domingo, 3 de agosto de 2025

Felice Napoleone Canevero (né le 7 juillet 1838 à Lima, au Pérou et mort le 30 décembre 1926 à Venise, dans le royaume d'Italie)

  


 

Felice Napoleone Canevaro Fonctions: Ministre des Affaires étrangères du
royaume d'Italie. 29 juin 1898 – 14 mai 1899, (10 mois et 15 jours)
Monarque Humbert Ier Premier ministre Luigi Pelloux
Législature XXe Prédécesseur Raffaele Cappelli
Successeur Emilio Visconti-Venosta Ministre de la Marine du royaume d'Italie
1er juin 1898 – 29 juin 1898, (28 jours). Premier ministre Antonio di Rudinì
Législature XXe, Prédécesseur Alessandro Asinari di, San Marzano, Successeur Giuseppe Palumbo
Sénateur du royaume d'Italie,Felice Napoleone Canevaro.

Felice Napoleone Canevero (né le 7 juillet 1838 à
Lima, au Pérou et mort le 30 décembre 1926 à Venise,
dans le royaume d'Italie) 

 

Fonte:

https://fr.wikipedia.org/wiki/Felice_Napoleone_Canevaro 

imagem fotografia onde se encontra


La Vie illustrée : journal hebdomadaire
https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bd6t51199685v/f1.planchecontact#

itre :  La Vie illustrée : journal hebdomadaire
Éditeur  :  Juven (Paris)
Date d'édition :  1898-10-20
Notice du catalogue :  http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb32889048v
Type :  texte
Type :  publication en série imprimée
Langue  :  français
Description :  20 octobre 1898
Description :  1898/10/20 (A1,N1).
Droits  :  Consultable en ligne
Identifiant :  ark:/12148/bd6t51199685v
Source  :  Bibliothèque nationale de France, département Littérature et art, FOL-Z-794
Conservation numérique :  Bibliothèque nationale de France
Date de mise en ligne  :  11/06/2023 
 

Ritter Christoph von Gluck. Ola sr. Gluck prazer em conhece - lo.( como fez isso?)

 


IX. Ritter Christoph von Gluck

O músico EITOR BERLIOZ (anteriormente)

você gosta deste livro? (como é que eu cheguei neste livro?) como cheguei neste livro, buscando arquitetura, rs!

Mencionado aqui em Eitor Berlioz! que amava Gluck 

O Músico Eitor Berlioz (Hector Berlioz), lembra da história do cara que o pai queria que ele fosse médico, ele fugiu e se tornou músico?

https://www.blogger.com/u/2/blog/post/edit/2440002276847656293/2512908609727278625 

https://bildsuche.digitale-sammlungen.de/index.html?c=viewer&kategoriennummer=1&bandnummer=

bsb00016004&pimage=00139&zeitintervall_von=1013&zeitintervall_bis=1945&einzelsegment=&l=de 

 Anton Schweizer 1737in: Portraite der berühmtesten Compositeurs der 1813

https://daten.digitale-sammlungen.de/0001/bsb00010207/images/index.html?fip=193.174.98.30&seite=11&pdfseitex= 

Lipowsky, Felix Joseph / Winter, Heinrich E. [Illustrator]: Portraite der berühmtesten Compositeurs der Tonkunst, [München], [1813-1821] 

 X. RITTER CHRISTOPH von GLUCK

nasceu em 14 de fevereiro de 1712, em Weidlwang, tribunal distrital de Auerbach, no Alto Palatinado. Em sua juventude, foi a Praga para estudar e, mesmo assim, obteve grande reconhecimento por sua habilidade com diversos instrumentos. Sua grande paixão pela composição o levou a abandonar a carreira acadêmica e se dedicar inteiramente à música. Para aprofundar seu desenvolvimento artístico, viajou para a Itália e apresentou sua primeira ópera em Milão. Em 1742, sua ópera Demetrio foi apresentada com aclamação da crítica no Teatro Samuele, em Veneza. Em seguida, aventurou-se em uma rápida viagem à Inglaterra e teve sua ópera La Caduta de'Giganti apresentada em Veneza em 1742. Em Viena, escreveu as óperas Orfeu e Alceste, em 1764, e depois Elena e Paride, o famoso drama que foi tão bem recebido no casamento do Rei José II, em 1765.
Recebeu grande aclamação. Em 1772, musicou a ópera Iphigenie en Aulide para o teatro parisiense, recebendo aclamação geral e um triunfo completo sobre seus oponentes Lully e Rameau. Esta ópera foi apresentada com casa cheia 165 vezes em Paris até 1782. Por sua bela música, o Rei da França concedeu-lhe uma pensão anual de 60.000 florins. Mas agora, a pedido do Imperador, ele deixou Paris, após ter acumulado uma fortuna de 30.000 florins, e retornou a Viena, onde morreu de apoplexia como Kapellmeister Imperial em 15 de novembro de 1787. De seus primos, vários dos quais foram gravados em cobre em Londres, Paris, Berlim, etc., os seguintes ainda são famosos: 11 Triomfo di Clelia; Artamene; Semiramide; 11 Parnasso Confuso; e os Peregrinos de Meca, com poesia alemã, que opera em Viena.

foram executadas pela primeira vez. A música de suas óperas exala simplicidade, o canto expressa a emoção com precisão, a declamação é observada com precisão, ele introduziu instrumentos de sopro com mais frequência, dando assim às suas obras uma nova aparência e um novo conteúdo, fez uso diligente de coros e evitou, com razão, os gargarejos, cadências e da capos excessivos em árias; em suma, Ritter von Gluck é o homem que primeiro demonstrou o conteúdo e a expressão da música operística. (Riedl sobre a música de Ritter Gluck (Viena 1775) Bofslersche Zeitungen. Ano 1788, 8.157. Neues Tonkünst de E.L. Gerber]. Lexik. (2ª ed.) Th. 11, p. 344. F. J. Lipowski-Baier, Musiklexik. 8.91.)

