domingo, 3 de maio de 2026

HUMANIDADE FILHAS DAS PUTAS, PARABENS pra VOCÊ ,

 que cortou o meu site, POBREFLIX.COM.

Você sabe que é deboche porque você não viu o POBREFLIX_FLEX. COM. KKK 

DE PRESENTE PRA VOCÊ , genio, KK, AKA, AKA, KÁKÁKÁ. 

ia vá comer sabão. 

 Eu acho que estou confundindo o Handel com outro músico..isso que dá não anotar. Tinha foto e tudo.

.

PKP ACHEI O NOME DELA NA OUTRA REENCARNAÇÃO. NÉ POSSÍVEL.

PROCUREM VOCÊS.

AKÁ, KÁ, KÁ , KÁ, KÁ,

novidade na outra reencarnação ela tinha o mesmo nome, puts. ká,rá,rá. Tu heim aí em cima me explica como é que você consegue fazer isso? 

 http://smc.centerblog.net/2035-margherita-durastanti

no site acima está errado o nome da pessoa é esta Portrait of Élisabeth Duparc († 1778) no retrato.

 

https://www.rijksmuseum.nl/nl/content-zoeken?q=Durastanti+ 

???

https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10278493_00007_u001?page=28,29&q=durastanti 

https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb00016911?q=durastanti&page=13, 

https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10223867?q=durastanti&page=281 

https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10527084?q=durastanti&page=270,271 

https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10527088?q=durastanti&page=276, 

https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb11631377?q=durastanti&page=482,483 

https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb11366380?q=durastanti&page=5 

https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10600125?q=durastanti&page=395,

 

oba um jornal de 1733

https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10503682_00641_u001?q=durastanti&page=1 

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 https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10999245?q=durastanti&page=134,135

 

https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10623247?q=durastanti&page=98, 

https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb11384147?q=durastanti&page=278,279 

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https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10278493_00007_u001?page=28,29&q=durastanti

estão neste também

 https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb11384147?q=durastanti&page=296

https://www.digitale-sammlungen.de/de/view/bsb10527077?q=durastanti&page=56,57 

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aqui um livreto drama para música

Gasparini, Francesco: Il Tartaro nella Cina

 

Durastanti research IV: this part of my research takes us to Paris, for my heroine sang the Senesino roles of Ottone and Giulio Cesare there (as apparently neither Senesino nor Handel got the permission to go to Paris).
It was a private performance arranged by Durastanti's husband Avelloni, an art dealer and collector, to take place at the home of renowned colleague and art dealer Pierre Crozat.
There a many open questions. Was it a semi staging? Probably yes. Who directed the orchestra? Surely not Handel's rival Bononcini, but more likely Sandoni. Was the libretto adapted? And if so who did this job? The libretto must have been adapted, as Durastanti sang double roles, that of Ottone and Gismonda, and then Giulio Cesare and Sesto or Cornelia. Donald Burrows, Helen Coffey, John Greenacombe, Anthony Hicks: George Frideric Handel, "Collected Documents", Cambridge, 2015, state that she sang Cornelia besides Cesare (Anastasia Robinson had retired), but it might be a mistake... it is feasible though that the role of Sesto was deleted...so many questions and so few answers.
For now let's imagine Durastanti singing this aria as Giulio Cesare:
 
 
 
ia 
As óperas de George Frideric Handel (Haendel) na Inglaterra e na Itália foram marcadas pela colaboração com grandes cantoras da época, fundamentais para o sucesso de suas obras no barroco. Algumas das mais notáveis incluem:
  • Margherita Durastanti: Foi a primeira grande parceira artística de Handel. Ela estreou a maioria das cantatas de câmara em Roma, interpretou Maria Madalena na oratória A Ressurreição (1708) e protagonizou a ópera Agripina em Veneza.
  • Francesca Cuzzoni e Faustina Bordoni: Ambas as famosas sopranos italianas atuaram juntas, pela primeira vez em uma ópera de Handel, em Alessandro (1726). A rivalidade entre elas era famosa e Handel equilibrava a escrita musical para valorizar igualmente ambas.
  • Vittoria Tarquini: Outra cantora proeminente que colaborou com Handel.
  • Vittoria Tesi e Anna Marchesini: Contraltos que, ao lado de castratis, desempenharam papéis importantes, muitas vezes assumindo papéis masculinos e femininos, evidenciando a versatilidade das vozes femininas profundas no início do século XVIII.
Essas cantoras, muitas vezes chamadas de primadonas, foram essenciais para o teatro lírico londrino sob a direção de Handel durante o período da Royal Academy of Music.
Este vídeo explica como Handel equilibrou a escrita musical entre Cuzzoni e Bordoni
 
 

Martim "Gracia" ou Garcia Galera E Também Martim Gracia ou Martin Garcia este anterior morreu em 1526 na ilha que levou seu nome Martim Gracia!

 https://rosas-dos-ventos.blogspot.com/2021/09/martim-gracia-ou-garcia-galera.html

 

aqui na página 276 pra quem tem dificuldade de ler. 

 

Sá, Simão Pereira de, 1701-1752
Título:     Historia topographica e bellica da nova colonia do sacramento do rio da prata
Local de Publicação:     Rio de Janeiro
Editor:     Leuzinger
Data do documento:     1900
Suporte Físico:     xlvi, 221 p
Descrição:     Editada pela primeira vez pelo Lycêo Litterario Portuguez, do Rio de Janeiro, e copiada do original de Simão Pereira de Sá.
Nota Local:     Ex. 1 da BBM possui anexo, ver dossiê n. 303.
Ex. 1 da BBM encadernação meio couro azul. Tiragem de 200 exemplares; exemplar numerado n.137 (de Guimarães Passos)
Ex. 2 da BBM encadernação meio couro marrom; ex. 39 (de Gastão Cruls)


www.projetocompartilhar.org › Familia › Carrasco
(aa Martim Gracia Galera). Titulo dos Filhos: -Miguel Gracia Galera, defunto e por ele seus filhos Izabel de 11 = Bartolomeu de 9 = ----- de 6 = Angela de 4 ...



Terceiro Conselho de Estado 1867 - 1868 - Senado Federal
https://www.senado.leg.br › anais › pdf › ACE › AT...
PDF
5 – Demolição dos fortes paraguaios; ... Não quererá a Confederação deduzir daí que devemos arrasar o forte de Coimbra? Quererá ela desarmar. Martim Gracia?

Família CARRASCO - Projeto Compartilhar
http://www.projetocompartilhar.org › Familia › Carrasco
(aa Martim Gracia Galera). Titulo dos Filhos: -Miguel Gracia Galera, defunto e por ele seus filhos Izabel de 11 = Bartolomeu de 9 = ----- de 6 = Angela de 4 ...

HISTflllA TOPOGBAPHICA E BELUGA
https://digital.bbm.usp.br › bitstream › bbm › 45000...
PDF
ciados; tem aouella associação talado forte nos campos obscurantes da igno ... prezioneiros navegando com descuido a Ilha de Martim gracia,.
298 páginas

Petroucic genealogy » Martim Carrasco Galera ( M Garcia)
https://www.genealogieonline.nl › petroucic-genealogy
Autos aos 02-11-1669 nesta vila de S. Paulo nas casas de morada de Manoel Fernandes Barros onde estava o viuvo Martim Carrasco Galera. (aa Martim Gracia ...

Annaes do Itamaraty. anno 1- , v.1- 1936-: Publicação feita ...
https://books.google.com.br › books
Brazil. Ministério das Relações Exteriores · 1942 · ‎Brazil
... foi bem acolhido pelo Comandante do Corsario estacionado junto da Ilha de Martim Gracia , que lhe disse tinha Ordens do seu Governo para tratar bem aos ...

Relaçaõ do sitio que o governador de Buenos Aires D. Miguel ...
https://books.google.com.br › books
Silvestre FERREIRA DA SYLVA · 1748
... e todos ao mesmo tempo Castelhanos , e Portuguezes no dia 21 de Mayo do dito anno de 1737 , des mandara ) a Illa de Martim Gracia dez leguas acima da ...

Relaçaõ do sitio, que o Governador de Buenos Aires D. Miguel ...
https://books.google.com.br › books
Silvestre Ferreira da Silva · 1748 · ‎Argentina
... demandarað a Ilha de Martim Gracia dez leguas acima da Colonia . Nesta paragem houve vas tios bordos com descargas de artilliaria de par te a parte ...

Triumvirato espiritual, e historico, nas prodigiosas vidas ...
https://books.google.com.br › books
Agostinho de Santa Maria (frei) · 1722
... aos Soldados Hespanhoes , veyo ultimamente a ser preso do Capitað Martim Gracia de Loyola , & preso o remetteu ao Cusco , aonde correu a causa .


 PROJETO COMPARTILHAR

Coordenação: Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueira

www.projetocompartilhar.org

 

 

CARRASCO

(atualizado em 04-fevereiro-2018)

 

SL. 6, 469, Titulo Carrasco. Miguel Garcia Carrasco, natural de S. Lucas de Cana Verde, é o tronco da família deste apelido. Foi 1.º casado com Margarida Fernandes, f.ª de Balthazar Gonçalves Malio e de Jeronima Fernandes, falecida em 1630. 2.ª vez casou Miguel Garcia Carrasco com Izabel João, e faleceu com testamento em 1658 em S. Paulo.

 

 

Bartyra Sette

Fabricio Gerin

 

Miguel Garcia Carrasco, natural de S. Lucas de Cana Verde, foi casado duas vezes. Primeira vez casou com Margarida Fernandes, filha de Jerônima Fernandes (inventário de Maria Paes, SAESP vol. 4º neste site) e seu segundo marido Baltazar Gonçalves Malio, neta materna de André Fernandes e Maria Paes, esta inventariada em 1616 (inventário SAESP vol. 4º neste site), família “Baltazar Gonçalves Malio”, neste site.

 

Izabel João, sua segunda mulher, foi primeira vez casada com Gabriel Rodrigues inventariado em 08-10-1633 (SAESP vol. 9º, neste site) com geração de três filhos em aportes à GP: Gabriel Rodrigues, SL I, 26, 2-5

 

Em 1638, juntamente com (os filhos?) Baltazar (Carrasco) dos Reis e Martim Garcia (Galera), Miguel pediu terras próximas ao rio Embu Guassu, confrontando com João de Santana e Martim Rodrigues. Por ser casado e ter filhos, recebeu uma légua, enquanto os outros ganharam apenas meia, ou seja, ainda não eram casados e nem tinham filhos na ocasião. (Sesmarias, neste site).

 

Miguel faleceu com testamento que recebeu o cumpra-se em 12-09-1658. Alem dos dez filhos legitimos descritos no Título Carrasco da Genealogia Paulistana de Silva Leme, declarou um filho natural:

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Inventariado Miguel Garcia Carrasco

Autos aos 05-10-1658 nesta vila de S. Paulo

Declarante a viuva Izabel João. Assina a rogo Francisco Furtado.

 

Titulo dos Filhos do 1 matrimonio:

Baltazar Carrasco dos Reis = Miguel Garcia Carrasco = João Garcia Carrasco.

 

DANIFICADOS

- Gaspar João, casado

- ---- Carrasco, de 16 anos

- Francisco de 14

- Antonio, de 13 anos

- Benta Garcia, de 15

- Leonor Garcia cc Manoel Garcia

- Izabel Garcia cc Antonio Ribeiro

- Martim Carrasco, bastardo.

 

Quinhões:

da viuva

dos legados:

da orfã Benta Garcia

de Martim Garcia Carrasco

de Francisco Carrasco

de Antonio Carrasco

de Baltazar Carrasco dos Reios

de Miguel Garcia Carasco

de João Garcia Carrasco

de Martim Carrasco Galera.

de Gaspar João

 

Curador dos orfãos seus irmão: Baltazar Carrascos dos Reis - 12-02-1659

 

Testamento 03-08-1658 nesta vila de S. Paulo

Sou natural de S. Luqua de Bana Berde  donde não sei tenha parente algum. Fui casado nesta vila com Margarida Fernandes, ja defunta, da qual tive tres filhos machos Baltazar dos Reis = Miguel Garcia Carrasco = João Garcia Carrasco.

