quinta-feira, 10 de abril de 2025

Joaquim Maria de Lacerda nasceu no Rio de Janeiro em 15 de agosto de 1838 - Paris ✞ dezembro de 1886 . irmão do reverendo Pedro Maria de Lacerda Bispo do Rio de Janeiro.

  a 15 de agosto de 1838. Filho do Capitão de Mar e Guerra João Maria Pereira de Lacerda e D. Camila Leonor Pontes de Lacerda, de quem é se tratou no Dicc., tomo x, pag. 312. « irmão do reverendo bispo do Rio de Janeiro, D. Pedro. Doutor em direito, membro da arcadia romana e de outras cor. porações scientiticas, etc. — E. o

distingue Joaquim Maria de Lacerda, advogado, professor, editor de livros e escritor de obras didáticas, que morre na capital francesa, onde mora há muitos anos, em dezembro de 1886, quando seu irmão encontra-se em visita pastoral no Espírito Santo.

https://estacaocapixaba.com.br/d-pedro-maria-de-lacerda-biobibliografia/

7280) Historia geral do Paraguay desde a sua descoberta até nossos dias pay L. Alfredo Demersay, encarregado de uma missão scientifica na America meridia; nal, seguida de uma noticia geographica do estado do Paraguay, pelo dr. Joaquisa Maria de Lacerda. Rio de Janeiro, na typ. Perseverança, 1865. 8.º de 237 pag. sd

7281) Curso da historia universal por monsenhor Daniel, bispo de Coutanesi, e de Avranches, traduzido e continuado até nossos dias. Obra destinada para us | das escolas brazileirus. Historia antiga. Ibi, na typ. Franco-Americana, 1870, 8: gr. de 245 pag. e 2 de indice.

ás Historia da idade media. Ibi, na mesma typ., 1871. 8.º gr. de 208 pag. 6 4 & indice.

Historia moderna. Ibi, na mesma typ.. 1874. 8.º gr. de 223 pag.

7282) Tratado elementar de geographia physica, politica, historica e commacial, para uso das escolas brazileiras. Ibi. na typ. Perseverança, 1870. 8.º mas. de 1v-J52 pag. e 2 de indice. — Este livro é dividido em tres partes: a primeira, dedicada às noções preliminares, comprehende a cosmographia, as definições dos termos pi up na geographia, e a classificação dos homens pelas suas raças linguas, religiões e fórmas de governo. A segunda trata da geographia geral com a descripção plysica e politica de cada uma das cinco partes do mundo. A terceira, da geographia particular de cada paiz (exceptuando o Brazil, que compre hende um capitulo extenso, no fim da obra), expondo a sua historia, posição, fimites, população, idioma, religião, governo, divisão administrativa, clima, produc: ção, industria, estradas, instrucção, etc. A terceira edição, pnblicada ha pouso tempo, comprehendia 406 pag.

Segundo uma nota do acreditado editor Garnier, o sr. dr. Lacerda tinha mais as seguintes obras, das quaes todavia não vi ainda exemplares :

7283) Elementos de geographia. Terceira edição 8.º de 266 pag.

7284) Geographia da infancia. Segunda edição. 8.º de 84 pag.

7285) Novo expositor portuguez. Segunda edição. 8.º de quast 200 pag.

7286) Noto syllabario portuguez. Segunda edição. 8.º de mais de DO pag.

7287) Noro alphabeto portuguez.

7288) Arithmetica da infancia. 8.º de 72 pag

7289) Pequena grammatica da infancia. de de 74 pag.

7290) Compendio de historia universal. 8.º de 144 pag.

72914) Encyclopedia primaria. 8.º de 700 pag.

7292) Historia do Brazil. Quarta edição. 8.º de 128 pag.

7293) Historia sagrada. 8.º de 242 pag.

7294) Encyclopedia religiosa. 8.º de 216 pag. com 4 mappa da Palestina. Tinha no prelo:

7295) Thesouro da infancia

 irmão de

https://archive.org/details/016843-12-completo/mode/2up?q=%22Joaquim+Maria+de+Lacerda%22

Biografia

De acordo com Sacramento Blake (Dicionário bibliográfico brasileiro), Joaquim Maria de Lacerda nasceu no Rio de Janeiro em 1838 e formou-se em Direito. Ele também foi autor de livros didáticos de História, sendo que Circe Bittencourt (Livro didático e saber escolar 1810 – 1910) destaca o sucesso de sua produção de obras de História Sagrada dedicadas ao nível elementar. No acervo do laboratório podem ser encontradas duas edições de seu livro “Pequena história do Brasil por perguntas e respostas”, uma de 1907, e outra de 1918, ambas realizadas pela Francisco Alves. Também foi autor de outros livros escolares infantis como: “Pequena geografia da infância para uso das escolas primárias”, Rio de Janeiro, 1887; “Resumo de choreographia do Brazil” Rio de Janeiro, 1887; “Arithmetica da infância”, Paris, 1881; “Encyclopedia primaria ou manual completo e methódico de instrucção primaria”, Paris, 1882 e “Thesouro da infância ou novo manual das escolas primarias”, Havre, 1885.

 

Fonte:

https://lemad.fflch.usp.br/node/1156

A página de rosto de um desses manuais de conteúdo simplificado diz destinar-se ao “uso da infancia brazileira”*º. Seu autor, Joaquim Maria de Lacerda‘!, foi celebrado como “Membro da Arcádia Romana”. Segundo o Prefácio da segunda edição, datado de 1880, a primeira, compreendendo dez mil exemplares, número avultado para a época, se esgotara em poucos anos como decorrência do “lisongeiro acolhimento que ela obteve junto aos Srs, Professores e Diretores de Colégios”. No interregno das duas primeiras edições, a “obrinha” mereceu, igualmente, “a honra de ser aprovada pelo Conselho Superior da Instrução Pública” do

 

https://archive.org/details/albuquerque-revista-de-historia-jul-dez-2009/page/64/mode/2up?q=%22Joaquim+Maria+de+Lacerda%22 

https://archive.org/details/poetasbrasileir00moragoog_202402/mode/2up?q=%22Joaquim+Maria+de+Lacerda%22

