sábado, 9 de agosto de 2025

salários milionários e privilégios, integrantes do poder judiciário. não sabem o que é , pobreza, fome. O dinheiro roubado do povo, da educação, Penalizam o furto de alimentos,e absolvem desvio de recursos,

 Quando um dia sem querer querendo cheguei no Portal da Transparência e buscando o nome de alguém já falecido, mas apareceu um homonimo, que era uma Juiza em Algum lugar do Brasil e descobri que ela ganha a bagatela de 530 mil reais, mais ajudas de tudo que é lugar, aluguel de casa, etc. Bem entendido que gasta nada, 530 mil é só pras bijuterias, pois é me chegou a dar nojo.

 Pego na internete alguém criticando uma mãe de familia que tem 6 filhos passando trabalho pra sustentar as crianças. Ora veja bem. Cada um que merece, uma surra de vara nas costelas. E ainda é pouco.

E criticam uma bolsa família que favorece uma família em 300 reais. Parabéns pra você, passe longe da minha pessoa.

 A tempos passados na minha vida coadunei com erros e me estrepei. Não hoje, não quero saber. Não me provoque que eu digo o que é. Mais ainda de você quer que eu escreva o que você ganhou?

Fique quieto, diga nada. E tome-lher vergonha na cara. 

 

Élio Gasda SJ

A dignidade humana implica na satisfação de necessidades básicas como a alimentação, moradia, saúde, trabalho, educação, cultura e lazer. Direitos fundamentais garantidos na Constituição Brasileira de 1988. Tais direitos objetivam construir uma sociedade livre, justa e fraterna. Erradicar a pobreza e a fome é dever do Estado.

A fome é a uma tortura. Leva ao desespero. “Quem pode remediar a fome e por avareza esconde o remédio, com razão pode ser condenado como homicida” (São Basílio, Homilia em tempos de fome).

A fome é uma ofensa à dignidade humana. A falta de alimentos no organismo, por tempo prolongado, faz o estômago doer, causa mal-estar, fraqueza e morte. O Brasil tem mais de 20 milhões de famintos e 40% da população vive em insegurança alimentar. “Falar que se passa fome no Brasil é uma grande mentira. Passa-se mal, não se come bem. Agora, passar fome, não” (Jair Bolsonaro). Bolsonaro devolveu o país ao Mapa da Fome.

Enquanto o povo revira caminhões de lixo em busca de comida, bancos privados aumentam em 53% os lucros (R$ 62 bilhões só no primeiro semestre). Não falta produção de alimentos, mas comida virou mercadoria. O agronegócio, cresceu 24,31% em 2020 (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada). O mesmo agronegócio que provoca queimadas, destrói florestas contamina as águas e o meio ambiente como agrotóxicos. Sua única preocupação é lucro. São grandes responsáveis pela fome do povo.

“Todo aquele que em seus negócios se der a práticas usurárias e mercantis que provocam a fome e a morte de seus irmãos comete indiretamente um homicídio” (Catecismo da Igreja Católica, 2269). Causar a fome é um crime!

A fome dói no corpo e na alma. A realidade vivida pelos mais pobres é tratada com crueldade pela justiça. São cada vez mais comuns os furtos de alimentos em supermercados. São furtos famélicos, aqueles cometidos pela necessidade de alimentar a si ou à família. Como aquela mulher de 41 anos, mãe de cinco filhos, acusada de furtar uma Coca-Cola, dois pacotes de macarrão instantâneo e suco em pó, totalizando menos de R$ 22. Teve prisão decretada. Uma juíza e três desembargadores entenderam que a mulher representava um perigo para a sociedade.

Para Santo Tomás de Aquino, maior teólogo da Igreja, casos de extrema necessidade humana eliminam integralmente o delito de furto. As coisas indispensáveis à vida humana, sobremodo o alimento, perdem a qualidade de particulares e se tornam comuns a todos. Não se pode considerar furto quando algo é retirado de seu titular para atendimento de uma necessidade vital básica. Os casos de fome e nudez não podem ser permitidos pelo Estado e pela sociedade, porque os alimentos e as vestes são direito naturais (Suma Teológica, II-II q. 66 a. 6-7).

Furto famélico não é crime. O artigo 24 do Código Penal considera “em estado de necessidade quem pratica o fato para salvar de perigo atual, que não provocou por sua vontade, nem podia de outro modo evitar, direito próprio ou alheio, cujo sacrifício, nas circunstâncias, não era razoável exigir-se”. O Supremo Tribunal Federal adota, além do furto famélico, o “princípio da insignificância”, “bagatela” ou “estado de necessidade” furtar alimento para saciar a fome.

Proteger os ricos e condenar os pobres. Essa tem sido a prática de muitos juízes. Com salários milionários e privilégios escandalosos, os integrantes do poder judiciário fazem parte da alta sociedade. Vivem em um mundo paralelo, não sabem o que é desemprego, pobreza, fome. O dinheiro roubado do povo, da educação, da saúde, não tem importância. Penalizam o furto de alimentos e absolvem desvio de recursos públicos. De um lado a ostentação dos ricaços; do outro, o desespero dos famintos.

Para quem tem fome, o amor de Deus se traduz num pedaço de pão. O pão é elemento central no anúncio do Evangelho. Saciar a fome deveria ser o projeto central da sociedade, da economia e dos poderes políticos.

Prender uma mãe pelo furto de miojo para matar a fome! A que ponto chegou a justiça brasileira! Vergonha! Que país nos tornamos! O principal responsável pela fome de milhões e pela morte de mais de 600 mil pessoas continua na presidência com sua política genocida.

A fome se alastrou pelo Brasil. Mulheres, homens e crianças com rosto humilhado, flagelado, tal qual Jesus crucificado. “Tive fome” (Mt 25, 35) … e vocês me condenaram.

Que ninguém se cale diante da fome! Que ninguém se omita diante de tanta barbárie! Em um país assolado pela fome, é dever dos cristãos levantar-se contra os responsáveis.

“Que juízo mais severo te espera, ó rico. O povo sente fome e tu fechas teus celeiros; o povo implora e tu exibes tuas joias” (Santo Ambrósio, Livro de Naboth, 56).

Élio Gasda SJ é professor e pesquisador no departamento de Teologia da FAJE.

Publicado originalmente em https://domtotal.com/noticia/1545993/2021/10/furto-famelico-eu-so-estava-com-muita-fome/

https://faculdadejesuita.edu.br/furto-famelico-eu-so-estava-com-muita-fome

Nicolau Tolentino de Almeida, (Lisboa, 10 de setembro de 1740 – Lisboa, Mercês, 23 de junho de 1811) foi um poeta satírico português.

 


  https://pt.wikipedia.org/wiki/Nicolau_Tolentino_de_Almeida

 Nicolau Tolentino de Almeida (Lisboa, 10 de setembro de 1740 – Lisboa, Mercês, 23 de junho de 1811) foi um poeta satírico português. 
Era filho do Dr. José de Almeida Soares, Advogado da Casa da Suplicação de Lisboa, Familiar do Santo Ofício da Inquisição de Lisboa, e de sua mulher Ana Teresa Froes de Brito, nome da sua irmã, ambos naturais de Nossa Senhora da Piedade e / ou Nossa Senhora das Misericórdias, da vila de Ourém, neto materno de Lucas Gomes do Vale e de sua mulher Teresa Froes de Brito, filha de Manuel Barbosa Maciel e de sua mulher Mariana Froes de Brito e neta materna de João Froes de Brito e de sua mulher Maria Delgado, ele filho de Diogo Froes de Brito e de sua mulher Brites Sodré de Sampaio e neto paterno de Diogo Froes de Brito e de sua mulher Isabel Freire Carolas. 









A foto é somente ilustrativa, é sim o Palácio do Srs. Duques de Palmela, em Cascaes, só que não tem relação com Sr. Nicolau Tolentino de Almeida, ou D'Almeida.

 

Transcrição:

Nicolau Tolentino em presença de novos documentos

v

Vamos agora ver como o dinheiro principiou a correr a jorros em casa de Nicolau Tolentino sempre famelico, sempre pedinchão, sempre com os bolsos atulhados de memoriaes, e com a penna prompta para os requerimentos, requerimentos e memoriaes em prosa é verso.

