domingo, 19 de julho de 2026

Testamento de Antonio Januário Grasia

AI MELDELS DO CÉU A TURMA DE QUE O CARRASCO NÃO ERA GRACIA ERA GARCIA, AÍ EMBAIXO A MESMA ENCRENCA.

 

O FILHO OU NETO DO CARRASCO ERA GRACIA GALERA, QUE TEM UMA ILHA NA ARGENTINA COM ESTE NOME.

 

EITA GENTE DO CAPETA.

AI EMBAIXO A CONFUSÃO PRIMEIRO QUE LANÇARAM GRASIA, É GRACIA. sÓ QUE TEM QUE CONFERIR PORQUE O NOME DESTA PESSOA NÃO É REALMENTE GRÁCIA É GARCIA ESTÁ LÁ ELE ASSINO0ooooooooooooouuuuuuU.

 

LERAM? 

 lerammmmmmmmmmmmmmmmmmm???

 

NÃO LERAM NADA. !!!

 

 

 https://atom.tjsc.jus.br/index.php/informationobject/browse?sort=endDate&page=5&subjects=951&showAdvanced=1&topLod=0&sortDir=asc

https://atom.tjsc.jus.br/index.php/19981 

https://atom.tjsc.jus.br/uploads/r/entidade-teste-tjsc/4/3/d/43d716d8bdca76ead9e9583986c5ad5335a579c9eff74227251cb363cb50cbb0/Acervo_19981_-_1846_compressed.pdf 

 

BR SC TJSC TRRJ-19981 · Processo · 1846
Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

Testamento realizado na Vila de Lages, Comarca do Norte.

Partes do processo: Antonio Januário Grasia (testador); José Marcellino Alves de Sá (testamenteiro)

Resumo: Neste processo, é solicitado que o testamenteiro preste contas por Antonio Januário Grasia, que respondeu não poder fazê-lo, pois o testador não possuía documentos. O testador era um africano ex-escravizado e estava junto com mais dois libertos, de nomes Bento e Joze. O processo menciona invasões de rebeldes provenientes da Província do Sul e que, devido a essas invasões, foi levantada a quantidade de animais na região.

Localidades mencionadas: Relação do Distrito da Corte do Rio de Janeiro.

Variação de nome: Antonio Janoario Grasia; Antonio Januario Gracia; Antonio Januario Garcia,

Atuaram no processo:

  • Escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
  • Juiz Antonio Caetano Machado.

 

tá certo O HOMEM ALFA E ABAIXO A AVÓ ALFA

https://www.facebook.com/reel/1278679974468059

https://www.facebook.com/reel/10156007635799542 

Bandeira da Companhia dos Guarda-Marinhas (Face da imagem)

 


Em 1846, numa altura em que se desconhecia o paradeiro da primeira bandeira e pouco tempo depois da reforma que criou a Escola Naval, a rainha Dona Maria II oferecia à Companhia de Guardas-Marinhas uma nova bandeira que formou pela primeira vez na cerimónia ocorrida na Sala do Risco, a 28 de Outubro de 1846, quando o infante D. Luís (futuro rei D. Luis I) foi nomeado Guarda-Marinha e apresentado à Companhia. A nova bandeira da Companhia começa por merecer a honra de ter sido (eventualmente) bordada pela própria Rainha e assume o carácter de uma dádiva maternal que associa simbolicamente os Guardas-Marinhas a um grupo de filhos prediletos da soberana.
É feita de dois panos carmesim (a cor real) de damasco de seda lavrada, sobrepostos, com 1,08 metros à tralha e 1,10 metros de largura. De um dos lados tem a imagem de Nossa Senhora da Conceição, reforçando simbolicamente a ideia de uma protecção maternal sobre a Companhia de Guardas-Marinhas. Na outra face da bandeira está o escudo nacional, com as cinco quinas (de cinco besantes) sobre uma base oval tecida em fio de prata, cercada por uma moldura com os sete castelos e com a coroa de Bragança (coroa real) sobreposta. Esta parte está assente sobre duas âncoras cruzadas sobre uma coroa de loureiro, árvore simbólica que não perde as folhas no inverno, associada, por isso, à imortalidade e à vitória. Todos os bordados e as orlas da bandeira são em fio de ouro e mostram bem o empenho de D. Maria II quando a ofereceu à Companhia. Este estandarte que ainda hoje é propriedade da Escola Naval, acompanhou a Companhia de Guardas-Marinhas enquanto existiu. Foi transferido para o Corpo de Alunos da Armada e só deixou de estar presente nas respectivas ce- rimónias em 1910, quando a implantação da República afastou os símbolos do anterior regime. 

https://www.marinha.pt/conteudos_externos/Revista_Armada/PDF/1975/RA_46.pdf 

https://www.facebook.com/photo/?fbid=660351600666852&set=pcb.660351660666846&locale=pt_PT 

Fenícios

 https://www.youtube.com/watch?v=jzDsoTkz-3k

sábado, 18 de julho de 2026

QUEM FOI SOARES DOS REIS

 https://www.marinha.pt/conteudos_externos/Revista_Armada/PDF/1971/RA_2.pdf

Manuel Luís dos Santos act. 1774-1824

 Manuel Luís dos Santos 1780 - 1840? segundo-tenente da Armada Real

Construtor Naval sogro do Emygdio dos Santos da Rosa e Costa cc  Clara dos Santos Rosa e Costa, filha de Manuel Luís dos Santos, notável construtor naval (1) e de D. Ana Joaquina da Silva.

