quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Brasões Helm, Famílias, Apelidos,. vários http://annebhd.free.fr/heraldique/toisondor.htm https://archive.li/I1xlK/ ESTE PRINCIPAIS NOMES PORTUGUESES https://archive.org/details/ascidadesevillas02barb/page/240/mode/2up

https://archive.li/GKII4

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e7/Galeria_dos_Brasileiros_Ilustres_v2.pdf

Algumas famílias aqui Rio Grande do Sul Santa Catarina

https://historialudica.wordpress.com/page/6/

https://archive.li/BGMJH

https://archive.org/details/somefeudalcoatso00fostrich/page/n17/mode/2up?q=%22coats+of+arms%22

aqui milhares de brasões 


https://archive.org/search.php?query=%22coats+of+arms%22&sin=TXT&page=2

brasões ingleses

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https://archive.org/details/frencharmorialof00bois/page/n25/mode/2up

franceses

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PORTUGAL V

https://archive.org/details/ascidadesevillas02barb/page/240/mode/2up


https://archive.org/search.php?query=her%C3%A1ldica%20portugue&sin=TXT

https://archive.org/details/gri_33125000187852/page/n235/mode/2up?q=her%C3%A1ldica+portugue


https://sites.google.com/site/brasoesbancodeimagens/portugal


https://archive.org/details/gri_33125000187852/page/n223/mode/2up?q=her%C3%A1ldica+portugue



 https://www.google.com/search?q=escudo%20de%20armas%20siqueira&tbm=isch&tbs=rimg%3ACaTqSysfcHf6YSFQIMmXw0on&hl=pt-BR&sa=X&ved=0CBwQuIIBahcKEwjg3cChhsHrAhUAAAAAHQAAAAAQAg&biw=1269&bih=646

https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Livro_da_Nobreza_e_Perfei%C3%A7am_das_Armas#/media/Ficheiro:Fl-_18_Livro_da_Nobreza_e_Perfei%C3%A7am_das_Armas.jpg

https://pt.wikipedia.org/wiki/Thesouro_de_Nobreza#

https://pt.wikipedia.org/wiki/Livro_da_Nobreza_e_Perfei%C3%A7am_das_Armas


https://pt.wikipedia.org/wiki/Thesouro_de_Nobreza#/media/File:Fl-_2_Thesouro_de_Nobreza,_Armas_dos_Nove_da_Fama.jpg

////////////////AQUI MUITOS BRASÕES DE FAMÍLIAS PORTUGUESAS//////////////////

https://pt.wikipedia.org/wiki/Livro_do_Armeiro-Mor#/media/Ficheiro:LDAM_(f._005)_Rei_Godofroy.jpg

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LIVRO DO ARMEIRO-MOR REFERENCE CODE PT/TT/CR/D-A/001/19 TITLE TYPE Atribuído DATE RANGE 1509 Date is certain to Date is certain . http://digitarq.arquivos.pt/details?id=4162406

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Z BRASÕES 

O Instituto Português de Heráldica, fundado em Lisboa em I de. Julho de I 929, com o objectiYo de promoYer a cultura da Heráldica em todos os seus ramos e ...
http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Periodicos/ArmaseTrofeus/ArmaseTrofeus_master/ArmaseTrofeus.pdf

https://www.thetreemaker.com/design-coat-of-arms-symbol/marriage-template.html



https://www.google.com/search?q=Digitale+Bibliothek+-+M%C3%BCnchener+Digitalisierungszentrum&newwindow=1&sxsrf=ALeKk02iRSDQi_v-J4HMpAeqZ1gppV3Jjw:1598728521205&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=2ahUKEwjC_ePsj8HrAhXTCrkGHeLYDRAQ_AUoBHoECAwQBg


http://bdh.bne.es/bnesearch/detalle/bdh0000135656

«El Becerro general: libro en que se relata el blasón de las armas que trahen muchos reynos y imperios, señoríos ... y de la genealogía de los lynages de España y de los escudos de armas que trahen», by Diego Hernández de Mendoza, 1601-1699 [Biblioteca Digital HispánicaMss 18244 V01, Mss 18245 V02]. -- Los Reyes de Castilla (f°83)


https://archive.org/search.php?query=%22coats%20of%20arms%22&sin=TXT


https://archive.org/details/rihgb1998ind/page/648/mode/2up?q=her%C3%A1ldica+portuguesa

https://archive.org/details/armariaportugues00braauoft/page/98/mode/2up?q=apelidos+bras%C3%B5es

