terça-feira, 20 de janeiro de 2026

"José Miguel da Cunha" 1843? 02 de maio de 1866 Batalha do Tuiuti Guerra do Paraguai

 "José Miguel da Cunha"

https://archive.org/details/aos-martires-da-patria_202601

dentro deste livro
Atlas historico da guerra do Paraguay
Jourdan, Emilio Carlos, 1838-1900
 
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Abaixo não sei se é esta pessoa ou um homonimo . Pode ser pelo casamento do filho , José Miguel morre antes de 1870. 
 http://www.marcopolo.pro.br/genealogia1/paginas/GenParana_vol6.pdf
Maria
Pereira da Costa, casada
em
primeiras nupcias
com
José Miguel da Cunha 02 de maio de 1866 Batalha do Tuyuti 
em
segundas nupcias
com
o Capitão Antonio José
Correi~.
Do
primeiro matrimonio:
Filhos:
2-1
Brasilio Miguel da Cunha.
2-2
José Euzebio da Cunha, casado
em
Marretes
em
1878 com
Francisca Hectoria Mangin.
Filho:
3-1
Dr.
Francisco Mangin da Cunha.Do
segundo matri
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https://www.facebook.com/watch/?v=2195952163765719
https://www.facebook.com/Bandas.Fanfarras/videos/1042545241028294/


Nuestra Señora De Montserrat,patrona De Cataluña, Coronada Solemnemente Por
https://archive.org/details/nuestra-senora-de-montserratpatrona-de-cataluna-coronada-solemnemente-por

https://datos.bne.es/persona/XX1026522.html

https://www.facebook.com/Bandas.Fanfarras/videos/1042545241028294/

https://www.facebook.com/ZaragozaOle/videos/1532379790175222/ 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Aos_m%C3%A1rtires_da_p%C3%A1...

https://archive.li/ieJk1#selection-69.0-69.18
https://bnedigital.bne.es/bd/es/results?y=s&o=&w=Guerra+Del+Paraguay&f=ficha&o=&w=&f=texto_ficha&g=ws

https://bnedigital.bne.es/bd/es/results?y=s&o=&w=Atlas+Historico+da+Guerra+do+Paraguay&f=ficha&o=&w=&f=texto_ficha&g=ws


Guerra do Paraguai https://archive.li/ieJk1 em 08 de dezembro de 2020
Parte da(o) Questão do Prata
Escenas de la Guerra de la Triple Alianza.png
Compilação de imagens da Guerra do Paraguai.
Data     27 de dezembro de 1864 a 8 de abril de 1870
Local     América do Sul
Desfecho     Vitória da Tríplice Aliança
Combatentes
Brasil
Argentina
Uruguai     Paraguai
Co-Beligerante:

    Flag of Artigas.svg Partido Federal[carece de fontes]

Líderes e comandantes
Pedro II do Brasil
Marquês de Caxias
Marquês do Herval
Barão do Amazonas
Conde d'Eu
Bartolomé Mitre
Venancio Flores     Solano López †
José E. Díaz †
Domingo Sánchez †
Forças
200 000
Argentina 30 000
Uruguai 5 583
    150 000
Vítimas
100 000
Argentina 30 000
Uruguai 10 000
(entre militares e civis)     ~ 300 000
(entre militares e civis)
Ao todo, 440 000 mortos.
Guerra do Paraguai foi o maior conflito armado internacional ocorrido na América do Sul.[1] Foi travada entre o Paraguai e a Tríplice Aliança, composta pelo Brasil, Argentina e Uruguai.[2] A guerra estendeu-se de dezembro de 1864 a março de 1870. É também chamada Guerra da Tríplice Aliança (Guerra de la Triple Alianza), na Argentina e no Uruguai, e de Guerra Grande, no Paraguai.[1][3]
Em 1864, o Brasil estava envolvido num conflito armado no Uruguai, que pôs fim à Guerra do Uruguai ao depor o governo interino uruguaio de Atanasio Aguirre (sucessor de Bernardo Prudencio Berro), do Partido Blanco e aliado de Francisco Solano López. O ditador paraguaio se opôs à invasão brasileira do Uruguai, porque contrariava seus interesses. O conflito iniciou-se com o aprisionamento no porto de Assunção, em 11 de novembro de 1864, do barco a vapor brasileiro Marquês de Olinda, que transportava o presidente da província de Mato Grosso, Frederico Carneiro de Campos, que nunca chegou a Cuiabá, morrendo em uma prisão paraguaia. Seis semanas depois, o exército do Paraguai sob ordens de Francisco Solano López invadiu pelo sul a província brasileira de Mato Grosso. Antes da intervenção brasileira no Uruguai, Solano López já vinha produzindo material bélico moderno, em preparação para um futuro conflito com a Argentina mitrista, e não com o Império.[4] Solano López alimentava o sonho expansionista e militarista de formar o Grande Paraguai, que abrangeria as regiões argentinas de Corrientes e Entre Rios, o Uruguai, o Rio Grande do Sul, o Mato Grosso e o próprio Paraguai. Objetivando a expansão imperialista, Solano López instalou o serviço militar obrigatório, organizou um exército de 80 000 homens, reaparelhou a Marinha e criou indústrias bélicas.
Em maio de 1865, o Paraguai também fez várias incursões armadas em território argentino, com objetivo de conquistar o Rio Grande do Sul. Contra as pretensões do governo paraguaio, o Brasil, a Argentina e o Uruguai reagiram, firmando o acordo militar chamado de Tríplice Aliança. O Império do Brasil, Argentina mitrista e Uruguai florista, aliados, derrotaram o Paraguai após mais de cinco anos de lutas durante os quais o Império enviou em torno de 150 mil homens à guerra. Cerca de 50 mil não voltaram — alguns autores[quem?] asseveram que as mortes no caso do Brasil podem ter alcançado 60 mil se forem incluídos civis, principalmente nas então províncias do Rio Grande do Sul e de Mato Grosso. Argentina e Uruguai sofreram perdas proporcionalmente pesadas — mais de 50% de suas tropas faleceram durante a guerra — apesar de, em números absolutos, serem menos significativas. Já as perdas humanas sofridas pelo Paraguai são calculadas em até 300 mil pessoas, entre civis e militares, mortos em decorrência dos combates, das epidemias que se alastraram durante a guerra e da fome.
A derrota marcou uma reviravolta decisiva na história do Paraguai, tornando-o um dos países mais atrasados da América do Sul, devido ao seu decréscimo populacional, ocupação militar por quase dez anos, pagamento de pesada indenização de guerra, no caso do Brasil até a Segunda Guerra Mundial, e perda de praticamente 40% do território em litígio para o Brasil e Argentina. No pós-guerra, o Paraguai manteve-se sob a hegemonia brasileira.[5] Foi o último de quatro conflitos armados internacionais, na chamada Questão do Prata, em que o Império do Brasil lutou, no século XIX, pela supremacia sul-americana, tendo o primeiro sido a Guerra da Cisplatina, o segundo a Guerra do Prata e o terceiro a Guerra do Uruguai.
Índice [esconder]

    1 Causas da guerra
    2 Ofensiva paraguaia (1864–1865)
        2.1 Invasão do Brasil e Argentina
        2.2 A primeira reação brasileira
        2.3 O Tratado da Tríplice Aliança
        2.4 Recaptura de Corrientes
        2.5 Batalha do Riachuelo
        2.6 Invasão do Rio Grande do Sul
    3 Contra-ataque aliado (1865-66)
        3.1 Rendição de Uruguaiana e recuo paraguaio
        3.2 Invasão do Paraguai
    4 Estagnação (1866-1868)
        4.1 Comando de Caxias
    5 Aliados retomam a ofensiva (1868-1869)
        5.1 Tomada de Humaitá
        5.2 Dezembrada
    6 Caça a Solano López (1869-1870)
        6.1 Comando do Conde d'Eu
    7 Consequências
        7.1 Mortalidade
        7.2 Pós-guerra
        7.3 Conclusões
    8 Troféus de guerra
    9 Na cultura popular
        9.1 Romances
        9.2 Filmes
    10 Historiografia
    11 Ver também
    12 Referências
        12.1 Bibliografia
    13 Ligações externas