 

Princesa Real (1818-1853)
Era a galera Activa construída por Manuel Luís dos Santos. Foi adquirida em
Pernambuco e oferecida ao Estado. Classificada como corveta em 1834 passou
a chamar-se Cacela e armava com 22 peças (1828).
Guarnição – 181 homens (1819), 80 homens (1820), 160 homens (1829) e
144 homens (1833)

 

https://academia.marinha.pt/pt/edicoes/historiadamarinha/HistoriaMarinhaPortuguesa_1669-1823.pdf 

 

Provavelmente, em resultado disso, em novembro de 1818, D. João VI publica um
decreto,provendo Manoel Luís dos Santos no lugar de construtor no Arsenal Real da
Marinha da capitania de Pernambuco, auferindo, além do soldo de 1200 reis diários,
o ordenado da patente de segundo-tenente, a que se via promovido8 

 

Arquivo Histórico Ultramarino [AHU).1818, Novembro, 30, Rio de Janeiro. Decreto do rei D. João VI promovendo Manoel Luís dos Santos para o lugar de construtor no Arsenal Real da Marinha da capitania de Pernambuco, recebendo além do seu soldo, o ordenado da patente de segundo-tenente da Armada Real. Conselho Ultramarino. Cx. 280, D. 18984. 

 

 Arquivo Histórico Ultramarino [AHU). 1824, Abril, 28, Lisboa. Requerimento do construtor do Arsenal Real da Marinha da província de Pernambuco, Manoel Luís dos Santos, ao rei [D. João VI], pedindo o hábito da Ordem da Torre e Espada, em remuneração de seus serviços. AHU_CU_ 015, Cx. 288, D. 19860.
11 Neste período, embora Luís dos Santos não tivesse obtido os cargos e honrarias a que almejava, era considerado como bom profissional e uma pessoa “de bem”, como o atesta o relatório da polícia secreta de D. João VI, de 19 de julho de 1822: “Manoel Luís dos Santos – Constructor, mui hábil, inteligente, e de boa conducta”. João Cândido Baptista de GOUVEIA (1835). Polícia secreta dos últimos tempos do reinado do senhor D. João V I: e sua continuação até Dezembro de 1826.
Lisboa: Imprensa de C.A. da Silva Carvalho., p. 362 

https://www.academia.edu/124480574/O_Construtor_Engenheiro_Naval_Manuel_Luiz_dos_Santos_act_1796_1870_nos_estaleiros_de_Pernambuco_Porto_e_Lisboa 

https://www.academia.edu/64832942/A_nau_de_guerra_Pr%C3%ADncipe_do_Brasil_do_Arquiteto_Construtor_Manuel_da_Costa_act_1774_1824_

Revela%C3%A7%C3%A3o_de_um_desenho_in%C3%A9dito_do_National_Maritime_Museum_The_ship_of_the_line_

Pr%C3%ADncipe_do_Brasil_by_the_shipbuilder_Manuel_da_Costa_act_1774_1824_ 

Martim Afonso de Melo, 4º senhor de Melo




 https://www.geni.com/people/Martim-Afonso-de-Melo-4%C2%BA-senhor-de-Melo/6000000000040038492#/tab/media

 https://archive.org/details/martim-afonso-de-melo-viveu-no-seculo-xiv-e-foi-o-5.o-senhor-de-melo...

https://ia801801.us.archive.org/16/items/guia-da-freguesia-de-melo/Guia%20da%20Freguesia%20de%20Melo.pdf
A antiga vila de melo fica situada na serra da Estrela, a 8 km norte
da cidade de gouveia. Foi vila e sede de concelho, formado por
uma freguesia, até ao início do século XIX. Em 1801, já ali
habitavam 672 habitantes. É uma povoação bastante antiga,
que já existia no começo da monarquia e tinha no século XIII o
título de vila. D. Afonso III concedeu-a como outras, a Mem
Soares, Cavaleiro que edificou na povoação, um enorme solar de que
ainda hoje restam as ruínas o chamado Paço. D. Mem Soares tomou na altura o
apelido da terra doada, onde se seguiram várias gerações, como
nomes muito importantes em grandes batalhas travadas no nosso País.  

https://pt.wikipedia.org/wiki/Mem_Soares_de_Melo 

Costa, Emídio dos Santos da Rosa e, Nasceu em Lisboa a 12 de Outubro de 1829 , 27 de Outubro de 1870.

