domingo, 5 de julho de 2026

Pedro Álvares Cabral nasceu na vila de Belmonte 1467, na província da Beira Baixa, Portugal. pai mãe Isabel de Gouveia origem judaica sefardita

 História Oral.

Como meu pai sabia? que era Sefardita?

Várias vezes me disse o sobrenome Cabral é de Judeus convertidos. 

 

 

https://www.facebook.com/reel/1513102516854289

Pedro Álvares Cabral nasceu na vila de Belmonte, na província da Beira Baixa, Portugal. Historicamente, historiadores e pesquisadores apontam que Cabral descendia da alta nobreza cristã (Fidalgos). Contudo, há um forte debate acadêmico e literário sobre uma possível origem judaica sefardita por parte de sua mãe, Isabel de Gouveia, o que explicaria a presença marcante de cristãos-novos em sua frota de 1500.
Historicamente, a ligação de Cabral com as raízes judaicas envolve os seguintes pontos principais:
  • Região de Origem: Belmonte, sua cidade natal, é mundialmente conhecida por abrigar a histórica comunidade dos "judeus secretos" (ou criptojudeus), que mantiveram seus costumes e tradições judaicos em segredo durante os séculos de perseguição da Inquisição.
  • A Linhagem Materna: Alguns historiadores indicam que a família de sua mãe, ligada ao sobrenome Gouveia, possuía fortes ligações e ascendência judaica, o que é sustentado por pesquisadores e documentado no contexto da diáspora sefardita.
  • A Tripulação: Devido às suas origens, há uma forte tese de que sua expedição ao Brasil foi amplamente composta por cristãos-novos (judeus convertidos ao catolicismo), o que teria sido proposital para facilitar o refúgio desse grupo no "Novo Mundo". [
  • Documentação Oficial: A versão genealógica principal e oficial da nobreza portuguesa classifica a família Cabral como "cristãos-velhos", ligada diretamente à Casa Real portuguesa desde as conquistas no Norte da África. [
Gostaria de aprofundar a pesquisa sobre a presença e herança judaica em Portugal, ou prefere saber mais sobre os detalhes da viagem de Cabral ao Brasil em 1500?

Cónego Alcidino Gonzaga Pereira Paranaguá, em 29 de julho de 1894 -1932

  

 

Cónego Alcidino Pereira
Alcidino Gonzaga Pereira nasceu em Paranaguá, em 29 de julho de 1894, filho de Alcides Augusto Pereira e Aurora Vespertina Pereira, ambos naturais de Paranaguá. Assumiu o cargo de vigário de Poços de Caldas em 31 de agosto de 1919. Nas dependencias do Club Litterario no dia 20 de março de 1919, recém chegado de Roma, o Padre Alcidino Gonzaga Pereira entusiasmou seus conterrâneos com a bela conferência calcada no tema: “Amor pátrio”. 

Poeta, diplomado em filosofia (1916), teólogo (diplomado em 1917), advogado (diplomado em 1918), jornalista, político. 

 https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/829706/per829706_1934_00002.pdf 

 Conego Dr. Alcidino Pereira, nasceu em Paranaguá em 27 de Julho de 1894, dedicou-se a vida ecclesias-tica ordenando-se em Roma, em 28 de Outubro de 19i'8. Doutor em Philosophia, Theologia e Direito. foi Deputado Estadoal em quatro legislaturas (1922 a 1929).
foi Vigario da parochia de São João Baptistada Lagôa, á rua Voluntarios da Patria,
Rio de Janeiro. faleceu em 17 de Janeiro  de 1932.

 http://marcopolo.pro.br/genealogia1/paginas/GenParana_vol5.pdf

 

 ==========================

O Cônego Alcidino Pereira, em março de 1929, declara que:
Compete á Mocidade a chefia dos grandes movimentos e ella não pode fiigir á missão
salvadora que a Providencia lhe confiára neste momento histórico. Fugir seria uma trahição,
retrahir-se seria covardia. A mocidade que é impulsiva e generosa ha de chamar a si a gloria
de uma reacção na defesa do patrimonio moral do nosso povo e na arregimentação das suas
energias para encetar um movimento novo e forte de combate a tudo que venha desfibrar a
alma catholica e civica do Brasil (A CRUZADA, mar. 1929, p. 17 

FONTE: VIO DE CAMPOS LAICATO CATÓLICO
Acervo Digital UFPR
https://acervodigital.ufpr.br › bitstream › handle
PDF
O Cônego Alcidino Pereira, em março de 1929, declara que: Compete á Mocidade a chefia dos grandes movimentos e ella não pode fiigir á missão salvadora que a ...