A 40 de setembro de 4790 obtinha Nicolau Tolentino o fóro de cavalleiro fidalgo. Não era isso como heje pura mercê honorifica, antes causa de despeza do que origem de receita. Um cavaleiro fidalgo recebia 750 réis por mez, e um alqueire de cevada por dia, pago a dinheiro. Segundo os calculos do sr. visconde de Sanches de Baena os alqueires de cevada valiam pouco mais ou menos 445000 réis, o que, junto com os 95000 réis da moradia davam ao nosso poeta uma receita de 305000 por anno, que lhe chegariam com toda a certeza para a renda da casa, se seresignasse a morar n'uma casa que não fosse de grande espavento.

A JL de agosto de 1793 era feito cavalleiro de Christo. Nenhuma importancia isso tinha como receita. Nicolau Tolenuno transitava simplesmente da ordem de S. Thiago para a de Christo, porque esta ultima, segundo parece, era mais conceituada n'esse tempo.

Prova isto apenas que Nicolau Tolentino tinha a requerimento-mania, Quando não pedia dinheiro, pedia mercés honorificas, e em não pedindo nem uma, nem outra coisa, pedia a transferencia da ordem de S. Thiago para a ordem de Christo.

Em 1801 obteve Nicolau Tolentino uma importante mercê, que foi a de poder imprimir gratuitamente as suas obras na Impressão Regia. Por esse mesmo tempo vendia Bocage quasi ao desbarato os seus admiraveis versos.

Esta mercê, no dizer do sr. visconde de Sanches de Baena, não rendeu ao poeta menos de doze mil cruzados. Parece que à informação foi colhida nas taes memorias manuscriptas da irmã de Tolentino.

Em 4803, jubilava-se como professor regio, logar em que provavelmente já estaria substituido por algum serventuario, e ficava vencendo annualmente a pensão de 2255000 réis.

Pois em 1804 fazia elle o seguinte requerimento, que vamos transcrever na integra, porque é na realidade um curiosissimo documento:

«Diz Nicolau Toleutino de Almeida que elle bm recorda a Vossa Alteza Real 16 annos de professor regio de rbetori. poetica, e vinte e tres em uflicial da secretaria dos negocies do reino, que, tendo-lhe ficado por falecimento de seu pae muitas irmãs e sobrinhas, sem terem absolutamente meios alguns de subsistencia, divide entre ellas o seu ordenado, é lhes procurou soccorros, entre os quaes foi o requerer a seu favor remuneração dos seus proprios serviços, que obtivera tenças, mercé que a calamidade dos tempos lhe tem feito pouco util, que, achando-se em idade avançada, 6 entrevendo e indigencia em que ficarão, principalmente suas duas irmãs, viuvas e uma donzella, com poucos meios de subsistirem a esses muito falliveis, recorra à paternal piedade de Vossa Alteza Real, apresentando Os seus seguodos serviços, tiscalisados e decretados na forma do regimento e pedindo humildemente que se digne remuneral-os com a mercé effectiva que fôr do seu real agrado, e sobrevivencia repartidaménto entre as suas tres irmãs, D Anna Thereza, D. Joaquina Thereza 6 D. Jeronyma Maxima, mercê que pouco aggravaria a real fazenda, porque duas ainda são de idade mais avançada do que o supplicante.

Portanto pede a Vossa Alteza Keal que, em remuneração dos ditos serviços, e muito principalmente por sua real Denaliocácia e seja servido concedel-o assim E. R. M.

Em presença d'esta choradeira, concedeu-lhe o principe regente cumpre por empenho do visconde dê Villa Nova da CerValias uma pensão de 2005000 réis com a sobrevivencia reclamada,

Sete annos depois morria Nicolau Tolentino, e deixava tostamento, que resava assim:

«O meu enterro sera feito ao arbitrio da minha testamenteia ou testamenteiros abaixo nomeados pela ordêm com que o são,

Mando que se digam 450 missas pela minha alma, de esmolas de 460 réis cada uma, a saber: 430 nas igrejas dos padres barbadinhos de Santa Apolonia e da Esperanca, e 20 aos do Hospicio dos padres de Jesus Nazareno da Penitencia na travessa

los Ladrões. Ê

Tostitao por minhas herdeiras a minha irmã D. Anna Thereza Froes de Brito e D. Joaquina Thereza Froes de Brito, estas nas duas partes de minha irmã, e aquelle na ontra terça parto

delle, e cuja herança se verificará depois de vagos os e mais spostõos mona determinei.

E, quando ao tempo da minha morte não sejam vivas as ditas minhas irmãs e herdeiras, ou alguma d'ellas, institão por meus berdeiros nas ditas duas partes a meus sobrinhos Luiz da Silva Coimbra, D. Maria do Carmo de Baena Coimbra, D. Maria Isabel de Baena Coimbra, todos filhos de meu sobrinho Francisco da Silva Coimbra, e esto da dita minha irmã, D. Joaquina Thereza Fróes de Brito, e a dita terça parte da mesma herança, e remanescente d'ella a meu sobrinho Gonçalo Jusé Maria, filho de outra minha irmã, D. Anna Thereza Fróes de Brito.

Nomeio por minha testamenteira em primeiro logar a dita minha irmã e herdeira D. Joaquina Thereza Fróes de Brito, e em segundo ao dito meu sobrinho, beneficiado Gonçalo José Maria

Deixo aos ditos meus segundos sobrinhos, filhos do dito meu sobrinho Francisco da Silva Coimbra, a saber-

A Luiz da Silva Coimbra sessenta mil a D. Maria do Carmo de Baena Coimbra cento e vinte mi a D, Maria Isabel de Baena Coimbra outros cento e vinte mil réis, e todos estes legados por uma só vez.

Deixo à minha creada Maria da Piedade cincoenta mil réis por uma só vez,

E d'este modo hei por findo e acabado este meu testamento, lero que valha como tal etc.»que o é de certo este testamento de um homem rico, mas tambem não é de um pobre. Distribúe em legados 3505000 réis, deixa para missas 245000, e de certo não fazia isto, ello que tanto se preoccupava com o futuro de suas irmãs, se lhes não podesse legar a ellas alguns contos de réis, ainda que fossem poucos.

Antes de proa goirimos diremos tambem que o requerimento feito por elle para obter uma pensão para suas irmãs prova que deixou de exercer o logar de professor regio logo que entrou na secretaria de Estado porque declara que servio 16 annos como professor de rhetorica, e vinte e tres como oficial de secretaria.

Como porem, se jubilou ao completar parece-nos que trinta e cinco danos de propriedade da cadeira, não diremos de serviço, mostra isto que teve de certo lá algum serventuario.

O testamento de Nicolau Tolentino é datado de 1808, Foi o tempo em que entraram com elle idéas sombrias, e em que o pensamento da morte naturalmente 0 assaltou.

Conta-nos efectivamente o sr. visconde de Sanches de Baena que a entrado dos francezes em Portugol o entristeceu profandamente.

E" honroso para elle este sentimento, e prova que no peito a'esse motejador pulsava no fim de tudo um eoração portuguez.

Tambem começava a fazer-se emtorno d'eile um certo vacuo. Sua irmã D. Rita morrera em vida de seu pae, mas das suas tres irmãs que mais o tinham acompanhado, Jeronyma morrera no recolhimento de Lazaro Leitão em 4807. Alem da parte na pensão que Nicolau Tolentino obtivera para suas irmãs em 1804, desfructava um rendimento de 305000 róis annuaes, resultado de uma tença que comprára em 4792.

Seu irmão Francisco de Paula morrera em 4799, sem deixar suecessão.

Finalmente a 4 de março de 1814 morreu sua irmã Anna, morte que mais ainda assombrou a sua existencia, e lhe carregou a melancholia.

Sobreviveu-lhe apenas sua irmã D. Joaquina, é foi esta juntamente com seu sobrinho Gonçalo Maria quem herdou os bens de Nicolau Tolentino. Dissemos atraz que não era natural que Nicolau Tolentino deixasse perto de quatrocentos mil réis de encargos sem ao mesmo tempo legar aos seus quantia que fosse superior a alguns contos de réis, e assim foi efectivamente. Sabemos, ainda pela memoria de sua irmã Joaquina, que esta recebeu à sua parte doze mi! cruzados. Ora como D. Joaquina herdava as duas terças partes dos haveres de seu irmão, segue-se que este reuuira à bonita somma de dezoito mil cruzados!