 X. RITTER CHRISTOPH von GLUCK,

wurde den 14. Februar 1712 zu Weidlwang Landgerichts Auerbach in der Oberpfalz geboren. Er begab sich in seiner Jugend nach Prag um dort zu studieren, und erwarb sich damals schon durch seine Fertigkeit auf verschiedenen Instrumenten grofsen Beifall. Seine grofse Neigung zur Tonsetzkunst bewog ihn die Wissenschaften zu verlassen, und sich ganz der Musik zu weihen. Um sich zu vervollkommnen, trat er eine Reise nach Italien an, und führte zu Mailand seine erste Oper auf. Im Jahre 1742 wurde in Venedig seine Oper Demetrio auf dem Theater Samuele mit allem Beifalle gegeben, und nun wagte er einen raschen Flug nach Engeland, und liefs in 2. don seine Oper La Caduta de’Giganti i. J. 1742. aufführen. In Wien schrieb er 1764 die Opern Orfeo, und Alceste, dann Elena eParide, jenes berühmte Drama, das 1765 bei der Vermählungsfeier K. Josephll. so grofsen Beifall erhielt. Im Jahre 1772 setzte er für das Pariser Theater die Oper Iphigenie en Aulide, in Musik, erhielt allgemeinen Beifall und einen vollen Triumph über seine Gegner Lully und Rameau. Diese Oper wurde bei vollem Hause 165 Mal in Paris bis zum Jahre 1782 aufgeführt. Für seine schöne Musiken verlieh ihm Frankreichs König eine jährliche Pension von 6ocooLiv. Aber nun verliefs er auf Verlangen des Kaisers Paris, nachdem er sich ein Vermögen von 30000fl. gesammelt hatte, und kehrte nach Wien zurücke, wo er als k. k. Kapellmeister den 15. Nov. 1787 am Schlagflusse gestorben ist. Von seinen Base, deren mehrere zu London, Paris, Berlin etc. in Kupfer gestochen worden, sind noch berühmt: 11 Triomfo di Clelia; Artamene; Semiramide; ll Parnasso confuso, und die Pilgrimme von Mekka, mit deutscher Poesie, welche Opern zu Wien
zum ersten Mal aufgeführt wurden. Die Musik seiner Opern athmet Simplizität, der Gesang spricht richtig die Empfindung aus, die Deklamation ist genau beobachtet, er führte die Blasinstrumente häufiger ein, una gab so seinen Arbeiten ein neues Ansehen , einen neuen Gehalt, er machte fleifsig Gebrauch von Chören,, und vermied mit Recht in Arien die allzuvielen Gurgeleien, Cadenzen und Da Capos; kurz Ritter von Gluck ist der Mann, der zuerst zeigte, von welchem Gehalte und Ausdrucke eine Oper- Musik seyn sollte. (Riedl über die Musik des Ritter Gluck (Wien 1775) Bofslersche Zeitungen. Jahrg. 1788 8.157. E.L. Gerber’s neues Tonkünst]. Le-

xik. (2. Aufl.) Th.11. S. 344. F. J.Lipowski baier, Musiklexik. 8.91.)






 

Huguette Duflos (Hermance Hert) , née Hermance Joséphine Meurs le 24 août 1887 à Limoges et morte le 12 avril 1982 edição lunapic de gratis


 


a última é pelo chat gpt fica bonito mas não é a mesma imagem, dá pra brincar descubra os 1 milhão de erros. E ele o chat brigou comigo outro dia pedi ele me mandou uma esculhambação tão grande que desisti. Faz dias não uso.

 

 https://fr.wikipedia.org/wiki/Huguette_Duflos

Huguette Duflos (Hermance Hert) , née
Hermance Joséphine Meurs le 24 août 1887 à
Limoges et morte le 12 avril 1982

Charles Auguste Émile Durand - Carolus Duran Lille, 4 de julho de 1837 — Paris, 17 de fevereiro de 1917.

 


CAROLUS-DURAN. — EN FAMILLE. (Beaux-Arts)

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Carolus-Duran
Charles Auguste Émile Durand (Lille, 4 de julho de 1837
— Paris, 17 de fevereiro de 1917), dito Carolus-Duran, foi
um pintor francês.

02 de maio de 1902
https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bd6t512178975/f14.planchecontact.r=vIE%20Illustree
https://www.geni.com/people/Charles-%C3%89mile-Auguste-Durand-dit-Carolus-Duran/6000000021429447999#/tab/media
https://www.geni.com/people/Pauline-Croizette/6000000021428747736
Titre :  La Vie illustrée : journal hebdomadaire
Éditeur  :  Juven (Paris)
Date d'édition :  1902-05-02
Notice du catalogue :  http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb32889048v
Type :  texte
Type :  publication en série imprimée
Langue  :  français
Description :  02 mai 1902
Description :  1902/05/02 (A5,N185).
Droits  :  Consultable en ligne
Identifiant :  ark:/12148/bd6t512178975
Source  :  Bibliothèque nationale de France, département Littérature et art, FOL-Z-794
Conservation numérique :  Bibliothèque nationale de France
Date de mise en ligne  :  16/07/2023

 


M. Carolus Duran. Peintre : [photographie, tirage de démonstration] / [Atelier Nadar]
Atelier Nadar. Photographe
https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b53247936r

titre :  M. Carolus Duran. Peintre : [photographie, tirage de démonstration] / [Atelier Nadar]
Auteur  :  Atelier Nadar. Photographe
Date d'édition :  1886
Sujet :  Carolus-Duran (1837-1917) -- Portraits
Sujet :  Portraits de studio -- 20e siècle
Relation :  Extrait de : [Album de référence de l'Atelier Nadar. Vol. 75]
Notice du catalogue :  http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb47060818z
Type :  image fixe
Type :  photographie
Langue  :  français
Format :  1 photogr. pos. sur papier albuminé : d'après...
Format :  image/jpeg
Format :  Nombre total de vues : 1
Droits  :  Consultable en ligne
Identifiant :  ark:/12148/btv1b53247936r
Source  :  Bibliothèque nationale de France, département Estampes et photographie, NA-240 (3)-FT 4
Conservation numérique :  Bibliothèque nationale de France
Date de mise en ligne  :  04/12/2023 

 [Carolus-Duran dans son atelier] / [non identifié]
https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b10845338s

 Titre :  [Carolus-Duran dans son atelier] / [non identifié]
Date d'édition :  1895
Sujet :  Carolus-Duran (1837-1917)
Sujet :  Peintres
Sujet :  Ateliers d'artistes
Sujet :  Portraits d'intérieur -- 1870-1913
Notice du catalogue :  http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb42425231w
Type :  image fixe
Type :  photographie
Format :  1 photogr. pos. sur papier albuminé d'après un...
Format :  image/jpeg
Format :  Nombre total de vues : 1
Description :  Collectionneur : Sirot, Georges (1898-1977)
Droits  :  Consultable en ligne
Identifiant :  ark:/12148/btv1b10845338s
Source  :  Bibliothèque nationale de France, département Estampes et photographie, EN-1 (CAROLUS-DURAN)-BOITE FOL B
Conservation numérique :  Bibliothèque nationale de France
Date de mise en ligne  :  13/07/2025

 

Charles Auguste Émile Durand, mais conhecido como Carolus-Duran, nasceu em Lille em 4 de julho de 1837. Filho do dono de uma fábrica de telas, demonstrou desde cedo uma forte inclinação para as artes. Iniciou seus estudos artísticos na Academia de Lille, onde foi treinado pelo escultor Augustin-Phidias Cadet de Beaupré e pelo pintor François Souchon.