https://archive.li/AHi7l

https://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Coats_of_arms_at_Arquivo_Nacional_(Brazil)

https://archive.li/AHi7l

https://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Coat_of_arm_of_Francisco_Cardozo_Pereira_de_Mello_e_Vasconcellos_at_Arquivo_Nacional_(Brazil)

https://archive.li/UeUJg

https://pt.wikipedia.org/wiki/Livro_da_Nobreza_e_Perfei%C3%A7am_das_Armas

https://archive.li/thXHX

Livro da Nobreza e Perfeiçam das Armas

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Livro da Nobreza e Perfeiçam das Armas: armas de Manuel, Moniz de Lusignan, Lima, e Távora (fl 11v)

Livro da Nobreza e Perfeiçam das Armas é um manuscrito iluminado da autoria de António Godinho, escrivão da câmara de D. João III, décimo quinto rei de Portugal. É também conhecido como Livro da Torre do Tombo, por lá ser guardado. Anselmo Braamcamp Freire, na sua obra Brasões da Sala de Sintra, usou esta última designação ao longo dos três volumes da obra.

O códice é um armorial, isto é, uma colectânea de armas heráldicas. Foi iniciado por vontade do monarca anterior, D. Manuel I, que muito se dedicou à centralização e sistematização do poder régio em Portugal. No campo da heráldica isto implicou a execução de:

Escrito por volta de 1521 a 1541, este último é considerado, juntamente com o Livro do Armeiro-Mor cujas faltas tentou corrigir, o mais importante armorial português.

Este artigo enumera a totalidade das armas apresentadas no livro, na ordem exacta em que elas são apresentadas na obra. Confira-se a mesma com a do Livro do Armeiro-Mor.

Características[editar | editar código-fonte]

Título da obra na folha de rosto (fl 1r)

O título completo da obra é Liuro da nobreza / perfeiçam das armas / dos Reis christãos e nobres li / nhagens dos reinos e senhori / os de Portugal /. O códice contém 63 fólios de pergaminho, com as dimensões 430 x 320 mm. Ao todo a obra contém 135 brasões iluminados. Encontra-se hoje no Arquivo Nacional Torre do Tombo (cota Casa Real, Cartório da Nobreza, liv. 20 (ex-Casa Forte 164)).

D. Manuel I mostrou grande preocupação pelo uso e regulamentação de armas heráldicas nos seus reinos. Quando o livro foi iniciado a Sala de Sintra, ou Sala dos Brasões, estaria já acabada, ou a ser concluída. Foi também esse monarca que encarregou a António Godinho este novo armorial como sequência ao anterior Livro do Armeiro-Mor, onde, apesar da magnífica arte que as iluminuras representam, cedo se reconheceram certos erros. Como escreve Anselmo Braamcamp Freire nos Brasões da Sala de Sintra:

Feito êste, mandou D. Manuel alguns oficiais de armas às côrtes do Imperador e dos Reis de França, Castela e Inglaterra, a tomarem informações respectivas ao seu oficio, nessas côrtes pôsto em estado de grande perfeição. Voltando os oficiais reconheceram-se graves imperfeições no livro de António Rodrigues[1] e viu-se a necessidade de ser emendado e ampliado. Encarregou então disso el Rei a António Godinho. Acrescentou êle os timbres aos brasões, seguindo o exemplo alemão e inglês e despresando o francês e o castelhano; e emendou muitos dêles com infracções às regras da armaria iluminados no precedente trabalho, mas ainda deixou escapar alguns erros, poucos, dos mais intoleráveis porém, os de metal sôbre metal.[2]

No prólogo do Livro da Nobreza e Perfeiçam das Armas, dirigido a D. João III, António Godinho expõe também os mesmos motivos de D. Manuel I, e refere ainda que

O códice do Livro da Nobreza e Perfeiçam das Armas

Querendo prouer queao REY conuem dar o timbre & nõ o que cada hum quer tomar como alguns cuidam... Sam os chefes das linhagens obrigados a trazer as armas dereitas Asicomo foram dadas ao primeiro Queas ganhou & os outros cõ as deferenças Queseus graos requerem...[3]

O armorial de António Godinho segue de perto o modelo do Livro do Armeiro-Mor. Apenas omite o capítulo dos Nove da Fama, assim como o da eleição do Imperador da Alemanha e o da sagração do rei da França, e reduz o capítulo dos estados da Europa, Ásia e África ao mais essencial: de meia centena a pouco mais de meia dúzia de armas dos reinos mais importantes. Um aspecto interessante: inclui as armas do rei do Manicongo.

