quarta-feira, 29 de abril de 2026

D. Vetaça, princesa bizantina. D. Vataça Láscaris (c. 1270–1336), também conhecida como Vatatza Laskarina ou Betaça de Grécia

 

 

https://www.uc.pt/person/universcidade/univercidade/urbanidade/alta/se-velha/

 https://pt.wikipedia.org/wiki/Vata%C3%A7a_L%C3%A1scaris#:~:text=Vata%C3%A7a%20L%C3%A1scaris%2C%20ou%20Vatatza%20Laskarina%2C%20ou%20Beta%C3%A7a,e%20o%20rei%20D.%20Dinis%20de%20Portugal.

https://archive.li/M3DHT 

https://dialnet.unirioja.es/descarga/articulo/8411823.pdf 

https://www.geni.com/people/Vata%C3%A7a-L%C3%A1scaris/6000000003388813583#/tab/media 

IA 

D. Vetaça, princesa bizantina.

 

D. Vataça Láscaris (c. 1270–1336), também conhecida como Vatatza Laskarina ou Betaça de Grécia, foi uma aristocrata italiana de origem bizantina que desempenhou um papel notável na corte portuguesa, sendo uma figura de grande confiança da Rainha Santa Isabel.
Principais aspetos sobre D. Vataça:
  • Origem Imperial: Nascida na Itália, era filha da princesa bizantina Eudoxia Laskarina (do Império de Niceia) e de Guilherme Pedro, Conde de Ventimiglia. Pela linha materna, descendia da dinastia Lascaris Vatatzes, que governou o Império de Niceia após a conquista de Constantinopla na Quarta Cruzada.
  • Vinda para Portugal: Acompanhou D. Isabel de Aragão quando esta viajou para Portugal para se casar com o rei D. Dinis (casamento realizado em 1282). Vataça era prima de D. Isabel e tornou-se sua dama de companhia e confidente.
  • Papel na Corte: Ficou conhecida pela sua inteligência e talento diplomático, agindo como conselheira e influente agente política, adquirindo castelos e recebendo mercês reais.
  • Falecimento e Túmulo: Morreu em abril de 1336, no mesmo ano que a Rainha Santa Isabel. O seu túmulo, notável pela sua arte, localiza-se na Sé Velha de Coimbra.
O seu papel foi fundamental na ligação entre a aristocracia bizantina e a corte portuguesa do início do século XIV.
 