Emídio dos Santos da Rosa e Costa, 1829-1870

ou Emygdio dos Santos da Rosa e Costa, conhecido como Emygdio 

 Segue-se :
Emygdio dos Santos da Rosa e Costa, que cos-
tumava assinar as suas litografias apenas com o seu
nome Emygdio.
Nasceu em Lisboa a 12 deOutubro de 1829 e
faleceu, na mesma cidade, a 27 de Outubro de 1870.
Foram seus pais :
génio Clara dos Santos Rosa e Costa, filha de Manuel
Luís dos Santos, notável construtor naval (1) e de
D. Ana Joaquina da Silva.
Por decreto de 18 de Outubro de 1856 foi no-
meado litógrafo privativo da Casa Real.
Além de retratos avulsos executou Outros para
diversas publicações, como a revista O Civiliza-
dor, 1860-1865 e o Mundo elegante, Pôrto1858-1860.
Neste último publicou, sob o nome Emygdio da
Rosa e Costa, um artigo intitulado O Srzr. D. Pedro V
e o seguinte retrato, que veio no n.° 7:

 https://www.csarmento.uminho.pt/site/files/original/80a6659e91b01751e433e96517d0d5f1ea6f4994.pdf

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O Mundo Elegante Coleção de Histórias, Biographias, Romances, Poesias e Dramas

De Camillo Castello Branco

Camilo Castelo Branco; Modesto; J. Pinto; Ribeiro Junior; Gustavo Planche;
Dias Guimarães; João Batista, Ribeiro

Illustrado

Por Emygdio;  a Oficina Litográfica
de Villa Nova f.º & C.ª, na rua de Santa Teresa, n.º 26, no Porto. Em 1859 (https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/131860/2/440018.pdf)


Em 1858, o escritor publicou o jornal "O Mundo Elegante", uma iniciativa onde misturou crônicas e reflexões sobre a sociedade polida e ostentosa da época. A faceta se destaca em meio à sua vasta obra romântica, conhecida por suas tramas dramáticas e paixões trágicas, como em Amor de Perdição.


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na página 116 digital

https://catalogo.bnportugal.gov.pt/ipac20/ipac.jsp?session=1784Q84741H56.39269&profile=bn&uri=search=AL~!Costa,%20Em%C3%ADdio%20dos%20Santos%20da%20Rosa%20e,%201829-1870&term=Costa,%20Em%C3%ADdio%20dos%20Santos%20da%20Rosa%20e,%201829-1870&ri=1&aspect=subtab11&menu=search&source=~!bnp



 Emídio dos Santos da Rosa e Costa



[Mapa da Ilha de Santa Catarina].Mapa das naus e fragatas de guerra portuguezas q se incorporäo na E... / lith. Emygdio. - Lisboa : Lith[ografia] da Imp[rens]a Na[cional], [ca 1850]. - 1 mapa : litografia, color.; 53,50x74,10 cm, em folha de 56,50x78,00 cm


https://bndigital.bnportugal.gov.pt/records/item/15740-mapa-da-ilha-de-santa-catarina-mapa-das-naus-e-fragatas-de-guerra-portuguezas-q-se-incorporao-na-e?offset=5

https://bndigital.bnportugal.gov.pt/viewer/15740/download?file=cc-315-a_0000.pdf&type=pdf&navigator=1



[Mapa da Ilha de Santa Catarina]. Mapa das naus e fragatas de guerra portuguezas q se incorporäo na Esquadra do Sul no tempo em que surgio no Porto de Sta Catharina com as entradas e sahidas q que fizeram do Porto [ Material cartográfico] / lith. Emygdio

Lista de Comandantes
Embarcação Santo Antonio Comandante José da Sª PImentel 1778
Nossa Sra. da Ajuda José dos Santos Ferreira 
Nossa Senhora de Belem António Januário do Valle
Nossa Sra. de Nazaré Thomas Stevens
Principe do Brazil Antonio Jacinto da Costa
N. S. da Gloria Tristão da Cunha
N. S. da Assunção D. Francisco Xavier Telles
N. S. da Graça João Nicolau Sshmtt
Princeza do Brazil Francisco Bitencourt
N. S. do Pillar Artur Philipe
N. S. da Graça Fridirich Hesselberg


