domingo, 14 de junho de 2026

António Bernardino de Gusmão de Azevedo, junho de 1828 ou somente António Bernardino de Gusmão

 

 

https://archive.org/details/portugal_202604/page/n3130/mode/1up

 https://pt.wikipedia.org/wiki/Casa_do_Terreiro

Gusmão de Azevedo (Antonio Bernardino de). Baeharel formado em Direito pela Universidade de Coimbra; juiz de Direito substituto em Arcos de Valle-de-Vez. N. em junho de 1828 na nobre casa de Soutellinhos, da Miranda; fal. em Arcos de Valle-de-Vez, em 5 de julho de 1904. Era filho de Antonio Luiz de Sousa e de D. Candida Angelica da Silva e Sousa, da casa da Cal, na Povoa de Lanhoso. Cursou a faculdade de Direito com a maior distincção, tomando o grau de bacharel em 1850. Pertencia ao partido progressista, a que prestou muitos serviços. Desempenhou importantes cargos, entre os quaes se contam o de presidente da camara municipal, o de juiz de direito substituto, ctc. Era muito estudioso e illustrado, e dedicou-se tambem à Agricultura sendo considerado como viticultor distincto e muito conhecedor. Casara com sua sobrinha D. Rosa Candida de Sá Malheiro, da casa dos Casaes, de Cendute. A sua morte foi muito sentida, pclo seu caracter respeitavel e earitativo, prestando-se no funeral as mais sentidas manifestações de sentimento. 

 

 

 seria primo de José Bernardino da Costa Lobo Bandeira ?

outra pergunta Bernardino não é nome é sobrenome? 

O Comércio Do Porto (1854-2005)

https://archive.org/details/ocomerciodoporto/1873%20-%20O%20Com%C3%A9rcio%20do%20Porto%20-%20Ano%20XX%20-%20n%C2%BA112%20-%2014%20de%20Maio%20de%201873/page/n1/mode/1up?q=%22Ant%C3%B3nio+Bernardino+de+Gusm%C3%A3o%22 

 

TODOS OS VOLUMES?

sumiu de novo e volta a fazer a pesquisa 

https://archive.org/details/ocomerciodoporto/1873%20-%20O%20Com%C3%A9rcio%20do%20Porto%20-%20Ano%20XX%20-%20n%C2%BA112%20-%2014%20de%20Maio%20de%201873/page/n1/mode/1up?q=%22Ant%C3%B3nio+Bernardino+de+Gusm%C3%A3o%22 

 

sumiu de novo, tá certo. 

https://archive.org/details/ocomerciodoporto/1873%20-%20O%20Com%C3%A9rcio%20do%20Porto%20-%20Ano%20XX%20-%20n%C2%BA112%20-%2014%20de%20Maio%20de%201873/page/n1/mode/1up?q=%22Ant%C3%B3nio+Bernardino+de+Gusm%C3%A3o%22 

 

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aqui todos os volumes

https://archive.org/search?tab=texts&query=Archivo+Rural+ 

https://archive.org/details/o-archivo-rural-vol-6-1863/mode/2up?q=%22Ant%C3%B3nio+Bernardino+de+Gusm%C3%A3o%22

https://purl.pt/26275

O Archivo Rural : jornal de agricultura, artes e sciencias correlativas / red. princ. Rodrigo de Moraes Soares

O Archivo Rural : jornal de agricultura, artes e sciencias correlativas / red. princ. Rodrigo de Moraes Soares. - A. 1, nº 1 (5 maio 1858) - v. 16, nº 32 [(1877)]. - Lisboa : Imprensa União Typographica, 1858-[1877]. - 26 cm
    
Soares, Rodrigo de Morais, 1811-1881, ed. lit.
NUMERAÇÃO:     
A. 1, no 1 (5 maio 1858) - v. 16, no 32 [(1877)]
PUBLICAÇÃO:     
Lisboa : Imprensa União Typographica, 1858-[1877]
DESCR.FÍSICA:     
26 cm
PERIODICIDADE:     
Bimensal
CDU:     
631/636(054)
NOTAS LIGAÇÃO:     
Continuado por :Jornal Official de Agricultura Artes e Sciencias Correlativas
END. WWW:     
http://purl.pt/26275
Cópia digital disponível em linha em Internet Archive
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 ====ABAIXO UM HOMONIMO ANTERIOR NO TEMPO=================

Historia genealogica da casa real portugueza : desde a sua origem até o presente, com as familias illustres, que precedem dos reys, e dos serenissimos duques de Bragança

19 D. Bernardino de Gusmaõ , foy Menino braceiro da Rainha Dona Maria Luiza de Orleans , e depois Gentil-homem da Camera delRey Carlos II. com entrada , e morreo íem tomar eftado no anno de 1694.

 

 

sábado, 13 de junho de 2026

Anselmo Caetano Munhós de Abreu Gusmão e Castello Branco Médico, 1700 - 1759?.

 

copiar dar print sempre. 

https://archive.org/details/hg-40112-v_0000_capa-capa_t24-c-r0150_202406/page/n131/mode/2up?q=%22Jo%C3%A3o+Munhoz+de+Abreu%22 (????)

  filho do Doutor Antonio Munhós de Abreu formado na Faculdade dos Sagrados Canones, e de. Simoa Godinha da Roza. 

https://archive.org/details/bibliotheca-lusitana-historica-critica-e-ii/Bibliotheca_lusitana_historica_critica_e%20tomo%20I/page/178/mode/2up?q=%22Ant%C3%B3nio+Munh%C3%B3s+de+Abreu+%22 

 

 

 

Bibliotheca Lusitana Historica Critica E II

https://archive.org/details/bibliotheca-lusitana-historica-critica-e-ii/Bibliotheca_lusitana_historica_critica_e%20tomo%20I/mode/2up?q=%22Ant%C3%B3nio+Munh%C3%B3s+de+Abreu+%22

 ANSELMOCAETANOMUNHOS DE ABREU GUSMAM, E CASTELLO-BRANCO natural da Villa de Soure na Provincia da Beira do Bifpado de Coimbra, e filho do Doutor Antonio Munhós de Abreu formado na Faculdade dos Sagrados Canones, e de. Simoa Godinha da Roza. Inftruido nos rudimentos da Latinidade paffou à Univerfidade de Coimbra: onde fe applicou à Sciencia da Medicina na qual recebeo as infignias doutoraes com applaufo de todos os Meftres. Naô o mereceo menos quando a exercitou praticamente nefta Corte elegendo o por feu Medico. o Excellentifimo Duque de Aveiro D. Gabriel Ponce de Leon. He ornado de feliz memoria, noticia das linguas mais polidas da Europa , e nað menos verfado na:

“liçaô dos Santos Padres, fagrada Biblia;

difciplinas Mathematicas, e miílerios occultos da Chimica , de que he argumento a obra feguinte que publicou com efte titulo. "EN a o Ennea ,-ou applicagao do entendimento Jobre a pedra Filofofal provada , e defendida com os mefmos argumentos com que os Padres Athanaho Kircher no feu Mundo Jubterraneo ; e Fr. Jeronymo: Bento Feijoo no feu Theatro Critico concedendo a pofabikdade nega ,, e impugnad a exiftencia defe raro, e grande mifterio da Arte Magna Part. 1. Lisbóa por Mauricio Vicente de Almeyda. 1732. 4

 

aculo Prophetico Prologomeno da Te. ratologia , ou Hiftoria prodigiofa em que fe dá campleta noticia de todos os Monftros compoio para confufao de Peffoas ignorantes, fatisfagao de homens fabios , exterminio de Prophecias falfas, e explicação de verdadeiras Prophecias. Lisboa pelo dito Impaelor 1733. 4- —

Vieyra abbreviado , em cem Difcurfos Moraes , e Políticos dividido em dous Tomos. Tom. 1. Lisboa pelo dito Impreflor. 1733. 8. | " | É Ea obra, que fe principiou a imprimir , enaô fe continuou confta por ordem Alfabetica de todas as maximas moraes, e politicas, que eftao difperfas pelos Sermoens do P. Antonio Vieyra os quaes tinha o Author della tað fixos na memoria , que toda

a contextura he compofta das palavras do mefmo Vieyra parecendo mais obra delle ; do que do abbreviador dos feus incompará veis Difcuríos. -

Com o fupofto nome de Monfieur Roberto Wainger publicou. |

Onomatopeia Oannenfe , ou Annedotica do Monfro Amphibio, que na memoravel noite de 14. para 15. de Outubro do preJente anno de 1732. apareceo no mar Negro, é Jahindo em terra fallou aos Turcos de Conftantinopla O'c. Lisboa por Mauricio Vicentede Almeyda. 1752. 4. —

Com o nome de Vafco de Mendanha Coelho publicou. |

Vida, nacimento, e morte de X. dato Femineis. Oferecido ao muito Generofo Sewor Cartapacio de Generos. Lisboa por Pedro Ferreira Impreffor da Auguftiffima Rainha. 1733. 4. He hum difcurfo Medicoacerca de hum monítro compofto de dous Corpos Femininos, que pario em Lisboa em o 1. de Outubro de 1752. huma Preta. |

Com os nomes de André Paulino, e Marcos Valentim publicou. — — o.