https://acervodigital.ufpr.br/xmlui/bitstream/handle/1884/59962/D%20-%20NEVIO%20DE%20CAMPOS.pdf?sequence=1&isAllowed=y

============================

Aurora Vespertina Pereira (nascida em 4 de outubro de 1875) foi uma figura histórica do Paraná, conhecida por sua genealogia e por ser a matriarca da família do Tenente-Coronel Alcides Augusto Pereira.
Vida e Genealogia
Nascida em Paranaguá (PR), Aurora casou-se com seu primo, o Tenente-Coronel e político Alcides Augusto Pereira. O casal teve seis filhos, dos quais destacam-se: [1, 2, 3]
  • Cónego Alcidino Pereira (nascido em 1894): Padre católico que atuou em Poços de Caldas (MG).
  • Alcides Pereira Júnior: Nascido em Paranaguá, formou-se em Direito e foi eleito deputado constituinte do Paraná em 1934. [1, 2]
Registros Históricos
O trágico falecimento de Aurora, ocorrido em janeiro de 1901 na casa de sua mãe, e a árvore genealógica completa da família, constam detalhadamente em obras de referência da história paranaense, como a Genealogia Paranaense.


 

Monsenhor Luiz de Carvalho Rocha, Sobral Ceará 22 de abril de 1886, 12 de Setembro de 1949. de print comprove a cada passo.

  

 https://archive.org/details/album-de-fortaleza/page/n473/mode/1up?q=Nogueira

https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/829706/per829706_1934_00002.pdf 

Filho de Cassiano Mendes Rocha e Francisca Cândida de Carvalho Rocha (sua mãe era conhecida por D. Mocinha). Foi vigário de Redenção Ce por 12 anos e 06 meses, de 01 de setembro de 1911 a 21 de janeiro de 1924, quando foi transferido para Fortaleza, por Dom Manuel da Silva Gomes, Arcebispo de Fortaleza.

 

 

 


O atual vigario desta freguesia de S. José de Fortaleza, Mons. Luis de Carvalho Rocha, foi nomeado pelo exmo. snr. Arcebispo D. Manuel da Silva Gomes, por Provisão de 5 de fevereiro de 1925, em substituição ao Mons. João Alfredo Furtado que vinha exercendo este cargo desde 29 de maio de 1904.

O revdmo. Mons. Luis de Carvalho Rocha, nomeado diretor arquidiocesano do Apostolado da Oração, tem sido um grande impulsionador desta 0 que conta atualmente 72 zeladoras e 1.500 associados.

Em novembro de 1925, fundou a Associação de Santa Rita de Cassia, que se destina a propagar o culto da grande santa. Conta aproximadamente 500 associados.

Em março de 1926, fundou a Congregação Mariana da Catedral (secção masculina), a primeira deste genero, em Fortaleza, agregada á Prima-Primaria de Roma. Iniciada com 20 asociados, conta hoje 213 membros, entre eles bachareis, medicos, jornalistas, militares, estudantes, moços do comercio, etc. Tem por fim incentivar as praticas religiosas entre os moços, educando-os sobretudo para o apostolado social, que com dedicação e amor vêm realizando.

No dia 8 de setembro de 1926, fundou a Confraria de Nossa Senhora das Vitorias, pela conversão dos pecadores. Esta Confraria já atingiu o avultado numero de 1.343 associados, já foram registrados os nomes de 938 crianças consagradas a Nossa Senhora das Vitorias e desenvolvem: a sua atividade 42 zeladores.

No dia 17 de outubro de 1926, instalou a Cruzada Eucaristica Infantil (secção feminina), a primeira fundada no Ceará. Conta presentemente 602 associadas.

Ainda em 12 de dezembro do mesmo ano, fundou a secção masculina da referida Cruzada Eucaristica Infantil. Iniciada com 21 socios fundadores, conta atualmente 202 meninos.

Em 1927, no dia 15 de agosto, achou por bem fundar a secção feminina da Congregação Mariana. A primeira recepção de fitas realizou-se no dia 27 de novembro do mesmo ano, com 142 moças. Fundada ha pouco mais de três anos apenas, já conta 679 congregadas.

Em 1928, fundou a Associação de São José para propagar o culto do glorioso santo, padroeiro da paroquia.

