terça-feira, 19 de agosto de 2025

que Rei é? que batalha é esta a da ALJUBARROTA, tá certo já vai em letra maíscula.

 Aljubarrota é o nome de uma batalha histórica travada em 14 de agosto de 1385, perto da vila de Aljubarrota, em Portuga

 

 https://archive.org/details/chronicadeelrei01lopegoog/page/n86/mode/2up?q=%22Gon%C3%A7alo+Eanes%22

https://www.hs-augsburg.de/~harsch/lusitana/Cronologia/seculo15/Lopes/lop_pe19.html 

  • Page n88

    Em o alarde foi bem pouca gente e mal corrigida, como homens que vinham de sobre cerco, e os mais d^elles morreram os senhores com que viviam. E tirou el-rei em Santarém de alcaide Lopo Fernandes Padilha, por o levar comsigo, e leixou na villa por fronteiro Diogo Gomes Sarmento, seu irmão, e na Alcáçova mandou aue ficasse Gonçalo Pires de Valderavanos e com elles oitenta lanças e trezentos besteiros. Em Cintra leixou o conde D. Anrique Manuel, e em Torres Vedras um cavalleiro de Casteila, que diziam João Duque, e em Alemquer Vasco Pires de Camões, e em Óbidos João Gonçalves Teixeira, e em Leiria Garcia Rodrigues, meirinho-mór que fora d^ei-rei D. Fernando, e em Torres Novas Pêro Lopes de Texeda, natural de Castella, e commendador de Santiago, por levar comsigo Gonçalo Vasques d^Azevedo, que fez um bom jogo, que n'este capitulo contaremos. E em Pcnela e em Miranda leixou o conde de Vianna, e isso mesmo nos outros logares leixou aquelles que os tinham^ segundo tratamos, onde cumpria outros, alguns em seu logar, assim como o priol D. Pedro Alvares^ que se foi entonces com el rei, e nas fortalezas de seu priolado leixou certos que as aguardassem; e Gonçalo Eanes em Castello de Vide, e em Villa Viçosa Vasco Porcalho, commendador da Ordem de Aviz, e em Portel Fernão Gonçalves de Sousa, em Monforte Martim Eanes da Barbuda, e em Campo Maior e Ouguella Paio Rodrigues Marinho, e em Olivença Pêro Rodrigues da Fonseca e em Moura Álvaro Gonçalves, e em Mertola Fernão d'Antes,. commendador-mór da Silva, e em Ponte de Lima Lopo Gomes de Lira, e em Braga João Lourença Bubal, e assim outros alcaides nos logares que tinha, E também n'estes como nos outros e em» todos ficaram gentes de escudeiros e besteiros e homens de pé, aquelles que el-rei viu que pêra cada um cumpria. E faltando aos alcaides, que fallar pôde, a outros escreveu, que se tivessem firmes e defendessem também suas fortalezas, ca elle Deus aprazendo,' entendia de tornar mui cedo, e esguardaria todos com grandes galardões e mercês.geni.com/people/Gon%C3%A7alo-Eanes/6000000220776274840

  • Page n105

    Do* reino do Algarve, de Tavira e de Farão, Rodrigo Affonso d'Aragão, Vasco Eanes, pae de Vasco. Eanes Corte Real, Gonçalo Arraes, Nuno Velho, Pêro AfFonso d'Ancora, João Fernandes Garganta, Gonçalo Vasques Barão, Payo Pereira. De Loulé e de Silves, Vasco Affonso, alcaide-mór do logar e João Vasques, seu irmão, Gonçalo Gomes Barreto e Lopo Estevens. De Tavira e de Albufeira, Rodrigo Alvares Bouzão, Fernão Pires Banha, Gonçalo Navarro, João Delgado. E de Beja e do Campo d'Ourique, Martim Gomes, commendador-mór de Santiago, Rodrigo Eanes Selandrino, Álvaro Affonso de Negreiros, Vasco Lourenço Monteiro, Gonçalo Nunes, alcaide-mór do logar, Mem d'Affonso de Beja e João Nunes de Brito. De Serpa e da Coutada, Egas Lourenço Raposo, Pêro Rodrigues e Lopo Alvares, filhos de Álvaro Gonçalves de Meira, e Lourenço de Arrayolos e João Gomes de Moura, Pêro Esteves, pae de Payo Rodrigues, Lopo Soares, Soeiro Alvares d'Elvas, Pêro Martins Alcoforado. De Jurumenha e do Alandroal, João Gomes. De Villa Viçosa e de Estremoz, Lourenço Gonçalves, Gonçalo Gonçalves, Affonso Pires do Rego, Lopo Gonçalves Alconena, Fernão Lourenço, Gil Eanes, Gonçalo Eanes Frandino, Mem d*Affonso, Álvaro Martins de Alvarenga. De Évora, Fernão Gonçalves de Arca o velho, João Fernandes, seu filho, Diogo Lo-

  • Page n107

    E assim o fez a Nuno Alvares de Moraes, a que deu os bens de Gonçalo Mendes de Oliveira, que Nuno Rodrigues de Vasconcellos havia em Évora e em Arrayolos, e outros muitos que não cumprem de escrever. E outros honrados discípulos se cnegaram depois a Nuno Alvares, pêra lhe ajudar a pregar este evangelho portuguez, cuja perseveração foi a elles e a seu linhagem subir a grande honra e acrescentamento, assim como foi o almirante-mór Carlos e Álvaro Pires de Castro, e Martim AíFonso de Mello, e AfFonso Vasques Correia e Gonçalo Eanes, de Castello de Vide, e outros que não vSo escriptos em este livro.

  • Page n109

    mão, João Affonso de Beja, Gonçalo Tenreiro, que se chamava depois em Castella mestre de Christos,. Affonso Tenreiro seu irmão, Vasco Pires de Camões, Lopo Gomes de Lyra e outros taes, mas aquellas vergonteas direitas, cuja nascença trouxe seu antigo começo de boa e mansa oliveira, portu^uezes esforçando-se de coração e arvore que os criou, mudando seu doce fruito em amargoso licor, isto é de doer e chorar, assim como o almirante Mice Lançarote e D. Gonçalo Telles, conde de Neiva, D. João Affonso Telío, conde de Barcellos, o conde de Vianna, filho do conde velho, D. Pedro de Castro, D. Affonso seu irmão, D. Pedro Alvares, priol do Esprital, Diogo Alvares seu irmão, Martim AflFonso de Mello, nco homem, Fernão Affonso de Mello, seu filho, Fernão Gonçalo de Sousa, Gonçalo Rodrigues de Sousa, Ayres Gonçalves de Sousa, seu irmão, Gonçalo Vasques d'Azevedo, Álvaro seu filho. Pêro Lourenço Bubal, que se chamava arcebispo de Braga, Pêro Rodrigues da Fonseca, Gonçalo Eanes da Fonseca, Martim Gonçalves de Aiaide, Garcia Rodrigues Taborda, Fernão d'Antes, alcaide de Mertola, que se chamava em Castella mestre de Santiago de Portugal, Vasco d'Antes seu irmão, Álvaro Mendes d'01iveira, Gonçalo Mendes de Oliveira, Payo Marinho, Gonçalo Marinho, Diogo Botelho, Vasco Botelho, João Rodrigues Portocarreiro, João Vasques Pimentel, Martim Corrêa, que tinha o castello da Feira, Álvaro Gonçalves de Carvalho, Gil Alvares de Carvalho, Fernão Gonçalves de Meira, Vasco Porcalho, João Gonçalves Teixeira, Vasco Gomes d'Abreu, Ruy Vasques Milhão, Vasco Gonçalves de Viegra, Vasco Gonçalves de Dormes, Manuel Rodrigues seu irmão, Nu-