 
Vataça Láscaris, ou Vatatza Laskarina, ou Betaça de Láscaris ou ainda de Ventimiglia (Ventimiglia, c. 1270
– Coimbra, 1336) foi uma dama italiana de origem bizantina da família real do Império de Niceia que
acompanhou na corte portuguesa a rainha Isabel de Aragão e o rei D. Dinis de Portugal.
Filha da princesa bizantina Eudóxia Lascarina, que se refugiara na corte de Aragão após a usurpação do trono
de Niceia em 1261, Vataça Láscaris veio para Portugal como aia, amiga e parente afastada de Santa Isabel de
Aragão, Rainha de Portugal, ambas descendentes por via materna do rei André II da Hungria, pai de Santa
Isabel da Hungria. Foi tutora da sua filha Constança de Portugal, Rainha de Castela, que acompanhou aquando
do seu casamento com o rei de Castela, tornando-se por sua vez protectora do primogénito Afonso XI de Castela. De regresso a Portugal, foi agraciada com a comenda de Santiago do Cacém, tendo deixado obras e relíquias valiosas no país.
Nos anos de 1288 e 1314 foram doadas terras pela Ordem de Santiago a D. Betaça de Láscaris, neta de
Teodoro II Láscaris, Imperador de Niceia e aia da Rainha D. Isabel de Aragão, tendo pela última doação
sido feita Comendadeira e Senhora de Panoias (Ourique).
Vataça era filha da princesa real Eudóxia Lascarina (1254-1311) do império de Niceia e de Guilherme
Pedro, 1º conde de Vintimiglia & Tende (~1230-1282). Era portanto neta, por via materna, do imperador
Teodoro II Láscaris de Niceia,[1] "Império" criado para estabelecer uma resistência face aos latinos que
haviam conquistado Constantinopla na sequência da Quarta Cruzada em 1204.
O filho deste, João IV Láscaris (portanto tio de Vataça), foi afastado aos 11 anos por Miguel VIII
Paleólogo, após a reconquista de Constantinopla. Miguel, após assumir a regência proclamou-se
imperador, cegando e desterrando o jovem herdeiro e casando as princesas com estrangeiros, para as
afastar do império. E é desta forma que a mãe de Vataça, ainda muito jovem, acaba casada em 1261/63,
em Constantinopla, com Guilherme Pedro, conde de Ventimiglia (na região dos Alpes Marítimos, que
desde então passou a ostentar as armas imperiais) após o que seguiu para a Ligúria. Na mesma altura,
Biografia
Antecedentes familiares e primeiros anos
partiu também de Niceia a imperatriz viúva Ana de Hohenstaufen, madrasta de Teodoro II e viúva do
bisavô de Vataça, João III Ducas Vatatzes, regressando a casa, na Sicília, onde governava o seu irmão
Manfredo da Sicília.
Em 1266, a morte de Manfredo e a tomada da Sicília por Carlos de Anjou pôs fim ao domínio da Casa
Imperial Germânica no sul italiano, e falecia na mesma altura também o pai de Vataça, o conde de
Ventimiglia. Nesta altura a família é separada: os irmãos de Vataça ficaram em Itália, uma vez que se
foram sucedendo na herança do pai, João e Jaime, como condes, e um terceiro, Otão, chegou a bispo.
A recém viúva Eudóxia refugiou-se com a imperatriz viúva Ana e as filhas na corte de Jaime I de Aragão
(neto da também bizantina Eudóxia Comnena), junto da rainha e sua sobrinha Constança de
Hohenstaufen, última da sua linhagem, esposa de Pedro III de Aragão e mãe de Isabel, futura rainha de
Portugal e dos reis Afonso III e Jaime II de Aragão. Nesta corte Vataça cresceu num ambiente protegido,
junto da sua mãe e irmãs, atendendo ao poder que representavam numa Europa do sul em que as
potências aragonesa, siciliana e bizantina criavam alianças entre si que fizeram da princesa Isabel não só
sua prima em sétimo grau, mas também amiga próxima que partilhava os seus interesses.
O número de irmãs de Vataça varia: sabe-se que teve pelo menos uma, Beatriz[1], embora outras fontes
lhe apontem mais irmãs, segundo as quais Beatriz não se teria casado com Arnaldo Rogério de Pallars[1],
mas sim com Guilherme de Montcada, senhor de Fraga[2]. A esposa de Arnaldo seria uma outra irmã,
Lucrécia[3]. Vataça teria tido outra irmã, Violante, que teria casado com Ximeno Cornel e mais tarde com
Guilherme de Ribagorça.[4][5][6][7][8]
Dinis, Rei de Portugal, terá concretizado uma aliança com Aragão, casando-se a infanta Isabel, com 12
anos, com o rei português, de 20, em 1282, por procuração, em Barcelona. Vataça acompanha depois o
séquito de Isabel até Portugal, onde chega em 1288. Aia e amiga da futura Rainha, foi encarregue da
educação dos seus filhos, Constança e Afonso.
Vataça casou em primeiras núpcias, em 1285 ou 1288, com um aristocrata português, Martim Anes de
Soverosa, cognominado O Tio, e o último da sua linhagem. Seria vários anos mais velho que Vataça, uma
vez que Martim casa tarde[9]. O casamento duraria dez anos e não se produziria qualquer descendência,
falecendo Martim a 25 de agosto de 1295[9]. A falta de descendência seria atribuída à idade já avançada e
a provável esterilidade do marido, a quem alcunhariam de peco nos Livros de Linhagens.
Vataça fez as partilhas com a mãe deste, e deixou dez libras por missa em sua alma na Sé de Coimbra[9].
Casaria no ano seguinte com Pedro Jordán de Urríes, Senhor de Loarre (m. 1350), que se distinguiu ao
serviço da Coroa de Aragão na Sicília, prestando auxílio a Afonso III de Aragão.
Em 1302 acompanhou a infanta D. Constança quando esta foi desposada pelo rei Fernando IV de Castela,
para selar o Tratado de Alcanizes. Ali permaneceu até à morte de Constança, que deixou o filho Afonso
XI de Castela entregue à sua guarda quando viajou a Ávila, onde as Cortes iriam tomar a decisão sobre a
tutoria do novo rei, então menor de idade. A rainha faleceu na viagem e Vataça regressou a Portugal.
A vinda para Portugal
A estadia em Castela
Mestre Pero, Túmulo de Vataça Láscaris,
1336, Sé Velha de Coimbra, rodeado de águias bicéfalas, símbolo da nobreza bizantina
Aquando do seu regresso a Portugal, Vataça manteve-se ao serviço de Isabel e como aia do infante
Afonso, sendo ainda Senhora de Santiago do Cacém e Sines. Por doação do rei D. Dinis, os domínios
nesta vila de Santiago do Cacém (e respetivo castelo) e ainda Panoias pertenceram a D. Vataça de
1310/15 até à sua morte.
Em 1317, Vataça estabeleceu uma pequena corte senhorial nos seus Paços em S. Romão de Panoias, que
lhe fora doado pelo rei D. Dinis, dedicando-se a administrar e valorizar os seus avultados bens e
propriedades. Aí terá vivido até 1325 ou 1332, altura em que seguiu a rainha Isabel quando esta se
estabeleceu em Coimbra.
O filho de Vataça, Pedro Jordán de Urríes y Láscaris di Ventimiglia, Senhor de Loarre e Alquézar, foi
tenente e general em 1356 e ainda conselheiro da Coroa de Aragão, chegando a comprar a Pedro IV de
Aragão a vila de Alquézar por 5000 escudos. Fundou uma capela dedicada a Santo António, atualmente a
São Cosme e São Damião, em Huesca, estabelecendo também aí uma confraria. Pedro casaria com Toda
Martínez de Riglos e teve descendência.
Vataça Láscaris faleceu em 1336 e foi sepultada na Sé Velha de Coimbra, num túmulo ladeado com as armas
dos Láscaris, as águias bicéfalas.
O túmulo de D. Vataça localiza-se na Sé Velha de Coimbra, ao fundo do templo, à esquerda. Constitui-se
numa imponente arca tumular, tradicionalmente visitada pelas noivas que se casam nessa Sé, e que aí
costumam deixar os seus buquês de flores. Trabalho escultórico atribuído à oficina de Mestre Pero[10], é
rodeado por águias bicéfalas, armas da Dinastia Láscaris e, desde então, do Império Bizantino. A Igreja
Matriz de São Tiago Maior de Santiago do Cacém está geminada com a Sé Velha de Coimbra desde 2003,
em memória sobretudo da amizade que ligava D. Vataça à Rainha D. Isabel de Aragão.
Uma peça única de ourivesaria com mais de oitocentos anos, a célebre cabeça-relicário de S. Fabião. É
uma cabeça em tamanho natural, em prata, contendo no seu interior um crânio humano que se “diz” ser
do papa e mártir do Cristianismo, São Fabião. Reza a história que esta relíquia veio para Portugal no
século XIII, pela mão da princesa D. Vataça Láscaris. A peça pode ser apreciada na exposição do Tesouro
da Basílica Real de Castro Verde.
O regresso a Portugal
Morte e posteridade
O túmulo
Património material
Relicários
Cabeça-relicário de
São Fabião.
Um outro relicário provavelmente pertencente a Vataça foi o de Santo Lenho que, segundo a tradição, foi trazido de Niceia e oferecido pela princesa bizantina, relíquia cuja devoção originou depois a Confraria do Santo Lenho.
Na Igreja Matriz de São Tiago Maior em Santiago do Cacém, cujas obras terão sido patrocinadas por Vataça, destaca-se o baixo-relevo em pedra oferecido pela Rainha Santa, atribuído ao escultor Telo Garcia. Em estilo
gótico, o retábulo representa Santiago combatendo os Mouros e é considerado uma obra-prima da escultura do tempo de D. Dinis.
Conta a lenda que um certo dia, veio do Mediterrâneo Oriental uma esquadra comandada por uma
princesa bizantina que desembarcou em Sines e tomou o castelo ao mouro Cassem. Como tomou o
castelo no dia de Santiago pôs-lhe o nome de Santiago de Cassem.
À vinda para Portugal, o barco de D. Vataça enfrentou uma violenta tempestade. Em desespero, Vataça
prometeu construir uma capela no primeiro porto que encontrassem e que o castelo mais próximo ficaria
com a relíquia do Santo Lenho que trazia consigo. D. Vataça salvou-se e a promessa foi cumprida: em
Sines foi erguida a primitiva Ermida de Nossa Senhora das Salas; o castelo de Santiago do Cacém, cujo
domínio viria a ter, ficou com o fragmento da Cruz de Cristo. 
 