Em 1929, no dia 14 de julho, instalou solennemente a Associação das Máis Cristãs, secção da Congregação Mariana da Catedral, Conta presentemente 523 associadas.

Em 1930, foi nomeado, pelo Exmo. e Revdmo. Snr. Nuncio Apostolico, presidente do comité arquidiocesano da Propagação da Fé, no Brasil. O centro que fundou na paroquia da Sé conta já 70 zeladoras e 1.250 associados.

Em 1930 fundou tambem o “Cine-Paroquial”, que funciona na “Casa Paroquial Jesus, Maria e José”.

Em 1931 corrente, em comemoração ao 15.º Centenario do Concilio de Epheso, no dia 29 de junho, fundou a Associação beneficente do “Berço do Pobre”, que se destina a proteger a criança pobre recem-nascida. Confiou esta obra de benemerencia que dirige aos carinhos e ao zelo da Associação das Mais Cristãs.

O Révdmo. Cura da Sé fundou tambem a Associação Paroquial de Proteção à Boa Imprensa. Conta o “O Nordeste” 90 assinaturas mantidas pela referida paroquia.

Todas as associações mencionadas são dirigidas pelo seu fundador. 

============================

 

ia?????

quem é a pessoa abaixo? vou ter que dar print porque ou essa joça está louca. pois eu copiei da tela e onde foi parar?

a seguir olhei estava a tela abaixo. 

 

Monsenhor Luiz de Carvalho Rocha (1879–1965) foi um importante sacerdote católico e educador brasileiro. Ele é amplamente reconhecido no Ceará por ter sido o fundador do Instituto Josefino, uma congregação religiosa criada em 1933, e por atuar como Cura da Catedral de Fortaleza.
Ele iniciou sua trajetória como vigário de Redenção, Ceará, onde ficou de setembro de 1911 a janeiro de 1924, antes de ser transferido para a capital cearense. Sua dedicação à igreja e à comunidade deixou um legado duradouro na evangelização e na educação regional.
====?????????====================================
 
Monsenhor Luiz de Carvalho Rocha (1886–1949) foi um importante sacerdote católico brasileiro. Destacou-se na Arquidiocese de Fortaleza (CE) como cura da Catedral de 1925 a 1949, idealizador do Instituto Josefino e responsável pela construção da Paróquia de São João Batista em Acarape. [1]
Nascido filho de Cassiano Mendes Rocha e Francisca Cândida de Carvalho Rocha, dedicou sua vida religiosa ao Ceará. Algumas de suas principais realizações incluem:
  • Vigariato em Redenção (CE): Atuou como vigário por mais de 12 anos, de setembro de 1911 a janeiro de 1924.
  • Devoção a Santa Rita de Cássia: Após perder seu passaporte em uma viagem a Roma, pediu intercessão à santa. Ao recuperar o documento, trouxe a imagem de Santa Rita e mandou construir uma capela em estilo gótico.
  • Cura da Catedral: Exerceu o cargo de cura da Catedral Metropolitana de Fortaleza entre 1925 e 1949.
  • Legado Congregacional: Foi o idealizador do Instituto das Irmãs Josefinas do Brasil (Instituto Josefino).
  • Falecimento: Faleceu no dia 11 de setembro de 1949, aos 63 anos
  • ===============================
  • C. Sobresalense 17 de julho (2ª-feira) : Falece em Fortaleza o jovem Rode-
    rico Carvalho Rocha, 20 anos, estudante de medicina. Era fi lho
    de Cassiano Mendes da Rocha 
  •  12 de setembro (2ª-feira) : Em Fortaleza, falece o ilustre
    Mons. Luis Carvalho Rocha, fundador da Congregação das
    Irmãs Josefi nas. Nasceu a 22 de abril de 1886, fi lho de Cassiano
    Mendes Rocha e Francisca Cândida Carvalho.
 

Restauração de casa na Espanha

 https://youtu.be/hlgY90n5ieY?is=1ZjGztYGMWcqL4KF

sexta-feira, 3 de julho de 2026

Aline Ulyssea Nicolazzi, ( para o Sr. Gilson do papagaio e do LADA in memorian)

 

https://www1.udesc.br/arquivos/id_submenu/2317/paineis_de_formatura_do_acervo_do_mesc___patrimonio_2019.pdf