  • Page n113

    A outra maneira dos fortes e valorosos, cuja relembrança deve de durar pêra sempre, foi aquelles que com limpa intenção, sem dobreza de palavras, estiveram fortes com grande firmeza, não se movendo por nenhumas pessoas nem ameaças do que começado tinham, os quaes se já todos não podem achar por ficarem em memoria. E posto que se todos achar podessem, fariam tão grão processo, que mais seria de sobejo que de necessário e bem ordenado. Porém estes poucos que aqui são postos, não por ordem da fidalguia, como já dissemos, mas feito d^alguns este pequeno feixe, como se melhor apanhar poderam, fique por si e por todos os outros, s. o mestre de S. Santiago D. Fernão Affonso de Albuquerque, filho bastardo de D. João de Albuquerque, o qual se veiu pêra o Mestre e lhe ofFereceu as terras do mestrado; D. Lourenço Eanes Fogaça, o doutor Gil Docem, o doutor João das Regras, o doutor Martim Afibnso, que depois foi arcebispo de Braga, !)iogo Lopes Pacheco, que em tempo tão duvidoso se veiu de Castella com seus filhos, João Fernandes, Lopo Fernandes e Fernão Lopes, por se lançarem com o Mestre, João Rodrigues Pereira, filho de Ruy Vasques Pereira, Ruy Pereira, que morreu na frota, Fernão Pereira, irmão de Nuno Alvar^^ Fernão Gonçalves da Ameixoeira, Pedro AfFonso do Casal, Vasco Queimado, Aífonso Esteves da Azambuja, João Aífonso seu filho, que depois foi cardeal, Gonçalo Vasques Carregueiro, João Dias Torrado, Lopo Affonso do Quintal, Estevão Eanes da Gram, Lopo Affonso Donzel, Francisco Domingos de Beja, João da Veiga-o-Velho, Silvestre Esteves, Affonso Esteves seu irmão, Martim Lourenço, padre do doutor Gil Martins, Affonso Lourenço seu irmão, Martim da Veiga, João Pires Canelas, Diogo Affonso, João Affonso seu irmão, Martim Alvares, Esteves Eanes da Barbuda, Affonso Martins de Goruzo, Nuno Fernandes de Chaves, Pedro Affonso do Casal, Martim Gonçalves Rombo, Gonçalo Eanes do Vaile, Álvaro Vasques da Veiga, Diogo Gonçalves da Veiga, João Pires da Veiga. Fernão d'Alvares, padre do doutor Ruy Fernandes, Álvaro Lopo das Regras, Affonso Martins do Pão, Ruy Portella, Gonçalo Dias Barroso, Rodrigo Affonso Barreteiro, Esteves Eanes Lobato c Diogo Alvares de Santo António.

  • Page n183

    «Por outra razão digo ainda que não podia ser sua mulher por nenhuma guisa, sem haver pêra ello especial dispensação do Papa, porquanto ella era sua cunhada bem chegada, sendo el-rei D. Fernando e João Lourenço seu marido de segundos co-irmãos, e vede de que guisa João Lourenço da Cunha foi filho de D. Maria de Butteiros, neto de Martim Affonso Chichorro, irmã d'el-rei D. Diniz, filha de D. Maria sua filha e de Gonçalo Eanes de Butteirosi e el-rei D. Fernando era filho d'el-rei D. Pedro, neto d'el-rei D. Diniz, filho d'el-rei D. AfFonso, o quarta seu filho.

  •  

    segunda-feira, 18 de agosto de 2025

    vai se catar! o povo que está em transito nas grades do tempo! mais uma carta deixada no tempo.! 634

     https://bndigital.bn.gov.br/dossies/periodicos-literatura/titulos-impressos-periodicos-literatura/almanach-literario-paulista/

    ]18 08 2025 

    excutar novamente pra entender o que está acontecendo no astral , entender porque anda em astral consciente acordada.?

     

    35 minutos, se alegrar com a alegria do outro. Modelo cristico faz ao outro o que quer que faça a você.

    SAtisfação auxiliando o outro.

    Modelo invasor, serviço a sí mesmo.

    A lei do uno.

    quem está no modelo invasor não vai ficar.

    Fechou.

    Desculpa te avisar mas você já foi... tchau!  ( você mesmo que está lendo que nunca mecheu um grão de terra por ninguém) é você... nossa e não foi falta de ser avisado.

    foi avisado , passou a vida inteira sendo avisado.

    e continuou chupando a cana até o bagaço.

     35 minutos, se alegrar com a alegria do outro. Modelo cristico faz ao outro o que quer que faça a você.

     

    50 minutos  (riso,     amor frequencia da alegria acima da frequencia do amor, poxa, e eu gosto da frequencia do amor).

     

    E entendi infelizmente a turma que vive com uma cara de..... que tem ódio de todos que são alegres, contentes, felizes. Pois é nem precisa dizer que tem um ódio no coração aliás pergunta que não cala tem coração? creio que não. No lugar tem um gelo. 

    SAtisfação auxiliando o outro.

    Modelo invasor, serviço a sí mesmo.

    A lei do uno.

    quem está no modelo invasor não vai ficar.

    https://www.youtube.com/live/ZdOOnDTWIe0 

     https://www.youtube.com/live/ZdOOnDTWIe0

    https://www.youtube.com/watch?v=GyrI170zSFk 

     

    Suspicious0bservers...?  outro assunto : Padre Pio  previu.

    Ben Davidson Cientista 

    https://www.youtube.com/watch?v=UFwzt6m6EqE&t=1449s 

     kkkkkkkkkkkkkkkk

    https://www.youtube.com/watch?v=BZeZtqdSIWQ 

    um gravou o sasquatche! (alguns já sabem quem são estes seres, foi o que sempre pensei , aí tem, que eles vem de uma outra realidade pra cá, meio que perdidos , que ninguém encontre um bicho destes pela frente)

    https://www.youtube.com/watch?v=G_h8gNb2a6g 

     mentiraaaas

    https://www.youtube.com/watch?v=qb8lovuwTEY 

     Steven Greer 

    https://www.youtube.com/watch?v=BzrHZ_sVvCw 


    domingo, 17 de agosto de 2025

    Marguerite-Jeanne Frère dite Jeanne Hatto, 30/01/1879, 26/02/1958, 17 08 2025

    a


     

    Jeanne HATTO

    1879 - 1958

    Soprano

    Date of birth:
    Date of death:


    Marguerite-Jeanne Frère dite Jeanne Hatto.

    Soprano française. Débute à l'Opéra de Paris en 1899.

     

    Fontes:

    https://www.bruzanemediabase.com/en/exploration/artists/hatto-jeanne
    https://www.rijksmuseum.nl/en/collection/object/Hatto-I--5d46bfcaf92aabd15e86dc2332835412?query=hatto&collectionSearchContext=Art&page=1&sortingType=Popularity&tab=data

     https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b8596921x.r=Liane%20de%20Vries?rk=128756;0#


     itre :  [Album Reutlinger de portraits divers, vol. 5] : [photographie positive]
    Auteur  :  Reutlinger, Léopold (1863-1937). Photographe
    Date d'édition :  1875-1917
    Sujet :  Portraits (photographie) -- France -- 1870-1914
    Sujet :  Femmes -- 1870-1914 -- Portraits
    Notice du catalogue :  Notice de recueil : http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb40564799c
    Relation :  Appartient à : [Recueil. Collection Reutlinger. Portraits divers en majorité féminins des années 1875-1917]. [1], 61 albums classés par ordre chronologique d'exécution et numérotés 1-26, 28-42, 44-61, 63-64 ; vol. 5
    Notice du catalogue :  http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb43576132j
    Type :  image fixe
    Type :  photographie
    Format :  1 album de photographies positives ; 10,5 x 14,5...
    Format :  image/jpeg
    Format :  Nombre total de vues : 48
    Droits  :  Consultable en ligne
    Identifiant :  ark:/12148/btv1b8596921x
    Source  :  Bibliothèque nationale de France, département Estampes et photographie, PET FOL-NA-260 (5)
    Conservation numérique :  Bibliothèque nationale de France
    Date de mise en ligne  :  31/07/2013



    a verdade sobreviverá e o homem completará seu destino. A verdade vive. Não há nada além da verdade e aquilo que parece ser de outro modo não existe e, portanto, não é, nem nunca será