Segunda vez casado com Izabel João da qual tive quatro filhos machos Gaspar João = Martim Carrasco = Frasncisco João = Antonio Carrtrasco e tres filhas Leonor Garcia cc Manoel Garcia = Izabel Garcia cc Antonio Ribeiro = Benta Garcia ainda solteira. Tenho um filho natural por nome Martim Carrasco que houve ----------.

Remanescente da terça a minha filha Benta Garcia.

Cumpra-se 12-09-1658

 

1n- Martim Carrasco Galera filho natural de Miguel Garcia Carrasco, reconhecido em testamento. Não é citado no rol de seus irmãos no título “Carrasco”.

Casou com Izabel Fernandes, natural de São Paulo, filha de Belchior Fernandes e outra Izabel Fernandes (SAESP vol. 30º apenso ao de Manoel Rodrigues Góes).

Izabel faleceu com testamento e foi inventariada em 02-11-1669. Declarou seis filhos de seu casal e uma neta bastarda:

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Izabel Fernandes 1669 mulher do Carrasco

Autos aos 02-11-1669 nesta vila de S. Paulo nas casas de morada de Manoel Fernandes Barros onde estava o viuvo Martim Carrasco Galera. (aa Martim Gracia Galera)

Titulo dos Filhos:

-Miguel Gracia Galera, defunto e por ele seus filhos Izabel de 11 = Bartolomeu de 9 = ----- de 6 = Angela de 4 = Joana de 2 =

- Antonio Domingues, casado.

- Martim Carrasco, casado

- Belchior, 19

- Manoel, 18

- Maria Gracia cc Antonio Cardoso

 

Testamento

08-??-1669 eu Izabel Fernandes (...) testamenteiro meu marido Martim Carrasco. Sou natural desta vila de S. Paulo, f. de Belchior Fernandes e Izabel Fernandes. Sou cc Martim Carrasco Galera e temos cinco filhos e uma filha a saber: Miguel Gracia Galera, ja defunto = Martim Carrasco = Antonio Domingues = Belchior Fernandes = Manoel Gracia = e Maria Gracia mulher de Antonio Cardoso.

Declaro que tenho uma neta bastarda, filha de meu filho Miguel Gracia, por nome Ana

Cumpra-se 12-07-1669

 

Aos 12-11-1669 Dado juramento a Martim Garcia (...)  procurador dos orfãos filhos que ficaram de Miguel Garcia Galera, e o alf. Manoel de Lima Pereira para procurar pelo ausente Antonio Domingues (aa Martim Garcia Lumbria).

 

Martim Carrasco Galera e Izabel Fernandes tiveram seis filhos:

1n-1 Miguel Garcia Carrasco (ou Galera) casou com Maria Rodrigues. Foi inventariado em 18-2-1669 (SAESP vol 14º anexo ao de Mathias de Oliveira - 1643). Seus filhos foram curatelados pelo avô paterno.

1n-1-1b Ana, filha bastarda, citada no testamento da avó paterna: “Declaro que tenho uma neta bastarda, filha de meu filho Miguel Gracia, por nome Ana”.

1n-1-1 Izabel, 10 anos em 18-02-1669 e 11 anos em 02-11-1669.

1n-1-2. Bartolomeu, 9 anos

1n-1-3 Victória, 6 anos

1n-1-4 Angela, 4 anos no inventário da avó.

1n-1-5 Joana, 2 anos no inventário da avó.

 

1n-2 Antonio Domingues Galera em Sorocaba aos 27-01-1704 casou com Inácia Leite, falecida com testamento em 16-01-1716.

Sorocaba,SP Igreja N Sra da Ponte aos 27-01-1704 recebi em matrimonio Antonio Domingues Galera, f.l. Martinho Carrasco e Izabel Fernandes, ja defuntos = cc Ignacia Leite. Foram testemunhas Cap(?) Bras Mendes -----, Martinho ----, Maria Moreira, Izabel de Pontes?.

 

Sorocaba, SP Igreja N Sra da Ponte aos 16-01-1716 faleceu Ignacia Leite mulher de Antonio Domingues Galera, fez testamento.

 

1n-3 Martim Carrasco, casado. Martim foi inventariado em 1678 por sua mulher Tomasia Francisca. Deixou três filhos de seu casal:

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Martim Carrasco 1678

Autos 1678 nesta vila de S. Paulo em casas de morada de Martim Garcia Lumbria.

(...) do defunto seu marido [------------- muito danificado ---------------------------]

Testamento: (pedaços) meu irmão Belchior Fernandes, meu irmão Antonio Domingues. Meu tio Antonio Garcia.

Asssino a rogo da viuva Tomasia Francisca, (aa) Antonio Garcia Carrasco.

Titulo dos Filhos:

Izabel de 9 anos = Domingos/as de 6 anos = e João de seis meses.

1n-3-1 Izabel com 9 anos em 1678. Izabel Fernandes aos 04-09-1687 casou com João Fernandes de Oliveira, natural de Sorocaba, filho de João Fernandes e Catarina de Oliveira.

RMJ: de Casamentos de Sto Amaro-SP aos 04-09-1687; João Fernandes de Oliveira - natural de Sorocaba, filho de João Frz' e Catherina de Oliveira; cc. Izabel Fernandes - desta, filha de Martinho Carrasco e Tomazia Francisca

Pp Braz Domingues Galera e Magdalena Frz'- Pp Francisco Nardi e Anna de Linhares;

1n-3-2 Domingos de 6 anos. Domingos Vicente Garcia na Parnaiba em 1715 casou com Maria de Almeida, filha de Gaspar Leme do Prado e Francisca de Almeida SL. 4º, 547, 3-3.

ASBRAP 2 - Livro 1 de casamentos de Santana de Parnaíba, coligidos por Silva Leme. Rodnei Brunete da Cruz. Domingos Vicente Garcia, f. Martinho Carrasco, fal. e Tomasia Francisca = cc Maria de Almeida, f. Gaspar Leme do Prado e Francisca de Almeida - ano de 1715.

         Segunda vez aos 28-11-1727 Maria de Almeida casou com Antonio de Araujo Braga, filho de Silvestre Fernandes e de s/m Calistra de Araujo moradores na cidade de Braga.

Santana da Parnaiba, SP aos 28-11-1727 nesta matriz se receberam Antonio de Araujo Braga, f. de Silvestre Fernandes e de s/m Calistra de Araujo moradores na cidade de Braga = com Maria de Almeida Lara, viuva de Domingos Vicente e filha de Gaspar Leme do Prado e de s/m Francisca de Almeida, ja defunta, moradores nesta vila da Parnaiba. Test.: Jose de Almeida Lara, Manoel Fernandes Home, Francisca de Souza, viuva e Ignez Pedrosa mulher de Estanislau Correa Ribeiro, moradores nesta vila.

 

1n-3-3 João com seis meses em 1678.

1n-4 Belchior Fernandes, com 19 anos em 02-11-1669.

1n-5 Manoel Gracia, com 18 anos.

1n-6 Maria Gracia casada com Antonio Cardoso. Maria Garcia Galera casou com Antonio Cardoso de Azevedo, pais de, pelo menos:

1n-6-1 Manoel Cardoso de Azevedo casou com Isabel Pires Machado, filha do Cap. Francisco Rodrigues Machado e Margarida Fernandes Cavalheiro. Geração em Aportes à GP: Izabel Fernandes - SL I, 12, 3-3.

 

Entre os três filhos de Miguel Garcia Carrasco e Margarida Fernandes descritos em SL. 6, 469, título:

 

1- (Cap. 1º na GP) Baltazar Carrasco dos Reis, curador de seus irmãos em 12-02-1659.

 

2- (Cap. 2º na GP) Miguel Garcia Carrasco casou com a viúva Ana Barbosa, filha de Domingos Barbosa, natural de Viana e de Maria Rodrigues, neta paterna de Rodrigo Barbosa.  Domingos faleceu com testamento de 7-2-1611 (Inventários SAESP não publicados, neste site) e Maria Rodrigues com testamento aprovado em 28-6-1648 (SAESP vol. 37 neste site).

          Ana foi casada primeira vez com Antonio da Silva, falecido com testamento de18-06-1635 e inventariado em 07-08-1635 (SAESP vol. 10 neste site). Deixou dois filhos de seu casal:

I- Domingos da Silva, com 2 anos em 1635.

II- Antonio da Silva, com 7 anos. Faleceu solteiro, sem filhos, herdou sua mãe.

 

Ana faleceu em Sorocaba em 1696 com testamento. Nomeou testamenteiros o marido e Sebastião Sutil de Oliveira.

Sorocaba, SP Igreja N Sra da Ponte aos 12-09(?)-1696 faleceu Ana Barbosa mulher de Miguel Garcia Carrasco, naturaes da vila S. Paulo e moradores nesta vila; fez testamento; testamenteiros o dito seu marido e Sebastião Sutil de Oliveira. Esta sepultada nesta igreja matriz.

Segundo a GP, Miguel Garcia Carrasco e Ana Barbosa tiveram duas filhas:

2-1 Joana Garcia casou com João Antunes Maciel, filho de Gabriel Antunes Maciel e de Mecia Cardoso. Geração de oito filhos em SL. 1º, 129, 2-1, entre eles:

2-1-3 Alferes Antonio Antunes Maciel casou com Maria Paes Domingues, filha do capitão Braz Mendes Paes e de Maria Moreira Cabral. Geração na família Amaro Domingues.

2-1-8 Margarida Fernandes, tambem citada como Margarida Antunes Maciel. Aos 24-01-1704 em Sorocaba casou com João Machado Castanho, batizado na Sé de S. Paulo em junho de 1655, filho dos falecidos Matias Machado Castanho e Jeronima Fernandes Preta, família “Baltazar Gonçalves Malio”, neste site.

Sorocaba-SP Igreja N Sra da Ponte matr - aos 24-01-1704 João Machado Castanho, f.l. Mathias Machado Castanho e Hyeronima Frz Preta, ja defunta = cc Margarida Frz, f.l. Cap. João Antunes Maciel e Joana Garcia.

 

SP, SP Igreja N Sra da Assunção bat aos -- de Junho de 1655 bat a João, f.l. Mateus Machado Castanho e Jeronima ---, padr.: João Paes e Antonia Dias Barbosa.

 

João Machado Castanho morador na Lagoa Dourada recebeu em 1713 sesmaria no Suaçui concedida pelo Governador de São Paulo e Minas, Bras Baltazar da Silveira (RAPM). Foi recenseado desde 1715 e em 1722 pagou o quinto por 15 escravos (pesquisa Moacyr Villela).

 

Tiveram filhos em Sorocaba-SP que se casaram nas Minas:

2-1-8-1 Joana Garcia de Almeida, natural de Sorocaba-SP. Na capela da Lagoa Dourada, filial de Prados-MG, aos 30-11-1729 casou com João Martins de Mendonça, natural de Pernambuco, filho de José da Veiga de Mendonça e Micaela Ferreira da Costa.

Prados, MG Igreja N Sra da Conceição matr. Aos 30 de Novembro de 1729 na Capela da Lagoa Dourada casamento de João Martins de Mendonça filho de Jose da Veiga de Mendonça e sua mulher Micaela Ferreira da Costa, natural de Pernambuco com Joana Gracia de Almeida filha do Capitão João Machado Castanho e sua mulher Margarida Antunes, natural da Freguesia de Sorocaba e morador na Boa Vista desta Freguesia. Testemunhas Manoel Moreira, Baltazar dos Reis e o sargento mor João Alves Preto.

João, falecido em 31-10-1740, e Joana tiveram os filhos, q.d.:

Prados, Mg Igreja N Sra da Conceição aos 31-10-1740 faleceu João Martins de Mendonça casado com Joana Garcia de Almeida, morador nesta freguesia. Sepultado nesta matriz, fez seu testamento. Deixou por testamenteiro a Jose Gomes Branquinho morador na vila de S. João del Rei.

2-1-8-1-1 Ana, batizada em 20-06-1733.

Prados, Mg Igreja N Sra da Conceição aos 20-06-1733 na capela da Lagoa Dourada bat a Ana, f.l. João Martins de Mendonça e Joana Gracia. Padr.: João Machado Castanho por pp de João Jorge morador nos Curraes, que foi nomeado pelos pais.

2-1-8-1-2 José batizado em 13-08-1736. Faleceu em 06-02-1738.

Prados, MG Igreja N Sra da Conceição aos 13-08-1736 na capela de Santo Antonio a Lagoa Dourada bat a Jose, f.l. João Martins de Mendoça e Joana Garcia. Padr.: João Alves Preto, da freg. de S. Jose, e D. Brites da silva --- de Francisco Coelho da Silva desta freguesia.