Mlle MITZY DALT1, DE L’ODÉON, DANS POINT DE LENDEMAIN, DE M. PAUL HERVIEu

 

 

 

 

Fonte:

https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bd6t512178263/f7.planchecontact.r=%22Lucy%20G%C3%A9rard%22#
La Vie illustrée : journal hebdomadaire
Titre :  La Vie illustrée : journal hebdomadaire
Éditeur  :  Juven (Paris)
Date d'édition :  1901-12-19
Notice du catalogue :  http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb32889048v
Type :  texte
Type :  publication en série imprimée
Langue  :  français
Description :  19 décembre 1901
Description :  1901/12/19 (A4).
Droits  :  Consultable en ligne
Identifiant :  ark:/12148/bd6t512178263
Source  :  Bibliothèque nationale de France, département Littérature et art, FOL-Z-794
Conservation numérique :  Bibliothèque nationale de France
Date de mise en ligne  :  16/07/2023 

 

Esta mesma fotofrafia se encontra aqui na Biblioteca digital da Espanha BDH

https://bdh-rd.bne.es/viewer.vm?id=0000052804 

O músico EITOR BERLIOZ, HEcror BERLIOZ. vers 1863. H. 23,5 cm; L. 16,5 em. B.N., Est. Nom inscrit de la main de Nadar,

 

 


 O TEXTO ESTÁ TRUCADO POIS COPIADO DIRETO DA REVISTA.

E PERDI O ALBUM DE FOTOFRAFIA DOS ILUSTRES CRI ABERTA MAS FECHEI E AGORA, JÁ FUI DIRETO NO SISTEMA MAS SÃO MILHARES DE ITENS PARA ENCONTRAR O QUE DÁ NO MESMO BUSCAR. 

 Quando, aos 19 anos, Eitor Berlioz foi para Paris estudar medicina, eram bem rudimentares os conheci| mentos de técnica musical de quem ia, em breve, fazer na música uma assombrosa revolução
solfejava quando muito, e tocava... viola, mas le| vava consigo a maravilhosa intuição || do gênio.

Estava-se, em pleno romantismo.
ra a época das emoções, das lutas, dos furores, dos arrebatamentos, da dedicação, sem limites, à arte. (Teófilo Gautier.)

«Les môres inquittes avaient mis au monde une géntration ardente, púle, nerveuse,. coeur les esprits exaltês, souffrants, toutes | les âmes expansives qui ont besoin | |

de Pinfini plitrent la téte, en pleu rant; ils s'enveloppérent de réves maladifs et Pon ne vit plus que de || fréles roseaux sur unvocein d'amer|| temer. (A. Musset. Confession d'un

 enfant du siêde)..... e Berlioz foi bem a encarnação do seu tempo. Essa estranha vida que os escritores representavam nas suas obras, viveu-a êle,

Desde os 12 anos que o amor o lança na exaltação e no sofrimento, e essa dolorosa loucura do amor acompanhá-lo-á até ao leito de morte.

«Le vertige me prit et ne me quitta plus. Je mesperais rien,..... je ne sa

vais rien, mais Téprouvais au cur une douleur profondes. (Memórias, tômo 10.) à Estudante de medicina por imposição do pai, confranjia-se, Orrorizava-o à ideia de que ia dissecar cadáveres, ver operações mor, «uosas, & ouvir o estertor doravoir pastes, êle. que já sonhava ssse ant aimtitter Vempyrée pour loven, ou S) de la terret» ! aimé peutiéireEssa onive ne men console p.rdo,

 Realizar-se, quando Berlioz, que nunca pusera os pés numa sala de espetáculo, caiu numa noite, em plena  ópera.
  

Não erm ainda Glúck, eram as Danaides de Salieri; mas a pompa e o brilho do espectáculo, a marcha armoniosa da orquestra e o talento patético da principal intérprete(a célebre M.”* Branchu) levaram àquela alma de entusiasta ardente uma grande perturbação.

«pétais comme un jeune homme aux instincts navigatenrs, qui n'ayant jamais vu que les nacelles des lacs-de ses montagnes, se trouverait brusquement sur un vaisseau à trois ponts en pleince mer.

Je ne dormis guéxe, on peu le croire, la nuit qui suivit cette réprésentation et la leçon d'anatomie di lendemain se vessentit de mon insomnic»,

Ressentiu-se, e para sempre, porque a Opera será desde então a sua obsessão. .

A anatomia ser-lhe-4 odiosa e passará, oras inteiras, à tarde, a reflectir

“estudos e as suas aspirações. (Memórias, 1º volume). A Opera fascina-o. Volta uma, muitas noites. A sua exaitacão é indescritível. Lê biografias de

=D músicos; lê a biografia de Gliick, , apaixona-se por Gliick e detesta Piccini. Sente uma antipatia profunda

Teatro-italiano.

Que conhece de Ghick, contudo, - êsse jovem entusiasta?. +.» A bios

O rrafia. Mas Gliick exerce no seu

espírito uma atracção inesplicável; é

um impulso misterioso que o leva

com a intuição do génio, pressente luminosas,

A biblioteca do Conservatório está aberta a toda a gente e lá poderá estudar as obras de
Gliick, dizem-lhe, e Berlioz não resiste. Entra no Conservatório para nunca mais voltar á Escola de Medicina, A sua educação é miserável, mas a sua vontade é sobre-umana. Lê e relê as partituras de Gliick, quer e compreender, e consegue-o!

Mas não se contenta em lê-las; decora-as! Glúck faz-lhe perder o sono; esquece-se de comer e de beber; delira, N dia em que vê, enfim, “a em Aulida, a

na triste contradição entre os seus |

pelos italianos e compraz-se em fazer || ir pelos ares, na sua imajinação, o

para rejives do desconhecido que êle, ||



Não erm ainda Glúck, eram as Danaides de Salieri; mas a pompa e o brilho do espectáculo, a marcha armoniosa da orquestra e o talento patético da principal intérprete(a célebre M.”* Branchu) levaram àquela alma de entusiasta ardente uma grande perturbação.

«pétais comme un jeune homme aux instincts navigatenrs, qui n'ayant jamais vu que les nacelles des lacs-de ses montagnes, se trouverait brusquement sur un vaisseau à trois ponts en pleince mer.

Je ne dormis guéxe, on peu le croire, la nuit qui suivit cette réprésentation et la leçon d'anatomie di lendemain se vessentit de mon insomnic»,

Ressentiu-se, e para sempre, porque a Opera será desde então a sua obsessão. .

A anatomia ser-lhe-4 odiosa e passará, oras inteiras, à tarde, a reflectir

“estudos e as suas aspirações. (Memórias, 1º volume). A Opera fascina-o. Volta uma, muitas noites. A sua exaitacão é indescritível. Lê biografias de

=D músicos; lê a biografia de Gliick, , apaixona-se por Gliick e detesta Piccini. Sente uma antipatia profunda

Teatro-italiano.

Que conhece de Ghick, contudo, - êsse jovem entusiasta?. +.» A bios

O rrafia. Mas Gliick exerce no seu

espírito uma atracção inesplicável; é

um impulso misterioso que o leva

com a intuição do génio, pressente luminosas,

A biblioteca do Conservatório está aberta a toda a gente e lá poderá estudar as obras de Gliick, dizem-lhe, e Berlioz não resiste. Entra no Conservatório para nunca mais voltar á Escola de Medicina, A sua educação é miserável, mas a sua vontade é sobre-umana. Lê e relê as partituras de Gliick, quer e compreender, e consegue-o!