 

o ”Diccionario Bibliographico Portuguez” – Estudos de Innocencio Francisco da Silva Applicaveis a Portugal e ao Brasil – Tomo Decimo – H-J -Lisboa, 1883 – pg. 312:
“JOÃO MARIA PEREIRA DE LACERDA, nasceu na freguezia da Candelaria, da cidade do Rio de Janeiro, a 9 de novembro de 1808, filho legitimo de Joaquim Antonio de Lacerda, natural da freguezia de Tarouquella, no Douro; e de D. María Clara Pereira de Lacerda, natural do Rio de Janeiro; sendo seus avós paternos Joäo Bernardo Pereira de Vasconcellos, antigo coronel de ordenanças do concelho de Sinfães, comarca de Lamego, e D. Joaquina Felizarda de Mello Alvim, ambos oriundos de Portugal; e maternos Manuel José Pereira de Araújo; D. Emerenciana Maria de Jesus, naturaes do Rio de Janeiro. Teve praça de aspirante a guarda marinha na terceira brigada a 17 de marco de 1826, e foi promovido a guarda marinha a 11 de dezembro do mesmo anno, e concluidos os estados académicos com approvaçao plena em todos os annos, embarcou em dezembro de 1827 para o brigue de guerra Pampeiro, sob o commando de Pedro Ferreira de Oliveira, que annos depois Ihe passou um atestado muito honroso, ao qual menciona que em o naufragio do dito brigue, a 18 de outubro de 1828, na barra da capital da provincia do Espirito Santo, foi preciso ordem terminante para que o guarda marinha Lacerda não arriscasse a vida para salvar alguns objectos da fazenda nacional; constando igualmente que estando o mesmo Lacerdia embarcado na fragata Thetis, que o dito Oliveira commandava, fora o primeiro a saltar ao escaler para salvar a vida de um soldado, caíndo elle proprio ao mаг quando o navio deitava nove milhas, e n'essa occasião recebeu urna grande pancada, da qual Ihe resultara doenca grave. Promovido a segundo tenente a 19 de outubro de 1828, a primeiro tenente a 7 de outubro de 1837, a capitão tenente a 7 de setembro de 1846, a capitão de fragata a 30 de dezembro de 1856, requerendo em abril de 1861 a sua reforma, que obteve no posto de capitäo de mar e guerra.
Exerceu differentes cargos e commissöes publicas: de commandante de alguns navios de guerra surtos no Rio de Janeiro; de commandante das duas companhias de artifices do arsenal de marinha n'aquella corte; de adjunto ao chefe de esquadra encarregado do quartel general de marinha, substituindo-o tambem nas suas funccöes de chefe; de inspector das obras dos navios da armada fabricados no dito arsenal; de ajudante de ordens e secretario no quartel general de marinha; de superintendente da companhia de paquetes a vapor brazileiros, etc. Fez parte, com o chefe de divisão Joaquirn Marques Lisboa e Joaquim José lgnácio, da commissâo incumbida da gerencia do asylo dos inválidos da marinha; e regeu a aula de geometría applicada ás artes no arsenal da marinha. Era official da ordem da Rosa, e cavalleiro das de Christo e Aviz, do Brazil; e da de S.Gregorio Magno, concedida pelo santo padre Pió IX, por serviços relevantes prestados á religiäo, e especialmente á congregaçäo das irmãs da caridade, das quais fora enthusiastico defensor, segundo a phrase da pessoa que forneceu os apontamentos que deixo aquí, acrescentando: «A seus esforços, principalmente, se deve o asylo das Larangeiras, dirigido pelas mesmas irmãs. As religiosas de S. Thereza devem-lhe muito pelos muitos serviços que Ihes prestou por largo tempo, que serviu de syndico. Lacerda nunca poupou trabalhos para defender religiäo, e muitas vezes em longos e bem escriptos artigos a defendeu pela imprensa, e até chegou a redigir alguns periódicos religiosos de sua creação, como foram o Popular e a Abelha, que porém não duraram muito. Os trabalhos mencionados e outros muitos a favor da igreja e do estado, e a bem da sua familia (... apesar da mediocridade de seus bens a mandar seis filhos a academias da corte e universidades fora do império), quebraram-lhe as forças, reduziram-no ao triste estado de cegueira total e o levaram ao tumulo, fallecendo a 1 de janeiro de 1864, na mesma casa onde nascera cincoenta e cinco annos e menos de dois mezes antes. Lacerda foi sempre considerado o typo do homem de bem e verdadeiro christâo de palavras e de obras, e desinteressado amigo da monarchia; sua morte foi geralmente sentida por numerosos amigos e por quantos o conheceram. A amisade e a gratidão gravaram-lhe sobre a lousa sepulchral um extenso epitaphio, o mais christão que se lê no cemitério da Ponte do Caju”. ....

Cap. de Mar e Guerra João Maria Pereira de Lacerda, seus ascendentes e descendentes.
- Ele era filho de Joaquim Antonio de Lacerda (v. tópico sobre o mesmo).
- O Capitão de Mar e Guerra João Maria Pereira de Lacerda, n. 9/11/1808 - Rio de Janeiro, RJ; bat. 23/11/1808 – Rio de Janeiro, RJ (Ig. da Candelária, liv. iniciado em 1800, fl. 206v); f. 31/12/1863 ou 1/1/1864? - Rio de Janeiro, RJ (Cem. Ponta do Cajú), c. 27/4/1829 - Rio de Janeiro, RJ (Capela de São João Batista da Imperial Quinta da Boa Vista) c/ D. Camila Leonor Pontes (fª José Antônio de Pontes c.c. Mariana Joaquina “?”), n. 15/2/1803 - Lisboa, Portugal [veio para o Brasil com 5 anos]; bat. freguesia N.S. das Mercês, Lisboa, Portugal; f. 19/5/1878 - Rio de Janeiro, RJ (Cem. São Francisco Xavier).
- João Maria Pereira de Lacerda e D. Camila Leonor Pontes tiveram, pelo menos, os filhos: Luiz Maria Gonzaga de Lacerda, D. Pedro Maria de Lacerda (bispo no RJ, Conde de Santa Fé), Vicente Maria de Paula Lacerda, Joaquim Maria de Lacerda, João ..., Paulo ..., Maria Encarnação (freira carmelita), Maria Thereza, Maria Filomena (falecida aos 4 meses), Manoel ..., todos, ao que nos consta, nascidos no Rio de Janeiro.

 

https://geneall.net/it/forum/152783/cap-de-mar-e-guerra-joao-maria-pereira-de-lacerda/ 

https://archive.li/yqcps 

Pedro Maria de Lacerda,  Rio de Janeiro, 31 de outubro de 1830 — Rio de Janeiro, 12 de novembro de 1890. 