E um homem, que legava dezoito mil cruzados a pessoas que já tinham rendimentos proprios, ainda que não fossem muito avultados, tinha direito realmente para fazer aquelle estranho requerimento que transcrevemos, e para roubar perfeitamente a algum desgraçado servidor da patria, cuja familia houvesse ficado a morrer de fome, o pão que oblivera para a meza farta é luxuosa de suas irmãs?

E' revoltante; nada ha que desculpe a soffrega cubiça de Nicolau Tolentino, e é necessario que seja, como realmente é, enormissimo o talento do poeta, para que possâmos ler com gosto requerimentos e memoriaes, tão pouco dignos é tão faltos de razão.

D. Joaquim não morava com seu irmão. Este habitou com sua irmã D. Anna, nos ultimos tres annos da sua vida, n'uma casa da rua dos Cardaes de Jesus, que tinha ultimamente o n.º 25, e que pertence ao predio em que hoje habita o sr. Eduardo Coelho. A casa pertencia a um amigo do poeta, Fortunato da Silva, que morava no pavimento rente do chão. Alli falleceu o senhorio, antes do poeta morrer, mas a viuva D. Bri gida não se mudou, como se não mudou tambem o poeta depois da morte de sua irmã D.

a.

Atacado no dia 22 de junho de 1814 parece que por um volvo, é sentindo-se afflictissimo, correu a casa de D. Brigida, e alli expirou.

E Da casa em que morou e morreu com 74 annos Nicolau Tolentino restam ainda hoje dois arcos doricos piedosamente conservados pelo nosso ilustre collega o sr. Eduardo Coalho. 

Fonte: in /em 

A Illustração Portuguesa 07 de Fevereiro  de 1887 

 https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Periodicos/AIlustracaoPortuguesa_Semanario_1884_1890/1887/Fevereiro/N30/N30_master/AIlustPort1887FevN30.pdf

Ilustração Portuguesa [1903-1993] - Hemeroteca Digital de ...
http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt › IlustracaoPort https://archive.org/details/ailust-port-1886-set-n-11/AIlustPort1887FevN30/mode/1up?q=Francisco+Maria+Bordalo
lllustração portugueza. Chaves, José Joubert, ed. lit. Existências: A. 1, n.º 1 (9 Nov. 1903)-a. 3, n.º 119 (12 Fev. 1906) S. 2, [n.º 1 (1906)]-s. 2, n.

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/IlustracaoPortuguesa.htm

Ilustração Portuguesa [1906 | N.º 1 ao n.º 45] - Hemeroteca ...
http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt › IlustracaoPort
lllustração portugueza. Chaves, José Joubert, ed. lit. Existências: A. 1, n.º 1 (9 Nov. 1903)-a. 3, n.º 119 (12 Fev. 1906) S. 2, [n.º 1 (1906)]-s. 2, n.

 

A ilustracao portuguesa [1884-1890]
Hemeroteca Digital de Lisboa
https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt › 4_Ano
A illustração portugueza : semanario : revista litteraria e artistica. Existências: N.º prospecto (Jun. 1884)-a. 5, n.º 52 (Out. 1890)
 

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/IlustracaoPort/IP4.htm

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Periodicos/AIlustracaoPortuguesa_Semanario_1884_1890/Web_AIlustPort_1884_1890/3_Ano.htm 

 https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Periodicos/AIlustracaoPortuguesa_Semanario_1884_1890/Web_AIlustPort_1884_1890/4_Ano.htm

https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Periodicos/AIlustracaoPortuguesa_Semanario_1884_1890/Web_AIlustPort_1884_1890/1_Ano.htm 

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Arvore Genealógica de Nicolau Tolentino de Almeida

 https://openlibrary.org/books/OL24346345M/Memorias_de_Tolentino_pelo_visconde_de_Sanches_de_Ba%C3%AAna

https://www.geni.com/people/Nicolau-Tolentino-de-Almeida/6000000220558300822https://archive.org/details/memoriasdetolent00sanc/page/n46/mode/1up?ref=ol 

 

Nicolau Tolentino de Almeida, cavalleiro fidalgo da Casa Real, cavalleiro professo das Ordens de Christo, e Sant'Iago, Sócio supranumerário / da Academia Real das Sciencias de Lisboa, " Official ordinário da Secretaria de Estado dos Negócios do Reino, Professor aposentado de Rhetorica e poética; nasceu a lo de setembro de 1740 e morreu (solteiro) a 22 de junho de 181 1. Vid. pag. 28 e seguintes


sexta-feira, 8 de agosto de 2025

FRANCISCO MARIA BORDALO, Tenente da Armada Nacional, n. em Lisboa a 5 de Maio de 1821. virem- se pra achar as fontes.

 


 Francisco Maria Bordalo (1821-1861), oficial da armada (promovido a capitão-tenente da armada em 1859), escritor, romancista, dramaturgo,folhetinista e colaborador em várias revistas portuguesas da época, Esteve em Macau de 1849 a 1852 quando era tenente, exercendo o cargo de secretário do governo de Macau.
Irmão do tenente Luís Maria Bordalo, falecido em 29 de Outubro de 1850, na explosão da fragata D. Maria II e a quem dedicou o romance “Sansão na vingança“(4)
É também autor de “Trinta anos de peregrinação -1821 a 1851 que foi publicado em fascículos por vários números no «Boletim de Governo» de 1851.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Maria_Bordalo
Ver anteriores referências em:
https://nenotavaiconta.wordpress.com/tag/francisco-maria-bordalo/er
(2) «Revista Universal Lisbonense, Jornal dos Interesses Phisicos, Moraes e Intellectuaes», redigido por José Maria da Silva Real , Tomo VI, Anno de 1846-1847, pp. 202-203.
(3) Extraído do «Boletim do Governo da Província de Macao, Timor e Solor», Vol 6, n.º 50  de 1 de Novembro de 1851

 Francisco Maria Bordalo

 Transcrição

FRANCISCO MARIA BORDALO, Tenente da Armada Nacional, n. em Lisboa a 5 de Maio de 1821. — De seu pae José Joaquim Bordalo; e de seus irmãos José Maria, e Luis Maria Bordalo se tracta n'este Diccionario nos logares respectivos. —E.

1445) q Rei ou Impostor? Drama rARoa!; representado no theatro de D. Maria II, no dia 22 de Agosto de 1847. Lisboa, na Typ. do Panorama 1847. 8.º gr. de vI-78 pag. —A representação d'este drama (cujo protogonista é a incognita personagem, que nos ultimos annos do seculo xvr se apresentou em Veneza inculcando ser D. Sebastião, rei de Portugal) tornouse por aquelle tempo notavel pela pe ao ne a que deu logar entre a Inspecão geral dos theatros, e o auctor. D'ella se occupou largamente a imprensa jornalistica, e no fim do drama impresso se acham colligidos os artigos mais principaes, publicados sobre o assumpto nos periodicos do tempo. E O auctor já tractára anteriormente este facto da nossa historia sob as fórmas de romance, ou lenda popular, na Revista Universal Lisbonense do - anno de 1844.

1446) Trinta annos de peregrinação (1821 a 1851): manuscripto achado na gruta de Camões. Macau, na Typ. Albion de Smith, 1852. 8.º de 69 pag.

1447) Um passeio de sete mil leguas. Lisboa, 1854. 8.º gr. de x-250 pag.

1448) Eugenio: romance maritimo, Rio de Janeiro 1846. 8.º gr. de 24: pag. —2.º edição. Lisboa, 1854. 8.º gr. de 288 pag.-- Foi o primeiro, que no seu genero se imprimiu, escripto originalmente em portugutm

1449) Viagem à roda de Lisboa. Tomo 1. Ibi, 185... 8.º gr.

1450) A nau de viagem: romance, contendo 27 capitulos. — Sahiu na Revista Popular de 1850 e 1854. :

: TH Quadros maritimos.— Sahiram no Panorama, vol. 11x da 3.º serie, : :

1452) Viagens na Africa e na America. — No mesmo jornal, e dito volume.

1453) D. Sebastião o desejado, Lenda nacional, em 9 capitulos. — No Panorama de 1855.

1454) Navegadores portuguezes: D. Fuas Roupinho, Gil Eanes, Pero dº Alemquer, Os visitadores da America. —No dito jornal, e no dito anno.

1455) Navegadores estrangeiros. —lIdem.

1456) Ignoto Deo. Tradição portugueza.—Idem.