     

    As civilizações vêm e vão, exaltadas pelo pensamento do homem ou por ele mergulhadas no abismo das eras escuras. Esta mensagem é para toda a humanidade e não para poucos, pois está colocando em suas mãos um poder que poderia glorificá-lo ou escravizá-lo de maneira assustadora, de acordo com o uso desse poder. De qualquer maneira, isso não importa, pois no final a verdade sobreviverá e o homem completará seu destino. A verdade vive. Não há nada além da verdade e aquilo que parece ser de outro modo não existe e, portanto, não é, nem nunca será.
     WALTER RUSSEL IN UNIVERSAL ONE
     
    https://www.youtube.com/shorts/6lto0aKjpvo 

    sábado, 16 de agosto de 2025

    alvaro Vaz Afonso Vaz, livro , datas , história, pessoas, genealogia,

     https://archive.org/details/armariaemportuga00vite/page/n173/mode/2up?q=%22Fern%C3%A3o+Sodr%C3%A9%22

     tem uma data ali 13 de julho de 1509? interessante guardar lembrar. quem sabe?

    A armaria em Portugal : noticia documentada dos fabricantes de armas brancas que exerceram a sua profissão em Portugal

    ======================

     Muitos documentos para estudos. Portugal documentos anteriorres a 1531-

    Documentos des chancelarias reais anteriores a 1531 relativos a Marrocos, pub. por ordem da Academia das sciências de Lisboa e sob a direcção de Pedro de Azevedo

    https://archive.org/details/documentosdescha01azevuoft/page/64/mode/2up?q=%22Bartolomeu+Eanes%22

     

     

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    Reflexões historicas

     

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    quarta-feira, 13 de agosto de 2025

    Bernardo Espinalt, Barcelona, hacia 1750? -Aragon Reyno, 1803. TEm informação alguma do Bernhard? sabem nada dele, quando nasceu etc.. = 0 1778 p trabalho dele.

     

     


     

     não tem informação desta pessoa (foi geração espontânea)

    Nacido en Sampedor, comarca del Bages, provincia de
    Barcelona, hacia 1778 era Oficial del Correo General de
    Madrid y seis años más tarde fue ascendido a Administrador
    principal del Correo de Valencia. Fue socio de número de la
    Real Sociedad Económica Matritense de Amigos del País.

    domingo, 10 de agosto de 2025

    Blas Meliz "Minuto". nació el año .1818

     


     

     Fonte:

    https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k1215704j?rk=150215;2 

    Recits pyrénéens. Houbigant, Armand-Gustave : Journal d'un voyage de Paris aux Eaux-Bonnes [Basses-Pyrénées] en allant par Orléans, Tours, Poitiers, Bordeaux et Pau ; revenant par Pau, Tarbes, Périgueux, Limoges et Chateauroux : Manuscrit en 2 tomes. Promenades de 1842
    Houbigant, Armand Gustave (1790-1863). Auteur du texte
    https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b10115797g/f443.item
     Titre :  Recits pyrénéens. Houbigant, Armand-Gustave : Journal d'un voyage de Paris aux Eaux-Bonnes [Basses-Pyrénées] en allant par Orléans, Tours, Poitiers, Bordeaux et Pau ; revenant par Pau, Tarbes, Périgueux, Limoges et Chateauroux : Manuscrit en 2 tomes. Promenades de 1842
    Auteur  :  Houbigant, Armand Gustave (1790-1863). Auteur du texte
    Date d'édition :  1842-1855
    Notice du catalogue :  http://archivesetmanuscrits.bnf.fr/ark:/12148/cc125738r/cN65808
    Type :  manuscrit
    Langue  :  français
    Format :  Papier. - environ 300 pages. - Demi-reliure...
    Description :  Numérisation effectuée à partir d'un document...
    Description :  Collection numérique : Bibliothèque Pireneas (Pau)
    Description :  Promenades de 1842 aux Eaux-Bonnes, Eaux-Chaudes...
    Droits  :  Consultable en ligne
    Identifiant :  ark:/12148/btv1b10115797g
    Source  :  Bibliothèque Patrimoniale de Pau. Ms 124-02
    Conservation numérique :  Bibliothèque nationale de France
    Date de mise en ligne  :  27/08/2023

    https://gestauro.blogspot.com/2014/08/los-minutos-del-toreo.html

    https://archive.li/yODo9




     

    bloqueou / LIVROS PARA BAIXAR E TRABALHAR. fotos do NADAR 2 367 páginas

    https://archivesetmanuscrits.bnf.fr/ark:/12148/cc125738r/cN65808

    vai lá e aceitar, se bloquear vai em liberação, vai aparecer deleta o um milhão de cookies que ficou gravado dá autorização que retorna.

    A questão é que quando entope o canal desconecta. 

    e aceita tudo lá embaixo. Se você não aceita como é que vai receber, 

     

    https://archivesetmanuscrits.bnf.fr/ark:/12148/cc125738r/cN65808 

    Récits pyrénéens

    https://archivesetmanuscrits.bnf.fr/ark:/12148/cc125738r/cN65808 

     

    L'Illustration : journal universel 

    L'Illustration : journal universel 

     de 1855 pra frente 

    https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k1215704j/f153.planchecontact# 

    https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k1215704j/f13.planchecontact# 

    ================================

     

    1860/07/07 (T36,N906,N931)-1860/12/29.

    Éditeur   L'IllustrationL'Illustration (Paris)
    Ce document est disponible en mode texte
    Ce document peut être consulté en mode vocal

    https://gallica.bnf.fr/services/engine/search/sru?operation=searchRetrieve&version=1.2&collapsing=disabled&query=

    %28dc.title%20all%20%22L%27Illustration%20%3A%20journal%20universel%

    22%29%20and%20arkPress%20all%20%22cb34366081z_date%22&rk=21459;2 

     

    https://gallica.bnf.fr/services/engine/search/sru?operation=searchRetrieve&version=1.2&collapsing=disabled&query=

    %28dc.title%20all%20%22L%27Illustration%20%3A%20journal%

    20universel%22%29%20and%20arkPress%20all%20%22cb34366081z_date%22&rk=21459;2 

    1847/03/01 (T9)-1847/08/31.

    Éditeur   L'IllustrationL'Illustration (Paris)
    Ce document est disponible en mode texte
    Ce document peut être consulté en mode vocal
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    https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b525249802/f423.item
     
    ===============================================
     
    https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b52521427s/f83.planchecontact#
    ==============================================
     
    AQUI CARTÕES POSTAIS
    https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b105831718/f1.planchecontact 
     
    ++================================
    aqui NADAR FOTOS SÃO 2367 PÁGINAS
    https://gallica.bnf.fr/services/engine/search/sru?operation=searchRetrieve&version=1.2&startRecord=35475&maximumRecords=
    15&page=2366&query=%28dc.title%20all%20%22Nadar%20%3A%20photographie%2C%20tirage%20de%20d%C3%A9monstration%22%29 
    ============================================================ 
     
     
    https://archivesetmanuscrits.bnf.fr/ark:/12148/cc125738r/cN65808 

     

    sábado, 9 de agosto de 2025

    salários milionários e privilégios, integrantes do poder judiciário. não sabem o que é , pobreza, fome. O dinheiro roubado do povo, da educação, Penalizam o furto de alimentos,e absolvem desvio de recursos,

     Quando um dia sem querer querendo cheguei no Portal da Transparência e buscando o nome de alguém já falecido, mas apareceu um homonimo, que era uma Juiza em Algum lugar do Brasil e descobri que ela ganha a bagatela de 530 mil reais, mais ajudas de tudo que é lugar, aluguel de casa, etc. Bem entendido que gasta nada, 530 mil é só pras bijuterias, pois é me chegou a dar nojo.