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imagem
 
 
A Sé Velha de Coimbra, ou Catedral de Santa
Maria de Coimbra como é formalmente designada,
localiza-se na freguesia de Almedina, na cidade de
Coimbra, em Portugal.[1]
Constitui um dos edifícios em estilo românico mais
importantes do país. A sua construção começou em
algum momento depois da Batalha de Ourique (1139),
quando Afonso Henriques se declarou rei de Portugal e
escolheu Coimbra como capital do reino. Na Sé está
sepultado D. Sesnando, conde de Coimbra.
A par com a Sé Nova de Coimbra, constitui a sede da
Diocese de Coimbra.
A Sé Velha de Coimbra encontra-se classificada como
Monumento Nacional desde 1910

https://www.digitale-sammlungen.de/en/view/bsb10916199?q=%28illuminated+manuscripts+The+Battle+of+Aljubarrota%29&page=7


https://www.digitale-sammlungen.de/en/details/bsb10916199
https://archive.li/qjrKj
THE TOURIST IN PORTUGAL, BY W.H. HARRISON AUTHOR OF TALES OF A PHYSICIAN
ILLUSTRED FROM PAINTINGS BY JAMES HOLLAND 

(??? parente de Oscar Wilde?)

James Holland (18 October 1799 – 12 February 1870)[1] was an English painter of flowers, landscapes, architecture, marine subjects, and a book illustrator. He worked in both oils and watercolours and was a member of the Royal Watercolour Society.[2]
Life and work

Holland was born in Burslem, Staffordshire, where his grandfather, Thomas Holland, produced pottery. James was employed in Longport at the pottery works of William Davenport, from the age of 12, for 7 years, painting flowers on pottery and porcelain. In 1819, he came to London where he continued to work as a pottery painter, but also gave lessons in drawing landscapes, architecture, and marine subjects.

He first exhibited at the Royal Academy in 1824 and in 1830 visited France and made studies of its architecture. In 1823, he exhibited a picture of 'London from Blackheath'. In 1835, he became an associate exhibitor of The Society of Painters in Water-colours, but he left the society in 1843, and joined the Society of British Artists, of which he remained a member until 1848. He rejoined the Watercolour Society in 1856, and was elected a full member two years later.

Holland did a great deal of drawing for the illustrated annuals of the day, and for this purpose visited Venice, Milan, Geneva, and Paris in 1836, and Portugal in 1837. His paintings of Portugal were published in the book, "The Tourist in Portugal".[3] In 1839 he exhibited a painting of Lisbon at the Royal Academy. In 1845 he went to Rotterdam, Portugal again in 1847, in 1850 to Normandy and North Wales, in 1851 again to Geneva, and in 1857 again to Venice.

In the course of his life he exhibited, in addition to his contributions to the Watercolour Society, 32 pictures at the Royal Academy, 91 at the British Institution, and 108 at the Society of British Artists. Though generally classed as a water-colour painter, he was equally skilful in oils. He was one of the finest colourists of the English school, and his pictures, especially those of Venice, though neglected in his lifetime, became much sought after in the years after his death. He appears to have ceased exhibiting in 1857. He died on 12 February 1870 and was buried on the western side of Highgate Cemetery.