1457) Viagem pittoresca à roda do mundo. —Idem.

1458) O Voador. —lIdem. É um estudo romantico, fundado sobre factos certos ou provaveis da vida do celebre aeronauta portuguez-brasileiro Bartholomeu ideia, de Gusmão, do qual já tractei no vol. 1, a pag. 332 e seguintes.

Foi redactor do jornal Distracção instructiva, publicado em 1842, que forma um volume de 4.º com estampas; e tem escripto muitos artigos em prosa e verso, litterarios e politicos, nos referidos jornaes, e em outros, taes como a Ilustração, Imprensa, Rei e Ordem, etc.: e acha-se ao presente incumbido por ordem superior da continuação dos trabalhos topographico- 

https://www.blogger.com/u/2/blog/post/edit/2440002276847656293/3156197132652037639 

 


Fonte:

Diccionario bibliográphico portuguez : Estudos. Applicaveis a Portugal e ao Brasil. 2, C - Fran
https://www.digitale-sammlungen.de/en/search?query=%28Diccionario+bibliogr%C3%A1phico+portuguez.+2%29
https://www.digitale-sammlungen.de/en/view/bsb10808407?q=Bordalo&page=468,469

By: 
Innocencio Francisco da Silva ; Brito Aranha
Creators:  Silva, Innocencio Francisco da, 1810-1876Author

GND: 101583192
Aranha, Brito, 1833-1914Author

        GND: 1013394364

Published    Lisboa : Impr. Nacional

Date     1859
Language Portuguese
Part of:  Silva, Innocencio Francisco da ; Aranha, Brito: Diccionario bibliográphico portuguez : Estudos. Applicaveis a Portugal e ao Brasil ; 2

Digitized: 5/9/2011
Digitized by: Bayerische Staatsbibliothek

 

Joseph-Philippe Simon, dit Lockroy





Joseph-Philippe Simon, dit Lockroy, est un acteur
et dramaturge français né à Turin le 17 février 1803 et
mort à Paris 8e le 19 janvier 1891, 

https://fr.wikipedia.org/wiki/Lockroy 

 

 Uma fisionomia essencialmente parisiense acaba de desaparecer: o Sr. Philippe Simon, conhecido como Lockroy, morreu aos oitenta e oito anos. Seu pai era o Comandante Simon (Filho de Henri Etienne Philippe Simon e Louise Rosalie Simon ), que era um cavaleiro do império; seu filho, o Sr. Edouard Lockroy, é deputado de Paris e foi ministro duas vezes. Philippe Simon teve uma carreira longa e variada, repleta de obras, sempre pautada por uma atividade saudável e bem-humorada. Depois de ter feito estudos literários muito completos, foi aprovado nos exames de Direito, mas logo abandonou a Ordem dos Advogados: levado pela paixão pelo teatro, à qual tantos os jovens prestam homenagem, ele se destaca como ator e estreou no Odéon em 1827 com Les Fépres Siciliennes, de Casimir Delavigne. Do Odéon, passou para a Comédie-Française, onde o repertório romântico de Victor Hugo e Alexandre Dumas père encontrou nele um intérprete tanto mais inteligente e fiel quanto uma viva amizade o unia a esses dois ilustres escritores. Philippe Simon não demorou, aliás, a se tornar colega deles: em 1840, parou de representar peças alheias para compor as suas. Era a época dos vaudevilles agradáveis e fáceis, e das óperas cômicas que nada mais eram do que vaudevilles embelezados com música. Philippe Simon-Lockroy tinha a franca alegria — a alegria francesa — necessária ao gênero; ele precisava ter sucesso e teve. Primeiro, com colaboradores como Scribe, Anicet-Bourgeois, Arnouid, depois sozinho, ele ganhou aplausos por um grande número de peças, várias das quais foram homenageadas com relançamentos; ele também escreveu libretos óperas cômicas, várias das quais se tornaram muito populares; dentre todo o repertório, podemos citar Le Maître Ecote, Bonsoir, Monsieur Pantalon, Les Trois Epiciers, Les Chevaliers du quel (que foi apresentada outro dia nas matinês clássicas do Vaudeville), Ondine, La Fée Carabosse, Les Dragons de Villars, etc.

O teatro Comédie-Française, que havia contratado o Sr. Philippe Simon-Lockroy, ator e autor, o teve como administrador após 184, com a nomeação de Ledru-Rollin, Ministro do Interior do governo provisório. Ele não ocupou esses cargos por muito tempo: além disso, as convicções republicanas do Sr. Simon-Lockroy não o mantiveram em boas graças por muito tempo, na época em que a reação estava começando. Engas* como voluntário, em 1810, aos 67 anos, no mesmo batalhão comandado por seu filho, o Sr. Simon-Lockroy participou da Batalha de Champigny, onde recebeu um tiro na perna que lhe causou um ferimento bastante grave, exigindo seis meses de repouso. Nos últimos anos, o Sr. Philippe Simon-Lockroy, precisamente Revigorado e descansado após uma carreira tão plena e honrosa, orgulhoso sobretudo dos sucessos políticos do filho, deixou-se envelhecer, sorridente e amável, e, como Cândido, cultivou seu jardim. Este jardim tinha, além disso, a rara peculiaridade de o Sr. Simon-Lockroy o ter criado em sua varanda na Rua Washington: nele cresciam flores e até frutas, que regularmente ganhavam prêmios em competições de horticultura; esses pequenos triunfos enchiam de alegria este velho parisiense.

Espirituoso e bem-humorado, cujo fim era verdadeiramente, nas palavras do poeta, "a noite de um belo dia".

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Une physionomie essentiellement parisienne vient de disparaitre : M.Philippe Simon, dit Lockroy, est mort à l'âcge de quatre-vingt-huit ans. Son père était le commandant Simon *(Filho de Henri Etienne Philippe Simon e Louise Rosalie Simon ), qui fut chevalier de l'empire: son fils, M. Edouard Lockroy, est d‘put“ de Paris et a été deux fois ministre. Philippe Simon eut une carrière longue et variée, pleine d'œuvres, toujours guidée par une activité saine et de bonne humeur. Aprés avoir fait de très complètes études littéraires, 1l passa ses examens de droit. mais abandonna bientôt le barreau : pris de la passion du théâtre, à laquelle tant de jeunes gens paient le tribut, il sencases comme acteur et débuta à l'Od‘on, en 1827, dans les VFépres Siciliennes de Casimir Delavigne. De l'Odéon, il passa à la Comédie-Francaise où le répertoire romantique de Victor Hugo et d'Alexandre Dumas père trouvait en lui un interprète d'autant plus intelligent et fidéle qu'une vive amitié l'unissait à ces deux illustres écrivains. Philippe Simon ne tarda pas, d'ailleurs, à devenir leur confrère: il cessa, en effet, en 1840 de jouér les pièces des autres pour en composer de son crü. C'était le temps des vaudevilles aimables, faciles, et des opéras-comiques qui n étaient autre chose que le vaudeville agrémenté de musique. Philippe Simon-Lockroy avait la gaieté franche — la gaieté française — qui est nécessaire au genre ; il devait réussir et 1l r‘ussit. D'abord, avec des collaborateurs comme Scribe, Anicet-Bourgeois, Arnouid, puis tout seul, il fit applaudir un grand nombre de pièces dont plusieurs ont eu les ’opéras-comiques dont plusieurs sont devenus très populaires; citons, dans l'ensemble du répertoire, le Maître Ecote, Bonsoir, Monsieur Pantalon, les Trois Epiciers, les Chevaliers du quel (qu'on jouait l'autre jour aux matinées classiques du Vaudeville), Ondine, la Fée Carabosse, les Dragons de Villars, ete.