     Pego na internete alguém criticando uma mãe de familia que tem 6 filhos passando trabalho pra sustentar as crianças. Ora veja bem. Cada um que merece, uma surra de vara nas costelas. E ainda é pouco.

    E criticam uma bolsa família que favorece uma família em 300 reais. Parabéns pra você, passe longe da minha pessoa.

     A tempos passados na minha vida coadunei com erros e me estrepei. Não hoje, não quero saber. Não me provoque que eu digo o que é. Mais ainda de você quer que eu escreva o que você ganhou?

    Fique quieto, diga nada. E tome-lher vergonha na cara. 

     

    Élio Gasda SJ

    A dignidade humana implica na satisfação de necessidades básicas como a alimentação, moradia, saúde, trabalho, educação, cultura e lazer. Direitos fundamentais garantidos na Constituição Brasileira de 1988. Tais direitos objetivam construir uma sociedade livre, justa e fraterna. Erradicar a pobreza e a fome é dever do Estado.

    A fome é a uma tortura. Leva ao desespero. “Quem pode remediar a fome e por avareza esconde o remédio, com razão pode ser condenado como homicida” (São Basílio, Homilia em tempos de fome).

    A fome é uma ofensa à dignidade humana. A falta de alimentos no organismo, por tempo prolongado, faz o estômago doer, causa mal-estar, fraqueza e morte. O Brasil tem mais de 20 milhões de famintos e 40% da população vive em insegurança alimentar. “Falar que se passa fome no Brasil é uma grande mentira. Passa-se mal, não se come bem. Agora, passar fome, não” (Jair Bolsonaro). Bolsonaro devolveu o país ao Mapa da Fome.

    Enquanto o povo revira caminhões de lixo em busca de comida, bancos privados aumentam em 53% os lucros (R$ 62 bilhões só no primeiro semestre). Não falta produção de alimentos, mas comida virou mercadoria. O agronegócio, cresceu 24,31% em 2020 (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada). O mesmo agronegócio que provoca queimadas, destrói florestas contamina as águas e o meio ambiente como agrotóxicos. Sua única preocupação é lucro. São grandes responsáveis pela fome do povo.

    “Todo aquele que em seus negócios se der a práticas usurárias e mercantis que provocam a fome e a morte de seus irmãos comete indiretamente um homicídio” (Catecismo da Igreja Católica, 2269). Causar a fome é um crime!

    A fome dói no corpo e na alma. A realidade vivida pelos mais pobres é tratada com crueldade pela justiça. São cada vez mais comuns os furtos de alimentos em supermercados. São furtos famélicos, aqueles cometidos pela necessidade de alimentar a si ou à família. Como aquela mulher de 41 anos, mãe de cinco filhos, acusada de furtar uma Coca-Cola, dois pacotes de macarrão instantâneo e suco em pó, totalizando menos de R$ 22. Teve prisão decretada. Uma juíza e três desembargadores entenderam que a mulher representava um perigo para a sociedade.

    Para Santo Tomás de Aquino, maior teólogo da Igreja, casos de extrema necessidade humana eliminam integralmente o delito de furto. As coisas indispensáveis à vida humana, sobremodo o alimento, perdem a qualidade de particulares e se tornam comuns a todos. Não se pode considerar furto quando algo é retirado de seu titular para atendimento de uma necessidade vital básica. Os casos de fome e nudez não podem ser permitidos pelo Estado e pela sociedade, porque os alimentos e as vestes são direito naturais (Suma Teológica, II-II q. 66 a. 6-7).

    Furto famélico não é crime. O artigo 24 do Código Penal considera “em estado de necessidade quem pratica o fato para salvar de perigo atual, que não provocou por sua vontade, nem podia de outro modo evitar, direito próprio ou alheio, cujo sacrifício, nas circunstâncias, não era razoável exigir-se”. O Supremo Tribunal Federal adota, além do furto famélico, o “princípio da insignificância”, “bagatela” ou “estado de necessidade” furtar alimento para saciar a fome.

    Proteger os ricos e condenar os pobres. Essa tem sido a prática de muitos juízes. Com salários milionários e privilégios escandalosos, os integrantes do poder judiciário fazem parte da alta sociedade. Vivem em um mundo paralelo, não sabem o que é desemprego, pobreza, fome. O dinheiro roubado do povo, da educação, da saúde, não tem importância. Penalizam o furto de alimentos e absolvem desvio de recursos públicos. De um lado a ostentação dos ricaços; do outro, o desespero dos famintos.

    Para quem tem fome, o amor de Deus se traduz num pedaço de pão. O pão é elemento central no anúncio do Evangelho. Saciar a fome deveria ser o projeto central da sociedade, da economia e dos poderes políticos.

    Prender uma mãe pelo furto de miojo para matar a fome! A que ponto chegou a justiça brasileira! Vergonha! Que país nos tornamos! O principal responsável pela fome de milhões e pela morte de mais de 600 mil pessoas continua na presidência com sua política genocida.

    A fome se alastrou pelo Brasil. Mulheres, homens e crianças com rosto humilhado, flagelado, tal qual Jesus crucificado. “Tive fome” (Mt 25, 35) … e vocês me condenaram.

    Que ninguém se cale diante da fome! Que ninguém se omita diante de tanta barbárie! Em um país assolado pela fome, é dever dos cristãos levantar-se contra os responsáveis.

    “Que juízo mais severo te espera, ó rico. O povo sente fome e tu fechas teus celeiros; o povo implora e tu exibes tuas joias” (Santo Ambrósio, Livro de Naboth, 56).

    Élio Gasda SJ é professor e pesquisador no departamento de Teologia da FAJE.

    Publicado originalmente em https://domtotal.com/noticia/1545993/2021/10/furto-famelico-eu-so-estava-com-muita-fome/

    https://faculdadejesuita.edu.br/furto-famelico-eu-so-estava-com-muita-fome

    Nicolau Tolentino de Almeida, (Lisboa, 10 de setembro de 1740 – Lisboa, Mercês, 23 de junho de 1811) foi um poeta satírico português.

     


      https://pt.wikipedia.org/wiki/Nicolau_Tolentino_de_Almeida

     Nicolau Tolentino de Almeida (Lisboa, 10 de setembro de 1740 – Lisboa, Mercês, 23 de junho de 1811) foi um poeta satírico português. 
    Era filho do Dr. José de Almeida Soares, Advogado da Casa da Suplicação de Lisboa, Familiar do Santo Ofício da Inquisição de Lisboa, e de sua mulher Ana Teresa Froes de Brito, nome da sua irmã, ambos naturais de Nossa Senhora da Piedade e / ou Nossa Senhora das Misericórdias, da vila de Ourém, neto materno de Lucas Gomes do Vale e de sua mulher Teresa Froes de Brito, filha de Manuel Barbosa Maciel e de sua mulher Mariana Froes de Brito e neta materna de João Froes de Brito e de sua mulher Maria Delgado, ele filho de Diogo Froes de Brito e de sua mulher Brites Sodré de Sampaio e neto paterno de Diogo Froes de Brito e de sua mulher Isabel Freire Carolas. 









    A foto é somente ilustrativa, é sim o Palácio do Srs. Duques de Palmela, em Cascaes, só que não tem relação com Sr. Nicolau Tolentino de Almeida, ou D'Almeida.

     

    Transcrição:

    Nicolau Tolentino em presença de novos documentos

    v

    Vamos agora ver como o dinheiro principiou a correr a jorros em casa de Nicolau Tolentino sempre famelico, sempre pedinchão, sempre com os bolsos atulhados de memoriaes, e com a penna prompta para os requerimentos, requerimentos e memoriaes em prosa é verso.