Causas da guerra
Ver artigo principal: Causas da Guerra do Paraguai
Disputas territoriais na região platina (1864)
Após o término da Guerra do Prata em 1852 com a vitória dos aliados (unitaristas argentinos, colorados uruguaios e Império do Brasil) sobre os federalistas argentinos e blancos uruguaios liderados por Juan Manuel de Rosas, a região do Prata foi pacificada. Contudo, não tardou para que logo as rivalidades se acirrassem entre a Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai graças aos desentendimentos quanto às fronteiras entre os países,[6] a liberdade de navegação dos rios platinos,[6] as disputas pelo poder por parte das facções locais (federalistas e unitaristas na Argentina, e blancos e colorados no Uruguai) e rivalidades históricas de mais de três séculos.[7][8][9][10][11] O historiador Francisco Doratioto conclui:
“     A Guerra do Paraguai foi fruto das contradições platinas tendo como razão última a consolidação dos Estados nacionais na região. Essas contradições se cristalizaram em torno da Guerra Civil uruguaia, iniciada com o apoio do governo argentino aos sublevados, na qual o Brasil interveio e o Paraguai também. Contudo, isso não significa que o conflito fosse a única saída para o difícil quadro regional. A guerra era umas das opções possíveis, que acabou por se concretizar, uma vez que interessava a todos os Estados envolvidos. Seus governantes, tendo por bases informações parciais ou falsas do contexto platino e do inimigo em potencial, anteviram um conflito rápido, no qual seus objetivos seriam alcançados com o menor custo possível. Aqui não há ‘bandidos’ ou ‘mocinhos’, como quer o revisionismo infantil, mas sim interesses. A guerra era vista por diferentes ópticas: para Solano López era a oportunidade de colocar seu país como potência regional e ter acesso ao mar pelo porto de Montevidéu, graças a aliança com os blancos uruguaios e os federalistas argentinos, representados por Urquiza; para Bartolomeu Mitre era a forma de consolidar o Estado centralizado argentino, eliminando os apoios externos aos federalistas, proporcionado pelos blancos e por Solano López; para os blancos, o apoio militar paraguaio contra argentinos e brasileiros viabilizaria impedir que seus dois vizinhos continuassem a intervir no Uruguai; para o Império, a guerra contra o Paraguai não era esperada, nem desejada, mas, iniciada, pensou-se que a vitória brasileira seria rápida e poria fim ao litígio fronteiriço entre os dois países e às ameaças à livre navegação, e permitira depor Solano López.     ”
“     Dos erros de análise dos homens de Estado envolvidos nesses acontecimentos, o que maior consequência teve foi o de Solano López, pois seu país viu-se arrasado materialmente no final da guerra. E, recorde-se, foi ele o agressor, ao iniciar a guerra contra o Brasil e, em seguida, com a Argentina.[12]     ”
Ofensiva paraguaia (1864–1865)
Ver artigo principal: Aprisionamento do vapor Marquês de Olinda
Carneiro de Campos, prisioneiro de López.
Em represália à intervenção no Uruguai, no dia 11 de novembro de 1864, Francisco Solano López ordenou que fosse apreendido o navio brasileiro Marquês de Olinda.[13] No dia seguinte, o navio a vapor paraguaio Tacuari apresou o navio brasileiro, que subia o rio Paraguai rumo à então Província de Mato Grosso, levando a bordo o coronel Frederico Carneiro de Campos, recém-nomeado presidente daquela província e o médico Antônio Antunes da Luz, entre outros. A tripulação e os passageiros foram feitos prisioneiros e enviados à prisão, onde todos, sem exceção, sucumbiram à fome e aos maus tratos.
Sem perda de tempo, as relações com o Brasil foram rompidas e já no mês de dezembro o sul de Mato Grosso, atual Mato Grosso do Sul, foi invadido, antes mesmo de qualquer declaração formal de guerra ao Brasil, que só foi feita no dia 13 de dezembro. Três meses mais tarde, em 18 de março de 1865, López declarou guerra à Argentina, que exigia neutralidade no conflito e não permitia que os exércitos paraguaios atravessassem seu território para combater no Uruguai e invadir o sul do Brasil.[13] Quando as notícias dos acontecimentos começavam a chegar a Dom Pedro II e seu ministério no Rio de Janeiro, capital do Império, em março de 1865 as tropas de Solano López penetraram em Corrientes (Argentina), visando o Rio Grande do Sul e o Uruguai, onde esperavam encontrar apoio dos blancos. O Uruguai, já então governado por Venâncio Flores, instalado pelo Governo Imperial brasileiro, solidarizou-se com o Brasil e a Argentina.
Invasão do Brasil e Argentina
Francisco Solano López, ditador do Paraguai.
Ver artigos principais: Campanha do Mato Grosso e Campanha de Corrientes
Durante a primeira fase da guerra (1864–1865) a iniciativa esteve com os paraguaios. Os exércitos de López definiram as três frentes de batalha iniciais invadindo Mato Grosso, em dezembro de 1864, e, nos primeiros meses de 1865, primeiro houve a Invasão de Corrientes e depois a do Rio Grande do Sul. Atacando, quase ao mesmo tempo, no norte (Mato Grosso) e no sul (Rio Grande e Corrientes), os paraguaios estabeleceram dois teatros de operações.
A invasão de Mato Grosso foi feita ao mesmo tempo por dois corpos de tropas paraguaias. A província achava-se quase desguarnecida militarmente, e a superioridade numérica dos invasores permitiu-lhes realizar uma campanha rápida e bem-sucedida.
Um destacamento de cinco mil paraguaios, transportados em dez navios e comandados pelo coronel Vicente Barros, subiu o rio Paraguai e atacou o Forte de Nova Coimbra. A guarnição de 155 homens resistiu durante três dias, sob o comando do tenente-coronel Hermenegildo de Albuquerque Porto Carrero, depois barão de Forte de Coimbra. Quando as munições se esgotaram, os defensores abandonaram a fortaleza e se retiraram, rio acima, a bordo da canhoneira Anhambaí, em direção a Corumbá. Depois de ocupar o forte já vazio, os paraguaios avançaram rumo ao norte, tomando, em janeiro de 1865, as cidades de Albuquerque e de Corumbá.
A segunda coluna paraguaia, comandada pelo coronel Francisco Isidoro Resquin e integrada por quatro mil homens, penetrou, por terra, em uma região mais ao sul de Mato Grosso, e logo enviou um destacamento para atacar a colônia militar fronteiriça de Dourados. O cerco, dirigido pelo major Martín Urbieta, encontrou brava resistência por parte do tenente Antônio João Ribeiro, atual patrono do Quadro Auxiliar de Oficiais, e de seus 16 companheiros, que morreram sem se render (29 de dezembro de 1864). Os invasores prosseguiram até Nioaque e Miranda, derrotando as tropas do coronel José Dias da Silva. Enviaram em seguida um destacamento até Coxim, tomada em abril de 1865.
Oficial de cavalaria brasileiro (a esq.) e soldado paraguaio aprisionado (a dir.), entre 1865 e 1868. As vestimentas dos militares paraguaios eram precárias e praticamente todos andavam descalços.
As forças paraguaias, apesar das vitórias obtidas, não continuaram sua marcha até Cuiabá, a capital da província, onde o ataque inclusive era esperado — João Manuel Leverger havia fortificado o acampamento de Barão de Melgaço para proteger Cuiabá. O principal objetivo da invasão de Mato Grosso foi distrair a atenção do governo brasileiro para o norte do Paraguai, quando a decisão da guerra se daria no sul (região mais próxima do estuário do Prata). É o que se chama de uma manobra diversionista, destinada a iludir o inimigo.
A invasão de Corrientes e do Rio Grande do Sul foi a segunda etapa da ofensiva paraguaia. Para levar apoio aos blancos, no Uruguai, as forças paraguaias tinham que atravessar território argentino. Em março de 1865, López pediu ao governo argentino autorização para que o exército comandado pelo general Venceslau Robles, com cerca de 25 mil homens, atravessasse a província de Corrientes. O presidente Bartolomeu Mitre, aliado do Brasil na intervenção no Uruguai, negou-lhe a permissão. Em resposta a esta negativa, no dia 18 de março de 1865, o Paraguai declarou guerra à Argentina.
Na sexta-feira de 13 de abril de 1865, uma esquadra paraguaia de cinco belonaves, descendo o rio Paraná, aprisionou navios argentinos no porto fluvial de Corrientes. Em seguida, as tropas do general Robles tomaram a cidade. Ao invadir Corrientes, López pensava obter o apoio do poderoso caudilho argentino General Justo José de Urquiza, governador das províncias de Corrientes e Entre Ríos, chefe federalista hostil a Mitre e ao governo de Buenos Aires. A invasão da Argentina por López, entretanto, teve efeito oposto. Urquiza e outros federalistas argentinos simpatizavam com os blancos uruguaios. O assassinato do General blanco Leandro Gómez pelos colorados após a sua heróica defesa de Payssandú do ataque dos brasileiros e colorados em janeiro de 1865 causou ressentimentos nos federalistas argentinos. As ações de López deram aos federalistas argentinos apenas duas opções: lutar contra o invasor ou continuar neutros. Urquiza, inicialmente, prometeu lutar contra López. A atitude ambígua assumida por Urquiza, entretanto, manteve estacionadas as tropas paraguaias, que avançaram posteriormente cerca de 200 quilômetros em direção ao sul, mas terminaram por perder a ofensiva.
Em ação conjugada com as forças de Robles, uma tropa de dez mil homens sob as ordens do tenente-coronel Antonio de la Cruz Estigarribia cruzou a fronteira argentina ao sul de Encarnación, em maio de 1865, dirigindo-se para o Rio Grande do Sul. Atravessou-o no rio Uruguai na altura da vila de São Borja e a tomou em 12 de junho. Uruguaiana, mais ao sul, foi tomada em 5 de agosto sem apresentar qualquer resistência significativa ao avanço paraguaio.
A primeira reação brasileira
Uniformes da cavalaria e infantaria do exército paraguaio.
Ver artigo principal: A retirada da Laguna
A primeira reação brasileira foi enviar uma expedição para combater os invasores em Mato Grosso. A coluna de 2 780 homens comandados pelo coronel Manuel Pedro Drago saiu de Uberaba, em Minas Gerais, em abril de 1865, e só chegou a Coxim em dezembro do mesmo ano, após uma difícil marcha de mais de dois mil quilômetros através de quatro províncias do Império. Mas encontrou Coxim já abandonada pelo inimigo. O mesmo aconteceu em Miranda, onde chegou em setembro de 1866. Em janeiro de 1867, o coronel Carlos de Morais Camisão assumiu o comando da coluna, reduzida a 1 680 homens, e decidiu invadir o território paraguaio, onde penetrou até Laguna, em abril. Perseguida pela cavalaria inimiga, a coluna foi obrigada a recuar, ação que ficou conhecida como a retirada da Laguna.
Apesar dos esforços da coluna do coronel Camisão e da resistência organizada pelo presidente da província, que conseguiu libertar Corumbá em junho de 1867, a região invadida permaneceu sob o controle dos paraguaios. Só em abril de 1868 é que os invasores se retiraram, transferindo as tropas para o principal teatro de operações, no sul do Paraguai.
O Tratado da Tríplice Aliança
Cabo brasileiro desconhecido que pertencia ao 1.º Batalhão de Voluntários da Pátria, infantaria pesada,1865.
No dia 1.º de maio de 1865, o Brasil, a Argentina e o Uruguai assinaram, em Buenos Aires, o Tratado da Tríplice Aliança, contra o Paraguai.
As forças militares da Tríplice Aliança eram, no início da guerra, francamente inferiores às do Paraguai, que contava com mais de 60 mil homens e uma esquadra de 23 vapores e cinco navios apropriados à navegação fluvial. Sua artilharia possuía cerca de 400 canhões.
As tropas reunidas do Brasil, da Argentina e do Uruguai, prontas a entrar em ação, não chegavam a 1/3 das paraguaias. A Argentina dispunha de aproximadamente 8 mil soldados e de uma esquadra de quatro vapores e uma goleta. O Uruguai entrou na guerra com menos de três mil homens e nenhuma unidade naval. O Brasil possuía menos de 12 mil soldados treinados.[14] A vantagem dos brasileiros estava em sua marinha de guerra: 42 navios com 239 bocas de fogo e cerca de quatro mil homens bem treinados na tripulação. E grande parte da esquadra já se encontrava na bacia do Prata, onde havia atuado, sob o comando do Marquês de Tamandaré, na intervenção contra Aguirre.
Na verdade, o Brasil achava-se despreparado para entrar em uma guerra. Apesar de sua imensidão territorial e densidade populacional, o Brasil tinha um exército mal-organizado e muito pequeno. E, na verdade, tal situação era reflexo da organização escravista da sociedade, que, marginalizando a população livre não proprietária, dificultava a formação de um exército com senso de responsabilidade, disciplina e patriotismo. Além disso, o serviço militar era visto como um castigo sempre a ser evitado e o recrutamento era arbitrário e violento. As tropas utilizadas até então nas intervenções feitas no Prata eram constituídas basicamente pelos contingentes armados de chefes políticos gaúchos e por alguns efetivos da Guarda Nacional. Um reforço era, portanto, necessário. Para garantir um número de soldados suficientes o governo criou os batalhões de Voluntários da Pátria, cidadãos que se apresentavam para lutar inicialmente instigados pelo sentimento patrióticos, mas com o passar do tempo recrutados à força.[14] Muitos eram escravos enviados por fazendeiros e negros alforriados. A cavalaria era formada pela Guarda Nacional do Rio Grande do Sul.
Segundo o Tratado da Tríplice Aliança, o comando supremo das tropas aliadas caberia a Bartolomeu Mitre, presidente da Argentina. E foi assim na primeira fase da guerra.
Recaptura de Corrientes