Efcudo Apologetico contrapofto aos gol. pes do Defcuido Critico compofto pelos fapientifimos dous Cenfores de X. dato Femineis Collegiaes do antigo Collegio de Geftas C. Lisboa por Mauricio Vicente de Almeyda 1733. 4.

Com O nome de J orge Martins: 

 

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Anselmo Caetano Munhós de Abreu Gusmão e Castello Branco (século XVIII) é considerado um dos maiores alquimistas e filósofos herméticos portugueses de todos os tempos. Natural de Soure, Portugal, ele ficou famoso por suas obras que uniam filosofia, medicina e alquimia. [1]
Suas principais publicações incluem:

    Ennoea, ou Aplicação do entendimento sobre a pedra filosofal (1732–1733): Sua principal obra filosófico-alquímica, que foi reeditada pela Fundação Calouste Gulbenkian em 1987.
    Oraculo prophetico, prolegomeno da teratologia (1733): Um tratado sobre teratologia (estudo de anomalias e monstros) e profecias. [1, 2, 3]

Você gostaria de saber mais sobre:

    As teorias alquímicas abordadas no livro Ennoea?
    A influência desta família (que também inclui figuras como Bartolomeu de Gusmão) no século XVIII?
    O acesso a trechos ou fac-símiles das obras?

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https://archive.org/details/portugal_202604/page/n3130/mode/1up 

  (Ánseimy Cactano Munhoz de Abreu). Doutor em Medicina pela Universidade de Coimbra. Não se conhecem as datas do seu uascimento e fallecimento, mas sabe-se que nasceu em Soure, e que vivia ainda em 17:59. Era filho do dr. Antonio Munhoz de Abreu, e de Simoa Godinho da Rosa. Instruido nos rudimentos da Latinidade, passeu à Universidade, matriculando-se em Medieina, em que se doutorou. Esereveu: Ennca, ou applicação do entendimento sobre a Pedra Philosophal provada e defendida, cte., Lisboa; 1.º parte 1732; 2.º parte 1733; Oraculo prophcetico, Prolegomeno da Terateologia ou Historia prodigiosa em que se dá completa noticia de todos os monstros..., Lisboa, 1733; Vieira abreviado em cem discursos moraes e politicos dividido em dois tomos, Lisboa, 1739; Onomatupeia Oannense, ou anecdotica do monstro amphibio, que na noite de 14 para 15 de outubro do i presente anno uppareceu no mar Negro, Lisboa,

1732; saiu em nome de Mr. Robert Wainger;

Vida, nascimento e morte de dato Feemineis; ofe-

recido ao muito generoso senhor Cartapacio de

Generos, Lisboa, 1733; saiu em nome de Vasco de Meudanha Coelho; Escudo Apologetico contramosto aos golpes do Descuido critico, composto pelos sapientissimos dois censores de X. dato Foemi-

neis, collegiaes do antigo collegio de Gestas, Lis| boa, 1733; saiu com os nomes de André Paulino

e Mareos Valentim; Historia gallega, em que se dá relação e verdadeira noticia das celebres festas de um noivado, a que assistiram Gonçalo do Pó e Giu Noivo, Lisboa, 1734, em verso; saiu com o nome de Jorge Martins Gallego. Fez-se outra edição w'este anno, sendo aceresceutada com um Commento, ou «dvertencias necessarias.

quterres. V. Gotcrres.

Guvuro. V. Govuro.

Gymnasio Club. V. Real Gumnasio Club.

Gyrão. V. Girão.

 

 

 

https://archive.org/details/portugal_202604/page/n3130/mode/1up 

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Obras:

https://purl.pt/38298 

https://purl.pt/38298/2/ 

Oraculo prophetico, prolegomeno da teratologia, ou historia prodigiosa, em que se dà completa noticia de todos os monstros, composto para confuzao de pessoas ignorantes, satisfaçaõ de homens sabios, exterminio de prophecias falsas, e explicaçaõ de verdadeiras prophecias. Parte primeira em que se exterminaõ as prophecias falsas... / por Anselmo Caetano Munhós de Avreu Gusmaõ e Castello Branco...
 
AUTOR(ES):     
Castelo Branco, Anselmo Caetano Munhoz de Abreu Gusmão e, fl. 1732; Almeida, Maurício Vicente de, fl. 1731-1742, impr.
PUBLICAÇÃO:     
Lisboa Occidental : na nova Officina de Mauricio Vicente de Almeida..., 1733
DESCR.FÍSICA:     
96 p. ; 4o (21 cm)
REF.EXT.:     
Barbosa Machado 1, 179
Inocêncio 1, 75
NOTAS:     
No colófon: "Taxaõ este Livro em cento e vinte réis. Lisboa Occidental quatorze de Novembro de 1733."
Assin.: A-N//4
END. WWW:     
https://purl.pt/38298

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Vieira abbreviado em cem discursos moraes, e politicos, divididos em dous tomos Auctor Anselmo Caetano Munhoz de Avreu Gusrnam e Castellobranco (Jfferecido ao 111. e Rev mo Senhor Lourenço Bautista Feyo, por Manuel da Conceiçam. Lisboa: Na Offic. de Miguel

liodrigues, M DCC.XLVl. 2 tomos. E 

 

 

Bibliografia geral ou descrição bibliografica de livros tanto de autores portugueses como brasileiros e muitos de outras nacionalidades

https://archive.org/details/bibliografiagera01sant/page/181/mode/1up?q=Anselmo

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Diccionario bibliographico portuguez 000011320 11

 TOMO 8 PÁGINA 68 

https://archive.org/details/000011320-11/page/106/mode/2up?q=%22Abreu+Gusm%C3%A3o+e+Castello%22

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TOMO 21 NOBILIÁRIIO DAS FAMILIA DE PORTUGAL

 FELGUEIRA GAYO ED. CASA REAL PORTUGUESA

https://archive.org/details/hg-40112-v_0000_capa-capa_t24-c-r0150_202406/mode/2up?q=%22Jo%C3%A3o+Munhoz+de+Abreu%22

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José Pedro Hasse de Belém. 1747, † 1805, Monsenhor.

 

Portugal: Diccionario Historico, Chorographico,                                                              Heraldico, Biographico, Bibliographico,                                                                     Numismatico

 

 https://archive.org/details/portugal_202604/page/n3131/mode/1up

 

Hasse de Belem (José Pedro). Doutor na fa culdade de Leis, c bacharcl na de Canones, pela Universidade de Coimbra; prelado da Egreja Patriarchal de Lisboa; socio da Academia Real das Scieneias da mesma cidade, etc. N. em 1747, e fal. a 18 de novembro de 1505. Escreven : Homilia recitada na festividade de S. João Nepomuceno, em a egreja dos religiosos allemães carmelitas descalços a 16 de maio de 1190, Lisboa, 1199. Era tido como hemem muito erudito, e foi um grande amador de livros. Possuia numa importante livraria composta de 10:000 volumes impressos, c mais de 2J0 manuscriptos, que a Universidade de Coimbra comprou por 6:0005000 réis aos herdeiros do prelado.

 

https://philobiblon.upf.edu/xtf/servlet/org.cdlib.xtf.dynaXML.DynaXML?source=/unified/Display/1173BITAGAP.Person.xml&style=Person.xsl&gobk= 

 

 

Diccionario bibliographico portuguez TV, pag.90

https://archive.org/details/000011320-05/page/90/mode/1up 

JOSÉ PEDRO HASSE DE BELEMW, Doutor na Faculdade de Lam Bacharel na de Canones, pela Universidade de Coimbra; Prelado da San Egreja Patriarchal de Lisboa; Socio da Academia Real das Sciencias da mes ma cidade, etc. —M. a 48 de Novembro de 1803. com 38 annos d'edade. —E

4516) Homilia recitada na festividade de S. João Nepomuceno, em a egraa | dos religiosos alemães carmelitas descalços, a 16 de Maio de 4790. Lisboa, ti Offic. de Francisco Luis Ameno 1790. 4.º de 18 pag.

Creio ser esta a unica produeção que deixou impressa. Passava por homem douto, e foi grande amador de livros. A sua magnifica livraria, composh | de dez mil volumes impressos, o mais de duzentos manuscriptos, foi comprada pela Universidade de Coimbra, que pagou por ella 6:0003000 réis aos herdek ros do prelado. Monsenhor Ferreira Gordo, que foi o encarregado desta com: pra, diz nas suas Memorias ineditas, que talvez não houvesse occasião de e contrar reunida uma collecção tão copiosa e seleta de livros portaguezes € cas telhanos, como ella continha. Creio que uma boa parte destes livros exist ainda na Bibliotheca da Universidade.  