    A 40 de setembro de 4790 obtinha Nicolau Tolentino o fóro de cavalleiro fidalgo. Não era isso como heje pura mercê honorifica, antes causa de despeza do que origem de receita. Um cavaleiro fidalgo recebia 750 réis por mez, e um alqueire de cevada por dia, pago a dinheiro. Segundo os calculos do sr. visconde de Sanches de Baena os alqueires de cevada valiam pouco mais ou menos 445000 réis, o que, junto com os 95000 réis da moradia davam ao nosso poeta uma receita de 305000 por anno, que lhe chegariam com toda a certeza para a renda da casa, se seresignasse a morar n'uma casa que não fosse de grande espavento.

    A JL de agosto de 1793 era feito cavalleiro de Christo. Nenhuma importancia isso tinha como receita. Nicolau Tolenuno transitava simplesmente da ordem de S. Thiago para a de Christo, porque esta ultima, segundo parece, era mais conceituada n'esse tempo.

    Prova isto apenas que Nicolau Tolentino tinha a requerimento-mania, Quando não pedia dinheiro, pedia mercés honorificas, e em não pedindo nem uma, nem outra coisa, pedia a transferencia da ordem de S. Thiago para a ordem de Christo.

    Em 1801 obteve Nicolau Tolentino uma importante mercê, que foi a de poder imprimir gratuitamente as suas obras na Impressão Regia. Por esse mesmo tempo vendia Bocage quasi ao desbarato os seus admiraveis versos.

    Esta mercê, no dizer do sr. visconde de Sanches de Baena, não rendeu ao poeta menos de doze mil cruzados. Parece que à informação foi colhida nas taes memorias manuscriptas da irmã de Tolentino.

    Em 4803, jubilava-se como professor regio, logar em que provavelmente já estaria substituido por algum serventuario, e ficava vencendo annualmente a pensão de 2255000 réis.

    Pois em 1804 fazia elle o seguinte requerimento, que vamos transcrever na integra, porque é na realidade um curiosissimo documento:

    «Diz Nicolau Toleutino de Almeida que elle bm recorda a Vossa Alteza Real 16 annos de professor regio de rbetori. poetica, e vinte e tres em uflicial da secretaria dos negocies do reino, que, tendo-lhe ficado por falecimento de seu pae muitas irmãs e sobrinhas, sem terem absolutamente meios alguns de subsistencia, divide entre ellas o seu ordenado, é lhes procurou soccorros, entre os quaes foi o requerer a seu favor remuneração dos seus proprios serviços, que obtivera tenças, mercé que a calamidade dos tempos lhe tem feito pouco util, que, achando-se em idade avançada, 6 entrevendo e indigencia em que ficarão, principalmente suas duas irmãs, viuvas e uma donzella, com poucos meios de subsistirem a esses muito falliveis, recorra à paternal piedade de Vossa Alteza Real, apresentando Os seus seguodos serviços, tiscalisados e decretados na forma do regimento e pedindo humildemente que se digne remuneral-os com a mercé effectiva que fôr do seu real agrado, e sobrevivencia repartidaménto entre as suas tres irmãs, D Anna Thereza, D. Joaquina Thereza 6 D. Jeronyma Maxima, mercê que pouco aggravaria a real fazenda, porque duas ainda são de idade mais avançada do que o supplicante.

    Portanto pede a Vossa Alteza Keal que, em remuneração dos ditos serviços, e muito principalmente por sua real Denaliocácia e seja servido concedel-o assim E. R. M.

    Em presença d'esta choradeira, concedeu-lhe o principe regente cumpre por empenho do visconde dê Villa Nova da CerValias uma pensão de 2005000 réis com a sobrevivencia reclamada,

    Sete annos depois morria Nicolau Tolentino, e deixava tostamento, que resava assim:

    «O meu enterro sera feito ao arbitrio da minha testamenteia ou testamenteiros abaixo nomeados pela ordêm com que o são,

    Mando que se digam 450 missas pela minha alma, de esmolas de 460 réis cada uma, a saber: 430 nas igrejas dos padres barbadinhos de Santa Apolonia e da Esperanca, e 20 aos do Hospicio dos padres de Jesus Nazareno da Penitencia na travessa

    los Ladrões. Ê

    Tostitao por minhas herdeiras a minha irmã D. Anna Thereza Froes de Brito e D. Joaquina Thereza Froes de Brito, estas nas duas partes de minha irmã, e aquelle na ontra terça parto

    delle, e cuja herança se verificará depois de vagos os e mais spostõos mona determinei.

    E, quando ao tempo da minha morte não sejam vivas as ditas minhas irmãs e herdeiras, ou alguma d'ellas, institão por meus berdeiros nas ditas duas partes a meus sobrinhos Luiz da Silva Coimbra, D. Maria do Carmo de Baena Coimbra, D. Maria Isabel de Baena Coimbra, todos filhos de meu sobrinho Francisco da Silva Coimbra, e esto da dita minha irmã, D. Joaquina Thereza Fróes de Brito, e a dita terça parte da mesma herança, e remanescente d'ella a meu sobrinho Gonçalo Jusé Maria, filho de outra minha irmã, D. Anna Thereza Fróes de Brito.

    Nomeio por minha testamenteira em primeiro logar a dita minha irmã e herdeira D. Joaquina Thereza Fróes de Brito, e em segundo ao dito meu sobrinho, beneficiado Gonçalo José Maria

    Deixo aos ditos meus segundos sobrinhos, filhos do dito meu sobrinho Francisco da Silva Coimbra, a saber-

    A Luiz da Silva Coimbra sessenta mil a D. Maria do Carmo de Baena Coimbra cento e vinte mi a D, Maria Isabel de Baena Coimbra outros cento e vinte mil réis, e todos estes legados por uma só vez.

    Deixo à minha creada Maria da Piedade cincoenta mil réis por uma só vez,

    E d'este modo hei por findo e acabado este meu testamento, lero que valha como tal etc.»que o é de certo este testamento de um homem rico, mas tambem não é de um pobre. Distribúe em legados 3505000 réis, deixa para missas 245000, e de certo não fazia isto, ello que tanto se preoccupava com o futuro de suas irmãs, se lhes não podesse legar a ellas alguns contos de réis, ainda que fossem poucos.

    Antes de proa goirimos diremos tambem que o requerimento feito por elle para obter uma pensão para suas irmãs prova que deixou de exercer o logar de professor regio logo que entrou na secretaria de Estado porque declara que servio 16 annos como professor de rhetorica, e vinte e tres como oficial de secretaria.

    Como porem, se jubilou ao completar parece-nos que trinta e cinco danos de propriedade da cadeira, não diremos de serviço, mostra isto que teve de certo lá algum serventuario.

    O testamento de Nicolau Tolentino é datado de 1808, Foi o tempo em que entraram com elle idéas sombrias, e em que o pensamento da morte naturalmente 0 assaltou.

    Conta-nos efectivamente o sr. visconde de Sanches de Baena que a entrado dos francezes em Portugol o entristeceu profandamente.

    E" honroso para elle este sentimento, e prova que no peito a'esse motejador pulsava no fim de tudo um eoração portuguez.

    Tambem começava a fazer-se emtorno d'eile um certo vacuo. Sua irmã D. Rita morrera em vida de seu pae, mas das suas tres irmãs que mais o tinham acompanhado, Jeronyma morrera no recolhimento de Lazaro Leitão em 4807. Alem da parte na pensão que Nicolau Tolentino obtivera para suas irmãs em 1804, desfructava um rendimento de 305000 róis annuaes, resultado de uma tença que comprára em 4792.

    Seu irmão Francisco de Paula morrera em 4799, sem deixar suecessão.

    Finalmente a 4 de março de 1814 morreu sua irmã Anna, morte que mais ainda assombrou a sua existencia, e lhe carregou a melancholia.

    Sobreviveu-lhe apenas sua irmã D. Joaquina, é foi esta juntamente com seu sobrinho Gonçalo Maria quem herdou os bens de Nicolau Tolentino. Dissemos atraz que não era natural que Nicolau Tolentino deixasse perto de quatrocentos mil réis de encargos sem ao mesmo tempo legar aos seus quantia que fosse superior a alguns contos de réis, e assim foi efectivamente. Sabemos, ainda pela memoria de sua irmã Joaquina, que esta recebeu à sua parte doze mi! cruzados. Ora como D. Joaquina herdava as duas terças partes dos haveres de seu irmão, segue-se que este reuuira à bonita somma de dezoito mil cruzados!