Uma pequena força de 3 846 homens sob o comando do General Wenceslao Paunero observou a atividade do inimigo. Percebendo que os paraguaios haviam deixado Corrientes deficientemente protegida ao marcharem para a margem leste do rio, o General embarcou suas tropas argentinas, juntamente com 364 brasileiros e 500 mercenários europeus, na esquadra brasileira, subiu o Rio Paraná e, em 25 de maio (o feriado nacional argentino) recapturaram Corrientes após árdua luta.
López imediatamente mandou tropas para retomar a cidade, enquanto as tropas incursoras recuavam, tendo mantido Corrientes por menos de vinte e quatro horas. A vitória aliada, apesar de efêmera, serviu para levantar o moral. O ataque também demonstrou a López a vulnerabilidade das linhas de comunicação de seu exército invasor.
Batalha do Riachuelo
Ver artigo principal: Batalha Naval do Riachuelo
A Batalha do Riachuelo retratada por Eduardo de Martino.
Foi no setor naval que o Brasil, mais bem preparado, infligiu, logo no primeiro ano de guerra, uma pesada derrota aos paraguaios na batalha do Riachuelo.
Na bacia do rio da Prata as comunicações eram feitas pelos rios; quase não havia estradas. Quem controlasse os rios ganharia a guerra. Todas as fortalezas paraguaias tinham sido construídas nas margens do baixo curso (parte do rio perto de sua foz) do rio Paraguai.
Em 11 de junho de 1865, no rio Paraná, travou-se a Batalha Naval do Riachuelo, na qual a esquadra comandada pelo chefe de divisão Francisco Manuel Barroso da Silva derrotou a esquadra paraguaia, comandada por Pedro Inacio Meza, cortando as comunicações com o tenente-coronel paraguaio Antonio de la Cruz Estigarribia, que estava atacando o Rio Grande do Sul. A vitória do Riachuelo teve notável influência nos rumos da guerra: impediu a invasão da província argentina de Entre Ríos, destruiu o poderio naval paraguaio (tornando-se impossível a permanência dos paraguaios em território argentino) e cortou a marcha, até então triunfante, de López. Ela praticamente decidiu a guerra em favor da Tríplice Aliança, que passou a controlar, a partir de então, os rios da bacia platina até a entrada do Paraguai. Desse momento até a derrota final, o Paraguai teve de recorrer à guerra defensiva.
Invasão do Rio Grande do Sul
Ver artigo principal: Invasão do Rio Grande do Sul
Uma unidade de cavalaria paraguaia (à esquerda) é atacada por um soldado montado aliado (à direita). Após os primeiros anos de guerra, os paraguaios eram obrigados a comer seus cavalos para sobreviverem. Nos últimos anos do conflito, também faltavam homens[15].
Simultaneamente ao ataque naval, uma força de 10 000 paraguaios atravessou a província argentina das Missões. Alcançando o Rio Uruguai, a força se dividiu em duas colunas e rumaram para o sul, marchando em ambas as margens do rio. O tenente-coronel Antonio de la Cruz Estigarribia, o comandante geral, liderou cerca de 7 500 homens na margem leste, e o Major Pedro Duarte comandou 5 500 homens na margem oeste. Os paraguaios encontraram pouca resistência dos argentinos na margem oeste ou dos brasileiros na margem leste. López acreditava que se conseguisse controlar o Rio Grande do Sul e invadir o Uruguai, os escravos brasileiros iriam sublevar-se e os recém expulsos blancos uruguaios voltariam a pegar em armas. Além disso, emissários paraguaios incitaram a sedição entre as tropas irregulares formadas por Urquiza em Entre Ríos. Urquiza, que havia recebido o comando da vanguarda aliada, voluntariou-se para retornar à província e restaurar a ordem. Em vez disso, ele retornou ao seu rancho, aumentou sua fortuna vendendo cavalos aos aliados, e as tropas irregulares desertaram para suas fazendas e ranchos.
O Coronel Estigarribia atravessou o Rio Uruguai e ocupou sucessivamente, de junho a agosto, as povoações de São Borja, Itaqui e Uruguaiana. Os contatos com o Major Duarte foram interrompidos pelo assédio de duas embarcações armadas brasileiras, comandadas pelo Tenente Floriano Peixoto, e pelo pântano que os separavam.
O presidente uruguaio Flores decidiu atacar a menor das forças paraguaias. Em 17 de agosto, na batalha de Jataí, na margem direita do rio Uruguai, a coluna sob as ordens do major Pedro Duarte, a qual pretendia chegar ao Uruguai, foi detida por Flores.
Contra-ataque aliado (1865-66)
Rendição de Uruguaiana e recuo paraguaio
Rendição de Uruguaiana (1865), por Victor Meirelles.
Em 16 de julho, o Exército Brasileiro chegou à fronteira do Rio Grande do Sul e logo depois cercou Uruguaiana. A tropa recebeu reforços e enviou pelo menos três intimações de rendição a Estigarribia. Em 11 de setembro Dom Pedro II chegou ao local do cerco, onde já estavam os presidentes argentino Bartolomé Mitre e uruguaio Venancio Flores, além de diversos líderes militares, como o Almirante Tamandaré. As forças aliadas do cerco contavam então com 17346 combatentes, sendo 12 393 brasileiros, 3 802 argentinos e 1 220 uruguaios, além de 54 canhões. A rendição veio em 16 de setembro quando Estigarribia entrou em acordo em relação às condições exigidas.
Encerrava-se com esse episódio a primeira fase da guerra, em que Solano López lançara sua grande ofensiva nas operações de invasão da Argentina e do Brasil. No início de outubro, as tropas paraguaias de ocupação em Corrientes receberam de López ordem para retornar a suas bases em Humaitá. Nessa altura, as tropas aliadas estavam-se reunindo sob o comando de Mitre no acampamento de Concórdia, na província argentina de Entre Ríos, com o marechal de campo Manuel Luís Osório à frente das tropas brasileiras. Parte destas deslocou-se para Uruguaiana, onde foi reforçar o cerco a esta cidade pelo exército brasileiro no Rio Grande do Sul, comandado pelo tenente-general Manuel Marques de Sousa, barão e depois Conde de Porto Alegre. Os paraguaios renderam-se no dia 18 de setembro de 1865.
Nos meses seguintes, as tropas aliadas, com Mitre como comandante em chefe, libertavam os últimos redutos paraguaios em território argentino, as cidades de Corrientes e São Cosme, na confluência dos rios Rio Paraná e Paraguai, no final de 1865. No fim do ano de 1865, a ofensiva era da Tríplice Aliança. Seus exércitos já contavam mais de 50 mil homens e se preparavam para invadir o Paraguai.
Invasão do Paraguai
Ver artigo principal: Campanha de Humaitá
Marechal Osório, Marquês do Herval.
Fortalecidos, com um efetivo de cinquenta mil homens, os aliados lançaram-se à ofensiva. A invasão do Paraguai iniciou-se subindo o curso do rio Paraguai, a partir do Passo da Pátria. Sob o comando do general Manuel Luís Osório, e com o auxílio da esquadra imperial, transpuseram o rio Paraná, em 16 de abril de 1866, e conquistaram posição em território inimigo, em Passo da Pátria, uma semana depois.[13] De abril de 1866 a julho de 1868, as operações militares concentraram-se na confluência dos rios Paraguai e Paraná, onde estavam os principais pontos fortificados dos paraguaios. Durante mais de dois anos o avanço dos invasores foi bloqueado naquela região, apesar das primeiras vitórias da Tríplice Aliança.
A primeira posição a ser tomada foi a Fortaleza de Itapiru. Após a batalha do Passo da Pátria e a do Estero Bellaco (2 de maio), as forças aliadas acamparam nos pântanos de Tuiuti, em 20 de maio, onde sofreram um ataque paraguaio quatro dias depois. A primeira batalha de Tuiuti, a maior batalha campal da história da América do Sul e uma das mais importantes e sangrentas do conflito, foi vencida pelos aliados em 24 de Maio de 1866 e deixou um saldo de 10 mil mortos.
O 26º Batalhão de Voluntários da Pátria proveniente da distante província do Ceará em ação de guerrilha, entre 1867 e 1868.
Por motivos de saúde, em julho de 1866 Osório passou o comando do 1.º Corpo de Exército brasileiro ao general Polidoro da Fonseca Quintanilha Jordão. Na mesma época, chegava ao teatro de operações o 2.º Corpo de Exército, trazido do Rio Grande do Sul pelo barão de Porto Alegre (10 000 homens).
O caminho para Humaitá não fora desimpedido. O comandante Mitre aproveitou as reservas de dez mil homens trazidos pelo barão de Porto Alegre e decidiu atacar as baterias do Forte de Curuzú e do Forte de Curupaiti, que guarneciam a direita da posição de Humaitá, às margens do rio Paraguai. A bateria de Curuzu foi conquistada em 3 de setembro pelo barão de Porto Alegre.[16] Não se obteve, porém, o mesmo êxito em Curupaiti, que resistiu ao ataque de 20 mil argentinos e brasileiros, guiados por Mitre e Porto Alegre, com apoio da esquadra do almirante Tamandaré. Em 22 de setembro, os aliados foram dizimados pelo inimigo: quase cinco mil homens morreram em poucas horas, na única vitória defensiva paraguaia em toda campanha.[13] Este ataque fracassado criou uma crise de comando e deteve o avanço dos aliados.
Nessa fase da guerra, destacaram-se muitos militares brasileiros. Entre eles, os heróis de Tuiuti: o general José Luís Mena Barreto, o brigadeiro Antônio de Sampaio, patrono da arma de infantaria do Exército brasileiro, o tenente-coronel Emílio Luís Mallet, patrono da artilharia e o próprio Osório, patrono da cavalaria, além do tenente-coronel João Carlos de Vilagrã Cabrita, patrono da arma de engenharia, morto em Itapiru.
Estagnação (1866-1868)
Comando de Caxias
Luís Alves de Lima e Silva, o Marquês de Caxias.
Operações das Forças Aliadas para a Passagem de Humaitá 1866-1868.
No segundo período da guerra (1866-1869), os desentendimentos entre Osório (comandante das forças brasileiras) e o presidente argentino, que se opunha às perseguições aos paraguaios, levou o governo brasileiro a substituí-lo. Designado em 10 de outubro de 1866 para o comando das forças brasileiras, o marechal Luís Alves de Lima e Silva,[13] marquês e, posteriormente, Duque de Caxias. Assumiu suas funções em Tuiuti, em 19 de novembro, encontrando o exército praticamente paralisado. Os contingentes argentinos e uruguaios vinham sendo retirados aos poucos do exército dos aliados, assolado por epidemias. Desentendimentos entre Venâncio Flores (Uruguai) e Mitre (Argentina) e problemas internos fizeram ambos se retirarem do combate e voltarem a seus países, deixando o Brasil praticamente sozinho. Tamandaré foi substituído no comando da esquadra pelo almirante Joaquim José Inácio, futuro visconde de Inhaúma. Paralelamente, Osório organizou um 3.º corpo de exército no Rio Grande do Sul, com mais de cinco mil homens.[13] Na ausência de Mitre, Caxias assume o comando geral e providenciou a reestruturação do exército.
Entre novembro de 1866 e julho de 1867, Caxias organizou um corpo de saúde (para dar assistência aos inúmeros feridos e combater a epidemia de cólera-morbo) e um sistema de abastecimento das tropas. Conseguiu também que a esquadra imperial, que se ressentia do comando de Mitre, colaborasse nas manobras contra Humaitá. Nesse período, as operações militares limitaram-se a escaramuças com os paraguaios e a bombardeios da esquadra contra Curupaiti. López aproveitava a desorganização do inimigo para reforçar suas fortificações em Humaitá.
Apesar dos esforços de Caxias, os aliados só reiniciaram a ofensiva em 22 de julho de 1867. A marcha de flanco pela ala esquerda das fortificações paraguaias constituía a base tática de Caxias: ultrapassar o reduto fortificado paraguaio, cortar as ligações entre Assunção e Humaitá e submeter esta última a um cerco. Com este fim, Caxias iniciou a marcha em direção a Tuiu-Cuê. Em 1º de agosto Mitre retornou ao comando e insistia no ataque pela ala direita, que já se mostrara desastroso em Curupaiti. Embora a manobra de Caxias tenha sido bem-sucedida, o tempo decorrido possibilitou a López fortificar-se também nessa região e fechar de vez o chamado Quadrilátero.
Aliados retomam a ofensiva (1868-1869)
Tomada de Humaitá
Ver artigo principal: Passagem de Humaitá
Passagem de Humaitá: episódio da guerra do Paraguai ocorrido em 1868, em que a esquadra brasileira forçou a travessia da posição fortificada, sob bombardeio inimigo. O quadro mostra o momento em que o Couraçado Bahia transpunha as amarras, seguido pelo terceiro par, o Tamandaré e Pará.
Soldados paraguaios tentando surpreender uma avançada brasileira à noite (Vida Fluminense, 1868).
Mitre deu ordens para que a esquadra imperial forçasse a passagem em Curupaiti e Humaitá. Em 15 de agosto, duas divisões de cinco encouraçados ultrapassaram, sem perdas, Curupaiti, mas foram obrigadas a deter-se frente aos poderosos canhões da fortaleza de Humaitá. O fato causou novas dissensões no alto comando aliado. Mitre desejava que a esquadra prosseguisse. Os brasileiros, entretanto, consideravam imprudente e inútil prosseguir, enquanto não se concatenassem ataques terrestres para envolver o Quadrilátero, que se iniciaram, finalmente, em 18 de agosto.
A partir de Tuiu-Cuê, os aliados rumaram para o norte e tomaram São Solano, Vila do Pilar e Tayi, às margens do rio Paraguai, onde completaram o cerco da fortaleza por terra e cortaram as comunicações fluviais entre Humaitá e Assunção. Em 3 de novembro de 1867, como reação, López atacou a retaguarda da posição aliada de Tuiuti. Nessa segunda batalha de Tuiuti, López esteve próximo da vitória, mas, graças ao reforço trazido pelo general Porto Alegre, os brasileiros venceram, com pesadas perdas.[13]
Em janeiro de 1868, com o afastamento definitivo de Mitre, que retornou à Argentina, Caxias voltou a assumir o comando geral dos aliados.[13] Em 19 de fevereiro a esquadra imperial, capitão de mar e guerra Delfim Carlos de Carvalho, depois barão da Passagem, forçou a passagem de Humaitá. Apesar os navios encouraçados terem ultrapassado a fortaleza, chegando a bombardear Assunção, só em 25 de julho de 1868 Humaitá, totalmente cercada, caiu após um demorado cerco.