Mas não se contenta em lê-las; decora-as! Glúck faz-lhe perder o sono; esquece-se de comer e de beber; delira, N dia em que vê, enfim,

 e à noite ao sair da ópera, sob uma emoção esmagadora, jura que será músico, seja-o, embora, contra pai, mãe, tios, tias, avós. e amigos. (Memórias, tômo 1.º, capítulo V.) Este juramento vai custar-lhe provações eroicas, mas anima-o o fogo sagrado.

O. culto da música torna-se para êle um culto divino'e nisso é faná-

tico. Gasta na Opera a sua magra ||

mesada de estudante, As representações são solenidades para que se prepara, pela leitura e pelo estudo febril das obras que vai ouvir. Com

| alguns habituês da geral, forma o grupo dos fanáticos. Reanima o fer-

vor da seita «, des prédications dignes des sa: ER -simos E

A sua ânsia de proselitismo vai até pagar os lugares dos tímidos e dos indecisos e leva-os ao teatro, de vontade ou... á fôrça!

São os seus omens; recomendalhes que cheguem cedo e escolhelhes os melhores lugares que variam para cada ópera, e até para cada cenário.

Tira então do bolso o dibretto, e, antes de subir o pano, lê e comenta o assunto; canta à seguir as passajens mais salientes, esplica os processos de instrumentação e «fanatise

| Pavance ses ouailles (Edmond Hip-

peau: «Berlioz et son temps»). Aplaude com frenesi coisas belas em que mais ninguem repara, ou

invectiva os atentados que músicos e | | cantores cometem, alterando as obras |

do mestre.

Quem se atreve a emendar Glick?

E" um doido que causa escândalo!

Belo e santo entusiasmo de que os filisteus se rirão, mas que alguém comoverá.

Podia este omem atrasado no fogo da arte deixar de vir a ser um grande artista criador?

Não é faculdade maravilhosa do génio transpor o insuperável e seguir o seu destino?

Mas Berlioz teve de transpor, na verdade, o insuperável.

Conselhos, suplicas, admoestações, ameaças de seu pai, que êle, no entanto, amava muito, encontram-no inabalável. E'-lhe tirada a mesada e ele faz-se corista num teatro de ope-

reta, para não morrer de fome, O seu |

espírito é já um vulcão, mas quando em breve se lhe revelarem Weber e Beethoven, ao mesmo tempo que Gethe e Shakespeare, aquele espírito, bem grande, sentir-se-á cheio.

« Cétait le temps des grands enthowsiasmes, des grandes passions musi-

ales, des longues réveries, des joies infinies inexprimables».

Aneisprimíveis por palavras, mas na música sente êle a sublime linguajem dos sentimentos e das paixões.

Vem-lhe então a necessidade imperiosa de por sua vez compôr óperas, compôr sinfonias, e tem a certeza de que fará coisas belas, arrebatadoras, mas, facto doloroso, reconhece. que não sabe escrever.

Momentos: de angústia, mas não de desánimo. Aprenderá, e entra no Conservatório, Quere começar pelo fim e vai para o curso de composição de Lésueur; dizem-lhe, porém, que não sabe fuga e contraponto, nem mesmo armonia e que é indispensável aprender isso. Berlioz estuda com entusiasmo, porque tem pressa de ser músico, mas reconhece, em breve, a chateza das formas convencionais e das «teorias antediluvianas » (memórias) e indispõe-se com os professores que viam nêle um Z»reverente, Concorre ao prémio de composição e é eliminado nas provas preparatórias de fuga e contraponto, e só depois de concorrer quatro vezes, obtém, aos 27 anos, o desejado primeiro prémio que êle só queria por ser a sua consagração como músico perante a familia e o subsídio do govêrno para viajar na Itália e na Alemanha,

A” muito, todavia, que rompeu com o ensino oficial, Os seus mestres são Gliick, Weber e Beethoven e os seus inspiradores: Verjílio, Gasthe e Shakespeare! que emoção! e que paixão tumultuosa lhe inspira Miss Smithson, a fair Ophelia que a seus olhos incarnava o génio do poeta!

«Melancholie, aliliction, Jrénési e enfer méme, elle donne à tout je ne

|| sais quel charme et quelle grácetm

Esse amor é um grande e sublime

' momento na sua vida, «O mais belo

fenómeno que se conhece no romantismo vivido» (Julien Fiersot). A exaltação daquela alma em que tudo era tão grande, chega-ao parocsismo; Erra pelas ruas de Paris, foje pelos campos, passa noites á beira do Sena. gelado!

As suas meditações são negras, sente despedaçar-se-lhe o coração, e na sua, vida, como na de Hamlet, à lágrimas, á luto, á catástrofes! Mas dessas catástrofes sai um artista divino e uma obra prima sem precedentes: a Sinfonia-Fantástica !

Berlioz é já mestre, e que mestre!"

Os moldes de Gliúck, de Weber e de Beethoven possui-os êle, não para os imitar, não para os copiar, mas

fazer Os seus, Ê Ele não é o omem de «métier »,

não“Sabe os trucs, não toca piano,

o recebeu a preparação consagrada e isto orroriza os sábios.

Mas é o génio, a intuição, o entusiasmo, a espontaneidade.

Abriu-se para a Música uma nova era e uma nova Arte, insólita e inesperada, e Roberto Schuman, o sombrio, o pessimista Schuman dirá; «é belo e excede Beethoven ».

Ah! Mas êle fala com eloquência divina, e a sua geração. O profanum vulgus quere cavatinas e Berlioz nesse jardim povoado por

«« balbucia, |

macacos, a que chama a bela Itália, |

pouco pôde colher.

Ele defende a causa do Romantismo, êle é o maior dos românticos, mas os seus irmãos não o compreendem; pintores, escultores, e músicos são rossinistas,

A educação musical dos literatos é |

baixa.

Musset é um dilettante furioso do Teatro-ltaliano e Gautier escreve «La musique est de tous les bruits le plus couteux et le plus desagriables tt!

Na Alemanha tem soberbas oras de triunfo. Romeu e Julieta, as Cenas do Fausto, a Sinfonia Fantástica despertam um entusiasmo louco; aplausos intermináveis, abraços, lágrimas, batutas de prata que os seus músicos lhe ofereceram, cartas e coroas enviadas por mãos desconhecidas. Mas as oras de triunfo não compensam as da amargura.

Paris vê nele um homem estraordinário, sim, mas doido, paradocsal, E afinal, Paris tinha razão; êle não era ómem de seu tempo, êle nascera cinquenta anos mais cedo, êle era úmem paradocsal na verdade. A sua instrumentação é guiada por um instinto misterioso € Os seus processos escapam à análise, diz Camille SaintSãens, porque não ezistem; les :: truments paraissent disposés en dépit di sens comun; il semblerait pour emplover Pargot du méticr que cela ne dit pas sonner et'cela sonne merveileusement, » Portraits et Souvenirs).