One of Holland's pupils was topographical artist Frank Dillon (1823–1909), known especially for his paintings of England.

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 Francisca Leopoldina Xavier de Azambuja (his mother) → Sebastião Xavier de Azambuja (her father) → Juliana Thomázia Barbosa de Menezes (his mother) → Gertrudes Barbosa de Menezes (her mother) → Jerônimo de Ornelas Menezes e Vasconcelos (her father) → Antonia Coelha Moniz de Vasconcellos (his mother) → Isabel Moniz de Menezes (her mother) → Capitão Mor Jerónimo de Ornelas de Abreu, neto (her father) → Luisa de Ornelas, (Luzia) (his mother) → Jerónimo de Ornelas de Abreu (her father) → Alvaro de Ornelas Saavedra (his father) → D. Elvira Fernandes Saavedra (his mother) → Maria de Ayala Sarmiento (her mother) → D. María Sarmiento, señora de Salinillas (her mother) → Diego Gómez Sarmiento, mariscal de Castilla (her father) → Diego Pérez Sarmiento de Villamayor y Haro, adelantado mayor de Castilla (his father) → Diego Fernández Sarmiento de Villamayor (his father) → Pedro Fernández de Villamayor (his father) → Teresa de Castilla (his mother) → Katharina Komnene Dukaina (her mother) → Maria Laskarina (her mother)
→ Princess of Nicaea Eudoxia Laskarina (her sister) → Vataça Láscaris (her daughter)

sábado, 18 de abril de 2026

Dom João Soares Alão,

 onde

 

https://www.cm-aveiro.pt/municipio/historia/aveiro-em-datas 
https://purl.pt/436
https://catalogo.bnportugal.gov.pt/ipac20/ipac.jsp?profile=bn&source=~!bnp&view=subscriptionsummary&uri=full=3100024~!1001560~!2&ri=1&aspect=subtab13&menu=search&ipp=20&spp=20&staffonly=&term=lus%C3%83%C2%ADadas&index=.TW&uindex=&aspect=subtab13&menu=search&ri=1
https://archive.org/details/hg-4126-v_0000_capa-g_t24-C-R0150/page/106/mode/1up

 https://www.geni.com/people/Jo%C3%A3o-Fernandes-de-Albergaria-Bispo-com-o-nome-de-D-Jo%C3%A3o-Soares/6000000166448662912

Mappa de Portugal antigo, e moderno / pelo Padre Joaõ Bautista de Castro, Beneficiado na Santa Basilica Patriarcal de Lisboa...
 
AUTOR(ES):     
Castro, João Baptista de, 1700-1775; Grandprez, Carlos fl. 1729-1736, cartogr.; Ameno, Francisco Luís, 1713-1793, impr.
EDIÇÃO:     
Nesta segunda ediçaõ revisto, e augmentado pelo mesmo author...
PUBLICAÇÃO:     
Lisboa : na Officina Patriarcal de Francisco Luiz Ameno, 1762-[1763]
DESCR.FÍSICA:     
3 t. em 3 vol. : il. ; 4o (20 cm)
REF.EXT.:     
Inocêncio 3, 302 e 10, 171
NOTAS:     
Por baixo dos pés de imprensa: "Com as licenças necessarias, e Privilegio Real"
O mapa do "Reyno de Portugal", assin. "de Granpré Fecit Lisboa 1729. et ex." foi reimpresso para ser incluído nesta obra. Cfr.: Dissertação de metrado de Ana Sofia de Almeida Coutinho, "Imagens cartográficas de Portugal na primeira metade do século XVIII. Porto, 2007, p. 127
CONTEM:     
Tomo primeiro : parte I e II. - "... huma exacta descripçaõ Geografica do Reino de Portugal com o que toca à sua Historia Secular, e Politica". - [16], 466, [1] p., [1] f. desdobr. com mapa de Portugal. - Na últ. p. inum., Licenças . - Tomo segundo : parte III e IV. - "... Historia Ecclesiastica, Literaria, e Militar do Reino". - 1763. - [12], 480 p. - Nas p. prelim. inum., "Correcções, e addições" . - Tomo terceiro : parte V. - "... recopila em Taboas topograficas as Povoações principaes da Extremadura, com a descripçaõ exacta da Cidade de Lisboa, e seu Termo, antes e depois do terremoto; a que se ajunta o Roteiro terrestre do mesmo Reino, com as derrotas por travessia". - 1763. - [4], 503, [1 br.], 100 p. - Depois da p. de tít., "Advertencia" e no verso Licenças e Taxa
END. WWW:     
https://purl.pt/436

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 Dom João Soares Alão ascendência
Soeiro Fernandes de Albergaria (Bayão)
Nascimento: ~ 1225
Origem: Vila Franca de Xira, Portugal

Nasceu por volta de 1210, em Vila Franca de Xira, em Portugal.

Filho de Dom Fernando Ermigues de Bayão e de sua segunda esposa, Dona Froile Ermigues de Ribadouro.

Soeiro foi Cavaleiro Fidalgo.

Foi "bom cavaleiro" e participou da batalha de Azinhaga.

Viveu nos reinados dos reis Dom Afonso III (1248 - 1279) e Dom Dinis (1279 - 1325).

O casamento entre Soeiro e Sancha envolve um complexo e curioso relacionamento familiar entre seus antepassados.

Xira Rolim se casou com Maria Paes, bem mais jovem que ele.

