domingo, 11 de maio de 2025

José Mariano de Albuquerque Cavalcanti, Santana do Acaraú, 20 de maio de 1772 , ✞ Magé, 20 de agosto de 1844 foi um militar e Presidente da Província de SC.

 

Se

Fonte: sem informação de que livro foi pego

 

José Mariano de Albuquerque Cavalcanti (Santana do Acaraú, 20 de maio de 1772 — Magé, 20 de agosto de 1844) foi um militar e político brasileiro. 

http://hemeroteca.ciasc.sc.gov.br/revistas/revistacatharinenselaguna/1911-1912/REC19111912V.001.pdf 

 

Nasceu em 20 de maio de 1772, em Santana do Acaraú/CE. Filho de José Mariano de Albuquerque e de Maria da Conceição Bezerra.

Casou duas vezes, a primeira com Ana América Uchoa (1789) e a segunda, com Cândida Rosa de Albuquerque Cavalcanti. Desta segunda união tiveram sete filhos, entre eles, Dulce Pórcia de Albuquerque Cavalcanti (esposa de Joaquim Augusto do Livramento, Deputado Geral, Deputado Provincial e Presidente Interino da Província de Santa Catarina), e Maria da Conceição, casada com Antônio Manuel de Campos Melo - que presidiu as Províncias de Alagoas e do Maranhão.

Em Recife, Pernambuco, José ingressou na carreira militar. Participou da Revolução de 1817 e foi condenado ao exílio perpétuo na Ásia, por acusação de assassinato do brigadeiro Manuel Joaquim Barbosa de Castro. Porém, não cumpriu a pena, foi perdoado e readquiriu a patente militar.

Retornou a Pernambuco, onde participou das Juntas de Governo, de 18 de setembro de 1822 a 13 de dezembro de 1823. Ainda em 1823, foi Deputado Constituinte pelo Ceará.

Mais tarde, assumiu como Presidente da Província do Ceará e governou de 8 de dezembro de 1831 a 29 de novembro de 1833.

No ano de 1834 participou da Câmara Temporária e, no ano seguinte, foi nomeado Presidente da Província de Santa Catarina para o período de 1835 a 1837 e exerceu funções de 4 de novembro de 1835 a 28 de maio de 1836. Substituiu Feliciano Nunes Pires. No seu governo, assumiu interinamente o cargo Francisco Luís do Livramento, que era tio de seu genro.

Por fim, José presidiu a Província de Sergipe, de 19 de janeiro a 31 de maio de 1837.

Faleceu em 20 de agosto de 1884, em Magé/RJ.

https://memoriapolitica.alesc.sc.gov.br/biografia/938-Jose_Mariano_de_Albuquerque_Cavalcanti

 

 

 

Guilherme Cordeiro Coelho Cintra, 25 de junho de 1835, em Recife, Pernambuco, ✞ 24 de novembro de 1910, no RJ. Chefe de Polícia e Vice-Presidente da Província de SC

 

Guilherme Cordeiro Coelho Cintra

Nasceu em 25 de junho de 1835, em Recife, Pernambuco. Foi casado e teve filhos, entre eles, Concetta Cintra, casada com Bastos Tigre - conhecido poeta, bibliotecário, humorista, jornalista e publicitário brasileiro.

Guilherme bacharelou-se em Direito pela Academia de Direito do Recife, em 1860. 

Iniciou a carreira como Juiz Municipal de Sirinhaém, município do litoral sul de Pernambuco, e passou pelas comarcas de Magé, do interior de São Paulo, e Niterói, no Rio de Janeiro. 

Foi Auditor adido do 2º Corpo do Exército durante a Guerra do Paraguai (1864-1870), nomeado em 1866.

Em Santa Catarina, foi Chefe de Polícia e Vice-Presidente da Província, nomeado por Carta Imperial de agosto de 1871. Exerceu interinamente a Presidência de 7 de janeiro de 1872 até 15 de junho de 1872. Transmitiu o cargo para Inácio Accioli de Almeida, também interino. 

Em sua administração, sancionou lei em que proibia os Deputados Provinciais de receberem subsídios durante prorrogações dos trabalhos legislativos, defendeu políticas de urbanização do Oeste do território catarinense e a utilização do trabalho dos colonos do Vale do Itajaí para abrir estradas.

Em 1890, foi nomeado Desembargador e membro da Corte de Apelação do Distrito Federal, empossado em 9 de março do ano seguinte. Segundo a imprensa da época, Cintra sofreu uma série de represálias enquanto exerceu o cargo de Juiz Criminal.

Faleceu em 24 de novembro de 1910, no Rio de Janeiro/RJ.

Fontes:

https://memoriapolitica.alesc.sc.gov.br/biografia/1313-Guilherme_Cordeiro_Coelho_Cintra 

https://archive.org/details/rpescatarina1872b/page/n31/mode/2up?q=%22Jo%C3%A3o+de+Castro+Nunes%22

Hemeroteca Digital Catarinense http://hemeroteca.ciasc.sc.gov.br › reveducacao. como encontrar os documentos

 https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/docmulti.aspx?bib=acervo

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REVISTA DA EDUCAÇÃO. Como os patronos dados aos. Grupos Escolares então creados, eram escolhidos pela Assembléa Legislativa, não pôde o. Governador eximir-se ...