Bispo da diocese de São Sebastião do RJ. Irmão de Joaquim Maria de Lacerda

https://rosas-dos-ventos.blogspot.com/2025/04/pedro-maria-de-lacerda-rio-de-janeiro.html

quarta-feira, 9 de abril de 2025

Rodrigo Ferreira da Costa ( 13 mai 1776 Freguesia de Setúbal, Portugal - ✞ 3 nov 1825 (idade 49 anos) , Sepultamento Igreja de Santa Isabel Lisboa, Portugal

 

 

 




(https://www.digitale-sammlungen.de/en/view/bsb10446512?q=%28Domingos+Antonio+de+Sequeira%29&page=309)

  Rodrigo Ferreira da Costa  por Domingos Antonio Serqueira em janeiro de 1822

 

Rodrigo Ferreira da Costa
Retratado por Domingos António de Sequeira
Janeiro de 1822

Fonte: BSB – Bayerische Staatsbibliothek

Rodrigo Ferreira da Costa (1776-1825) nasceu em Setúbal e estudou Direito na Universidade de Coimbra. A sua produção científica e literária foi marcada por interesses polivalentes, das Ciências Matemáticas (curso que completou em 1804) à Filosofia, passando pela Filologia e pelas Belas Artes. Eleito deputado às Cortes Constituintes em 1821, foi professor na Academia Real de Marinha e membro da Real Academia das Ciências de Lisboa.

O exemplar presente na coleção da Biblioteca Passos Manuel pertence ao espólio de Nuno Maria Rebelo Vaz Pinto (1920-1995), doado pelos herdeiros em 2012. Está disponível uma cópia digital

não estou conseguindo transferir hoje está tudo parado quase andando os livros.

 

(https://www.parlamento.pt/Parlamento/Paginas/catecismo-politico-cidadao-portugues.aspx )

(https://www.digitale-sammlungen.de/en/view/bsb10446512?q=%28Domingos+Antonio+de+Sequeira%29&page=309) 

 

Obras:

  COSTA, Rodrigo Ferreira da, 1776-1825
Principios de musica ou exposição methodica das doutrinas da sua composição e execução / auctor Rodrigo Ferreira da Costa.... - Lisboa : Na Typografia da Academia Real das Sciencias, 1820-1824. - 2 v. (XII, 188, [1] ; 287 p., XV f. desdobr.) : not. mus. ; 22 cm

Principios de musica ou exposição methodica das doutrinas da sua composição e execução / auctor Rodrigo Ferreira da Costa.... - Lisboa : na typografia da Academia Real das Sciencias, 1820-1824. - 2 v.; 4º (21 cm)

Digitalizado a partir de: m-2095-v_2

Costa, Rodrigo Ferreira da, 1776-1825
Portugal, Academia Real das Ciências de Lisboa, Tipografia, impr.
Teoria da Música, [Manuais], Contraponto, Teoria, Harmonia, Teoria


Volumes/items

Ver Vol. 1
Ver Vol. 2

 

Fonte:

(https://purl.pt/169

https://permalinkbnd.bnportugal.gov.pt/records/item/82452-principios-de-musica-ou-exposicao-methodica-das-doutrinas-da-sua-composicao-e-execucao

https://bdlb.bn.gov.br/acervo/browse?value=Costa,%20Rodrigo%20Ferreira%20da,%201776-1825&type=author)

 

Andrade, José Ignacio de: Cartas escriptas da India e da China nos annos de 1815 a 1835 por José Ignacio de Andrade a sua mulher D. Maria Gertrudes de Andrade

 

Andrade, José Ignacio de: Cartas escriptas da India e da China nos annos
de 1815 a 1835 por José Ignacio de Andrade a sua mulher
D. Maria Gertrudes de Andrade .

 

Cartas Escriptas da Índia e da China Tomo II

 (https://www.digitale-sammlungen.de/en/view/bsb10446512?q=%28Domingos+Antonio+de+Sequeira%29&page=36)

 

 

 (https://www.digitale-sammlungen.de/en/view/bsb10446512?q=%28Domingos+Antonio+de+Sequeira%29&page=309) 



Domingos Antonio de Sequeira,nasceu em Belem, Lisboa, Portugal aos 10 de marco de 1768, ✞ Roma, 8 de Março de 1837



 Domingos Antonio de Sequeira nasccu em Belem, Lisboa, Portugal aos 10 de marco de 1768.

retornar nesta Revista ou Livro

https://archive.org/details/jornaldebellasar01lisb/page/8/mode/thumb 

https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k9621926g/f9.planchecontact.r=Lettres%20sur%20les%20arts%20en%20Portugal#

 
 

acima feita pela IA só que informei não é a mesma pessoa nem o a seguir.

 (https://archive.org/details/arteseletras34rang_202504/page/n105/mode/1up)

Soft Light .lunapic com, este sistema a restauração de foto nem sempre funciona (de gratis)


Domingos Antonio de Sequeira nasccu em Delem aos 10 de marco de 1768. Segundo uma tradigào cuja authenticidade nào pude verificar, mas que me fol transmittida como verdadeira por algumas pessoas contemporaneas do nosso artista e que em sua intimidade viveram, era seu pae de modestissima condicào de pessoa e fortuna !; excreia o officio de barqueiro, chamava-se Antonio do Espirito Santo e era sua esposa Rosa Maria de Lima. Foi padrinho do futuro pintor um certo Domingos de Sequeira Chaves, que, na pia baptismal da igreja parochial da Ajuda, !he impóz seu nome e appellido.

Fontes:


! Conheco e eonsultei os seguintes trabalhos impressos &eercea de Sequeira:

1.* A sua biographia em tres paginas por Cyrillo Wolkmar Macliado, nas Memorias relativas & vida dos pintores... portuqguezes. Lisboa, 1823.

2.? Uim artigo Ded pelo sr. Silva Leal, no Joraal de bellas artes. Auno de 1843, vol. 1,11? 2, pag. 28— que algumas noticias Roe a0 trabalho de Cyrillo a (quem seguiu no essencial.

? Varias observacóes dispersas nas Lettres sur les «rts en d escriptas pelo eonde ltacksynski, nos :snnos de 1842 e 1844 e publieadas em París em 18406.

 

Les arts en Portugal : lettres adressées à la Société artistique et scientifique de Berlin, et accompagnés de documents / par le comte A. Raczynski 1846

retornar para pegar o livro já estou com ele falta passar para os outros sistemas o meu e o geral. Fazer link no link do link perdeu em um lugar está gravado em outro lugar.