Dezembrada
Ver artigo principal: Campanha do Piquissiri
Vista do mercado de Lambaré, situado no lado esquerdo da fortaleza de Humaitá (após sua conquista pelos aliados), 1868. Note-se a bandeira do Império do Brasil do lado direito.
Solano López deixara Humaitá, com parte de suas tropas, em março, indo se instalar em San Fernando. Ali descobriu que alguns funcionários de seu governo e seu irmão Benigno tramavam derrubá-lo. Formado um conselho de guerra para julgar os implicados, centenas foram executados, no que ficou conhecido como o massacre de San Fernando.
Coronel Faria da Rocha em revista às tropas brasileiras em frente ao mercado de Tayi, c.1868.
Efetuada a ocupação de Humaitá, as forças aliadas comandadas por Caxias marcharam 200 km até Palmas, fronteiriça às novas fortificações inimigas (30 de setembro). Situadas ao longo do arroio Piquissiri, essas fortificações barravam o caminho para Assunção, apoiadas nas Fortificações de Lomas Valentinas. Ali, López havia concentrado 18 mil paraguaios em uma linha fortificada que explorava habilmente os acidentes do terreno e se apoiava nos fortes de Angostura e Itá-Ibaté. Renunciando ao combate frontal, o comandante brasileiro idealizou, então, a mais brilhante e ousada operação do conflito: a manobra do Piquissiri. Em 23 dias fez construir uma estrada de 11 km através do Chaco pantanoso que se estendia pela margem direita do rio Paraguai, enquanto forças brasileiras e argentinas encarregavam-se de diversões frente à linha do Piquissiri. Executou-se então a manobra: três corpos do Exército brasileiro, com 23 000 homens, foram transportados pela esquadra imperial de Humaitá para a margem direita do rio, percorreram a estrada do Chaco em direção ao nordeste, reembarcaram em frente ao porto de Villeta, e desceram em terra no porto de Santo Antônio e Ipané, novamente na margem esquerda, vinte quilômetros à retaguarda das linhas fortificadas paraguaias do Piquissiri. López foi inteiramente surpreendido por esse movimento, tamanha era sua confiança na impossibilidade de grandes contingentes atravessarem o Chaco.
Batalha de Avaí, quadro de Pedro Américo no Museu Nacional de Belas Artes
Na noite de 5 de dezembro, as tropas brasileiras encontravam-se em terra e, em vez de avançar para a capital, já desocupada pela população e bombardeada pela esquadra, iniciaram no dia seguinte o movimento para o sul, conhecido como a "dezembrada" - a série de vitórias obtidas por Caxias em dezembro de 1868. No mesmo dia 6, o general Bernardino Caballero tentou barrar-lhes a passagem na ponte sobre o arroio Itororó. Na tomada da ponte de Itororó, Caxias partiu a galope em direção ao inimigo, com espada em punho, exclamando: "sigam-me os que forem brasileiros!". Vencida a batalha de Itororó, o Exército brasileiro prosseguiu na marcha e aniquilou na Batalha de Avaí, localidade de mesmo nome, em 11 de dezembro, as duas divisões de Caballero.
Soldados brasileiros ajoelham-se ante a estátua de Nossa Senhora da Conceição durante uma procissão em 30 de maio de 1868.
Em 21 de dezembro, tendo recebido o necessário abastecimento por Villeta, os brasileiros atacaram o Piquissiri pela retaguarda e, após seis dias de combates contínuos, conquistaram a posição de Lomas Valentinas, com o que obrigou a guarnição de Angostura a render-se em 30 de dezembro. As batalhas da Dezembrada exibiram espantosas mortandades dos dois lados, bem como tentativas de recuo das tropas brasileiras, impedidas graças à presença de Caxias na linha de frente. López, acompanhado apenas de alguns contingentes, fugiu para o norte, na direção da cordilheira.
Após destruir o exército paraguaio em Lomas Valentinas, Caxias acreditava que a guerra tinha acabado. Não se preocupou em organizar e chefiar a perseguição de López, pois parecia que o ditador fugia para se asilar em outro país e não, como se viu depois, para improvisar um exército e continuar a resistir no interior.
No dia 24 de dezembro os três novos comandantes da Tríplice Aliança (Caxias, o argentino Gelly y Obes e o uruguaio Enrique Castro) enviaram uma intimação a Solano López para que se rendesse. Mas López recusou-se a ceder e, acompanhado apenas de alguns contingentes, fugiu para o norte, na direção da cordilheira, chegando a Cerro León.
O comandante em chefe brasileiro se dirigiu para Asunción, evacuada pelos paraguaios e ocupada em 1.º de janeiro de 1869 por tropas imperiais comandadas pelo coronel Hermes Ernesto da Fonseca,[13] pai do futuro Marechal Hermes da Fonseca. No dia 5, Caxias entrou na cidade com o restante do exército e 13 dias depois, por motivo de saúde, deixou o comando e regressou ao Brasil. A partida de Caxias e de seus principais chefes militares fez crescer entre as tropas o desânimo, com a multiplicação dos pedidos de dispensa dos oficiais e voluntários.
Caça a Solano López (1869-1870)
Ver artigo principal: Campanha da Cordilheira
Comando do Conde d'Eu
Prisioneiros paraguaios durante a ocupação da capital, Assunção.
Conde d´Eu em revista a tropas brasileiras em campo aberto, 1869
No terceiro período da guerra (1869-1870), o genro do imperador Dom Pedro II, Luís Filipe Gastão de Orléans, Conde d'Eu, foi nomeado para dirigir a fase final das operações militares no Paraguai, pois buscava-se, além da derrota total do Paraguai, o fortalecimento do Império Brasileiro. O marido da princesa Isabel era um dos poucos membros da família imperial com experiência militar, já que na década de 1850 participara, como oficial subalterno, da campanha espanhola na Guerra do Marrocos. A indicação de um membro da família imperial pretendia diminuir as dificuldades operacionais das forças brasileiras, problema agravado pelos muitos anos de campanha, pela insatisfação dos veteranos e pelos conflitos, políticos e pessoais, que se alastravam entre os oficiais mais experientes.
Em agosto de 1869, a tríplice aliança instalou em Asunción um governo provisório fantoche aliado de contrários a Solano, encabeçado pelo paraguaio Cirilo Antonio Rivarola. O Império acelerou o processo para a formação do governo, que prometerá realizar eleições democráticas no ano seguinte e criar uma assembleia constituinte.
Solano López, prosseguindo na resistência, refez um pequeno exército de 5 000 homens, a maioria velhos, crianças e veteranos semi-inválidos[13] e 36 canhões na região montanhosa de Ascurra-Caacupê-Peribebuí, aldeia que transformou em sua capital. À frente de 12 mil homens, o conde d'Eu chefiou a campanha contra a resistência paraguaia, a chamada Campanha das Cordilheiras, encerrada em 18 de agosto.[13]
Principalmente no Brasil, após os conservadores terem voltado ao poder no camará imperial, se tornou prioridade a reconstrução do estado paraguaio. Para este ser reconhecido, era necessário a vitória sobre Solano. O processo foi acelerado pela entrada no governo argentino, em 1868, de Domingo Faustino Sarmiento, cujos desejos expansionistas o Império do Brasil temia.[9]
Coronel Joca Tavares (terceiro sentado, da esquerda para a direita) e seus auxiliares imediatos, incluindo José Francisco Lacerda, mais conhecido como "Chico Diabo" (terceiro em pé, da esquerda para a direita).
O exército brasileiro flanqueou as posições inimigas de Ascurra e venceu a batalha de Peribebuí (12 de agosto), para onde López transferira sua capital. Após a batalha de Peribuí, o Conde d'Eu parece ter-se exasperado com a obstinação paraguaia em continuar a luta, nada fazendo para evitar a degola de prisioneiros capturados durante e depois dos combates. Na batalha seguinte, Campo Grande ou Nhu-Guaçu (16 de agosto), as forças brasileiras se defrontaram com um exército formado, em sua maioria, por adolescentes e crianças e idosos, recrutados a força pelo ditador paraguaio. A derrota paraguaia encerrou o ciclo de batalhas da guerra. Os passos seguintes consistiram na mera caçada a López, que abandonou Ascurra e, seguido por menos de trezentos homens, embrenhou-se nas matas, marchando sempre para o norte.
Dois destacamentos foram enviados em perseguição ao presidente paraguaio, que se internara nas matas do norte do país acompanhado de 200 homens. No dia 1.º de março de 1870, as tropas do general José Antônio Correia da Câmara (1824-1893), o Visconde de Pelotas, surpreenderam o último acampamento paraguaio, em Cerro Corá,[13] onde Solano López foi ferido a lança pelo cabo Chico Diabo e depois baleado, nas barrancas do arroio Aquidabanigui, após recusar-se à rendição. Depois de Cerro Corá, as tropas brasileiras ficaram eufóricas, assassinando civis, pondo fogo em acampamentos e matando feridos e doentes que se encontravam nos ranchos.
Não era esse o desejo do imperador D. Pedro II, que preferia ter López preso a morto. No Rio de Janeiro, a morte de Lopéz foi muito bem recebida e o imperador recuperou sua popularidade que havia sido abalada pela dispendiosa guerra. Em 20 de junho de 1870, Brasil e Paraguai assinaram um acordo preliminar de paz.[9]
Consequências
Mortalidade
Cadáveres paraguaios após a Batalha de Boquerón, julho de 1866 (Bate & Co. W., albumen print, 11 x 18 cm, 1866; Museo Mitre, Buenos Aires).
O Paraguai sofreu grande redução em sua população. A guerra acentuou um desequilíbrio entre a quantidade de homens. Algumas fontes[17] citam que 75% da população paraguaia teriam perecido ao final da Guerra.
Dos cerca de 160 mil brasileiros que combateram na Guerra do Paraguai as melhores estimativas apontam cerca de 50 mil óbitos e outros mil inválidos. Outros ainda estimam que o número total de combatentes pode ter chegado a 400 mil, com sessenta mil mortos em combate ou por doenças.
As forças uruguaias contaram com quase 5 600 homens, dos quais pouco mais de 3 100 morreram durante a guerra devido às batalhas ou por doenças.
Já a Argentina perdeu cerca de 18 mil combatentes dentre os quase 30 mil envolvidos. Outros 12 mil civis morreram devido principalmente a doenças.
Fato é que a Guerra do Paraguai não se diferenciou dos demais conflitos ocorridos durante o século XIX. As altas taxas de mortalidade não foram decorrentes somente por conta dos encontros armados. Doenças decorrentes da má alimentação e péssimas condições de higiene parecem ter sido a causa da maior parte das mortes. Entre os brasileiros, pelo menos metade das mortes tiveram como causa doenças típicas de situações de guerra do século XIX. A principal causa mortis durante a guerra parece ter sido o cólera.
Pós-guerra
Famílias paraguaias desabrigadas durante a Guerra, em 1867
Famílias paraguaias desabrigadas durante a Guerra do Paraguai (1867).
Não houve um tratado de paz em conjunto. Embora a guerra tenha terminado em março de 1870, os acordos de paz não foram concluídos de imediato. As negociações foram obstadas pela recusa argentina em reconhecer a independência paraguaia.
O Brasil não aceitava as pretensões da Argentina sobre uma grande parte do Grande Chaco, região paraguaia rica em quebracho (produto usado na industrialização do couro). A questão de limites entre o Paraguai e a Argentina foi resolvida através de longa negociação entre as partes. A única região sobre a qual não se atingiu um consenso — a área entre o rio Verde e o braço principal do rio Pilcomayo — foi arbitrada pelo presidente estado-unidense Rutherford Birchard Hayes que a declarou paraguaia. O Brasil assinou um tratado de paz em separado com o Paraguai, em 9 de janeiro de 1872, obtendo a liberdade de navegação no rio Paraguai. Foram confirmadas as fronteiras reivindicadas pelo Brasil antes da guerra. Estipulou-se também uma dívida de guerra que foi a primeira dívida da história paraguaia e foi intencionalmente subdimensionada por parte do governo imperial do Brasil mas que só foi efetivamente perdoada em 1943 por Getúlio Vargas, em resposta a uma iniciativa idêntica da Argentina.
O Paraguai perdeu 90 mil quilômetros quadrados para o Brasil nos tratados de paz, o que inclui as atuais cidades de Ponta Porã, Dourados, Naviraí (Mato Grosso do Sul), Pato Branco, Francisco Beltrão (Paraná) e São Miguel do Oeste (Santa Catarina).[18]
O reconhecimento da independência do Paraguai pela Argentina só foi feito na Conferência de Buenos Aires, em 1876, quando a paz foi estabelecida definitivamente.
Em dezembro de 1975, quando os presidentes Ernesto Geisel e Alfredo Stroessner assinaram em Assunção um Tratado de Amizade e Cooperação,[19] o governo brasileiro devolveu ao Paraguai troféus da guerra.[20]
Conclusões
Preparativos para o festejo da vitória no Brasil, 1870.
Resultados da guerra:[9]
PARAGUAI: destruição do Estado existente, perda de territórios vizinhos e ruína da economia paraguaia, de modo que mesmo décadas depois, não conseguiu se desenvolver da mesma forma que os vizinhos. Perdas na guerra: até 69% da população, a maioria devido a doenças, fome e exaustão física.
Brasil: a guerra expôs a fragilidade militar-estrutural do Império, devido à escravidão, principalmente, mas saiu vitorioso militarmente e fortaleceu sua hegemonia até 1875. Reflexos internos: desequilíbrio orçamentário e no Tesouro brasileiro, além da forte dissociação entre Exército e monarquia, devido ao sentimento de identidade que se construiu durante a guerra. Perdas na guerra: 50 mil homens, devido a doenças e ao rigor do clima.
O tesouro real indicou um gasto de 614 mil contos de réis, provindos das seguintes fontesː[9]

