sábado, 19 de abril de 2025

Manuel de Freitas Sampaio 1806, no Rio de Janeiro/RJ ✞ Faleceu em 12 de março de 1878, em Desterro/SC (atual Florianópolis).

 

 


 

Mini-Dossiê Biográfico: Manoel de Freitas Sampaio

🧾 Nome completo: Manoel de Freitas Sampaio
📍 Nascimento: ~1806, Rio de Janeiro/RJ
⚰️ Falecimento: 12 de março de 1878, Desterro/SC (atual Florianópolis)
👪 Pais: José Feliciano de Oliveira e Maria Joaquina de Carvalho
💍 Cônjuge: Ana Fortuna Rosa de Almeida Sampaio
👶 Descendência: Teve filhos (em pesquisa)


📖 Biografia Narrativa

Manoel de Freitas Sampaio nasceu por volta de 1806 na cidade do Rio de Janeiro, em meio ao turbilhão político do início do século XIX. Filho de José Feliciano de Oliveira e Maria Joaquina de Carvalho, trilhou uma trajetória marcada pelo serviço público e pelo engajamento político em tempos decisivos para a construção do Brasil Império.

Formado em Direito, Manoel seguiu carreira como advogado e também oficial do Exército Brasileiro, do qual se reformou. Sua atuação se destacou especialmente em Santa Catarina, onde foi um dos protagonistas da chamada “Abrilada” de 1831 — um movimento de contestação à instabilidade política e econômica do período regencial. Comerciante e militar, Sampaio estava entre os descontentes com a política tributária e o favorecimento aos portugueses nos altos cargos públicos.

Ao longo da vida, consolidou-se como uma figura central da política catarinense. Foi vereador em São José/SC em duas legislaturas (1849–1853 e 1857–1861), e posteriormente Deputado Provincial pelo Partido Liberal. Eleito com 114 votos para a 15ª Legislatura (1864–1865) e com 107 votos para a 16ª Legislatura (1866–1867), atuou nas comissões mais importantes da Assembleia, como Justiça Civil e Criminal, Guarda da Constituição e das Leis, emitindo ao todo nove pareceres.

Faleceu em 12 de março de 1878 em Desterro, atual cidade de Florianópolis, deixando um legado de envolvimento cívico e participação ativa nas transformações de sua época.


🗂️ Linha do Tempo

📅 ~1806 – Nasce no Rio de Janeiro
⚖️ Décadas de 1820-30 – Torna-se advogado e oficial do Exército
🔥 1831 – Participa da “Abrilada” em Santa Catarina
🏛️ 1849–1853 – Vereador em São José/SC
🏛️ 1857–1861 – Reeleito vereador
🗳️ 1864–1865 – Deputado Provincial, 15ª Legislatura
🗳️ 1866–1867 – Deputado Provincial, 16ª Legislatura
⚰️ 1878 – Morre em Desterro/SC


🖼️ Retrato Histórico

(imagem colorizada ao lado)
Representação artística baseada em fotografia da época, destacando sua posição como oficial e homem público do século XIX.


🧾 Fontes e Referências


✍️ Próximos Passos (opcional)

Se quiser, posso montar esse conteúdo em PDF diagramado com imagem, linhas decorativas, destaques de texto e fontes citadas. Também posso preparar em formato Word editável ou apresentação de slides, caso prefira. Me avisa qual versão você gostaria — e se quer que eu adicione mais detalhes, como documentos digitalizados, localização de sepultura, brasão familiar etc.

 

🪦 Localização da Sepultura

Manoel de Freitas Sampaio faleceu em 12 de março de 1878, em Desterro, atual Florianópolis. Embora não haja registros específicos sobre o local exato de sua sepultura, é provável que ele tenha sido enterrado no Cemitério São Francisco de Assis, também conhecido como Cemitério Central, o mais antigo e tradicional da cidade, fundado em 1850. Este cemitério abriga os túmulos de diversas personalidades históricas de Santa Catarina.


🛡️ Brasão da Família Sampaio

O brasão da família Sampaio possui as seguintes características:

  • Escudo: Dividido em quatro partes, com dois quadrantes apresentando águias vermelhas em fundo dourado e os outros dois com um padrão xadrez azul e dourado.

  • Bordadura: Vermelha com a letra "S" em prata nos cantos.