VIDA E MORTE MIRAMAR Memórias urbanas nos ...
Universidade Federal de Santa Catarina
https://repositorio.ufsc.br › bitstream › handle
PDF
7 de fev. de 2007 — Saul Oliveira, natural de Florianópolis, que vivenciou o período transcorrido entre sua construção e demolição. Segundo o depoimento colhido ...
Imagens
SECRETARIAS DE ESTADO
SECRETARIAS DE ESTADO
Arquivo Público do Estado de Santa Catarina
Arquivo Público do Estado de Santa Catarina
Arquivo Público do Estado de Santa Catarina
Arquivo Público do Estado de Santa Catarina
Arquivo Público do Estado de Santa Catarina
Arquivo Público do Estado de Santa Catarina
Arquivo Público do Estado de Santa Catarina
Mostrar mais imagens
Narbal Silva (@narbalsilva)
Instagram · narbalsilva
Mais de 3,6 mil seguidores
Aqui é a nossa casa! MEDALHA SAUL OLIVEIRA! "Dedico essas ...
engenheiro civil "saul oliveira" 1930 de www.instagram.com
universidade de brasília
Repositório Institucional da UnB
https://repositorio.unb.br › bitstream › SaulOliveir...
PDF
NOME DO AUTOR: Saul Oliveira da Silva. TÍTULO DA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO: Simulação numérica do colapso induzido por inundação e carregamento de radiers com ...
ESTADO DE SANTA CATARINA
Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina
https://www.alesc.sc.gov.br › diarios › pdf
PDF
25 de mai. de 2011 — Esportes da Saul Oliveira, registrado sob as transcrições nºs 20715 e. 20.763, no 1º Registro de Imóveis da Comarca de Florianópolis e.
Arquivo Publico de SC - Arquivo Público do Estado de Santa Catarina
200.19.215
http://200.19.215.26 › informationobject › browse
Ginásio de Esportes Saul Oliveira. Add to clipboard. BR SCAPESC ICONO-APESC_F2370; Item; [19--?] Part of Acervo Iconográfico.
patrimônio histórico cultural do estado
Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc)
https://www1.udesc.br › arquivos › id_submenu
PDF
15 - Saul Oliveira. 156. 16 - Floriano de Mello Mattos. 146. 17 - Sebastião ... Florianópolis décadas de 1920 e 1930. In: DALLABRIDA, Norberto (org ...
195 páginas

Rodolfo Fernando Pinto da Luz,

 
 - Rodolfo Fernando Pinto da Luz

 

Contadores 1945 

https://archive.org/details/paineis_de_formatura_do_acervo_do_mesc___patrimonio_2019/page/39/mode/1up?q=Nicolazzi

 Advogado

https://ccj.ufsc.br/centenario/egressos/ 

https://acervo.arquivopublico.sc.gov.br 

 

Pinto da Luz Família

https://acervo.arquivopublico.sc.gov.br/index.php/informationobject/browse?topLod=0&sort=relevance&query=Pinto+da+Luz&repos= 

https://acervo.arquivopublico.sc.gov.br/index.php/joao-pinto-da-luz-1818-1866-5 

O Cônego José Cabral de Vasconcelos Castro, conhecido como o "Apóstolo do Araraú", nasceu em 15 de março de 1850.

 O Cônego José Cabral de Vasconcelos Castro, conhecido como o "Apóstolo do Araraú", nasceu em 15 de março de 1850. Natural do município de Santa Rita, no estado da Paraíba, ele dedicou sua vida ao sacerdócio e ao trabalho missionário na região

 

https://www.lagoa.pb.gov.br/cont.php?termo=historia 

Cônego José Maria Lustosa Cabral , Nascido em Natal, capital do Rio Grande do Norte, a 7 de outubro de 1897, Rio de Janeiro 1959

 