João de Castro Nunes 1835 ✞ 1907. Primeiro Prefeito do Município de Lages, Santa Catarina

 



Guarda Nacional ´Estado Maior 1872 Tenente, o alferes João de Castro Nunes

 https://archive.org/details/rpescatarina1872b/page/n31/mode/2up?q=%22Jo%C3%A3o+de+Castro+Nunes%22

https://acervo.arquivopublico.sc.gov.br/index.php/joao-de-castro-nunes-1835-1907-4 

https://acervo.arquivopublico.sc.gov.br/index.php/politicos-de-santa-catarina?page=40&sort=alphabetic&sf_culture=en&sortDir=desc&listLimit=50&onlyDirect=1 

 Um atuante e inteligente líder político. Nos últimos anos da Monarquia aliou-se a um pequeno grupo de propagandistas da República. Ocupou a Presidência da Câmara de Vereadores em vários períodos e na República, foi o primeiro Superintendente Municipal de Lages, cargo que ocupou por breve tempo.

Primeiro Prefeito do Município de Lages, Santa Catarina (à época chamava-se o cargo de Superintendente Municipal). Membro da Loja Luz Serrana de Lages, Santa Catarina.

João de Castro Nunes, Prefeito pelo partido PRC — 1º de março de 1892     18 de junho de 1895 Superintendente




ttps://acervo.arquivopublico.sc.gov.br/index.php/joao-de-castro-nunes-1835-1907-3 

https://acervo.arquivopublico.sc.gov.br/index.php/joao-de-castro-nunes-1835-1907-4 


LAGES 


109. Oficio de João de Castro Nunes, Presidente da Câmara, para Antonio Gonçalves Chaves, 
Presidente da Província, comunicando a V. Exa. que nesta data prestou juramento e assumiu 
as respectivas funções os a baixos assinados, para servir no quatriênio de 1883 a 1886. Lages, 
07 de janeiro de 1883. p. 157-157v. OBS: Constam os nomes de Lourenço Dias Baptista, 
Antonio Ribeiro dos Santos, Jose Maria Domingues de Arruda, [Leovigildo] Pereira dos 


Anjos, Bento Ribeiro de Cordova, Jose Pereira dos Anjos, João Luiz Vieira Junior. 


110. Cópia de oficio de João de Castro Nunes, Presidente da Câmara, para Antonio Gonçalves 
Chaves, Presidente da Província, devolvendo a V. Exa. requerimento de Manoel Rodrigues 
[Tocha], pedindo prorrogação por dois anos do prazo que lhe fora concedido para explorar 
chumbo e quaisquer outros metais neste município, e a câmara informa a respeito. NÃO 


CONSTA ANEXO. Lages, 09 de janeiro de 1883. p. 158-158v. OBS: Constam os nomes de 


Lourenço Dias Baptista, Antonio Ribeiro dos Santos, [Leovigildo] Pereira dos Anjos, Bento 
Ribeiro de Cordova, Jose Pereira dos Anjos, João Luiz Vieira Junior. 


66 


111. Oficio de João de Castro Nunes, Presidente da Câmara, para Antonio Gonçalves Chaves, 
Presidente da Província, consultando V. Exa. se deve esta câmara continuar a manter o 
empregado — nomeado para guarda fiscal do novo mercado — com a porcentagem de 1,5%, e 
também se deve continuar a cobrar os 100 réis por cargueiro de gêneros, que no referido 


mercado for exposto à venda. Lages, 11 de janeiro de 1883. p. 159-159v. OBS: Constam os 


nomes de Lourenço Dias Baptista, Antonio Ribeiro dos Santos, Jose Maria Domingues de 
Arruda, [Leovigildo] Pereira dos Anjos, Bento Ribeiro de Cordova, Jose Pereira dos Anjos, 


João Luiz Vieira Junior. 


112. Oficio de João de Castro Nunes, Presidente da Câmara, para Antonio Gonçalves Chaves, 
Presidente da Província, respondendo a ofício de V. Exa. com toda a urgência as informações 
em relação o quadro concernente à criação e instalação deste município, a população existente 


e receita e despesa no quatriênio último. Lages, 16 de janeiro de 1883. p. 160-160v. 

https://archive.org/stream/of_cam.m._para_pres.p._-_1883-1885_v.18/of_cam.m._para_pres.p._-_1883-1885_v.18_djvu.txt

https://archive.org/details/of_cam.m._para_pres.p._-_1883-1885_v.18/page/66/mode/2up 

. Oficio de João de Castro Nunes, para Jose Bento de Araújo, Presidente da Província,

enviando oficio que a câmara da Vila de Joinvile, que por engano esta câmara achou de posse

dele. Lages, 24 de janeiro de 1878. p. 162. OBS: Constam os nomes de Augusto Moreira da Silva, Manoel Thomé Freire Batalha, Oliverio Jose da Costa, Francisco Pereira da Silva e

Oliveira.