Graças a estas omissões, o corpo do livro é em muito maior grau que o Livro do Armeiro-Mor a nobreza de Portugal. A selecção de linhagens nos dois armoriais é practicamente idêntica. No entanto, a obra de António Godinho é menor em número de fólios que a de 1509, e onde o armorial anterior pode dedicar uma página inteira a cada uma da meia centena de linhagens mais importantes, o Livro da Nobreza e Perfeiçam das Armas mostra quatro armas por página ao longo de toda a obra (excepto a última página, com três). Também a sequência das armas é quase idêntica à do Livro do Armeiro-Mor (ver exemplo infra).

Livro da Nobreza e Perfeiçam das Armas é assim essencialmente uma edição revista do Livro do Armeiro-Mor, nomeadamente do capítulo da Nobreza e Geração de Portugal deste último. A maior inovação na obra de António Godinho é como ficou dito a inclusão de timbres, seguindo a tradição do Norte da Europa, aspecto pelo qual é uma incontornável obra de referência. Certos erros menores na obra de João do Cró foram também corrigidos por António Godinho, cuja obra assim, embora também não isenta de erros, "se deve preferir na fixação do armorial português."[4] Quanto à arte heráldica em si, a obra de referência continua a ser o Livro do Armeiro-Mor.

Lista das armas[editar | editar código-fonte]

A seguir à curta amostra de armas de vários reinos, a obra prosegue com as armas de D. Manuel I e da rainha D. Maria e as dos filhos do Venturoso, assim como de D. Jorge, duque de Coimbra, para concluir então com as das linhagens portuguesas.

No seguinte estão as armas agrupadas tal como no índice da obra por fólios. Em todos os fólios a sequência é a seguinte: 1 - canto superior esquerdo; 2 - canto superior direito; 3 - canto inferior esquerdo; 4 - canto inferior direito.

NotaPara garantir uma nomenclatura e grafia uniformes, no seguinte mantém-se a correspondência e ortografia da última edição do Livro do Armeiro-Mor (2007). Assim, FEBUS MONIZ = Moniz de Lusignan, BETENCOR = Bethancourt, etc.

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Primeira parte do Índice (fl 1a)

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Fólio 10v
Fólio 12v
Fólio 16v
Fólio 18r
Fólio 18v
Fólio 27r
Fólio 27v

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  • Eça (fl 10r)
  • Meneses fl 10r)
  • Castro de treze arruelas fl 10r)
  • Cunha fl 10r)
  • Sousa (fl 10v)
  • Pereira (fl 10v)
  • Vasconcelos (fl 10v)
  • Melo (fl 10v)

-

  • Silva (fl 11r)
  • Albuquerque (fl 11r)
  • Freire de Andrade (fl 11r)
  • Almeida (fl 11r)
  • Manuel (fl 11v)
  • Moniz de Lusignan (fl 11v)
  • Lima (fl 11v)
  • Távora (fl 11v)

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  • Henriques (fl 12r)
  • Mendoça (fl 12r)
  • Albergaria (fl 12r)
  • Almada (fl 12r)
  • Azevedo (fl 12v)
  • Castelo-Branco (fl 12v)
  • Baião Resende (fl 12v)
  • Abreu (fl 12v)

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  • Brito (fl 13r)
  • Moniz (fl 13r)
  • Moura (fl 13r)
  • Lobo (fl 13r)
  • Sá (fl 13v)
  • Lemos (fl 13v)
  • Ribeiro (fl 13v)
  • Cabral (fl 13v)

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  • Mascarenhas (fl 14r)
  • Cerveira (fl 14r)
  • Miranda (fl 14r)
  • Silveira (fl 14r)
  • Falcão (fl 14v)
  • Góios (fl 14v)
  • Góis (fl 14v)
  • Sampaio (fl 14v)

-

  • Malafaia (fl 15r)
  • Tavares (fl 15r)
  • Pimentel (fl 15r)
  • Sequeira (fl 15r)
  • Costa (fl 15v)
  • Corte-Real (fl 15v)
  • Meira (fl 15v)
  • Boim (fl 15v)

-

  • Passanha (fl 16r)
  • Pedrosa (fl 16r)
  • Bairros (fl 16r)
  • Teixeira (fl 16r)
  • Mota (fl 16v)
  • Vieira (fl 16v)
  • Bethancourt (fl 16v)
  • Aguiar (fl 16v)