  • Elmo: Prateado, posicionado acima do escudo.Bdex

  • Paquife: Adornos em vermelho e dourado que envolvem o elmo.

Este brasão representa a herança e a identidade da família Sampaio, originária da região de Trás-os-Montes, em Portugal.

 

OBS: ele está enterrado provavelmente no antigo Cemitério de Florianópolis, junto a cabeceira da Ponte Hercílio Luz.


 

terça-feira, 15 de abril de 2025

Zeichn. v. Ad. Müller não é nome de uma pessoa é outra coisa propaganda ?

 

Orig.-Zeichn. v. Ad. Müller. PDF Illustration Wasserschwätzer. C. F. Deiker gem. [sign.] n. Orig.-Zeichn. v. Ad. Müller. PDF Illustration Langohrige ...
https://digital.ub.uni-duesseldorf.de/dfg/content/pageview/1093230
 
File:Deiker Jagdbare Tiere 1093226.jpg 
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Deiker_Jagdbare_Tiere_1093226.jpg 
https://digital.ub.uni-duesseldorf.de/dfg/content/pageview/1093230
https://digital.ub.uni-duesseldorf.de/dfg/content/dpage/1093199 
https://digital.ub.uni-duesseldorf.de/dfg/content/pageview/1093232
https://digital.ub.uni-duesseldorf.de/dfg/content/structure/2710190 
abaixo de genealogia
https://digital.ub.uni-duesseldorf.de/ihd/content/search/8032338?query=Chromolithographien 
https://digital.ub.uni-duesseldorf.de/vester/content/search/1882465?query=Chromolithographien 

Biographisches Lexikon der hervorragenden Ärzte aller Zeiten und Völker /
1 : Aaskow - Chavasse

Hirsch, August
1884
https://digital.ub.uni-duesseldorf.de/vester/content/search/5276587?query=Chromolithographien


Tableaux généalogiques de la famille Zetter de Mulhouse 1525 - 1894

 https://digital.ub.uni-duesseldorf.de/ihd/content/search/8389702?query=Chromolithographien

Friedrich Wilhelm August Argelander Klaipėda, 22 de março de 1799 — ✞ Bonn, 17 de fevereiro de 1875

 



Die Wunder der Sternenwelt : ein Ausflug in den Himmelsraum ; für die Gebildeten aller Stände und alle Freunde der Natur herausgegeben ; mit 310 Text-Abbildungen, einem Frontispiz, 5 Chromolithographien, zwei Tondrucktafeln und zwei Sternkarten

Ule, Otto, 1820-1876

Leipzig [u.a.] : Spamer, 1884

München, Bayerische Staatsbibliothek -- Astr.u. 308 z

 

Fonte:

https://www.digitale-sammlungen.de/en/view/bsb11555070?q=Chromolithographien&page=37



Biografie

Ausbildung in Ostpreußen


Argelander wurde in Memel im damaligen Ostpreußen, dem heutigen litauischen Klaipėda, geboren. Sein Vater, der Großkaufmann und Reeder Johann Gottlieb Argelander, war finnischer Abstammung und seine Mutter, Wilhelmina Dorothea Grünhagen, von deutscher Herkunft. Nach der verlorenen Schlacht von Jena und Auerstedt (1806) verließ die preußische Königsfamilie Berlin und hielt sich zeitweise in Memel auf. Der Kronprinz, später König Friedrich Wilhelm IV., war daher mehrmals in Argelanders Elternhaus zu Gast und freundete sich mit dem Sohn an.

Argelander besuchte das Gymnasium in Elbing und ab 1813 das Collegium Fridericianum in Königsberg. 1817 nahm er ein Studium an der Universität Königsberg auf. Hier faszinierten ihn die astronomischen Vorlesungen von Friedrich Wilhelm Bessel, dem Leiter der Sternwarte Königsberg. Argelander wurde 1820 Bessels Assistent und unterstützte ihn bei der exakten Bestimmung von Sternpositionen, sogenannten Sternörtern. 1822 promovierte er mit einer kritischen Untersuchung der Beobachtungen von John Flamsteed (De observationibus astronomicis a Flamsteedio institutis dissertatio).[1] Im gleichen Jahr veröffentlichte er die Schrift „Untersuchungen der Umlaufbahn des Großen Kometen von 1811“, die ihn in Fachkreisen in ganz Europa bekannt machte. 