Paris acolhe com desdém a Conde- ||

nação de Fausto, que cai miserável. mente! (Como isto oje nos parece bárbaro, monstruoso, infame!

daquela soberba Introdução, o Córo |

EM Páscoa, a Cena das marjens do ba, o admirável “final da II Parte, A Balada do pei de Tule, à Invocação à natureza não eram ainda música sublime!?

Um abismo profundo separa então Os nossos sentimentos dos daquela época e dir-se-ia que aqueles omens

não foram nossos ascendentes imediatos, mas abitantes a China primitiva n'um planeta remoto. |

A Condenação de Fausto é acolhida | com desdém e Berlioz que nela pusera todo o seu génio sofre um golpe profundo de que não mais se restabelecerá. Passa pela sua alma uma tristeza mortal. Está pobre e cheio de | dividas, porque, para editar e fazer |

ouvir as suas obras foi preciso gastar ||

muito dinheiro, e elas só endivida- | ram. Sua mulher, Enriqueta Smithson, | a que fôra a fair Ophelia, está | paralítica incurável; seu pai, que êle amava muito, morre e nesse longo período de desolação Berlioz só pode escrever a Marcha Fiúnebre de Hlamlet, em que põe por epigrafe estes versos de Ovídio: | Qui viderit úllas De lacrymis factas sentiet case meia,

A suave Infância de Cristo traz-lhe depois um sucessso, mas Berlioz acha-o calunioso para o resto da sua obra, e finalmente a queda estrondosa dos Troianos, seguida da morte de seu filho único, ê pode dizer-se, à | causa da sua morte, porque Berlioz sucumbiu a uma neurose gastro-intestinal, filha sem dúvida de uma neu-

rastenia. As suas últimas palavras | são um grito de descrença: « Tudo me ||

É indiferente ».

| cialmente dramático vai ficar 0 sin= | foni:

| é baseado numa eresia e á de cair.

| êle disse de Beethoven: «é a música

| volumes de correspondência íntima, | bastariam para fazer uma reputação

| Beethoven, Goethe, Verjílio e Sha-

A acção de Berlioz na música sin-

fónica nenhuma outra tem que a iguale.

Chamou-se a Wagner o músico do. futuro e é curioso ver o que o futuro responde.

Contra o drama wagneriano acen= tua-se uma reacção muito viva e não deixa de ser interessante que do Wagner, reformador do drama musical e a quem chamaram gênio essen-

a, figura bem acentuada, sem dúvida, collossal, mas que, não é menos certo, proceda de Liszt e de Berlioz.

Noutra ordem de ideias, um dos maiores músicos vivos, Camilo SaintSãens tem uma opinião mais radical sôbre a influência que Wagner e Berlioz virão a ter na música do futuro.

Desde que João Bach, diz SaintSãens, fez triunfar a enarmonia com o Clavecin bien tempré as formas da arte foram renovadas, mas êste triunfo

Que ficará então da música actual? pregunta Saint-Sãens, e responde: «Talvez só Berlioz, que não sabia piano e tinha um orror instintivo pela enarmonia; e nisto é êle a antitese de Ricardo Wagner, a enarmonia feita omem!

Em Berlioz, o músico é pois digno de uma admiração escepcional e dele e da sua música podemos dizer o que

de uma esfera superior... zu. ..«

«um Titan, um arcanjo, um trono, uma dominação ; podia e devia mesmo ter parafraseado a apóstrofe do Evanjelho e dizer: omens o que à de comum entre mim e vós?»

Mas, em Berlioz á que admirar o crítico, o primeiro crítico musical da sua época sem contestação, diz GC. Saint-Sáens (Portraits et Sonvenirs), o prosador finissimo duma elegância perfeita e de uma graça ineiscedivel.

Os seus sete volumes de crítica, de viajens, e de memórias, e os dois

literária, O seu amor à arte foi grande e puro e pelos seus pais, Glúck, Weber,

kespeare teve sempre um culto terno e comovente,

A* na última pájina das suas | Memórias estas palavras: «J/ ant me consoler de n'avoir pas cont Virgile, que jeusse tant aimé, O Gliick, ou Beethoven, ou S) qui m'eât aimé peu est vrai que je ne men console pa

Na primeira pájina dos Troianos | escreve: Divo Virgílio, e quando um | “dia a orquesta do príncipe de Hohen- | zollerm ezecuta majistralmente Romeu | é Julieta, que o mestre de capela do principe esclama «não, não, nada á mais belo» que a orquesta se levanta arrebatada e que estala um aplauso | imenso, Berlioz em eistase vê luzir no ar o olhar sereno de Shakespeare | e diz baixinho « Father, are you con- | tent?» (carta a Humberto Fernand, de q de maio de 1863). |

Oje Berlioz está em plena glória, | mas o futuro há de proclamá-lo a |

mais bela e a mais caraterística figura 

de artista do seu tempo, o mais digno de ser amado. Genial como músico, sim; mas a música era apenas a linguajem natural da sua grande alma, dessa alma em que tudo foi estremo: amor e ódio, alegria e tristeza; que sofreu, até ao fim, dores cruciantes e ineiscedíveis, mas que conheceu eistases ignorados; que chorou lágrimas

amargas de tristeza e chorou lágrimas |

duma alegria inefável. E essa alma, tão grande como era,

|| ficou-nos para sempre nas suas obras.

 

 

Portugal 12 de janeiro de 1910 

TExto escrito por João da Silva Figueiredo.

in «A Águia» (http://www.citi.pt/cultura/literatura/poesia/j_g_ferreira/aguia.html). no CITI.

esse que é o problema de cortar eu sei onde está mas quem  mais sabe? 


Imagem do Berlioz, Eitor Berlioz, ou Hector Berlioz 

 [Recueil. Portraits de musiciens et de compositeurs]
https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b8438647v/f31.item.zoom#
itre :  [Recueil. Portraits de musiciens et de compositeurs]
Date d'édition :  1860-1880
Sujet :  Musiciens -- Portraits
Sujet :  Compositeurs -- Portraits
Sujet :  Portraits -- 19e siècle
Notice du catalogue :  http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb40355436b
Type :  image fixe
Type :  photographie
Langue  :  Sans contenu linguistique
Format :  1 album de 50 photographies positives sur papier...
Format :  image/jpeg
Format :  Nombre total de vues : 50
Droits  :  Consultable en ligne
Identifiant :  ark:/12148/btv1b8438647v
Source  :  Bibliothèque nationale de France, département Estampes et photographie, 4-NA-290
Conservation numérique :  Bibliothèque nationale de France
Date de mise en ligne  :  27/06/2011


IX. Ritter Christoph von Gluck

https://daten.digitale-sammlungen.de/0001/bsb00010207/images/index.html?fip=193.174.98.30&seite=11&pdfseitex= 