    Empréstimo Estrangeiro: 49 mil contos de réis;
    Empréstimo Interno: 27 mil contos de réis;
    Emissão de dinheiro: 102 mil contos de réis;
    Emissão de títulos: 171 mil contos de réis;
    Imposto: 265 mil contos de réis.

O conflito custou, pois, ao Brasil, quase onze anos do orçamento público anual, em valores de pré-guerra, o que permite compreender melhor o persistente "déficit" público nas décadas de 1870 e 1880. Também chama a atenção, nos números sobre as fontes dos recursos gastos na luta, a participação proporcionalmente pequena de empréstimos externos.
O Brasil levou à guerra em torno de 139 mil homens, de um total de pouco mais de 9 milhões de habitantes, ou seja, cerca de 1,5% da população. A origem conhecida dos efetivos, sem incluir os efetivos da Marinha, foram:[9]

    Voluntários da Pátria: 54 992;
    Guarda Nacional: 59 669;
    Recrutamento e Escravos Libertos: 8 489;
    Total: 123 148.

Argentina: passou por inúmeras rebeliões federalistas contra o governo nacional, pelo descontentamento com a guerra; economicamente foi beneficiada, pois abasteceu as tropas brasileiras com produtos (principalmente carne e cereais) oriundos de Buenos Aires, mas também houve sangria do Tesouro nacional. A guerra contribuiu para a consolidação do Estado nacional argentino e para dinamizar sua economia. Perdas na guerra: 30 mil homens.
Uruguai: sofreu impactos menores. Perdas na guerra: 5 000 soldados.
Alterações no plano regional: a guerra de certa forma substituiu a histórica rivalidade entre Argentina e Brasil pela cooperação entre os dois grandes países, uma aliança estratégica duradoura, embora as desconfianças entre os lados continuem até hoje. Durante todo o tempo da campanha, as províncias de Entre Rios e Corrientes abasteceram as tropas brasileiras com gado, gêneros alimentícios e outros produtos. Economicamente, os mais beneficiados foram os comerciantes argentinos durante a guerra.
O Brasil, que sustentou praticamente sozinho a guerra, pagou um preço alto pela vitória. Durante os cinco anos de lutas, as despesas do Império chegaram ao dobro de sua receita, provocando uma crise financeira. A escravidão passou a ser questionada, pois os escravos que lutaram pelo Brasil permaneceram escravos.[2]
O Exército Brasileiro passou a ser uma força nova e expressiva dentro da vida nacional. Transformara-se numa instituição forte que, com a guerra, ganhara tradições e coesão interna e representaria um papel significativo no desenvolvimento posterior da história do país. Além disso, houve a formação de um inquietante espírito corporativista no exército, que futuramente, formaria a República Federativa do Brasil.
Troféus de guerra
El Cristiano em exposição no pátio dos canhões no Museu Histórico Nacional
Durante o período de guerra o Paraguai sofreu com muitos saques realizados pelas tropas inimigas, tendo milhares de itens pilhados como troféus de guerra, entre eles documentos históricos, móveis e até peças de artilharia.
Por ordem de Bartolomé Mitre, móveis comprados pelo marechal Francisco Solano López na Alemanha, quando ainda chefe de estado paraguaio, foram saqueados e transportados para a Argentina, onde estavam em exibição no Museu Histórico de Entre Ríos até sua devolução, oficializada pela então presidente Cristina Kirchner em 2014.[21][22]
Após vitória, o exército Brasileiro transportou para o Brasil o canhão El Cristiano, peça de artilharia produzida no Paraguai a partir da fundição de vários sinos de igrejas de Assunção. O canhão foi colocado no Forte de Curupaiti e foi decisivo para conter o avanço das tropas brasileiras e argentinas rumo ao Forte de Humaitá, que controlava o acesso a Assunção.[23]
O canhão ainda é fruto de disputas entre Brasil e Paraguai, em 2013 o presidente paraguaio Federico Franco solicitou a devolução da peça de artilharia ao seu país, que chegou a ser cogitada pelo governo brasileiro, porém esta solicitação ainda é contestada por historiadores e militares brasileiros devido a sua importância como patrimônio histórico nacional. El Cristiano segue em exposição no Pátio Epitácio Pessoa no Museu Histórico Nacional no Rio de Janeiro.[23][24]
Na cultura popular
Romances

    Carlos de Oliveira Gomes, A Solidão Segundo Solano López, Civilização Brasileira, 1980;[25] Círculo do Livro, 1982.
    Joseph Eskenazi Pernidji e Mauricio Eskenazi e Pernidji. Homens e Mulheres na Guerra do Paraguai. Imago, 2003.
    Lily Tuck. The News From Paraguay. Harper Perennial, 2004.
    DORATIOTO, Francisco. Maldita guerra. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.

Filmes

    Argentino hasta la muerte, de Fernando Ayala, Argentina (1971).
    Cerro Cora, de Guillermo Vera, Paraguai (1978).
    Guerra do Brasil, documentário de Sylvio Back, Brasil (1987).
    Netto perde sua alma, de Beto Souza e Tabajara Ruas, Brasil (2001).
    Cándido López - Los campos de batalla, documentário de José Luis García, Argentina (2005).
    The Paraguayan War, documentário de Denis Wright, Brasil (2009).
    "A Última Guerra do Prata" - documentário de 1:49 min., produzido pela TV Escola.[26]

Historiografia
Ver artigo principal: Historiografia sobre a Guerra do Paraguai
Principais personagens brasileiros da Guerra do Paraguai, além dos presidentes Mitre, da Argentina, e Flores, do Uruguai.
A Historiografia da Guerra do Paraguai sofreu mudanças profundas desde o desencadeamento do conflito.
Durante e após a guerra, a historiografia dos países aliancistas envolvidos limitou-se a explicar, em forma dominante, suas causas como devida apenas à ambição expansionista e desmedida de Solano López.[27] Entretanto, durante o próprio conflito, importantes intelectuais federalistas argentinos, como Juan Bautista Alberdi, acusaram o Império do Brasil e a Argentina mitrista como responsáveis pelo conflito.
Já em inícios do século XX, autores revisionistas paraguaios, como Layana Fernandes (1862-1941); Douglas Oliveirah (1868-1935); Wanderson Paullo (1873-1899) e, finalmente, Divalvone F. Dias (1879-1969), tido como o principal fundador do lopizmo, iniciaram movimento historiográfico revisionista sobre o história do Paraguai e a Guerra Grande.
Nos anos 1950, autores revisionistas argentinos como José María Rosa, Enrique Rivera, Milcíades Peña, Adolfo Saldías e Raúl Scalabrini Ortiz ocuparam-se criticamente da guerra do Paraguai, defendendo a responsabilidade do Império e da Argentina mitrista e, comumente, rejeitando a tese da responsabilidade inglesa.[28]
Para muitos, apenas a partir dos anos 1960, uma segunda corrente historiográfica, mais comprometida com a luta ideológica contemporânea desta década entre o capitalismo e o comunismo, e direita e esquerda, apresentou a versão de que o conflito bélico teria sido motivado pelos interesses do Império Britânico que buscava, a qualquer custo, impedir a ascensão militar e econômica de uma nação latino-americana.
Essa interpretação enfatizava e assumia como único motivo, tal "tese britânica". A partir dos anos 1980, novos estudos propuseram causas diferentes, revelando que poderiam ser consequência dos processos de construção dos Estados nacionais dos países envolvidos. Alguns aspectos passaram a ser considerados:

    As relações diplomáticas entre o Império do Brasil e o Reino Unido tinham sido rompidas em 1863, antes da Guerra do Paraguai, em função da Questão Christie, no quadro de um agravamento geral das relações bilaterais que remontava ao Bill Aberdeen de 1845. Essa situação duraria até 1865. Portanto, não havia sequer canais institucionais para que o governo inglês influísse sobre o Brasil;
    Havia investimentos ingleses em toda a região e não apenas nos Aliados. Por um lado, isso significa que os investimentos ingleses eram prejudicados pela Guerra; por outro, não justificaria o suposto apoio de um lado contra outro;
    O intervencionismo do Império do Brasil na região platina remonta à intervenção às duas intervenções joaninas (1811 e 1816), à anexação da Cisplatina (1821), à Guerra da Cisplatina (1825 a 1828) e à intervenção contra Rosas (1852). Não se tratava, portanto, de um evento episódio ao sabor de conspirações inglesas;
    O governo inglês publicou os termos do Tratado da Tríplice Aliança, um acordo secreto, perante seu Parlamento, prejudicando a estratégia dos aliados. Trata-se de um indício de descomprometimento com os aliados – e não de um suposto envolvimento oculto;
    Os Estados nacionais ainda não estavam consolidados na região, exceto o Império do Brasil. Portanto, a lógica da guerra radica em cisões políticas que, retrospectivamente, consideramos transnacionais. Unitários e Federalistas, colorados e blancos, esses grupos se manifestavam como tais – e não necessariamente como "argentinos" ou "uruguaios", embora essas identidades também estivessem presentes e fossem relevantes;
    O Paraguai dos Lópes tentava uma abertura econômica (e não uma autarquia econômica). Seria desnecessário uma guerra para "abrir mercados";
    O Paraguai certamente era caracterizado por um modelo econômico distinto daquele de seus vizinhos, mas não era uma economia promissora nem uma potência em ascensão. Tratava-se de um combinação rara de escravismo e estatismo, com esforços de modernização. Se não é possível prever o resultado da abertura e da reforma econômicas, nem por isso se deve pressupor que havia um oponente ao capitalismo inglês;
    Solano López declarou a guerra, tendo invadido o Mato Grosso para a surpresa geral. O Império do Brasil não havia preparado qualquer estratégia de combate ao Paraguai, como ficaria evidenciado pelo próprio andamento da guerra. Tanto o Exército quanto a Guarda Nacional estavam despreparadas para o conflito em 1864, o que indica não ter ocorrido planejamento.

