mettem entre as paginas
do seu livro. A fatalidade porém quiz, que re-
trocedessemos. Nomeado commandante do 2.°
exercito, Chanzy tem então nas suas mãos a
parte principal da nossa fortuna militar. Que
https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/112222/79349.pdf?sequence=1&isAllowed=y
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/112222?locale-attribute=en
ADMINISTRATIVO O, MERCANTIL
E
INDUSTRIAL,
DA PROVINCIADO PARANÁ. -
PARA O ANNO DE
1877
Organizado por José Ferreira Barros
http://memoria.bn.br/pdf/823627/per823627_1876_00001.pdf
MOVIMENTO POPULACIONAL DA LAPA - 1769 - 1818
https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/handle/1884/24699/D%20-%20VALLE;jsessionid=91B063C9D8457EA989751CAD6B4D4357?sequence=1
https://rosas-dos-ventos.blogspot.com/2019/01/lady-godiva-inspirou-poetas-escritores.html
Tenho que encontrar o nome dele. Alguém já informou. O anjo que está nadando. Tá pór aí por aqui, por lá. Obrigada ao Anjo.
https://www.blogger.com/u/0/blog/post/edit/2440002276847656293/1018778524697812970
Abaixo está modificada a frase. Mas é isso mesmo. A eternidade está dentro do segundo.
Aníbal Vasco Leão foi um compositor português, célebre por criar a melodia do Hino da Cidade de Guimarães (originalmente o Hino das Gualterianas), com letra do Padre Gaspar Roriz, além de outras composições locais tradicionais e históricas da região.
A. Vasco Leão (frequentemente identificado como Aníbal ou Annibal Vasco Leão, associado à produção de vinho verde da Quinta d'Arca em Guimarães, Portugal) era filho de um ilustre magistrado que também compôs o hino da cidade de Guimarães.
Annibal Vasco Ferreira Leão, filho de João Vasco Ferreira Leão cc Adelaide Sophia Moreira Rodrigues.
https://www.csarmento.uminho.pt/site/files/original/dcb53a80b65e011dfb31de31c3cc58d054b61ad4.pdf
https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1906/N23/N23_master/N23.pdf
em 23 de julho de 1924 Morre Casimiro Vasco Leão tio do Anníbal
https://archive.org/details/ocomerciodoporto/1924%20-%20O%20Com%C3%A9rcio%20do%20Porto%20-%2024%20de%20Julho%20de%201924/page/n3/mode/1up?q=%22An%C3%ADbal+Vasco%22
https://www.csarmento.uminho.pt/site/files/original/4282a73141cd55c9d31ce5adaeb9e4c70f2acbcd.pdf
???
https://archive.org/details/historiadaantiqu00lace_1/page/66/mode/2up?q=%22+Le%C3%A3o%22
https://archive.org/details/ocomerciodoporto/1879%20-%20O%20Com%C3%A9rcio%20do%20Porto%20-%20Ano%20XXVI%20-%20n%C2%BA187%20-%2006%20de%20Agosto%20de%201879/page/6/mode/1up?q=%22Vasco+Le%C3%A3o%22
pai do Aníbal? irmão do Casimiro?
João Vasco Ferreira Leão, filho de Antonio José Ferreira Leão falecido em 24 de setembro de 1884.
João Vasco Ferreira Leão , filho d' Antonio José Ferreira Leão , natural dc Guimarães , Di-
stricto de Braga. Couraça de Lisboa , N• •(https://am.uc.pt/download/wprCkWvCk8KVwpnCnWFnYGlsZGbCnA==/UCBG-RP-15-2-1851-1852_0000_Obra_Completa_t24-C-R0120.pdf)
Avô de Aníbal Vasco Ferreira Leão
( https://www.csarmento.uminho.pt/site/files/original/c475bbe25e4a9d60b870130a546ff5dece2e8a10.pdf)
João Vasco Ferreira Leão , 08 de dezembro de 1830- 1884, filho d' Antonio José Ferreira Leão e Rosa Joaquina Viegas Leão, filha de João Antonio Viegas Fernandes falecido em 23/04/1853 , e Maria Tereza Raimund 05/02/1782 e 29/12/1822. ( https://porgener.csarmento.uminho.pt/Individuo/118799)
nascimento27/12/1808 Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal falecimento 26/02/1871 Rua da Rainha - Guimarães (Oliveira do Castelo), Guimarães, Braga, Portugal
Juiz de Porto, Portugal Vasco Leão, 08 de dezembro de 1830- 06 de setembro de 1895
o sr. Vasco Leão deputado ( https://archive.org/details/n-79_20240828/N33/mode/2up?q=%22Vasco+Le%C3%A3o%22)
Vasco Leão tinha a religião da honra e o culto do dever.