 (https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k9621926g/f9.planchecontact.r=Lettres%20sur%20les%20arts%20en%20Portugal)

(https://pt.wikipedia.org/wiki/Atanazy_Raczy%C5%84ski)

4." Artigo biographieo de Sequeira no JDictionaére historicoertistique du Portugat, pelo mesmo auuetor. Paris, 1849 — verbo Sequeira. N'estas paginas, além das observaeóes de Racksynski e dos fundamentos da sua reconsideracio sobre o mereeimento do artista, reeonsideracüo a que.alludi no texto, encontra-se a sua biographia por Cyrillo e varias informacóes que o eselarecido diplomata prussiano aleangou de differentes pessoas no tocante 4 vida e obras de Sequeira.

5.9» No Panoreaimna do 1.* de janciro de 1819, tn artigo anonymo eom o prineipio du blographia do nosso artista, que infelizmente nào foi eontinuada apezar du promessa de o ser, que n'elle Seo

6." No drehivo IWttoresco, un." 12, vol. rr, pag. 89, um artigo muito resumnido, eompilado asshn eomo o anterior, dos trabalhos jà citados.

1." Algumas paginas no £L4vro de eritie« do sr. Luciano Cordeiro, vol. z, pag. 199, em que é rapidamente apreciado o talento de Sequeira, imas pouco se falla da sua vida, porque nem isto era 0 proposito do auetor.

Além d'estes estudos podem ainda eitar-se a Mnemosine Lusitana que n'iun supplemento ao n.? 21 do anno de 1816, contendo ma sunumnarissima revista da historia da arte portugueza, transereve uma nota extraida do Geatleman's magazine dc 1814, louvando inuito o8 quadros da Cartuxa de Laveiras; o mesmo jornal que no 11^ 2 do auno de 1817, publica uma extensa deseripeito da baixela. de Lord Wellington; e o sr. visconde de Juromenha que uo vol. 1 das obras de Camóes, pag. 424, traduz do Courrier fraac«ís de 1825 um artigo sobre o quadro de Camóes.

Finahnente tive à »iào algunas, ainda que infelizmente muito poueas, informiacóes que obsequiosamente me puderam dar as pes&oas de sua familia que ainda existem e tambem varios amigos que o conleceram. Por ultimo direi que durante à iinha permauencia ein Itonia tive oeeasido de lér e de eopiar alguns papeis, que imiüito me auxiliaram n'este traballio; faltou-me porém ensejo para indugar se em máo dos netos de Sequeira existem ainda doeumnentos que possum eselarecer a. sua vida.

lista miugua de informacóes anima-nie a pedir ao leitor desculpa dos erros involuntarios em que por ventura eu teulia eaído, e de alguna apreciaetto que uin estndo mais profundo nostre ser inexacta. Donhlo fim. a. esta nota rogando à todas as pessoas, que ine puderem dar notieias àecrea da vida e obras do nosso grande artista on Indiear fontes ein que eu as encontre, se dignem transinittiramne 0 que a este respeito souberem, dirigindo as suas eomn

 

(https://archive.org/details/arteseletras34rang_202504/page/n104/mode/1up )

https://archive.org/details/arteseletras34rang_202504/page/n104/mode/1up

 RETRATO DA FILHA DO PINTOR - DOMINGOS  ANTÓNIO DE SIQUEIRA

Mariana Benedita Sequeira

 

RETRATO DA FILHA DO PINTOR - DOMINGOS  ANTÓNIO DE SIQUEIRA IN Gallica Biblioteca Nacional Digital da França

 

 


Titre :  Retrato da filha do pintor / Domingos Antonio de Sequeira
Date d'édition 1768
Sujet :  Piano
Notice du catalogue :  Notice de recueil : http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb42039485v
Relation :  Appartient à : [Fonds Albert Pomme de Mirimonde. Collection de documents iconographiques. Boîte 16, Musiciens isolés (du XVIIIe au XXe siècle). II, Pays autres que la France]
Type :  image fixe
Type :  photographie
Format :  1 photogr. pos.
Format :  image/jpeg
Format :  Nombre total de vues : 1
Description :  Appartient à l’ensemble documentaire : Mirimonde1
Droits  :  Consultable en ligne
Identifiant :  ark:/12148/btv1b84339836
Source  :  Bibliothèque nationale de France, département Musique, VM PHOT MIRI-16 (610)
Conservation numérique :  Bibliothèque nationale de France
Date de mise en ligne  :  11/04/2011

(https://gallica.bnf.fr/services/engine/search/sru?operation=searchRetrieve&version=1.2&query=%28gallica%20all%20%22Domingos%20Antonio%20de%20Sequeira%22%29&lang=fr&suggest=0 )

(https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b84339836.r=Domingos%20Antonio%20de%20Sequeira?rk=21459;2) 

 


terça-feira, 8 de abril de 2025

João Affonso Pim~etel (Don Juan Alonfo Pimentel, Joham Afonso Pimentel ) nasceu por volta de 1350, em Bragança, em Portugal. ✞ 1420.Casou-se em 1377, com Dona Joanna Telles de Menezes.

 Camara de Bragança antiga Casa da Camara de Bragança

Camara de Bragança antiga Casa da Camara de Bragança2

 


 

 

acima chat gpt ele se esmerou porque reclamei mas como podem notar ele muda as pessoas inclui coisas que não existem é mais ou menos a imagem. Faltou as roupas penduradas, na travessa é uma mulher e não um homem, conversam duas mulheres tem homem nenhum.

Mas a casa ficou mais precisa de pois que pedi que melhorace. A primeira acima foi que percebi que não tem muito a ver uma coisa com a outra é somente uma tentantiva de desenhar semelhante.

 (https://archive.org/details/arteseletras34rang/page/13/mode/1up?q=%22JOanna+Telles+de+Menezes%22)

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O Combate da Campina entre Melos e Pessanhas

https://archive.org/details/campina_202203/page/n47/mode/2up?q=%22Briolanja+de+Sousa%22 

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 Conservou-se esta villa na coroa até ao reinado de D. Fernando I, que fez d’el!a doação a João Affonso Pimentel, em dote de sua mulher, D. Joanna Telles de Menezes, irmã bastarda da rainha D. Leonor Telles de Menezes, esposa do soberano doador. Como este fidalgo seguisse as bandeiras de Castella na guerra da indepen¬ dencia de Portugal, travada pelo faliecimento de el-rei D. Fernando, foram-lhe sequestrados os bens, e d’esta arte reverteu para a coroa a villa de Bragança (1385)

 

Artes e letras Rangel de Lima, Francisco, 1839-1909

(https://archive.org/details/arteseletras34rang/page/13/mode/2up?q=%22JOanna+Telles+de+Menezes%22 )

 

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Filha:  Brites Pimentel assassinada pelo marido.