 
AUTOR(ES):     
Costa, Emídio dos Santos da Rosa e, 1829-1870, litog.
ESCALA:     
Escala [ca 1:170000]
PUBLICAÇÃO:     
Lisboa : Lith[ografia] da Imp[rens]a Na[cional] , [ca 1850]
DESCR.FÍSICA:     
1 mapa : litografia, color. ; 53,50x74,10 cm, em folha de 56,50x78,00 cm
VERSÃO ORIGINAL:     
Facsimile de "Hum Mappa das naus e fragatas que se encorporarão na Armada do Sul durante os annos de 1774 até 1776"
NOTAS:     
Escala determinada por comparação com mapas de escala conhecida
Data de publicação atribuída em conformidade com a data de actividade do litógrafo
RESUMO:     
Documento dividido em três partes: na parte superior apresenta-se o mapa, à esquerda, e, à direita, um quadro de referência de naus e fragatas, associadas a nomes de comandantes e datas de entradas e saídas efectuadas no Porto de Sta Catarina; Na margem inferior apresenta-se a representação de fragatas, sob o seguinte título: "Verdadeiras figuras das Naus e Fragatas Portuguesas q se emcorporarão na Esq.a do Commando do chefe Roberto MacDouall"
CDU:     
912"17"(084.3)
918.1 Santa Catarina (084.3)
623.8"1774/1776"(084.3)
END. WWW:     
https://purl.pt/21799


Psicose, cria vive e grita com os outros a volta porque eles não sabem que merda vai na tua cabeça. DE MERDA

 

 

 

 

 

Aprenda como eu a fazer visão a distância.

Perdão 172 mas cansei de ir aí você não acorda., 

sexta-feira, 17 de julho de 2026

Cora Coralina - a Paz esteja comigo!

 

 

 

 

 

 

Pedro Pereira da Rocha" Guanabara, 1911 , 1860 - 1915?

  

 

Pedro Pereira da Rocha" Guanabara, 1911

https://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon1387680/icon1387680.pdf 

https://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon1387680/icon1387680.pdf 

 

https://archive.org/details/icon381886/mode/2up?q=%22Pedro+Pereira+da+Rocha%22 

 

Muriahé ahh Minas Gerais, mas quintal do Rio de Janeiro. Tá certo.

 https://archive.org/details/almanak-administrativo-civil-e-industria-1873-com-lista-de-cias-de-guarda-nacional/page/230/mode/2up?q=%22Pedro+Pereira+da+Rocha%22

 

 =================================================

cuidado que tem um Juiz na Bahia de mesmo nome cidade de Inhambupe Bahia. 

 

Juiz Pedro Pereira da Rocha 

https://archive.org/details/1884-idx_202605/1885%20-%20Parte%2002-02%20IDX/page/87/mode/2up?q=%22Pedro+Pereira+da+Rocha%22 

Jornais de Santa Catarina

 https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/docmulti.aspx?bib=acervo&Pesq=%20Dia

 

O ESTADO

https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=884120&Pesq=Wendhausen&pagfis=452

 

O DIA

https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=885703&Pesq=%22Luisa%20Wendhausen&pagfis=37 

 

o mesmo jornal O DIA NA BN (AQUI COMPLETO?)

https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=217549&pagfis=9129 

 A GAZETA

https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=883123&Pesq=Wendhausen&pagfis=1 

Manuel José de Oliveira, São Francisco do Sul, 1827 – Desterro, 22 de maio de 1891) CC D. Marianna Amelia da Fonseca

 

Manuel José de Oliveira, popularmente conhecido como Pendica, (São Francisco do Sul, 1827 – Desterro, 22 de maio de 1891) foi um advogado provisionado, militar e político brasileiro.

Filho de José Luciano de Oliveira e de Florisbela Rosa de Oliveira.

Foi reformado como tenente do 8.º Batalhão de Infantaria da Vila de São Francisco, em 24 de dezembro de 1852.

 https://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Jos%C3%A9_de_Oliveira

 Manoel José de Oliveira

  Comerciante, advogado provisionado e militar (1852). Secretariou por muito tempo a Irmandade do Senhor Jesus dos Passos e o Hospital Imperial de Caridade. Vereador da Câmara de Desterro. Deputado na Assembleia Legislativa Provincial de Santa Catarina (1850-1851, 1854-1855, 1860-1867, 1870-1873, 1876-1879, 1884-1887). Membro e ministro da Venerável Ordem Terceira de São Francisco da Penitência.

 https://acervo.arquivopublico.sc.gov.br/index.php/manoel-jose-de-oliveira-1827-1891-2

 

 assinatura do Manoel José de Oliveira

https://atom.tjsc.jus.br/index.php/br-sc-tjsc-trpoa-83202 

=====CASAMENTO DA FILHA===========

 

Transcrição:

Aos tres dias do mês de Julho de mil oitocentos e setenta e cinco, nesta Matriz de N. Senhora do Desterro, depois de feitas as diligencias do estylo segundo o Concilio Tridentino e leis canônicas, sem resultar inconveniente algum, de dia, em minha presença e das testemunhas comigo abaixo assignadas se receberão em Matrimonio por palavras de presente Severo Francisco Pereira, filho legitimo do Major Miguel Francisco Pereira, e D. Mariana Florisbella do Livramento, ambos já fallecidos , e D. Maria Izabel de Ol.eira, filha legitima do Advogado Manoel Jose de Oliveira (https://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Jos%C3%A9_de_Oliveira), e D. Marianna Amelia da Fonseca Oliveira, ambos naturaes e baptizados na Matriz desta Cidade. Na m.ma occasião receberão as bençãos nupciaes. Por Parocho o P. Jose Evangelista Franco.