Amava a justiça e a liberdade. . . sim . . . elle amou também a liberdade!
Nascido em 1830, o seu berço foi molhado pelas lagrimas que o despotismo fez chorar a sua mãe!
Era por isso natural adversário de todos os que querem felicitar-nos com instituições do passado.
Tendo concluído — como Joaquim Champalimaud, de quem foi condiscípulo, e a quem tão de perto havia de acompanhar na morte — o seu curso universitário em 1855, foi em 1856 nomeado delegado do procurador régio para a comarca da Ilha do Pico, sendo algum tempo depois transferido para a da Ilha do Fayal.
Desde logo se revelaram as aptidões do magistrado; e o seu brioso proceder de homem e de funccionario por tal forma alli se assignalou, que, passados mais de trinta annos, d'elle existia ainda honrada nomeada n'aquellas terras do archipelago açoriano!
Eleito deputado por Guimarães, sua terra natal, nas legislaturas de 1871 a 1874 e de 1875 a 1879, e par do reino pelo districto de Bragança em 1887, preoccuparam-no quasi exclusivamente no parlamento os assumptos judiciaes e os da classe, sendo, pelo seu amor e assiduidade no trabalho, escolhido, durante todo aquelle periodo, para secretario da commissão de legislação da camará electiva, tomando, em tal qualidade, constante e activa parte nos trabalhos de revisão e discussão do projecto do Código do Processo Civil e redigindo as numerosas actas das sessões da commissão.
Dá testemunho da elevação do seu espirito e da bondade da sua alma um projecto de lei sobre o ensino dos surdos-mudos, que por elle foi apresentado ao parlamento.
https://archive.org/details/figurasdopassado00pint/page/242/mode/2up?q=%22Vasco+Le%C3%A3o%22
https://www.parlamento.pt/Parlamento/Documents/Hist-AHP/17ListaRedaccao.pdf
https://www.csarmento.uminho.pt/site/files/original/c475bbe25e4a9d60b870130a546ff5dece2e8a10.pdf
https://gisaweb.cm-porto.pt/units-of-description/series/15156/documents/?q=&page=225
https://gisaweb.cm-porto.pt/units-of-description/documents/18192/?
https://arquivohistorico.ministeriopublico.pt/index.php/knbni
https://www.csarmento.uminho.pt/site/files/original/c475bbe25e4a9d60b870130a546ff5dece2e8a10.pdf
filhos da Rosa Viegas Leão cc Antóno José Ferreira Leão
27/12/1808 Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal 26/02/1871 Rua da Rainha - Guimarães (Oliveira do Castelo), Guimarães, Braga, Portugal
Albino Vasco Ferreira Leão --/--/---- 28/09/1857 Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal
João 08/12/1830 Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal --/--/----
Maria 29/04/1832 Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal --/--/----
Auspício 08/07/1833 Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal --/--/----
Cláudia Maxima Ferreira (Dona) 22/10/1835 Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal 20/07/1862 Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal
Maria Elvira Viegas Ferreira Leão Cruz (Dona) 28/03/1838 Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal 23/12/1866 Guimarães (Oliveira do Castelo), Guimarães, Braga, Portugal
Casimiro 26/09/1839 Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal --/--/----
António 09/09/1840 Guimarães (São Paio), Guimarães, Braga, Portugal --/--/----
Álvaro
https://porgener.csarmento.uminho.pt/Individuo/113989
https://archive.li/wip/HB37M
https://archive.li/HB37M
Raul Maria Pereira, filho de Joaquim Maria Pereira e de Filomena de Jesus Alves,nasceu a 18 de Junho de 1877,
https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1906/N2/N2_master/N2.pdf
https://sigarra.up.pt/up/pt/web_base.gera_pagina?p_pagina=antigos%20estudantes%20ilustres%20-%20raul%20maria%20pereira
verbo em alemão "wirten"
Present of German verb wirten
The conjugation of wirten (be a landlord, be an innkeeper) in the present tense is: ich wirte, du wirtest, er wirtet, wir wirten, ihr wirtet, sie wirten. For this purpose, the endings -e, -est, -et, -en, -et, -en are appended to the stem wirt. The endings in the 2nd and 3rd person singular and in the 2nd person plural are extended by "e", as the stem ends on -t. The formation of the forms corresponds to the grammatical rules for the conjugation of the verbs in the present tense. Comments ☆
Quanto Tempo é para Sempre? As vezes um segundo!