97 Porém do sobredito Martim Affonso de Mello, segundo do nome, Guarda-mür d'el-Rei D, Joào o I, e Alcaide mór de Evora, e OlivenQa, e de sua primeira mulher D. Brites Pimentel, filha de Joào Affonso Pimentel, primeiro Conde de Benavente, nasceo mais outro Martim Af fonso de Mello, terceiro do nome, e pai de D. Rodrigo Affonso de Mello, Conde de Olivenca, de que nasceo unicamento D. Felippa de Mello, que casou com o senhor D. Alvaro, filho de D. Fernando, segundo Daque de Braganca, e neto do primeiro Duque D. Affonso, filho d'el-Rei D. Joio o I, e do tal senhor D. Alvaro, e D. Felippa de Mello nasceo D. Rodrigo de Mello, primeiro Marquez de Ferreira, e d'este nasceo o segundo Marquez D. Francisco de Mello, que casou com D. Eugenia de Draganca, filha do Duque D. Javme, e d'elles foi filho D. Nuno Alvares Pereira de Mello, terceiro Conde de Tentugal, que foi pai de D. Francisco de Mello, terceiro Marquez de Ferreira, de que nasceo o quarto Marquez, e primeiro Duque de Cadaval D. Nuno Alvarez Pereira de Mello, cujo filho D. Luiz Ambrosio de Mello, segando Duque, casou com a senhora D. Luiza, filha d'el-Rei D. Pedro II, que ficando viuva casou com seu cunlado D. Jayme de Mello, tervceiro Duque. do Conselho de Estado, Estribeiro mór d'el-Rei D. Joào o V nosso Senhor, e Presidente da Mesa da Consciencia, e Ordens: tào legia he, e por tantas vias, excellentissima casa de Ferreira, e Cadaval.

 

Historia Insulana Das Ilhas A Portugal S do VOLUME I ao VII SETIMO

https://archive.org/details/historia-insulana-das-ilhas-a-portugal-s/page/260/mode/2up?q=%22Martim+Affonso+de+Mello%22

 

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 João A.º Pimentel filho 1.º de R.º A.º Pimentel n. 9. todas a Chronicas fazem memoria delle porã foi hi grande o! E em Portugal como em Cast.* sucedeo na casa de seu paé Foi s' de Vinhaes, (A) Moraes, Alagoa, Penaguião, Fontes; Gestaço, Gondim E outras terras. Denselhe em dolé ; senhorio de Bragança de iuro, E herdade de q já seu paf e Alcaide mór della lhe fez merce quando casou ElRei D. Ee! nando porq D. A.º Conde de Gijon a quê se deu em do! estava levantado contra Portugal: E assi D. J.º A.º com sua gente, E cô o favor da R.º D. Leonor Telles sua cunhada foi sobre Brag. E se apoderou della lançando fora a gente do Conde de Gijon. Assístio D. J.º A.º como hã dos grandes do Reino nas pazes de Castella, E casamento da Infante D. Brites sobrinha de sua m. E a acompanhou a Castelta E despois de Rainha foi seu Mordomo mór, E nas inquietações do Reino Seguio sua voz, E despois da batalha de Aljibarrota foi cercado em Barg.« por ElRei D.J.º o 1.º € pedindo por tres vezes socorro aq de Castella, a quem havia dado homenagé daquella praça, elle lhe mandou dizer se entregasse cô bôs partidos, o q D. J.º A.º logo fez, E o Condestavel D. Nuno Als. Pr.* ficou cô o senhorio de Brag.« E elle na amizade E serviço delRei de Portugal. Mas como despois sucedeo a morte injusta de Sua filha D. Brites à ElRei havia casado cô seu valido Martim A.º de Mello à sem razão a matou, E pedindo justiça da culpa, não teve satisfação, pelo q agravado delRei de Portugal se desnaturalizou ao uso daquelles tempos, E notificando a ElRei não ser seu vassallo se passou com sua casa, e parentes a Castella na occasião das Tutorias delRei D. Henrique 3.º q o recebeo bem, E elle lhe fez homenagê de Brag.c E Vinhaes E das mais terras q tinha neste Reino. Fezlhe o d.º Rei D. Henrij estando em Tordesilhas, merce da Villa de Benavente cô outras terras em Castelia a Velha a 7 de Mayo de 1398 a qual Villa está em Terra de Campos dez Legoas de Camora em hi Lugar alto cô grande palacio e bôa fortaleza fabricada pello 4.º Conde D. R.º A.º Pimentel n. 13. Esta Villa teve D. Fradique de Castilha filho B. delRei D. Henrique 2.º Cô tt? de Duque, porê pella confiscação q lhe foi feita de todos seus bens a perdeo E assi deuse a este D. J.º À.º Com ttº de Conde E cô os mesmos privilegios, E por isso se Chamou de Dom de q ate eutão não usou sendo q lhe pertencia por seus Antepassados o serem. Casou com D. Joana Telles de Menezes mea hirmã da Rº Dona Leonor Telles de Mens; e filha Bastarda de Martim À.º Teilo de Mens., a qual

Ona toaua era Comendadeira de Santos, E a d? R.º a casou, E lhe fez dar em dote o senhorio de Brag. e tiverão.

 

Filhos :

 D. Rodrigo A.º Pimentel 

D. A.º Vasques Pimentel Com. de Herrera na (Antonio Vasques Pimentel)

ordê de Alcantara.

 D. Brites Pimentel 1.2 m.” de Martim A. de Mello Alcaide mór d'Evora, E Olivença a qual elle matou injustamente cô g.

 D. Thereza Pimentel m.” de P.º Gonçales Baçal senhor de Balduerna.

Teve Bastardo conlorme a opinião de algiis genealogieos q não tenho por certa.

 Martim Gis. Pimentel q Iazem progenilor dos Mesquitas. Tomo 1. Is. 378.

( https://archive.org/details/pedatura-lusitana/page/n4093/mode/2up?q=%221+CONDE+DE+BENAVENTE%22)

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Mencionado aqui, não trouxe mais informação a não ser que o nome pode ser grafado diferente, Español.

capitan General de la Ifa de S. Miguel, y de fu efpoía D. Felipa Couriño hija de Ruy Lopez Coutiño , y de fu elpola Doña label Coutiño, hija de Gongalo Coutiño fegundo Conde de Marialva, y de fu efpoía D. Beatriz de Melo, hija de Martin Alfonío de Melo Guarda Mayor de el Rey Don Juan el IL y lu gran Valido, Alcayde Mayor de Evora, feñor de Barbacena, y de fu efpofa Doña Beatriz Pimentel, hija de Don Juan Alonfo Pimentel primer Conde de Benavente, y de fu efpofa Doña Juana Tellez de MeneZEs.