 


 

==========é um Homonimo=================

 

"Pedro Hasse de Belém foi filho de Pedro Hasse e de D. Gracia de Belém. Nasceu em Lisboa no ano de 1648. Doutorou-se em Coimbra na Faculdade de Canones. Foi Inquisidor de Évora e de Lisboa e Deputado do Conselho Geral do Santo Ofício, de que tomou posse a 9 de Janeiro de 1700. Foi cónego da Catedral de Lisboa, e faleceu a 11 de Julho de 1717. Compôs: 'Pareceres Práticos em Matérias Civis e Criminais'". 

https://geneall.net/pt/forum/164096/habilitacoes-ordem-de-cristo-peco-ajuda-na-tt/

https://archive.li/Tvd8s 

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Pedro Carvalho Heitor 1670 Verride, filho de António Fernandes Rosado e Maria Heitor. Irmão de Diogo Heitor?

 https://archive.org/details/portugal_202604/page/n3132/mode/1up

 

Diogo – filho de António Fernandes e de Maria Heitor.
Pad: António de Sá Pereira Menezes, e D. Maria de Eça, por procuração de António de Mariz 

https://geneall.net/pt/forum/155995/sas-de-soure-sec-xvii/ 

https://archive.li/qhDrE 

Verride é uma vila portuguesa do Município de Montemor-o-Velho que foi sede da extinta Freguesia de Verride, 

Heitor (Pedro Carvalho). Mestre cm Artes e bacharel em Medicina pela Universidade de Coimbra. N. em Verride, em 1670; ignora-se a data do fallecimento. Era filho de Antonio Fernandes Rosado e de Maria Heitor Exerceu clinica ua villa de Arouca. Conpoz algumas obras 

Bernardino Augusto da Silva Heitor, 6 de novembro de 1822, fal. a 25 de novembro de 1880 irmão do General de Brigada Joaquim Carlos da Silva Heitor,

 

https://archive.org/details/portugal-dicionario-historico-completo 

 https://archive.org/details/portugal_202604/page/n3131/mode/2up

 

Heitor (Bernardino Augusto da Silva). Medico pela Escola Medico-Cirurgica de Lisboa. N. a 6 de novembro de 1822, fal. a 25 de novembro de 1380. Entrou para o Real Collegio Militar cm outubro de 1833. No anno seguinte teve de interromper os estudos em consequencia dos movimentos politicos d'aquelle tempo. Sentindo, porém, que não tinha vocação, para a vida militar, dedicou-se aos estudos preparatorios para se matricular na Escola Medico-Civurgica de Lisboa o que realisou em outubro de 1839, concluindo o curso cm maio de 1845. Em janciro de 1841 foi nomeado cirurgião externo do hospital da Estrella, para coadjuvar os cirurgiões militares, cm consequencia da grande agglomeração de feridos que por occasião dos combates de Torres Vedras e do Alto do Viso ali concorrcu, serviço que desempenhou gratuitamente até ou tebro do referido auno. Em 1848 fez parte da cominissão de soccorros organisada na freguczia de Santa Izabel, quaudo se receava « epidemia da cholera-morbus. Por decreto de 17 de julho de 1855 foi nomeado visitador sub-delegado do conselho de saude publica do reino do circulo sanitario de Belem, logar que exerceu com o maior zelo e abnegação, durante a epidemia da choleramorbus em 1856, como lhe foi attestado pelo conselho de saude publica do reino e camara municipal de Belem. Em 1857 prestou muitos serviços medicos por occasião da epidemia da febre amarella, pelo que foi condecorado com o gran de cavalleiro da ordem da Torre e Espada,

 

e com a medalha da camara municipal de Lisboa, merecendo tambem uma manifestação do conselho de sande publica do reino, pelo zelo, intelligencia e abnegação com que se houve n'essa epoca. Por portaria de 17 de abril de 1865 foi encarregado de inspeccionar as sementeiras de arroz nos districtos de Santarem e Leiria, serviço que descmpenhon até 9 de junho do mesmo anno. Por deercto de 7 de janeiro de 1869 foi nomeado sub-delegado de saude do bairro occidental de Lisboa, e por provisão de 10 de março de 187] para servir provisoriamente o partido do 3.º districto dos visitados e expostos da Misericordia de Lisboa, logar em que foi provido definitivamente a 5 de julho do mesmo anno. O decreto de 16 de julho de 1880 o nomcou delegado de saude do districto de Lisboa, cargo que exercia interinamente desde novembro de 1379. Os serviços prestados como delegado de saude e medico da Miscricordia, fôram attestados sempre com expressões de louvor. Bernardino da Silva Heitor foi cirurgião de varias associações de soccorros mutuos, e tinha muita cliuica particular. Era socio effectivo da Sociedade das Sciencias Medicas de Lisboa. Ilavia casado com D. Emilia Carlota Paes da Silva, da qual houve uma filha, D. Gertrudes Amalia da Silva Heitor, que casou em 19 de fevereiro de 1373 com o 2.º conde de Geraz de Lima, Rodrigo Braudão da Fonseca Magalhães. 

 

 

Genealogias Da Ilha Terceira - v. 05

 https://archive.org/details/genealogias-da-ilha-terceira-v-05-pdf-free/page/89/mode/2up?q=Heitor


Bernardino Augusto da Silva Heitor, n. em Lisboa (Ajuda) a 6.11,1822 e f.a 6.11.1880.

Matriculou-se no Colégio Militar em 1831º. Médico pela Escola Médico-Cirúrgica de

Lisboa (1845), cirurgião do Hospital da Estrela (1847), sub-delegado do Conselho de Saúde Pública do Reino para a zona de Belém (1855), delegado de saúde do distrito de Lisboa.

Sócio efectivo da Sociedade de Ciências Médica de Lisboa e cavaleiro da Torre e Espada

e medalha da Câmara Municipal de Lisboa, pela sua acção durante a epidemia da febre amarela

C. em Lisboa (Sé) com D. Emília Carlota Pais, n. na Caparica (Nº Sr” do Monte), filha de

Joaquim Inácio Pais e de D. Gertrudes Maria da Silva, Filhos:

4 4

Bernardino, n. em Lisboa (Stº Isabel) a 5.12.1852 e f. criança.

Luís Augusto da Silva Heitor, n. em Lisboa.

Aspirante da Alfândega de Chaves, por carta de 12.10.1875, e da Alfândega de Elvas, por carta de 22.4.1876'.

C.c. D. Maria Rita de Almeida Cayola, n. em 1861, filha de José Augusto Freire Miranda de Mexia Galvão e de D. Ana Benedita de Miranda Mexia Galvão de Almeida Cayola.

D. Gertrudes Amália da Silva Heitor, n. em Lisboa a 27.9.1856 e f. na Quinta de Montecuche, Benfica, a 13.8.1908.

C. em Lisboa a 12.9.1873 com Rodrigo Brandão da Fonseca Magalhães*, n. a 5.7.1853 e f. na Quinta de Montecuche, Benfica, a 7.10.1923, moço fidalgo da casa Real, 2º conde de Geraz de Lima, filho de Luis do Rego da Fonseca Magalhães, bacharel em Filosofia, Par do Reino por sucessão, etc., e de D. Júlia Sofia Brandão e Sousa, 1º condessa de Geraz de Lima, depois de viúva; n.p. de Rodrigo da Fonseca Magalhães, ministro de Estado, e de D. Inácia Cândida do Rego Barreto (filha do 1º visconde de Geraz do Lima); n.m. de Jerónimo de Almeida Brandão Sousa, 1º barão da Folgosa, e de D. Maria Joaquina da Rocha Castro. C.g. extinta.

D. Adelaide da Silva Heitor, n. em Lisboa. C.c. Carlos Maria da Silva e Costa (1834-1925) Filha:

5 D. Ema Heitor da Silva Costa, n. cerca de 1870. C.c. Segismundo da Silva Costa, filho de Segismundo Caetano da Silva Costa e de D. Maria Leopoldina Xavier. Filha:

6 D. Irene Margarida Heitor da Silva Costa, n. em 1896 e f. em 1972. C.c. Frederico Torres Ferreira Marques, n. em 1894 e f. em 1939, filho de Manuel Pedro Ferreira Marques e de D. Maria Josefa Torres. Filha:

7 D. Noémia da Silva Costa Ferreira Marques, n. em Lisboa (Anjos) a 17.11.1920 e f. em Cascais a 16.12.1999. C. em Lisboa a 5.11.1946 com António dz Varennes Monteiro de Mendonça — vid. MENDONÇA, 8 2º, nº 5 -. C.g. 

 

Filho de Antonio Vicente da Silva Heitor cc com 

C. em Lisboa (Ajuda) a 24.6.1821 com D. Maria Madalena da Costa e Silva, filha de António Teodorico da Costa e Silva”, bacharel em Leis, magistrado, comendador da Ordem de Aviz, escrivão do judicial na Golegã em sucessão a seu pai, e escrivão da descarga do porto franco da Alfândega de Lisboa, poeta arcádico e grande amigo de Bocage, e de D. Inácia Maria da Conceição Serra 

 

 

 

Heitor, Joaquim Carlos da Silva Heitor , Lisboa 07 de junho de 1829, fal. a 10 de novembro de 1900

quem é Antonio Henrique da Silva Heitor 

 https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/Ocidente/1900/N788/N788_master/N788.pdf

 

Genealogias Da Ilha Terceira - v. 05

https://archive.org/details/genealogias-da-ilha-terceira-v-05-pdf-free 

Joaquim Carlos da Silva Heitor

Joaquim Carlos da Silva Heitor
Inspector Distrital 

https://www.cm-vilareal.pt/arquivo/images/documentos/acta_24_02_1860.pdf 

 casado com

Dona Genoveva Augusta Lobato Heitor 

 https://archive.org/stream/indiaportuguezab02lope/indiaportuguezab02lope_djvu.txt

https://archive.org/details/portugal-dicionario-historico-completo 

 https://archive.org/details/portugal_202604/page/n3131/mode/2up

 

 https://archive.org/details/portugal_202604/page/n3131/mode/2up

 

 

 Joaquim Carlos da Silva Heitor, n. em Lisboa (Alcântara) a 7.6.1829 e f. a 10.11.1900.