-

  • Faria (fl 17r)
  • Borges (fl 17r)
  • Pacheco (fl 17r)
  • Souto Maior (fl 17r)
  • Serpa (fl 17v)
  • Barreto (fl 17v)
  • Arca (fl 17v)
  • Nogueira (fl 17v)

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  • Pinto (fl 18r)
  • Coelho (fl 18r)
  • Queirós (fl 18r)
  • Sem (fl 18r)
  • Aguilar (fl 18v)
  • Os que descendem de Duarte Brandão (fl 18v)
  • Os que descendem do conde D. Vasco da Gama (fl 18v)
  • Gama (fl 18v)

-

  • Fonseca fl 19r)
  • Ferreira fl 19r)
  • Magalhães fl 19r)
  • Fogaça (fl 19r)
  • Valente (fl 19v)
  • Botos (fl 19v)
  • Lobato (fl 19v)
  • Gorizo (fl 19v)

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  • Caldeira (fl 20r)
  • Tinoco (fl 20r)
  • Barbudo (fl 20r)
  • Barbuda (fl 20r)
  • Beja (fl 20v)
  • Valadares (fl 20v)
  • Larzedo (fl 20v)
  • Nóbrega (fl 20v)

-

  • Godinho (fl 21r)
  • Barboso (fl 21r)
  • Barbato (fl 21r)
  • Aranha (fl 21r)
  • Gouveia (fl 21v)
  • Alcáçova (fl 21v)
  • Vogado (fl 21v)
  • Jácome (fl 21v)

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  • Maia (fl 22r)
  • Serrão (fl 22r)
  • Pedroso (fl 22r)
  • Mexias (fl 22r)
  • Grã (fl 22v)
  • Pestana (fl 22v)
  • Vilalobos (fl 22v)
  • Botilher (fl 22v)

-

  • Abul (fl 23r)
  • Xira (fl 23r)
  • Pina (fl 23r)
  • Guimarães, de Pêro Lourenço (fl 23r)
  • Garcês, de Afonso Garcês (fl 23v)
  • Matos (fl 23v)
  • Ornelas (fl 23v)
  • Cerqueira (fl 23v)

-

  • Ulveira, de Domingos Anes(fl 24r)
  • Leme, de Martim Leme (fl 24r)
  • Leme, de António Leme (fl 24r)
  • Vilhegas (fl 24r)
  • Figueira de Chaves (fl 24v)
  • Veiga (fl 24v)
  • Pau (fl 24v)
  • Taveira (fl 24v)

-

  • Azinhal (fl 25r)
  • Paim (fl 25r)
  • Porras (fl 25r)
  • Viveiro (fl 25r)
  • Farzão (fl 25v)
  • Teive (fl 25v)
  • Alcoforado (fl 25v)
  • Homem (fl 25v)

-

  • Antas (fl 26r)
  • Godim (fl 26r)
  • Barradas (fl 26r)
  • Leitão (fl 26r)
  • Barejola (fl 26v)
  • Minas (fl 26v)
  • Vilanova (fl 26v)
  • Barba (fl 26v)

-

  • Privado (fl 27r)
  • Gomide (fl 27r)
  • Chacim (fl 27r)
  • Taborda (fl 27r)
  • Paiva (fl 27v)
  • Felgueira (fl 27v)
  • Amaral (fl 27v)
  • Casal (fl 27v)

-

  • Velho (fl 28r)
  • Lordelo (fl 28r)
  • Peixoto (fl 28r)
  • Novais (fl 28r)
  • Vale (fl 28v)
  • Barroso (fl 28v)
  • Ulveira (fl 28v)
  • Carregueiro (fl 28v)

-

  • Garcês, de João Garcês (fl 29r)
  • Bandeira (fl 29r)
  • Calça (fl 29r)
  • Rebelo (fl 29r)
  • Portocarreiro (fl 29v)
  • Azambuja (fl 29v)
  • Os que descendem de Paio Rodrigues(fl 29v)
  • Metelo (fl 29v)

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  • Correia (fl 30r)
  • Botelho (fl 30r)
  • Barbedo (fl 30r)
  • Freitas (fl 30r)
  • Carvalho (fl 30v)
  • Negro (fl 30v)
  • Pinheiro de Andrade (fl 30v)
  • Pinheiro (fl 30v)