Lipowsky, Felix Joseph / Winter, Heinrich E. [Illustrator]: Portraite der berühmtesten Compositeurs der Tonkunst, [München], [1813-1821] 

 

Nadar : [exposition, Bibliothèque nationale, Paris, 19 mars-16 mai 1965] / Bibliothèque nationale ; [cat. par Alix Chevallier] ; [prèf. d'Étienne Dennery]
Chevallier, Alix (1938-....). Auteur du texte

https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k6456858c/f69.item
https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k6456858c/f87.item


Titre :  Nadar : [exposition, Bibliothèque nationale, Paris, 19 mars-16 mai 1965] / Bibliothèque nationale ; [cat. par Alix Chevallier] ; [prèf. d'Étienne Dennery]
Auteur  :  Chevallier, Alix (1938-....). Auteur du texte
Auteur  :  Bibliothèque nationale (France). Auteur du texte
Éditeur  :  Bibliothèque nationale (Paris)
Date d'édition :  1965
Contributeur  :  Dennery, Étienne (1903-1979). Préfacier
Sujet :  Nadar (1820-1910)
Notice du catalogue :  http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb35772705v
Type :  monographie imprimée
Langue  :  français
Format :  Non paginé : ill., couv. ill. ; 21 cm
Format :  Nombre total de vues : 100
Format :  application/epub+zip 3.0 accessible
Format :  Format adaptable de type XML DTBook, 2005-3
Description :  [Exposition. Paris, Bibliothèque nationale. 1965]
Description :  Contient une table des matières
Description :  Avec mode texte
Description :  Catalogues d'exposition
Droits  :  Consultable en ligne
Identifiant :  ark:/12148/bpt6k6456858c
Source  :  Bibliothèque nationale de France, département Recherche bibliographique, 2010-65298
Conservation numérique :  Bibliothèque nationale de France
Date de mise en ligne  :  04/07/2013


 


Delicia baixando livros . Trabalheira, repassar cada livro e retirar de quem foi que repassou pensa que é fácil. Busque você. me deu uma taquicardia nossa que livro lindo!

não faço a menor questão de repassar nada. Mesmo depois de entender que tem gente só pra reclamar e denunciar ou apagar.

 03/08/2025 10:25

E quem denuncia, apaga e desfaz não faz nada. 

voc~e vai me pedir desculpas entulho e sr.  Monteiro , peça desculpas.

Que tristesa eu acesso sim só que não me interessa mais.

o que vi sai a 6 meses, não andou um milimetro.

parabéns.

Tive eu que ler após corrigir 300 familias, que nossa!!! mas voc~e errou.

EU ERREI? pkp , lidar com asno é diferenciado. Até tentei explicar. 

Mas minha paciência esgotou. 

a questão não é nem essa. Fiz o levantamento de 300 mil pessoas afetadas +- , e saindo porque me expulsou, quem está fazendo ? Pois é ninguém! Bem isso interesse 0 vai entender gente louca.

 

Conta a pessoa que denuncia não a pessoa que faz.

Seu...... 

Nem peça desculpa mesmo, porque não me interessa mais, e não entrem em contato pra nada.

Era o que me faltava trabalhar de graça e ficar escutando gente burra achar que pode se pronunciar. 

Voltem a falar comigo daqui a 50 anos. ( gente burra e grossa). 

 

De olho aqui já entrei de novo. Se cuide maluco. 

 

porque não linco ali , faço link no original mas já está tudo baixado no outro. E não indico mais nada.

Vai lutar faça o seu. Pare de ser um zero a esquerda. 

Sei....parabéns entulho. E compania. O inferno o aguarda  prazerosamente.

 NÃO ESCUTEI O MUITO OBRIGADO.

muito obrigado professora.

muito obrigado!

 aprendam , ali não é para denunciar é para fazer acerto. Pegou errado faça.

Trabalhe, tenha vergonha na cara.

Trabalhe, ali tem milhares de trabalhos para fazer.

Trabalhe!

consegue capeta? (DÚVIDO PORQUE BURRO COMO PEDRA)

e já estou com a fotografia de um personagem, uma Biografia e tem até foto. Em real já tem a wikipédia dele, mas amei porque encontrei num grupo de revistas de Portugal o que eles dizem lá na época.

Só que estou com preguiça pois já estou com o albúm da gallica aberto e com a foto dele, do album de fotos pessoal dele num album com várias personagens da época.

 

É bom deixar 50 buscas abertas cada uma com 10 buscas abertas. Já sei que está aí aberto em algum lugar, que sono. 

António Luís de Meneses

 

 

 


 

 

Dona Luísa de Gusmão, duquesa e rainha, 1613-1666 / Hipólito Raposo. - Lisboa : Empresa Nacional de Publicidade, 1947. - [18], 485, [4] p., [66] p. il. : il. ; 23 cm

Digitalizado a partir de: hg-17830-v
Ver registo no catálogo


Raposo, Hipólito, 1885-1953


Ver online
Descarregar PDF

pagina 325 digital 255 do livro
https://bndigital.bnportugal.gov.pt/records/item/272601-dona-luisa-de-gusmao-duquesa-e-rainha-1613-1666?offset=10

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Lu%C3%ADs_de_Meneses,_1.%C2%BA_Marqu%C3%AAs_de_Marialva 

sexta-feira, 1 de agosto de 2025

D. Gaspar Afonso Alvares, 1673? Portugal, falleceo aos 24 de Novembro de 1708, Madras India.

  

D. Gaspar Afonso Alvares

 Sepuitura do illustrissimo Senbor D. GASPAR AFFCiNSO da
Companha de Jesus, quarto bispo de Mailapor~ foi sagrado
aos 2 de Agosto de 1693, falleceo aos 24 de Novembro de
1708.
The name of Dom Gaspar occurs frequently in records with
reference to his correspondence with the Government of Fort
St. George over the jurisdiction of his s~. There is another
tomb-stone of an earlier Bishop next to this slab, but the writing
is 'effaced

https://govtmuseumchennai.org/uploads/topics/16567469431929.pdf 

(PDF) S. TOMÉ DE MELIAPOR EM FINS DO SÉC. XVII NA ...

S_TOME_DE_MELIAPOR_EM_FINS_DO_SEC_XVII_N.pdf
Academia.edu
https://www.academia.edu › S_TOMÉ_DE_MELIAPO...