  
acima é a foto do J. Cabral, que trabalhava no Jornal A Cruz.
 https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/829706/per829706_1935_00014.pdf 
Nascido em Natal, capital do Rio Grande do Norte, a 7 de ou- tubro de 1897, o padre José Maria Lustosa Cabral  e ou José Maria de Passos Cabral. (https://construindoahistoriahoje.blogspot.com/2020/07/antigos-sacerdotes-norteriograndenses.html)
 O jornal A Cruz O primeiro número do jornal A Cruz circulou em 21 de setem- bro de 1919, sob a direção do cônego André de Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti, sobrinho do então arcebispo do Rio de Janeiro, o Cardeal dom Joaquim Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti.
 https://www.academia.edu/126521774/Bibliografia_de_padre_J_Cabral
 O padre José Maria Lustosa Cabral, nasceu em Natal no ano de 1897 e foi ordenado nessa cidade, no ano de 1920, tendo exercido suas funções no estado do Rio Grande do Norte até se transferir em 1925 para São Paulo, onde foi diretor do Instituto D. Sebastião Leme. Em 1929 foi a Europa e visitou a França, Suíça, Espanha e Itália, talvez travando nesse momento seu primeiro contato direto com o Fascismo. Desde 1930
tornou-se colaborador de diversos jornais carioca, especialmente o Correio da Manhã e o Jornal do Brasil. Foi diretor do jornal da Diocese do Rio de Janeiro, A Cruz, e representava constantemente o bispo de Natal, D. Marcolino Dantas, junto ao Cardeal D. Sebastião Leme, tendo, inclusive, feito parte do colegiado de S. Pedro, onde lhe foi dado o título de Cônego, com o ofício teologal. Assinando como Padre J. Cabral escreveu
e traduziu diversas obras de devoção católicas, como Jesus Cristo Rei dos Reis, sendo que algumas destas ainda têm sido reeditadas recentemente, como a Imitação de Cristo. Suas obras no campo da moral e da teologia tiveram várias edições e boa divulgação, como Limitação da Natalidade, No terreno dos Princípios e Lutas da Mocidade. Também se destacou no campo político tendo algumas de suas obras grande repercus-
são e várias edições, como A Miragem Soviética (1933), A Questão Judaica (1937) e A Igreja e o Marxismo (1949).
 https://revistas.uepg.br/index.php/rhr/pt_BR/article/download/8111/4818/28712
https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/829706/per829706_1958_02164.pdf 
https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/829706/per829706_1955_02018.pdf 
https://archive.li/wip/4O4jx 
 =============================================
Abaixo quem é? 
 
 abaixo a ia fez uma confusão este Jose Cabral de Vasconcelos e Castro é anterior ao de cima e não sei se tem relação com "A Cruz" (rs.).
abaixo o link 
 https://www.lagoa.pb.gov.br/cont.php?termo=historia
O Cônego J. Cabral (nome completo, Cônego José Cabral de Vasconcelos Castros de Piancó?) foi uma figura proeminente no século XX. Ele se destacou como um dos mais importantes jornalistas e intelectuais católicos do Brasil, servindo como diretor e editor do influente jornal católico A Cruz por mais de duas décadas.
A sua vida e obra foram marcadas por:
  • Intelectualidade e Defesa da Fé: Era uma figura de destaque dentro do pensamento conservador católico brasileiro, escrevendo frequentemente sobre temas sociais e políticos da época, incluindo críticas ao socialismo e ao comunismo.
  • Atuação Diocesana: Teve um papel histórico de confiança na Igreja, inclusive representando o bispo em momentos cruciais da história eclesiástica no Nordeste, como na formação do patrimônio da Diocese de Mossoró, no Rio Grande do Norte, em 1935.
  • Homenagens: Devido ao seu legado histórico, o seu nome batiza logradouros em municípios brasileiros, a exemplo da Rua Cônego José Cabral em São Tomé (RN) e da Rua Cônego Júlio Cabral em Agrestina (PE)
  •  
  • https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/829706/per829706_1935_00014.pdf 

Dom Duarte Leopoldo e Silva, ESSE JÁ TEM

  foi filho do imigrante português e alfaiate Bernardo Leopoldo e Silva e de Ana Rosa Correia Marcondes Leopoldo, integrante da tradicional família taubateana dos Marcondes. Nascido em Taubaté (SP) em 1867, ele foi o primeiro arcebispo de São Paulo.

 

https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/829706/per829706_1935_00014.pdf 

Joaquim Barata ou Magalhães Barata, Revolução Constitucionalista de 1932, Joaquim de Magalhães Cardoso Barata ,Belém, 2 de junho de 1888 — 29 de maio de 1959,

 

 

Interventor Joaquim Barata 1931, Magalhães Barata

 https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/093718/per093718_1931_00487.pdf

Major Joaquim Barata 1932

https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/093092/per093092_1932_01310.pdf 

 https://www.jornalopcao.com.br/opcao-cultural/magalhaes-barata-em-goias-1936-resgate-de-um-capitulo-esquecido%c2%b9-226780/

https://vitrinecapixaba.blogspot.com/2023/01/1931-capitao-joaquim-barata-homenageado.html 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Constitucionalista_de_1932 

 