107. Oficio de João de Castro Nunes, para Jose Bento de Araújo, Presidente da Província, acusando a recepção de oficio remetendo copia do ato dessa presidência em que ordena esta câmara proceder diligencias recomendadas pelo artigo 3º. do decreto n. 640 de 12 de junho de 1852, e informa não poder arcar com as despesas no cumprimento das diligencias. Lages, 24

de janeiro de 1878. p. 163-163v. OBS: Constam os nomes de Augusto Moreira da Silva,

Manoel Thomé Freire Batalha, Oliverio Jose da Costa, Francisco Pereira da Silva e Oliveira.

108. Oficio de João de Castro Nunes, para Jose Bento de Araújo, Presidente da Província, comunicando que esta câmara deixou de deferir juramento ao cidadão Manoel Thomé Freire Batalha como vereador suplente, pela vaga deixada com o falecimento do vereador Jose Joaquim Barbosa de Carvalho, por entender incompatibilidade com o cargo de Juiz de Paz, pois que o dito vereador suplente também é eleito 4º. Juiz de Paz da freguesia desta cidade, e pede esclarecimentos a V. Exa. Lages, 24 de janeiro de 1878. p. 164-164v. OBS: Constam os nomes de Augusto Moreira da Silva, Saturnino Gonsalves Pereira da Silva, Francisco Pereira

da Silva e Oliveira.

109. Oficio de João de Castro Nunes, para Jose Bento de Araújo, Presidente da Província, solicitando a V. Exa. obter do Governo Imperial as necessárias providencias a fim de que seja aprovada canonicamente a freguesia de São Joaquim da Costa da Serra, que se acha criada a seis anos, por uma lei provincial, e relata a respeito. Lages, 26 de janeiro de 1878. p. 165165v. OBS: Constam os nomes de Saturnino Gonsalves Pereira da Silva, Augusto Moreira da Silva, Manoel Thomé Freire Batalha, Oliverio Jose da Costa, Francisco Pereira da Silva e

Oliveira.

https://archive.org/details/of_cam.m._para_pres.p._-_1878-1882_v.17/page/30/mode/2up?q=%22Jo%C3%A3o+de+Castro+Nunes%22 

 https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/docmulti.aspx?bib=acervo

https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/docmulti.aspx?bib=acervo 

https://acervo.arquivopublico.sc.gov.br/ 

Onde consegui as imagens ou fotografias, as vezes pinturas representativas da personalidade :

https://acervo.arquivopublico.sc.gov.br/index.php/acervo-iconografico

http://hemeroteca.ciasc.sc.gov.br/revistas.html

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terça-feira, 6 de maio de 2025

Angelo Pereira

 https://archive.org/details/elucidario-nobiliarchico-vol-2-n-03-mar-1929/ElucidarioNobiliarchico_Vol1_N11_Nov1928/mode/2up?q=%22Angelo+Pereira%22

João da Silva Tavares, conhecido como Silva Tavares, nasceu a 24 de junho de 1893 em Estremoz, Évora, ✞ Portugal e faleceu a 3 de junho de 1964 em Lisboa


Fontes:

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/Ilustracao/1939/N313/N313_master/N313.pdf 

https://archive.org/details/n-313_202505/page/n11/mode/2up

https://museu.ua.pt/index.php/Detail/entities/748 

https://archive.li/26IN8

Silva Tavares

About
João da Silva Tavares, conhecido como Silva Tavares, nasceu a 24 de junho de 1893 em Estremoz, Évora – Portugal e faleceu a 3 de junho de 1964 em Lisboa - Portugal. Foi poeta, dramaturgo, libretista, escritor e letrista. Escreveu operetas, teatro de revista, poesia, novelas, crónicas, estudos históricos e biografias. Escreveu ainda diversas letras para fado. Entre 1934 e 1963 trabalhou, também, na Emissora Nacional, em Lisboa. Em 1932, foi condecorado Cavaleiro da Ordem Militar de Santiago da Espada (designado como “poeta nacionalista militante” nos arquivos) e, em 1963, Comendador da Ordem do Infante D.Henrique (designado como “chefe de repartição de programação da Emissora Nacional”).
Em 1911, com apenas 18 anos, publicou o seu primeiro livro de poesia, Nuvens, a partir do qual deu início a uma ampla produção literária que abarcou diversos géneros literários. Para além da obra poética – como exemplos: Poemas do Olimpo (1917), Sinceridade (1936), Sagres (1940), Verso e reverso (1962) – destacou-se como dramaturgo (e, por vezes, nas mesmas obras, letrista): O rei dos judeus: scenas da vida de Jesus - peça sacra em 2 atos e 16 quadros (1927); Maria rapaz - opereta de costumes tradicionais em 1 prólogo e 3 atos (1927); A Mãe Eva - revista em 2 actos (1928); Richelieu, de Merville e Tournemine - drama histórico em 5 atos (1935); O velo d'oiro - fantasia colonial em 3 atos e 14 quadros, adaptado do romance do mesmo nome, de Henrique Galvão (1936). Como libretista, destacou-se na ópera D. João IV, de Ruy Coelho (1940). Notabilizou-se ainda como letrista, tendo colaborado com inúmeros atores de revista, cantores, compositores e maestros, de entre os quais, Amália Rodrigues, Alfredo Marceneiro, Tavares Belo e António Melo. Das canções que assinou enquanto letrista, salientam-se:  Casa da MariquinhasCéu da minha rua A minha casinha. 
Paralelamente à literatura, trabalhou na Emissora Nacional, tendo começado, em 1934, como chefe da secção literária e passado, em 1935, a diretor dos serviços de produção, ano oficial da fundação daquela empresa de radiodifusão. Em 1940, tornou-se chefe de secção dos programas de ondas curtas, cargo que viria a exercer até 1963.
 