Le th‘àtre de la Com“die-Française qui avait pris M. Philippe SimonLockroy acteur et auteur, l'eut comme administrateur après 184$, sur la nomination de Ledru-Rollin, ministre de

l'intérieur du gouvernement provisoire. Il ne garda pas longtemps ces fonctions : d'ailleurs, les convictions r‘publicaines de M. Simon-Lockroy ne pouvaient le laisser longtemps en bonne grâce, au moment où la réaction commençait. Engas* comme volontaire, en 1810, à l’âge de soixantesept ans, dans le bataillon même que commandait son fils, M. Simon-Lockroy prit part à la bataille de Champigny où il reçut à la jambe une balle qui lui fit une assez sérieuse blessure, nécessitant un repos de six mois. Dans ces dernières années, M. Philippe Simon-Lockroy, justement heu reux et reposé après une carrière sl pleine et si honorable, fier surtout des succès politiques de son fils, se laissait vieillir, souriant et aimable, et, comme Candide, cultivait son jardin. Ce jardin avait, d'ailleurs, cette particularité rare que M. Simon-Lockroy l'avait créé sur son balcon de la rue Washington : il y poussait des fleurs et même des fruits, qui étaient régulièrement primés aux concours horticoles; ces petits triomphes rem-

plissaient d'’aise ce vieux Parisien .

spirituel et de bonne humeur, dont la fin a vraiment éts, selon l'expression du poète, « le soir d'un beaü jour

 

Filho de Henri Etienne Philippe Simon e Louise Rosalie Simon
Marido de Antonia Rose Désirée Stéphanie Jouvence Simon e Caroline Simon
Pai de Édouard Lockroy e Julie Caroline Joséphine Simon-Girard  

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 L'Illustration ("A Ilustração", em francês) foi um jornal semanal em francês, publicado em Paris. Foi fundado por Édouard Charton, e sua primeira edição saiu em 4 de março de 1843.

Em 1891 o Illustration se tornou o primeiro jornal francês a publicar uma fotografia e, em 1907, o primeiro a publicar uma fotografia a cores.

O jornal também publicou o romance de Gaston Leroux, Le mystère de la chambre jaune, como uma série de ficção, cerca de um ano antes de seu lançamento, em 1908.

Durante a Segunda Guerra Mundial, o jornal passou a ser publicado por Jacques de Lesdain, um colaborador dos nazistas; depois da Liberação de Paris, o jornal foi fechado, e reabriu em 1945 como France-Illustration; em 1957 o periódico foi à falência e fechou definitivamente. 



L'Illustration : journal universel
https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bd6t51423107v.r=%22Philippe%20Lockroy%22?rk=21459;2
 Titre :  L'Illustration : journal universel
Éditeur  :  J.-J. Dubochet (Paris)
Éditeur  :  Paulin et LechevalierPaulin et Lechevalier (Paris)
Éditeur  :  L'IllustrationL'Illustration (Paris)
Date d'édition :  1891-01-24
Contributeur  :  Sorbets, Gaston (1874-1955). Directeur de publication
Notice du catalogue :  http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb34366081z
Type :  texte
Type :  publication en série imprimée
Langue  :  français
Description :  24 janvier 1891
Description :  1891/01/24 (A49,N2500).
Description :  Collection numérique : Bibliographie de la presse...
Description :  Collection numérique : BIPFPIG33
Description :  Collection numérique : BIPFPIG63
Droits  :  Consultable en ligne
Identifiant :  ark:/12148/bd6t51423107v
Source  :  Bibliothèque nationale de France, département Philosophie, histoire, sciences de l'homme, FOL-LC2-1549
Conservation numérique :  Bibliothèque nationale de France
Date de mise en ligne  :  09/03/2025 


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é pai dela!

https://www.blogger.com/u/2/blog/post/edit/2440002276847656293/1954794150699645538 

 Juliette-Joséphine Simon-Girard 8 de maio de 1859 – 1954.

pergunta respondida é essa pessoa com diversas entradas para o nome, que palavra é essa?

M. Philippe Lockroy 

segundo tem informado um filho dele. 

Joseph-Philippe Simon, dit Lockroy, est un acteur
et dramaturge français né à Turin le 17 février 1803 et
mort à Paris 8e le 19 janvier 18, 

https://fr.wikipedia.org/wiki/Lockroy 

 

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 DADOS DA "Alsace", familias.

Dénombrement général des juifs qui sont tolérés en la province d'Alsace, en exécution des lettres-patentes de Sa Majesté en forme de réglement du 10 juillet 1784
France. Intendance d'Alsace. Auteur du texte


https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k325820m/f383.item.r=%22Abraham%20Simon%22


Titre :  Dénombrement général des juifs qui sont tolérés en la province d'Alsace, en exécution des lettres-patentes de Sa Majesté en forme de réglement du 10 juillet 1784
Auteur  :  France. Intendance d'Alsace. Auteur du texte
Date d'édition :  1785
Notice du catalogue :  http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb33708904s
Type :  monographie imprimée
Langue  :  français
Format :  In-fol., 386 p. et la table
Format :  Nombre total de vues : 413
Description :  [Acte. 1784]
Description :  Avec mode texte
Droits  :  Consultable en ligne
Identifiant :  ark:/12148/bpt6k325820m
Source  :  Bibliothèque nationale de France, département Philosophie, histoire, sciences de l'homme, FOL-LD184-290
Conservation numérique :  Bibliothèque nationale de France
Date de mise en ligne  :  16/08/2020
 

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https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k325820m/f383.item.r=%22Abraham%20Simon%22
https://dbs.anumuseum.org.il/skn/en/c6/e23367729/Personalities/Lang_Baroukh_Borach_Barouch 

 

Family Tree of Lang, Baroukh (Borach) Barouch
בית התפוצות
https://dbs.anumuseum.org.il › skn
·
Traduzir esta página
The family tree of Lang, Baroukh (Borach) Barouch | The family tree database of ANU Museum of the Jewish People contains many millions of names. 

Travessão

 —

— 

Day 1 | We Just Bought a HOARDER HOUSE! maluco da cia

 121785

 

https://www.youtube.com/watch?v=pcJYMPxkEb8 

https://www.youtube.com/watch?v=GiLsrdtbxbA 

Paul LACROIX, Date of birth: 27/02/1806 Date of death: 19/10/1884

 

Date of birth:
Date of death:

Historien, journaliste, romancier et auteur dramatique. Également connu sous le pseudonyme Paul-Louis Jacob.

terça-feira, 5 de agosto de 2025

Calma Sr. "Deos" um dia eu chego lá consigo entender tudo ( em uma vida futura) , e ver tudo ! Muito Obrigada! No nome o moto contínuo. "Le Petit Journal " 28 mai 1899

 



curiosidade esta imagem está numa parede em um vídeo com a Carli.
https://www.facebook.com/reel/258032783629919 

 "Le Petit Journal " 28 mai 1899

aqui estão todos os https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/cb32836564q/date1898.r= 

https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/cb32836564q/date1889

O Retorno dos Heróis A Missão Marchand - 1899 Fashoda Incident

 




 

 

O Retorno dos Heróis
A Missão Marchand - 1899

Entre 1896 e 1899, doze europeus e 150 fuzileiros percorreram 6.000 quilômetros a pé para conectar a costa do Congo ao Nilo Branco, no Sudão. Esta missão Congo-Nilo, ou Marchand, em homenagem ao seu comandante, marcou um dos maiores épicos da conquista colonial, mas terminou em desastre diplomático, pois a França foi forçada a ceder às ambições britânicas e evacuar o posto de Fashoda para evitar a guerra.

Retornando à França como heróis, a equipe, repleta de honrarias, teve sua fotografia tirada antes de sua dispersão. A maioria desses oficiais seguiria carreiras brilhantes até a Primeira Guerra Mundial, inclusive.

https://www.military-photos.com/fachoda.htm

gravado e copiado e repassado

https://archive.li/UBYK 

Le retour des héros
Les cadres de la mission Marchand - 1899

Entre 1896 et 1899, douze européens et 150 tirailleurs effectuent 6.000 kilometres à pied pour relier la côte du Congo jusqu'au  Nîl blanc au Soudan. Cette mission Congo-Nîl, ou Marchand du nom de son commandant, trace l'une des plus belles épopée de la conquête coloniale, mais se termine en désastre diplomatique puisque la France doit céder devant les ambitions britanniques et évacuer le poste de Fachoda pour éviter la guerre.

Revenus en France en héros, l'équipe couverte d'honneurs se fait photographier avant sa dispersion. La plupart de ces officiers effecturont une brillante carrière jusque et y compris durant la première guerre mondiale.