 

Prados, Mg Igreja N Sra da Conceição aos 06-02-1738 fal. Jose, inocente, f.l. João Martins de Mendonça e Joana Garcia. Foi sepultado na capela de Sto Antonio da Lagoa Dourada.

2-1-8-1-3 Ana batizada em 04-05-1741, póstuma.

Prados, MG bat 1739-1867 im 27 aos 04-05-1741 na capela de Santo Antonio da Lagoa Dourada bat a Ana, filha do defunto João Martins de Mendonça e de s/m Joana Garcia de Almeida; foram padrinhos Manoel Alvares da Costa morador na vila de S. João e Maria Jose mulher de Manoel Rodrigues Coimbra.

2-1-8-2 João Machado Castanho natural de Sorocaba. Em 1741, com 30 anos, pediu dispensa de impedimentos para se casar com Paula da Costa de 14 anos, natural da Freguesia de São Sebastião da Vila do Carmo filha natural de Maria Ferreira e de José da Silva Costa, família Antonio Nunes e s/m Maria Maciel.

(pesq. Moacyr Villela) AEAM Mariana – processo 3841 – 1741 – processo matrimonial

Oradores: João Machado Castanho e Paula da Silva(sic) parda liberta – Impedimento de parestesco espiritual no batismo. Eles tem um filho

Orador: solteiro, filho legitimo de João Machado Castanho e Margarida Antunes Maciel , natural da Vila de Sorocaba. 30 anos

Oradora : Paula da Costa filha natural de Maria Ferreira e de Jose da Silva Costa, natural de São Sebastião, Vila do Carmo, 24 anos;

Oradora foi madrinha de uma criança que nasceu de uma mulher que tinha trato com o orador.

2-1-8-3 Jeronima Fernandes Preta, em Prados aos 07-01-1733, casou com Andre Martins de Mendonça, filho de José da Veiga de Mendonça e Michaela Ferreira da Costa, do Cabo de Pernambuco.

Prados, MG Igreja N Sra da Conceição aos 07-01-1733 nesta matriz Andre Martins de Mendonça, f.l. Jose da Veiga de Mendonça e Michaela Ferreira da Costa, da freguesia do Cabo de Pernambuco e do mesmo bispado = cc Jeronima Fernandes Preta, f.l. do Cap. João Machado Castanho e Margarida Antunes moradores nesta freguesia de Prados e naturais da cidade de S. Paulo. Test.: Jose Viçoso, João Rodrigues Denis e Francisco Pereira.

Tiveram os filhos, q.d.:

2-1-8-1 Michaela batizada aos 27-10-1734

Prados, Mg Igreja N Sra da Conceição aos 27-10-1734 bat a Michaela, f.l. de Andre Martins e Jeronima Fernandes Maciel, moradores na Lagoa Dourada. Padr.: Antonio Marques de Moraes.

2-1-8-2 Ana em 29-08-1736.

Prados, MG aos 29-08-1736 na capela de Santo Antonio da Lagoa Dourada bat a Ana, f.l. de Andre Martins e Jeronima Fernandes desta freguesia, foram padrinhos João Domingues, e Joana da Silva.

2-1-8-3 José em 11-03-1738.

Prados, MG aos 11-03-1738 na capela de Santo Antonio da Lagoa Dourada bat a Jose, f.l. de Andre Martins e Jeronima Antunes Fernandes desta freguesia; foram padrinhos Sebastião Coelho de Araujo e Joana Garcia mulher de João Martins de Mendonça, todos desta freguesia.

2-1-8-4 João em 06-05-1740.

Prados, MG aos 06-05-1740 na capela de Santo Antonio da Lagoa Dourada bat a João, f. de Andre Martins e de s/m Jeronima Fernandes; foram padrinhos Mateus da Costa Pereira e Maria Jose Pereira mulher de Manoel Pacheco Barroso, todos desta freguesia.

2-1-8-5 Maria em 01-05-1743.

Prados, MG aos 01-05-1743 na capela de N Sra da Lapa dos Olhos d’Agoa bat a Maria, f. de Andre Martins de Mendonça e de s/m Jeronima Fernandes Maciel, foram padrinhos Jose Pereira da Costa, todos desta freguesia.

2-1-8-6 Manoel em 12-06-1747

Prados, MG aos 12-06-1747 na capela de N Sra da Lapa dos Olhos d’Agoa bat a Manoel, f.l. de Andre Martins de Mendonça e de s/m Jeronima Maciel, foram padrinhos Jose da Silva Costa e Maria da Silva, solteira; ambos moradores nesta dita freguesia.

2-1-8-7 Luis em 02-10-1749.

Prados, MG aos 02-10-1749 na capela de N Sra da Lapa dos Olhos d’Agoa bat a Luis, f.l. de Andre Martins de Mendonça e de s/m Jeronima Maciel, foram padrinhos Manoel da Motta Botelho, solteiro da freguesia das Congonhas do Campo, e Monica da Conceição, casada, todos desta freguesia.

2-1-8-8 Joana em 28-01-1752.

Prados, MG aos 28-01-1752 na capela do Olho Dagoa filial desta matriz bat a Joana, f.l. Andre Martins de Mendonça e de s/m Jeronima Fernandes, foram padrinhos João do Rego e s/m Isabel Antunes da freguesia das Congonhas.

2-1-8-9 Felicia em 25-07-1753.

Prados, MG aos 25-07-1753 na capela de N Sra da Lapa dos Olhos d’Agoa bat a Felicia, f. de Andre Martins de Mendonça e de s/m Jeronima Fernandes, foi padrinho Felis Ferreira do Terço.

2-1-8-10 Apolinario em 20-04-1755.

Prados, MG aos 20-04-1755 na capela de N Sra da Lapa dos Olhos d’Agoa bat a Apolinario, f. de Andre Martins de Mendonça e de s/m Jeronima Fernandes Maciel, npaterno de Jose da Veiga e de s/m Michaela Ferreira, nmaterno de João Machado Castanho e de s/m Margarida Antunes e não deram mais claresas; foram padrinhos João Ribeiro da Costa, e Monica da Conceição mulher de Felis Ferreira do Terço, todos desta dita freguesia.

 

2-2 Margarida Fernandes foi a primeira mulher do Cap. Sebastião Sutil de Oliveira, filho de João Sutil de Oliveira e Maria Ribeira ambos mortos pelos índios Guarulhos em 1652 e inventariados em 8-2-1653 (SAESP vol. 42, neste site) aportes à GP: Izabel da Costa cc Francisco Sutil de Oliveira - S.L. Iº, 59, 1-7, neste site..

          Margarida faleceu com testamento e foi inventariada em 1678. Foram oito os filhos do casal.

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Margarida Fernandes 1678

Autos aos 05-04-1678 vila de S. Paulo em pousadas de Sebastião Sutil.

Declarante Sebastião Sutil viuvo da defunta. (aa) Sebastião Sultil de Oliveira.

Titulo dos Filhos:

Miguel = João = Antonio = Francisco = Sebastião = Maria = Ana = Izabel =

 

Testamento: em 1678 eu Margarida Fernandes (...) testamenteiros meu marido Sebastião  Sutil de Oliveira e meu pai M----- Garcia Carrasco, moradores nesta vila de S. Paulo.

Sou cc Sebastião Sutil de Oliveira de que temos oito filhos. Tenho de meu enxoval algum ouro e prata e mais serviços de casa.

Cumpra-se 10 de março de -------------

          Sebastião casou segunda vez com Luiza Corim (SL. 1, 59, 3-2), filha de João Lourenço Corim e de Antonia Ribeiro com geração de dois filhos. Luiza foi inventariada na Parnaiba em 17-03-1691 como Maria Ribeiro, com geração de dois filhos:

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Maria Ribeiro 1691

Autos aos 17-03-1691 nesta vila de Santana da Parnaiba em pousadas e morada do Cap. Sebastião Sutil de Oliveira, viuvo da defunta e declarante.

Herdeiros nesta fazenda o viuvo Sebastião Sutil de Oliveira e seu filhos João Ribeiro de 7 anos e Sebastião Sutil de 6 anos.

          Terceira vez, na Parnaiba em 1691 Sebastião casou com Maria Fogaça de Almeida, filha de José Fogaça de Almeida e Izabel de Aguiar - familia “Alvaro Netto”.

ASBRAP 2, 121, Sebastião Sutil de Oliveira, f. de João Sutil e Maria Ribeiro, com Maria Fogaça de Almeida, fa. de Jose Fogaça e de Isabel de Aguiar, fal. (ano de 1691)

          Sebastião faleceu em Sorocaba aos 11-02-1706. Geração em SL. 1, 59, 3-2.

Sorocaba, SP Igreja N Sra da Ponte obitos - aos 11-02-1706 faleceu Cap. Sebastião Sotil de Oliveira, natural de São Paulo, casado com Maria Fogaça, morreu com todos os sacramentos. Foi enterrado na matriz desta paroquia

 

3- (Cap. 3º na GP) João Garcia Carrasco casou com Luzia Leme ou Luzia Correa de Alvarenga, filha de Antonio Correa da Silva e de Ignez Dias de Alvarenga, esta inventariada com testamento em 1642 (SAESP vol. 28, neste site)

 

 

Entre os sete filhos de Miguel Garcia Carrasco e Izabel João:

 

4- (Cap. 4º na GP) Gaspar João foi inventariado na Parnaiba em 19-07-1668. Deixou viúva a Andreza Gonçalves.

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Inventario de Gaspar João

Autos aos 19-07-1668

Neste sitio e fazenda de João Garcia Carrasco

Nesta vila de Santana de Parnaiba na paragem chamada Itabatebigua

Declarante a viuva Andreza Gonçalves

Herdeiros: a viuva.

 

          Muito provavelmente, Andreza Gonçalves ou Barbosa, filha de Ignez Gonçalves, inventariada com testamento em 8-5-1644 (SAESP vol. 29º neste site) e seu segundo marido Francisco Barbosa. Ignez Gonçalves irmã inteira de Maria Gonçalves, primeira mulher de Clemente Alvares, filhas de Baltazar Gonçalves e Maria Alvares - “família Clemente Alvares”.

          Andreza foi casada primeira vez com Antonio Lopes da Rocha, inventariado em 27-12-1654 (SAESP vol. 46º, neste site), com geração descrita na família supra citada..

 

5- (Cap. 5º) Martim Garcia Carrasco, com 16 anos em 1658. Martim Garcia Lumbria casou com Maria Domingues e foram moradores em Sorocaba. Entre seus filhos:

5-1 Leonor Garcia Paes casou com Damião de Souza Pereira, inventariado em 19-10-1716. Tiveram dois filhos:

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Bartolomeu Gonçalves

Acostado Inventario de Damião de Souza Pereira - 19-10-1716 em pousadas de Leonor Garcia, dona viuva, neste sitio da serra de Biracoyaba termo desta dita vila.

Declarante a viuva Leonor Garcia Paes,. Assina a seu rogo Cap. Martinho Garcia Lumbria.

Procurador da viuva o Cap. [--------] Garcia Paes.

Procurador dos orfãos o Cap. João de Souza Pereira.

Herdeiros nesta fazenda: a viuva Leonor Garcia Paes

o orfão Estevão de 10 anos

o orfão Placido de 6 anos.

5-1-1 Estevão com 10 anos em 1716. Estevão Pereira Paes em Sorocaba aos 29-01-1743 casou com Mariana Leme de Jesus, natural de Itu, filha de Antonio Leme de Miranda e da falecida Maria Pedrosa.

Sorocaba, SP Igreja N Sra da Ponte aos 29-01-1743 nesta igreja Estevão Pereira Paes, n.dessta vila, f. de Damião de Souza Pereira, ja defunto e de Leonor Garcia = cc Mariana Leme de Jesus,n. da vila de Itu, f. de Antonio Leme de Miranda e de s/m Maria Pedrosa, ja defunta; test.: Manoel de Moraes Navarro, João Pires de Arruda, Antonia de Almeida, e Teodora Paes.

5-1-2 Placido com 6 anos. Placido Pereira Paes em Itu aos 23-03-1741 casou com Inacia Buena de Moraes, dai natural, filha do falecido Pedro de Moraes e Siqueira e de Izabel Delgada Ferreira.