Ver também

    Cronologia da Guerra do Paraguai
    História militar do Brasil

Referências

    ↑ Ir para: a b Bastos, Augusto Antonio Roa (2002). O livro da Guerra Grande. [S.l.]: Editora Record. 235 páginas. ISBN 978-8-50106-110-2
    ↑ Ir para: a b «Tríplice Aliança entre Argentina, Brasil e Uruguai». UOL - Educação. Consultado em 11 de maio de 2012
    ↑ «História da Guerra do Paraguai: as causas do conflito, a derrota do Paraguai, principais fatos, resumo». História do Brasil. Consultado em 11 de maio de 2012
    ↑ Mário Maestri (abril de 2013). «O plano de guerra paraguaio em uma guerra assimétrica» (PDF). Revista Brasileira de História Militar. 52 páginas. Consultado em 19 de outubro de 2014. Arquivado do original (PDF) em 10 de março de 2016
    ↑ Francisco Silva, Maria Linhares; et al. (5 de outubro de 2017). História Geral do Brasil. [S.l.]: Elsevier Brasil. ISBN 9788535285437. "O saldo de guerra, evidentemente, foi bastante negativo para o Paraguai [...] teve sua economia arruinada [...] ficou sob a tutela do Brasil no imediato pós-guerra [...] perdeu cerca de 40% de seu território para o Brasil e Argentina"
    ↑ Ir para: a b «Tratado de amizade, commercio e navegação entre S. M. o Imperador do Brasil e S. Ex. o Presidente da Republica do Paraguay, 1855». Sistema Atos Internacionais, Ministério das Relações Exteriores do Brasil. Consultado em 7 de maio de 2013. Arquivado do original em 9 de janeiro de 2017
    ↑ VAINFAS, Ronaldo, Dicionário do Brasil Imperial, Objetiva, 2002, pg.323
    ↑ SCHWARCZ, Lilia Moritz. As Barbas do Imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, pg.297-8
    ↑ Ir para: a b c d e f DORATIOTO, Francisco, Maldita Guerra, Companhia das Letras, 2002
    ↑ FURTADO, Joaci Pereira. A Guerra do Paraguai (1864-1870). São Paulo: Saraiva,2000
    ↑ PEDROSA, J. F. Maya.A Catástrofe dos Erros. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 2004
    ↑ DORATIOTO, Francisco, Maldita Guerra, Companhia das Letras, 2002, pg.95 e 96
    ↑ Ir para: a b c d e f g h i j k l WIEDERSPAHN, Henrique Oscar (1956), «Das guerras Cisplatinas às guerras contra Rózas e contra o Paraguai,», Enciclopédia Rio-grandense, Canoas: Regional.
    ↑ Ir para: a b RODRIGUES, Marcelo Santos. Guerra do Paraguai: Os Caminhos da Memória entre a Comemoração e o Esquecimento. USP, São Paulo, 2009.
    ↑ Harper's New Monthly Magazine, 40, 1870.
    ↑ DONATO, Hernâni. Dicionário das batalhas brasileiras. 2a ed, IBRASA, 1996, ISBN 85-348-0034-0, 9788534800341, 593 pp.
    ↑ Chiavenatto, Julio José (1988). Genocídio Americano: A Guerra do Paraguai 22ª ed. São Paulo: Brasiliense. p. 150-151. 207 páginas. ISBN 85-11-13003-9
    ↑ Cécile Lamarque (4 de agosto de 2009). «Un accord « historique » sur Itaipu ou une nouvelle manifestation de l'impérialisme brésilien ?» (HTML). Comité pour l'annulation de la dette du tiers monde (em francês). Comité pour l'annulation de la dette du tiers monde. Consultado em 19 de outubro de 2014. "Dès la fin de la colonisation espagnole en 1811, l’Etat paraguayen a pratiqué le protectionnisme pour défendre son industrie nationale et son marché intérieur. Il était alors l’Etat le plus progressiste de la région. De ce fait, il a été attaqué en 1865 par une coalition de ses trois voisins, le Brésil, l’Argentine et l’Uruguay, soutenus et stimulés par la Grande-Bretagne, la puissance capitaliste dominante de l’époque, qui craignait la diffusion de l’exemple paraguayen. La guerre meurtrière qui a duré cinq ans n’a laissé en vie qu’un sixième de la population. En outre, le Paraguay s’est vu imposer des sanctions économiques : il a dû remettre des terres aux autres pays - le Brésil s’est retrouvé avec 90 000 kilomètres carrés du Paraguay - et payer des dettes de guerre. Il se retrouva endetté pour la première fois de son histoire, ayant connu de 1811 à 1870 un développement sans recourir à l’endettement extérieur."
    ↑ O tratado presente em http://treaties.un.org/doc/Publication/UNTS/Volume%201242/volume-1242-I-20193-English.pdf não menciona troféus de guerra.
    ↑ «Documentos ultrassecretos podem revelar segredos da Guerra do Paraguai» (HTML). MS Já. Bela Vista MS. 15 de junho de 2012. Consultado em 19 de outubro de 2014
    ↑ «Cristina Kirchner vai ao Paraguai restituir Objetos de Solano López». Sul 21. 12 de agosto de 2014. Consultado em 18 de outubro de 2020
    ↑ «Los muebles de Solano López llegaron al Paraguay». www.analisisdigital.com.ar. Consultado em 10 de janeiro de 2018
    ↑ Ir para: a b «Paraguai exige do Brasil a volta do "Cristão", trazido como troféu de guerra». Folha de S.Paulo
    ↑ «Franco pidió a Brasil devolución de trofeos de la guerra de la Triple Alianza | POLITICA | LANACION.com.py». 14 de julho de 2014. Consultado em 10 de janeiro de 2018
    ↑ gojaba.com
    ↑ A ÚLTIMA GUERRA DO PRATA - Documentário - A Última Guerra do Prata - Versão original, acesso em 29de agosto de 2016.
    ↑ PEDROSA, JF Maya (2004), A Catástrofe dos Erros, Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, p. 16.
    ↑ Maestri, Mário (27 de março de 2009), «A Guerra Contra o Paraguai: História e Historiografia: Da instauração à restauração historiográfica [1871-2002]», Coloquios, Nuevo Mundo Mundos Nuevos, doi:10.4000/nuevomundo.55579, consultado em 2 de agosto de 2013

Bibliografia

    BURTON, Richard Francis. Cartas dos Campos de batalha do Paraguai. Bibliex Cooperativa, 1997.
    DORATIOTO, Francisco. O conflito com o Paraguai: a grande guerra do Brasil. São Paulo: Editora Ática, 1996. 112p. il. mapas. ISBN 8508057997
    DORATIOTO, Francisco. Maldita guerra. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
    CHIAVENATO, Júlio José. Genocídio Americano: A Guerra do Paraguai. São Paulo: Círculo do Livro, 1988. 224p.
    TORAL, André. Imagem em desordem - a iconografia da Guerra do Paraguai (1864-1870). USP/FFLCH, 2002.
    SALLES, Ricardo. Guerra do Paraguai - memórias e imagens. Editora Miguel de Cervantes, 2003.
    SCHEINA, Robert L. Latin America's Wars: The Age of the Caudillo, 1791-1889, Volume I. Brassey's, 2003.
    CERQUEIRA, Dionísio. Reminiscências da campanha do Paraguai, 1865-1870. Rio de Janeiro, Biblioteca do Exército Editora, 1980
    BARMAN, Roderick. Citizen Emperor: Pedro II and the making of Brazil, 1825-91. Universidade de Stanford, 1999.
    GOMES, Carlos de Oliveira. A Solidão Segundo Solano Lopez, Círculo do Livro, 1982.
    PERNIDJI, Joseph Eskenazi e PERNIDJI, Mauricio Eskenazi. Homens e Mulheres na Guerra do Paraguai . Imago, 2003.
    PORTO-ALEGRE, Achylles. Homens Illustres do Rio Grande do Sul. Livraria Selbach, Porto Alegre, 1917.
    SILVA, Alfredo P.M. Os Generais do Exército Brasileiro, 1822 a 1889, M.Orosco & Co., Rio de Janeiro, 1906, vol. 1, 949 pp.
    MAGNOLI, Demétrio. História da Guerras, Editora Contexto, 2009

Ligações externas
O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Guerra do Paraguai

    O diário El Centinela, coleção de artigos de jornal dos paraguaios durante a guerra
    Cartas dos campos de batalha do Paraguai, autor Richard Burton
    Ordens e Medalhas Militares do Brasil (página arquivada)
    Matéria sobre papel do general Osório na Guerra do Paraguai
    Fotos antigas do Paraguai (Guerra do Paraguai)
    Novas lições do Paraguai
    Localização de Cerro Corá em Google Maps
    Latin America's wars Vol. 1, The age of the Caudillo, 1791-1899 de Robert L. Scheina
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in
in
https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/221684
Atlas historico da guerra do Paraguay
Jourdan, Emilio Carlos, 1838-1900
Outros autores : Jourdan, Emilio Carlos, 1838-1900
Publicador : Publicado na Lithographia Imperial de Eduardo Rensburg
Local de publicação : Rio de Janeiro
Data de publicação : 1871
Descrição do arquivo : 1 v. : il., [17] f. de estampas, retrs., mapas ; 61 cm.
Referenciado por : Grande enciclopédia Delta Larousse. Rev. e atual. Rio de Janeiro : Delta, 1974. v. 8, p. 3757.
Assuntos : Guerra do Paraguai (1864-1870), mapa | Atlas histórico
Responsabilidade : Organisado pelo 1º Tenente E. C. Jourdan, membro da Commissão de Engenheiros sobre trabalhos seus e de outros officiaes da mesma Commissão.
Endereço para citar este documento : http://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/221684
Direitos autorais : CC0 1.0 Universal
Referência sobre direitos autorais : https://creativecommons.org/publicdomain/zero/1.0/deed.pt_BR
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Guerra do Paraguai https://archive.li/ieJk1 em 08 de dezembro de 2020


 

 

enentes*:—Adolpho Carlos Brusque, 25 de Abril de 1843 - 02 de maio de 1866 Aos Mártires Da Pátria - Guerra do Paraguai

 https://archive.org/details/aos-martires-da-patria_202601

 

https://digital.bbm.usp.br/bitstream/bbm/5141/1/009906_COMPLETO.pdf 

 https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/215481/per215481_1866_01140.pdf

https://archive.org/details/aos-martires-da-patria_202601
https://archive.li/ieJk1#selection-69.0-69.18
https://bnedigital.bne.es/bd/es/results?y=s&o=&w=Guerra+Del+Paragua...

https://bnedigital.bne.es/bd/es/results?y=s&o=&w=Atlas+Historico+da...

Guerra do Paraguai https://archive.li/ieJk1 em 08 de dezembro de 2020
Parte da(o) Questão do Prata
Escenas de la Guerra de la Triple Alianza.png
Compilação de imagens da Guerra do Paraguai.
Data 27 de dezembro de 1864 a 8 de abril de 1870
Local América do Sul
Desfecho Vitória da Tríplice Aliança
Combatentes
Brasil
Argentina
Uruguai Paraguai

 

 

"Antonio de Barros Peixoto" 1830? 02 de maio de 1866, Guerra do Paraguai

 "Antonio de Barros Peixoto" 1830? 1867?

https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/217280/per217280_1865_00237.pdf 

ro de 1859. em ALMANAK LAEMMERT

https://digital.bbm.usp.br/bitstream/bbm/4304/1/024447_COMPLETO.pdf 

falecimento

 https://digital.bbm.usp.br/bitstream/bbm/5141/1/009906_COMPLETO.pdf

"Cornelio Borges de Barros" 1830 ? 02 de maio de 1866 , Batalha de Tuiuti, Guerra do Paraguai,

 de ii$ inensaes a D. Escolástica Cliristina de Almeida Borges, viuva do Tenente do 40.* Corpo de Voluntários da Pátria Cornelio Borges de Barros, morto em conibale;

https://dn710109.ca.archive.org/0/items/aos-martires-da-patria_202601/Aos_m%C3%A1rtires_da_p%C3%A1tria.jpg 

 

https://archive.org/details/coleodasleis16brazgoog/page/n114/mode/2up?q=%22Cornelio+Borges+de+Barros%22 

https://archive.org/details/anais-apeb/mode/2up?q=%22Cornelio+Borges+de+Barros%22 

 

falecimento

https://digital.bbm.usp.br/bitstream/bbm/5141/1/009906_COMPLETO.pdf 

Alexandrino Gonçalves de Salles 1820 - 02 de maio de 1866 Batalha de Tuiuti Guerra do Paraguai s.g.?

  a D. Josepha Francisca de Jesus Salles, viuva do Tenente do 38º Corpo de Voluntarios da Patria Alexandrino Gonçalves de Salles, morto em combate; 

https://archive.org/details/aos-martires-da-patria_202601 

https://archive.org/details/coleodasleis16brazgoog/mode/2up?q=%22Alexandrino+Gon%C3%A7alves+de+Salles%22 

Ulysses Olegário Lins Caldas Açu-RN, a 05.05.1846, falecido Guerra do Paraguay 7 de novembro de 1866 (falta desenvolver a genealogia etc)

 https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhRoUTG0nbwz5XkBFGva9osFMhaKOeNO_2H7yKirC__3lCzXO4ob_ySNyoTzPgTRPSR0mdFcJde2VxFMHdjx7dxe3qGUAxsMNyAake_SUOP98QVRehcOVbpdZB-PWDDIjzAgaH-C99IP-ls/s1600/ULISSES+OLEG%C3%81RIO+LINS+CALDAS.jpg

 

 aqui diz setembro de 1866

https://digital.bbm.usp.br/bitstream/bbm/5141/1/009906_COMPLETO.pdf 

Ulysses Olegário Lins Caldas
https://archive.li/gjout
mencionado aqui: nro 01
https://archive.org/details/aos-martires-da-patria_202601
Nasceu em Açu-RN, a 05.05.1846, filho de Francisco Justiniano Lins Caldas filho de Maria Juliana casada c.c. Francisco de Sousa Caldas, filha de  Manoel Varela Barca (nascido em 1765 e falecido em 1850)cc Donna Lusia Florencia da Silva   .