-

  • Campos (fl 31r)
  • Albernaz (fl 31r)
  • Cardoso (fl 31r)
  • Perdigão (fl 31r)
  • Alpoim (fl 31v)
  • Vinhal (fl 31v)
  • Carvalhal (fl 31v)
  • Magalhães (fl 31v)

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Armas de Alvelos, Avelar, Chaves e Beça, in Livro do Armeiro-Mor (fl 110v)
As mesmas armas no Livro da Nobreza e Perfeiçam das Armas (fl 34r)
  • Menagem (fl 32r)
  • Maracote (fl 32r)
  • Fróis (fl 32r)
  • Lobeira (fl 32r)
  • Frielas (fl 32v)
  • Fuseiro (fl 32v)
  • Morais (fl 32v)
  • Unha (fl 32v)

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  • Almas (fl 33r)
  • Refóios (fl 33r)
  • Barbança (fl 33r)
  • Moreira (fl 33r)
  • Coelho, de Nicolau Coelho (fl 33v)
  • Teive (fl 33v)
  • Cordovil (fl 33v)
  • Boteto (fl 33v)

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  • Alvelos (fl 34r)
  • Chaves (fl 34r)
  • Avelar (fl 34r)
  • Beça (fl 34r)
  • Montarroio (fl 34v)
  • Cotrim (fl 34v)
  • Farinha (fl 34v)
  • Figueiredo (fl 34v)

-

  • Oliveira (fl 35r)
  • Carreiro (fl 35r)
  • Cogominho (fl 35r)
  • Brandão (fl 35r)
  • Sodré (fl 35v)
  • Machado (fl 35v)
  • Sardinha (fl 35v)
  • Guedes (fl 35v)

-

  • Lobia (fl 36r)
  • Franca (sic) (fl 36r)
  • Gramaxo (fl 36r)
  • Castanheda (fl 36r)
  • Trigueiros (fl 36v)
  • Barroso (fl 36v)
  • Revaldo (fl 36v)
  • Outis (fl 36v)

-

  • Saldanha (fl 37r)
  • Bulhão (fl 37r)
  • Larzedo (fl 37r)
  • Travaços (fl 37r)
  • Lei (fl 37v)
  • Quintal (fl 37v)
  • Canto (fl 37v)
  • Lagarto fl 37v)

-

  • Picanço (fl 38r)
  • Feijó (fl 38r)
  • Correão (fl 38r)
  • Rocha (fl 38r)
  • Rego (fl 38v)
  • Galhardo (fl 38v)
  • Drago (fl 38v)
  • Corvacho (fl 38v)

-

  • Camelo (fl 39r)
  • Tourinho (fl 39r)
  • Cão, de Diogo Cão (fl 39r)
  • Lanções (fl 39r)
  • Aravia (fl 39v)
  • Monteiro (fl 39v)
  • Gavião (fl 39v)
  • Carrilho (fl 39v)

-

  • Sernige (fl 40r)
  • Barros (fl 40r)
  • Arco (fl 40r)
  • Fagundes (fl 40r)
  • Gamboa (fl 40v)
  • Presno (fl 40v)
  • Neto (fl 40v)
  • Severim (fl 40v)

-

  • Esmeraldo (fl 41r)
  • Câmara de Lobos (fl 41r)
  • Sande (fl 41r)
  • Leitão, de Cristóvão Leitão (fl 41r)
  • Macedo (fl 41v)
  • Cabral, de Jorge Dias Cabral (fl 41v)
  • Perestrelo (fl 41v)
  • Mesquita (fl 41v)

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  • Ribafria (fl 42r)
  • Fafe (fl 42r)
  • Baião (fl 42r)

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Versão digitalizada

https://commons.wikimedia.org/w/index.php?search=Bras%C3%A3o+Melo&title=Special%3ASearch&go=Go&ns0=1&ns6=1&ns12=1&ns14=1&ns100=1&ns106=1


https://commons.wikimedia.org/w/index.php?search=Apelido+Melo&title=Special%3ASearch&go=Go&ns0=1&ns6=1&ns12=1&ns14=1&ns100=1&ns106=1

domingo, 17 de janeiro de 2021

Familia Negro! ARQUIVO NACIONAL DA TORRE DO TOMBO - Armoarial Portugues, Helms, Heraldica, Brasões das Famílias Portuguesas. Apelidos Portugueses! Nem todos são da Torre do Tombo. Para anexar tem que fazer uma cópia com modificação no nome porque o sistema não aceita. Vai dizer que é duplicado.

Isso é o que se chama de em religião o nome de dogmas crenças inquestionáveis, coisas que se dizem e nem acredito porque não é verdade.