Itu-SP Igreja N. Sra da Candelaria aos 23-03-1741 nesta vila Placido Pereira Paes, nat/morador da vila de N. Sra da Ponte de Sorocaba, f. de Damiãode Souza Pereira e de s/m Leonor Garcia Paes = cc Ignacia Buena de Moraes,nat/moradora desta vila, f. de Pedro de Moraes e Siqueira, ja defunto e de s/m Izabel Delgada Ferreira. Foram test.: o Sarg. Mor João de Souza Rodrigues, João Pire de Arruda.

5-2 Miguel Garcia Lumbria, natural de S. Paulo. Em Sorocaba aos 10-02-1686 casou com Sebastiana Moreira, dai natural, filha do Cel. Paschoal Moreira Cabral e Mariana Leme - aportes à GP: “André Fernandes, capitão - SL. 7, 225, Cap.1º”.

Sorocaba,SP Igreja N Sra da Ponte aos 10-02-1686 casei Miguel Garcia Lumbria, n. da vila de S. Paulo e morador na vila de N Sra a Ponte de Sorocaba, f.l. de Martim Gracia Lumbria e de Maria Domingues, moradores nesta sobredita vila de Sorocaba = cc Sebastiana Moreira, natural e moradora nesta vila de N Sra da Ponte de Sorocaba, f.l. do Cel. Paschoal Moreira Cabral e Mariana Leme, moradores nesta sobredita vila de Sorocaba. Foram testemunhas o Cap. Guilherme Pompeo de Almeida, Miguel Gracia Carrasco, Maria Leme e Maria Domingues.

          Geração em SL. 6, 518, 1-2.

5-3 Martinho Garcia Lumbria aos 10-01-1725 casou com Gertrudes Nogueira, filha de João Fernandes Tavora e Vitoria de Candia.

Sorocaba, SP Igreja N Sra da Ponte aos 10-01-1725 nesta matriz Martinho Garcia Lumbria, f.l Martinho Garcia Lumbria e Maria Domingues das Candeias = cc Gertrudes Nogueira, f.l. João Fernandes Tavora e Vitoria de Candia naturais e moradores desta vila. Foram testemunhas o Sarg. Mor P. Domingues e Manoel de Souza, casado, outro viuvo, Suzana Roiz, casada e Gertrudes Paes, casada.

          Geração de seis filhos em SL. 6º, 520, 1-5, entre eles:

5-3-1 Maria Domingues das Candeas, natural de Sorocaba onde aos 07-02-1747 casou com Euzebio Nunes de Siqueira, natural de Itu, filho de Miguel Nunes Camacho e de s/m Josefa da Silva.

Sorocaba, SP aos 07-fevereiro-1747 nesta matriz se receberam Euzebio Nunes de Siqueira, n. da vila de Itu, f. de Miguel Nunes Camacho e de s/m Josefa da Silva, moradores de Itu =- com Maria Domingues das Candeas, n. desta vila, f. de Martinho Garcia Lumbria e de s/m Gertrudes Nogueira, moradores desta vila. Test.: Miguel Fernandes Tabora, Felix Pires Camacho, Catarina Nogueira, e Leonor Garcia.

         Segunda vez, Maria Domingues casou com Antonio Nunes de Oliveira, natural de Itaberaba-MG, filho natural de João Rodrigues de Proença e Marta Nunes de Oliveira, naturais de Santo Amaro, e viúvo de Francisca Pedrosa de Abreu, natural de Araçariguama. Geração em aportes à GP: João Rodrigues de Proença - SL.V, 183, 6-3 e SL. VI, 520-2-1.

 

Maria Domingues das Candeas e Euzebio Nunes de Siqueira tiveram, pelo menos, a filha:

5-3-1-1 Maria Nogueira da Silva, natural de Sorocaba. Em Itu aos 23-07-1766 casou com Ludovico Nunes, natural de Araçariguamas, filho de Antonio Nunes de Oliveira, natural de Itaberaba e sua primeira mulher Francisca Pedrosa de Abreu, natural de Araçariguama supra citados.

 

5-5 Izabel João, ou Domingues Paes, casou três vezes. Primeira vez em Sorocaba aos 24-11-1686 casou com Manoel Alvares Nogueira, natural da Cotia, filho do falecido Manoel Alvares Nogueira e Maria da Silva.

Sorocaba,SP Igreja N Sra da Ponte aos 24-11-1686 Manoel Alvares Nogueira, natural da freguesia de Acutia, morador nesta vila de N Sra da Ponte de Sorocaba, f.l. de Manoel Alvares Nogueira, ja defunto e de Maria da Silva moradora nsta dita vila = cc Izabel João, natural e moradora nesta vila, f.l. de Martinho Gracia Lumbria e Maria Domingues, moradores nesta vila. Testemunhas Jose Bernardes, Cap. Diogo Domingues de Faria, Benta Gracia, Maria Moreira.

Manoel Alvares Nogueira, natural da freguesia de Santa Maria da Nogueira da cidade do Porto, era filho de Antonio Goncalves e Maria de tal. Casou com Maria da Silva e teve, segundo seu testamento e inventário de 11-03-1666, o filho único do mesmo nome:

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Manoel Alvares Nogueira 1666

Autos aos 11-03-1666 nesta paragem chamada Madabou termo da vila de Santana da Parnaiba.

Inventariante a viuva Maria da Silva

Testamento: (...) declaro que sou casado com Maria da Silva e tenho um filho por nome Manoel. Sou natural da cidade do Porto do termo dela freguesia de Santa Maria da Nogueira, f.l. de Antonio Goncalves e minha mãe Maria [---] ja defunta e meu pai é vivo

No texto: meu avo João Moreira e meu tio João M----------.

Hoje 4 de fevereiro de mil seiscentos e sessenta e -----.

Cumpra-se Fevereiro de 1666.

 

Herdeiros: a viuva Maria da Silva e um filho por nome Manoel.

          Segunda vez em Sorocaba aos 25-01-1693, Izabel casou com Inácio de Almeida Lara, filho de Luiz Castanho de Almeida e Izabel de Lara, sem geração - família “Lara”. Terceira vez em 04-11-1703 em Santo Amaro-SP, Izabel casou com Salvador Garcia de Pontes f.º de Antonio Garcia Carrasco e de Marianna de Pontes - família “Nunes de Pontes” Cap. 1º, § 8º.

5-6 Suzana Rodrigues, em Sorocaba aos 01-05-1703, casou com João de Souza Pereira, filho do falecido Pantaleão de Souza Pereira e de Francisca de Souza.

Sorocaba, SP Igreja N Sra da Ponte aos 01-05-1703 João de Souza Pereira, f. de Pantaleão de Souza Pereira, já defunto e de s/m Francisca de Souza = cc Suzana Rois, f.l. do C. M. Martinho Gracia, defunto e de s/m Maria Domingues, moradores nesta vila. Test.: o C. Pedro Domingues, Martinho de Souza, Maria Domingues, Izabel João.

          Viuvo, aos27-06-1731 João casou segunda vez com Joana de Almeida, filha de João de Proença e da falecida Sebastiana de Almeida.

Sorocaba, SP Igreja N Sra da Ponte aos 27-06-1731 nesta igreja matriz João de Souza Pereira, f. de Pantaleão de Souza e de s/m Francisca de Souza, ja defuntos, viuvo qu ficou de Suzana Rodrigues a quem eu, sendo paroco, dei sepultura nesta matriz= com Joana de Almeida, f. de João de Proença e de s/m Sebastiana de Almeida, defunta, todos moradores e naturais desta vila; test.:Sagento Mor Luiz Castanho, Salvador Domingues Barbosa, Izabel Paes, Maria de Almeida.

 

6- (Cap. 9º) Izabel Garcia, batizada em 1641. Em 1658 estava casada com Antonio Ribeiro.

SL. 6, 526, Cap. 9, SL. 6, 526, Izabel Garcia em 1658 já estava casada com Antonio Ribeiro de Moraes e faleceu em 1728 na vila de S. Vicente com 90 anos de idade; teve (C. O. de S. Paulo) os seguintes f.ºs: 1-1 a 1-8.

SP, SP Igreja N Sra da Assunção aos 17-08-1641 bat a Izabel, f.l. Miguel Gracia Carrasco e Izabel Joam, padrinhos -- de Moraes e ----- Machada.

 

[duplicata] aos 07-11-1641 Izabel, padr.: Francisco Velho de Moraes e Luzia Machada.

Entre os filhos do casal, citados na GP:

6-5 Manoel Ribeiro (de Lima), natural de Itu. Em Sorocaba aos 28-07-1680 casou com Clara Domingues, filha de Bras Domingues Vidigal e de Izabel Pedrosa, família “Amaro Domingues”.

Sorocaba, SP, Igreja N Sra da Ponte aos 28-07-1680 casei Manoel Ribeiro, f. de Antonio Ribeiro e de s/m Izabel Gracia, moradores em a vila de S. Paulo = cc Clara Domingues, f. de Bras Domingues Vidigal e de s/m Izabel Pedrosa, moradores nesta vila. Fora testeunhas o Cap. Jacnto Moreira, Joseph da Rocha, Bento Gracia e Zuzana Moreira.

6-5-1 Antonio Ribeiro Lima natural de Itu, onde em novembro de 1703 casou com Izabel do Prado, filha de Francisco de Siqueira e Maria Leme.

Itu, SP Igreja N Sra da Candelaria aos -- de novembro de 1703 nesta matriz se casaram Antonio Ribeiro Lima, f. do Cap. M.el Ribeiro Lima e de s/m Clara Domngues, todos naturais e moradores desta vila = cc Izabel do Prado, f. de Francisco de Siqueira e de s/m Maria Leme. Foram testemunhas Cap. Antonio Vieira ---, Joseph de Godoy, Maria Leite e Maria Lima.

6-5-2 Francisco Ribeiro Domingues, na Parnaiba em 1719, casou com Joana do Prado, filha de Rafael de Oliveira e Domingas de Lima - família Rafael de Oliveira.

ASBRAP 2 - Livro 1 de casamentos de Santana de Parnaíba, coligidos por Silva Leme. Rodnei Brunete da Cruz. Francisco Ribeiro Domingues, f. Cap. Manoel Ribeiro de Lima e Clara Domingues = com Joana do Prado, f. Rafael de Oliveira e Domingas de Lima - ano de 1719

         Em Parnaiba aos 28-03-1746, viúva, Joana casou segunda vez com João Leite Falcão, natural de S. Paulo, filho de Antonio Leite Falcão e Catarina de Siqueira

Santana de Parnaiba, SP matr 1722-1759 im 132 fls.129v aos 28-03-1746 nesta igreja matriz Joam Leite Falcam, f.l. Antonio Leite Falcam e de Catarina de Siqueira, n. da cidade de S. Paulo e morador na freguesia de N. Sra. a Penha de Araçariguama = cc Joana do Prado, viuva de Francisco Ribeiro Domingues, filha leg. de Raphael de Oliveira Dorta e de s/m Domingas de Lima, n. desta vila e nela moradora. Foram tetemunhas o Sarg. Mor Simão Francisco Serra, casado o Juiz Raphael de Oliveira Leme, casado, Domingas de Lima, viuva e Joana do Prado mulher de Jose Ribeiro de Siqueira, todos moradores nesta vila da Parnaiba.

 

Francisco e Joana tiveram, os filhos, q.d.:

6-5-2-1 Joana de Oliveira, natural da Panaiba. Em Itu aos 27-12-1740 casou com João de Freitas Leme, daí natural, filho dos falecidos Antonio Leme de Miranda e Maria Pedrosa de Freitas (SL. 5, 224, 3-7).

Itu, SP aos 27-12-1740 nesta matriz se receberam João de Freitas Leme, nat/morador desta vila, f. de Antonio Leme de Miranda e de s/m Maria Pedrosa de Freitas, ja defuntos = cc Joana de Oliveira, natural da vila da Panaiba, e moradora nesta de Itu, filha de Francisco Ribeiro Domingues se de s/m Joana do Prado. Foram testemunhas o Alf. Manoel Antunes Braga, e o Cap. Francisco Pedroso Fuquim ambo moradores e casados nesta vila

6-5-2-2 Antonio de Oliveira Lima, batizado em 29-06-1728 na Parnaiba. Em 1753 tirou provisão para se casar com Rita de Moraes Paes, batizada na Cotia em 25-08-1728, filha de José de Moraes e Isabel Gonçalves.