E foram pais de Martim Xira (casado com Aldonça Brandão) e avós de Aldonça Xira (casada com Domingos Martins).

A viúva Maria Paes se casou com Fernando Bayão.

Maria faleceu sem filhos deste segundo casamento, e o viúvo Fernando se casou com Froile Ribadouro.

Fernando e Froile foram então pais de Soeiro de Albergaria, que se casou com Sancha Martins.

Note-se que Soeiro não era parente de Sancha, e que a cronologia é compatível.

 

Casou-se com Maria Fernandes Alão. Após a morte de Maria, Soeiro casou-se pela segunda vez, com Sancha Martins de Lisboa, filha de Domingos Martins de Lisboa e de Aldonça Martins Xira.

Foi pai de quatro filhos e uma filha:

[do primeiro casamento:]

1.1. Martim Soares de Albergaria. Sem filhos.

1.2. Dom João Soares Alão. Foi sepultado na capela de São Mateus, em Lisboa.

 

 

Dom João foi Prior da igreja de São Miguel em Sintra.

Foi Cônego da Sé do Porto.

Em 1297, foi nomeado Bispo de Silves.

Em 31 de Agosto de 1308, instituiu a capela e o morgado de Santo Eutrópio e seu hospital, na igreja de São Bartolomeu de Lisboa.

 

[do segundo casamento:]

1.3. Estevão Soares de Albergaria, o Velho, casado com Dona Maria Rodrigues Quaresma, filha de Ruy Vasques Mogudo de Sandim, o Quaresma, e de Maria Pires de Vides.

1.4. Estefania Soares de Albergaria.

1.5. Fernão Soares de Albergaria.

 https://www.genearc.net/index.php?op=ZGV0YWxoZVBlc3NvYS5waHA=&id=MTE5MDk=

 

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Dom João Soares Alão foi uma figura eclesiástica portuguesa de destaque no final do século XIII e início do século XIV.
Aqui estão os principais pontos sobre a sua vida e carreira, baseados no Nobiliário das Famílias de Portugal de Felgueiras Gayo:
  • Cargos Eclesiásticos: Foi Prior da igreja de São Miguel em Sintra e Cônego da Sé do Porto.
  • Bispo de Silves: Foi nomeado para o bispado de Silves em 1297.
  • Instituição de Morgado: A 31 de agosto de 1308, instituiu a capela e o morgado de Santo Eutrópio, juntamente com o seu hospital, na igreja de São Bartolomeu de Lisboa.
  • Sepultura: Foi sepultado na capela de São Mateus, em Lisboa.  

A Capela e Morgado de Santo Eutrópio, juntamente com o seu hospital, foi uma importante instituição de assistência hospitalar medieval e vínculo familiar instituída em Lisboa.
Fundação e História:
  • Fundador: A instituição foi instituída por D. João Soares Alão, que foi 6.º Bispo do Algarve (Silves) entre 1297 e 1310.
  • Data: A criação ocorreu a 31 de agosto de 1308 (algumas fontes referem a 21 de Agosto de 1309 para os encargos do morgado).
  • Localização: Situava-se na Igreja de São Bartolomeu, em Lisboa.
  • Função: Era um hospital medieval destinado a prover assistência, associado à capela, mencionando-se a possibilidade de albergar quatro merceeiros.
  • Administração: O fundador nomeou como primeiro administrador o Bispo de Lisboa, D. Domingos Anes Jardo, seguido pelo seu neto Gonçalo Mendes e, posteriormente, pelos parentes clérigos mais próximos.
Vínculos e Sucessão:
  • A capela e o morgado de Santo Eutrópio andaram associados aos morgadios de São Mateus, formando um conjunto de bens confiscados e doados a várias famílias ao longo dos séculos.
  • Passaram por várias mãos, incluindo descendentes de Diogo Soares de Albergaria e Martim Vasques da Cunha, tendo sido posteriormente doados por D. João I a João das Regras.
  • Mais tarde, em 1369, o morgado da capela e hospital de Santo Eutrópio estava ligado a Lopo Soares de Albergaria.
O Hospital de Santo Eutrópio é considerado um exemplo tradicional das fundações de assistência hospitalar dos séculos XIV e XV

Enrique Flórez (1702-1773) "in" Memorias de las reynas catholicas : historia genealogica de la casa real de Castilla y de Leon. Tomo II / 1790

 

Enrique Flórez (1702-1773 
Naissance :  1702-07-21, Villadiego (Espagne)
Mort :  1773-05-05, Madrid ,  est un religieux augustin, historien et érudit espagnol de premier plan, célèbre pour avoir posé les bases de l'historiographie nationale espagnole moderne.
Voici les points clés concernant l'auteur et son œuvre :
  • Œuvre majeure : Il est l'auteur de la monumentale España Sagrada (Théâtre géographique-historique de l'Église d'Espagne), une histoire en plusieurs volumes qui fait encore référence aujourd'hui pour la recherche historique.
  • Approche érudite : Flórez s'est distingué par une méthode rigoureuse, s'appuyant sur l'étude directe de documents originaux, de la numismatique (monnaies) et de l'épigraphie (inscriptions), parcourant l'Espagne dès 1742 pour rassembler ces matériaux.
  • Contexte : Membre de la "génération érudite" des Lumières espagnoles, il a contribué à inventorier le patrimoine culturel espagnol.
  • Informations personnelles : Né à Villadiego le 21 juillet 1702, il est décédé à Madrid le 5 mai 1773. Il a également écrit en latin.
Son travail, notamment España Sagrada, est largement numérisé et accessible (via des plateformes comme Gallica).
 