Filho de Antonio Vicente da Silva Heitor cc com 

C. em Lisboa (Ajuda) a 24.6.1821 com D. Maria Madalena da Costa e Silva, filha de António Teodorico da Costa e Silva”, bacharel em Leis, magistrado, comendador da Ordem de Aviz, escrivão do judicial na Golegã em sucessão a seu pai, e escrivão da descarga do porto franco da Alfândega de Lisboa, poeta arcádico e grande amigo de Bocage, e de D. Inácia Maria da Conceição Serra 

General de brigada, reformado a 17.2.1886. Comendador das ordens de Aviz e de Leopoldo da Bélgica, medalha militar de prata de comportamento exemplar!!.

Foi um dos fundadores da Sociedade Protectora dos Animais e iniciou a publicação da revista «O Zoófilo».

C. em Lisboa (Santos-o-Velho) com D. Genoveva Augusta Lobato, n. em Lisboa (Encarnação), filha de Raimundo António Lobato Pires, oficial do Exército no Brasil e em Angola, e de D. Ana Paula.

 https://archive.org/details/genealogias-da-ilha-terceira-v-05-pdf-free/page/91/mode/2up?q=Heitor

 

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 Heitor (Joaquim Curlos da Silva). General de brigada reformado. N. em Ji de junho de 1829, fal. a 10 de novembro de 1900. Assentou praça em 12 de outubro de 1847, contando 18 annos de edade. Seguindo os respectivos postos, foi promovido a tenente coronel em 4 de julho de 1883, servindo então no estado maior; e a coroncl em 30 de dezembro de 1835, vindo a reformar-se em general de brigada a li de fevereiro de 1886. Commandou infantaria n º 20. Era conmendador e cavalleiro da ordem de S. Bento de Aviz, e commendador da de Leopoldo da Belgica. Possuia a medalha de prata de conportamento exemplar. O general Silva Heitor foi um dos fundadores, secretario, e dos que mais trabalharam na Sociedade Protectora dos Animaes, benemenita instituição, destinada a adoçar os instinctos selvagens das classes rudes, e a defender os animaes contra os maus tratos e crueldades que essas classes lhes infligem. A elle se deve tambem a publicação do Zoopiilo, revista illustrada em que se encontra claramente cxposto tedo o movimento e popularisação que no estrangeiro tem tido as sociedades protectoras dos animaes. Em 8 de dezembro de 1900 realisou-sc na sala da Associação Commercial dos Lojistas uma sessão funebre, commemorativa do fallecimento do geueral Silva Heitor, promovida pela Sociedade benemerita que fundara, em que se pronuuciaram discursos pondo em relevo os muitos serviços prestados pelo finado. Com destino à sccretara da referida sociedade, se inaugurou o sea retrato, que provisoriamente esteve collocado sobre um cavallete durante a sessão.

 

 

João Carlos Ribeiro nasceu a 22 de Janeiro de 1843 em Sagres, Vila do Bispo, e foi baptizado a 21 de Fevereiro em Nossa Senhora da Graça da vila de Sagres[1]. Era filho legítimo de Joaquim José Ribeiro, natural da referida freguesia[2], major, governador da Praça de Sagres, e de Dona Maria Libânia da Silva Ribeiro, natural de Santa Engrácia, Lisboa. Era neto paterno de José Ribeiro Tomás, natural de Sagres, e de Dona Teresa Joaquina, natural de Vila do Bispo, e neto materno de José Ribeiro Tomás, natural de Sagres, e de Dona Maria Joaquina da Silva Ribeiro, natural de Torres Vedras[1].

A 27 de Julho de 1867 - então alferes do Batalhão de Caçadores nº 5, morador na freguesia dos Anjos em Lisboa[2] -, casou, na freguesia de Santa Catarina de Lisboa, com Dona Emília Adelaide da Silva Heitor de 14 anos, filha legítima de Joaquim Carlos da Silva Heitor, tenente do Exército português, e de Dona Genoveva Augusta Lobato Heitor, todos naturais e residentes em Lisboa[3]. Do seu casamento resultou o nascimento dos seguintes filhos: Fernando Augusto Heitor Ribeiro[4], João Carlos Ribeiro[5], Alda Ribeiro e Amélia Ribeiro[6].

Falava francês[2]

Faleceu em Luanda, Angola, no dia 3 de Março de 1882[

https://eviterbo.fcsh.unl.pt/wiki/Jo%C3%A3o_Carlos_Ribeiro 

https://archive.li/LSLR2 

https://archive.li/LSLR2 

 

DITADURA MILITAR Foreign Relations of the United States, 1969–1976, Volume E–11, Part 2, Documents on South America, 1973–1976 https://archive.li/FFSQP

 26 Aug 2018 15:11:34 UTC

 

https://archive.li/FFSQP 

relato da CIA sobre reunião de março de 1974 entre o General Ernesto Geisel, presidente da República recém-empossado, e três assessores: o general que estava deixando o comando do Centro de Informações do Exército (CIE), o general que viria a sucedê-lo no comando e o General João Figueiredo, indicado por Geisel para o Serviço Nacional de Inteligência (SNI).
O grupo informa a Geisel da execução sumária de 104 pessoas no CIE durante o governo Médici, e pede autorização para continuar a política de assassinatos no novo governo. Geisel explicita sua relutância e pede tempo para pensar. No dia seguinte, Geisel dá luz verde a Figueiredo para seguir com a política, mas impõe duas condições. Primeiro, “apenas subversivos perigosos” deveriam ser executados. Segundo, o CIE não mataria a esmo: o Palácio do Planalto, na figura de Figueiredo, teria de aprovar cada decisão, caso a caso.
De tudo o que já vi, é a evidência mais direta do envolvimento da cúpula do regime (Médici, Geisel e Figueiredo) com a política de assassinatos. Colegas que sabem mais do que eu sobre o tema, é isso? E a pergunta que fica: quem era o informante da CIA?
O relato da CIA foi endereçado a Henry Kissinger, então secretário de Estado. Kissinger montou uma política intensa de aproximação diplomática com Geisel.
A transcrição online do documento está no link abaixo, mas o original está depositado em Central Intelligence Agency, Office of the Director of Central Intelligence, Job 80M01048A: Subject Files, Box 1, Folder 29: B–10: Brazil. Secret; [handling restriction not declassified].
 
 
https://archive.li/f30sG

O professor e pesquisador de Relações Internacionais, Matias Spector, escreveu

“Este é o documento secreto mais perturbador que já li em vinte anos de pesquisa.

É um relato da CIA sobre reunião de março de 1974 entre o General Ernesto Geisel, presidente da República recém-empossado, e três assessores: o general que estava deixando o comando do Centro de Informações do Exército (CIE), o general que viria a sucedê-lo no comando e o General João Figueiredo, indicado por Geisel para o Serviço Nacional de Inteligência (SNI).

O grupo informa a Geisel da execução sumária de 104 pessoas no CIE durante o governo Médici, e pede autorização para continuar a política de assassinatos no novo governo. Geisel explicita sua relutância e pede tempo para pensar. No dia seguinte, Geisel dá luz verde a Figueiredo para seguir com a política, mas impõe duas condições. Primeiro, “apenas subversivos perigosos” deveriam ser executados. Segundo, o CIE não mataria a esmo: o Palácio do Planalto, na figura de Figueiredo, teria de aprovar cada decisão, caso a caso.

De tudo o que já vi, é a evidência mais direta do envolvimento da cúpula do regime (Médici, Geisel e Figueiredo) com a política de assassinatos. Colegas que sabem mais do que eu sobre o tema, é isso? E a pergunta que fica: quem era o informante da CIA?

O relato da CIA foi endereçado a Henry Kissinger, então secretário de Estado. Kissinger montou uma política intensa de aproximação diplomática com Geisel.

A transcrição online do documento está no link abaixo, mas o original está depositado em Central Intelligence Agency, Office of the Director of Central Intelligence, Job 80M01048A: Subject Files, Box 1, Folder 29: B–10: Brazil. Secret; [handling restriction not declassified].

Obrigado ao professor Stephen Rabe da Universidade do Texas por me pôr na direção do documento.”

https://history.state.gov/historicaldocuments/frus1969-76ve11p2/d99?platform=hootsuite

 

99. Memorandum From Director of Central Intelligence Colby to Secretary of State Kissinger1

SUBJECT

  • Decision by Brazilian President Ernesto Geisel To Continue the Summary Execution of Dangerous Subversives Under Certain Conditions

1. [1 paragraph (7 lines) not declassified]

2. On 30 March 1974, Brazilian President Ernesto Geisel met with General Milton Tavares de Souza (called General Milton) and General Confucio Danton de Paula Avelino, respectively the outgoing and incoming chiefs of the Army Intelligence Center (CIE). Also present was General Joao Baptista Figueiredo, Chief of the Brazilian National Intelligence Service (SNI).