Ideias pré concebidas como ditados mas ditado não é realidade:

"Quem não vem por amor vem pela dor"

Ninguém vai ao caminho correto pela dor. A dor leva a mais dor. Pessoas que sofrem não vão andar corretamente. Como elas são discriminadas. Elas fazem o mesmo com os outros então este ditado não é real. É só um ditado, uma evangelização que se usou a época.
 
O que estas famílias fizeram retiraram o sobrenome por questão de preconceito e assim ficou que as famílias não fecham mais, não tem mais o sobrenome para ficarem cientes que fazem parte da mesma família. Porque rapidamente o sobrenome desapareceu. 


 https://digitarq.arquivos.pt/viewer?id=4162407

PT-TT-CR-D-A-001-20_m0066.TIF


Negro
 
 - Apelidos Portugueses Negro
 Casa 
Negro - 
 Chefe - Clã Negro


vou achar da família Preto que eu vi sumirem com o nome.

Progresso democrático da América Latina??!! O que é Progresso?! As custas do que?!

 

Por Agostino Spataro

Espero sinceramente estar enganado, mas temo que a eleição como Papa do cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio pudesse ter sido concebida, mesmo além de sua vontade, como um novo fator na estratégia das potências internacionais de "recuperação", o "normalização" da América do Sul.

Pela superação de uma anomalia sensacional que vê o mundo no auge de uma recessão econômica, enquanto em quase todos os países da América do Sul está em curso uma grande mudança política que acompanha o crescimento econômico em prol do progresso dos pobres, trabalhadores, classes menos abastadas, das mesmas economias nacionais com bons, às vezes excelentes resultados.

Obviamente, não escondemos que na política desses governos há erros, limites, excessos. No entanto, mostraram que têm ideias claras e, com o consentimento democrático do povo, lançaram uma política de inclusão social e não de exclusão como acontece na Itália, na Europa, nos EUA.
Em suma, nesta fase sombria, as boas novas só vêm da América do Sul, uma nova esperança para os povos do mundo.

Após o colapso das ditaduras militares e fascistas, impostas com o "plano Condor" dos Estados Unidos, um grande fervor democrático, cultural e civil está em curso na América do Sul: os direitos de homens e mulheres (mesmo homossexuais) e dos eternos excluídos "isto é, dos povos indígenas primeiro exterminados e depois tratados como escravos; O PIB total e as receitas individuais crescem, a dívida pública é governada e a dívida é paga com o FMI e o Banco Mundial.

Duas organizações internacionais, que deveriam estar a serviço do progresso dos povos, mas que, por muito tempo, exploraram e mataram os sul-americanos, favorecendo as ditaduras para manter a “ordem”, sua ordem, quase sempre abençoada pelas hierarquias católicas .

Na Argentina, essa conivência continuou mesmo durante os anos terríveis da ditadura de Videla e associados, que resultou no sequestro e desaparecimento de cerca de 30.000 jovens dissidentes políticos (incluindo alguns padres básicos), estuprados, torturados e jogados (vivos) dos aviões. em vôo. O chamado "governo profundo" do mundo ocidental, que é a invisível (ou quase) "cúpula" dos grandes oligopólios multinacionais e dos grandes bancos (em apuros), não pode permitir que a América do Sul, primeira cobaia de sua estratégia obtusa. de roubo, pode ser libertado do antigo jugo. Tendo fracassado no voto democrático que derrotou os partidos de direita (seus aliados no terreno), incapaz de voltar a propor a solução autoritária (novas ditaduras), Temo que sejam orientados para alavancar o sentimento religioso católico generalizado e genuíno, especialmente sua hierarquia, para iniciar uma oposição, mesmo de natureza ideológica, aos governos locais democráticos e progressistas. Em primeiro lugar com a argentina de Cristina Fernadez de Kirchner, "culpada" de ter salvo a economia e o povo argentinos do dramático fracasso causado pelos governos dos ditadores e de Menem e associados, de ter retirado o FMI da realidade argentina.

O “governo profundo”, talvez, espera um forte contraste entre os governos progressista e de esquerda e o novo Pontífice para abrir uma brecha na consciência popular por onde o desenho neo-hegemônico pode passar.

E que melhor chance do que a eleição de um Papa argentino que - dizem - foi de ônibus para encontrar os pobres, mas também os generais golpistas?

Veremos. Estou convencido de que para continuar no bom caminho do progresso da democracia, a América Latina precisa de liberdade, colaboração e paz, inclusive religiosa. 