 Fonte:

https://de.wikipedia.org/wiki/Friedrich_Wilhelm_August_Argelander

Biografías 194 LIVROS Biblioteca Digital Real Academia Espanhola

 https://www.rae.es/biblioteca-digital/buscador/categoria/biografias-1345/categoria/ensayo-1247/categoria/narrativa-1240/categoria/otras-tematicas-literarias-1282/lengua/espanol-1037

 

 AQUI BIBLIOTECA DIGITAL DE DUSSELDORF

https://digital.ub.uni-duesseldorf.de/search/quick?query=Chromolithographien

Isidoro Rosel ~1845 ✞ 03 de abril de 1879 ? Cayetano Rossel. Isidoro Rosell y Torres

  Isidoro Rosel


 

 Isidoro Rosel um amigo um desenho por Barcia y Pavón, Ángel María

Isidoro Rosel um amigo um desenho por Barcia y Pavón, Ángel María2


 

 Fontes: 

https://archive.org/details/apuntesdemicaminoestudiantilyarchiveril-1843-1896/page/n218/mode/1up

https://archive.org/details/apuntesdemicaminoestudiantilyarchiveril-1843-1896/page/n75/mode/1up

 

 J. M. SÁNCHEZ VIGIL (coord.), Op. cit., p.188 (nota 19). Aunque sea verdad que en su artículo publi- cado en 1992, Elena Páez ya mencionaba dicho docu- mento, lo atribuía a Isidoro Rosel. E. PÁEZ, “Historia y organización de la sección de estampas de la Biblioteca Nacional”, en Estampas: cinco siglos de imagen impresa. Catálogo de exposición, Madrid, 1992, pp.143–144. 

https://www.academia.edu/30788396/S_Onfray_Tras_la_imagen_del_coleccionista_influencia_y_protagonismo_

de_Manuel_Castellano_en_el_desarrollo_y_la_conservaci%C3%B3n_del_

retrato_fotogr%C3%A1fico_en_Madrid 

página 77 

Ayudante del Cuerpo de Archiveros, Bibliotecarios y Arqueólogos. Fue jefe de la Sección de Estampas de la Biblioteca Nacional de Madrid y, poco antes de su prematura muerte a los treinta y cuatro años, terminó de elaborar los volúmenes de "Índices generales" de la Biblioteca de Autores Españoles del editor Manuel Rivadeneyra. En apenas once años catalogó y organizó meticulosamente toda la colección de estampas de la Real Biblioteca, además de la colección del iconógrafo español Valentín Carderera y Solano comprada por la Nacional, e intercambió ventajosamente los duplicados para enriquecer los fondos, incorporando a los mismos, además, con gran visión de futuro, fotografías y obras de Leonardo Alenza. Su Noticia del plan general de clasificación adoptado en la Sala de Estampas es un trabajo más que metódico y lo precede un ejemplar "Ligero resumen de la historia del grabado". También publicó numerosos artículos que comentaban las obras más importantes de la colección.

Obras

  • Noticia del plan general de clasificación adoptado en la Sala de Estampas de la Biblioteca Nacional y breve catálogo de la colección. Precede un ligero resumen de historia del grabado. Madrid, 1873.

Bibliografía

  • Elena Santiago Páez, "Los fondos del servicio de dibujos y grabados de la Biblioteca Nacional", en Boletín de la Asociación de Archiveros, Bibliotecarios, Museólogos y Documentalistas, XLII, 1, 1992, pp. 117-150.

https://es.wikipedia.org/wiki/Isidoro_Rosell_y_Torres

COM CÓPIA https://archive.li/dtc5H

 Apuntes de mi camino estudiantil y archiveril: 1843 1896

Autor:

  Barcia y Pavón, Ángel María (1841-1927)
Forteza, Guillermo (1830-1873)

Fecha
entre 1801 y 1900?
Tipo de Documento
Manuscrito
Materia
Barcia y Pavón, Ángel María (1841 - 1927)
Dibujos a la aguada - España - S.XIX
Dibujos a lápiz de grafito - España - S.XIX
Descripción física
II, 212 [i.e. 188] h., 31 h. de láminas y fotografías; 32 x 22 cm
Signatura
Mss/21265
PID
bdh0000251054
CDU
92
Contenido
[Impreso]: Guillermo Forteza: A través de un diamante (h. 27a-27c)
Descripción y notas
Acompañan abundantes fotografías, dibujos y grabados; uno de los dibujos a grafito pegado en h. de guarda posterior