 BARATA, MAGALHÃES
*militar; rev. 1924; interv. PA 1930-1935 e 1943-1945; const. 1946; sen. PA 1946-1954;
gov. PA 1955-1959.
Joaquim de Magalhães Cardoso Barata nasceu no distrito de Valde-Cães, em Belém do
Pará, no dia 2 de junho de 1888, filho do major Marcelino Cardoso Barata e de Gabrina de
Magalhães Barata.
Passou sua infância na cidade paraense de Monte Alegre. Assentou praça em 1904, cursou
a Escola Militar do Realengo, no Rio de Janeiro, e formou-se aspirante a oficial em 1911.
Classificado no 47º Batalhão de Caçadores, em Belém, foi promovido a segundo-tenente
em 1915. Nesse posto, comandou a guarnição da fronteira Brasil-Guiana, em Oiapoque
(AP). Em 1920 foi promovido a primeiro-tenente e transferido para o Rio de Janeiro.
Após os movimentos revolucionários de 1922, ligou-se aos “tenentes” e, em 24 de
dezembro de 1923, recebeu a incumbência de dirigir-se ao Paraná, onde, no dia 28, deveria
prender o ministro da Guerra Fernando Setembrino de Carvalho. O ato seria o sinal para
desencadear o levante simultâneo de todos os corpos de tropa aquartelados no Paraná e de
alguns do Rio de Janeiro. Entretanto, o plano foi denunciado, e Magalhães Barata foi preso
em São Paulo no dia 25, sendo recambiado diretamente para o 27º Batalhão de Caçadores,
sediado em Manaus.
Em 1924, comandava a 3ª Companhia do 27º BC quando, ao lado dos tenentes
Alfredo Augusto Ribeiro Júnior e Sebastião Mendes de Holanda, entre outros,
promoveu no dia 23 de julho a sublevação da unidade em que serviam. Os
revolucionários tomaram de assalto o quartel da polícia e o palácio do governo,
depondo a administração estadual amazonense. Instalou-se então uma junta
governativa chefiada pelo tenente Ribeiro Júnior, que durante um mês teve o
controle da região. Irradiando-se para o Pará, tropas revolucionárias ocuparam a
fortaleza de Óbidos, às margens do rio Amazonas, e tentaram assumir o controle
do rio. Entretanto, no mês de agosto, o governo federal enviou uma expedição
comandada pelo general João de Deus Mena Barreto, que à frente de uma
esquadra, em 20 de agosto, retomou a fortaleza de Óbidos, na ocasião
comandada por Magalhães Barata, e depois rumou para Manaus, que acabou
sendo abandonada pelos rebeldes. Juntamente com alguns de seus companheiros de
luta, Magalhães Barata foi preso e conduzido a Belém. Mais tarde, porém, conseguiu fugir
da prisão e refugiou-se no Uruguai, de onde retornou, via Rio Grande do Sul, apenas alguns
meses antes da Revolução de 1930.
INTERVENTOR E GOVERNADOR DO PARÁ
Em agosto de 1930, voltou clandestinamente a Belém, com identidade falsa, e
passou a se dedicar à articulação da revolução no estado. Apesar de disfarçado, foi preso
ainda antes da deflagração do movimento na casa do padre Leandro Pinheiro, um dos
principais líderes civis da revolução no Pará, e enviado para o Rio de Janeiro. Com a vitória
da revolução, deixou a prisão e rumou para Belém, onde assumiu o cargo de interventor
federal no Pará no dia 12 de novembro de 1930. Sua chegada à cidade, acompanhado de
Juarez Távora e de José Américo de Almeida, motivou uma grande manifestação popular
de apoio.
Promovido a capitão três dias depois de sua posse como interventor, e a major em
agosto de 1931, filiou-se ao Clube 3 de Outubro assim que este foi formado, e foi
um dos fundadores do Clube Político Beneficente 24 de Outubro no Pará, que
reunia outros líderes revolucionários do estado. Nas eleições para a primeira
diretoria da agremiação, realizadas em novembro de 1931, foi aclamado
presidente de honra. No mês seguinte, promoveu a fundação do Partido Liberal do
Pará. Como os demais partidos então criados pelos interventores estaduais, o
Partido Liberal do Pará apoiava claramente a política de Getúlio Vargas e era
filiado à União Cívica Nacional, reunindo as forças que promoveram a Revolução
de 1930 no estado. Entre seus membros, figuravam Abel e Mário Chermont, o
padre Leandro Pinheiro, Rodrigo da Veiga Cabral, José Carneiro da Gama
Malcher e outros.