Observações:

1) nomes que constam no documento:

Severo Francisco Pereira; Major Miguel Francisco Pereira; Mariana Florisbella do Livramento; Maria Izabel de Oliveira; Advogado Manoel Jose de Oliveira; Marianna Amelia da Fonseca Oliveira; Padre Jose Evangelista Franco;

2) assinaturas que constam no documento:

Padre Jose Evangelista Franco; Severino Alves de Carvalho; Julia M. de (?)

3) mantida a grafia original.

  

https://www.wikitree.com/wiki/Pereira-592 

https://archive.li/wip/cSRKf 

https://archive.li/cSRKf 

https://www.wikitree.com/wiki/Pereira-1669 

https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/89470/226271.pdf?sequence=1 

https://archive.org/details/of_cam.m._para_pres.p._-_1865-1868_v._13/mode/2up?q=%22Manoel+Jos%C3%A9+de+Oliveira%22 

https://archive.org/details/of_cam.m._para_pres.p._-_1848-1850_v._8/mode/2up?q=%22Manoel+Jos%C3%A9+de+Oliveira%22 

 Ofício de Elyseu Guilherme da Silva, Presidente da Câmara, para Francisco Jose da Rocha, Presidente da Província, informando a V. Exa. a cerca de seu oficio circular, que o município desta capital situado na Ilha de Santa Catarina, tem por divisas o oceano, calculando-se seu maior comprimento em dez léguas, contadas da ponta do “Rapa” ao norte, até a dos “Naufragados” ao sul, e sua largura em três léguas, da ponta das “Frechas” até a

ponta grossa, segundo as informações até hoje conhecidas. Desterro, 06 de março de 1888. p.

21-21v. OBS: Constam os nomes de
Germano Wendhausen, Manoel Jose de Oliveira,

Antonio Carlos Ferreira, Francisco Firmo de Oliveira, Gustavo Richard, Arthur Salyro Izetti. 

https://archive.org/details/of._cam.m._para_pres.p._-_1888-1889_-_v._20/page/n5/mode/2up?q=%22Manoel+Jos%C3%A9+de+Oliveira%22 

Severo Francisco Pereira Desterro SC, 1846 1915? filho de Miguel (primo da Deta?) Isso!!! Açores, Angra do Heroísmo, Graciosa, São Jorge


 

 https://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon1387680/icon1387680.pdf
https://acervo.arquivopublico.sc.gov.br/index.php/informationobject/browse?creators=504407&sort=identifier&sf_culture=en&sortDir=desc&topLod=0&onlyMedia=1 
página 51 digital
 Deputado ao Congresso Representativo de Santa Catarina (1892-1893).
https://acervo.arquivopublico.sc.gov.br/index.php/severo-francisco-pereira-6 
https://acervo.arquivopublico.sc.gov.br/index.php/severo-francisco-pereira-7 
Severo Francisco Pereira foi um comerciante atuante no final do século XIX, com registros nos jornais da época associados a uma casa comercial de fazendas e secos e molhados (ex: Severo F. Pereira & Comp.) em Desterro (atual Florianópolis) e com presença em listas da região do Rio de Janeiro. [1, 2]
Registros históricos documentam suas atividades e presenças em diretórios da época:
  • Comércio: Anúncios de 1888 na imprensa indicam que sua firma comercializava grande variedade de tecidos (chitas, merinós, alpacas, setins), roupas e acessórios.
  • Documentação Histórica: Seu nome consta nos acervos digitalizados da Hemeroteca da Biblioteca Nacional e em relatórios iconográficos da cidade do Rio de Janeiro.
  • https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/709603/per709603_1888_00038.pdf  

===

Aqui menciona um sobrinho que foi seu gerente Gustavo da Costa Pereira

 https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/709603/per709603_1888_00038.pdf

 

Severo F. Pereira, concorreu ao partido Repúblicano

 https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/104264/per104264_1888_A00105.pdf

 

91. Severo Francisco Pereira, 31 annos, casado, negÛcio, sabe ler, filho de
Miguel Francisco Pereira, renda presumida 3:000$, elegÌvel.214 e 
Marianna Florisbella do Livramento Laguna SC. Casado com  Maria Izabel de Oliveira — married 3 Jul 1875 in Nossa Senhora do Desterro  at age 29

 ==============CASAMENTO===========

 OBS; as vezes consta no casamento a data ao menos o ano de nascimento mas neste documento não consta.