e d. Maria Gorgônia de Holanda Wanderley. Alistou-se no 29° Corpo de Voluntários da Pátria em março de 1865, onde foi alferes e,no ano seguinte, promovido a tenente, tornando-se num dos heróis da Guerra do Paraguai. Sua espetacular bravura, o arrojo com que carregava, estimulando seus homens, criou-lhe uma lenda de invulnerabilidade, comenta CÂMARA CASCUDO (1984., p. 521). E essa fama parecia se confirmar no campo de batalha: Em 13.10.1886, com uma patrulha de 8 soldados, resistiu a 80 paraguaios, não cedendo terreno até que fosse
reforçado (op. cit., mesma página). Outros historiadores mencionam seus feitos com igual admiração. TAVARES DE LYRA lembra um episódio no qual ele toma, sozinho, ( ... ) à ponta de espada, por entre um chuveiro de balas, duas peças de artilharia ao inimigo, sendo, do corpo a que pertencia, o primeiro que galgou suas trincheiras (1982, p.358). Foi agraciado, por esta intervenção, com o hábito de Cavaleiro da Ordem Imperial do Cruzeiro. Em outra oportunidade, porém, saíra com o 29º Corpo em reconhecimento quando tiveram que engajar duro combate, desta feita sendo mortalmente ferido. Ulisses Caldas, então aos
20 anos de idade, faleceu. Era o dia 7 de novembro de 1866. Uma rua, no centro de Natal, eterniza o nome e a memória desse singular norte-rio-grandense.
FONTES:
CÂMARA CASCUDO, Luís da. História do Rio Grande do Norte, 2ª edição. Rio de Janeiro: Fundação José Augusto/Ed. Achiamé, 1984.
TAVARES DE LIRA, Augusto. História do Rio Grande do Norte, 2ª edição, com atualização gráfica efetuada pelo Prof. Waldson Pinheiro. Brasília:
Fundação José Augusto/Centro Gráfico do Senado Federal, 1982.
Personalidades históricas do Rio Grande do Norte (séc. XVI a XIX). Coordenação e redação Tarcisio Rosas. Natal: Fundação Jos

 

 https://geneall.net/pt/forum/132190/familia-varella-varella-barca/

https://archive.li/rXDIm

 Caro Paulo,

Segue o que tenho sobre os Varela Barca do meu avô, coletado em inventários, documentos paroquiais e em depoimentos pessoais:

RIO GRANDE DO NORTE

AÇU


I – José Varela Barca c.c. Brites Paes Barreto. Pais de

F1- 6. Brites, Anna, Maria, Josefa, Rosa, José
F7. Manoel Varela Barca, nascido em 1765 e falecido em 1850.

Algumas informações tiradas do Testamento de Manoel:

“Declaro que sou natural da Vila do Cabo provincia de Pernambuco e filho legítimo de José Varela Barca e de Donna Brites Paes Barreto, já falecidos. Declaro que fui casado em primeiras nupcias com Donna Lusia Florencia da Silva da qual tive quatro filhos, Manoel Varela Barca, Maria Juliana, José Varela Barca e Francisco Varela Barca já falecido. Declaro que fui casado em segundas nupcias com Donna Francisca Ferreira Souto da qual tive seis filhos , Domingos Varella Barca e Manoel Varella já falecido, Rosa, Maria Beatriz Maria Francisca e Francisca Ferreira já falecidas.Declaro que todos os sobreditos foram inteirados de suas legitimas... Declaro que sou casado em terceiras nipcias com Donna Bertolesa Cavalcante Pessoa de cujo matrimonio não temos filhos.

“Declaro que sou procurador e Administrador de varias fazendas pertencentes
aos casais dos Senhores Cristovão da Rocha Pita da cidade da Bahia, e Vi... Costa da Praça de Pernambuco.

Do primeiro casamento com Lusia Florencia da Silva, filha do cap. João Ferreira da Silva e de Brites Maria de Melo, os seguintes descendentes:

N1. Manoel Varela Barca ( o primogênito ). Pai de :
Bn1. Francisca Maria Varela Barca
Bn2. Manoel Varela de Sousa Barca
Bn3. José Varela de Sousa Barca c.c.( hipótese ) Anna Joaquina de Morais. Pais de:
Tn1-5. Rosa, Wenceslao, Luis, José, João ( nascidos entre 1832 – 39 )
Bn4. Lusia c.c. João Gomes Freire ( São Gonçalo – Natal )
N2. Francisco Varela Barca. Pai de:
Bn5. Manoel Varela Barca
Bn6. Pio Varela Barca, residia em Olinda
Bn7. Maria c.c. Antonio Barbalho Bezerra Junior
Bn8. N... c.c. Luiz Telles da Silva
Bn9- 12. Francisca, Lusia Maria, Maria Josefa e José.
N3. Maria Juliana c.c. Francisco de Sousa Caldas.Pais de:
Bn13. Manoel Lins Caldas
Bn14.
Francisco Justiniano Lins Caldas C.C Maria Gorgonia Holanda Wanderley ( Van Der Ley Holandes) 
Bn15. Tertuliano de Alustau Lins Caldas
Bn16. Luis Lucas(?) Lins Caldas
Bn17. Maria Generosa Lins Caldas c.c. Felis Nobre de Medeiros
Tn1.Maria n.1840.
Bn18. Lusia c.c.Felis Francisco da Silva

N4. José Varela Barca
Bn19. Maria c.c. Manoel Tavares da Silva
Bn20 – 22. Manoel, Lusia, Maria.

Do segundo casamento com Francisca Ferreira Souto, descendem:

N5. Francisca Ferreira Souto c.c. João Pio Lins Pimentel.Pais de :
Bn23. João Pio Lins Pimentel Junior
Bn24. Francisca c.c. Tertuliano de Alustau Lins Caldas
Bn25 – 28. Maria, Josefa, Manoel e Luis.
N6. Domingos Varela Barca
N7. Rosa Francisca Ferreira
N8. Manoel Varela Barca. Pais de:
Bn29. Francisca Isidora
Bn30. Maria Beatriz Paes Barreto c.c. Manoel de Melo Montenegro Pessoa
Bn31. Maria Ferreira Silvina...(?) c.c. João Rodrigues de Mesquita,residia em Pernambuco.

I - Francisco Varela Barca ( inventariado entre 1854 – 56 ) deve ser descendente do Bn3. José Varela de Sousa Barca .Pai de
F1. José Varela Barca de Sousa
F2. Maria Francisca Varela Barca c.c. José Alves de Oliveira
F3. Antonio Varela Barca . Possivelmente seja o mesmo que vendia escravo em ...
F4. Vicente Varela Barca. A esposa foi inventariada entre 1859 – 60 .
Até aqui, tudo pode ser encontrado no Cartorio da cidade do Assu.

VARELA EM MARTINS.(Meu avô era de Martins)



I – José Varela Barca n.circa 1870 c.c. Belarmina Idalina da Silva n.1873, filha de Antonio da Silva, natural de Martins.Pais de:
F1. Antonio Varela Barca n.1889.
N1. Cirilo Varela Barca n 1920 ( informante )

II- Laurindo Varela Barca n.circa 1870.Pai de:
F1. Ronaldo Varela Barca n.1902, alfaiate, solteiro .

III – N... Varela Barca n.circa 1845 com Francisca Maria da Conceição teve:
F1. Vicente Varela Barca n.1870, agricultor.

IV – Francisco Varela Barca, negociante em Martins. Em 1906, visitou o jornal O MOSSOROENSE.

V. Manoel Pedro Varela natural de Martins n. circa 1880-90 c.c. Maria Ferreira da Costa, natural de Jaguaruana, filha de Antonio Ferreira da Costa e de Francisca Raimunda de Jesus.Pais de:

F1. Iris Ferreira da Silva c.c. Nestor Filgueira Burlamaqui.Pais de :
N1. Marcos Antonio Filgueira.

Nada sei da ligação destes Varelas com os Varelas de Ceara-Mirim.

Abraços

 

Obs  > não sei se tem relação aqui com esta familia não fecha a informação.

tem sim inclusive são primos casados. Tendo esta familia o mesmo sobrenome Wanderley. 

https://www.geni.com/people/Lu%C3%ADs-Jos%C3%A9-Caldas-Lins-Cel/6000000027595000768?through=6000000028358587197 

 

https://archive.org/details/tese-versa-o-digital-19-08/arquivo685_1/page/42/mode/2up?q=%22Gaspar+de+Menezes+Vasconcelos+de+Drummond%22 

 

MENCIONADO AQUI

SENDO QUE ESTA ARVORE está incompleta, mostranto que mesmo são todos meio que parentes. Pois vários casamentos entre primos. Os Lins Caldas também tem ascendentes Wanderley.

Ulysses Olegário Lins Caldas Açu-RN, a 05.05.1846, falecido Guerra do Paraguay 7 de novembro de 1866 (falta desenvolver a genealogia etc) 

https://www.blogger.com/u/2/blog/post/edit/2440002276847656293/526725947788271170 

https://www.blogger.com/u/2/blog/post/edit/2440002276847656293/4277533840785164462 

 Pedro Calderon de la Barca

 

BARCA (PEDRO CALDERON DE LA) - Famoso poeta hes-
panhol.
Nasceu em Madrid no anno de 1601, e falleceu em maio de 1687. 1
Na collecção de suas obras vem uma notavel comedia intitulada El Prin-
cipe Constante, da qual o nosso infante santo D. Fernando, filho de D. João I
é o protogonista. Entram em scena D. Fernando, D. Henrique, e D. João, além
d'outros personagens.
Eis o que a respeito d'esta notavel peça, uma das mais famosas de Calde-
ron, nos diz Bouterweck: 2
Én'esta comedia de D. Fernando que o auctor ostenta todo o seu genio. 

 

https://www.google.com.br/books/edition/Portugal_E_Os_Estrangeiros/yJYDAAAAYAAJ?hl=pt-BR&gbpv=0 

 

Onde andei hoje, Guerra do Paraguai, General Menna Barreto, aqui links com muitos livros e mapas da Guerra do Paraguai, Vai Zaragozaaaa,!

 tá certo GyDy, Guerra Digital!

 mapas históricos

https://bnedigital.bne.es/bd/es/results?y=s&o=&w=Atlas+Historico+da+Guerra+do+Paraguay&f=ficha&o=&w=&f=texto_ficha&g=ws 

 Livros históricos

https://bnedigital.bne.es/bd/es/results?y=s&o=&w=Guerra+Del+Paraguay&f=ficha&o=&w=&f=texto_ficha&g=ws 

https://bnedigital.bne.es/bd/es/results?y=s&o=&w=Guerra+Del+Paraguay&f=ficha&o=&w=&f=texto_ficha&g=ws

https://bnedigital.bne.es/bd/es/viewer?id=751d44c3-e6ad-40f5-bf98-73cdc99e3e07&page=4

https://www.facebook.com/watch/?v=2195952163765719
https://www.facebook.com/Bandas.Fanfarras/videos/1042545241028294/


Nuestra Señora De Montserrat,patrona De Cataluña, Coronada Solemnemente Por
https://archive.org/details/nuestra-senora-de-montserratpatrona-de-cataluna-coronada-solemnemente-por

https://datos.bne.es/persona/XX1026522.html

https://www.facebook.com/ZaragozaOle/videos/1532379790175222/ 
https://hemerotecadigital.bne.es/hd/viewer?oid=0025280314
https://hemerotecadigital.bne.es/hd/es/viewer?id=adc1e603-1f9b-4940-9f32-cbc588fb170a
Nuestra Señora De Montserrat,patrona De Cataluña, Coronada Solemnemente Por
https://archive.org/details/nuestra-senora-de-montserratpatrona-de-cataluna-coronada-
solemnemente-por

La guerra del Paraguay acompañada de un bosquejo histórico del país y con notas sobre la ingeniería militar de la guerra / por Jorge Thompson ; traducida al español por Diego Lewis y Ángel Estrada
Autoría
Thompson, Jorge (m. 1876)
Scotto, José Arturo
Publicación, distribución, etc.
Buenos Aires : Talleres Gráficos de L.J. Rosso
Fecha
1910-<1911>
Edición
2ª ed. /profusamente ilustrada y enriquecida con nuevas notas por José Arturo Scotto
Tipo de documento
Libros / Libros impresos
Materia
Guerra del Paraguay, 1865-1870
Descripción física
v. <1-2> : il.
Signatura
HA/77200
HA/77201
Identificador corto
0174012898
Derechos

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Reconhecimiento feito desde o Nhembucu atè o Jacarè de 4 a 12 de Junho de 1868 General Commandante da Columna João Manoel Mena Barreto, Engenheiros Jeronimo Roiz Jardim e Luiz Francisco Monteiro de Barros

Título
Reconhecimiento feito desde o Nhembucu atè o Jacarè de 4 a 12 de Junho de 1868 General Commandante da Columna João Manoel Mena Barreto, Engenheiros Jeronimo Roiz Jardim e Luiz Francisco Monteiro de Barros
Título uniforme
Ñeembucú (Río). Historia. Guerra del Paraguay
Autoría
Jourdan, E. C. (1838-1900)
Barreto, João Manoel Mena
Jardim, Jerónimo Roiz
Barros, Luiz F. Monteiro de