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https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k92795r/f7.planchecontact.r=%22Pedro%20Manrique%22#
 Titre :  Memorias de las reynas catholicas : historia genealogica de la casa real de Castilla y de Leon. Tomo II / por el P. M. Fr. Henrique Florez
Auteur  :  Flórez, Henrique (1702-1773). Auteur du texte
Éditeur  :  Marin (Madrid)
Date d'édition :  1790
Sujet :  Reines -- Espagne
Notice d'ensemble :  http://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb372587357
Type :  monographie imprimée
Langue  :  espagnol
Format :  2 vol. (1007 p.)
Format :  Nombre total de vues : 575
Description :  Contient une table des matières
Description :  Ouvrages avant 1800
Droits  :  Consultable en ligne
Identifiant :  ark:/12148/bpt6k92795r
Source  :  Université Paris Sud, 815727.2
Conservation numérique :  Bibliothèque nationale de France
Date de mise en ligne  :  15/10/2007 
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https://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb12101071c
Flórez, Henrique (1702-1773) forme internationale

Pays :  Espagne
Langue(s) :  espagnol
Sexe :  Masculin
Responsabilité(s) exercée(s) sur les documents :  Auteur
Naissance :  1702-07-21, Villadiego (Espagne)
Mort :  1773-05-05, Madrid

A aussi écrit en latin.
Augustin.


Forme(s) rejetée(s) : 
< Flórez, Enrique
< Florez, Henricus

 

sexta-feira, 17 de abril de 2026

The Godfather/; MIGiRIycr0

https://www.youtube.com/watch?v=MWYKl-J05uc&t=29s

 https://www.youtube.com/watch?v=-MIGiRIycr0

https://www.youtube.com/watch?v=X-jdl9hcCeg 

Sicilian Pastorale · The Silver Screen Orchestra El Padrino (The Godfather) ℗ 1973 Trama, Discos lollipop Released on: 1973-05-08 

quinta-feira, 16 de abril de 2026

André Telles De Menezes pai de Guiomar de Vilhena casada com FAdrique Henriques

  

 

André Telles De Menezes

 Parents

    Ruy Telles De Menezes †1528
    Guiomar De Noronha †1536/

 Spouses and children

    With Branca Coutinho with
        Female Guiomar De Vilhena

  Siblings

    Male Brás Telles De Menezes
    Male Manuel Telles De Menezes
    Female Beatriz De Vilhena
    Male André Telles De Menezes

 Paternal grand-parents, uncles and aunts

        Male Fernão Telles De Menezes ca 1430- with
        Female Maria De Vilhena De Melo ca 1430- 
            
        Female Maria De Vilhena ca 1470-
            with
        3 children
            
        Female Joanna De Vilhena
            with
        3 children
            
        Male Ayres Telles
            not married, Without posterity

        Female Maria De Vilhena De Melo ca 1430-
        with Male João De Eça 
            
        Male Francisco De Eça †ca 1514
            with
        1 child
            
        Female Beatriz De Eça
            with
        1 child


 Maternal grand-parents, uncles and aunts

        Male Pedro De Noronha, filho with
        Female Catarina De Távora 

=================================

GUIOMAR DE VILHENA COM FADRIQUE HENRIQUES DE GUSMÁN

================================= 

 Guiomar De Vilhena

 Parents

    André Telles De Menezes
    Branca Coutinho

 Spouses and children

    With Fradique Enríquez De Guzmán with
        Female Leonor Enríquez Vilhena

 Paternal grand-parents, uncles and aunts

        Male Ruy Telles De Menezes †1528 married (1480)
        Female Guiomar De Noronha †1536/ 
            
        Male Brás Telles De Menezes
            with
        1 child
            
        Male Manuel Telles De Menezes
            with
        1 child
            
        Female Beatriz De Vilhena
            with
        1 child


 Maternal grand-parents, uncles and aunts

        Male Rui Dias De Souza, o Cid with
        Female Guiomar Coutinho 
            
        Male Aires De Souza Coutinho
            with 1, with 2
            
        Female Maria Coutinho
            with
================================= 

fonte>

 https://purl.pt/38202
https://purl.pt/38202/2/


Theatro genealogico, que contem as arvores de costados das principaes familias do Reyno de Portugal, & suas conquistas : Tomo I. / Pelo Prior D. Tivisco de Nasao Zarco, y Colona


Theatro genealogico, que contem as arvores de costados das principaes familias do Reyno de Portugal, & suas conquistas : Tomo I. / Pelo Prior D. Tivisco de Nasao Zarco, y Colona
 