Ref. bib.
(Portugal), B. N., & Ferreira, T. A. S. D. (1996). Catálogo de teatro: A colecção do livreiro Eduardo Antunes Martinho (COD. 11702-COD. 12887). Lisboa: Ministério da Cultura, Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro. Retrieved from https://books.google.pt/books?id=MAjfdj0l0kQC&hl=pt-PT&source=gbs_navlinks_s
C.I.T.I. (n.d.). A mãe Eva. Retrieved from http://www.citi.pt/cultura/teatro/artistas/beatriz_costa/mae_eva.html
Cruz, G. B. da. (1974). Catálogo das coleções de miscelâneas: Teatro. Coimbra: Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra.
Moreira, P. F. R. (2012). Cantando espalharei por toda parte: Programação, produção musical e o “aportuguesamento” da “música ligeira” na Emissora Nacional de Radiodifusão (1934-1949). Universidade Nova de Lisboa, Portugal. Retrieved from https://run.unl.pt/bitstream/10362/9477/1/TeseDoutoramentoPedroMoreira.pdf
João da Silva Tavares: Poeta nacionalista militante. (1932). Retrieved from http://arquivo.presidencia.pt/details?id=127319&ht=silva|tavares
João da Silva Tavares: Chefe de repartição de programação da Emissora Nacional. (1963). Retrieved from http://arquivo.presidencia.pt/details?id=126047&ht=silva|

Raúl Esteves dos Santos, Lisboa, 7 de Março de 1889 - ✞ Lisboa, 24 de Julho de 1954 foi um jornalista, escritor e activista político português.

 

 

 

 

Obra:

 

Ver tb. Raul Esteves dos Santos, Os tabacos, p. 49 e Fernando Dores Costa, Crise financeira, dívida pública e capitalistas 1796-1807, p. 78.

 https://idi.mne.gov.pt/images/Revista_NE/PDF/12-2009_04_n_14.pdf

 Dirigente da Sociedade de Instrução e Beneficência A Voz do Operário, Raul Esteves dos Santos, nos anos 30. 

 https://www.ics.ulisboa.pt/sites/ics.ulisboa.pt/files/Imprensa/Intro/proteccao_e_direitos_introducao.pdf

 "Revista Portuguesa de Comunicações", a excelente publicação que o seu di-
rector, Sr. Raul Es teves dos Santos, com admirável tino administrativo e seguro critério
na escolha dos seus colaboradores, tem mantido e elevado dignamente durante oito longos anos.

 https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Periodicos/boletimdasociedadelusoafricana/N16-17/N16-17_master/BoletimdaSociedadeLuso-AfricanadoRiodeJaneiro_N16-17_Jan-Jun1936.pdf

 

Fontes:

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/Ilustracao/1939/N313/N313_master/N313.pdf

aqui o linkhttps://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/Ilustracao/Ilustracao1939.htm

Almanaque Bertrand, 1951

J O S É J Ú L I O DA F O N S E C A

 

Faleceu a 17 de Janeiro do ano corrente de 1950, o sr. José Júlio da
Fonseca que, durante mais de cinqüenta anos, f o i prestimoso e dedicadíssimo cooperador da Livraria
B e r t r a n d , tendo sido esta objecto dos seus melhores esforços e constantes cuidados até aos seus últimos momentos de vida. O Almanaque Bertrand, que t a n t o lhe ficou devendo, não podia d e i x a r de prestar nas suas páginas, saudosae grata
h o m e n a g e m à sua memória.