De elte iluftre matrimonio de Don Manuel de la Camera con Doña Mencia de Mendoga, nacieron eftes hijos: Doña Francifca de Mendoga, Doña Matia de Mendoga, D. Leonor de Mendoca que murió ni: ña, Doña Inez de Mendoga, Don Juíeph Rodrigo de la Camera, y D. Diego de la Camera que murió en la

https://archive.org/details/11002648/page/848/mode/2up?q=%22Pimentel%22

  Joham Afonso Pimentel um homonimo?

https://archive.org/details/livro-de-linhagens-do-conde-d-pedro_compress/page/48/mode/2up?q=%22Joham+%22

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 Foi João Afonso Pimentel senhor de Bragança, por mercê de el-Rei D. Fernando, e o era ainda no ano de 1396. Consta do arquivo da Câmara, por uma sentença de el-Rei D. João | em que diferiu a esta cidade aos agravos que tinha do dito João Afonso Pimentel, passada na era de 1434 que corresponde aos anos de Cristo sobreditos de 1396. Passou este para Castela, seguindo a parcialidade daquela coroa por cuja causa perdeu as terras que neste Reino possuía e em recompensa lhe deu Henrique Ill a vila de Benavente com o título de conde, no ano de 1398. Haro, Nobiliar. Geneal., tom. 1, cap. 4, fol. 128. E como João Afonso Pimentel já não era senhor de Bragança, nem no tempo em que o foi havia este castelo, porque el-Rei D. João | o fundou em 1409 e se acabou no de 1449, como ou porque direito se haviam de pôr no castelo de el-Rei de Portugal as armas do conde de Benavente, vassalo de Castela? Se pelas armas se prova o domínio do edifício em que estão fixas, como dizem os juristas, não o tendo, como não têm aqueles condes nesta cidade, também nela não estão as suas armas, nem o castelo tem outras mais que as de el-Rei D. João 1.

Mas daria fundamento a esta equivocação verem neste castelo duas conchas e, no meio delas, uma cruz de dois braços. E, sem averiguação do tempo em que se fundou inconsideradamente, entendeu-se que eram armas de João Afonso Pimentel. Mas ainda que se achassem no castelo antigo que havia quando foi senhor de Bragança, nem por isso diria que eram as suas armas e só o afirmara se vira um escudo esquartelado, no primeiro três faixas de sangue em campo de ouro e no segundo cinco conchas de prata em campo verde e assim os contrários. Haro, supra e Nobiliarchia Portug., título de Pimenteis, fol. 315.

 

memorias-de-bragana

https://archive.org/details/memorias-de-bragana/page/112/mode/2up?q=+Jo%C3%A3o+Afonso+Pimentel 

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Martim Affonso de Mello, sua primeira mulher D. Brites Pimentel, filha de Joào Affonso Pimentel, primeiro Conde de Benavente, Casou segunda vez o dito Martim Afonso com Briolanja de Sousa (Chichorro, filha de Martim

 Martim Affonso de Mello, sua primeira mulher D. Brites Pimentel ( a qual matou), filha de Joào Affonso Pimentel, primeiro Conde de Benavente, Casou segunda vez o dito Martim Afonso com Briolanja de Sousa (Chichorro, filha de Martim Afonso de Sousa e de Maria Gonçalves de Briteiros. 

Filho João de Mello (1405- ✞ 1486) . casou com Brites da Silveira, filha de Fernão da Silveira

Martim Afonso de Melo, filho primogénito, esteve no cêrco de Lisboa e em Aljubarrota, foi guarda-mor de el-rei D. João 1, alcaide-mor de Évora, Castelo de Vide e Olivença, senhor de Barbacena e doutros lugares. (Casou com Brites Pimentel, a quem depois matou, filha de João Afonso Pimentel e de D. Joana de Menezes, dela houve a Martim Afonso de Melo, guarda-mor de el-rei D. Duarte, alcaide-mor de Olivença e doutros lugares, o qual foi pai de Rodrigo ou Rui Afonso de Melo, 1.º conde de Olivença, de quem procedem os duques do Cadaval, e de Manuel de Melo, de quem procedem os condes de S. Lourenço.

Casou segunda vez o dito Martim Afonso com Briolanja de Sousa (Chichorro, filha de Martim Afonso de Sousa e de Maria Gonçalves de Briteiros. Briolanja de Sousa e seu marido jazem na capela-mor da Sé de Evora. Houveram, entre outros, a Vasco Martins de Melo, a Brites de Melo, que foi condessa de Marialva, pelo seu casamento, e a João de Melo, que foi a Castela e a França, onde entrou em vários torneios e de todos saiu vencedor, pelo que lhe fizeram muitas honras. Foi êste João de Melo, alcaide-mor de Serpa, copeiro-mor de el-rei D. Afonso V, e casou com Brites da Silveira, filha de Fernão da Silveira, regedor e coudel-mor, da qual houve a Henrique de Melo, filho terceiro, casado com Brites Pereira, filha de Nuno Pereira de Lacerda, e pais de Guiomar, camareira-mor da imperatriz D. Isabel, Diogo, irmão dêste Henrique, foi mestre-sala da mesma imperatriz e casou com sua prima Lucrécia de Brito, filha de João de Melo, o Cacével adiante descrito, da qual houve a Pedro, de quem descendem os Melos-Vacas, marqueses de Ficalho.