ACMSP, Processo Matrimonial 4-55-349 Antonio de Oliveira Lima e Rita de Moraes Paes, 1753:

Diz Antonio de Oliveira Lima, natural da vila de Parnaíba, que ele suplicante está contratado para casar com Rita de Moraes Paes, natural da freguesia da Cotia, e sem impedimento.

- Com o favor de Deus quer casar Antonio de Oliveira Lima, f.l. de Francisco [Ribeiro] Lima, já defunto, e Joana de Oliveira Lima, natural e batizado em Parnaíba, freguês em Nossa Senhora da Penha de Araçariguama, com Rita de Moraes, f.l. de José de Moraes Pires e Isabel Gonçalves, já defuntos, natural e freguês em Nossa Senhora do Monserrate da Cotia.

- 29/06/1728 (Parnaíba): Antonio, f.l. de Francisco Ribeiro Domingues e Joana do Prado, fregueses da Cotia - pp. o juiz José Ribeiro de Siqueira e Domingas do Prado, dona viúva.

- 25/08/1728 (Cotia): nasceu aos 17, Rita, f.l. de José de Moraes e Isabel Gonçalves - pp. o Reverendo Padre Frei Domingos da Purificação e Diogo da Silva Costa, solteiro (pesq. Fabricio Gerin)

SL. 7, 74, 6-5 Rita de Moraes de Camargo (filha de 5-1 Fernando de Figueiró de Camargo que casou em 1763 na Cotia com Izabel de Moraes) foi 1.º casada com Antonio de Oliveira Lima, falecido em 1775, natural de Itú, f.º de Manoel Ribeiro de Lima, do mesmo lugar, e de Joanna do Prado, de Parnaíba; Teve Do 1.º: 7-1 a 4

          Rita é citada na GP como filha de Fernando de Figueiró e Izabel de Moraes, muito provavelmente pela informação incorreta no termo de casamento do filho Joaquim, abaixo. A Rita de Moraes de Camargo, batizada na Cotia em 02/10/1751, filha de Fernando de Figueiró, foi casada em 13/09/1775 com Vicente Pedroso de Camargo, filho de Francisco Pedroso da Costa e Inacia Maria de Camargo; família “Pinto Guedes” Cap. 2º

Antonio e Rita tiveram quatro filhos descritos em SL. 7, 74, 6-5, entre eles:

6-5-2-1 Joaquim de Oliveira de Moraes, natural da Cotia. Na Parnaiba em 24-04-1781 casou com Joaquina Maria de Jesus, filha de Antonio Castanho da Silva e Roza Maria Teixeira, naturais da Parnaiba, neta paterna de Jose de Almeida Lara, natural da Parnaiba e Marianna de Siqueira e Moraes natural de Jundiai e neta materna de Luiz Teixeira de Azevedo natural da Freguesia de S. Nicolau da Cidade do Porto e Izabel Colaça, natural de S. Paulo (SL. 4, 568, 3-9)

Igreja Matriz de Santana de Parnaiba - Casamentos - Aos 24-04-1781 - Joaquim de Oliveira de Moraes, natural da Cutia, filho de Antonio de Oliveira Lima e Ritta de Moraes, np de Manoel Ribeiro de Lima natural de Itu e Joana do Prado natural desta; nm de Joam de Figueiró e Sylva e Messia de Moraes, naturais de S Paulo. Com Joaquina Maria de Jesus, filha de Antonio Castanho da Sylva e Roza Maria Teixeira, naturaes desta, np de Jose de Almeida Lara desta e Marianna de Siqueyra e Moraes natural de Jundiahy e nm de Luiz Teyxeira de Azevedo natural da Freguesia de Sam Nicolau da Cidade do Porto e Izabel Colaça natural de Sam Paulo. Testemunhas que assinaram: Joze Roiz de Olivra, Jose Pedrozo Navarros e Joze Castanho de Almeida.

Obs: engano na declaração dos avós maternos do contraente.

 

6-5-2-2 Ana de Oliveira, batizada na Cotia em 06-03-1757. Foi a segunda mulher de Joaquim Bueno de Camargo, filho Inacio Bueno de Figueiro e Maria Pereira de Camargo, familia “Pinto Guedes” Cap. 2º § 5º

 

7- (Cap. 10º) Benta Garcia, batizada em 04-04-1643. Solteira com 15 anos em 1658, herdeira do remanescente da terça paterna.

SP, SP Igreja N Sra da Assunção [Be----} aos 04-04-1643 bat a [------] f. Miguel Gracia Carrasco e Izabel Joam, padr.: Jo-- Mendes.

 

          Em 1666 já estava casada com João Luiz do Passo filho de Antonio Luiz do Passo, natural de Itanhaem e Clara Domingues, família “Amaro Domingues”. Geração em SL. 8º, 136, 2-2.

 

8- (Cap. 6º) Francisco João ou Carrasco, com 14 anos em 1658.

 

9- (Cap. 8º) Leonor Garcia em 1658 estava casada com Manoel Garcia Bernardes. Manoel testou em 05-06-1658 e faleceu nos sertões da Bahia. Seu testamento recebeu o cumpra-se em 24-12-1659 e foi inventariado em S. Paulo em 03-01-1660. Alem dos dois filhos legitimos, deixou três filhas e um filho bastardos que foram tutelados por Antonio Ribeiro de Lima: Izabel = Domingos = Antonia e Dom(ingas?).

 

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Inventariado Manoel Garcia Bernardes - Vila de S. Paulo

Autos aos 02-01-1669(sic) nesta vila de S. Paulo em pousadas da viuva Leonor Garcia mulher do defunto. Assinou a seu rogo Antonio Ribeiro.

Titulo dos Filhos Miguel de 4 anos = Manoel de 3 anos.

Testamento - 05-06-1658

Eu Manoel Garcia Bernardes (...) testamenteiros: mulher Leonor Garcia e Salvador Tavares. Declaro que sou cc Lio-- ------.

(-----) duas filhas e um filho por nome -------------.

Deixo de esmola a minha filha Izabel --------. A minha filha An-------(Antonia). Devo aos herdeiros do defunto meu irmão Domingos Garcia --------------

(...) meu sogro Manoel Garcia Carrasco.

No texto:

meu cunhado Salvador Tavares = meu irmáo Miguel Garcia Bernardes =

Cumpra-se 24-12-1659

 

Miguel Garcia Bernardes morador nesta vila, que por morte e falecimento de seu irmáo Manoel Garcia Bernardes lhe ficaram tres filhas e um filho bastardos, todos menores, os quais estáo em poder de sua madrasta mulher que foi do dito defunto. A mãe dos menores que lhe pertença a eles. Requer a administração dos ditos seus sobrinhos e de sua mãe.

 

Recebi os orfãos, sobrinhos bastardos a saber: Izabel = Domingos = Antonia =e  Dom-------- (....)

 

Termo de Curadoria aos 03-01-1660 - -------- Leonor Garcia, viuva do defunto por ela foi dito que ela era uma mulher ------- e que vivia honestamente e não ------------- outra vez casada e que por assim ser ---------- ter seus filhos em seu poder.

 

Aos 03-01-1660 foi dado juramento a Antonio Ribeiro de Lima para que fosse tutor e curador dos bastardos, filhos naturais de Manoel Garcia Bernardes.

 

Diz Pedro Dias de Souza que seu cunhado Manoel Garcia Bernardes q morreu no sertão da Bahia, lhe era a dever (...)

 

Diz Domingos Fernandes Gigante, morador nesta vila de S. Paulo, que seus filhos foram a viagem da Bahia em companhia do defunto seu tio Manoel Garcia Bernardes, e por morte do dito defunto deixou em seu codicilho ---- a ele suplicante 9$000 rs que lhe pertenciam dos bens dos ditos seus filhos.

Francisco Furtado, procurador de sua irmã Gracia Mendes viuva q ficou de Domingos Garcia, que o defunto Manoel Garcia Bernardes lhe deixou em seu testamento um rapaz do gentio. 28-01-1660

 

Leonor casou segunda vez com João Correa. Testou na Parnaiba aos 19-04-1716, cujo testamento recebeu o cumpra-se aos 20-10-1720. Leonor declarou dois filhos do primeiro matrimônio e três do segundo:

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Contas de Testamento de Leonor Gacia que tomou a seu testamenteiro Antonio Correa Garcia Santana do Parnaiba aos ??-??-1722

Testamento aos 19-04-1716 nesta vila de Parnaiba eu Leonor Garcia (...)

Testamenteiros: meu filho Antonio Correa Garcia e a meu genro Jose Paes Gonçalves

Sou n. da vila de S. Paulo, f.l. Miguel Garcia Carrasco e Izabel João. Fui cc em S. Paulo com Manoel Garcia de cujo matrimonio tivemos dois filhos Miguel Garcia e Manoel Garcia, ja defuntos.

Fui c2c João Correa, tres filhos: João, falecido = Antonio Correa Garcia = e Ignez Dias cc Jose Paes.

No texto:

- meu neto Manoel Garcia

da minha terça se partirão pelos meus netos a saber: Pedro Correa, f. de m/filho Antonio Correa Garcia.

Minha neta Barbara Garcia, f. do defunto Manoel Garcia.

Meu neto Jorge Garcia, f. Manoel Garcia.

Cumpra-se 20-10-1720.

 

Leonor e Manoel tiveram dois filhos, já falecidos em 1716:

9-1 Miguel Garcia

9-2 Manoel Garcia Bernardes casou na Parnaiba em 1696 com Maria de Lima de Abreu, daí natural, filha de Felipe de Abreu e de Domingas de Lima

ASBRAP 2 - fls. 101 a 121 - Livro 1 de casamentos de Santana de Parnaíba, coligidos por Silva Leme. Rodnei Brunete da Cruz - Manoel Garcia Bernardes, filho de Manoel Garcia Bernardes e de Leonor Garcia, fal., com Maria de Lima, filha de Felipe de Abreu e de Domingas de Lima (ano de 1696)

          Segundo a GP, Manoel foi primeira vez casado com Maria de Godoy de Siqueira, filha de Jorge Moreira e Isabel Garcez de Siqueira, com filho único na família Godoy Cap. 4º, 4-1-5.

          Maria de Lima testou na Parnaiba em 04-05-1726. Declarou filha única de seu casal:

SAESP - Inventários e Testamentos não publicados - ano 1726.

(pesquisa Fabricio Gerin)

Maria de Lima Abreu

Autos: 1726 vila de Santana de Parnaíba.

Inventariante: o Capitão Rafael de Oliveira Leme.

Testamento: 04/05/1726:

Testamenteiros: meu genro o Capitão Rafael de Oliveira Leme, meu sobrinho José Ribeiro de Siqueira, meu sobrinho Reverendo Pedro de Alcantara Correia.

Deixo a minha sobrinha Rosa, filha de minha irmã Domingas de Lima ...

Declaro que sou natural desta vila, f.l. de Filipe de Abreu e Domingas de Lima, já defuntos.

Declaro que fui casada com Manoel Garcia Bernardes, já defunto (1 filha: Bárbara Garcia do Prado).

Meu neto Antonio, filho de meu genro o Capitão Rafael de Oliveira Leme.

Aprovação: 11/05/1726.

Manoel e Maria de Godoy tiveram o filho único:

9-2-1 Jorge Garcia, legatário da avó Leonor: “Meu neto Jorge Garcia, f. Manoel Garcia”

 

Manoel e Maria de Lima tiveram a filha única:

9-2-2 Barbara Garcia, legatária da avó paterna: “Minha neta Barbara Garcia, f. do defunto Manoel Garcia” Na Parnaiba em 1717, Barbara casou com Capitão Rafael de Oliveira Leme, filho de Rafael de Oliveira d'Horta e de sua 1.a mulher Maria de Siqueira Leme. Rafael foi o inventariante da sogra.

 

Leonor e João tiveram três filhos:

9-3 João, já falecido em 1716.

9-4 Antonio Correa Garcia, natural da Parnaiba, casou com Joana de Siqueira, filha Paula Moreira e João Dias de Siqueira (citado na GP como João de Siqueira Cortez).

Antonio e Joana tiveram três filhos:

9-4-1 Pedro Correa, legatário da avó paterna ”Pedro Correa, f. de m/filho Antonio Correa Garcia”. Pedro de Alcantara Correa, batizado na Parnaiba em 25-10-1693. Habitlitou-se as ordens sacras em 1716.