 Fontes:

https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/1624 

 

Livraria Bertrand - Director Arthur Brandão e Editor José Júlio da Fonseca 

01  de dezembro de 1938

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/Ilustracao/1938/N311/N311_master/N311.pdf 

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Indice/IndiceI.htm

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/ 

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Indice/IndiceA.htm

 

BICHA MOURA - AGUEDA ADRO DA CAPELA DE S. PEDRO poente Antonio José Alves Pereira

 

 

 

 

 

onde peguei os dizeres acima:

BICHA MOURA - AGUEDA  ADRO DA CAPELA DE S. PEDRO poente Antonio José Alves Pereira

https://www.cm-agueda.pt/uploads/document/file/1275/Anexo_III_Dimens_parcelas_assoc_processo_licencf.pdf

 

Capela oitocentista, rural, que mantém a estrutura da primitiva, de planta retangular composta por nave com coro-alto, capela-mor ligeiramente mais estreita e baixa e sacristia adossada à fachada lateral esquerda. Fachada principal em empena, com vãos em eixo central composto por portal de verga recta, encimado por cornija e ladeado por duas janelas, e óculo quadrilobado. Fachadas circunscritas por cunhais apilastrados, com pináculos, e remates em friso e cornija, a lateral direita rasgada por janelas em capialço e porta travessa, surgindo, na oposta, uma única janela. Sineira sobre a porta travessa. Interior com cobertura de madeira e retábulo de talha dourada e policromada do estilo nacional, de três eixos. Capela oitocentista, mas que mantém a estrutura e a linguagem arquitectónica da primitiva, com empena definida por cantaria que enrola nos ângulos inferiores, preservando o retábulo original. Na capela-mor, no lado do Evangelho, junto à porta da sacristia, pedra rectangular moldurada com inscrição, documentando as obras e o nome do doador. Existência de pequeno registo de azulejo na fachada posterior alusivo ao orago.

 Descrição
Planta retangular composta por nave e capela-mor, esta ligeiramente mais baixa e estreita, e sacristia adossada à esquerda, volumetricamente distintos, com coberturas diferenciadas em telhados de duas e três águas. Fachadas rebocadas e pintadas de branco, percorridas por embasamento pintado de cinzento, pilastras nos cunhais sobrepujadas por pináculos piramidais, cruz latina nas empenas, sobre pedestal e remates em friso e cornija. Fachada principal com portal de verga recta, com pequena cornija, ladeado por duas janelas rectangulares simples com grades e encimado por óculo quadrilobado. Empena definida por cantaria que forma voluta nos ângulos inferiores. Na fachada lateral, porta travessa de verga recta, frestas rectangulares de duplo esbarro, uma no corpo da nave e duas mais pequenas na capela-mor, e pequena sineira de arco redondo sobre a cornija, encimando a porta travessa. Do lado esquerdo, apenas uma fresta na nave pois o corpo da sacristia encosta em toda a extensão da capela-mor, rasgada por porta de verga recta e janela rectangular simples. Na fachada posterior, tem, acima da linha média, registo de azulejos azuis representando S. Pedro. No INTERIOR, rebocado e pintado de branco, pavimento de tijoleira, silhar de azulejos estampilhados e cobertura de madeira facetada. Coro-alto sobre duas pilastras com balaustrada de madeira, benedictérios de pedra, arco triunfal pleno sobre pilastras toscanas. A nave é percorrida pelas cruzes da Via Sacra. Na capela-mor, altar erguido sobre degraus e retábulo de talha dourada e policromada com marmoreados fingidos azuis e vermelhos, de planta recta e três eixos, divididos por colunas espiraladas decoradas com pâmpanos, que se prolongam em duas arquivoltas no raio, assentes em friso de querubins e cornija. As colunas são suportadas por pequenos anjos atlantes e o altar é em forma de urna. Cobertura semelhante à da nave. No lado do Evangelhjo, junto à porta de acesso à sacristia, pedra rectangular moldurada com a seguinte inscrição: "ESTA CAPELLA DE S.PEDRO DESTA FR[E]G[UESI]A DE S[ANC]TA EULALIA / DE AGUEDA FOI REEDIFICADA COM MILHOR GRANDEZA / NO MESMO CITIO DA ANTIQUISSIMA ARRUINADA PIQUENA E SEM / ARQUITETURA PELO B[ACHAR]EL LUIS BARETO TORES DE FIG[UEIRE]DO SOLT[EI]RO DA RUA / DA CANCELA DO DITO LUGAR DE IDADE DE 80 ANNOS QUE A MANDOU / FAZER ASSUA CUSTA NO ANNO DE 1819 POR DEUOCAO E ASSIM / FICA SENDO DA M[ESM]A FREG[UESI]A COMO A ANTIGA EM 7BRO DO DITO ANNO".

Fontes:

http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6696 

http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6696

Angelo Pereira escritor, nasceu 1910? ✞ ? "OS AMORES DE WENCESLAU DE MORAIS" com Oldomiro Cesar

 

 


Arquivo Nacional da Torre do Tombo (A.N.T.T.), Academia Nacional de Belas Artes, Documentação comprada a Ângelo Pereira, Relação das pinturas do Ex.moSr. Marquez de Borba, 2-A-SEG75.

https://archive.org/details/DinmicasDoPatrimnioArtsticoCirculaoTransformaesEDilogos/mode/2up?q=%22Angelo+Pereira%22 

Angelo, Pereira, o infatigável investigador,acaba de publicar mais um trabalho sôbre à Estátua eqiiestre de D. José, que um padre jesuita do tempo de Pombal escreveu, e o autor das Senhoras infantas Filhas de Dom João: VI prefaciou e anotou criteriosamente,  como sempre.