 Filha  abaixo 

Brites de Mello casada com D. Gonçalo Coutinho, 2.º conde de Marialva

 

O Combate da Campina entre Melos e Pessanhas

https://archive.org/details/campina_202203/page/n47/mode/2up?q=%22Briolanja+de+Sousa%22 

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 aBAIXO NÃO MENCIONA O jOÃO

Page 260

97 Porém do sobredito Martim Affonso de Mello, segundo do nome, Guarda-mür d'el-Rei D, Joào o I, e Alcaide mór de Evora, e OlivenQa, e de sua primeira mulher D. Brites Pimentel, filha de Joào Affonso Pimentel, primeiro Conde de Benavente, nasceo mais outro Martim Af fonso de Mello, terceiro do nome, e pai de D. Rodrigo Affonso de Mello, Conde de Olivenca, de que nasceo unicamento D. Felippa de Mello, que casou com o senhor D. Alvaro, filho de D. Fernando, segundo Daque de Braganca, e neto do primeiro Duque D. Affonso, filho d'el-Rei D. Joio o I, e do tal senhor D. Alvaro, e D. Felippa de Mello nasceo D. Rodrigo de Mello, primeiro Marquez de Ferreira, e d'este nasceo o segundo Marquez D. Francisco de Mello, que casou com D. Eugenia de Draganca, filha do Duque D. Javme, e d'elles foi filho D. Nuno Alvares Pereira de Mello, terceiro Conde de Tentugal, que foi pai de D. Francisco de Mello, terceiro Marquez de Ferreira, de que nasceo o quarto Marquez, e primeiro Duque de Cadaval D. Nuno Alvarez Pereira de Mello, cujo filho D. Luiz Ambrosio de Mello, segando Duque, casou com a senhora D. Luiza, filha d'el-Rei D. Pedro II, que ficando viuva casou com seu cunlado D. Jayme de Mello, tervceiro Duque. do Conselho de Estado, Estribeiro mór d'el-Rei D. Joào o V nosso Senhor, e Presidente da Mesa da Consciencia, e Ordens: tào legia he, e por tantas vias, excellentissima casa de Ferreira, e Cadaval.

 

Historia Insulana Das Ilhas A Portugal S do VOLUME I ao VII SETIMO

https://archive.org/details/historia-insulana-das-ilhas-a-portugal-s/page/260/mode/2up?q=%22Martim+Affonso+de+Mello%22

 

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 Este outro livro já lança Beatriz Pimentel ou Brites Pimentel como filha de Duarte de Menezes

 Afonso de Sousa, 2.º Senhor de Mortágua, o da Batalha Real, com Aldonça Rodrigues de Sá, Abadessa de Rio Tinto, a qual era meia-irmã de João Rodrigues de Sá, o das Galés. Uma meia-irmã do marido de D. Violante Lopes de Távora, D. Catarina de Sousa (filha de Martim Afonso de Sousa, 2.º Senhor de Mortágua, o da Batalha Real, e de sua mulher Maria de Briteiros, sendo que esta era irmã de João Lourenço da Cunha, 2.º Senhor de Pombeiro, o qual foi o primeiro marido de D. Leonor Teles que viria a ser Rainha de Portugal, ao casar com D. Fernando I, Rei de Portugal), era casada com João Freire de Andrade, 2.º Senhor de Bobadela.

A referida D. Catarina de Sousa era irmã inteira de D. Briolanja de Sousa, casada com Martim Afonso de Melo, Senhor de Arega e Barbacena (em segundo casamento deste), o qual foi pai (do seu primeiro casamento com D. Beatriz Pimentel) de D. Isabel de Melo, primeira mulher de D. Duarte de Meneses, 2.º Conde de Viana do Alentejo, tio-avô de Colon, por ser irmão inteiro da sua avó paterna, D. Isabel de Meneses.

 CRISTÓVÃO COLON - CRISTÕVÃO COLOMBO 

https://archive.org/details/lh_8_v2_2011_05/page/156/mode/2up?q=%22Briolanja+de+Sousa%22 


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 D. Gonçalo Coutinho, 2.º conde de Marialva

 Marialva (D. Gonçalo Coutinho, 2.º conde de). Meirinho-mór do reino. Era filho do 1.º conde de Marialva, D. Vaseo Coutiuho, e de sua mulher, D. Maria de Sousa; neto de Gonçalo Vasques Coutinho. D. Affonso V lhe conferiu em 8 de abril de 1463 o titulo de conde e de todas as terras, que seu pae possuira. Casou com D. Brites de Mello, filha ac Martim Affonso de Mello, guarda mór de D. João I, alcaide-mór de Evora, Ulivença, Campo Maior e Castello de Vide, e de sua segunda mulher, D. Briolanja de Sousa. Tomando parte na expedição a Tanger, ali foi morto com outros illustres guerreiros.

 

Portugal: Diccionario Historico, Chorographico, Heraldico

 (https://archive.org/details/portugal-dicionario-historico-completo/page/n4169/mode/2up?q=%22Briolanja+de+Sousa%22)

 

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OBS: EXISTEM DIVERGENCIAS DE NOMES NOS LIVROS !

domingo, 6 de abril de 2025

Ruth Lobo/ Albertina de Sousa Lobo, y annos e Ricardo de Souza. Lobo, com 8 annos de cda- de, respectivamente, nossos constantes leitores, residentes nesta capita

 

 

 seriam da mesma familia creio que não inclusive tem uma homonima do nome acima na familia

 

https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/153079/per153079_1915_00501.pdf

 

ink  oriignal
http:// hemeroteca.ciasc.sc.gov.br/revistas/cocktail/COC1922004.pdf
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Mensário Illustrado, Artístico, Literário e Mundano:
Magazine de Grande Divulgação e Publicidade - Joinville

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Senhorita
Ruth Lobo


o Marinho Parísio de Souza Lobo 1887-1959 &1914 América de Oliveira Batista 1893-1986 https://archive.li/AI8TL ( Mutchas Gracias, Sr. Rosa)
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INTERVENTOR FEDERAL CORONEL. ARISTILIANO RAMOS

 Aristiliano Laureano Ramos3

 INTERVENTOR FEDERAL CORONEL. ARISTILIANO RAMOS correção feita pelo chat gpt

 


 


 

 

LINK ORIGINAL AQUI
http:// hemeroteca.ciasc.sc.gov.br/revistas/abarra/bar1934jun.jul.pdf

http://hemeroteca.ciasc.sc.gov.br/revistas.html

bar1934jun.jul A BARRA REVISTA DOS GUARDAS ADUANEIROS, EDIÇÃO DEDICADA A SANTA CATARINA

INTERVENTOR FEDERAL CORONEL. ARISTILIANO RAMOS, SEC DE JUSTIÇA PLACIDO  OLYMPIO DE OLIVEIRA, SECRETÁRIO DA FAZENDA VIAÇÃO E OBRAS PUBLICAS JOSÉ DA COSTA MOELMANN,


REFEITOS:
Almiranté Durval Melehiades de Scuza
Dr. João Acacio Gomes de Oliveira
Jacob Alexandre Schimidt
Arno Bauer
Dr. Rogerio Vieira
Ploéianopolis
Joinville
Blumenau
ItaJa.hy
S. �"'ranc;sco

Nasceu em 10 de maio de 1888, em Lages/SC. Filho de Theodora Ribeiro Ramos e de Belisário José de Oliveira Ramos. Seu pai, fazendeiro e militar, foi Vereador e Prefeito em Lages e Deputado Estadual na Assembleia Legislativa de Santa Catarina.