ACMSP - Aplicação Sacerdotal (Genere et Moribus)

Habilitando Pedro de Alcantara Correa 09-julho-1716 Parnaiba.

Pedro de Alcantara, n/b na vila de Parnaiba, f.l. de Antonio Correa e de s/m Joana de Siqueira, neto paterno de João Correa Dias e de s/m Leonor Garcia, neto materno de João Dias de Siqueira e de s/m Paula Moreira, todos naturais da vila de Parnaiba

 

Inquirição das testemunhas - vila da Parnaiba.

Igreja Paroquial da vila de Parnaiba: aos 25-outubro-1693 bat a Pedro, f. de Antonio Correa Garcia e de s/m Joana de Siqueira, foram padrinhos Manoel Garcia e Paula Moreira. Vila da Parnaiba 2-janeiro-1717 anos.

 

Auto de Inventário: aos 09-setembro-1716 nesta vila de Parnaiba em casas de morada do Cap. Antonio Correa Garcia onde foi o M.to R.do Padre Vigario Izidoro Pinto de Godoy comigo escrivão com os mais louvados para efeito de se fazer inventário dos bens do dito Cap. Antonio Correa Garcia a quem o dito Reverendo Vigario deu o juramento dos santos evangelhos e a sua mulher Joana de Siqueira (...) desse a inventário todos os seus bens, quantos filhos tinha (...).

Pelos ditos inventariantes foi declarado que tinham três filhos a saber: Pedro de Alcantara Correa, solteiro, de idade 23 anos, pouco mais oiu menos =- Frei João da Conceição, religioso de S. Francisco, de idade de 18 anos, pouco mais ou menos = Ignacio Correa de idade de 16 anos, pouco mais ou menos; e quanto a declaração de bens que possuiam o fariam eles inventariantes (...)

Bens - avaliações - dividas que o cvasal inventariante deve - resumo das contas -

Patrimonio.

9-4-2 Frei João da Conceição, religioso de São Francisco, com 18 anos em 1716.

9-4-3 Inacio Correa de Siqueira, com 16 anos em 1716. Na Parnaiba em janeiro de 1725 casou com Maria de Lima do Prado, filha do falecido Rafael de Oliveira e Domingas de Lima. Todos naturais da Parnaiba - família Rafael de Oliveira

Santana de Parnaiba, SP aos [apagado] dias do mes de janeiro de 1725 nesta matriz se receberam Inacio Correa de Siqueira, f. de Antonio Correa Garcia e de s/m Joana de Siqueira = com Maria de Lima do Prado, f. de Rafael de Oliveira ja defunto e de s/m Domingas de Lima, todos naturais e moradores nesta vila.

9-5 Ignez Dias estava casada com José Paes

 

10- (Cap. 7º) Antonio Garcia Carrasco, batizado em 20-05-1646. Casou com Mariana de Pontes, filha de Pedro Nunes de Pontes e Ignez Domingues Ribeiro. Geração na família “Nunes de Pontes” Cap. 1º, § 8º, neste site.

SP, SP Igreja N Sra da Assunção aos 20-05-1646 bat a Antonio, padr.: Alvaro Roiz e Maria Roiz.

 







Martin Garcia/Martim Gracia Homonimo Martin Gracia morto a bordo da primeira expedição a Ilha(1ªp enterrada) 1526 com Juan Dias de Solis abaixo


encontrado como


Rio da Prata – Wikipédia, a enciclopédia livrehttps://pt.wikipedia.org › wiki › Rio_da_Prata
Martín García — Esse processo está presente e muito ativo na zona cercana à Ilha Martín García que é de núcleo rochoso, com o crescimento da Ilha de ...
‎Origem da denominação · ‎Regiões geográficas · ‎Martín García

Excursão à ilha Martín García de barco - Buenos Aires - Civitatishttps://www.civitatis.com › Argentina › Buenos Aires
Visite a ilha Martín García de barco saindo de Buenos Aires e desfrute de um dos lugares mais bonitos do Rio da Prata. Surpreenda-se com a sua história e ...
US$ 45,00

rio da Prata | Britannica Escolahttps://escola.britannica.com.br › artigo › rio-da-Prata
O rio da Prata se localiza na América do Sul, entre o Uruguai (ao norte) e a Argentina ... diversas ilhas, dentre elas Gorriti, São Gabriel e Martín García.

Martín García – Uma ilha esquecida em Buenos Aires - Viajarihttp://viajari.com › martin-garcia-uma-ilha-esquecida-e...
4 de jan. de 2017 — A ilha de Martín García está completando 500 anos, mas a cada dia tem ... Díaz de Solís navegou pela primeira vez nas águas do Rio da Prata.

Ilha Martín García
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. https://pt.wikipedia.org/wiki/Ilha_Mart%C3%ADn_Garc%C3%ADa

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Coordenadas: 34° 10.79' S 58° 15' O


A ilha Martín García é um território da Argentina rodeado de águas uruguaias no rio da Prata. Foi integrada ao partido de La Plata sob controle direto do Departamento de Ilhas do Ministério de Governo, encarregado da administração da ilha, e do Ministério de Assuntos Agrários, que tem a atribuição de preservar a flora e a fauna. Constitui-se numa reserva natural de uso múltiplo.

A ilha se encontra bem perto da estratégica confluência do rio Uruguai com o rio da Prata. Poucos metros ao norte da ilha se encontrava a ilhota Timoteo Domínguez, antigamente chamada Punta Bauzá pela Argentina, que disputava sua posse. Por causa da sedimentação aluvional, a ilhota acabou unindo-se à Martín Garcia.

O acordo de 18 de junho de 1988, entre os governos do Uruguai e da Argentina, demarcou uma fronteira seca na ilha, então chamada Martín García-Timoteo Domínguez.

À frente da ilha, distante 8 km, está a pequena localidade uruguaia de Martín Chico.

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Ilha Martín García - Martín García Island

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Ilha Martín García
Isla Martín García

Fotografia aérea da Ilha Martín García vista oeste, com pista de pouso visível no fundo

Diagrama de Martín García e Timoteo Domínguez Ilhas, antes de serem fisicamente unidas em uma massa de terra
Geografia
Localização Río de la Plata
Coordenadas 34 ° 10 57 ″ S 58 ° 15′00 ″ WCoordenadas: 34 ° 10 57 ″ S 58 ° 15′00 ″ W
Área 1,84 km2 (0,71 sq mi)
Elevação mais alta 27 m (89 pés)[1]
Administração
Argentina
Província Buenos Aires
Partido La Plata
Demografia
População 150 (2008)
Ilha Martín García (espanhol: Isla Martín García) é uma ilha no Río de la Plata. A ilha está em águas uruguaias, mas em 1973 o Uruguai e a Argentina alcançaram um acordo estabelecimento de Martín García como território argentino e reserva natural. A ilha de 1,84 km2 (0,71 sq mi) tem uma população permanente de cerca de 150 pessoas (50 famílias) e está sob a jurisdição de Província de Buenos Aires. A ilha é acessível por via aérea através de Aeroporto da Ilha Martín García.

A ilha estrategicamente localizada foi o local de uma fortificação construída na década de 1820 pelas forças argentinas para negar à marinha brasileira o acesso ao Rio uruguaio. Este forte, chamado Constitucion, conseguiu manter os reforços brasileiros à distância durante o Batalha do Juncal entre 8 e 9 de fevereiro de 1827, permitindo aos argentinos destruir a esquadra brasileira que operava no rio Uruguai durante o Guerra da Cisplatina.

Várias figuras políticas argentinas foram detidas na ilha por governos militares, incluindo presidentes Hipólito Yrigoyen (1930), Juan Perón (1945), e Arturo Frondizi (1962).


Conteúdo
1 História
2 flora e fauna
3 Clima
4 População
5 Veja também
6 Referências
História

Entrada elaborada para o cinema
A Ilha Martin Garcia foi descoberta pelos espanhóis na expedição de Juan Díaz de Solís em 1516; leva o nome do dono do armazém Martín Garcia, falecido a bordo e cujo corpo foi enterrado na ilha. A partir dessa época, a ilha foi continuamente disputada por Espanha e Portugal devido à sua posição estratégica em meio ao principal canal do rio e como porta de entrada para seus principais afluentes, o Paraná e rios Uruguai.

A ilha foi usada como um Colónia penal de 1765 a 1886. Desenvolvido pela Vice-Reino do Río de la Plata, o primeiro vice-rei Pedro de Cevallos fortificou a ilha e designou uma guarnição militar lá. Em 1814, Almirante William Brown, comandando uma frota, desembarcou na ilha e derrotou os monarquistas, deixando Martin Garcia nas mãos do Províncias Unidas de Río de la Plata.

A ilha foi palco de outras batalhas durante o Guerra da Independência Argentina, bem como durante o Guerra da Cisplatina da década de 1820. Em 1838, durante o governo do Governador da Província de Buenos Aires Juan Manuel de Rosas, Martín García também foi atacado por forças anglo-francesas. Mais tarde, foi ocupada por forças aliadas compostas por Partido unitário exilados em Montevidéu. Em 1843 foi recuperado pelas tropas federais de Rosas, que perderam o posto em 1845 para tropas lideradas por Giuseppe Garibaldi, que o retomou para Montevidéu. Seu valor estratégico durante o Guerras Civis Argentinas de meados do século 19 terminou depois que Rosas foi derrubado no Batalha de Caseros em 1852.

Presidente Domingo Sarmiento propôs uma base na ilha na década de 1870, tendo a cidade de Argirópolis como capital de um micro estado administrado conjuntamente pela Argentina, Uruguai e Paraguai.

A partir de 1879, muitos povos indígenas que foram capturados como parte do chamado Conquista do deserto foram confinados na ilha Martín García. De acordo com a documentação oficial, esses prisioneiros de guerra incluíam tanto combatentes quanto não-combatentes (incluindo crianças pequenas e idosos). Enquanto estavam na ilha, muitos dos prisioneiros foram obrigados a trabalhar e foram sujeitos à disciplina dentro das várias instituições da ilha. Isso levou alguns estudiosos a argumentar que Martín García foi um campo de concentração e uma ferramenta de genocídio.[2][3] Embora não existam números oficiais, os pesquisadores estimam que cerca de 3.000 prisioneiros indígenas passaram por Martín García durante as décadas de 1870 e 1880.[4]

A ilha foi transferida para Naval argentina jurisdição em 1886, e as forças navais foram colocadas nela. No final da década de 1920, foi construída uma pista de pouso, precursora da Estação Aérea Naval Martín García (espanhol: Estación Aeronaval Martín García); foi expandido na década de 1950 e atualmente é o Aeroporto da Ilha Martín García.[5]

A maioria dos sobreviventes alemães do SMSCap Trafalgar resgatado pelo mineiro Eleonore Woermann em setembro de 1914 e levado para Buenos Aires foram internados durante a guerra na ilha controlada pela Argentina. Marinheiros alemães do cruzador pesado Graf Spee também foram internados na ilha pela Argentina em 1943.

O status jurisdicional da ilha foi formalmente estabelecido pelo Tratado de Río de la Plata entre a Argentina e o Uruguai em 19 de novembro de 1973. Este tratado estipula que a Ilha Martín García é uma Argentina exclave rodeado por águas uruguaias. Em troca do reconhecimento da soberania da Argentina sobre a ilha, a Argentina fez concessões territoriais no Río de la Plata, notadamente a cessão da Ilha Juncal ao Uruguai.