CARRO DE HOMERO GENEALOGIAS, LEITURA NOTÁVEL RICA EM FRUTOS VARIADOS.
https://bildsuche.digitale-sammlungen.de/index.html?c=suche_sim&lv=1&bandnummer=bsb00096307&pimage=00210&l=de
https://bildsuche.digitale-sammlungen.de/index.html?c=viewer&bandnummer=bsb10031340&pimage=00565&lv=1&l=de
Bucelin, Gabriel: Hēmer-eniauto-geneachorographias nucleus insigni lectionis variae fructu locuples
Standort
München, Bayerische Staatsbibliothek -- H.un. 89
Urheber
Bucelin, Gabriel -- (GND: 118516493)
Titel
Hēmer-eniauto-geneachorographias nucleus insigni lectionis variae fructu locuples: historiae cum sacrae, tum profanae cognitione compendiosißimâ atque utilissimâ praegnans ; excolendae juvandaeque memoriae perquam accomodus
Bevorzugter Titel des Werks
Notitia S.R.I Principum Genealogica & stemmatographica
Von
authore R. P. F. Gabriele Bucelino
Entstehung
Ulmæ : Apud Johann. Gôrlinum
Augusta Vindelicorum : Typis Iohannis Prætorij
Anno M DC LIX
Umfang
2 ungezählte Blätter, 6 ungezählte Seiten, 3 gef. Blätter, 22 ungezählte Seiten, 488 Seiten
Sprache
Latein
Anmerkung
Nebensacht.: Historiae universalis cum sacrae, tum prophanae nucleus [auf d. Titelkupfer-Frontispiz, Jo. Arnold delin. Philip Kilian s.]
Anmerkung
Beigebunden: Praecipuarum Europae provinciarum regnorumque superficialis descriptio
Anmerkung
VD17-Nummer 2019 maschinell ergänzt
Identifikator
BSB-ID 991032889999707356
Identifikator
BV001379386
Identifikator
WorldCat: 165979330
Identifikator
VD17 12:206268Y
URN
urn:nbn:de:bvb:12-bsb10031340-5
Medienart
Visão geral criada por IA
Hēmer-eniauto-geneachorographias nucleus insigni lectionis variae fructu locuples é uma importante obra enciclopédica de 1654 escrita pelo monge beneditino, historiador e cartógrafo alemão Gabriel Bucelin (1599–1681). O título em latim reflete o escopo multifacetado do livro: uma combinação de crônicas diárias/anuais (hemer-eniauto), genealogia (genea) e geografia (chorographias).
A obra destaca-se por compilar o conhecimento histórico e geográfico em uma estrutura acessível e visual para a época. Seus principais elementos incluem:
História Sacra e Profana: A obra cobre eventos religiosos e seculares, organizados de forma a facilitar o ensino, o estudo e a memorização.
Abordagem Didática: Foi projetada como um "núcleo" de saberes valiosos, densamente condensados, sendo ideal para estudantes e estudiosos da época.
Árvores Genealógicas e Mapas: O autor é conhecido por integrar vastas informações genealógicas e geográficas que ajudavam a contextualizar visualmente o desenrolar das dinastias e impérios.
Para aprofundar-se no estudo e explorar a estrutura completa e as digitalizações históricas desta enciclopédia barroca, consulte o registro detalhado e as imagens disponibilizadas no catálogo Google Books ou a versão preservada na Deutsche Digitale Bibliothek.
https://youtube.com/shorts/702b3k9TrFM?is=oWTE8Nn46bM0q_h3
PÁGINA 08 Conselheiro Eduardo Villaça, Ministro da Marinha
e Ultramar entre 1898 e 1900.
nascimento 14/12/852.
ass. praça 17/9/873.
alferes 7/1/880.
tenente 18/1/882.
capitão 15/4/887.
filho de Bento José Ferreira Villaça, natural de Braga .
https://archive.org/details/oantonio-maria-n-84-n-135/OAntonioMariaN444N458/page/n61/mode/2up?q=Eduardo+Villa%C3%A7a
https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1904/N54/N54_master/N54.pdf
https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/128066/per128066_1904_00293.pdf
https://geneall.net/pt/forum/120500/listas-de-antiguidade-dos-oficiais-do-exercito/
https://archive.li/xYs4d
1914 Ministro da Marinha e Ultramar entre 1898 e 1900.
99 Antonio Eduardo Villaça (1852–1914), Ministro da Marinha e Ultramar entre 1898 e 1900. 100 “Proposta de Lei,” 1. 101 “Proposta de Lei,” 1. 102 Vide
https://www.icm.gov.mo/rc/viewer/pdfViewerParts/40074/4281
por ocasião da visita oficial do rei
português à corte inglesa, acompanhado pela rainha D. Amélia e pelo ministro
e secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros, António Eduardo Villaça.