 

 https://bdh-rd.bne.es/viewer.vm?id=0000251054&page=1


Vicente Sinisterra ✞ 06 de janeiro de 1883

 Vicente Sinisterra  ✞ 06 de janeiro de 1883

 


https://archive.org/details/apuntesdemicaminoestudiantilyarchiveril-1843-1896/page/n54/mode/1up

https://archive.org/details/apuntesdemicaminoestudiantilyarchiveril-1843-1896/page/n52/mode/1up

 Apuntes de mi camino estudiantil y archiveril: 1843 1896

Autor:

  Barcia y Pavón, Ángel María (1841-1927)
Forteza, Guillermo (1830-1873)

Fecha
entre 1801 y 1900?
Tipo de Documento
Manuscrito
Materia
Barcia y Pavón, Ángel María (1841 - 1927)
Dibujos a la aguada - España - S.XIX
Dibujos a lápiz de grafito - España - S.XIX
Descripción física
II, 212 [i.e. 188] h., 31 h. de láminas y fotografías; 32 x 22 cm
Signatura
Mss/21265
PID
bdh0000251054
CDU
92
Contenido
[Impreso]: Guillermo Forteza: A través de un diamante (h. 27a-27c)
Descripción y notas
Acompañan abundantes fotografías, dibujos y grabados; uno de los dibujos a grafito pegado en h. de guarda posterior

 

 https://bdh-rd.bne.es/viewer.vm?id=0000251054&page=1

 

 

aqui é provavelmente um Homonimo

Um Homonimo arquivista Historiador

 

 https://www.boe.es/gazeta/dias/1875/01/12/pdfs/GMD-1875-12.pdf

https://core.ac.uk/download/pdf/61906002.pdf 

http://www.boneslletres.cat/publicacions/altres_publicacions/b12770656.pdf

segunda-feira, 14 de abril de 2025

PAGINA 207 Francisco Mevino Y Guedea? ✞ 02 de outubro de 1862 Título Apuntes de mi camino estudiantil y archiveril: 1843 1896

  

 Quem é esta pessoa?

Francisco Mevino Y Guedea? é somente um personagem de desenho?

além de não ter nada o noodle insiste em mudar para outras letras o que não busca nada e esclarece nada não é Francisco Menino

Não é Francisco Menino Guedes nada disso é o que está ali

Francisco Mevino Y Guedea ou Francisco Merino Y Guedea

ou algo paracido mas não Francisco Menino.

Noodle me erra.

https://bdh-rd.bne.es/viewer.vm?id=0000251054&page=1

José Martín de León.! N. Córdoba, 12 de noviembre de 1788 ✞ 16 de febrero de 1865. fue un farmacéutico español.

 José Martín de León


o chat gpt é uma tentativa de acerto. Não é a pessoa fidedigna.

Apuntes de mi camino estudiantil y archiveril: 1843 1896

Autor

Barcia y Pavón, Ángel María (1841-1927)
Forteza, Guillermo (1830-1873)

Fecha
entre 1801 y 1900?
Tipo de Documento
Manuscrito
Materia
Descripción física
II, 212 [i.e. 188] h., 31 h. de láminas y fotografías; 32 x 22 cm
Signatura
Mss/21265
PID
bdh0000251054
CDU
92
Contenido
[Impreso]: Guillermo Forteza: A través de un diamante (h. 27a-27c)
Descripción y notas
Acompañan abundantes fotografías, dibujos y grabados; uno de los dibujos a grafito pegado en h. de guarda posterior

 

 

 https://bdh-rd.bne.es/viewer.vm?id=0000251054&page=1

who cares? ¯\_(ツ)_/ pode pegar as imagens nada é meu é somente pesquisa e estudos, feitas pelo chat gpt

 não sou como você! rs

estou ali vendo os videos dos espiritualistas estudando,

 e tentando entender melhor como se processa.

e  olho sim e quantas pessoas seguindo?isso meia duzia, rs!

Coitados dos professores de História e quantas pessoas seguindo?

exato uns 1500 no máximo!  

e a turma do passa rasteira tem 150mil perfeito.

descobri depois que uma comentou vendo um vídeo de 

uma dona de casa fazendo pão.