O artigo 45 do tratado declara:

A Ilha Martín García terá como destino exclusivo Reserva natural para a conservação e preservação de fauna e flora sob jurisdição da República Argentina, sem prejuízo do disposto no artigo 63[6]

Por outro lado, esse tratado, de fato, definia seus limites territoriais. Ao norte da ilha estava Timoteo Domínguez, uma ilha sob jurisdição uruguaia, e isso foi reconhecido pelo artigo 46 do mesmo tratado:

Se a Ilha Martín García no futuro se unir a outra ilha, o limite correspondente será delineado de acordo com o contorno da Ilha Martín García resultante da aplicação da Carta H-118, de que trata o artigo 41.[7]

Na época do tratado, o canal entre essas ilhas compreendia uma enorme carga de fluxo que, desde a data do tratado, efetuou a união física da ilha uruguaia com Martín García. Assim, a fronteira entre Martín Garcia e Timóteo Domínguez passou a ser a única fronteira terrestre existente entre a República da Argentina e a República Oriental do Uruguai.[8]

Autoridades uruguaias citaram o Artigo 45 em várias ocasiões para impedir o uso da ilha pela Argentina para outros fins que não a reserva natural. Em 1985, a Marinha transferiu a propriedade de edifícios e instalações na ilha para o Província de Buenos Aires. Hoje, a ilha é um destino turístico. Entre seus pontos turísticos notáveis ​​estão a velha Chinatown, um centro de imigrantes; os restos das fortificações, a enfermaria da prisão e a floresta habitada por veado vermelho. A ilha também é conhecida pela confeitaria de pastelaria artesanal.

flora e fauna

Tartarugas em Martin Garcia
O bioma da ilha é o de florestas, e suas espécies predominantes incluem o ceiba e o crioulo louro, bem como xerófito espécie (semelhante ao Gran Chaco) que inclui tojo, cactose lapachillo. As praias da ilha são habitadas por juncos, figueiras (ibopehay) e mais de 800 espécies de plantas.

A vida selvagem mediana e maior, excluindo peixes, é composta atualmente principalmente por mais de 250 espécies de pássaros, incluindo oito espécies de colibris, gaviões, abibes, garças, abutres, papagaios, cardeais, pombos, pardais, tentilhões, cotovias, corujas pigmeu (caburé), e grandes corujas com chifres, entre outros. A ilha também é o lar de uma variedade de répteis, lagartos, lagartixas, tartarugas, sapos, Coypu (ou pseudonutrias), capivaras, crocodilos, veado vermelho. A outrora grande população de lontras de rio gigantes (ariray) foi exterminado no final dos anos 1950.

Clima
A temperatura média anual é de 17 ° C (63 ° F), com média de 8 ° C (55 ° F) no inverno e de 29 ° C (84 ° F) no verão. A precipitação média anual é de 1.000 mm (40 ").

Dados climáticos para a Ilha Martín García
Mês Jan Fev Mar Abr Pode Junho Jul Agosto Set Out Nov Dez Ano
Registro de alta ° C (° F) 35.7
(96.3) 38.0
(100.4) 35.0
(95.0) 33.6
(92.5) 28.0
(82.4) 25.5
(77.9) 25.5
(77.9) 26.0
(78.8) 29.0
(84.2) 30.0
(86.0) 34.0
(93.2) 37.0
(98.6) 38.0
(100.4)
Média alta ° C (° F) 29.1
(84.4) 28.8
(83.8) 25.8
(78.4) 22.8
(73.0) 19.4
(66.9) 16.0
(60.8) 15.6
(60.1) 16.2
(61.2) 18.9
(66.0) 21.4
(70.5) 25.0
(77.0) 27.9
(82.2) 22.2
(72.0)
Média diária ° C (° F) 23.9
(75.0) 23.4
(74.1) 21.1
(70.0) 18.1
(64.6) 14.8
(58.6) 11.8
(53.2) 11.5
(52.7) 12.0
(53.6) 14.3
(57.7) 16.5
(61.7) 20.1
(68.2) 22.6
(72.7) 17.5
(63.5)
Média baixa ° C (° F) 18.8
(65.8) 18.5
(65.3) 16.3
(61.3) 13.0
(55.4) 11.1
(52.0) 8.0
(46.4) 8.0
(46.4) 8.3
(46.9) 10.3
(50.5) 12.6
(54.7) 14.9
(58.8) 17.9
(64.2) 13.1
(55.6)
Gravar ° C baixo (° F) 10.0
(50.0) 10.0
(50.0) 8.0
(46.4) 6.0
(42.8) 2.0
(35.6) −0.1
(31.8) −0.1
(31.8) 1.0
(33.8) −0.1
(31.8) 5.5
(41.9) 4.0
(39.2) 9.5
(49.1) −0.1
(31.8)
Média precipitação mm (polegadas) 60
(2.4) 85
(3.3) 158
(6.2) 80
(3.1) 48
(1.9) 70
(2.8) 54
(2.1) 53
(2.1) 54
(2.1) 103
(4.1) 103
(4.1) 90
(3.5) 958
(37.7)
Média de dias de precipitação 5 6 7 6 5 5 5 5 7 7 7 6 71
Média humidade relativa (%) 67 68 72 75 78 81 81 79 76 75 71 68 74
Média mensal horas de sol 260.4 223.2 213.9 177.0 167.4 111.0 117.8 155.0 168.0 186.0 213.0 232.5 2,225.2
Por cento possível raio de sol 59 59 56 53 52 38 38 46 47 46 51 52 50
Fonte: UNLP[9][10]
População
Martín García já teve uma população estimada de 4.000, mas diminuiu quando a guarnição militar foi retirada. A população estável em 2008 é de menos de 170 pessoas (cerca de 50 famílias). Eles têm uma escola primária, a EGB nº 39 "Juan Díaz de Solís".

Veja também
Argirópolis
Disputa do canal Martín García
Referências
^ Aeberhard, Danny; Benson, Andrew; Phillips, Lucy (2000). O Guia Básico para a Argentina. Rough Guides. p. 156. Recuperado 12 de fevereiro 2016.
^ Papazian, Alexis (dezembro de 2010). "Prácticas de disciplinamiento indígena en la isla Martín García hacia multas del Siglo XIX". Revista TEFROS. 8: 1–17.
^ Lenton, Diana; et al. (2012). “Genocídio constituinte da Argentina: desafiando a narrativa nacional hegemônica e lançando as bases para as reparações aos povos indígenas”. Crítica Armênia. 53: 63–84.
^ "Página / 12 :: Sociedad :: Argentina originaria". www.pagina12.com.ar (em espanhol). Recuperado 2020-04-17.
^ BASES AERONAVALES DE LA ARMADA ARGENTINA, ESTACIÓN AERONAVAL MARTIN GARCÍA - Site "Histarmar" (em espanhol) (acessado em 09/08/2015)
^ O artigo 63 estabelece que a ilha Martín García será a sede da Comissão Administrativa (um órgão misto argentino-uruguaio criado pelo tratado, que se destina a tratar de assuntos do Rio da Prata de interesse mútuo, como poluição.
^ Primeiro travessão. (O segundo travessão do artigo 46 trata dos acréscimos aluviais que afetam o seu atual acesso natural aos canais de Martín García e do Infierno: pertencerão à Argentina.
^ A tradução em inglês do texto do tratado está disponível em "ARGENTINA − URUGUAI: TRATADO SOBRE O RIO LA PLATA". Materiais Legais Internacionais. Sociedade Americana de Direito Internacional. 13 (2). 1974. JSTOR 20691236.
^ "Resumen datos bioclimáticos - Isla M. García" (PDF). Atlas Bioclimáticos (em espanhol). Universidad Nacional de La Plata. Recuperado 17 de abril 2014.
^ "Datos bioclimáticos de 173 localidades argentinas". Atlas Bioclimáticos (em espanhol). Universidad Nacional de La Plata. Recuperado 17 de abril 2014.Enciclopédia site:br.wikiqube.net


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quarta-feira, 29 de abril de 2026

D. Vetaça, princesa bizantina. D. Vataça Láscaris (c. 1270–1336), também conhecida como Vatatza Laskarina ou Betaça de Grécia

 

 

https://www.uc.pt/person/universcidade/univercidade/urbanidade/alta/se-velha/

 https://pt.wikipedia.org/wiki/Vata%C3%A7a_L%C3%A1scaris#:~:text=Vata%C3%A7a%20L%C3%A1scaris%2C%20ou%20Vatatza%20Laskarina%2C%20ou%20Beta%C3%A7a,e%20o%20rei%20D.%20Dinis%20de%20Portugal.

https://archive.li/M3DHT 

https://dialnet.unirioja.es/descarga/articulo/8411823.pdf 

https://www.geni.com/people/Vata%C3%A7a-L%C3%A1scaris/6000000003388813583#/tab/media 

IA 

D. Vetaça, princesa bizantina.

 

D. Vataça Láscaris (c. 1270–1336), também conhecida como Vatatza Laskarina ou Betaça de Grécia, foi uma aristocrata italiana de origem bizantina que desempenhou um papel notável na corte portuguesa, sendo uma figura de grande confiança da Rainha Santa Isabel.
Principais aspetos sobre D. Vataça:
  • Origem Imperial: Nascida na Itália, era filha da princesa bizantina Eudoxia Laskarina (do Império de Niceia) e de Guilherme Pedro, Conde de Ventimiglia. Pela linha materna, descendia da dinastia Lascaris Vatatzes, que governou o Império de Niceia após a conquista de Constantinopla na Quarta Cruzada.
  • Vinda para Portugal: Acompanhou D. Isabel de Aragão quando esta viajou para Portugal para se casar com o rei D. Dinis (casamento realizado em 1282). Vataça era prima de D. Isabel e tornou-se sua dama de companhia e confidente.
  • Papel na Corte: Ficou conhecida pela sua inteligência e talento diplomático, agindo como conselheira e influente agente política, adquirindo castelos e recebendo mercês reais.
  • Falecimento e Túmulo: Morreu em abril de 1336, no mesmo ano que a Rainha Santa Isabel. O seu túmulo, notável pela sua arte, localiza-se na Sé Velha de Coimbra.
O seu papel foi fundamental na ligação entre a aristocracia bizantina e a corte portuguesa do início do século XIV.
 