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/Ilustracao/1939/N313/N313_master/N313.pdf 

https://archive.org/details/n-313_202505

 


 

 

https://archive.org/details/n-274/N277/page/n23/mode/2up?q=%22Angelo+Pereira%22 

Alfredo José Alves Pereira 1893? cc Maria da Conceição Costeira, filho de Antonio José Alves Pereira 1860?, Braga cc Tereza Maria Dias Duarte (o que não sei é se estas pessoas são da familia deste Angelo Pereira pois são muitos)

 https://ahm-exercito.defesa.gov.pt/viewer?id=232058&FileID=1864882&recordType=Description





 


 


Farouk do Egito / f ə ˈ r uː k / ; árabe : فاروق الأول Fārūq al-Awwal ; 11 de fevereiro de 1920 - ✞ 18 de março de 1965. Era uma vez um príncipe formoso chamado Faruk, do Egypto

 Farouk do Egito  / f ə ˈ r uː k / ; árabe : فاروق الأول Fārūq al-Awwal ;

 11 de fevereiro de 1920 -   ✞ 18 de março de 1965

 


 

 Fonte:

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/Ilustracao/1939/N313/N313_master/N313.pdf

 

Índice de publicações periódicas digitalizadas https://acervo.arquivopublico.sc.gov.br/index.php/acervo-iconografico SANTA CATARINA BUSCA POR IMAGENS

 

Índice de publicações periódicas digitalizadas         
 
A  B  C  D  E  F  G  H  I  J  K  L  M  N  O  P  Q  R  S  T  U  V  W  X  Y  Z 


https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Indice/IndiceI.htm

https://catalogolx.cm-lisboa.pt/ipac20/ipac.jsp?session=174653I08O669.936&menu=home&aspect=subtab11&npp=20&ipp=20&spp=20&profile=rbml&ri=1&source=

%7E%21rbml&index=.GW&term=Ilustra%C3%A7%C3%A3o&x=0&y=0&aspect=subtab11


Arquivo Nacional Torre do Tombo logotipo. Busca Pesquisa Arquivos Digitais de Portugal. Agora pois pois porque este site é em Inglês?

 está acima

http://antt.dglab.gov.pt/
https://novaresearch.unl.pt/en/organisations/
https://digitarq.arquivos.pt/results?t=Forte+de+Santo+Ant%c3%b3nio+do+Estoril

segunda-feira, 5 de maio de 2025

O primeiro Procurador-Geral da República foi o conselheiro Manuel de Arriaga (1910-1911), sucedido no cargo pelos conselheiros:

 O primeiro Procurador-Geral da República foi o conselheiro Manuel de Arriaga (1910-1911), sucedido no cargo pelos conselheiros:

 https://www.ministeriopublico.pt/timeline

 

buscar aquele documento com este nome onde está ? 

confundindo com outro nome parecido, bemé fácil só busca 2500 livros,

o que foi que você falou? 

Bacharel em Direito pela Universidade de Coimbra, António Cândido, 30 de março de 1852, Candemil, Portugal , ✞ 24 de Outubro de 1922, em Candemil, Amarante.

 



António Cândido Ribeiro da Costa

 Antonio Candido Ribeiro da Costa, filho de pae incognito,
natural de Candemil, districto do Porto — Couraça de
Lisboa, n." 57.

 https://am.uc.pt/bib-geral/download/wpnDjcKYwpDDicOGw5fClcKcXWtuam3CncKRwpjCnm3CmmJwZQ==/UCBG-8-118-1-1872-1873_0000_Obra_Completa_t24-C-R0120.pdf

 https://archive.org/details/45000011754-output.o/page/98/mode/1up

António Cândido Ribeiro da Costa (1898-1910)

Dezembro 2, 1898

Nasceu a 30 de Março de 1852, em Candemil, Amarante, filho do Pe. José Joaquim da Costa Pinheiro e de mãe solteira, Ana Joaquina Ribeiro.

Ao que se julga por influência paterna, cursou Teologia na Universidade de Coimbra, com distinção. Na mesma Universidade, estudou também Direito, doutorando-se em 1878 e dando início a uma notável carreira académica, marcada por uma rara proficiência científica e pelo brilho das suas prelecções.
Insigne juspublicista, em 1881 foi nomeado lente substituto, e em 1891 foi despachado lente catedrático da Escola de Coimbra.

Rumando a Lisboa, iniciou carreira política, filiando-se no Partido Progressista (monárquico), liderado pelo seu íntimo amigo, Anselmo José Braancamp.

Arauto da Vida Nova, foi deputado em sucessivas legislaturas, ficando para a história como tribuno genial — senhor de palavra elegante, expressão fluente e voz sonora, o príncipe dos oradores portuguezes mereceu o epíteto de “Águia do Marão”, outorgado por Camilo Castelo Branco.

Em 1887, desgostoso com o rumo que este tomara, declara-se em oposição ao seu partido, abandonando a vida partidária e parlamentar.

A partir de então, dedica-se ao cargo de ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, para que havia sido nomeado em Abril de 1886.