Comentário:(de pessoa louca ou o que? com problema de cognição?

ou retardada mental?)

Isso o Rogério é educadinho mas eu não sou:

problema de cognição = é burra ou retardada mental?

tem que dar nome aos bois e ponto. 

Que ódio sabe!

Não essa outra mulher que comentou isto:

"NOSSA QUE NOJO ESTÁ FAZENDO PÃO COM A MÃO" 

quando você entende que as pessoas só estão para criticar

desfazer, causar mal estar. E sabe que esta pessoa que comentou

não sabe fazer nem água fervendo.

Então você sabe exatamente a que ponto chegou o ser humano;

São pessoas mal amadas, burras, incultas tudo tem nada ali, 

a alma já foi para o inferno?(provavelmente)

 

 

 

 

 

PRESTES, JÚLIO. No rancho de Paranapiacaba. Discurso proferido pelo Dr. Julio Prestes, em 7 de setembro de 1922

E NÃO  consegue pegar e não consegue merda e não consegue aquilo e não consegue aquilo outro ces tem mesmo é que se fuder e quantas pessoas lendo 

EU E O CAPETA

PRESTES, JÚLIO. No rancho de Paranapiacaba.
Discurso proferido pelo Dr. Julio Prestes, em 7 de setembro de 1922

AQUI O LINK

https://www.arquivoestado.sp.gov.br/exposicao_julioprestes/material_apoio/catalogo_exposicao_julio_prestes.pdf

https://www.arquivoestado.sp.gov.br/exposicao_julioprestes/material_apoio.php ]

https://www.arquivoestado.sp.gov.br/web/acervo/digitalizados



Identificação do documento original: PRESTES, JÚLIO. No rancho de Paranapiacaba. Discurso proferido pelo Dr. Julio Prestes, em 7 de setembro de 1922, na inauguração dos monumentos mandados construir, no Caminho do Mar, pelo governo do estado de S. Paulo, sob a presidencia do Exmo. Sr. Dr. Washington Luis Pereira de Souza, commemorando a passagem do primeiro centenario da Independencia do Brasil. (extraída do original)

Fundo: Fundo Júlio Prestes.

Data-limite de produção do documento: Discurso publicado em 1922.

Data-limite do conjunto documental bibliográfico: 1726 (publicação mais antiga)- 1957 (publicação mais recente).

Código de referência do documento original: JP 341.132504 P939n (№ de tombo: 484).

Tipo documental: Discurso Comemorativo.

Produtor: Júlio Prestes de Albuquerque.

Dimensão e Suporte: 20 x 26,5 cm. Brochura (original). O livro foi submetido a restauro e encadernação pelo Setor de Encadernação e Restauro da Divisão de Arquivo do Estado, em 1983.

História arquivística: Os documentos acumulados por Júlio Prestes de Albuquerque foram doados ao Arquivo Público do Estado de São Paulo (APESP) no início da década de 1980, e transferidos à instituição em duas partes: a primeira foi entregue por Gil Prestes Bernardes no final de 1981, e a segunda, no início de 1990. O fundo Júlio Prestes é composto por variados tipos documentais – textual, iconográfico, bibliográfico – além de objetos pessoais, como medalhas, cadernos de estudos, entre outros. Essa variedade de documentos e objetos mostra as diferentes faces desse estadista: sua atividade política, principalmente nas décadas de 1920 e 1930, sua relação com familiares e amigos e sua formação como advogado e político. De acordo com o plano de classificação do Fundo Júlio Prestes, elaborado pelo Centro de Acervo Permanente do APESP, a coleção de livros compõe o Grupo “Vida Íntima e Familiar” – Subgrupo “Biblioteca”. É composta principalmente por publicações na área do Direito: há obras sobre legislação constitucional, administrativa, criminal e civil, e uma pequena coleção de Leis e Decretos do Estado de São Paulo, que abrange o período de 1889 a 1915. Também há, em menor quantidade, livros das áreas de Economia, Ciência Política e História. Embora tivesse gosto para a literatura, existem poucos romances e livros de poesia em sua coleção. Outros destaques são as publicações oficiais (relatórios, mensagens de Presidentes de Estado, discursos, boletim do Instituto do Café); as revistas de diversos títulos, como Eu vi, Revista Americana, Revista de Direito, Revista da Faculdade de Direito de São Paulo; e obras raras, como a coleção Cours de droit français, de Duranton.