3. General Milton, who did most of the talking, outlined the work of the CIE against the internal subversive target during the administration of former President Emilio Garrastazu Médici. He emphasized that Brazil cannot ignore the subversive and terrorist threat, and he said that extra-legal methods should continue to be employed against dangerous subversives. In this regard, General Milton said that about 104 persons in this category had been summarily executed by the CIE during the past year or so. Figueiredo supported this policy and urged its continuance.

4. The President, who commented on the seriousness and potentially prejudicial aspects of this policy, said that he wanted to ponder the matter during the weekend before arriving at any decision on [Page 279] whether it should continue. On 1 April, President Geisel told General Figueiredo that the policy should continue, but that great care should be taken to make certain that only dangerous subversives were executed. The President and General Figueiredo agreed that when the CIE apprehends a person who might fall into this category, the CIE chief will consult with General Figueiredo, whose approval must be given before the person is executed. The President and General Figueiredo also agreed that the CIE is to devote almost its entire effort to internal subversion, and that the overall CIE effort is to be coordinated by General Figueiredo.

5. [1 paragraph (12½ lines) not declassified]

6. A copy of this memorandum is being made available to the Assistant Secretary of State for Inter-American Affairs. [1½ lines not declassified] No further distribution is being made.

W.E. Colby
  1. Summary: Colby reported that President Geisel planned to continue Médici’s policy of using extra legal means against subversives but would limit executions to the most dangerous subversives and terrorists.

    Source: Central Intelligence Agency, Office of the Director of Central Intelligence, Job 80M01048A: Subject Files, Box 1, Folder 29: B–10: Brazil. Secret; [handling restriction not declassified]. According to a stamped notation, David H. Blee signed for Colby. Drafted by Phillips, [names not declassified] on April 9. The line for the concurrence of the Deputy Director for Operations is blank.

sexta-feira, 12 de junho de 2026

Johann Hübner, 17 March 1668 – 21 May 1731

 https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10328164?q=%28+Genealogische+Tabellen%29&page=2,3

 

 https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10328162?q=%28+Genealogische+Tabellen%29&page=13

 https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb00052945?q=%28%22Maria+Tellez+de+Menefes%22%29&page=88,89 

 

https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb00052945?q=%28%22Maria+Tellez+de+Menefes%22%29&page=4,5
 
 


Hübner, Johann: Johann Hübners, Rectoris der Schule zu S. Johannis in Hamburg, Genealogische Tabellen. 4


Johann Hübner

https://en.wikipedia.org/wiki/Johann_H%C3%BCbner
https://en.wikipedia.org/wiki/Johann_H%C3%BCbner

Johann Hübner (17 March 1668 – 21 May 1731) was a
German geographer and scholar, who taught by the question
and answer method.

Maria Tellez de Menefes

 https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb00052945?q=%28%22Maria+Tellez+de+Menefes%22%29&page=88,89

 

e CAMPOS, feine Mutter war die Maitreffe Agnes de Caftro. Gemahlin 1. Maria Tellez de Menefes . 2. Caftantia, natürliche Toch ter Königs Henrici II. in Cas stilien. 

 

Hübner, Johann: Johann Hübners, Rectoris der Schule zu S. Johannis in Hamburg, Genealogische Tabellen. 4

 

Álvaro Gonçalves de Ataíde, 1.º Conde de Atouguia livro : Collecção De Livros Ineditos De Historia Portugueza: Dos Reinados De D. Joaõ I, D. Duarte, D. Affonso V., e Joaõ II. Publicados De Ordem Da Academia Real Das Sciencias De Lisboa. 5



Álvaro Gonçalves de Ataíde (c. 1385 - 14 de fevereiro de 1452). tomada de Ceuta

 https://www.digitale-sammlungen.de/en/view/bsb10636271?q=%28%22Lopo+Vasques%22%29&page=230

 

Serra, José Francisco Correia da: Collecção De Livros Ineditos De Historia Portugueza. 5

https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81lvaro_Gon%C3%A7alves_de_Ata%C3%ADde,_1.%C2%BA_Conde_de_Atouguia

 

tomada de Ceuta, ao lado do seu irmão Vasco Fernandes de Ataíde, que faleceu durante o assalto, sendo o único fidalgo português a perder a vida na ação contra a praça. 

 

https://cabo-carvoeiro-historico.blogspot.com/2009/02/o-condado-de-atouguia-e-seus.html 

https://cabo-carvoeiro-historico.blogspot.com/2009/02/o-condado-de-atouguia-e-seus.html

https://archive.li/Nuf1H 

Buscando Lopo Vasques, Lopo Vásquez, Vafques. Leão, Duarte Nunes de: Cronicas, e vidas dos reys de Portugal ..1, Cronicas de rey Dom Joaõ de gloriosa memoria, o I. deste nome, e dos reys de Portugal o X., e as dos reys D. Duarte, e D. Affonso o V.

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https://www.digitale-sammlungen.de/en/view/bsb10691288?q=%28%22Lopo+Vasques%22%29&page=20,21

https://archive.org/details/17813102608888bsb-10691288

Leão, Duarte Nunes de: Cronicas, e vidas dos reys de Portugal .... 1, Cronicas de rey Dom Joaõ de gloriosa memoria, o I. deste nome, e dos reys de Portugal o X., e as dos reys D. Duarte, e D. Affonso o V.

Location
    München, Bayerische Staatsbibliothek -- 4 Port. 20 m-3
Creator
    Leão, Duarte Nunes de -- (GND: 102639757X)
Title
    Cronicas, e vidas dos reys de Portugal .... 1
By
    por Duarte Nunes de Leaõ

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Linhagens Medievais Portuguesas I José Augusto De Sotto Mayor Pizarro

 

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Linhagens Medievais Portuguesas I José Augusto De Sotto Mayor Pizarro

 https://archive.org/details/linhagens-medievais-portuguesas-i-jose-augusto-de-sotto-mayor-pizarro_202405

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Doutor Lopo Vasques de Serpa (ou apenas Lopo Vasques) foi um importante jurista e magistrado português, .Ano de 1777, 1400 nativo de Serpa a 1468??

PERFEITO tem NADA , DESISTI, KÁ,RÁ,

 Lupus Vasquez

abaixo é o sobrenome da mulher Lope Vásquez

https://fmg.ac/Projects/MedLands/SPANISH%20NOBILITY%20LATER%20MEDIEVAL%202.htm 

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o Doutor Lopo Vasques de Serpa, surge como corregedor de Lisboa no ano de 1443, em documento de 29 de Maio, onde o
infante lhe pede para averiguar se no tempo de D. João I e D. Fernando os moedeiros
de Lisboa tinham privilégio de não serem constrangidos a servir em obras de pontes,
fontes, calçadas e muros[1]. No início do ano de 1448 (8 de Janeiro), ainda como
corregedor de Lisboa, manda trasladar

 https://eusougarcialeal.wordpress.com/wp-content/uploads/2015/04/ordenacoesafonsinas.pdf

 

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 https://en.wikisource.org/wiki/European_Treaties_bearing_on_the_History_of_the_United_States_and_its_Dependencies_to_1648/Document_02

Lopo Vasques, a native of Serpa, stood high in the favor of King Alfonso, by whose order he translated from Latin into the vernacular a work entitled Tomada de Constantinopla pelo Graõ Turco. D. Barbosa Machado, Bibliotheca Lusitana, III. ( 1752) 21.

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Pedatura Lusitana

https://archive.org/details/pedatura-lusitana_202603/mode/2up?q=%22Vasques+Serpa%22

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Linhagens Medievais Portuguesas I José Augusto De Sotto Mayor Pizarro

 https://archive.org/details/linhagens-medievais-portuguesas-i-jose-augusto-de-sotto-mayor-pizarro_202405

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 Doutor Lopo Vasques Corregedor da Cidade de Lixbo

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O Doutor Lopo Vasques de Serpa (ou apenas Lopo Vasques) foi um importante jurista e magistrado português, célebre por exercer o cargo de corregedor da cidade de Lisboa e integrar a comissão régia encarregada de organizar e compilar as leis do Reino. [1, 2, 3]
Sua atuação na história jurídica e administrativa de Portugal destaca-se em momentos cruciais do século XV:

    Atuação como Corregedor: Nomeado corregedor da Casa do Cível em Lisboa, ele foi uma figura central na administração da justiça real na capital, encarregado também de garantir o cumprimento das posturas municipais e de manter a ordem na cidade. [1, 2]
    Compilação das Ordenações Afonsinas: Trabalhou diretamente na revisão e estruturação das Ordenações Afonsinas (o primeiro código de leis português), atuando ao lado de outros grandes desembargadores do rei. [1, 2]
    Documentação histórica: Existem registros oficiais onde o Rei D. Afonso V ordena a Lopo Vasques de Serpa que respeite e proteja os direitos de certas classes trabalhadoras, como os moedeiros, isentando-os de trabalhos forçados. [1]

Os detalhes de suas funções judiciais na Alta Idade Média podem ser explorados no repositório da Universidade de Lisboa ou lidos no contexto da consolidação do direito português na Universidade Federal Fluminense.
Você gostaria de saber mais sobre como os corregedores atuavam no período medieval português, ou sobre o contexto histórico e político da elaboração das Ordenações Afonsinas?
As respostas da IA podem conter erros. Para orientação jurídica, consulte um profissional 