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LA VIE ILLUSTRÉE 15  Y



se destinent, eux aussi, à la vie coloniale, Auguste Mar
chand, commis des affaires indigènes au Soudan, qui
vient d’être élevé à la pre mière classe et Constant
Marchand, âgé de quinze ans, seulement, élevé à l’E
cole de la Seyne, et qui se prépare à l’Ecole Navale. Au
près du père, demeure seule ment la sœur du commandant
qui se renseigne avec l’intérêt qu’on devine sur les événe
ments d’Afrique. Nulle part plus que dans le village de
Thoissey on ne compte sur l’énergie de M. Delcassé.
Espérons que, suivant le vœu de ces braves gens, nous
ne renoncerons pas, sur les injonctions de l’Angleterre,
aux résultats d’un si beau voyage. Ce fut, en effet, au
prix des efforts les plus pé-
Auguste Marchand

LA MISSION MARCHAND

Un ministre des colonies trop pressé proclamait, il y a deux ans, qu’en
Afrique la « période héroïque » était close. Les dernières nouvelles venues
du continent noir lui donnent un éclatant démenti. Jamais peut-être notre
histoire coloniale n’a enregistré en un temps aussi court des événements
aussi sensationnels que pendant ces derniers mois : la prise de la ville de
Sikasso qui se défendit comme Saragosse, le massacre de la
mission Cazemajou sur la route du lac Tchad, l’arrivée de
M. Gentil sur les bords de ce lac hier encore mystérieux,
la reprise de Khartoum par les Anglo-Egyptiens et plus
récemment encore, —en même temps que la capture
de notre ennemi Samory en Afrique occidentale, —
l’installation d’un poste français sur le Haut-Nil.
L’opinion publique s’est avec raison passionnée
pour ce dernier événement qui mérite de prendre
place parmi les plus prodigieux exploits de la
conquête de l’Afrique. Le nom du comman
dant Marchand et de ses compagnons a acquis
soudain une popularité qui révèle en nous le
culte toujours très assidu des grands voyages
et des belles aventures.
Certes, le petit clerc de notaire qui, en 1881,
suivait avec passion, sur des cartes dissimulées
parmi les dossiers de M Blondel, de Thoissey
(Ain), les opérations du général Brière de
l'Isle, — ce petit clerc ne se doutait pas
qu’un jour toute la France coloniale suivrait
sa marche avec un intérêt presque aussi vif. Ce
clerc, nommé Jean-Baptiste Marchand, était fils

d’un fort brave homme, menuisier de son état.
Placé comme externe au collège de Thoissey, il y 1
resta peu de temps et à quinze ans entra comme petit
clerc en l’étude de Me Blondel. A dix-huit ans, exalté

M. Marchand père.

par les récits de la campagne du
Tonkin, il voulut s’engager
dans cette infanterie de marine
qui faisait tant parler de ses
explu its. Sa mère, morte depuis,

nibles que Marchand parvint attaché aux Affaires indigènes au Soudan
à planter notre drapeau sur
le Nil, en partant de l’Océan Atlantique, c’est-à-dire en faisant à travers
l’Afrique centrale un parcours de 3.000 kilomètres. Heureusement, au Sou
dan et à la Côte-d’Ivoire où il a conquis tous ses grades, il avait appris à
l’école du général Archinard et du colonel Combes à triompher des mille
obstacles que l’Européen trouve devant lui en Afrique Ses camarades, les
capitaines Baratier et Germain, les lieutenants Mangin et Largeau, l’en
seigne de vaisseau Dyé, le docteur Emily, l’interprète Landeroin étaient
pour la plupart des Africains et des Soudanais comme lui et
comment douter du succès de pareils hommes, dont le chef
nous écrivait en ces termes pour démentir les bruits
fâcheux répandus sur la mission ? « Je pense bien, écrivait-
il, que vous n’avez pas cru un instant les potins repré
sentant la mission comme arrêtée, les membres euro
péens sur le flanc, les indigènes désertant, le chef
brisé par la fièvre obligé de passer la main. On
oubliait donc que le chef, les officiers, les Euro
péens et les indigènes sont tous des Soudanais
élevés à une rude école et un rude climat après
lesquels le reste de l’Afrique n’offre plus
d’obstacles vraiment sérieux. J’ai failli mou
rir deux fois, c’est exact, une première à
Loudima et ensuite à Brazzaville, mais cela,
comme les fois qui vont suivre, ne constitue
qu’à peine des incidents de route, je ne sais
plus trop dans quel coin d’Afrique je n’ai pas
encore failli rester et j’ai tellement l’habitude
de mourir que ni moi ni mes camarades ne
prenons plus ça au sérieux depuis longtemps.
Le boulevard est bien plus dangereux en hiver
avec les bronchites et en été avec les chutes de
cheminées... et vous ne pouvez pas comme nous,
boire à discrétion la bonne eau pure du vieux Nil à ses
sources extrêmes, à même les cascades chantantes et
les imposantes cataractes... »

Le commandant Marchand.

s’y opposa nettement et ce fut à l’âge de vingt
ans s . a.ement que Marchand quitta le paisible
villag le Thoissey et les dossiers poudreux
de Me Blondel pour s’engager dans l’infanterie
de marine.
Aujourd’hui les habitants de Thoissey sont
fiers de la carrière brillante de leur jeune com
patriote, officier de la Légion d’honneur et chef
de bataillon à trente-cinq ans. Et quand le
père Marchand va fumer sa pipe avec les vieux
du village sur le devant de sa boutique, il est
bien vite entouré par les habitants. S’il ne dis
simule pas la joie que lui cause l’occupation de
Fashoda par le commandant, le père Mar
chand, bien souvent aussi, évoque le souvenir
de son second fils, Pétrus Marchand, maré
chal des logis d’artillerie de marine qui mou
rut il y a trois ans d’une insolation au retour
de Tombouctou, à Bafoulabé, dans ce Soudan
où il allait conquérir ses galons comme son
frère aîné. Marchand a deux autres frères qui

M’Bomou

Il fallait un «difficultés. La principale consis
tait à faire passer de l’Oubanghi dans le bassin du

moral » aussi solide pour triompher des

Bahr-el-Ghazal, affluent du Nil, la canonnière Faidherbe et les
chalands sur lesquels la mission remontant le Congo, l’Oubanghi
et le M’Bomou, était parvenue, grâce au concours de M. Lio-
tard, à la ligne de partage des eaux entre le bassin du Congo
et celui du Nil. Heureusement, par une chance incroyable, la
mission découvrit dans le Haut- M’Bomou un bief navigable de
700 kilomètres qui lui permit de porter ses bateaux jusqu’à
70 kilomètres de Tamboura. Par la carte ci-jointe qui est
de la main même du comman dant Marchand, on se rend
compte de l’importance de cette découverte géographique. Pour

Pétrus Marchand, mort à Bafoulabé. 

 

Onde , in

 La Vie illustrée : journal hebdomadaire
https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bd6t511996868/f3.item

Missão Marchand

Titre :  La Vie illustrée : journal hebdomadaire
Éditeur  :  Juven (Paris)
Date d'édition :  1898-10-27
Notice du catalogue :  http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb32889048v
Type :  texte
Type :  publication en série imprimée
Langue  :  français
Description :  27 octobre 1898
Description :  1898/10/27 (A1,N2).
Droits  :  Consultable en ligne
Identifiant :  ark:/12148/bd6t511996868
Source  :  Bibliothèque nationale de France, département Littérature et art, FOL-Z-794
Conservation numérique :  Bibliothèque nationale de France
Date de mise en ligne  :  11/06/2023

Fashoda Incident

https://en.wikipedia.org/wiki/Fashoda_Incident 

 IA

The Egyptian fort at Fashoda was a strategic outpost established in 1855 by the Egyptian army to combat the East African slave trade. It was located on high ground along the Nile River, a rare spot where boats could unload. By the 1870s, it had become a bustling market and administrative center. During the Fashoda Incident of 1898, a French expeditionary force under Marchand occupied the fort, which was then in ruins, leading to a tense confrontation with a British force led by Kitchener. 
Here's a more detailed breakdown:

    Purpose:
    The fort was originally built to control the slave trade and provide a base for Egyptian forces. 

Location:
Situated in a swampy area on the Nile, it was strategically important due to its location on high ground and ability to unload boats. 
Importance:
By the 1870s, it was a significant trading center, attracting European explorers. 
Fashoda Incident:
The incident involved a confrontation between French and British forces over control of the fort, which had been established by the Egyptians. 
French Occupation:
Marchand's expedition arrived first, finding the fort in ruins but still claiming it for France. 
British Arrival:
Kitchener's British-led force arrived later, also claiming the fort, leading to a tense standoff. 
Resolution:
The incident was resolved diplomatically, with both sides agreeing to fly their flags over the fort and ultimately leading to a French withdrawal

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observação:

"Fashoda syndrome" ridículo.

pergunta que não cala e a dominação Britanica no lugar também é considerado uma doença?

pode ser que sim então sejamos honestos.