AUTOR(ES):     
Ataíde, Manuel de Carvalho e, 1676-1720; Barbosa, José, 1674-1750, C.R., coment.; Sousa, António Caetano de, 1674-1759, C.R., coment.
PRODUÇÃO:     
Em Napoles [aliás Lisboa] : por Novelo de Bonis, 1112 [sic] [entre 169- e 1703.08.28]
DESCR.FÍSICA:     
[4], 231, [1 br.] f. ; 2o (32 cm)
REF.EXT.:     
Sousa, A.C. Hist. genealógica da Casa Real Port. 8, LXXXVIII-LXXXIX (179)
Barbosa Machado 3, 216
Inocêncio 5, 387-388; 16, 148
Palha 4, 4302
Nepomuceno 402
Santos, M. Bibliogr. geral 1, 4776
Samodães 1, 623
BN Paris 24, 423-424
BM 168, 774
NUC 24, 551
NOTAS:     
Pseud. Tivisco de Nasao Zarco y Colona usado quer por Manuel de Carvalho de Ataíde quer por Jerónimo de Sousa
Só foi publ. tomo I
Variantes: f. 26 com assin. correcta (G//2); f. [43] num. 47; f. 43, 62, 86, 129 e 147 sem correcções impr. coladas; f. 48 sem correcção impr. colada ao alto substituindo nome da família Câmara pelo da família Camelo; f. [168] num. 166; f. 226 sem correcção impr. colada mas com texto impr. corrigido
Sob pé de impr.: Com permissaõ dos Superiores
Segundo alguns bibliogr., trata-se de obra impr. em Portugal, provavelmente em Lisboa, entre 169- e 1703.08.28 (v. Alvará de 1703.08.28 relativo a esta obra - RES. 3619 V.)
No verso do rosto, citação de S. Jerónimo
F. impr. só no recto
Última f. em branco
Assin.: [ ]//4, A-Z//4, Aa-Zz//4, Aaa-Nnn//4
ASSUNTOS:     
Famílias nobres portuguesas -- Árvores genealógicas -- [Manuscritos]
Famílias nobres portuguesas -- Árvores genealógicas -- [Obras impressas até 1800]
Família real portuguesa -- Árvores genealógicas -- Séc. 17 -- [Manuscritos]
Família real portuguesa -- Árvores genealógicas -- Séc. 17 -- [Obras impressas até 1800]
CDU:     
292.2(469)
END. WWW:     
Cópia digital disponível em Rede de Bibliotecas da Defesa Nacional
https://purl.pt/38202





Procurando Belchior de Sousa TAvares/ Andrade/ Tivisco de Nasao Zarco y Colona usado quer por Manuel de Carvalho de Ataíde quer por Jerónimo de Sousa

 https://gw.geneanet.org/valdenei?lang=fr&m=N&v=andrade

https://www.genearc.net/index.php?op=ZGV0YWxoZVBlc3NvYS5waHA=&id=MTAyNzc= 

 

 

daqui página 100- 

https://purl.pt/38202
https://purl.pt/38202/2/


Theatro genealogico, que contem as arvores de costados das principaes familias do Reyno de Portugal, & suas conquistas : Tomo I. / Pelo Prior D. Tivisco de Nasao Zarco, y Colona


Theatro genealogico, que contem as arvores de costados das principaes familias do Reyno de Portugal, & suas conquistas : Tomo I. / Pelo Prior D. Tivisco de Nasao Zarco, y Colona
 
AUTOR(ES):     
Ataíde, Manuel de Carvalho e, 1676-1720; Barbosa, José, 1674-1750, C.R., coment.; Sousa, António Caetano de, 1674-1759, C.R., coment.
PRODUÇÃO:     
Em Napoles [aliás Lisboa] : por Novelo de Bonis, 1112 [sic] [entre 169- e 1703.08.28]
DESCR.FÍSICA:     
[4], 231, [1 br.] f. ; 2o (32 cm)
REF.EXT.:     
Sousa, A.C. Hist. genealógica da Casa Real Port. 8, LXXXVIII-LXXXIX (179)
Barbosa Machado 3, 216
Inocêncio 5, 387-388; 16, 148
Palha 4, 4302
Nepomuceno 402
Santos, M. Bibliogr. geral 1, 4776
Samodães 1, 623
BN Paris 24, 423-424
BM 168, 774
NUC 24, 551
NOTAS:     
Pseud. Tivisco de Nasao Zarco y Colona usado quer por Manuel de Carvalho de Ataíde quer por Jerónimo de Sousa
Só foi publ. tomo I
Variantes: f. 26 com assin. correcta (G//2); f. [43] num. 47; f. 43, 62, 86, 129 e 147 sem correcções impr. coladas; f. 48 sem correcção impr. colada ao alto substituindo nome da família Câmara pelo da família Camelo; f. [168] num. 166; f. 226 sem correcção impr. colada mas com texto impr. corrigido
Sob pé de impr.: Com permissaõ dos Superiores
Segundo alguns bibliogr., trata-se de obra impr. em Portugal, provavelmente em Lisboa, entre 169- e 1703.08.28 (v. Alvará de 1703.08.28 relativo a esta obra - RES. 3619 V.)
No verso do rosto, citação de S. Jerónimo
F. impr. só no recto
Última f. em branco
Assin.: [ ]//4, A-Z//4, Aa-Zz//4, Aaa-Nnn//4
ASSUNTOS:     
Famílias nobres portuguesas -- Árvores genealógicas -- [Manuscritos]
Famílias nobres portuguesas -- Árvores genealógicas -- [Obras impressas até 1800]
Família real portuguesa -- Árvores genealógicas -- Séc. 17 -- [Manuscritos]
Família real portuguesa -- Árvores genealógicas -- Séc. 17 -- [Obras impressas até 1800]
CDU:     
292.2(469)
END. WWW:     
Cópia digital disponível em Rede de Bibliotecas da Defesa Nacional
https://purl.pt/38202 

quarta-feira, 15 de abril de 2026

Patrick jane t4 e24/ alguém tem que ceder (Jack Nicholson), kk, rs! você não eu! kk, akákkk, rs!