Em setembro de 1932, o movimento constitucionalista que eclodira em julho em São Paulo
produziu reflexos em Belém. Elementos revoltosos ocuparam o prédio da Polícia Civil e
atacaram o quartel do Corpo de Bombeiros, o quartel-general do Exército e a Cadeia de São
José. O interventor Magalhães Barata comandou a repressão ao movimento, sufocando-o
com o emprego de forças do Exército, da Marinha, da polícia e do Corpo de Bombeiros.
Devido a seu hábito de percorrer sistematicamente o interior do estado, o
interventor consolidou a capacidade eleitoral de seu partido, conquistando um
apoio maciço, que no futuro iria compensar seu pouco prestígio na capital. Desse
modo, o Partido Liberal elegeu em 1933 todos os deputados paraenses à
Assembleia Nacional Constituinte. Em 1934, embora as forças de oposição ao
interventor se reunissem, formando a Frente Única Paraense (FUP), o Partido
Liberal manteve seu poderio. Nas eleições de outubro, elegeu 21 dos 30
deputados à Assembleia Constituinte estadual e sete dos nove deputados federais
da bancada paraense.
A Constituinte paraense, com data de instalação marcada para 4 de abril de 1935,
além de elaborar a Constituição estadual, tinha a atribuição de eleger o
governador constitucional do estado e dois senadores. Em princípio, Barata
contava com ampla maioria para sufragar sua própria candidatura ao governo.
Entretanto, sete deputados do Partido Liberal, recusando-se a apoiá-lo, uniram-se
aos nove deputados da FUP, constituindo assim uma maioria oposicionista
favorável à candidatura de Mário Chermont ao governo. Diante do clima de
extrema tensão que se criou, no dia 4 de abril, esses deputados, impedidos de
ingressar na Assembleia por forças policiais, asilaram-se no quartel-general da 8ª
Região Militar. Ao mesmo tempo, requereram ao Tribunal Regional Eleitoral
habeas-corpus que lhes assegurasse exercer livremente e com garantias o direito
de voto nas eleições para governador e senadores. Entrementes, o presidente da
Assembleia, Ápio Medrado, membro do Partido Liberal, reuniu o plenário, convocando
suplentes para substituir os oposicionistas. Realizada a votação, o major Magalhães Barata
foi eleito. A oposição, porém, conseguiu provimento a seu recurso, pondo em questão a
legalidade do resultado e convocando nova reunião da Assembleia para o dia seguinte.
Em 5 de abril, quando os oposicionistas se dirigiam para a Assembleia sob escolta militar e
acompanhados pelo desembargador Dantas Cavalcanti, formou-se um tumulto. A polícia
interveio, houve troca de tiros, e alguns dos deputados saíram feridos do conflito, em que
morreram dois populares. Acuados, os oposicionistas tornaram a abrigar-se na 8ª RM,
enquanto Barata se proclamava empossado e comunicava sua vitória às autoridades
federais, ao mesmo tempo em que responsabilizava o general comandante da 8ª RM pelas
cenas de violência ocorridas em Belém.
Recebendo apelos do lado derrotado e tomando conhecimento das acusações
trocadas pelas duas facções, o governo federal decidiu intervir no estado. No dia 6
de abril, Getúlio Vargas comunicou ao major Barata que o Tribunal Superior de
Justiça Eleitoral havia determinado a intervenção no Pará, e que fora nomeado
interventor o major Roberto Carneiro de Mendonça, que tomou posse no dia 12 de
abril. Em 29 do mesmo mês, após a pacificação do estado, a Assembleia
Constituinte paraense foi reaberta e elegeu, para o governo estadual, José
Carneiro da Gama Malcher, e para o Senado, Abel Chermont e Abelardo Conduru,
numa solução de compromisso entre as diversas forças políticas.
Segundo Hélio Silva, Magalhães Barata, desgostoso com os acontecimentos no
Pará, apoiou sigilosamente a Aliança Nacional Libertadora (ANL), mantendo-se
porém desvinculado da entidade para preservar maior liberdade de movimentos.
Ainda em 1935, o ex-interventor rearticulou o Partido Liberal, fazendo eleger um
novo diretório.
Magalhães Barata retornou ao serviço militar ativo em janeiro de 1936, assumindo o
comando do 6º Batalhão de Caçadores, em Ipameri (GO). Em maio do mesmo ano foi