Espero sinceramente que o Papa Francisco negue, com fatos, essas e outras dúvidas e medos. Não só meu.

Agostino Spataro

http://www.ilportaledelsud.org/spataro_agostino_43.htm

sábado, 16 de janeiro de 2021

Giangrisostomo Tovazzi TOVAZZI FAMILIARIUM TRIDENTINUM Giangrisostomo Tovazzi (Volano, 23 novembre 1731 – Trento, 5 marzo 1806) è stato un religioso, storico e bibliotecario italiano. foi um frade franciscano, bibliotecário, arquivista e historiador Italiano.


 


Giangrisostomo Tovazzi

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Giangrisostomo Tovazzi (Volano23 novembre 1731 – Trento5 marzo 1806[1][2]) è stato un religiosostorico e bibliotecario italiano.

Biografia[modifica | modifica wikitesto]

Tovazzi nacque a Volano, quarto di dieci figli, da Benedetto Tovazzi "del Portegal" e da Lucia Martinati; venne battezzato da suo zio Aldrighetto, delegato dal parroco, con il nome di Giuseppe Andrea; già da bambino e fino al 1744 andò ad abitare a Cimone presso lo stesso zio Aldrighetto, che era rettore della chiesa locale. Avendo già precocemente dimostrato interesse per lo studio e la letteratura, nel 1746 si iscrisse al pubblico ginnasio di Rovereto, con ottimi risultati[1][2].

Nel 1748 decise di diventare frate francescano (l'ennesimo consacrato nella sua famiglia, che ne aveva già contati tanti), entrando nel convento di San Rocco a Rovereto il 1º maggio dell'anno seguente. Nel 1750 ricevette l'abito francescano al convento di Santa Maria delle Grazie di Arco e scelse il nome di Giangrisostomo. La professione religiosa solenne fu nel 1751[1][2].

Gli anni seguenti vennero passati tra il convento di Sant'Antonio di Cles e Borgo Valsugana dove proseguiva i suoi studi di filosofia. Dal 1757 al 1769 fu di stanza al convento di San Bernardino a Trento, dove collaborò con Benedetto Bonelli alla cura e stesura di diverse opere storiche. Dal '69 venne ricollocato nuovamente a Cles e ad Arco col compito di maestro dei novizi, per poi tornare a Trento nel 1773, da dove non si sarebbe più spostato (tranne una breve parentesi roveretana nel 1785); nel 1774 divenne confessore delle monache di San Michele, nel 1776 rubricista e calendarista dell'arcidiocesi di Trento, nel 1780 bibliotecario e cappellano dell’infermeria del convento, nella quale spirò il 5 marzo 1806[1][2].

Opere[modifica | modifica wikitesto]

Come storico, Tovazzi si dedicò principalmente alla raccolta di materiale archivistico e a temi non "istituzionali", bensì più vicini alla vita quotidiana (ad esempio la trascrizione di archivi familiari e di comunità rurali); lavorò anche, ma sempre con opere di matrice archivistica e catalogativa, in campo diocesano (necrologi e biorafie di religiosi, documenti dei francescani, sistematica delle parrocchie e pievi diocesane) e anche geografico (topografie) ed economico (cataloghi di tariffe, monete, pesi e misure)[1]. I suoi 133 scritti autografi, tutti pubblicati postumi, sono conservati presso la Fondazione Biblioteca San Bernardino di Trento[1].

Note[modifica | modifica wikitesto]

  1. ^ Salta a:a b c d e f Giangrisostomo Tovazzi, su Società di Studi Trentini di Scienze StoricheURL consultato il 3 settembre 2020.
  2. ^ Salta a:a b c d Opere di Giangrisostomo Tovazzi, su Fondazione Biblioteca San BernardinoURL consultato il 3 settembre 2020.

Giangrisostomo Tovazzi

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Capa do manuscrito do Inventarium Archivi Cazuffiani

Giangrisostomo Tovazzi (Volano23 de novembro 1731 — Trento5 de março de 1806),[1] foi um frade franciscanobibliotecárioarquivista e historiador Italiano.