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1446 (https://www.digitale-sammlungen.de/en/view/bsb10519200?q=%28%22Lopo+Vasques%22%29&page=50,51)

 

 https://archive.org/details/mss-20628-v-1/page/n10/mode/1up

https://bnedigital.bne.es/bd/es/results?y=s&o=&w=Jo%C3%A3o+III+de+Portugal&f=ficha&o=&w=&f=texto_ficha&g=ws


https://bnedigital.bne.es/bd/es/results?y=s&o=&w=Jo%C3%A3o+III+de+Portugal&f=ficha&o=&w=&f=texto_ficha&g=ws#

https://bnedigital.bne.es/bd/es/card?id=a4668741-945f-4910-8667-a3fd1abd585e&page=1

Libro I-II das ordenaçoens do Senhor Rey Dom Affonso V / o qual Guarda Mor João Pereira Ramos de Azeredo Coutinho adquirio e fez copiar para o Real Archivo
Autoría
Portugal
Coutinho, João Pereira Ramos de Azeredo (1722-1799)
Portugal. Rey (1777-1816: María I)
Portugal. Rey (1438-1481: Alfonso V)
Publicación, distribución, etc.
1781-1782
Tipo de documento
Manuscritos
Materia
Portugal -- Historia -- 1438-1481 (Alfonso V) -- Fuentes
Manuscritos
Legislación
Descripción física
2 v. ([III], 191 [II]; [III], 334, [II] h.
Signatura
MSS/20628 V. 1
MSS/20629 V. 2
Identificador corto
0162720587
Notas
Precede en los dos libros autorización de la Reina Doña María e Índice || En portada de Libro II dice que " João Pereira Ramos de Azeredo Coutinho fez copiar por ser achar arruinado o original" || En contratapa delantera del Libro I: 333 [enmarcado por círculo] || En contratapa delantera del Libro II: 334 [enmarcado por círculo] || En portada: Anno 1777 || Al final consta que Libro I fue escrito en 1781 por Joaquim Joze Bernardino (v. I, h. 191v) y Libro II en 1782, por Jose Antonio Rodrigues (v. II, h. 334), ambos fueron mandados escribir por Alejandre Antonio da Silva e Caminha || En blanco :v..1 (h. I-IIIv, h. 2v y al final I-IIv) ; v.2. (h. I-IIIv, h. 2v, 334v y al final h. I-IIv)
Derechos

Obra en dominio público.
CC BY 4.0 o equivalente. Atribución a la Biblioteca Nacional de España.
Condiciones de uso y reproducción

Licencia CC BY 4.0 o equivalente. El uso es gratuito y no requiere autorización previa.

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Consultas sobre uso y reproducción: info.repro@bne.es

Solicitar una reproducción de esta obra

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https://www.digitale-sammlungen.de/en/view/bsb10691288?q=%28%22Lopo+Vasques%22%29&page=20,21 

 

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seguiu vel-a terminada em 17 de Julho de 1446. Depois a mandou rever e aper- feiçoar por uma junta, composta do sobredito Ruy Fernandes, e dos doutores Lopo Vasques , corregedor de Lisboa, Luis Martins e Fernão Rodrigues, estes do Desembargo d'el-rei. A esta compilação, pois, se ficou chamando Codigo, ou Ordenações d'el-rei D. Affonso V; o qual depois de andar por alguns secu-

https://www.digitale-sammlungen.de/en/view/bsb10808411?q=%28%22Lopo+Vasques%22%29&page=326,327

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temunho deſto the mandamos dar esta noſſa Car- ta. Dada em a nossa Villa de Leiria a 28. dias de Março. 1458. El-Rey o mandou pello Doutor Lopo Vasques de Serpa feu Vaffalo, & do seu Defen- bargo, & das petiçoes. Leão de Villa Real a fez anno do Nacimento de N. Senhor Iefu 

 

https://www.digitale-sammlungen.de/en/view/bsb11204664?q=%28%22Lopo+Vasques%22%29&page=274,275 

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Dom Sancho I (1154–1211), conhecido como "O Povoador" pagina 54 casado com Aldonça Berenguer (= Dulce de Aragão)1656

 

 

 https://pt.wikipedia.org/wiki/Sancho_I_de_Portugal

 https://archive.li/8auly

https://es.wikipedia.org/wiki/Dulce_de_Arag%C3%B3n 

 https://archive.li/lgsLh

 https://wikivisually.com/wiki/Dulce_of_Aragon


https://archive.li/wip/VJQGs 

 

 

Dom Sancho I (1154–1211), conhecido como "O Povoador", foi o segundo Rei de Portugal. Nascido em Coimbra, ele consolidou e expandiu as fronteiras do reino e dedicou-se ao desenvolvimento interno, repovoando áreas e fundando vilas. [1, 2, 3, 4]
Principais Fatos

    Origem: Nasceu em Coimbra em 11 de novembro de 1154. Era filho de D. Afonso Henriques e D. Mafalda de Saboia. [1]
    Reinado: Governou Portugal de 1185 até sua morte em 1211. [1, 2]
    O Povoador: Recebeu este cognome por estimular o povoamento do território português e fundar novas cidades, como a Guarda em 1199. [1]
    Expansão: Conquistou regiões no sul como Silves (embora tenham sido perdidas depois) e foi o primeiro monarca a intitular-se Rei de Portugal e dos Algarves. [1]
    Relação com Coimbra: Foi armado cavaleiro na cidade (1170) e lá construiu a gafaria de São Lázaro. Após seu falecimento em Santarém, foi sepultado no Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra. [1, 2, 3, 4, 5]

Se você tem interesse em algum aspecto específico da vida do rei, me diga:

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https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10358586?q=%28%22Maria+Tellez+de+Menefes%22%29&page=152,153

Ressource
Silva, Rodrigo Mendes da: Catalogo real y genealogico de España

Standort
    München, Bayerische Staatsbibliothek -- 4 Geneal. 73
Urheber
    Silva, Rodrigo Mendes da -- (GND: 100408265)
Titel
    Catalogo real y genealogico de España
Entstehung
    Madrid
 
  1656
Sprache

 

 página 54 do livro

https://archive.org/details/17812801448888bsb-10358586/page/n135/mode/1up 

====Maria Teles de Meneses irmã da dona Eleonor=====

  

Silva, Rodrigo Mendes da: Catalogo real y genealogico de España

https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10358586?q=%28%22Maria+Tellez+de+Menefes%22%29&page=152,153 

https://archive.org/details/17812801448888bsb-10358586 




Juan Pacheco (1419–1474), Marquês de Vilhena,

 Juan Pacheco (1419–1474), Marquês de Vilhena, foi um dos nobres e políticos mais poderosos da Espanha no século XV. Conselheiro e favorito do Rei Henrique IV de Castela, ele dominou a política castelhana, acumulou imensas riquezas e fortaleceu o seu poder militar antes de liderar a oposição ao próprio rei. [1, 2]
Para compreender o impacto e a biografia desta figura histórica, os principais pontos incluem:

    Ascensão ao Poder: Companheiro de infância e confidente de Henrique IV, Pacheco acumulou incontáveis títulos, terras e o prestigioso cargo de Mestre da Ordem de Santiago. [1, 2, 3]
    Rivalidade e Guerra Civil: Mais tarde, tornou-se o líder da facção aristocrática rebelde, organizando a deposição simbólica do seu antigo aliado e apoiando outros candidatos ao trono, incluindo Isabel I (a Católica). [1]
    Legado Patrimonial: Foi o responsável pela construção de imponentes fortalezas, como o Castelo de Belmonte na região de Cuenca, Espanha. [1]

Pode ler o perfil detalhado fornecido pela Britannica ou explorar o contexto sobre o seu exílio na Wikipédia. [1, 2]
Gostaria de aprofundar algum aspecto específico da vida dele? Por exemplo, a sua influência nas intrigas da Corte de Castela, o seu envolvimento nas guerras civis ou a arquitetura dos seus castelos?