Transcrição:

Aos tres dias do mês de Julho de mil oitocentos e setenta e cinco, nesta Matriz de N. Senhora do Desterro, depois de feitas as diligencias do estylo segundo o Concilio Tridentino e leis canônicas, sem resultar inconveniente algum, de dia, em minha presença e das testemunhas comigo abaixo assignadas se receberão em Matrimonio por palavras de presente Severo Francisco Pereira, filho legitimo do Major Miguel Francisco Pereira, e D. Mariana Florisbella do Livramento, ambos já fallecidos , e D. Maria Izabel de Ol.eira, filha legitima do Advogado Manoel Jose de Oliveira (https://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Jos%C3%A9_de_Oliveira), e D. Marianna Amelia da Fonseca Oliveira, ambos naturaes e baptizados na Matriz desta Cidade. Na m.ma occasião receberão as bençãos nupciaes. Por Parocho o P. Jose Evangelista Franco.

Observações:

1) nomes que constam no documento:

Severo Francisco Pereira; Major Miguel Francisco Pereira; Mariana Florisbella do Livramento; Maria Izabel de Oliveira; Advogado Manoel Jose de Oliveira; Marianna Amelia da Fonseca Oliveira; Padre Jose Evangelista Franco;

2) assinaturas que constam no documento:

Padre Jose Evangelista Franco; Severino Alves de Carvalho; Julia M. de (?)

3) mantida a grafia original.

 

 

https://www.wikitree.com/wiki/Pereira-592 

https://archive.li/wip/cSRKf 

https://archive.li/cSRKf 

https://www.wikitree.com/wiki/Pereira-1669 

https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/89470/226271.pdf?sequence=1 

  =================================

Marianna Florisbella do Livramento (inventariada);
Miguel Francisco Pereira (inventariante).

Herdeiros:
Julio Francisco Pereira;
Maria Leopoldina da Costa Pereira;
Jose Candido das Neves Pereira;
Luis Francisco Pereira;
Maria Carolina Candida Pereira;
Domingos Francisco Pereira;
Candido Francisco Pereira;
David Francisco Pereira;
Severo Francisco Pereira;
Manoel Jesus Pereira;
Maria do Carmo Pereira.

Descrição:
O inventário de Marianna Florisbella do Livramento (
1812 - 10 Feb 1847)foi conduzido por seu marido, Miguel Francisco Pereira    (*1804 - 06 Jun 1869), sem testamento, e a partilha dos bens ocorreu de maneira amigável. Entre os itens inventariados, estavam pratarias, forno de cobre, engenho de farinha, engenho de cana, alambique, tacho de cobre, transporte, casa, mobílias, paiol, roça de mandioca, roça de cana, animais e terras. O processo também registra a presença de dezenove pessoas escravizadas, de nomes Mariano, Bernardo, Matheos, João Pequeno, Manoel Grande, Domingos, João Nunes, Maria, Maria Joaquina, Ricardo, Martinho, Custodio, Cesario, Thomas, Guilherme, Adão, Domingas, Felix e Eva. (triste)

Atuaram no processo:
juiz dos órfãos Augusto Elizio de Castro Fonseca;
juiz dos órfãos João Paxeco dos Reis;
juiz de direito Didimo Agapito da Veiga;
escrivão Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
escrivão Francisco Xavier de Oliveira Camara Junior;
escrivão Antonio José da Silva;
escrivão e tabelião Manoel Pereira da Costa Seara;
tabelião Vicente José de Gois Rebello
avaliador Severino José de Mattos;
avaliador João José de Araujo;
avaliador Manoel Marques de Bittencourt Sobrinho;
avaliador Marcellino Teixeira de Souza;
partidor João Climaco Zugarte;
partidor Constancio José da Silveira Pessoa Junior;
advogado e procurador Manoel de Freitas Sampaio;
curador geral José Maria do Valle;
curador geral Manoel Pinto Lemos;
oficial de justiça e pregoeiro José da Costa Siára;
tutor José Francisco Pereira;
signatário luiz Pereira de Aquino e Santos.

Localidades relevantes:
Laguna;
Garopaba;
Camboa;
Sertão do Bom Retiro.

Compõem o processo:
Título de herdeiros;
Procuração;
Avaliação dos bens;
Juramento aos avaliadores;
Traslado de avaliação;
Autos de conta precatória;
Auto de partilha.

Variação de nome:
Santo Antonio dos Anjos de Laguna;
São Joaquim de Garopaba.

 

 

https://atom.tjsc.jus.br/index.php/informationobject/browse?topLod=0&sort=relevance&repos=&query=Marianna+Florisbella+do+Livramento

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 O Escravo Numa Economia Minifundiária
Ipea
http://memoria.org.br › pub › meb000000294
PDF
... (Severo Francisco Pereira), rua do Príncipe n. 7." (103). Entretanto, o comércio de escravos tinha, às vezes, outras formalidades, deixando de ser um simples ...
(PDF) Escravidão, liberdade e os arranjos de trabalho na ...
ResearchGate
https://www.researchgate.net › ... › Logo
... 1860, foi acompanhado de continuado investimento na compra de ... no mercado, a outra cozinheira estava alugada a Severo Francisco Pereira e a doméstica.