Tomé, Madras e Pondicherry neste fim de século e na viragem para o séc. XVIII. Em 1693 era consagrado em Goa D. Gaspar Afonso Alvares que, após confirmação ...
 https://www.academia.edu/8648810/S_TOM%C3%89_DE_MELIAPOR_EM_FINS_DO_S%C3%89C_XVII_NA_STORIA_DO_MOGHOR_DE_NICCOLAO_MANUCCI

 

Plan de Madrit -? - Juan Álvarez de Colmenar

não encontrei o autor do mapa.
 https://bibliotecadigital.jcyl.es/es/consulta/registro.do?id=9099
 Les delices de L' Espagne & du Portugal : [où l'on voit une description exacte des antiquitez, des provinces ... de... (1707) - Alvarez de Colmenar, Juan     Imágenes digitales Imágenes digitales [PDF]
Ejemplares

Título: Les delices de L' Espagne & du Portugal  : [où l'on voit une description exacte des antiquitez, des provinces ... de la religion, des moeurs des habitans ... le tout enrichi de figures en taille douce, dessinées sur les lieux mêmes] / par Juan Alvarez de Colmenar ; tome premier

Autor: Alvarez de Colmenar, Juan Icono con lupa

Publicación: À Leiden : chez Pierre Van Der Aa, 1707

Descripción física: [24], 216 p., [14] h. de grab. pleg., [3] h. de mapa pleg. ; 8º

Notas: Ver h. de lám.
Posteriormente se publicó bajo el título: "Annales d'Espagne et Portugal"
Copia digital. Valladolid : Junta de Castilla y León. Sign.: 2[asterisco]12, A-R8, S4
Antep.
Frontispicio pleg. de "J. G. in."

Contiene: Contiene: État de l'ancienne Espagne, les provinces de Biscaye, d'Asturie, de La Galice, Le Royaume de Leon, & de La Castille Vieille

Autores secundarios: Aa, Pieter van der, (1659-1733 Icono con lupa

Tipo de publicación: Libros Libros

Derechos: The Creative Commons CCO: http://creativecommons.org/publicdomain/zero/1.0/

Ejemplares:
Biblioteca de Castilla y León (Valladolid) — Signatura: G-E 1099

Imágenes digitales Imágenes digitales
Imágenes digitales [PDF] Imágenes digitales [PDF] 

 

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Juan Álvarez de Colmenar
primary name: primary name: Alvarez de Colmenar, Juan
Details
individual; author/poet; French; Male
Other dates
1707- (fl.)
Biography
Author of "Les Delices de l'Espagne et du Portugal" (Leiden, Pieter van der Aa: 1707), translated into Dutch "Beschryving van Spanjen en Portugal". Probably a Frenchman living in the Netherlands. It is assumed he adopted a Spanish name on request of the publisher to support his book on Spain and Portugal.
 
acima uma viagem psicótica da identidade da pessoa que ele é um Frances, usando um nome espanhol mas provavelmente natural dos Paises baixos pra vender na Espanha e Portugal. Nossa que delícia. Eitado na Alemanha. Pergunta que não cala não passou pelo Japão também, rs!
 
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em 2015 alguém acreditou  nesta história.! tá bem
Correo electrónico de un investigador, 8-7-2015---(Juan Álvarez de Colmenar es el nombre falso del autor en virtud del cual Pieter van der Aa publicó su descripción de España y Portugal, editaba y plagiaba obras existentes en el extranjero, en este caso de Madame d'Aulnoy Mémoires de la cour d'Espagne (París, 1690; varias ediciones piratas holandeses; traducción al holandés 1705) y su Relation du voyage d'Espagne (1691, de nuevo por los editores piratas holandeses; traducción holandesa 1705))

WWW PORBASE, 8-7-2010---(Álvarez de Colmenar, Juan)

WWW ABEPI, 8-7-2015---(Álvarez de Colmenar, Juan; autor de Anales de Portugal se duda si estará escrita, como indica el nombre, por un español o si se adoptaría por algún extranjero com pseudónimo)

Les delices de l'Espagne & du Portugal, 1707---port. (par Juan Alvarez de Colmenar)

Palau---(Álvarez de Colmenar, Juan)

WWW Wikipedia, 5-8-2015---(Juan Álvarez de Colmenar; tal vez el pseudónimo del verdadero autor, quizá de origen francés) 
 
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quinta-feira, 31 de julho de 2025

Rafael Farga y Pellicer, Barcelona, 12 de agosto de 1844 - ibidem, 14 de agosto de 1890.

 


 

 Rafael Farga y Pellicer, también conocido por el seudónimo Justo Pastor de Pellico (Barcelona, 12 de agosto de 1844 - ibidem, 14 de agosto de 1890), fue un tipógrafo, dibujante, pintor, sindicalista, anarquista y periodista español de la segunda mitad del siglo XIX

Revista gráfica1900Volumen 1página 145

https://hemerotecadigital.bne.es/hd/es/viewer?id=cc5fe7df-dbe7-4ef4-a816-4a1d78e91185&page=21 

Revista Gráfica SUPLEMENTO Editores: J. Roma y C.-', Sdad. en Cta. - Barcelona De la obra ALBUM CALIGRÁFICO UNIVERSAL PRÓXIMA Á PUBLICARSE ESCRITURA ^22^2^ NOMBRE de la^ Letraç May? Mía? May® Min? 2( a ...^^y^y:..... n en ..^.. ..h. . bé ..0. ü o ..œ;.. í* .tsé ..P Pé ..^.. b dé Q... cú. ..®. .. e.. s^ . X'...ern A^ pU ef . . .@. .. í...e s s ..,@.. s g^^é ..^.. ...t... t é h’a n XV . ^..X) fatL . yot . 2S. w k a A X .s^--- ix. .....I el p Ípsilon ...^<yí^..... 97t m em 3 a tset Lit. Aleu — Imp. KUeviriana

 

 

 

Pablo Alsina Rius por Pujadas, Magín MODO DE BUSCA https://yandex.com/search/?text=%22Pablo+Alsina+y++Rius%22&lr=101585

 Pablo Alsina Rius por Pujadas, Magín

 


 Pablo Alsina y Rius (Barcelona, 16 de diciembre de 1830-Ibídem, 26 de enero de 1901)1 fue un
político republicano y dirigente obrerista español. Su oficio era tejedor de velos. Se le considera el
primer obrero que fue diputado, por la circunscripción de Barcelona en 1869, en la historia
del parlamentarismo español. Para el segundo hubo que esperar cincuenta años: fue Pablo Iglesias Posse
en 1910.

 

https://datos.bne.es/persona/XX1519186.html
https://datos.bne.es/edicion/binp0000299851.html
https://bdh-rd.bne.es/viewer.vm?id=0000272168

Título     D. Pablo Alsina Rius ;L. Rovira Fotogº ;
Fecha de publicación     1869
Descripción física o extensión     1 fotografía
Otras características físicas     papel albúmina
Dimensiones     imagen oval 119 x 94 mm, en hoja de 366 x 280 mm
Forma del contenido     Imagen (fija ; bidimensional ; visual)
Tipo de medio     sin mediación
Participante     

Pujadas, Magín

Litografía Mercantíl (Barcelona)
Nota     

En el ángulo inferior izquierdo del soporte secundario inscripción: "ES PROPIEDAD. / Está prohibida la reproducción."