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II
C A quiénes se re'fiére Jorge Manrique en la estrofa ,aa, que comienza :
Pues los otros dos hermanos, ,
maestres tan prosperados
cpmo reyes, ...? -
Bonilla y San Martin en su Anlologia de poétas de los siglos xïu
al xv, al comentarla, afirma : « Alude elpoela a los favoritos del Rey
don Enrique: don Juan Pacheco, Marqués de Villena, y don Bellrân
de la Cueva, primer duque de Àlburquerque. Ambos fueron Maestres
' de Santiago2. »
Esta atribuciôn de Bonilla no me parece del todo exacta, teniendo
en cuenta :
i°, que D. Juan Pacheco y D. Bellrân de la Cueva no eran her-
manos ; pues el Marqués de Villena era « fijo de Alfonso Telles Girôn...
nielo de [Juan Fernândez Pacheco] uno de los caualleros que vinieron
de Portogâl a Caslilla al seruicio del rey don Juan, el que fué vencido
en la hatalla de Aljubarrota»3, y el duque de Alburquerque era hijo
de Diego de la Cueva, y su abuelo paternOj, segûn el cronista Alonso
de Palencia, era « un oscuro campesinollamado Gil Ruiz, » de Cuenca,
cuyo hijo Diego adoptô un apellido mus" sonoro tomândolo de un
predio rûslico que su padre habia adquirido'1, y aunque esto no fues'e
cierto, y aceplâsemos la ascendencia mâs aristocrâtica con la que fué
luego honrado el primer duque de Alburquerque5, nos encontramos
con que no se halla hingûn parenlesco entre las dos célèbres figuras
del reinado del Impotente.
a", que tampôco puede de ningun modo, referirse a D. Beltrân, por'
la sencilla razôn de que no muriô hasta el i° de Noviembre de r49a 6.
Ya que un escrilor de una calolicidad de cultura tan pasmosa como
1. Ksfrofa 2/4, Cancionero, t. Il, pàg. a3i.
a. Madrid, 1917, nota IDO, pàg. 177.
3. fernando del Pulgar, Glaros varones de Castilla [Titulo VI]-, éd. Donn'nguez
Bordona, en CUisicos castellanos, Madrid, iç)33, pàg. 59.
4. Cronica de Enrique IV, fraducciôu castellana de A. Paz y Melia, t. I, 1904,
pâg. 37a.
5. Ilay leyendas que le liac.on descender nada menos que de Enrique I, do
Francia. Gonf. Ilodriguez Villa, Bosqncjo biogràfico de Don Bellrân de la Cueva,
Madrid, 1881, pàgs. 1-4.
G. llodriguo?.4 Villa, obra citada. pàg. I3I. Galindez de Carvajal en sus Anales
brèves afirma :« vispora de lodos los Santos murio D. Bellrân de la Cueva, primero
Duque de Alburquerque », Bih. Auls, Esps., t. LXX, pàg. 548.

 

 https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k5600404g/f1.planchecontact.r=%22TELLES%20GIR%C3%93N%22


Titre :  Bulletin hispanique
Auteur  :  Université de Bordeaux. Faculté des lettres et sciences humaines. Auteur du texte
Auteur  :  Société de correspondance hispanique (France). Auteur du texte
Éditeur  :  Féret (Bordeaux)
Éditeur  :  Henri Georg (Lyon)
Éditeur  :  Paul Ruat (Marseille)
Date d'édition :  1927-10-01
Notice du catalogue :  http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb327290771
Type :  texte
Type :  publication en série imprimée
Langue  :  français
Format :  Nombre total de vues : 15803
Description :  01 octobre 1927
Description :  1927/10/01 (N4,VOL29)-1927/12/31.
Description :  Collection numérique : Fonds régional : Aquitaine
Droits  :  Consultable en ligne
Identifiant :  ark:/12148/bpt6k5600404g
Source  :  Bibliothèque nationale de France, département Littérature et art, 8-Z-1469 (3)
Conservation numérique :  Bibliothèque nationale de France
Date de mise en ligne  :  10/01/2011
LÉGENDES ET TABLE DES MATIÈ