    E um homem, que legava dezoito mil cruzados a pessoas que já tinham rendimentos proprios, ainda que não fossem muito avultados, tinha direito realmente para fazer aquelle estranho requerimento que transcrevemos, e para roubar perfeitamente a algum desgraçado servidor da patria, cuja familia houvesse ficado a morrer de fome, o pão que oblivera para a meza farta é luxuosa de suas irmãs?

    E' revoltante; nada ha que desculpe a soffrega cubiça de Nicolau Tolentino, e é necessario que seja, como realmente é, enormissimo o talento do poeta, para que possâmos ler com gosto requerimentos e memoriaes, tão pouco dignos é tão faltos de razão.

    D. Joaquim não morava com seu irmão. Este habitou com sua irmã D. Anna, nos ultimos tres annos da sua vida, n'uma casa da rua dos Cardaes de Jesus, que tinha ultimamente o n.º 25, e que pertence ao predio em que hoje habita o sr. Eduardo Coelho. A casa pertencia a um amigo do poeta, Fortunato da Silva, que morava no pavimento rente do chão. Alli falleceu o senhorio, antes do poeta morrer, mas a viuva D. Bri gida não se mudou, como se não mudou tambem o poeta depois da morte de sua irmã D.

    a.

    Atacado no dia 22 de junho de 1814 parece que por um volvo, é sentindo-se afflictissimo, correu a casa de D. Brigida, e alli expirou.

    E Da casa em que morou e morreu com 74 annos Nicolau Tolentino restam ainda hoje dois arcos doricos piedosamente conservados pelo nosso ilustre collega o sr. Eduardo Coalho. 

    Fonte: in /em 

    A Illustração Portuguesa 07 de Fevereiro  de 1887 

     https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Periodicos/AIlustracaoPortuguesa_Semanario_1884_1890/1887/Fevereiro/N30/N30_master/AIlustPort1887FevN30.pdf

    Ilustração Portuguesa [1903-1993] - Hemeroteca Digital de ...
    http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt › IlustracaoPort https://archive.org/details/ailust-port-1886-set-n-11/AIlustPort1887FevN30/mode/1up?q=Francisco+Maria+Bordalo
    lllustração portugueza. Chaves, José Joubert, ed. lit. Existências: A. 1, n.º 1 (9 Nov. 1903)-a. 3, n.º 119 (12 Fev. 1906) S. 2, [n.º 1 (1906)]-s. 2, n.

    https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/IlustracaoPortuguesa.htm

    Ilustração Portuguesa [1906 | N.º 1 ao n.º 45] - Hemeroteca ...
    http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt › IlustracaoPort
    lllustração portugueza. Chaves, José Joubert, ed. lit. Existências: A. 1, n.º 1 (9 Nov. 1903)-a. 3, n.º 119 (12 Fev. 1906) S. 2, [n.º 1 (1906)]-s. 2, n.

     

    A ilustracao portuguesa [1884-1890]
    Hemeroteca Digital de Lisboa
    https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt › 4_Ano
    A illustração portugueza : semanario : revista litteraria e artistica. Existências: N.º prospecto (Jun. 1884)-a. 5, n.º 52 (Out. 1890)
     

    https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/IP4.htm

    https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Periodicos/AIlustracaoPortuguesa_Semanario_1884_1890/Web_AIlustPort_1884_1890/3_Ano.htm 

     https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Periodicos/AIlustracaoPortuguesa_Semanario_1884_1890/Web_AIlustPort_1884_1890/4_Ano.htm

    https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Periodicos/AIlustracaoPortuguesa_Semanario_1884_1890/Web_AIlustPort_1884_1890/1_Ano.htm 

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    Arvore Genealógica de Nicolau Tolentino de Almeida

     https://openlibrary.org/books/OL24346345M/Memorias_de_Tolentino_pelo_visconde_de_Sanches_de_Ba%C3%AAna

    https://www.geni.com/people/Nicolau-Tolentino-de-Almeida/6000000220558300822https://archive.org/details/memoriasdetolent00sanc/page/n46/mode/1up?ref=ol 

     

    Nicolau Tolentino de Almeida, cavalleiro fidalgo da Casa Real, cavalleiro professo das Ordens de Christo, e Sant'Iago, Sócio supranumerário / da Academia Real das Sciencias de Lisboa, " Official ordinário da Secretaria de Estado dos Negócios do Reino, Professor aposentado de Rhetorica e poética; nasceu a lo de setembro de 1740 e morreu (solteiro) a 22 de junho de 181 1. Vid. pag. 28 e seguintes


    sexta-feira, 8 de agosto de 2025

    FRANCISCO MARIA BORDALO, Tenente da Armada Nacional, n. em Lisboa a 5 de Maio de 1821. virem- se pra achar as fontes.

     


     Francisco Maria Bordalo (1821-1861), oficial da armada (promovido a capitão-tenente da armada em 1859), escritor, romancista, dramaturgo,folhetinista e colaborador em várias revistas portuguesas da época, Esteve em Macau de 1849 a 1852 quando era tenente, exercendo o cargo de secretário do governo de Macau.
    Irmão do tenente Luís Maria Bordalo, falecido em 29 de Outubro de 1850, na explosão da fragata D. Maria II e a quem dedicou o romance “Sansão na vingança“(4)
    É também autor de “Trinta anos de peregrinação -1821 a 1851 que foi publicado em fascículos por vários números no «Boletim de Governo» de 1851.
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Maria_Bordalo
    Ver anteriores referências em:
    https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/francisco-maria-bordalo/er
    (2) «Revista Universal Lisbonense, Jornal dos Interesses Phisicos, Moraes e Intellectuaes», redigido por José Maria da Silva Real , Tomo VI, Anno de 1846-1847, pp. 202-203.
    (3) Extraído do «Boletim do Governo da Província de Macao, Timor e Solor», Vol 6, n.º 50  de 1 de Novembro de 1851

     Francisco Maria Bordalo

     Transcrição

    FRANCISCO MARIA BORDALO, Tenente da Armada Nacional, n. em Lisboa a 5 de Maio de 1821. — De seu pae José Joaquim Bordalo; e de seus irmãos José Maria, e Luis Maria Bordalo se tracta n'este Diccionario nos logares respectivos. —E.

    1445) q Rei ou Impostor? Drama rARoa!; representado no theatro de D. Maria II, no dia 22 de Agosto de 1847. Lisboa, na Typ. do Panorama 1847. 8.º gr. de vI-78 pag. —A representação d'este drama (cujo protogonista é a incognita personagem, que nos ultimos annos do seculo xvr se apresentou em Veneza inculcando ser D. Sebastião, rei de Portugal) tornouse por aquelle tempo notavel pela pe ao ne a que deu logar entre a Inspecão geral dos theatros, e o auctor. D'ella se occupou largamente a imprensa jornalistica, e no fim do drama impresso se acham colligidos os artigos mais principaes, publicados sobre o assumpto nos periodicos do tempo. E O auctor já tractára anteriormente este facto da nossa historia sob as fórmas de romance, ou lenda popular, na Revista Universal Lisbonense do - anno de 1844.

    1446) Trinta annos de peregrinação (1821 a 1851): manuscripto achado na gruta de Camões. Macau, na Typ. Albion de Smith, 1852. 8.º de 69 pag.

    1447) Um passeio de sete mil leguas. Lisboa, 1854. 8.º gr. de x-250 pag.

    1448) Eugenio: romance maritimo, Rio de Janeiro 1846. 8.º gr. de 24: pag. —2.º edição. Lisboa, 1854. 8.º gr. de 288 pag.-- Foi o primeiro, que no seu genero se imprimiu, escripto originalmente em portugutm

    1449) Viagem à roda de Lisboa. Tomo 1. Ibi, 185... 8.º gr.