 
Vataça Láscaris, ou Vatatza Laskarina, ou Betaça de Láscaris ou ainda de Ventimiglia (Ventimiglia, c. 1270
– Coimbra, 1336) foi uma dama italiana de origem bizantina da família real do Império de Niceia que
acompanhou na corte portuguesa a rainha Isabel de Aragão e o rei D. Dinis de Portugal.
Filha da princesa bizantina Eudóxia Lascarina, que se refugiara na corte de Aragão após a usurpação do trono
de Niceia em 1261, Vataça Láscaris veio para Portugal como aia, amiga e parente afastada de Santa Isabel de
Aragão, Rainha de Portugal, ambas descendentes por via materna do rei André II da Hungria, pai de Santa
Isabel da Hungria. Foi tutora da sua filha Constança de Portugal, Rainha de Castela, que acompanhou aquando
do seu casamento com o rei de Castela, tornando-se por sua vez protectora do primogénito Afonso XI de Castela. De regresso a Portugal, foi agraciada com a comenda de Santiago do Cacém, tendo deixado obras e relíquias valiosas no país.
Nos anos de 1288 e 1314 foram doadas terras pela Ordem de Santiago a D. Betaça de Láscaris, neta de
Teodoro II Láscaris, Imperador de Niceia e aia da Rainha D. Isabel de Aragão, tendo pela última doação
sido feita Comendadeira e Senhora de Panoias (Ourique).
Vataça era filha da princesa real Eudóxia Lascarina (1254-1311) do império de Niceia e de Guilherme
Pedro, 1º conde de Vintimiglia & Tende (~1230-1282). Era portanto neta, por via materna, do imperador
Teodoro II Láscaris de Niceia,[1] "Império" criado para estabelecer uma resistência face aos latinos que
haviam conquistado Constantinopla na sequência da Quarta Cruzada em 1204.
O filho deste, João IV Láscaris (portanto tio de Vataça), foi afastado aos 11 anos por Miguel VIII
Paleólogo, após a reconquista de Constantinopla. Miguel, após assumir a regência proclamou-se
imperador, cegando e desterrando o jovem herdeiro e casando as princesas com estrangeiros, para as
afastar do império. E é desta forma que a mãe de Vataça, ainda muito jovem, acaba casada em 1261/63,
em Constantinopla, com Guilherme Pedro, conde de Ventimiglia (na região dos Alpes Marítimos, que
desde então passou a ostentar as armas imperiais) após o que seguiu para a Ligúria. Na mesma altura,
Biografia
Antecedentes familiares e primeiros anos
partiu também de Niceia a imperatriz viúva Ana de Hohenstaufen, madrasta de Teodoro II e viúva do
bisavô de Vataça, João III Ducas Vatatzes, regressando a casa, na Sicília, onde governava o seu irmão
Manfredo da Sicília.
Em 1266, a morte de Manfredo e a tomada da Sicília por Carlos de Anjou pôs fim ao domínio da Casa
Imperial Germânica no sul italiano, e falecia na mesma altura também o pai de Vataça, o conde de
Ventimiglia. Nesta altura a família é separada: os irmãos de Vataça ficaram em Itália, uma vez que se
foram sucedendo na herança do pai, João e Jaime, como condes, e um terceiro, Otão, chegou a bispo.
A recém viúva Eudóxia refugiou-se com a imperatriz viúva Ana e as filhas na corte de Jaime I de Aragão
(neto da também bizantina Eudóxia Comnena), junto da rainha e sua sobrinha Constança de
Hohenstaufen, última da sua linhagem, esposa de Pedro III de Aragão e mãe de Isabel, futura rainha de
Portugal e dos reis Afonso III e Jaime II de Aragão. Nesta corte Vataça cresceu num ambiente protegido,
junto da sua mãe e irmãs, atendendo ao poder que representavam numa Europa do sul em que as
potências aragonesa, siciliana e bizantina criavam alianças entre si que fizeram da princesa Isabel não só
sua prima em sétimo grau, mas também amiga próxima que partilhava os seus interesses.
O número de irmãs de Vataça varia: sabe-se que teve pelo menos uma, Beatriz[1], embora outras fontes
lhe apontem mais irmãs, segundo as quais Beatriz não se teria casado com Arnaldo Rogério de Pallars[1],
mas sim com Guilherme de Montcada, senhor de Fraga[2]. A esposa de Arnaldo seria uma outra irmã,
Lucrécia[3]. Vataça teria tido outra irmã, Violante, que teria casado com Ximeno Cornel e mais tarde com
Guilherme de Ribagorça.[4][5][6][7][8]
Dinis, Rei de Portugal, terá concretizado uma aliança com Aragão, casando-se a infanta Isabel, com 12
anos, com o rei português, de 20, em 1282, por procuração, em Barcelona. Vataça acompanha depois o
séquito de Isabel até Portugal, onde chega em 1288. Aia e amiga da futura Rainha, foi encarregue da
educação dos seus filhos, Constança e Afonso.
Vataça casou em primeiras núpcias, em 1285 ou 1288, com um aristocrata português, Martim Anes de
Soverosa, cognominado O Tio, e o último da sua linhagem. Seria vários anos mais velho que Vataça, uma
vez que Martim casa tarde[9]. O casamento duraria dez anos e não se produziria qualquer descendência,
falecendo Martim a 25 de agosto de 1295[9]. A falta de descendência seria atribuída à idade já avançada e
a provável esterilidade do marido, a quem alcunhariam de peco nos Livros de Linhagens.
Vataça fez as partilhas com a mãe deste, e deixou dez libras por missa em sua alma na Sé de Coimbra[9].
Casaria no ano seguinte com Pedro Jordán de Urríes, Senhor de Loarre (m. 1350), que se distinguiu ao
serviço da Coroa de Aragão na Sicília, prestando auxílio a Afonso III de Aragão.
Em 1302 acompanhou a infanta D. Constança quando esta foi desposada pelo rei Fernando IV de Castela,
para selar o Tratado de Alcanizes. Ali permaneceu até à morte de Constança, que deixou o filho Afonso
XI de Castela entregue à sua guarda quando viajou a Ávila, onde as Cortes iriam tomar a decisão sobre a
tutoria do novo rei, então menor de idade. A rainha faleceu na viagem e Vataça regressou a Portugal.
A vinda para Portugal
A estadia em Castela
Mestre Pero, Túmulo de Vataça Láscaris,
1336, Sé Velha de Coimbra, rodeado de águias bicéfalas, símbolo da nobreza bizantina
Aquando do seu regresso a Portugal, Vataça manteve-se ao serviço de Isabel e como aia do infante
Afonso, sendo ainda Senhora de Santiago do Cacém e Sines. Por doação do rei D. Dinis, os domínios
nesta vila de Santiago do Cacém (e respetivo castelo) e ainda Panoias pertenceram a D. Vataça de
1310/15 até à sua morte.
Em 1317, Vataça estabeleceu uma pequena corte senhorial nos seus Paços em S. Romão de Panoias, que
lhe fora doado pelo rei D. Dinis, dedicando-se a administrar e valorizar os seus avultados bens e
propriedades. Aí terá vivido até 1325 ou 1332, altura em que seguiu a rainha Isabel quando esta se
estabeleceu em Coimbra.
O filho de Vataça, Pedro Jordán de Urríes y Láscaris di Ventimiglia, Senhor de Loarre e Alquézar, foi
tenente e general em 1356 e ainda conselheiro da Coroa de Aragão, chegando a comprar a Pedro IV de
Aragão a vila de Alquézar por 5000 escudos. Fundou uma capela dedicada a Santo António, atualmente a
São Cosme e São Damião, em Huesca, estabelecendo também aí uma confraria. Pedro casaria com Toda
Martínez de Riglos e teve descendência.
Vataça Láscaris faleceu em 1336 e foi sepultada na Sé Velha de Coimbra, num túmulo ladeado com as armas
dos Láscaris, as águias bicéfalas.
O túmulo de D. Vataça localiza-se na Sé Velha de Coimbra, ao fundo do templo, à esquerda. Constitui-se
numa imponente arca tumular, tradicionalmente visitada pelas noivas que se casam nessa Sé, e que aí
costumam deixar os seus buquês de flores. Trabalho escultórico atribuído à oficina de Mestre Pero[10], é
rodeado por águias bicéfalas, armas da Dinastia Láscaris e, desde então, do Império Bizantino. A Igreja
Matriz de São Tiago Maior de Santiago do Cacém está geminada com a Sé Velha de Coimbra desde 2003,
em memória sobretudo da amizade que ligava D. Vataça à Rainha D. Isabel de Aragão.
Uma peça única de ourivesaria com mais de oitocentos anos, a célebre cabeça-relicário de S. Fabião. É
uma cabeça em tamanho natural, em prata, contendo no seu interior um crânio humano que se “diz” ser
do papa e mártir do Cristianismo, São Fabião. Reza a história que esta relíquia veio para Portugal no
século XIII, pela mão da princesa D. Vataça Láscaris. A peça pode ser apreciada na exposição do Tesouro
da Basílica Real de Castro Verde.
O regresso a Portugal
Morte e posteridade
O túmulo
Património material
Relicários
Cabeça-relicário de
São Fabião.
Um outro relicário provavelmente pertencente a Vataça foi o de Santo Lenho que, segundo a tradição, foi trazido de Niceia e oferecido pela princesa bizantina, relíquia cuja devoção originou depois a Confraria do Santo Lenho.
Na Igreja Matriz de São Tiago Maior em Santiago do Cacém, cujas obras terão sido patrocinadas por Vataça, destaca-se o baixo-relevo em pedra oferecido pela Rainha Santa, atribuído ao escultor Telo Garcia. Em estilo
gótico, o retábulo representa Santiago combatendo os Mouros e é considerado uma obra-prima da escultura do tempo de D. Dinis.
Conta a lenda que um certo dia, veio do Mediterrâneo Oriental uma esquadra comandada por uma
princesa bizantina que desembarcou em Sines e tomou o castelo ao mouro Cassem. Como tomou o
castelo no dia de Santiago pôs-lhe o nome de Santiago de Cassem.
À vinda para Portugal, o barco de D. Vataça enfrentou uma violenta tempestade. Em desespero, Vataça
prometeu construir uma capela no primeiro porto que encontrassem e que o castelo mais próximo ficaria
com a relíquia do Santo Lenho que trazia consigo. D. Vataça salvou-se e a promessa foi cumprida: em
Sines foi erguida a primitiva Ermida de Nossa Senhora das Salas; o castelo de Santiago do Cacém, cujo
domínio viria a ter, ficou com o fragmento da Cruz de Cristo. 
 
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imagem
 
 
A Sé Velha de Coimbra, ou Catedral de Santa
Maria de Coimbra como é formalmente designada,
localiza-se na freguesia de Almedina, na cidade de
Coimbra, em Portugal.[1]
Constitui um dos edifícios em estilo românico mais
importantes do país. A sua construção começou em
algum momento depois da Batalha de Ourique (1139),
quando Afonso Henriques se declarou rei de Portugal e
escolheu Coimbra como capital do reino. Na Sé está
sepultado D. Sesnando, conde de Coimbra.
A par com a Sé Nova de Coimbra, constitui a sede da
Diocese de Coimbra.
A Sé Velha de Coimbra encontra-se classificada como
Monumento Nacional desde 1910

https://www.digitale-sammlungen.de/en/view/bsb10916199?q=%28illuminated+manuscripts+The+Battle+of+Aljubarrota%29&page=7


https://www.digitale-sammlungen.de/en/details/bsb10916199
https://archive.li/qjrKj
THE TOURIST IN PORTUGAL, BY W.H. HARRISON AUTHOR OF TALES OF A PHYSICIAN
ILLUSTRED FROM PAINTINGS BY JAMES HOLLAND 

(??? parente de Oscar Wilde?)

James Holland (18 October 1799 – 12 February 1870)[1] was an English painter of flowers, landscapes, architecture, marine subjects, and a book illustrator. He worked in both oils and watercolours and was a member of the Royal Watercolour Society.[2]
Life and work

Holland was born in Burslem, Staffordshire, where his grandfather, Thomas Holland, produced pottery. James was employed in Longport at the pottery works of William Davenport, from the age of 12, for 7 years, painting flowers on pottery and porcelain. In 1819, he came to London where he continued to work as a pottery painter, but also gave lessons in drawing landscapes, architecture, and marine subjects.

He first exhibited at the Royal Academy in 1824 and in 1830 visited France and made studies of its architecture. In 1823, he exhibited a picture of 'London from Blackheath'. In 1835, he became an associate exhibitor of The Society of Painters in Water-colours, but he left the society in 1843, and joined the Society of British Artists, of which he remained a member until 1848. He rejoined the Watercolour Society in 1856, and was elected a full member two years later.

Holland did a great deal of drawing for the illustrated annuals of the day, and for this purpose visited Venice, Milan, Geneva, and Paris in 1836, and Portugal in 1837. His paintings of Portugal were published in the book, "The Tourist in Portugal".[3] In 1839 he exhibited a painting of Lisbon at the Royal Academy. In 1845 he went to Rotterdam, Portugal again in 1847, in 1850 to Normandy and North Wales, in 1851 again to Geneva, and in 1857 again to Venice.

In the course of his life he exhibited, in addition to his contributions to the Watercolour Society, 32 pictures at the Royal Academy, 91 at the British Institution, and 108 at the Society of British Artists. Though generally classed as a water-colour painter, he was equally skilful in oils. He was one of the finest colourists of the English school, and his pictures, especially those of Venice, though neglected in his lifetime, became much sought after in the years after his death. He appears to have ceased exhibiting in 1857. He died on 12 February 1870 and was buried on the western side of Highgate Cemetery.

One of Holland's pupils was topographical artist Frank Dillon (1823–1909), known especially for his paintings of England.

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 Francisca Leopoldina Xavier de Azambuja (his mother) → Sebastião Xavier de Azambuja (her father) → Juliana Thomázia Barbosa de Menezes (his mother) → Gertrudes Barbosa de Menezes (her mother) → Jerônimo de Ornelas Menezes e Vasconcelos (her father) → Antonia Coelha Moniz de Vasconcellos (his mother) → Isabel Moniz de Menezes (her mother) → Capitão Mor Jerónimo de Ornelas de Abreu, neto (her father) → Luisa de Ornelas, (Luzia) (his mother) → Jerónimo de Ornelas de Abreu (her father) → Alvaro de Ornelas Saavedra (his father) → D. Elvira Fernandes Saavedra (his mother) → Maria de Ayala Sarmiento (her mother) → D. María Sarmiento, señora de Salinillas (her mother) → Diego Gómez Sarmiento, mariscal de Castilla (her father) → Diego Pérez Sarmiento de Villamayor y Haro, adelantado mayor de Castilla (his father) → Diego Fernández Sarmiento de Villamayor (his father) → Pedro Fernández de Villamayor (his father) → Teresa de Castilla (his mother) → Katharina Komnene Dukaina (her mother) → Maria Laskarina (her mother)
→ Princess of Nicaea Eudoxia Laskarina (her sister) → Vataça Láscaris (her daughter)

Johann Christoph Pepusch (1667- 20 de julho de 1752)

 Johann Christoph Pepusch (1667- 20 de julho de 1752) foi um compositor alemão, que passou a maior parte da sua vida profissional na Inglate...