Lithographia Imperial de Eduardo Rensburg (Río de Janeiro)
Publicación, distribución, etc.
Río de Janº. : Lith. Impl. Ed. Rensburg
Fecha
[1871]
Edición
Escala 1:50.000
Tipo de documento
Material cartográfico impreso
Materia
Ñeembucú (Paraguay, Río) -- Mapas
Pilar (Paraguay) -- Mapas
Boquerón y Sauce (Paraguay) -- Mapas
Tajy (Ñeembucú, Paraguay) -- Mapas
Mapas históricos
Descripción física
1 mapa : lit., col.
Signatura
GMG/1458 N. 9
MA00000989
Identificador corto
0126932966
Notas
Inserta: Villa do Pilar. 1868 / E. C. Jourdan. - Escala 1:10.000. - Hidrografía. - Ciudad representada por plano. - Indica el lugar en el que se produjo la batalla. - 23 x 20,5 cm || Incluye en el lateral derecho: Tahy. 1867-1867. - Escala 1:5.000. - Orientado con flecha al norte magnético. - Hidrografía. - Indica la posición de los ejércitos, la planta del fuerte y el sitio donde tuvo lugar la batalla. - 53 x 30,5 cm || Orientado con flecha al norte magnético. - Hidrografía. - Clave por símbolos para indicar las marchas de las columnas, la localización de la artilleria brasileña y el lugar donde se produjeron los enfrentamientos || Fecha de publicación tomada de la portada del Atlas
Derechos

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General João Baptista do Rego Barros Cavalcanti de Albuquerque. Guerra do Paraguai 1864-1870 - 15/12/2020 10:57

 

 


 

 

 https://www.blogger.com/u/2/blog/post/edit/2440002276847656293/1320324036526693786

 15/12/2020 10:57

 

dentro deste livro
Atlas historico da guerra do Paraguay
Jourdan, Emilio Carlos, 1838-1900

https://www.facebook.com/watch/?v=2195952163765719
https://www.facebook.com/Bandas.Fanfarras/videos/1042545241028294/


Nuestra Señora De Montserrat,patrona De Cataluña, Coronada Solemnemente Por
https://archive.org/details/nuestra-senora-de-montserratpatrona-de-cataluna-coronada-solemnemente-por

https://datos.bne.es/persona/XX1026522.html

https://www.facebook.com/Bandas.Fanfarras/videos/1042545241028294/

https://www.facebook.com/ZaragozaOle/videos/1532379790175222/ 

 

 https://archive.org/stream/nobiliarchia-pernambucana-vol-1/Nobiliarchia-Pernambucana-Vol-1_djvu.txt

http://docvirt.com/Hotpage/Hotpage.aspx?bib=Anais_BN_WI&pagfis=12891&url=http://docvirt.no-ip.com/docreader.net#
 

Aqui tem a foto do General João Baptista do Rego Barros Cavalcanti de Albuquerque

(pra variar sumiram com a foto, mas eu tinha ela guardada no pinterest, que é outro sistema que veio pra foder com as pessoas, fiquem alertas) 

 


https://docplayer.com.br/83221439-Revista-da-semana-chronica-edicao-semanal-illustrada-do-jornal-do-brasil-symbolicos-por-celso-herminio-quadros-as-minhas-saudades.html



ALBUQUERQUE, João Batista do Rego Barros Cavalcanti de *militar; junta gov. SC 1889. João Batista do Rego Barros Cavalcanti de Albuquerque fez carreira militar. Lutou na Guerra do Paraguai (1864-1870) e por sua atuação foi condecorado pelo governo argentino. Coronel comandante do 25° Batalhão de Infantaria na cidade de Desterro, atual Florianópolis, após a proclamação da República em 15 de novembro de 1889 integrou a junta governativa de Santa Catarina, ao lado de Alexandre Marcelino Bayma e Raulino Horn. Em 2 de dezembro seguinte a junta transmitiu o governo estadual a Lauro Müller, nomeado governador pelo marechal Deodoro da Fonseca, chefe do governo provisório da República (1889-1891). Em janeiro de 1890, tornou-se membro do Conselho de Guerra do Exército Brasileiro, sendo promovido a marechal de campo em 1892. Carolina Vianna Dantas FONTE: PIAZZA, W.Dicionário


https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/ALBUQUERQUE,%20Jo%C3%A3o%20Batista%20do%20Rego%20Barros%20Cavalcanti%20de.pdf

DOU 8/01/1895 - Pg. 6 - Seção 1 | Diário Oficial da União ...
www.jusbrasil.com.br › diarios › pg-6-secao-1-diario-ofic...
Ao general de divisão João Baptista.do Rego Barros Cavalcanti de Albuquerque, melhoria. reforma nos annos de 1890 a 1893, de. 5 : 162$140;. • A D. Balbina ...

DOU 20/02/1892 - Pg. 3 - Seção 1 | Diário Oficial da União ...
www.jusbrasil.com.br › diarios › pg-3-secao-1-diario-ofic...
commissão, tudo durante o actual semestre. Nomeando o general de brigada reformado do exercito, João Baptista do Rego Barros Cavalcanti de Albuquerque, ...

Ano 1901\Edição 00175 - Pag: 1
memoria.bn.br › docreader › WebIndex › WIPagina
... 73 Realisou-se hontem na matriz da Rôa- Vis missa que por alma do general de divisão graduado João Baptista do Rego Barros Cavalcanti de Albuquerque, ...

Ano 1878\Edição 00250 - Pag: 1
memoria.bn.br › docreader › WebIndex › WIPagina


... não respeitará um juramento Quando general Picrce tomou posse do cargo ... João Baptista do Rego Barros Cavalcanti de Albuquerque Roberto Ferreira ...

Ordens do Dia Guerra do Paraguai | Batalhão | Tenente - Scribd
pt.scribd.com › document › Ordens-do-Dia-Guerra-do-Pa...
Volta hoje o anniversario do dia em que, guiados por um General de ... Costa e João Baptista do Rego Barros Cavalcanti de Albuquerque; Capitão José Pedro ...

Full text of "Relatorio organizado pelo ex-Ministro da Guerra ...
archive.org › minguerra1884 › minguerra1884_djvu


Sobre-o mesmo .assumpto elaborou o General 'Visconde dc Maracajá um projecto ... graduado João Baptista do Rego Barros Cavalcanti de Albuquerque e do ...


https://archive.li/ieJk1

https://archive.org/search.php?query=Jo%C3%A3o+Baptista+do+Rego+Barros+Cavalcanti+de+Albuquerque&sin=TXT

Elevado ao posto de Tenente em 17 DE SETEMBRO DE 1865

QUA.RTEL GENERA.L JUNTO A VILLA DE URUGUAYANA, 17 DE SETEMBRO DE 1865.
Outro . im, são tambem nesta data nomeados em commis ão para o 5° corpo de voluntario, pardo Tenente o Alferes do 100 João do Rego Barros


Exército em operações na República do Paraguay : segundo ...
www2.senado.leg.br › bdsf › item


Exército em operações na República do Paraguay : segundo corpo : ordens do dia. Brasil. ... Exército | Guerra do Paraguai (1864-1870) | História militar, Brasil.
 

v. 1. comprehendendo as de n. 1 a 49 : 1865 / sob o commando em chefe do Exm. Sr. Tenente General Manoel Marques de Souza -- v. 2. comprehendendo as de ns. 50 a 103 : 1866 a 1867 / sob o commando em chefe do Exm. Sr. Tenente General Manoel Marques de Souza.


FALECIMENTO

http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=830380&pasta=ano%20189&pesq=%22rego%20barros%20cavalcante%22&pagfis=8059


A Noticia (RJ) - 1894 a 1916 - DocReader Web
memoria.bn.br › DocReader
Select label. Drop files here. Folders; About; Close. Folder. Ano 1894. Ano 1895. Ano 1896. Ano 1897. Ano 1898. Ano 1899. Ano 1900. Ano 1901. Edição 00011.
Não encontrados: 29 ‎julho


REVISTA DA SEMANA 4 de  Agosto de 1901 BN 1901 NRO 64

Revista da Semana (RJ) - 1900 a 1918 - Hemeroteca 

http://memoria.bn.br/pdf/025909/per025909_1901_00064.pdf
http://hemerotecadigital.bn.br/acervo-digital/revista-semana/025909


hemerotecadigital.bn.br › acervo-digital › revista-semana


Revista da Semana (RJ) - 1900 a 1918. Anos 1900; Anos 1910; Anos 1920; Anos 1930; Anos 1940; Anos 1950. Produzido por: Apoio: ...
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Ministério dos Negocios da Guerra.— Rio de Janeiro, 9 de Setembro de 1884. 

Manda Sua Magostade o Imperador, por esta Secretaria de Estado, declarar ao Conselho Supremo 
Militar, para seu conhecimento, que, conformando-se, por suas immediatas e imperiaes resoluções 
de 6 do corrente, com os pareceres do mesmo Conselho, exarados em consultas de 1, também do 
corrente, Houvo por bom indeferir os requerimentos do tenente-coronel graduado João Baptista do 
Rego Barros Cavalcanti de Albuquerque e do capitão Antonio Ernesto Gomes Carneiro, este do 10® e 
aquelle do 7» batalhão de infantaria, o primeiro pedindo que a sua graduação seja contada da data da 
ultima promoção, cm que ficou chefe de classe, e o segundo que se lhe conte a antiguidade de posto 
de 12 de Dezembro de 1874.— Cândido Luiz Maria de Oliveira. 

Consultas a <xuo se refere a portaria supra 


Senhor.— Mandou Vossa Magestade Imperial, em aviso do Ministério da Guerra de 16 de Junho 
ultimo, remetter ao Conselho Supremo Militar, para consultar com seu parecer, o incluso requeri- 
mento em què o tenente-coronel graduado do 7® batalhão de infantaria João Baptista do Rego Barros 
Cavalcanti de Albuquerque pede que a sua graduação lhe seja contada de 10 de Maio deste anno, data 
da ultima promoção, em que ficou chefe de classe. 

aaa  


http://docvirt.com/Hotpage/Hotpage.aspx?bib=Anais_BN_WI&pagfis=12891&url=http://docvirt.no-ip.com/docreader.net#



ANNAES DA BIBLIOTHECA NACIONAL E>0 RIO DE J A ...
memoria.bn.br › pdf › per402630_1926_00048
PDF
foi casado com D. Ignez de Brito de Lyra, viuva do Capitão Manoel ... filho primogênito de João do Rego Barros, Fidalgo da Casa Real e Cavaileiro ... D. Leonor de Albuquerque, filha de Gonçalo Vas de Mello e de D. Isabel ... Feyo Pinheiro, ... Atouguia, que foi duas vezes vice-rei da índia, neto por via paterna de Simão da.

ANNAES DA BIBLIOTHEGA NACIONAL . DO ' \/; HIO DE JA ...
memoria.bn.br › pdf › per402630_1925_00047
PDF
de 1718, filho de Luiz Correia da Paz, Fidalgo da Casa Real, deputado da Junta ... Angela. Pinheiro; netos por via paterna de. Gonçalo. João e de Isabel João, moradores ... filha de José Cavalcante Bezerra e de sua mulher D. Branca ... Joanna de Barros Castro, e a segunda com D. Ignez Barreto de Albuquerque viuva de.



Anais 1938 Vol 60 - Pag: 308
docvirt.no-ip.com › WIPagina › Anais_BN_WI


... von Joseph Scherrer IV Bibliotheca Nacional em 1912 Relatório Vol XXXVI ... Nobiliarquia Pernambucana por Antônio José Victoriano Borges da Fonseca ...

ANNAES DA BIBLIOTHEGA NACIONAL . DO ' \/; HIO DE JA ...
memoria.bn.br › pdf › per402630_1925_00047
PDF
hominis esse vitam. (Philobiblion,. Cap. XV). VOLUME. XLVII. 1925. NOBILIARCHIA. PERNAMBUCANA por. Antonio. José. Victoriano. Borges da. Fonseca. Vol.

- Pag: 1
docvirt.com › WebIndex › WIPagina › Anais_BN


... vitam (Philobiblion, Cap XV) IBBB |SLR| VOLUME XLVII 1925 NOBILIARCHIA PERNAMBUCANA por Antonio José Victoriano Borges da Fonseca Vol RIO DE ...

Manoelino Teixeira 1890? -1950? nome artistico?