Anteriormente, em 1903, o rei Edward VII tinha escolhido Portugal como destino
para a sua primeira deslocação ao estrangeiro após a sua coroação, em 1902
https://www.academia.edu/40659192/O_passeio_a_Sintra_da_rainha_Alexandra_em_1905_Em_torno_do_almo%C3%A7o_no_Pa%C3%A7o_da_Vila
https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/obras/ocidente/1904/N930/N930_master/N930.pdf
https://archive.org/details/collecodalegisl00portgoog/mode/2up?q=Eduardo+Villa%C3%A7a
Necrologia FILHO Eduardo Ramirez Villaça
https://archive.org/details/oocidente-1915-fmaio-1311/N1264/page/n10/mode/1up?q=Eduardo+Villa%C3%A7a
AQUI A MORTe da avó do António
https://archive.org/details/ocomerciodoporto/1873%20-%20O%20Com%C3%A9rcio%20do%20Porto%20-%2031%20de%20Outubro%20de%201873/page/n2/mode/1up?q=%22Bento+Jos%C3%A9+Ferreira+Villa%C3%A7a%22
António Dias Villaça nasceu em 1718. O irmão António tinha uma irmã: Ascensão Dias Villaça. Parceiro António casou-se com Maria Teresa ou Teresa Maria Ferreira Villaça (?). Tiveram 2 filhos: Bento José Ferreira Villaça, escriturário do Escrivão da Fazenda (https://archive.org/details/ocomerciodoporto/1863%20-%20O%20Com%C3%A9rcio%20do%20Porto%20-%20Ano%20X%20-%20n%C2%BA226%20-%2002%20de%20Outubro%20de%201863/page/8/mode/1up?q=%22Bento+Jos%C3%A9+Ferreira+Villa%C3%A7a%22) e . Morte António faleceu.
Filgueira Gayo
https://archive.org/search?tab=fulltext&query=%22+Ferreira+Villa%C3%A7a%22&page=4
https://archive.org/details/archivo-heraldico-genealogico-contendo-n/mode/2up?q=%22+Ferreira+Villa%C3%A7a%22
Xilogravura é sinônimo de: xilografia
Técnica ou arte de fazer gravuras em madeira, talhadas em relevo, pintadas para reprodução em papel ou em outro suporte.
A palavra se aplica também às pranchas de madeira e às reproduções. Desde o séc. XV, os artistas têm produzido xilogravuras que estão entre as obras-primas da técnica de gravura e impressão.
Xilogravura é sinônimo de: xilografia
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Cromolitografias: é o processo de impressão de imagens coloridas usando camadas de tinta aplicadas uma a uma por matrizes litográficas, ou a própria estampa e gravura resultante dessa técnica artística antiga
Chromolithographien (alemão), Cromolitografias ( portugues), Chromolithographies (Frances),
Chromolithographs (Inglês).
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Litographia
a arte ou técnica de reproduzir desenhos ou textos impressos a partir de uma matriz de pedra calcária (ou placas de metal) usando substâncias gordurosas e água
lithographie (Alemão)
Litografia (Portugues) Litographia
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Augusto Cordeiro Diniz Sampaio 17.03.1888
Nov-Dez 1939 Tenente-Coronel Augusto Cordeiro Diniz Sampaio A evolução da Engenharia Militar - Principais características da sua actuação em campanha
https://arquivodigital.defesa.pt/Images/winlibimg.aspx?skey=&doc=431549&img=80063
https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/1905/N69/N69_master/N69.pdf
1945 Compania Carris de Ferro Lisboa Limitada
https://files.diariodarepublica.pt/gratuitos/3s/1945/04/1945d079s000.pdf
1968 80 anos é a mesma pessoa? pagina 2463
https://files.diariodarepublica.pt/gratuitos/3s/1968/06/1968d141s000.pdf
https://www.arquivo.presidencia.pt/details?id=133345
NICOLAZZI, https://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/handle/UNISINOS/4202/Ricardo+Schmachtenberg.pdf?sequence=1