F) Escravidão, liberdade e os arranjos de trabalho na ...
ResearchGate
https://www.researchgate.net › ... › Logo
Ocupações Desterro Ilha exceto Desterro. Homens Mulheres Homens ... no mercado, a outra cozinheira estava alugada a Severo Francisco Pereira e a doméstica.

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OBS; Eu amo fazer estas relações. ( e seria parente da Deta? (Pereira = Açores Angra do Heroísmo)

Alí um anúncio da loja do Biso, e acima o falecimento da dona Basilissa ( temos duas Basilissa na nossa família, seria?). 

 

https://atom.tjsc.jus.br/index.php/informationobject/browse?topLod=0&sort=relevance&repos=&query=Marianna+Florisbella+do+Livramento 

quinta-feira, 16 de julho de 2026

Dr. Engenheiro Luciano Martins Veras 1879–1958

  

 

Luciano Martins Veras 1879 1958 filho de Coronel Comandante Manoel Martins Veras 1824 - 1891  Joaquina da Silva Saldanha 1848-1906

 

Diretor da Rede Cearence de Ferrovias

https://archive.org/details/album-de-fortaleza/page/n492/mode/1up?q=%22Hugo+Rocha%22

https://archive.org/details/tratado-genealogico-da-familia-feitosa_202510/page/n155/mode/2up?q=%22Luciano+Martins+Veras%22 ( Manoel Martins Veras 1824 - 1891 )

https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=313394&pagfis=37649 76 páginas chamadas para Luciano Veras.

https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1930-1939/decreto-21182-21-marco-1932-532194-publicacaooriginal-81953-pe.html 

https://www.historiaegenealogia.com.br/2016/06/a-familia-saldanha-do-serido-potiguar.html 

https://cronicastaipuenses.blogspot.com/2021/04/diretores-da-efcrgn-entre-1904-e-1989.html 

na Escola de Engenharia , aprovado!

https://archive.org/details/DiarioDePernambuco_PE_1898_00259/mode/2up?q=%22+Martins+Veras%22 

https://archive.org/details/DiarioDePernambuco_PE_1901_00185/mode/2up?q=%22+Martins+Veras%22 

1879culino

Carlos Torres Câmara,Fortaleza, 3 de maio de 1881, Fortaleza, 11 de março de 1939,

 Carlos Torres Câmara Fortaleza, 3 de maio de 1881 - Fortaleza, 11 de março de 1939

 As Escolas de Aprendizes Artifices, mantidas pela União ros Es'ados e, atualmente, subordinados ac Mirnisicrio da Educação e Saúde Publica, foram criadas pelo Decreto n. 7.566, de 23 de setembro de 1909, no governo do dr. Nilo Peçanha, tendo sido a do Ceará oficialmente inaugurada a 24 de maio de 1910.

Têm dirigido a Escola de Aprendizes Artifices do Ceará os srs. dr. José Pompeu de Sousa Brasil, dr. Tomás Pompeu Filho, dr. Sebastião Cavalcante de Albuquerque, Hermenegildo Firmeza e Carlos Camara, que vem exercendo o cargo desde 1913.

O pessoal, atualmente, da Escola é o seguinte:

ADMINISTRAÇÃO — Diretor, Carlos Camara; Escirturario, José de Alencar Araripe; Porteiro, Antonio Augusto Borges; Serventes, Bolivar Nunes Teixeira e Mario Carlos da Silva.

INSTRUÇÃO MILITAR — O atual diretor da Escola, Carlos Camara, resolveu estatuir a instrução militar, aproveitando, para isso, as horas consagradas ao recreio. Foi criada, então, a E. I. M., incorporada como Sociedade de Tiro, sob n. 262, que tem dado ao Exercito varias turmas de reservistas. 

https://archive.org/details/album-de-fortaleza/page/n489/mode/1up?q=%22Carlos+Camara%22 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_C%C3%A2mara 

José Carlos dos Santos (1833-1886), actor português, em gravura publicada em 1886.cc Amélia Vieira Santos

 

 

 José Carlos dos Santos (1833-1886), actor português, em gravura publicada em 1886.