O mundo sendo mundo ou seja cretinos. Dividiram a Africa, e guerrearam para isto. Perguntaram aos locais se era isso que eles queriam? Ou somente, dinheiro dinheiro dinheiro, provavelmente somente o último, o capital mandou. 

 

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 introduction


By 1890, Europeans had established their claims to all of Africa's coastal land except for Morocco (independent) and Liberia (independent under USA protection). Ethiopia remained independent in the East African interior, as did the two Boer Republics and a few African states in South Africa. The major European powers threatened them all as they continued to stake claims and try to divide up whatever was left of Africa. The biggest remaining
prize was the Congo basin, which received special status at the Congress of Berlin as the "Congo Free State." It was administered by an international association headed by King Leopold II of Belgium, a country whose neutrality was guaranteed by the 1839 treaty that created it. The other major unclaimed region was in the Upper Nile River Valley (modern Sudan and Uganda).


Attention on those areas was focused by two rival imperial schemes. The British imagined an African empire that stretched from Capetown in the south to Cairo in the north. Even though the creation of German East África (modern Tanzania, Burundi & Rwanda) and the Congo Free State seemed to block the way, the idea remained a potent tool for British politicians who wanted to drum up domestic support for imperial expansion. French imperialists had their own dreams of a trans-African empire that reached from Dakar (Senegal) in the west to
Djibouti (on the Red Sea) in the east. But the two dreams were incompatible, since they had to cross somewhere. Only one country could expect to get its way, so as long as both continued to seek a trans-African empire, conflict was inevitable.


British efforts to reach the Upper Nile Valley began with the expedition to relieve Gordon and his Egyptian garrison at Khartoum in 1885. The effort failed and the Upper Nile
Valley remained in a state of rebellion for the next decade. By 1895, all that remained of Egyptian authority in the Upper Nile Valley was a British post on the Red Sea
at Suarkin and an Egyptian garrison in the province of Equatoria, far to the south near Kenya. Meanwhile, the French remained angry over the British occupation of Egypt in 1882 and refusal to honor a promise to withdraw once order was restored. In February
1895 a member of the French parliament and leader of the "pro-colonial" faction urged his colleagues to approve an advance towards the Nile from its southern end
unless the British withdrew. When news of the French interest reached Great Britain, a member of parliament declared a month later that the entire Nile Valley belonged to the British. By the end of the year, the race was on to see which Europeans would be first to claim the Upper Nile Valley


The Italians got a head start from their Eritrean outpost at Massawa on the Red Sea, but their defeat by the Ethiopians at Adowa in March 1896 ended their attempt. In September 1896, King Leopold, the official leader of the Congo Free State, dispatched a huge column of 5,000 Congolese troops equipped with artillery towards the White Nile River from Stanleyville on the Upper Congo River. They took five months to reach Lake Albert on the
White Nile, about five hundred miles from Fashoda, but by then, their soldiers were so angry at their pace and treatment that they mutinied on March 18, 1897. Many of the Belgian officers were killed and the rest were forced to flee.



Introdução


Em 1890, os europeus haviam estabelecido suas reivindicações sobre todas as terras costeiras da África, exceto Marrocos (independente)e Libéria (independente sob proteção dos EUA). A Etiópia permaneceu independente no interior da África Oriental, assim como as duas Repúblicas Bôeres e alguns estados africanos na África do Sul. As principais potências europeias ameaçaram todos eles, continuando a reivindicar e tentando dividir o que restava da África. O maior prêmio restante era a bacia do Congo, que recebeu status especial no Congresso de Berlim como o "Estado Livre do Congo". Era administrada por uma associação internacional liderada pelo Rei Leopoldo II da Bélgica, um país cuja neutralidade era garantida pelo tratado de 1839 que a criou. A outra grande região não reivindicada ficava no
Vale do Alto Rio Nilo (atual Sudão e Uganda).

A atenção nessas áreas foi focada por dois planos imperiais rivais. Os britânicos imaginaram um império africano que se estendia da Cidade do Cabo, ao sul, até o Cairo, ao norte. Embora a criação da África Oriental Alemã (atual Tanzânia, Burundi e Ruanda) e do Estado Livre do Congo parecessem bloquear o caminho, a ideia permaneceu uma ferramenta poderosa para os políticos britânicos que queriam angariar apoio interno para a expansão imperial. Os imperialistas franceses tinham seus próprios sonhos de um império transafricano que se estendesse de Dacar (Senegal), a oeste, até Djibuti (no Mar Vermelho), a leste. Mas os dois sonhos eram incompatíveis, pois precisavam cruzar algum lugar. Apenas um país poderia esperar conseguir o que queria, então, enquanto continuassem a buscar um império transafricano, o conflito era inevitável.


Os esforços britânicos para alcançar o Vale do Alto Nilo começaram com a expedição para socorrer Gordon e sua guarnição egípcia em Cartum, em 1885. O esforço fracassou e o Vale do Alto Nilo permaneceu em estado de rebelião pela década seguinte. Em 1895, tudo o que restava da autoridade egípcia no Vale do Alto Nilo era um posto britânico no Mar Vermelho em Suarkin e uma guarnição egípcia na província de Equatória, bem ao sul, perto do Quênia. Enquanto isso, os franceses permaneciam irritados com a ocupação britânica do Egito em 1882 e com a recusa em honrar a promessa de retirada assim que a ordem fosse restaurada. Em fevereiro de 1895, um membro do parlamento francês e líder da facção "pró-colonial" instou seus colegas a aprovar um avanço em direção ao Nilo a partir de sua extremidade sul, a menos que os britânicos com Drew. Quando a notícia do interesse francês chegou à Grã-Bretanha, um membro do parlamento declarou, um mês depois, que todo o Vale do Nilo pertencia aos britânicos. No final do ano, a corrida começou para ver quais europeus seriam os primeiros a reivindicar o Vale do Alto Nilo.


Os italianos saíram na frente de seu posto avançado eritreo em Massawa, no Mar Vermelho, mas a derrota para os etíopes em Adowa, em março de 1896, pôs fim à sua tentativa. Em setembro de 1896, o Rei Leopoldo, líder oficial do Estado Livre do Congo, despachou uma enorme coluna de 5.000 soldados congoleses equipados com artilharia em direção ao Rio Nilo Branco, partindo de Stanleyville, no Alto Rio Congo. Levaram cinco meses para chegar ao Lago Alberto, no Nilo Branco, a cerca de 800 quilômetros de Fashoda, mas, a essa altura, seus soldados estavam tão irritados com o ritmo e o tratamento que se amotinaram em 18 de março de 1897. Muitos oficiais belgas foram mortos e os demais foram forçados a fugir.

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rld History The Fashoda Incident
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de J Jones · Citado por 3 — By 1895, all that remained of Egyptian authority in the Upper Nile Valley was a British post on the Red Sea at Suarkin and an Egyptian garrison in the province . 

in https://www.mrtredinnick.com/uploads/7/2/1/5/7215292/the_fashoda_incident.pdf 

 

Le Petit journal. Supplément du dimanche 

"Le Petit Journal " 28 mai 1899

https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/cb32836564q/date1889

Titre :  Le Petit journal. Supplément du dimanche
Éditeur  :  [s.n.] (Paris)
Date d'édition :  1899-05-28
Notice du catalogue :  http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb32836564q
Type :  texte
Type :  publication en série imprimée
Langue  :  français
Format :  Nombre total de vues : 13737
Description :  28 mai 1899
Description :  1899/05/28 (Numéro 445).
Droits  :  Consultable en ligne
Identifiant :  ark:/12148/bpt6k7163321
Source  :  Bibliothèque nationale de France
Conservation numérique :  Bibliothèque nationale de France
Date de mise en ligne  :  06/02/2011

 

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segunda-feira, 4 de agosto de 2025

José Augusto de Castro, Guarda – nasceu a 22 de Janeiro de 1862, Coimbra, onde morreu a 13 de Maio de 1942

 


Para a Lucta -  José Augusto de Castro - Lisboa, 1910

em :