    1450) A nau de viagem: romance, contendo 27 capitulos. — Sahiu na Revista Popular de 1850 e 1854. :

    : TH Quadros maritimos.— Sahiram no Panorama, vol. 11x da 3.º serie, : :

    1452) Viagens na Africa e na America. — No mesmo jornal, e dito volume.

    1453) D. Sebastião o desejado, Lenda nacional, em 9 capitulos. — No Panorama de 1855.

    1454) Navegadores portuguezes: D. Fuas Roupinho, Gil Eanes, Pero dº Alemquer, Os visitadores da America. —No dito jornal, e no dito anno.

    1455) Navegadores estrangeiros. —lIdem.

    1456) Ignoto Deo. Tradição portugueza.—Idem.

    1457) Viagem pittoresca à roda do mundo. —Idem.

    1458) O Voador. —lIdem. É um estudo romantico, fundado sobre factos certos ou provaveis da vida do celebre aeronauta portuguez-brasileiro Bartholomeu ideia, de Gusmão, do qual já tractei no vol. 1, a pag. 332 e seguintes.

    Foi redactor do jornal Distracção instructiva, publicado em 1842, que forma um volume de 4.º com estampas; e tem escripto muitos artigos em prosa e verso, litterarios e politicos, nos referidos jornaes, e em outros, taes como a Ilustração, Imprensa, Rei e Ordem, etc.: e acha-se ao presente incumbido por ordem superior da continuação dos trabalhos topographico- 

    https://www.blogger.com/u/2/blog/post/edit/2440002276847656293/3156197132652037639 

     


    Fonte:

    Diccionario bibliográphico portuguez : Estudos. Applicaveis a Portugal e ao Brasil. 2, C - Fran
    https://www.digitale-sammlungen.de/en/search?query=%28Diccionario+bibliogr%C3%A1phico+portuguez.+2%29
    https://www.digitale-sammlungen.de/en/view/bsb10808407?q=Bordalo&page=468,469

    By: 
    Innocencio Francisco da Silva ; Brito Aranha
    Creators:  Silva, Innocencio Francisco da, 1810-1876Author

    GND: 101583192
    Aranha, Brito, 1833-1914Author

            GND: 1013394364

    Published    Lisboa : Impr. Nacional

    Date     1859
    Language Portuguese
    Part of:  Silva, Innocencio Francisco da ; Aranha, Brito: Diccionario bibliográphico portuguez : Estudos. Applicaveis a Portugal e ao Brasil ; 2

    Digitized: 5/9/2011
    Digitized by: Bayerische Staatsbibliothek

     

    Joseph-Philippe Simon, dit Lockroy





    Joseph-Philippe Simon, dit Lockroy, est un acteur
    et dramaturge français né à Turin le 17 février 1803 et
    mort à Paris 8e le 19 janvier 1891, 

    https://fr.wikipedia.org/wiki/Lockroy 

     

     Uma fisionomia essencialmente parisiense acaba de desaparecer: o Sr. Philippe Simon, conhecido como Lockroy, morreu aos oitenta e oito anos. Seu pai era o Comandante Simon (Filho de Henri Etienne Philippe Simon e Louise Rosalie Simon ), que era um cavaleiro do império; seu filho, o Sr. Edouard Lockroy, é deputado de Paris e foi ministro duas vezes. Philippe Simon teve uma carreira longa e variada, repleta de obras, sempre pautada por uma atividade saudável e bem-humorada. Depois de ter feito estudos literários muito completos, foi aprovado nos exames de Direito, mas logo abandonou a Ordem dos Advogados: levado pela paixão pelo teatro, à qual tantos os jovens prestam homenagem, ele se destaca como ator e estreou no Odéon em 1827 com Les Fépres Siciliennes, de Casimir Delavigne. Do Odéon, passou para a Comédie-Française, onde o repertório romântico de Victor Hugo e Alexandre Dumas père encontrou nele um intérprete tanto mais inteligente e fiel quanto uma viva amizade o unia a esses dois ilustres escritores. Philippe Simon não demorou, aliás, a se tornar colega deles: em 1840, parou de representar peças alheias para compor as suas. Era a época dos vaudevilles agradáveis e fáceis, e das óperas cômicas que nada mais eram do que vaudevilles embelezados com música. Philippe Simon-Lockroy tinha a franca alegria — a alegria francesa — necessária ao gênero; ele precisava ter sucesso e teve. Primeiro, com colaboradores como Scribe, Anicet-Bourgeois, Arnouid, depois sozinho, ele ganhou aplausos por um grande número de peças, várias das quais foram homenageadas com relançamentos; ele também escreveu libretos óperas cômicas, várias das quais se tornaram muito populares; dentre todo o repertório, podemos citar Le Maître Ecote, Bonsoir, Monsieur Pantalon, Les Trois Epiciers, Les Chevaliers du quel (que foi apresentada outro dia nas matinês clássicas do Vaudeville), Ondine, La Fée Carabosse, Les Dragons de Villars, etc.

    O teatro Comédie-Française, que havia contratado o Sr. Philippe Simon-Lockroy, ator e autor, o teve como administrador após 184, com a nomeação de Ledru-Rollin, Ministro do Interior do governo provisório. Ele não ocupou esses cargos por muito tempo: além disso, as convicções republicanas do Sr. Simon-Lockroy não o mantiveram em boas graças por muito tempo, na época em que a reação estava começando. Engas* como voluntário, em 1810, aos 67 anos, no mesmo batalhão comandado por seu filho, o Sr. Simon-Lockroy participou da Batalha de Champigny, onde recebeu um tiro na perna que lhe causou um ferimento bastante grave, exigindo seis meses de repouso. Nos últimos anos, o Sr. Philippe Simon-Lockroy, precisamente Revigorado e descansado após uma carreira tão plena e honrosa, orgulhoso sobretudo dos sucessos políticos do filho, deixou-se envelhecer, sorridente e amável, e, como Cândido, cultivou seu jardim. Este jardim tinha, além disso, a rara peculiaridade de o Sr. Simon-Lockroy o ter criado em sua varanda na Rua Washington: nele cresciam flores e até frutas, que regularmente ganhavam prêmios em competições de horticultura; esses pequenos triunfos enchiam de alegria este velho parisiense.

    Espirituoso e bem-humorado, cujo fim era verdadeiramente, nas palavras do poeta, "a noite de um belo dia".

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    Une physionomie essentiellement parisienne vient de disparaitre : M.Philippe Simon, dit Lockroy, est mort à l'âcge de quatre-vingt-huit ans. Son père était le commandant Simon *(Filho de Henri Etienne Philippe Simon e Louise Rosalie Simon ), qui fut chevalier de l'empire: son fils, M. Edouard Lockroy, est d‘put“ de Paris et a été deux fois ministre. Philippe Simon eut une carrière longue et variée, pleine d'œuvres, toujours guidée par une activité saine et de bonne humeur. Aprés avoir fait de très complètes études littéraires, 1l passa ses examens de droit. mais abandonna bientôt le barreau : pris de la passion du théâtre, à laquelle tant de jeunes gens paient le tribut, il sencases comme acteur et débuta à l'Od‘on, en 1827, dans les VFépres Siciliennes de Casimir Delavigne. De l'Odéon, il passa à la Comédie-Francaise où le répertoire romantique de Victor Hugo et d'Alexandre Dumas père trouvait en lui un interprète d'autant plus intelligent et fidéle qu'une vive amitié l'unissait à ces deux illustres écrivains. Philippe Simon ne tarda pas, d'ailleurs, à devenir leur confrère: il cessa, en effet, en 1840 de jouér les pièces des autres pour en composer de son crü. C'était le temps des vaudevilles aimables, faciles, et des opéras-comiques qui n étaient autre chose que le vaudeville agrémenté de musique. Philippe Simon-Lockroy avait la gaieté franche — la gaieté française — qui est nécessaire au genre ; il devait réussir et 1l r‘ussit. D'abord, avec des collaborateurs comme Scribe, Anicet-Bourgeois, Arnouid, puis tout seul, il fit applaudir un grand nombre de pièces dont plusieurs ont eu les ’opéras-comiques dont plusieurs sont devenus très populaires; citons, dans l'ensemble du répertoire, le Maître Ecote, Bonsoir, Monsieur Pantalon, les Trois Epiciers, les Chevaliers du quel (qu'on jouait l'autre jour aux matinées classiques du Vaudeville), Ondine, la Fée Carabosse, les Dragons de Villars, ete.