Foi bibliotecário do mosteiro franciscano de Trento e reorganizou diversos arquivos privados e comunais. Tendo acesso a um vasto corpo documental, e dotado de apurada cultura, deixou obra volumosa e de alto valor para o conhecimento da história religiosa e secular do Principado de Trento, a maior parte em latim, e parte em italiano. Também deixou uma série de Diários, que junto com sua correspondência dão uma ampla visão da sociedade de sua época. Publicou muito pouco em vida, e por isso o seu trabalho até recentemente era pouco conhecido e estudado. Esta situação vem mudando rapidamente nas últimas décadas à medida em que estão sendo feitas transcrições e impressões dos manuscritos originais, que em seu conjunto têm mais de 36 mil páginas, com a edição realizada majoritariamente pelo frade Remo Stenico, também bibliotecário franciscano, em associação com a Fundação Biblioteca San Bernardino.[2][3][4]

Em 2006, comemorando o bicentenário de sua morte, a comuna de Volano anunciou a publicação da sua Biblioteca Tirolese, o sia Memorie istoriche degli scrittori della contea del Tirolo, uma compilação de biografias de 935 escritores nativos de Trento ou que ali atuaram.[2] É um marco no registro da produção bibliográfica da região, pois embora a ideia não seja original, a Tovazzi cabe o mérito de ter sido o primeiro a concretizá-la, deixando "uma realização imponente", como a descreveu o Projeto ESTeR. Mesmo não tendo sido publicada em seu tempo, circulando muito limitadamente entre eruditos, se tornaria uma referência para outros estudiosos, e "desde aquele momento a intenção de registrar sistematicamente — ou por âmbitos disciplinares — o patrimônio bibliográfico trentino se constituiu uma prática corrente na produção local".[5] Muitos dos seus manuscritos estão depositados na Biblioteca Comunal de Trento, onde fazem parte das coleções de maior interesse.[6] Segundo Antonio Caroccia, professor na Universidade de Perúgia, Tovazzi foi "uma das figuras mais importantes da cultura trentina no fim dos Setecentos".[7]

A lista de obras já publicadas:[8][5]

  • Compendium diplomaticum sive tabularum veterum loci, temporis et argumenti multiplicis servata earumdem primigenia phrasi et orthographia diphtongis tantum exceptis (5 volumes)
  • Familiarum Tridentinum
  • Diario secolaresco e monastico (5 volumes)
  • Epistolario, o sia Lettere Familiari italiane, e latine scritte a diversi (7 volumes)
  • Monumenta Orphanotrophii Tridentini sive Hospitalis, et Fraternitatis Sanctae Mariae de Misericordia
  • Inventarium Archivi Cazuffiani, seu nobilis familiae tridentinae de Cazuffis, cui addunturm spicilegium Cazuffianum, et arbor genealogica eiusdem familiae, cum indice duplici
  • Spicilegium Cazuffianum
  • Notitia Ecclesiarum Tridentinae Civitatis ac Dioecesis
  • De Praetoribus Tridentinis
  • Memoriale pro Texendis Catalogis Ministrorum, Vicariorum et Massariorum Confraternitatis Sanctae Mariae de Misericordia Orphanorum et Orphanarum Tridenti
  • Variæ inscriptiones Tridentinæ
  • Medicaeum Tridentinum, id est, Syllabus medicorum Civitatis ac Dioecesis Tridentinæ intejectis etiam chirurgis omnis ævi ac meriti collectum
  • Malographia tridentina
  • Biblioteca Tirolese, o sia Memorie istoriche degli scrittori della contea del Tirolo

Referências

  1.  Italo Franceschini, Giangrisostomo Tovazzi, Società di Studi Trentini di Scienze Storiche.
  2. ↑ Ir para:a b "Padre Giangrisostomo omaggiato da Volano"Trentino, 07/03/2006
  3.  Taiani, Rodolfo. "Le inondazioni in Trentino: 1757, 1823, 1882 e oltre. Dalla punizione di Dio alla sconsideratezza degli uomini". In: Altre Storie, 2001; 3 (5)
  4.  "Recensioni" Arquivado em 15 de dezembro de 2013, no Wayback Machine.. L'Almanacco Bibliografico, 2010; (14)
  5. ↑ Ir para:a b Progetto ESTeR — Editori e stampatori di Trento e Rovereto. Bibliografia
  6.  Biblioteca Comunale di Trento. BCT1 Fondo miscellaneo Arquivado em 18 de março de 2016, no Wayback Machine..
  7.  Caroccia, Antonio. "Bibliografia e Identità Nazionale: il caso trentino nel XVIII secolo". Biblioteche Oggi, fev/2011
  8.  Fondazione Biblioteca S. Bernardino (Trento). Testi.

etimologia do sobrenome Rabelo, Parahyba, Brasil

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