    Aller à la page de la table des matières429
    TABLE ALPHABETIQUE PAR NOMS D'AUTEURS
        AVEZOU (R.). - Rapport à M. le Directeur des Hautes-Etudes hispaniques
        .......... Page(s) .......... 174, 283, 351
        AVEZOU (R.). - Une lettre de M. F. G. Eichoff à Villemain
        .......... Page(s) .......... 298
        BERTRAND (J.-J.-A.). - Johannes Fastenrath et l'Espagne
        .......... Page(s) .......... 211
        BERTRAND (J.-J.-A.). - Chronique
        .......... Page(s) .......... 235, 333
        BOUILLIER (V.). - Baltasar Gracian, Oracolo manuale, traduzzione e commento di Eugenio Mele (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 324
        BOURCIEZ (Ed.) - Amado Alonso, La subagrapacian romanica del Catalan (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 315
        BOURCIEZ (Ed.) - Xavier de Cardaillac, Don Quichotte de la Manche par Miguel de Cervantes (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 320
        BOUSSAGOL (G.). - Angel de Saavedra, duc de Rivas. Essai de bibliographie critique
        .......... Page(s) .......... 5
        BOUSSAGOL (G.). - Henri Mérimée
        .......... Page(s) .......... 121
        BUCETA (E.). - Dos papeletas referentes a las "Coplas" de Jorge Manrique
        .......... Page(s) .......... 407
        CIROT (G.). - Anecdotes ou légendes sur l'époque d'Alphonse VIII
        .......... Page(s) .......... 145, 241, 337
        CIROT (G.). - Sur le manuscrit portugais de la Chronique générale" Port. 4" de la Bibliothèque Nationale de Paris
        .......... Page(s) .......... 199
        CIROT (G.). - Chronique
        .......... Page(s) .......... 141, 237, 334, 428
        CIROT (G.). - Dom Gregori Mcaractères non reproduits Sunyol, Introduccio à la Palcografia musical Gregoriana (bibl)
        .......... Page(s) .......... 126
        CIROT (G.). - D. Luciano Serrano, Cartulario de San Pedro de Arlanza (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 126
        CIROT (G.). - Aubrey F. G. Bell, Luis de Léon (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 128
        CIROT (G.). - A. Castro, El pensamiento de Cervantes
        .......... Page(s) .......... 129
        CIROT (G.). - C. E. Anibal, Mira de Mescua (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 136
        CIROT (G.). - N. Alonso Cortés, Zorrilla, Poesias (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 138
        CIROT (G.). - P. Miguélez, Catalogo de los Codices Espanoles de la Biblioteca del Escorial (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 214
        CIROT (G.). - J. F. Montesinos, Lope de Vega, El Marqués de las Navas (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 218
        CIROT (G.). - E. Bucher Williams, The life and dramatic works of Gertrudis Gomez de Avellaneda (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 224
        CIROT (G.). - E. F. Tiscornio, "Martin Fierro" comentado y anotado (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 225
        CIROT (G.). - C. Barja, En torno al caractères non reproduitsrismo gallego del siglo XIX (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 227
        CIROT (G.). - G. Tyler Northup, An introduction to Spanish Literature (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 232
        CIROT (G.). - Nebrija, Gramatica de la lengua castellana... edited by J. Gouzalez-Llubera (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 318
        CIROT (G.). - W. Fichter, Lope de Vega's "El Castigo del Discreto" (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 426
        COURTEAULT (P.). - La mort du marquis de Mora à Bordeaux
        .......... Page(s) .......... 110
        FEGHALI (M.). - L. Halphen, Peuples et civilisations; Les Barbares (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 313
        HIRSCHAUER (Ch.). - Bibliographie des travaux de M. Morel-Fatio (supplément)
        .......... Page(s) .......... 99
        LAMBERT (E). - Felin Elias, L'Escultura catalana moderna (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 427
        LAMBERT (E). - Chronique
        .......... Page(s) .......... 141
        LEGENDRE (M.). - La légende des Batuecas et des Jurdes
        .......... Page(s) .......... 370
        LE GENTIL (G.). - Quelques sources d'Oliveira Martins
        .......... Page(s) .......... 255
        LE GENTIL (G.). - Chronique
        .......... Page(s) .......... 334
        LE GENTIL (G.). - E. Prestage, The diplomatic relations of Portugal with France, England and Holland from 1640 to 1668 (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 221
        LE GENTIL (G.). - A. Ferrao, Teoria da historia; Estudos pombalinos; Antonio Candido como pensador (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 228
        LE GENTIL (G.). - R. dos Santos, A torre de Belem (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 317
        LE GENTIL (G.). - G. Boussagol. Angel de Saavedra, duc de Rivas (bibl.
        .......... Page(s) .......... 326
        LE GENTIL (G.). - R. dos Santos, As tepeçarias da tomada de Arzila (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 422
        LE GENTIL (G.). - Pires de Lima, Gil Vicente, Auto da Alma (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 425
        RENAUDET (A.). - Erasme et Juan de Valdés, d'après une publication récente
        .......... Page(s) .......... 293
        RICARD (G.). - Un catéchisme de l'Espagnol au Maroc
        .......... Page(s) .......... 300
        RICARD (G.). - Lt-Ccaractères non reproduits H. de Castries, Les sources inédites de l'histoire du Maroc (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 321
        RICARD (G.). - Bernal Diaz, Descubrimiento y conquista de Méjico, Col. Carlos Pereyra (bibl.)
        .......... Page(s) .......... 423
        SARRAILH (J.). - Note sur Gabriel Miro
        .......... Page(s) .......... 307
    TABLE ANALYTIQUE DES MATIERES
        I. ARTICLES DE FOND.
        .......... Page(s) .......... 174-198
            Archives. - Rapport à M. le Directeur des Hautes-Etudes hispaniques (R. Avezou), p.
            .......... Page(s) .......... 174-198, 283-292, 351-369
            Histoire. - La mort du marquis de Mora à Bordeaux (P. Courteault), p.
            .......... Page(s) .......... 110, 120
            Historiographie. - Anecdotes ou légendes sur l'époque d'Alphonse VIII (suite) (G. Cirot), p.
            .......... Page(s) .......... 145, 173, 241-254, 337-350
            Historiographie. - Quelques sources d'Oliveira Martins (G. Le Gentil), p.
            .......... Page(s) .......... 255-282
            Bibliographie - Angel de Saavedra, duc de Rivas. Essai de bibliographie critique (G. Boussagol). p.
            .......... Page(s) .......... 5-98
            Bibliographie - Bibliographie des travaux de M. Alfred Morel-Fatio (Ch. Hirschauer), p.
            .......... Page(s) .......... 99-109
            Nécrologie. - Henri Mérimée (G. Boussagol), p.
            .......... Page(s) .......... 121-125
        II. VARIETES, NOTES, CHRONIQUES.
        .......... Page(s) .......... 199-210
            Histoire littéraire. - Sur le manuscrit portugais "Port. 4" de la Biliothèque Nationale de Paris (G. Cirot), p.
            .......... Page(s) .......... 199-210
            Histoire littéraire. - Dos papeletas referentes a las "Coplas" de Jorge Manrique (Erasmo Buceta), p.
            .......... Page(s) .......... 407-412
            Histoire littéraire. - Erasme et Juan de Valdés, d'après une publication récente (A. Renaudet), p.
            .......... Page(s) .......... 293-298
            Histoire littéraire. - Johannes Fastenrath et l'Espagne (J.-J.-A. Bertrand), p.
            .......... Page(s) .......... 211-213
            Histoire littéraire. - Note sur Gabriel Miro (J. Sarrailh), p.
            .......... Page(s) .......... 307-310
            Histoire. - Une lettre de M. F. G. Eichoff à Villemain (R. Avezou), p.
            .......... Page(s) .......... 298-299
            Histoire. - Un catéchisme de l'Espagnol au Maroc (R. Ricard), p.
            .......... Page(s) .......... 300-306
            Universités et enseignement. - Programmes de la licence d'espagnol en 1927-1928 (Bordeaux et Poitiers), p.
            .......... Page(s) .......... 311
            Universités et enseignement. - Programmes pour les concours d'agrégation et de certificat d'espagnol en 1928, p.
            .......... Page(s) .......... 420
            Universités et enseignement. - Une "velada" en l'honneur de Henri Mérimée (p.
            .......... Page(s) .......... 413-420
            Chronique. - Rahola, Hardy, Moneva y Pujol, Gonzalez Palencia, W. Mulertt, L. de Azevedo, Chaves, Cazenave, Gillet, Dom Chevallier, Hesperis, Brutails, Errata, p.
            Chronique. - B. Schädel, L.-P. Thomas, A. Schneeberger, P. Cuevas, R. Acad. esp., Gaceta literaria, Folch y Torres, Boussagol, H. Courteault, Ballesteros, Dom Chevallier, H. Sée, F. Pujol, J. Fuente, J. Cazenave, M. Nunez de Arenas, R. R. Spaulding, J.-E. Gillet, M. A. Larson, A. Farinelli, C. de Bethencourt, R. Ricard, A. Alonso, Hispania, Vinas, Boletin del Instituto de Filologia, p.
            .......... Page(s) .......... 235-240
            Chronique. - Cejador, Eus. Diaz, Rubio y Lluch, Estudis Universitaris Catalans, C. Giardini, Puig y Cadalfach, G. de Reparaz, C. de Passos, A. Pérez Lugin, A. H. Krapp, Gertrud Richert, Courtney Tarr, A. Marvaud, D. de Bruyne, Lopez, H. Mérimée, p.
            .......... Page(s) .......... 332-336
            Chronique. - Ad. Bonilla, Hämel, Pfandl, Milton A. Buchanan, p.
            .......... Page(s) .......... 428
        III. BIBLIOGRAPHIE.
        .......... Page(s) .......... 126
            DOM GREGORI Mcaractères non reproduits SUNYOL, Introduccio à la Paleografia musical Gregoriana (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 126
            - D. LUCIANO SERRANO, Cartulario de San Pecaractères non reproduitsro de Arlanza (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 126
            - AUBREY F. G. BELL, Luis de Léon (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 128
            - AMERICO CASTRO, El Pensamiento de Cervantes (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 129
            - C. E. ANIBAL. Mira de Mescua (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 136
            - N. ALONSO CORTES, Zorrilla, Poesias (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 138
            P. MIGUELEZ, Catalogo de los Codices Espanoles de la Biblioteca del Escorial (G. C), p.
            .......... Page(s) .......... 214
            - J. MONTESINOS, Lope de Vega, El Marqués de las Navas (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 218
            - E. PRESTAGE, The diplomatic relations of Portugal with France, England and Holland from 1640 to 1668 (G. Le Gentil), p.
            .......... Page(s) .......... 221
            - E. BUCHER WILLIAMS, The life and dramatic works of Gertrudis Gomez de Avellaneda (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 224
            - ELEUTERIO F. TISCORNIO, "Martin Fierro" comentado y anotado (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 225
            - C. BARJA, En torno al lirismo gallego del siglo XIX (G. C), p.
            .......... Page(s) .......... 227
            - A. FERRAO, Teoria da historia; Estudos pombalinos; Antonio Candido como pensador (G. Le G.), p
            .......... Page(s) .......... 228
            - G. TYLER NORTHUP, An introduction to Spanish Literature (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 232
            LOUIS HALPHEN, Peuples et civilisations: les Barbares (Michel Feghali), p.
            .......... Page(s) .......... 313
            - AMADO ALONSO, La subagrupacion romanica del Catalan (Ed. Bourciez), p
            .......... Page(s) .......... 315
            - REYNALDO DOS SANTOS. A Torre de Belem (G. Le Gentil), p.
            .......... Page(s) .......... 317
            - NEBRIJA, Gramatica de la lengua Castellacaractères non reproduitsn..., edited by J. GONZALEZ LLUBERA (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 318
            - XAVIER DE CARDAILLAC. Don Quichotte de la Manche par MIGUEL DE CERVANTES SAAVEDRA (Ed. Bourciez), p.
            .......... Page(s) .......... 320
            - Lt-Ct H. DE CASTRIES, Les sources inédites de l'histoire du Maroc (R. Ricard), p.
            .......... Page(s) .......... 321
            - BALTAZAR GRACIAN, Oracolo manuale, traduzione e commento di E. MELE (V. Bouillier), p.
            .......... Page(s) .......... 321
            - GABRIEL BOUSSAGOL, Angel de Saavedra, duc de Rivas (G. Le Gentil), p.
            .......... Page(s) .......... 326
            R. DOS SANTOS, As tapeçarias da tomada de Arzila (G. Le Gentil), p.
            .......... Page(s) .......... 422
            - BERNAL DIAZ, Descubrimiento y conquista de Méjico (R. Ricard), p
            .......... Page(s) .......... 423
            - GIL VIOENTE Auto da Alma, prefacio notas e glossario por AUG. C. PIRES DE LIMA (G. Le Gentil), p.
            .......... Page(s) .......... 425
            - Lope de Vega's "El castigo del Discreto", by WILLIAM FICHTER (G. C.), p.
            .......... Page(s) .......... 426
            - FELIU ELIAS, L'Escultura catalana moderna (E. Lambert), p.
            .......... Page(s) .......... 427
        IV. GRAVURES.
        .......... Page(s) .......... 201
            Ms portugais de la Chronique générale (Bibl. Nat. Paris "Port. 4", p.
            .......... Page(s) .......... 201, 203, 204
            - Ms Escaractères non reproduits. 4. II, 13 (Chronique de Juan de la Pena, dernière page), p.
            .......... Page(s) .......... 215
    SOMMAIRE Tome XXIX, 1927, N° 4
        Georges Cirot, Anecdotes ou légendes sur l'époque d'Alphonse VIII (suite)
        .......... Page(s) .......... 337
        R. Avezou, Rapport à M. le Directeur des Hautes-Etudes hispaniques (fin)
        .......... Page(s) .......... 351
        M. Legendre, La légende des Batuecas et des Jurdes
        .......... Page(s) .......... 370
        Variétés: Dos papeletas referentes à las "Coplas" de Jorge Manrique (Erasmo Buceta),
        .......... Page(s) .......... 407
        Universités et enseignement: Une "velada" en l'honneur d'Henri Mérimée,
        .......... Page(s) .......... 413
        Universités et enseignement: Programmes pour les concours d'agrégation et de certificat d'espagnol en 1928,
        .......... Page(s) .......... 420
        Bibliographie: R. DOS SANTOS, As tapeçarias da tomada de Arzila (G. Le Gentil),
        .......... Page(s) .......... 422
        - BERNAL DIAZ, Descubrimiento y conquista de Méjico (R. Ricard),
        .......... Page(s) .......... 423
        - GIL VICENTE, Auto da Alma, prefacio, notas e glossario por AUG. C. PIRES DE LIMA (G. Le Gentil),
        .......... Page(s) .......... 425
        - Lope de Vega's "El Castigo del Discreto" by WILLIAM FICHTER (G. Cirot),
        .......... Page(s) .......... 426
        - FELIU ELIAS, L'Escultura catalana moderna (E. Lambert),
        .......... Page(s) .......... 427
        Chronique: Ad. Bonilla, Hämel, Pfandl, Milton A. Buchanan,
        .......... Page(s) .......... 428
        TABLE DES MATIERES,
        .......... Page(s) .......... 429

Os Protocolos dos Sábios de Sião,

 Os Protocolos dos Sábios de Sião https://pdfcoffee.com/os-protocolos-dos-sabios-de-siao-pdf-free.html Israel é inimiga do Afeganistão, Bush...