Fotografía enmarcada por una orla litográfica con inscripción en la parte superior: "GALERIA DE LOS REPRESENTANTES DE LA NACION. / 1869 / LIBERTAD / 29 / SETIEMBRE / 1868"; en la parte inferior de la orla: "L. Rovira Fotóg.º / Pujadas litº. / Lit. Mercantil Rª. Sta. Madrona, 20 / Pablo Alsina [con rúbrica] / D. PABLO ALSINA Y RIUS / OBRERO / Diputado por la circunscripcion de Barcelona. / Nació en Barcelona el 17 de Diciembre de 1830"
Serie     Galeria de los representantes de la nación, 1869
Referencia bibliográfica     Iconografía Hispana
Tipo de recurso relacionado     Biblioteca Digital Hispánica 
 

https://archivocti.uma.es/atom/index.php/informationobject/browse?topLod=0&sort=relevance&repos=&query=Pablo+Alsina+Rius

https://archivocti.uma.es/atom/index.php/es-cfr-cf01-18xx0000-ri-fc-0047-3-041


Se trata de la Revolución de 1869-1871 "Revelión Cantonal". Nombres de los fotografiados: : Francisco Suñer y Capdevila, Rafael Guillen Martínez 1839-1869, Francisco Javier González de Castejón y Elío 1848-1919, Gonzalo Serraclara y Costa 1840-1885, Adolfo Joarizti Lasarte, Pablo Alsina Rius, Pedro Caymó Bascós, Ramón Castejon Bajils, José Fantoni y Solís, Noguero, José Paul y Angulo, Víctor Pruneda Soriano y José Antonio Guerrero y Ludeña.

Pau Alsina i Rius

(Barcelona, 16 de desembre de 1830 — Barcelona, 1897)

Dirigent obrer.

Teixidor, milità al Partit Democràtic. El 1864 signà un manifest reivindicant l’acció col·lectiva dels treballadors davant la patronal per millorar les condicions laborals. El 1865 assistí al Congrés Obrer de Barcelona. En la Revolució de Setembre del 1868 figurà com a cap de llista de la Junta Revolucionària de la Diputació de Barcelona. El Centre Federal de les Societats Obreres de Barcelona el presentà candidat a Corts constituents (1869) pel Partit Republicà Democràtic Federal (successor del Partit Democràtic). Elegit amb els vots de l’obrerisme i del federalisme, fou el primer diputat que pertanyia a la classe obrera. Contrari a la Constitució del 1869 i a Amadeu de Savoia, prengué part en l’aixecament republicanofederal de setembre-octubre del 1869, fracassat el qual s’exilià a França. De retorn, presentà a les Corts (abril del 1870) una exposició sol·licitant una llei que establís tribunals mixts d’obrers i de patrons per a resoldre els problemes del treball. Proposà també l’abolició del sistema de quintes, la creació d’un banc per a subvenir a les necessitats de l’obrer (atur, malaltia, jubilació) i altres mesures de caràcter social. El 1871 fou elegit senador. La seva actuació com a diputat coincidí amb l’evolució de l’obrerisme català cap al bakuninisme, i els anarquistes el criticaren tot assenyalant el fracàs de l’acció parlamentària. Amb la Restauració ingressà al Partido Demócrata Posibilista de Castelar, del comitè provincial de Barcelona del qual fou president. Els darrers anys de la seva vida fou conserge d’un museu barceloní. Li fou dedicat un carrer al barri de Gràcia de Barcelona, que el 1939 el règim franquista substituí pel del funcionari reial Joan de Coloma, un dels introductors de la inquisició castellana a Catalunya. El 2019 fou restituït el nom originari del carrer. 

https://www.enciclopedia.cat/gran-enciclopedia-catalana/pau-alsina-i-rius 



Magín Pujadas (PUJADES, MAGIN) EMBARCACIONES DE LOS SIGLOS XIII, XIV Y XV Montaner y Simón Editores, in: Historia general de España :desde los tiempos primitivos VL III FOLHA 93

 NÃO TEM NADA DA GENEALOGIA DELE, DESCONHECIDO

 


 

Magín Pujadas  EMBARCACIONES DE LOS SIGLOS XIII, XIV Y XV  

página 27 VL III , Magín Pujadas ARMADURA ECUESTRE DEL REY FELIPE II, I Existente en la Armería Pical de. Madrid ) 

Editores Montaner Y Simon

 https://bdh-rd.bne.es/viewer.vm?id=0000014643&page=1 ?

 

https://bdh-rd.bne.es/viewer.vm?id=0000014643&page=1
Historia general de España :desde los tiempos primitivos hasta la muerte de Fernando VII / por Modesto Lafuente ; continuada desde dicha época hasta nuestros días por Juan Valera
Autor
Lafuente, Modesto (1806-1866)
Borrego, Andrés (1802-1891)
Fecha
entre 1877 y 1882
Datos de edición
Barcelona : Montaner y Simón
Tipo de Documento
Libro
Materia
España - Historia
Descripción física
6 v. : il.; 35 cm
Signatura
12/204776 V.1
12/204777 V.2
12/204778 V.3
12/204779 V.4
12/204780 V.5
12/204781 V.6
PID
bdh0000014643
CDU
94(460)
 

PUJADES, MAGIN Album caligráfico. Colección de alfabetos de carácter inglés, redondo, gótico, romano y de adorno. Title-page, 21 lithographic plates by M. Pujadas. Oblong lrg. 8vo. Publish- er’s dec. wraps. Slightly chipped at spine; one plate with blotted inscription on blank verso. OCLC locates one copy (Madrid, Biblioteca Nacional). Barcelona (Antonio J. Bastinos) [1868/9?]. $250.00 Not in Bonacini 

 

https://pares.mcu.es/ParesBusquedas20/catalogo/find?idAut=103099&archivo=6&tipoAsocAut=1&nomAut=Abastecimiento&idFI=18 

 https://archivocti.uma.es/atom/index.php/informationobject/browse?topLod=0&sort=relevance&repos=&query=Pablo+Alsina+Rius

 https://bibliotecadigital.jcyl.es/es/consulta/registro.do?id=9099

https://datos.bne.es/persona/XX1519186.html 

 https://www.cervantesvirtual.com/buscador/?q=%C3%81LBUM+CALIGR%C3%81FICO+Magin+Pujadas 

https://hemerotecadigital.bne.es/hd/es/results?parent=15d0c081-229d-4948-875d-07317baffd03&t=alt-asc

imagens, imagem, fotografias,  

https://hemerotecadigital.bne.es/hd/es/results?o=&o=o&o=n&o=&o=o&o=n&w=%22%C3%81LBUM+CALIGR%C3%81FICO%22&w=&w=&w=&w=&w=&f=text&f=text&f=text&f=text&f=text&f=text&p=&g=p&g=o&g=e&d=date&d=&d=&l=10&t=date-asc&x=&upload=&s=20 

 

SEja diferente, carregue o saco de pedras nas costas e , LUTE!

 https://www.youtube.com/shorts/fm9lDZqqMyM "Nem todos os que vagueiam estão perdidos"