 

 

 21;55 21.58

- é isso que faz a armadilha funcionar .essa que é a beleza disso ,ele pensa que   que eu sou o peixe e ele o pescador.

 

= não se ele vir a verdade

= estou dando a ele o maior desejo dele. 

- ele verá o que quer ver.

 

=========================

 

esse ou isto que é a filosofia, ou psicologia,

cada um vê ou compreende aquilo que quer acreditar que é a sua verdade.

Perfeito.

========================= 

 

 

 

terça-feira, 14 de abril de 2026

"Jerome oWENS" JAN 01 1907 OCTOBER 02 1965 GENI 2; 26 ,38 MINUTOS/ eTHEL ANN LEWIS 1904 1992

 https://www.youtube.com/watch?v=63_wajzl7wY

WILLIE HARRISON JUNIOR

1943 1964 

eTHEL ANN LEWIS 1904 1992

2,27,01 

 Sarah Chabecon ? Chabeton?

"JULY 13 1957" 

 

Blanche L. Crapps 1910 1958 

REverend W. C Crapps 1896 1967 

 2,29,12

 REv Johnny Thomaz 2,29,57 1922 1967

 

 

2;30;18

jun 09 1917 - Lacoochee, 07 03 1957  

https://baynews9.com/fl/tampa/news/2018/3/17/documentary_on_pasco 

Wallace Jordan is my grandfather and he was murdered in Lacoochee and place on the train tracks to make it look like the train ran him over.Over the years there have been community cleanups for what we call the Trilby Cemetery unfortunately none of us knew it ran so deep the State of Florida nor the county of Pasco has helped to try and keep it clean.Thank you you sir to you and your Father for a job well done I can finally go visit my sister and grandfather grave with out being afraid of getting bite by a snake or something else.MayGod Blessings be upon you 

Saturday, July 13, 1957, was a day in a non-leap year during the Baby Boomer generation, featuring a waning gibbous moon. Key events included President Eisenhower moving to curb federal spending, with debates over military profits and economic, as detailed in this NYT archive. The era was marked by the emerging Space Race and Cold War tensions.
Key Aspects of July 13, 1957:
  • Context: The day was a Saturday.
  • Media & Culture: A New Yorker illustration by William Steig is associated with this date.
  • News Highlights:
    • Politics: President Eisenhower aimed to cut government spending by $2 to $3 billion.
    • Military/Business: Boeing defended its profit margins on U.S. government contracts.
    • Economics: Lumber production was below 1956 levels, while chain store sales rose by 3.1% in June 1957.
    • Daily Life: A "Precise Gear Cutter" was reported to be accurate to ten seconds of arc.
  • Birthdays: Phil Margera (reality TV personality, Viva La Bam) was born on this date.
  • Moon Phase: Waning Gibbous.
See the full day's news in the Library of Congress Evening Star archives.
  • What Happened on July 13, 1957 - On This Day
    About July 13, 1957. Day of the Week: Saturday How Long Ago? 68 years and 9 months. Leap Year: No. Generation: Baby Boomer Chinese...
    On This Day
  • Site Map - July 13, 1957 - The New York Times
    1957 July 13 * BOEING REPLIES ON PACT; Says It Has Been Cleared in Big Profit on U.S. Job. * ON RADIO. * Topics of The Times. * PR...
    The New York Times
  • Newspaper Evening star (Washington, DC), July 13, 1957
    Evening star (Washington, D.C.), July 13, 1957 | Library of Congress.
    The Library of Congress (.gov)
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transição planetária,1 ;11 explicação da enchente. RGS, 1;20 genocidio indio 1;43 livre arbitrio (não dá tempo de falar de psicopatas , e psicóticos rs)

 

Louise Castanhedo , Portugal

assistir 

91,150,177,231 

 

Enéias Roncaroti  

 https://www.youtube.com/watch?v=m5r_TleOKZs

https://www.youtube.com/watch?v=xv4VGl9H6dE 

Louise , Portugal

assistir 

91,150,177,231 

aterranento 10 minutos com os pés na terra. 

 

 

Os trabalhadores da última hora Enéias Roncaroti  

https://www.youtube.com/watch?v=nWXKr5naYSc 

1;03 

​​navios de 12 andares com toldos de frequncia eletromagnético causam essa maremotos e tempestades ....rebocadores de frequência das antenas de celular emitem acima de 480hz 

e uma guerra climatica silenciosamente e u.a falsa guerra misturada de limpeza entres as nações e a quebra da cabal e um novo sistema .....mas qual sistema é esse nao é 

​​nao se esqueçam eles tem que fazer o tal Apocalipse com essas armas de frequências e já fizeram vários testes e então eles irão apertar o nao o botão vermelho do reset . 

 https://www.youtube.com/watch?v=r8WTNij1FJQ 

https://www.youtube.com/watch?v=tzORsPtAfgk&list=PLCDaKrmnR32w1MQAatWFUUFaCV1R6dOJk 

https://www.youtube.com/watch?v=tzORsPtAfgk&list=PLCDaKrmnR32w1MQAatWFUUFaCV1R6dOJk 

https://www.youtube.com/watch?v=Gdc48VlLQ1c 

D. Vetaça, princesa bizantina. D. Vataça Láscaris (c. 1270–1336), também conhecida como Vatatza Laskarina ou Betaça de Grécia

    https://www.uc.pt/person/universcidade/univercidade/urbanidade/alta/se-velha/  https://pt.wikipedia.org/wiki/Vata%C3%A7a_L%C3%A1scaris#:...