Condições gerais da coleção: A biblioteca do Fundo Júlio Prestes, no momento, encontra-se indisponível para consulta devido ao estado de conservação dos volumes – muitos estão deteriorados devido à forma como foram guardados pela família Prestes. De acordo com Célio Debes, no livro Júlio Prestes e a Primeira República (1982, p. 14), os documentos e livros foram colocados em um porão da Fazenda Paiol e emparedados, sofrendo os efeitos da umidade, do calor e dos insetos. Outro motivo que dificulta a consulta é a falta de descrição dos volumes que chegaram no início da década de 1990 e a necessidade de revisão da descrição bibliográfica que foi iniciada na década de 1980. Para a seleção de volumes que compõem a exposição física “Júlio Prestes – o último presidente da República Velha: o arquivo privado de um homem público”, que pode ser visitada no APESP de 5 de abril a 17 de junho de 2016, foram identificados 920 volumes entre livros, revistas, folhetos, legislações e publicações oficiais (Relatórios, Discursos, Anais da Câmara dos Deputados, etc.).

Descrição: No Rancho de Paranapiacaba é um discurso publicado logo após a sua pronunciação, pois nele percebem-se notas sobre a reação do público, como “(Grandes e prolongados applausos. O orador é vivamente felicitado por todos os presentes)” (p. 48). Também é possível perceber a verve literária de Prestes em alguns trechos, na construção de imagens poéticas, principalmente na descrição da paisagem, cuja forma lembra o estilo dos escritores da primeira fase do Romantismo, como José de Alencar e Gonçalves Dias: “[…] em tufos de velludo e de perfume nos fôfos tapetes de relva […]” ou “[…] eram estas mesmas as palmeiras com o seu cocar de esmeralda” (p. 19). Há também o enaltecimento dos vultos históricos que contribuíram para a formação e o desenvolvimento do estado paulista, como os jesuítas, os primeiros colonizadores portugueses, os tropeiros, os estadistas que impulsionaram as primeiras vias de comercialização e circulação de produtos no estado, culminando, em um movimento metonímico, na prosperidade do Brasil na figura do então Presidente do Estado de S. Paulo, Washington Luis: “Eil-a, ainda agora, pedestal do monumento de nossa raça, a mostrar ao Brasil a figura moral irreprehensivel do prototypo da nossa energia, da nossa justiça, do nosso direito, da nossa cultura, da nossa consciencia e das nossas aspirações na pessoa do grande presidente de Sã Paulo, que, ao dirigir os nossos destinos, vai norteando os destinos da Patria e da Republica, para gloria da civilização americana”. (p. 47-48).

Informação de contexto: Discurso proferido por Júlio Prestes em comemoração ao primeiro centenário da Independência do Brasil. Em 1922, Júlio Prestes era deputado estadual em São Paulo pela legenda do Partido Republicano Paulista (PRP), mesmo partido ao qual era ligado o seu pai, Fernando Prestes de Albuquerque. A escolha do orador oficial para a inauguração dos monumentos descritos no discurso foi marcada pela disputa entre Amadeu Amaral e Júlio Prestes, sendo o autor de “No Rancho de Paranapiacaba” o ganhador.
 

sexta-feira, 11 de abril de 2025

Sammlung astronomisch-komputistischer und naturwissenschaftlicher Texte - BSB Clm 210 acabei de fazer vou olhar onde está entrou num Universo paralelo,

 

tenho que retornar na fonte pra descobrir onde estava esta coisa.

porque é que não aparece em nada nohistórico nada some.

simplesmente e puft. Teoria das conspirações que não duvido sei.

 

 https://www.digitale-sammlungen.de/en/view/bsb00047183?page=186

 

o código está aqui para conferir reconferir e RERERERERERERECONFERIR, pois é depois a pessoa quem tem toque sou eu.

Tenho nada sempre fiz e refiz porque tem que ser assim olho nas constas pra otários.

Venezia Trattato nuovo delle cose maravigliose dell'alma città di Roma. Spanish/ tÁ CERTO O NOME DO ARQUIVISTA = gUERRA DIGITAL, RS Será que o sobrenome dele é Guerra?

 RETORNAR AQUI https://rosas-dos-ventos.blogspot.com/2019/04/bibliotecas-virtuais-links-para-livros.html      https://library.nga.gov/discov...