promovido a tenente-coronel, permanecendo no comando do 6º BC até setembro de 1937.
De fevereiro de 1938 a novembro de 1939, comandou o 22º Batalhão de Caçadores, em
João Pessoa (PB), tendo sido promovido a coronel em setembro de 1939. Comandou em
seguida o 15º Batalhão de Caçadores, em Curitiba (PR), de dezembro de 1939 a agosto de
1940. Em setembro de 1940, assumiu a chefia da 21ª Circunscrição Militar, em Recife,
posto em que permaneceu até fevereiro de 1943.
No dia 8 de fevereiro de 1943, foi novamente nomeado interventor no Pará, tomando posse
12 dias depois. Desde o início de 1945, participou das gestões para a fundação do Partido
Social Democrático (PSD) em plano nacional. No dia 19 de maio fundou o PSD no Pará,
atraindo para ele seus correligionários, assumindo a presidência do diretório regional e
participando igualmente da direção nacional. Ainda em 1945, reformou-se no posto de
general de brigada.
Juntamente com Gama Malcher, que também ingressara no PSD, apoiou a candidatura do
general Eurico Gaspar Dutra à presidência da República. Com a antecipação das eleições
estaduais para o dia 2 de dezembro, junto com as federais, procurou desincompatibilizar-se
para poder se candidatar ao governo do estado, e exonerou-se da interventoria no dia 27 de
outubro. Entretanto, com a deposição de Vargas dois dias depois, ficaram suspensas as
eleições para os governos estaduais. Manteve-se contudo a eleição para presidente da
República, e decidiu-se realizar eleições para uma Assembleia Nacional Constituinte.
Candidatando-se a senador constituinte pelo PSD, o general Barata foi eleito. No Senado,
fez parte da Subcomissão de Segurança Nacional, da Comissão de Constituição e da
Comissão de Forças Armadas. As eleições para o governo do estado realizaram-se em 19
de janeiro de 1947, e nelas o senador Magalhães Barata apoiou o major Moura Carvalho,
que venceu o pleito, derrotando o general Alexandre Zacarias de Assunção, ex-comandante
da 8ª RM.
Candidato pelo PSD ao governo do estado nas eleições de 3 de outubro de 1950, o senador
Barata foi derrotado por 555 votos pelo mesmo general Zacarias de Assunção, candidato da
Coligação Democrática Paraense. Reeleito senador em 1954, voltou a se candidatar a
governador em 1955 e foi eleito, com o apoio de Juscelino Kubitschek, derrotando Epílogo
de Campos. Tomou posse em 10 de junho de 1956.
Magalhães Barata morreu em pleno exercício do mandato, no dia 29 de maio de 1959.
Considerado um dos maiores líderes da história republicana do Pará, dividiu a opinião
política do estado em duas correntes: o baratismo e o antibaratismo.
Foi casado com Georgina de Oliveira Barata, tendo deixado duas filhas.
Foi presidente honorário do Instituto Histórico e Geográfico do Pará.
A seu respeito foram publicadas as seguintes obras: Normas de um governo; psicologia de
um administrador: aspectos sociais de atos e despachos do cel. Magalhães Barata (1944),
de Coimbra Cunha, e Eu e as últimas 72 horas de Magalhães Barata (1960), de Dalila
Nogueira Ohana.
Amélia Coutinho
FONTES: ARQ. GETÚLIO VARGAS; BIB. NAC.; CAFÉ FILHO, J. Do Sindicato;
CÂM. DEP. Anais (1959-29); CÂM. DEP. Deputados; CISNEIROS, A.
Parlamentares; CORRESP. GOV. EST. PA; Cronologia da Assembléia ; CRUZ, E.
História do Pará; D’ARAÚJO, M. Cronologia; Diário do Congresso Nacional;
DULLES, J. Getúlio; Encic. Mirador; Estado de S. Paulo (19/9/1976);
FONTOURA, J. Memórias; Grande encic. Delta; INST. HIST. GEOG. BRAS.;
Jornal do Comércio, Rio (30/5/1959); LEVINE, R. Vargas; MIN. GUERRA.
Almanaque (1944); PEIXOTO, A. Getúlio; Personalidades; POPPINO, R. Federal;
ROQUE, C. Grande; SENADO. Relação; SILVA, G. Constituinte; SILVA, H.
1922; SILVA, H. 1935; SILVA, H. 1945.

 

https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/BARATA,%20Magalh%C3%A3es.pdf 

Eduardo Xavier 1890?- 1950? Rio de Janeiro

Eduardo Xavier 1890- 1950, = nada somente um ex prefeito Eduardo Xavier Neto ( pois é ). https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/830305/per830305_1...