 

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Jos%C3%A9_Carlos_dos_Santos_-_Diario_Illustrado_(9Fev1886).png 

na pagina nro 33 O Camoes: Semanario Popular Illustrado - Vol.02

 

a mesma imagem aqui 

OCCIDENTE (O). REVISTA ILLUSTRADA DE PORTUGAL E DO ESTRANGEIRO

https://archive.org/details/occidente_revista/N0257/page/n2/mode/1up?q=%22Jos%C3%A9+Carlos+dos+Santos%22 

https://app.docvirt.com/realgabobrasraras/pageid/7119 

https://purl.pt/14328/1/j-1244-g_1886-02-09/j-1244-g_1886-02-09_item2/j-1244-g_1886-02-09_PDF/j-1244-g_1886-02-09_PDF_24-C-R0150/j-1244-g_1886-02-09_0000_1-4_t24-C-R0150.pdf 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Carlos_dos_Santos_(ator)

Coronel Antônio Alexandrino Gaia (1885–1968), um dos comandantes da Revolução Constitucionalista de 1932

 

 

 

 

 

Felisdoro Gaia  pai do militar brasileiro Coronel Antônio Alexandrino Gaia (1885–1968), um dos comandantes da Revolução Constitucionalista de 1932

Felisdoro Gaia 1860 - 1928? cc Luiza Rodrigues Gaya o meu chat gpt brigou comigo, kkk, rs!

  

 

Felisdoro Gaia  pai do militar brasileiro Coronel Antônio Alexandrino Gaia (1885–1968), um dos comandantes da Revolução Constitucionalista de 1932

 

Felisdoro Gaia (também grafado Gaya) foi um político, intendente e farmacêutico atuante no Rio de Janeiro durante as primeiras décadas do século XX. Ele também é conhecido por ser o pai do militar brasileiro Coronel Antônio Alexandrino Gaia (1885–1968), um dos comandantes da Revolução Constitucionalista de 1932. 
Como figura pública e intendente municipal, ele desempenhou um papel relevante na administração urbana da capital federal na década de 1920. Ele também era proprietário de uma farmácia, o que lhe conferia prestígio e proximidade com as demandas sociais e sanitárias da época.

https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/830305/per830305_1921_00016.pdf 

do dia, á augusta e veneranda memoria do marechal Manoel Deodoro da Fonseca.

Sala das sessões, em 21 de agosto de 1925. —
Felisdoro Gaia. — Jeronymo Penido. — Zoroastro Cunha. — Ernesto Garcez. — Francisco Laginestra. — Candido Pessôa. — Henrique Guimarães. — Mario Piragibe. — Alves de Carvalho. — Jeronymo Beretta. — Vieira de Moura. — Alberto Beaumont. — Artur Menezes.

https://archive.org/details/1925-livro-4/page/359/mode/2up?q=%22Jer%C3%B4nymo+Beretta%22 

 

Jeronymo Beretta 1880- 1940?

  

 

O Coronel Jeronymo Beretta foi uma figura proeminente da política da cidade do Rio de Janeiro. Ele atuou como influente líder político e vereador no Conselho Municipal nas primeiras décadas do século XX, notadamente ligado à região e à paróquia de Sant'Anna

https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/830305/per830305_1921_00016.pdf 

 

Depois de dado o parecer em 01 de dezembro de 1922, A Noite contava o desfecho final
das eleições. Foram diplomados os intendentes e dentre eles uma surpresa, foram
desconsideradas as contestações de Elyseu César e Azurem Furtado e foi aceita uma feita por
Jeronymo Beretta, que retirava Silva Brandão, ficando Ernesto Garcez e ele ocupando a última
vaga723. Elyseu Elias César havia sido prejudicado nas eleições municipais, tivera obtido os
votos que o elegeriam, mas não foram apurados pela Junta que, no final das contas, cumpriu o
desfecho que o impresso A.B.C. já previa, com a inclusão de Beretta e não a do parahybano. O
não reconhecimento da votação em separado de Elyseu, assemelhava-se ao que Leal definiu
como “bico de pena”, quando as mesas eleitorais interferiam no pleito, separando os votos que
achavam “suspeitos” e apresentando na feitura das atas os nomes dos eleitores que votaram nos
candidatos desejados724. Desta maneira, não precisava a Comissão Verificação de Poderes,
degolar a candidatura de Elyseu, a Junta Apuradora bastava não reconhecer a votação em
separado 

https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/34413/1/DISSERTA%C3%87AO%20Julio%20Cesar%20Pereira%20dos%20Santos.pdf 

 

m do dia, á augusta e veneranda memoria do marechal Manoel Deodoro da Fonseca.

Sala das sessões, em 21 de agosto de 1925. — Felisdoro Gaia. — Jeronymo Penido. — Zoroastro Cunha. — Ernesto Garcez. — Francisco Laginestra. — Candido Pessôa. — Henrique Guimarães. — Mario Piragibe. — Alves de Carvalho. —
Jeronymo Beretta. — Vieira de Moura. — Alberto Beaumont. — Artur Menezes.

https://archive.org/details/1925-livro-4/page/359/mode/2up?q=%22Jer%C3%B4nymo+Beretta%22 

Síndrome do Salvador e as mágoas.

 https://www.youtube.com/live/_wC0ulzJwWk?is=k9n8hUR1D_9w9WQr O que entendi. Muito foi passado para nossa geração que somos o exemplo. E o q...