Juntamente com outras personalidades de relevo da vida portuguesa do final do século XIX, foi um dos 11 Vencidos da Vida, tertúlia lisboeta cultora do engrandecimento do poder real, com fortes ligações à Geração de 70.

Em 1890 reconciliou-se com o seu partido e, ainda nesse ano, caído o ministério regenerador, integrou o governo constituído pelo general progressista João Crisóstomo de Abreu e Sousa, que lhe atribui a pasta do reino e, interinamente, a da instrução pública.

Em 2 de Dezembro de 1898, tomou posse do lugar de Procurador-Geral da Coroa e Fazenda. A proclamação da República veio a determinar a cessação das funções de Procurador-Geral. Por despacho de 26 de Outubro, foi-lhe reconhecido o direito à aposentação que requereu, cessando desde já as suas funções.

No ano de 1922, a Academia Real das Ciências de Lisboa, para que fora eleito em 1886 e de que fora vice-presidente entre 1896 e 1899, promoveu-lhe uma homenagem nacional. O excerto da mensagem então enviada pela Faculdade de Direito de Coimbra traduz bem o prestígio de que gozava o mestre e magistrado:

Outros dirão qual o papel por V. Exª desempenhado (...) no exercício das altas funções de Procurador-Geral da Corôa, em que V. Exª durante largos anos teve ocasião de revelar no mais elevado grau os predicados intelectuais e morais que distinguem os lídimos sacerdotes do Direito.

Do Conselho de Sua Magestade e do Conselho de Estado (1902), par do Reino (1891), detinha a Grã-Cruz e era comendador da Ordem de S. Thiago, concedida por mérito literário, científico e artístico.

Morreu a 24 de Outubro de 1922, em Candemil, Amarante.

Para além de discursos e conferências diversas, deixou impressa a sua tese de doutoramento — Principios e questões de philosophia politica. Condições scientificas do direito de suffragio, 1878, I vol.

Em 1951, por ocasião dos seus centenários, a Assembleia Nacional entendeu homenagear dois nomes ilustres da nossa história política e da eloquência parlamentar em Portugal. No dia 27 de Abril, foram oficialmente inaugurados, e colocados no átrio, os bustos de António Cândido e de Hintze Ribeiro (da autoria de Maximiano Alves), dois antigos Procuradores-Gerais unidos no tributo prestado.

 

Em reconhecimento a este filho ilustre, Amarante atribuiu o seu nome a um dos mais emblemáticos locais da cidade, aí erigindo a sua estátua em bronze, obra da autoria do escultor Henrique Moreira.

Foi também homenageado pela cidade de Lisboa onde, na freguesia de São Sebastião da Pedreira, existe uma artéria que leva o seu nome.

 

FONTE: Procuradoria-Geral da República - Palácio Palmela, Lisboa, Procuradoria-Geral da República, 2.ª edição, 2007, pp. 67-68

 Fonte:

https://www.ministeriopublico.pt/timeline

 

universidade de coimbra


am.uc.pt
https://am.uc.pt › bib-geral › download › UCBG-...
PDF
56 Antonio Candido Ribeiro da Costa, filho de pae incognito, natural de Candemil, districto do Porto — Couraça de. Lisboa, n." 57. 57 Domingos José dos .

 

Fontes:

 https://archive.org/details/45000011754-output.o/page/98/mode/1up

https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/1624 

https://archive.org/details/45000011754-output.o/page/66/mode/1up 

https://toponimialisboa.wordpress.com/2015/09/08/da-travessa-das-picoas-a-rua-doutor-antonio-candido/

https://archive.li/S7ivl

 Onde:

https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/1624

Maria Fernandes da Costa, Manoel Antonio Peres Junior, Alvaro de Silva Lima, Editora Paulo de Azevedo 

Almanaque Bertrand 1951
Local de Publicação: Lisboa
Editor: Bertrand
Data do documento: 1951
Suporte Físico: 398 p, il
Conteúdo: Contém passatempos, contos, biografias, artigos históricos, variedades etc. No final, traz um catálogo da Livraria Bertrand. Este é o 52º ano do almanaque
Nota Local: Exemplar da Biblioteca Mindlin encad. em cartonagem original

 

Dr. Francisco de Assis de Carvalho, Faro, Portugal, 04 de outubro de 1797 ✞ 24 de fevereiro de 1851 falta editar

  


 


Francisco de Assis de Carvalho 04 de outubro de  1797 ✞  1851

 


 

Francisco de Assis de Carvalho,  Faro, Portugal,  04 de outubro de  1797 ✞  24 de fevereiro de 1851.

Estudou filosofia e medicina na faculdade de Coimbra, mas não completou os estudos. 

Se formou mais tarde, clinicou em Lisboa.

Foi professor muitos anos.