    Le th‘àtre de la Com“die-Française qui avait pris M. Philippe SimonLockroy acteur et auteur, l'eut comme administrateur après 184$, sur la nomination de Ledru-Rollin, ministre de

    l'intérieur du gouvernement provisoire. Il ne garda pas longtemps ces fonctions : d'ailleurs, les convictions r‘publicaines de M. Simon-Lockroy ne pouvaient le laisser longtemps en bonne grâce, au moment où la réaction commençait. Engas* comme volontaire, en 1810, à l’âge de soixantesept ans, dans le bataillon même que commandait son fils, M. Simon-Lockroy prit part à la bataille de Champigny où il reçut à la jambe une balle qui lui fit une assez sérieuse blessure, nécessitant un repos de six mois. Dans ces dernières années, M. Philippe Simon-Lockroy, justement heu reux et reposé après une carrière sl pleine et si honorable, fier surtout des succès politiques de son fils, se laissait vieillir, souriant et aimable, et, comme Candide, cultivait son jardin. Ce jardin avait, d'ailleurs, cette particularité rare que M. Simon-Lockroy l'avait créé sur son balcon de la rue Washington : il y poussait des fleurs et même des fruits, qui étaient régulièrement primés aux concours horticoles; ces petits triomphes rem-

    plissaient d'’aise ce vieux Parisien .

    spirituel et de bonne humeur, dont la fin a vraiment éts, selon l'expression du poète, « le soir d'un beaü jour

     

    Filho de Henri Etienne Philippe Simon e Louise Rosalie Simon
    Marido de Antonia Rose Désirée Stéphanie Jouvence Simon e Caroline Simon
    Pai de Édouard Lockroy e Julie Caroline Joséphine Simon-Girard  

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     L'Illustration ("A Ilustração", em francês) foi um jornal semanal em francês, publicado em Paris. Foi fundado por Édouard Charton, e sua primeira edição saiu em 4 de março de 1843.

    Em 1891 o Illustration se tornou o primeiro jornal francês a publicar uma fotografia e, em 1907, o primeiro a publicar uma fotografia a cores.

    O jornal também publicou o romance de Gaston Leroux, Le mystère de la chambre jaune, como uma série de ficção, cerca de um ano antes de seu lançamento, em 1908.

    Durante a Segunda Guerra Mundial, o jornal passou a ser publicado por Jacques de Lesdain, um colaborador dos nazistas; depois da Liberação de Paris, o jornal foi fechado, e reabriu em 1945 como France-Illustration; em 1957 o periódico foi à falência e fechou definitivamente. 



    L'Illustration : journal universel
    https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bd6t51423107v.r=%22Philippe%20Lockroy%22?rk=21459;2
     Titre :  L'Illustration : journal universel
    Éditeur  :  J.-J. Dubochet (Paris)
    Éditeur  :  Paulin et LechevalierPaulin et Lechevalier (Paris)
    Éditeur  :  L'IllustrationL'Illustration (Paris)
    Date d'édition :  1891-01-24
    Contributeur  :  Sorbets, Gaston (1874-1955). Directeur de publication
    Notice du catalogue :  http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb34366081z
    Type :  texte
    Type :  publication en série imprimée
    Langue  :  français
    Description :  24 janvier 1891
    Description :  1891/01/24 (A49,N2500).
    Description :  Collection numérique : Bibliographie de la presse...
    Description :  Collection numérique : BIPFPIG33
    Description :  Collection numérique : BIPFPIG63
    Droits  :  Consultable en ligne
    Identifiant :  ark:/12148/bd6t51423107v
    Source  :  Bibliothèque nationale de France, département Philosophie, histoire, sciences de l'homme, FOL-LC2-1549
    Conservation numérique :  Bibliothèque nationale de France
    Date de mise en ligne  :  09/03/2025 


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    é pai dela!

    https://www.blogger.com/u/2/blog/post/edit/2440002276847656293/1954794150699645538 

     Juliette-Joséphine Simon-Girard 8 de maio de 1859 – 1954.

    pergunta respondida é essa pessoa com diversas entradas para o nome, que palavra é essa?

    M. Philippe Lockroy 

    segundo tem informado um filho dele. 

    Joseph-Philippe Simon, dit Lockroy, est un acteur
    et dramaturge français né à Turin le 17 février 1803 et
    mort à Paris 8e le 19 janvier 18, 

    https://fr.wikipedia.org/wiki/Lockroy 

     

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     DADOS DA "Alsace", familias.

    Dénombrement général des juifs qui sont tolérés en la province d'Alsace, en exécution des lettres-patentes de Sa Majesté en forme de réglement du 10 juillet 1784
    France. Intendance d'Alsace. Auteur du texte


    https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k325820m/f383.item.r=%22Abraham%20Simon%22


    Titre :  Dénombrement général des juifs qui sont tolérés en la province d'Alsace, en exécution des lettres-patentes de Sa Majesté en forme de réglement du 10 juillet 1784
    Auteur  :  France. Intendance d'Alsace. Auteur du texte
    Date d'édition :  1785
    Notice du catalogue :  http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb33708904s
    Type :  monographie imprimée
    Langue  :  français
    Format :  In-fol., 386 p. et la table
    Format :  Nombre total de vues : 413
    Description :  [Acte. 1784]
    Description :  Avec mode texte
    Droits  :  Consultable en ligne
    Identifiant :  ark:/12148/bpt6k325820m
    Source  :  Bibliothèque nationale de France, département Philosophie, histoire, sciences de l'homme, FOL-LD184-290
    Conservation numérique :  Bibliothèque nationale de France
    Date de mise en ligne  :  16/08/2020
     

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    https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k325820m/f383.item.r=%22Abraham%20Simon%22
    https://dbs.anumuseum.org.il/skn/en/c6/e23367729/Personalities/Lang_Baroukh_Borach_Barouch 

     

    Family Tree of Lang, Baroukh (Borach) Barouch
    בית התפוצות
    https://dbs.anumuseum.org.il › skn
    ·
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    The family tree of Lang, Baroukh (Borach) Barouch | The family tree database of ANU Museum of the Jewish People contains many millions of names. 

    Travessão

     —

    — 

    Day 1 | We Just Bought a HOARDER HOUSE! maluco da cia

     121785

     

    https://www.youtube.com/watch?v=pcJYMPxkEb8 

    https://www.youtube.com/watch?v=GiLsrdtbxbA 

    Paul LACROIX, Date of birth: 27/02/1806 Date of death: 19/10/1884

     

    Date of birth:
    Date of death:

    Historien, journaliste, romancier et auteur dramatique. Également connu sous le pseudonyme Paul-Louis Jacob.

    terça-feira, 5 de agosto de 2025

    Calma Sr. "Deos" um dia eu chego lá consigo entender tudo ( em uma vida futura) , e ver tudo ! Muito Obrigada! No nome o moto contínuo. "Le Petit Journal " 28 mai 1899

     



    curiosidade esta imagem está numa parede em um vídeo com a Carli.
    https://www.facebook.com/reel/258032783629919 

     "Le Petit Journal " 28 mai 1899

    aqui estão todos os https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/cb32836564q/date1898.r= 

    https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/cb32836564q/date1889

    SEja diferente, carregue o saco de pedras nas costas e , LUTE!

     https://www.youtube.com/shorts/fm9lDZqqMyM "Nem todos os que vagueiam estão perdidos"