A Águia , Portugal 15.12.1910


Surge este livro, ao povo português dedicado, numa época bem diferente daquela em que o seu autor o concebeu e trabalhou.
Livro de luta intensa e de combate, os brados de revolta que nele acesamente vibram nada perdem, todavia, da sua oportunidade, nem o seu calor menos aquece aqueles que o lêem e compreendem, solidarizando-se com o espírito revoltado do Poeta e com as suas largas e humanas aspirações de Verdade e Justiça.
Esses versos, em que, não obstante o fogo de indignação que os incendia, perpassa um emocionado sopro de piedade pelos opressos e humildes, flagelam altivamente, com a indômita irreverência dum rebelde que nenhuma transigência entibia, todas as opressões e iniquidades.
É um incitamente ás almas ainda não corrutas, impelindo-as á luta aberta e sem tréguas a todas as proteiformes encarnações da Mentira e do ódio, derrubando ídolos e desconjuntado os tronos dos Tiranos, que ao seu despotismo o homem secularmente acorrentaram, humilhando e envilecido.
Estes livros são precisos. Nas épocas críticas de desfalecimento e de descrença, quando a nacionalidade ameaçaria subverter-se, por falta de coesão cívica e pela pulverização da consciência colectiva, é necessária uma voz que desperte e abale as dormentes energias do Povo, e quem senão o Poeta poderia tal obra empreender.
Não é o Poeta, pela sua mais sensível vibratilidade, quem melhor pode compreender a alma do Povo e que mais intimamente com ela pode comunicar, concentrando na sua voz todos os clamores de justiça e todas as imprecações de Odio dos que da vida só conhecem a face dura e hostil, eternas vítimas de todas aes misérias, esmagados ao peso de todos os depotismo e escanercido spelas mais vis simulações do Direito?
O Poeta não deve isolar-se dentro da doirado torre do seu idealismo, nem deve esterilizar-se o seu sentimento nos temas gastos num emotivismo estritamente pessoas. Acorda, é o tempoQ clamava o claro espirito que o nome de Antero imortalizou.
E ao poeta que dorme, á sombra dos cedros seculares, longe do fragor da luta em que seus irmãos combatem, que ele indita, lançando-o para a solidariedade viril da refrega e dele fazendo o soldado heroico do Futuro.

     
..... E dos raios de luz do sonho puro
            Sonhador, faze espada do combate!


Não há miséria que não comova a alma do poeta que estas linhas inicialmente motiva, nem torpeza que lhe arranque os brados mais altivos de indignação. A Pátria ameaça sumir-se no abismo q que a arrasta, perante a impassível indiferença dom povo apático, a doirada coorte dos que aos seus destino lançaram a polúida e criminosa mão? Apagaram-se com repulsivos borrões de lama todas as fúlgidas glórias dum passado grande e belo? Completou  o jesuíta a obra de depressão, amarfanhando as energias vitais duma raça heroica e prostituindo as sublimidades nobilitantes do pensamento Humano.

       
 Envolvendo a Razão na mortalha da Fé- !

Choram crianças a fria miséria da sua orfandade, vagueira pela sombra mulheres, escondendo a vergonha da sua situações, ouvem-se gritos de famintos, gemidos de pobres serem que nunca conheceram o calor dum beijo ou o conchego dum lar? Há miséria luto, dor, hipocrisia ou torpeza? O Poeta ergue-se altaneito e insubmisso e da sua alma rebelde, que um sonho grandioso duma larga era de universal felicidade ilumina e aquece, irrompe.

       
 Um brado atroador de eterna maldição!

Ao Povo se dirige o Poeta, e, na verdade  só a ele vale a pena alguém dirigir-se, pois só ele conserva ainda na rudeza da sua alma incorreta a chama da fé e o entranhado ódio a mentira e as maquinações ignominiosas dos tiranos. Do Povo surgem as energias redentoras no momento decisivo da luta.


O Poeta teve ainda a felicidade de poder cantar o triunfo da República
* no mesmo livro onde impiedosamente flagelava a criminosa baixeza dum regime caracterizadamente reaccionário, que obrigada a estulta pretensão de opor-se a corrente impetuosa do Progresso. As suas palavras são todavia ainda de inditamento e de combate, pois que a obra a que o poeta aspira não está senão esboçada.
Temos de lutar constantemente, sem desfalecimento nem fáceis ilusões de triunfo, até que a liberdade não seja uma palavra vã e sobre a terra se estabeleça uma época feliz de paz e de fraternidade, norteados os homens pelos ditames da sua consciência esclçrecida e sendo a Verdade e a Justiça os grandes principios reguladores da vida colectiva. Uma utopia, um sonho do Poeta, visionador de irrealizáveis fantasias? Não, por certo. Para o futuro caminhamos, lutando, esclrecendo, educando, e agora que já nos não atravanca o caminho o estorvo da monarquia, com todo o seu sistema organizado de correção e reacionarismo, mais facilmente podemos romper pela estrada, além da qual esplende essa ideal primavera que o nosso sonho concebe e o nosso esforço acalente. É o poeta ainda que impele a luta, bradando ao Povo as palavras de combate incitando-o, pondo-lhe deante dos olhos a visão radiosa desse ideal futuro.....


* Baia, Proclamação da Repúclica no Brasil

in  

"Os seus primeiros trabalhos jornalísticos são escritos na Baía, cidade onde singrou no ramo" 

Jean-Jacques Rousseau (Genebra, 28 de junho de 1712 – Ermenonville, 2 de julho de 1778),



Jean-Jacques Rousseau (Genebra, 28 de junho de
1712 – Ermenonville, 2 de julho de 1778),

 fonte:

https://daten.digitale-sammlungen.de/0001/bsb00010207/images/index.html?fip=193.174.98.30&seite=11&pdfseitex=

https://daten.digitale-sammlungen.de/0001/bsb00010207/images/index.html?fip=193.174.98.30&seite=45&pdfseitex= 

 

domingo, 3 de agosto de 2025

CATHERINE SEYTON (O ABADE).Personagem ficticia do Romance Histórico de Walter Scott.




(O ABADE).

O claustro está silencioso e sombrio; urtigas crescem nos pátios;
a grama cresce tristemente através das lajes da capela; as celas estão desertas; os santos e anjos de pedra que decoravam e santificavam o piedoso edifício jazem no chão, mutilados e em ruínas.
Santa Catarina de Sena, padroeira do convento, a horda herética dos soldados de Murray derrubou sua imagem! As piedosas freiras, suas servas e suas filhas fugiram à sua aproximação, como tímidas toutinegras ao grito feroz da águia-pesqueira ou do abutre.

Duas mulheres permaneceram no claustro e habitam sua lamentável solidão; uma está triste como estes grandes pátios desertos e esta capela despojada de seus santos; a severidade da idade une-se nobremente, em seu rosto pálido, à melancolia do infortúnio. Ela chora pela impiedade dos homens e pelos lugares sagrados profanados. A outra é uma jovem que ri como uma flor de maio. Sob a vestimenta simples que a cobre, vislumbra-se um corpo gracioso e encantador; dois pés esbeltos e adoráveis, como aqueles dados às suas afilhadas pelas fadas, atraem e cativam o olhar; seus olhos azuis-celestes têm vivacidade.

 
Galerie des femmes de
Walter Scott, quarante deux portraits accompagnés chacun d'un portrait littéraire

https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b8600213v/f63.item


Titre :  Galerie des femmes de Walter Scott, quarante deux portraits accompagnés chacun d'un portrait littéraire
Éditeur  :  Marchant, A. Dupont ; Rittner et Croupil (Paris)
Date d'édition :  1839
Notice du catalogue :  http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb333996438
Type :  monographie imprimée
Langue  :  français
Format :  In-4°
Format :  Nombre total de vues : 266
Format :  application/epub+zip
Description :  Avec mode texte
Droits  :  Consultable en ligne
Identifiant :  ark:/12148/btv1b8600213v
Source  :  Bibliothèque nationale de France, département Réserve des livres rares, RES-Y2-1098
Conservation numérique :  Bibliothèque nationale de France
Date de mise en ligne  :  03/05/2010
CATHERINE SEYTON 

Venezia Trattato nuovo delle cose maravigliose dell'alma città di Roma. Spanish/ tÁ CERTO O NOME DO ARQUIVISTA = gUERRA DIGITAL, RS Será que o sobrenome dele é Guerra?

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