Tem vários familiares envolvidos na política: o avô paterno, Vidal José de Oliveira Ramos (1820-1908), o tio, Vidal Ramos (1866-1954), Deputado na Assembleia Legislativa, Governador, Deputado Federal e Senador de Santa Catarina, e os primos (filhos de Vidal): Nereu Ramos, que foi o único catarinense Presidente da República do Brasil; Hugo Ramos; Mauro Ramos; Vidal Ramos Júnior (1908-1962); Celso Ramos e Joaquim Fiúza Ramos. Além de Aderbal Ramos, Saulo Ramos, Áureo Ramos e outros.

Aristiliano iniciou seus estudos em Lages, tendo aulas particulares na Fazenda Morrinhos. Posteriormente, estudou no Colégio São José de Lages e concluiu o Curso de Humanidades no Colégio Nossa Senhora da Conceição em São Leopoldo/RS, no ano de 1904.

Depois de formado dedicou-se ao jornalismo político (proprietário do Jornal Região Serrana) e casou com Guilhermina Schmidt Ramos, com quem teve filhos (Célio Belisário Ramos, Belizário José de Oliveira Ramos Neto, Cremilda Schmidt Ramos, Maria de Lourdes Schmidt Ramos, Daura Schmidt Ramos, Anita Schmidt Ramos e outros não localizados).

Duas vezes eleito Deputado ao Congresso Representativo de Santa Catarina (Assembleia Legislativa), participou da 10ª Legislatura (1916-1918), recebeu 2.035 votos nas eleições, quando era Major, integrou a Mesa Diretora da Casa na função de Suplente de Secretário, durante o triênio; e da 11ª Legislatura (1919-1921), exerceu a mesma função na Mesa da Assembleia, nos anos de 1919 e 1920.

Em Lages, foi Superintendente (atual denominação de Prefeito), de 1919 a 1922, e Vereador na Câmara, de 1927 a 1930.

Em outubro de 1930, participou da Revolução que levou Getúlio Vargas ao poder, sendo comandante de uma das mais numerosas colunas revolucionárias, ao lado do Coronel Otacílio Fernandes. Estruturou a revolução na região do planalto catarinense onde era, segundo palavras de Piazza (1984), “o protótipo do chefe latifundiário da área pecuarista do Brasil-Meridional”.

Após o triunfo da Revolução de 1930, Aristiliano, já Coronel, foi eleito indiretamente Interventor Federal em Santa Catarina (pela Assembleia Legislativa), empossado em 19 de abril de 1933. Quando assumiu era do Partido Progressista e, ainda, em 1933, tornou-se Presidente do Partido Liberal Catarinense. Foi seu interino Fontoura Borges do Amaral Melo. Seu sucessor foi Nereu Ramos.

Com Adolfo Konder (principal representante da oligarquia Konder, adversária da família Ramos) e Henrique Rupp Júnior fundou a UDN (União Democrática Nacional) em Santa Catarina, em abril de 1945, já no início da desagregação do Estado Novo. No mesmo ano, disputou vaga para Senador da República, mas não foi eleito.

Concorreu à vaga de Deputado Federal por Santa Catarina, em 1950, pela UDN, como suplente convocado, tomou posse à 39ª Legislatura (1951-1955) e exerceu mandato de 30 de junho de 1954 a janeiro de 1955.

Em 1958, deixou a UDN e filiou-se ao PSD (Partido Social Democrático), legenda composta por vários membros pertencentes à família Ramos. Por esse partido concorreu novamente, ficou suplente de Deputado Federal nas eleições e, convocado, tomou posse para a 41ª Legislatura (1959-1963).

Faleceu em 17 de abril de 1976, em Lages/SC.

 

Fontes:

https:// memoriapolitica.alesc.sc.gov.br/biografia/118-Aristiliano_Ramos

https:// archive.li/ lcC9B



Antônio Mâncio da Costa Nasceu em 15 de fevereiro de 1886, em Desterro/SC ✞ Faleceu em 10 de junho de 1971, em Blumenau/SC, e foi sepultado em Florianópolis/SC

 


encontrado onde

https://acervo.arquivopublico.sc.gov.br/index.php/antonio-mancio-da-costa-1886-1971-3

http:// hemeroteca.ciasc.sc.gov.br/revistas/livros/1927%20-%20Conferencia%20ensino%20primasio.pdf 

cópia no arquivo mundial waybachmachine archive.li

https://archive.org/details/1927-conferencia-ensino-primasio/page/n7/mode/2up

Nasceu em 15 de fevereiro de 1886, em Desterro/SC (atual Florianópolis). Filho de Wenceslau Martins da Costa e de Maria Carolina Costa.

Na cidade natal fez os estudos primários e secundários. No Rio de Janeiro/RJ, formou-se em Farmácia pela Faculdade do Rio de Janeiro, em 1907. Depois de formado, ingressou na Faculdade de Medicina, mas não concluiu por motivos de saúde.

Em Santa Catarina foi o principal Secretário do Governador Hercílio Luz, no ano de 1918, Superintendente Municipal substituto de Florianópolis (em 1919), e Inspetor de Ensino no mesmo ano.

Eleito Deputado ao Congresso Representativo de Santa Catarina (Assembleia Legislativa), integrou a 12ª Legislatura (1922-1924).

Chefe da Instrução Pública do Estado (nomeado em 1926). Diretor da Imprensa Oficial do Estado (nomeação de 1934). Professor (de Português e Ciências) e Diretor do Instituto de Educação “Dias Velho”. Cofundador da Faculdade de Farmácia e Odontologia de Santa Catarina e Fundador da Cadeira nº 25 da Academia Catarinense de Letras.

Faleceu em 10 de junho de 1971, em Blumenau/SC, e foi sepultado em Florianópolis/SC.

https://memoriapolitica.alesc.sc.gov.br/biografia/100-Antonio_Mancio_da_Costa2

Venezia Trattato nuovo delle cose maravigliose dell'alma città di Roma. Spanish/ tÁ CERTO O NOME DO ARQUIVISTA = gUERRA DIGITAL, RS Será que o sobrenome dele é Guerra?

 RETORNAR AQUI https://rosas-dos-ventos.blogspot.com/2019/04/bibliotecas-virtuais-links-para-livros.html      https://library.nga.gov/discov...