 

Fontes:

 

https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/1624 

https://archive.org/details/45000011754-output.o/page/66/mode/1up

 Onde:

https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/1624

Maria Fernandes da Costa, Manoel Antonio Peres Junior, Alvaro de Silva Lima, Editora Paulo de Azevedo 

Almanaque Bertrand 1951
Local de Publicação: Lisboa
Editor: Bertrand
Data do documento: 1951
Suporte Físico: 398 p, il
Conteúdo: Contém passatempos, contos, biografias, artigos históricos, variedades etc. No final, traz um catálogo da Livraria Bertrand. Este é o 52º ano do almanaque
Nota Local: Exemplar da Biblioteca Mindlin encad. em cartonagem original

 

José Ribeiro 1907, Portugal – ✞ 1991 , um pintor Português no Brasil

 



 José Ribeiro, um pintor contemporâneo nascido em Lisboa em 1907, é conhecido por suas pinturas e desenhos, especialmente aqueles que retratam trechos da velha Lisboa. Ele recebeu diversos prêmios e medalhas na Sociedade Nacional de Belas Artes, em concursos como o José Malhoa e Luciano Freire. Suas obras foram expostas individualmente em Lisboa em 1933 e 1974. 
José Ribeiro, nascido em Lisboa em 1907, dedicou-se à pintura e ao desenho, com foco em cenas da antiga Lisboa. Ele participou de exposições individuais em 1933 e 1974, e recebeu reconhecimento em concursos da Sociedade Nacional de Belas Artes, incluindo os prêmios José Malhoa e Luciano Freire. 
O artista frequentemente retrata paisagens urbanas e arquitetura histórica de Lisboa, capturando a atmosfera e os detalhes da cidade em suas obras. Sua produção artística reflete uma sensibilidade para a preservação da memória e identidade da cidade, através da representação de seus espaços e edifícios mais emblemáticos. 

 

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/Ilustracao/1938/N311/N311_master/N311.pdf 

https://archive.org/details/n-311_202505/page/n18/mode/1up

https://archive.org/details/jose-ribeiro-1907-portugal-1991-um-pintor-retratista-portugues-no-brasil 

https://archive.org/details/jose-ribeiro-1907-portugal-1991-um-pintor-portugues-no-brasil 

José Ribeiro 

 Nome: José Ribeiro Nascimento: 1907, Portugal 

Falecimento: 1991 

Profissão: Pintor retratista português no Brasil

 

1907, Portugal – 1991 

  José Ribeiro – Pintor contemporâneo, nascido em 1907, em Lisboa. Pinta e desenha de preferência trechos da velha Lisboa. Obteve vários prémios e medalhas na Sociedade Nacional de Belas Artes, José Malhoa e Luciano Freire. Exp. ind.: Lisboa 1933 e 1974; Almada 1957; J.T. Costa do Sol 1947, 1949,1950 e 1952; Sintra 1971,1973 e 1974. Exp. Colect.: S.N.B 1935 e 1970; Lisboa 1945, 1946, 1952, 1964 e 1969; Porto 1952; Estoril 1936 e 1951; Costa da Caparica 1950 e 1972; Santarém 1950 e 1973; Sintra 1947 e 1956; Vila Franca de Xira 1952. Está representado no museu de Viseu e em colecções particulares. Ref. Biog.Dicionário de Pintores e Escultores Portugueses. [pág. 55] // Michael Tannock. [pág.142]

 

Fontes:

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/Ilustracao/1938/N311/N311_master/N311.pdf 

/leiloeiraserralves.com

José Júlio da Fonseca ✞ 17 de janeiro de 1950

É outra pessoa outra década.

Fico intrigada pois realmente não encontra nada desta pessoa. Arquivos, nada, nada nada. 

 https://archive.org/details/portugal-dicionario-historico-completo



 imagem encontrada aqui:

Fontes: 

 https://digital.bbm.usp.br/view/?45000011754&bbm/1624#page/49/mode/thumb

https://archive.org/details/45000011754-output.o/page/392/mode/2up

Almanaque Bertrand, 1951

J O S É J Ú L I O DA F O N S E C A

 

Faleceu a 17 de Janeiro do ano corrente de 1950, o sr. José Júlio da
Fonseca que, durante mais de cinqüenta anos, f o i prestimoso e dedicadíssimo cooperador da Livraria
B e r t r a n d , tendo sido esta objecto dos seus melhores esforços e constantes cuidados até aos seus últimos momentos de vida. O Almanaque Bertrand, que t a n t o lhe ficou devendo, não podia d e i x a r de prestar nas suas páginas, saudosae grata
h o m e n a g e m à sua memória.

 Fontes:

Qww 

 

Livraria Bertrand - Director Arthur Brandão e Editor José Júlio da Fonseca 

01  de dezembro de 1938

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/Ilustracao/1938/N311/N311_master/N311.pdf 

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Indice/IndiceI.htm

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/ 

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Indice/IndiceA.htm 

 aqui deve ser um Homonimo:

https://arquimedes.stm.jus.br/index.php/luiz-amancio-da-fonseca


SEja diferente, carregue o saco de pedras nas costas e , LUTE!

 https://www.youtube.com/shorts/fm9lDZqqMyM "Nem todos os que vagueiam estão perdidos"